Top PDF INFECÇÃO DE CATETER DUPLO LÚMEN EM HEMODIÁLISE: UMA REVISÃO DE LITERATURA

INFECÇÃO DE CATETER DUPLO LÚMEN EM HEMODIÁLISE: UMA REVISÃO DE
LITERATURA

INFECÇÃO DE CATETER DUPLO LÚMEN EM HEMODIÁLISE: UMA REVISÃO DE LITERATURA

Pessoas com Insuficiência Renal Crônica (IRC) dependem de tratamento continuado, como a hemodiálise, que exige mudanças na rotina de suas vidas e ainda dependem de acesso venoso sem interrupção por meio de fístula arteriovenosa-FAV. Porém, é comum ao início da hemodiálise a obtenção de acesso por meio da inserção de um cateter venoso central CVC de duplo lúmen, até a confecção e maturação da FAV. Embora seja um acesso temporário, o CVC imprime risco de complicações, sendo a mais relevante a infecção, devido à quebra da integridade cutânea e tissular. O interesse por este estudo foi despertado devido ao fato de observar-se uma grande quantidade de infecção relacionada ao cateter duplo lúmen (CDL), em sua inserção ligada ao tempo prolongado de curativo e ao aumento de quadros graves com complicações sistêmicas. É imprescindível o cuidado e orientação profissional quanto ao manuseio correto e adequado deste tipo de acesso, visto que a redução do número de infecções pode ocorrer quando há maior cuidado na manipulação desses cateteres e ao evitar longos tempos de permanência. A equipe de enfermagem tem papel importante na prevenção desses agravos, englobando ações de enfermagem na vigilância, no controle e na verificação da manutenção do cateter como também, ações educativas com a equipe de enfermagem e orientações para o paciente. Assim é importante ter profissionais conscientes, competentes, atualizados, capacitados para a autocrítica e o desempenho do trabalho em equipe. Acredita-se que o controle da infecção nos serviços de saúde depende, indiscutivelmente, do exercício de cidadania. Portanto, considerando a gravidade da situação de risco no qual essa população encontra-se vulnerável e que a prevenção destas infecções é também de maior responsabilidade dos profissionais envolvidos na assistência, destaca-se a importância de realizar uma revisão sistemática para prevenção de infecções relacionadas a cateter de pacientes, e assim repercutir na qualidade da assistência e de vida dos portadores de insuficiência renal crônica em tratamento hemodialítico.
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REFLEXÃO ACERCA DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM OS ACESSOS VASCULARES EM HEMODIÁLISE: UMA REVISÃO DE LITERATURA.

REFLEXÃO ACERCA DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM OS ACESSOS VASCULARES EM HEMODIÁLISE: UMA REVISÃO DE LITERATURA.

Outro estudo mostra a necessidade do cliente em hemodiálise em manter os cuidados com A FAV tais como vigiar o funcionamento do acesso por meio da palpação e presença de frêmito, observar sinais e sintomas de infecção, realizar higiene, não permitir punções em membro do acesso por outros profissionais para administração de medicações, verificar pressão arterial no membro da FAV, evitar compressão e dormir sobre o braço do acesso, dos clientes que participaram do estudo 100% relataram que conhecem a necessidade de cuidar e manter via de punção pérvia. Observou- se também as ações de cuidado de enfermagem, desde a entrada do cliente na sala de diálise, como observação da lavagem da FAV com água e sabão, verificação de peso e pressão arterial, o uso de equipamento de proteção individual (EPI) pela enfermagem, a antissepsia no local de punção, o exame físico da FAV, nessa observação somente alguns pacientes mostraram- se pró- ativos. Portanto, a relação estreita entre enfermagem e cliente renal crônico dentro do setor de hemodiálise é grande diferencial que pode favorecer a comunicação como meio de cuidado de enfermagem, que contribuirá para binômio cuidado de enfermagem e autocuidado da clientela (MOREIRA et al., 2013)
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Parasitos oportunistas intestinais em pacientes submetidos à hemodiálise - revisão sistemática da literatura

Parasitos oportunistas intestinais em pacientes submetidos à hemodiálise - revisão sistemática da literatura

Pesquisa (13) que focalizou a infecção de parasitos oportunistas em um grupo de imunocomprometidos no Egito, não traz informações sobre a faixa etária estudada. Dentre os indivíduos estudados, encontravam-se 40 casos de pacientes com câncer, 30 casos de diabetes mellitus, 30 casos com falência renal crônica em comparação a 20 indivíduos saudáveis. Os métodos parasitológicos utilizados para a detecção dos protozoários foram exame a fresco, semeaduras coradas pelo Iodo, pelo Ziehl- Neelsen modificado e pela Safranina-Azul de Metileno. Dos 100 pacientes do grupo-teste, foram detectadas 10 (10%) de amostras positivas para Giardia lamblia, sete (7,0%) positivas para Cryptosporidium parvum, três (3,0%) positivas para Cyclospora cayetanensis, duas (2,0%) positivas para Microsporidium, duas (2,0%) positivas para Cyclospora e Cryptosporidium, simultaneamente. Os resultados indicaram a ocorrência de parasitos oportunistas em 30% dos pacientes imunocomprometidos e 10% no grupo de pacientes saudáveis.
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Controle de infecção relacionada a cateter venoso central: revisão integrativa

Controle de infecção relacionada a cateter venoso central: revisão integrativa

El uso del catéter venoso central es apuntado como un importante factor de riesgo para la infección en el torrente sanguíneo, causando la prolongación en el tiempo de internación, aumento de la morbimortalidad, y la elevación de los costos de hospitalización. Frente a lo expuesto el objetivo fue evaluar las evidencias científicas sobre e control de infección relacionadas al catéter venoso central impregnado con antisépticos utilizado en pacientes adultos hospitalizados. La práctica basada en evidencias presentó el referencial teórico metodológico. Y como recurso para obtención de las evidencias en niveles I y II se realizó la revisión integrativa de la literatura en las base de datos LILACS, CINAHL y MEDLINE. Se totalizó 17 publicaciones en los últimos diez años. El análisis de los estudios culminó en 03 categorías temáticas: catéteres impregnados con antisépticos, dispositivos seguros y manutención del catéter. Como resultado se obtuvo el apuntamiento de diversos aspectos en el control de la infección relacionada al catéter, dentro de ellos: uso de catéter de lúmen único, inserción por vía subclávia como técnica estéril y aplicación de antiséptico a base de clorexidine. Se adicionó que, la indicación de catéteres impregnados con antisépticos, así como de sistemas valvulados sin aguja, todavía es una controversia. En general, los estudios sobre la temática alertan que la calidad de asistencia a los pacientes con catéter venoso central que está directamente relacionado con el riesgo de infección. Así, esfuerzos han sido recomendados a fin de viabilizar la aplicación de las evidencias sucedidas de las investigaciones y consecuentemente nortear el poder de decisión en la práctica clínica, contribuyendo para mejorar la calidad de la asistencia.
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Incidência de infecção da corrente sanguínea nos pacientes submetidos à hemodiálise por cateter venoso central.

Incidência de infecção da corrente sanguínea nos pacientes submetidos à hemodiálise por cateter venoso central.

Todos os cateteres venosos (cateter de duplo lúmen Mahurkar®, Quinton Instrument Co, Bothell, WA) foram inseridos assepticamente por médicos nefrologistas, tanto em veia jugular interna como subclávia, usando técnica padrão. Todos os cateteres foram suturados na pele com túnel subcutâneo e cobertos com curativo transparente. Após inserção dos cateteres, somente enfermeiras nefrologistas, com treinamento especíico em hemodiálise, realizaram as trocas dos curativos ou manipularam os cateteres, utilizando rigorosa técnica asséptica. Imediatamente após a inserção e após cada diálise, ambos os cateteres eram preenchidos com 2.500 a 3.000 UI de heparina sódica.
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PRINCIPAIS INTERCORRÊNCIAS NAS SESSÕES DE HEMODIÁLISE:
UMA REVISÃO DE LITERATURA

PRINCIPAIS INTERCORRÊNCIAS NAS SESSÕES DE HEMODIÁLISE: UMA REVISÃO DE LITERATURA

O sangue pode ser retirado, filtrado e devolvido aos pacientes de duas formas, principalmente: o cateter venoso (CDL) de duplo lúmen na veia jugular, femoral ou subclávia do paciente, e a fístula arteriovenosa (FAV), uma anastomose feita entre uma artéria e uma veia para aumentar o fluxo sanguíneo na segunda, permitindo uma maior qualidade do tratamento, além de um menor risco de infecções desde que seguidos os cuidados de assepsia e antissepsia.(THOMÉ,1999)

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AVALIAÇÃO DOS INDICES DE INFECÇÃO RELACIONADOS AO CATETER DUPLO LÚMEN PARA HEMODIALISE ANTES E APÓS ORIENTAÇÃO PARA O AUTOCUIDADO

AVALIAÇÃO DOS INDICES DE INFECÇÃO RELACIONADOS AO CATETER DUPLO LÚMEN PARA HEMODIALISE ANTES E APÓS ORIENTAÇÃO PARA O AUTOCUIDADO

Importante frisar que o implante do cateter duplo lúmen geralmente acontece para o paciente em uma situação emergencial de agudização da doença renal crônica, quando o paciente geralmente encontra-se hospitalizado. A alta hospitalar ocorre assim que o quadro clinico do paciente encontra-se estável, mas comumente a necessidade de hemodiálise persiste, e o paciente permanece com o CDL na volta para casa. Sucede-se então uma situação em que o paciente deve tomar cuidados próprios para manter o CDL, bem como evitar complicações. Nesta fase, a orientação e o estimulo ao autocuidado são essenciais para a
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Biofilme em cateter vesical de demora e a segurança do  paciente: uma revisão da literatura

Biofilme em cateter vesical de demora e a segurança do paciente: uma revisão da literatura

Outro aspecto importante é a capacidade de produção de ure- ase pelos microrganismos, que contribui para a formação do bio- filme cristalino e consequente obstrução do CVD 5 . P. mirabilis, patógeno mais prevalente nos cateterismos crônicos, é respon- sável pela maioria das obstruções 5,9 . A urease produzida por esse microrganismo hidrolisa ureia seis a dez vezes mais rapi- damente em comparação com outras espécies 3,5,9 e a amônia liberada eleva o pH da urina e precipita cristais de cálcio e fos- fatos de magnésio na superfície do cateter. Essas incrustações bloqueiam o lúmen do cateter favorecendo o refluxo urinário com possibilidade de evolução para pielonefrite aguda, bacte- remia, prostatite crônica, infecção renal crônica, sepse e, em alguns casos, a morte 3,13,19 .
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Acesso vascular para hemodiálise com cateter temporário de duplo lúmen em cães com insuficiência renal aguda.

Acesso vascular para hemodiálise com cateter temporário de duplo lúmen em cães com insuficiência renal aguda.

A hemodiálise é uma modalidade terapêutica que pode sustentar a vida do paciente com insuficiência renal aguda (IRA), enquanto este recupera a função renal. Para sua realização, é necessário estabelecer circulação extracorpórea, para que seja realizada a filtração do sangue, impondo a necessidade de um acesso vascular viável e eficiente. O objetivo deste estudo foi avaliar a eficiência e as complicações do acesso vascular para hemodiálise (HD), com cateter temporário de duplo lúmen inserido na veia jugular externa. Foram estudados 10 cães com IRA induzida por gentamicina, submetidos a sessões diárias de HD, com duração de uma hora, até a recuperação da função renal ou óbito. Foram realizadas 104 sessões de HD nos animais estudados, observando-se necessidade de troca do cateter em sete sessões (6,7%), devido à obstrução do lúmen do cateter em seis sessões (5,8%) ou por saída acidental do mesmo em uma sessão (1,0%). Não se observou migração do cateter, infecção, hemorragia ou hematoma no local de entrada do cateter na pele, obtendo-se fluxo sanguíneo patente em 90,4% das sessões. Concluiu-se que o acesso vascular na veia jugular externa com cateter temporário de duplo-lúmen mostrou-se viável, com ocorrência de poucas complicações, sendo, portanto, indicado como forma de acesso para a circulação extracorpórea para HD em cães com IRA.
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Levantamento sobre a infecção na inserção do cateter de duplo lúmen.

Levantamento sobre a infecção na inserção do cateter de duplo lúmen.

Objetivo: Identificar o índice de infecção, o agente etiológico, as complicações infecciosas e o tempo de permanência do cateter de duplo lúmen em um mesmo período em anos alternados. Métodos: Trata-se de um estudo retrospectivo realizado no Centro de Hemodiálise do Hospital de Base de São José do Rio Preto-SP, e foram incluídos todos os pacientes com infecção no local de inserção do cateter de duplo lúmen. Resultados: Dos 80 pacientes em tratamento hemodialítico no primeiro período de janeiro a junho de 2002, 21% eram portadores de cateter e três anos depois dos 186 pacientes nas mesmas condições, 10,7% apresentavam terapia por cateter. Houve diminuição de infecções da corrente sangüínea de 9,4% no último período. A complicação infecciosa mais freqüente foi a bacteremia, e o agente etiológico mais encontrado o Staphylococcus aureus, o tempo médio de permanência do cateter foi de 43 dias nos dois períodos avaliados. Conclusão: Este estudo demonstrou que houve melhora significativa quanto aos índices de infecção nessa população.
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Levantamento sobre a infecção na inserção do cateter de duplo lúmen

Levantamento sobre a infecção na inserção do cateter de duplo lúmen

Objetivo: Identificar o índice de infecção, o agente etiológico, as complicações infecciosas e o tempo de permanência do cateter de duplo lúmen em um mesmo período em anos alternados. Métodos: Trata-se de um estudo retrospectivo realizado no Centro de Hemodiálise do Hospital de Base de São José do Rio Preto-SP, e foram incluídos todos os pacientes com infecção no local de inserção do cateter de duplo lúmen. Resultados: Dos 80 pacientes em tratamento hemodialítico no primeiro período de janeiro a junho de 2002, 21% eram portadores de cateter e três anos depois dos 186 pacientes nas mesmas condições, 10,7% apresentavam terapia por cateter. Houve diminuição de infecções da corrente sangüínea de 9,4% no último período. A complicação infecciosa mais freqüente foi a bacteremia, e o agente etiológico mais encontrado o Staphylococcus aureus, o tempo médio de permanência do cateter foi de 43 dias nos dois períodos avaliados. Conclusão: Este estudo demonstrou que houve melhora significativa quanto aos índices de infecção nessa população.
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ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AOS PACIENTES QUE
APRESENTAM COMPLICAÇÕES NAS SESSÕES DE HEMODIÁLISE:
UMA REVISÃO DE LITERATURA

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AOS PACIENTES QUE APRESENTAM COMPLICAÇÕES NAS SESSÕES DE HEMODIÁLISE: UMA REVISÃO DE LITERATURA

o procedimento no ano de 2008. A causa da insuficiência renal em 35,8% dos casos foi à hipertensão. Em segundo lugar está à diabetes com 25,7% e a glomerulonefrite é responsável por 15.7% dos casos. É possível perceber que cada vez mais têm ocorrido avanços em relação à segurança e a eficácia das máquinas de hemodiálise proporcionando um tratamento mais seguro para o paciente como também para a equipe de saúde. Porém isso não significa que complicações não possam existir (RIBEIRO, 2009).

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Conformidade de higiene das mãos na manutenção do cateter para hemodiálise.

Conformidade de higiene das mãos na manutenção do cateter para hemodiálise.

Em relação às características demográficas dos portadores de cateter, observa-se na Tabela 1 o predomínio do sexo masculino (31 - 75,6%). Referente à idade, a média correspondeu a 55 anos (dp ± 16,5), variando de 20 a 84 anos, e a mediana a 57 anos. Ao se comparar a média de idade entre os sexos, não houve di- ferença estatisticamente significante (p = 0,455, teste t Student). Os diagnósticos de admissão no serviço de Hd são indicados na Tabela 1, considerando que, no mesmo paciente, pode ser diagnosticada mais de uma patologia. Constatou-se que 20 (52,6%) apresentaram Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), seguida de Doença Renal Crônica Agudizada 15 (39,5%) e Diabetes Mellitus (DM), diagnosticada em 14 (36,8%) dos pacientes.
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Prevenção da infecção da corrente sanguínea relacionada ao cateter venoso central: Uma revisão integrativa

Prevenção da infecção da corrente sanguínea relacionada ao cateter venoso central: Uma revisão integrativa

central em unidade de terapia intensiva adulto. Métodos: Foi realizada uma revisão integrativa da literatura nas bases de dados Pubmed, Cinahl e science Direct, publicados de 2011 a 2014. Resultados: Foram encontrados 11 artigos e em 100% deles as principais medidas adotadas foram antes da inserção do cateter, sendo: antissepsia da pele, uso de barreira máxima de precaução, preferência pela veia subclávia, higienização prévia das mãos e educação e treinamento dos profissionais de saúde. Conclusões: os bundles estão sendo utilizados na prática clínica como estratégias para redução das infecções, contudo, as infecções da corrente sanguínea relacionadas a cateter continuam a ocorrer de forma alarmante e com grande impacto no cuidado a saúde. Desse modo, estratégias que apontem subsídios para melhoria da prática clínica e segurança do paciente devem ser incentivadas, sobretudo aquelas voltadas para o período crítico da inserção e manutenção do cateter. PALAVRAS-CHAVE: infecções relacionadas a cateter; Cateteres; Unidades de terapia intensiva; segurança do Paciente
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Transplante Duplo de Fígado e Rim: relato de caso e revisão de literatura

Transplante Duplo de Fígado e Rim: relato de caso e revisão de literatura

O fígado e o rim são órgãos nobres na fisiologia humana. Tantos as doenças hepáticas quanto as doenças renais provocam limitações importantes na vida dos pacientes à medida que vão se agravando. Ao estágio terminal, o transplante do órgão é a única alternativa terapêutica eficaz. Até a realização do primeiro transplante duplo de fígado e rim em 1984, pacientes com acometimento simultâneo de ambos os órgãos eram excluídos das filas de espera. O presente trabalho tem o objetivo de relatar o primeiro caso de transplante duplo de fígado e rim realizado na Bahia, em junho de 2009, e levantar os dados mais relevantes da literatura recente a respeito da história dos transplantes, as indicações do transplante combinado de fígado e rim e os resultados já descritos em outras experiências no mundo.
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Cuidados com cateter central de inserção periférica no neonato: revisão integrativa da literatura.

Cuidados com cateter central de inserção periférica no neonato: revisão integrativa da literatura.

O cateter central de inserção periférica é tecnologia comum empregada na terapia intravenosa de neonatos. Trata-se de re- visão integraiva, cujo objeivo foi inves- igar e analisar as evidências disponíveis na literatura acerca da temáica. As bases de dados pesquisadas foram Literatura Laino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos (PubMed). Resultados apontam lacunas no que tange à população neonatal; conhecimento insu- iciente dos proissionais quanto indicações (n=1); e variados temas sobre uso de ani- coagulantes (n=6), comparação com outros cateteres (n=4), diagnósico por imagem (n=2), dor (n=2), infecção relacionada a ca- teter e sua prevenção (n=7), entre outros fatores. Conclui-se que há necessidade de atualização proissional, evidências cieníi- cas de fácil acesso e publicações nacionais.
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Controle de infecção relacionada a cateter venoso central impregnado com antissépticos: revisão integrativa.

Controle de infecção relacionada a cateter venoso central impregnado com antissépticos: revisão integrativa.

Em relação ao local de inserção do CVC, observou-se que as veias subclávias são as mais uilizadas, sendo úlima opção as jugulares e femurais. Cateteres inseridos na veia jugular interna possuem maior risco de infecção quando comparados a inserção na veia subclávia, considerando sua proximidade com secreções da orofaringe. Acresce-se a di- iculdade de imobilização do cateter. A inserção pela veia femural deve ser evitada, considerando o elevado risco de Quadro 1 - Sinopse das publicações relacionadas ao cateter venoso central sem cuff, não tunelizado, de curta permanência, impregnado com antisséptico, utilizado em paciente adulto hospitalizado segundo autoria, objetivo, delineamento e principais resultados.
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Antibioticoterapia e infecção do trato urinário durante a gestação: uma revisão da literatura.

Antibioticoterapia e infecção do trato urinário durante a gestação: uma revisão da literatura.

Para o tratamento ambulatorial das uretrites e cistites em gestantes, deve-se considerar a adesão da paciente ao tratamento, observando-se que amostra significativa da população atendida em serviços públicos não possui poder aquisitivo para arcar com os custos dessa terapêutica. Outro detalhe é saber se esta infecção é comunitária, ou seja, aquela que ocorre com pelo menos um mês de intervalo entre internação prévia, isenta de abordagem física em vias urinárias e/ou farmacológica sistêmica. Nesse caso, o tratamento mais adequado para cistite aguda considera o uso de cefuroxima 250 mg a cada oito horas, norfloxacin 400 mg a cada doze horas e nitrofurantoína 100 mg a cada seis horas. As preocupações com o uso da norfloxacina para tratar ITU em gestantes têm se mostrado infundadas, liberando seu uso como segunda opção. Face à possibilidade de efeitos colaterais, a nitrofurantoína tem sido reservada como opção secundária e para a profilaxia (DUARTE, 2004).
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Infecção relacionada a assistência à saúde: uma revisão da literatura

Infecção relacionada a assistência à saúde: uma revisão da literatura

A disseminação de infecções em ambiente hospitalar e na assistência do serviço de saúde, com frequência e proveniente da infecção cruzada, é a via de contaminação mais comum ocorre entre as mãos, seja de profissionais de saúde, de pacientes e acompanhantes e o ambiente hospitalar se trata de um ambiente propicio. E o papel ambiental predispõe a contaminação (IRAS), tendo em vista que o ambiente, móveis, utensílios e equipamentos estão suscetíveis a contaminação caso não haja uma perfeita limpeza e desinfecção 3 .
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Associação entre infecção pelo HIV e anemia-Revisão de literatura

Associação entre infecção pelo HIV e anemia-Revisão de literatura

Z observado que grande parte dos pacientes com anemia aplásicaJ a hipocelularidade da medula Kssea resulta de uma mediação imunolKgicaJ sendo o curso dessa doença possui distintas evoluçõesO apKs a e;posição a um antígeno estimulante 7oriundo de infecção viral ou e;posição a agentes químicos como benzeno ou drogas8 o sistema imune do paciente reconhece o corpo estranho e começa a destruir as c@lulas progenitoras hematopoi@ticas 7HDCs8. 3ventualmente um pequeno n6mero de HDCs conseguem sobreviver e manter a função da medula Kssea por um curto espaço de tempoJ a partir do qual surgem os sintomas da doença comoO fadigaJ palidez cutQneo-mucosaJ fraquezaJ hemorragia das gengivas e da pele 7pet@quias e equimoses8. 5 paciente posteriormente poderá cursar com melhora do quadro devido V recuperação das HDCs pelo processo de auto-renovaçãoR ou poderá cursar com piora apKs algum tempo devido a nova falha das HDCsJ conduzindo a um quadro de pancitopenia com elevado risco de hemorragias e infecções que poderão conduzi-lo a Kbito 22 .
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