Top PDF Influência do sombreamento no crescimento de mudas de três espécies amazônicas.

Influência do sombreamento no crescimento de mudas de três espécies amazônicas.

Influência do sombreamento no crescimento de mudas de três espécies amazônicas.

Resumo – O objetivo deste trabalho foi avaliar o desempenho de mudas de caroba (Jacaranda copaia (Aubl.) D. Don.), jatobá (Hymenaea courbaril L.) e pau-de-balsa (Ochroma lagopus (Cav. ex. Lam.) Urban) sob diferentes níveis de sombreamento, em viveiro. O experimento foi realizado na Estação Experimental de Silvicultura Tropical (EEST) do Inpa, em Manaus, AM. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, com cinco tratamentos: dois tratamentos com 50% de sombra durante 15 e 30 dias, respectivamente, e o restante do período a pleno sol (0%), e três tratamentos com sombreamento a 30, 50 e 70%, respectivamente, obtido com o uso de telas de polipropileno, de cor preta. Foram avaliados o diâmetro do colo, a altura total da parte aérea das mudas, o comprimento das raízes, a massa de matéria seca de raízes, caule e folhas, a área foliar e as relações altura/diâmetro do colo e parte aérea/ sistema radicular. Hymenaea courbaril teve seu crescimento prejudicado quando cultivada sob 70% de sombra. As mudas de Ochroma lagopus e Jacaranda copaia apresentaram maior crescimento sob sombra, porém a qualidade das mudas foi prejudicada. Na tomada de decisão sobre qual sombreamento a ser usado, devem ser considerados, principalmente, os parâmetros que refletem um crescimento equilibrado da muda como um todo e um bom desenvolvimento radicular.
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Influência do sombreamento no crescimento de mudas de cumaru (Dipteryx odorata (Aubl.) Willd. - Fabaceae), cultivadas em viveiro.

Influência do sombreamento no crescimento de mudas de cumaru (Dipteryx odorata (Aubl.) Willd. - Fabaceae), cultivadas em viveiro.

Médias do número dc folhas, peso de matéria seca de folhas, caule, raiz, matéria seca total e razão parte aérea/sistema radicular de mudas dc Dipteryx odorata da primeira medição (09/1[r]

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Influência de diferentes níveis de sombreamento sobre o crescimento de mudas de cafeeiro (Coffea arabica L.).

Influência de diferentes níveis de sombreamento sobre o crescimento de mudas de cafeeiro (Coffea arabica L.).

Os viveiros para café utilizados atualmente são construídos das mais variadas formas e materiais. Todos devem apresentar um padrão, como: os saquinhos são dispostos em canteiros planejados e para facilitar o ma- nejo, as laterais do viveiro devem ser cercadas com ma- terial que deixe passar 50% de luz (bambu, ripado, sombrite, etc.), evitando insolação direta nas mudas; a cobertura pode ser alta (cerca de 1,8 m a 2,2 m) ou bai- xa (1,5 m), deve ser perpendicular ao caminhamento do sol e pode ser feita dos mais variados materiais (bambu, ripado, sombrite, napier, etc.), sempre visando a manter
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Desenvolvimento inicial de mudas de Plathymenia foliolosa Benth. sob influência de sombreamento

Desenvolvimento inicial de mudas de Plathymenia foliolosa Benth. sob influência de sombreamento

A árvore é ornamental, exuberante, útil para o paisagismo em geral (Lorenzi 2002). A espécie apresenta alto potencial para a produção madeireira e recuperação de áreas degradadas, justificando estudos visando à otimização das técnicas de produção de mudas da espécie (Souza e Lorenzi, 2008). No entanto, estudos revelam que o comportamento de algumas espécies apresenta diferenças significativas no seu crescimento quando em diferentes ambientes, demonstrando estratégias diferentes das plantas na utilização dos recursos disponíveis (Campos e Uchida 2002). Por isso, a importância de avaliar o comportamento de cada espécie frente a condições específicas de níveis de sombreamento, dentre outros.
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O PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA/ALFABETIZAÇÃO NO TEMPO CERTO-PIP/ATC EM UMA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DO NORTE DE MINAS GERAIS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA/ALFABETIZAÇÃO NO TEMPO CERTO-PIP/ATC EM UMA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DO NORTE DE MINAS GERAIS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Eu acredito que seja um bom trabalho desenvolvido pela equipe pedagógica, direção da escola e também aos investimentos que vem tendo na educação, como cursos de capacitação dos professores e aí ajuda no crescimento dos alunos também. Dentro da escola a gente tem o trabalho desenvolvido pela equipe pedagógica, que tá sempre orientando, sempre buscando melhoria nas atividades trabalhadas, os professores também sempre buscando inovar o seu trabalho pra poder dar um bom resultado. Para mim o melhor que já teve até hoje foi o PACTO, que é uma capacitação muito boa, traz muitas novidades. Assim, não chega a ser novidade mas muitas maneiras de trabalhar, uma nova visão do trabalho. O PIP também é um investimento. Eu ainda acho que é um pouco falho porque não atinge a escola toda. É só para alguns alunos de algumas salas. Não tem pessoas suficientes para fazer o trabalho como deve ser feito. É muito bom, mas a escola não tem como desenvolver muito bem esse PIP porque não dá conta de atingir, mais por falta de profissionais mesmo. Porque às vezes não tem como dar continuidade, não tem uma pessoa específica para esse trabalho do PIP, é a bibliotecária ou a eventual, mas aí precisa ir para a sala, tem outras coisas para resolver e não tem como dar uma continuidade tão boa ao trabalho. Então o PACTO foi melhor porque investiu no professor dentro da sala né. Assim, tudo que trabalha no PACTO é o que a gente precisa tá trabalhando dentro da sala de aula. Pra mim o melhor foi o PACTO porque ele englobou. Eu acho que os professores estão buscando bastante fazer um trabalho de qualidade com os alunos. Tanto os professores quanto a supervisão estão bastante focado nesse trabalho com o desenvolvimento do aluno. Eu acho que também tem as cobranças. Elas são bastante para que a gente trabalhe em prol de melhores resultados. Nós professores cobramos dos alunos e a supervisão cobra da gente. Acho que tem também quem cobra da supervisão. Acredito que seja, no caso, as analistas que estão cobrando das escolas também pra melhorar o trabalho, fazer esse trabalho com os alunos. Acho que também temos interesse que a escola cresça, que seja uma escola boa, que pense nos alunos, que saiam alunos realmente preparados. Acho que o certo é buscar a melhoria para a escola. Porque se a escola está desenvolvendo bem é porque os alunos estão aprendendo e nosso foco é com o aluno.
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EDUCAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE LIMEIRA – SP: UM ESTUDO COMPARATIVO DO DESEMPENHO DE ALUNOS DE CRECHES E PRÉ- ESCOLAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

EDUCAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE LIMEIRA – SP: UM ESTUDO COMPARATIVO DO DESEMPENHO DE ALUNOS DE CRECHES E PRÉ- ESCOLAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

[...] As mudanças legais que levaram à implantação da Escola fundamental de 9 anos no Brasil adotaram como estratégia a incorporação do último ano da pré-escola ao EF, ampliando o primeiro segmento dessa etapa de 4 para 5 anos e antecipando o ingresso da criança no EF para a idade de 6 anos. Tal desenho implica a diminuição da duração da pré- escola de três para dois anos, correspondendo à faixa etária de 4 e 5 anos e não mais àquela de 4 a 6 anos. Pode-se argumentar que se buscaram, com as novas medidas legais, apressar a universalização do atendimento educacional para as crianças de 6 anos, intenção reforçada pela adoção da obrigatoriedade Escolar para a faixa etária de 4 a 17 anos. Porém, essa nova organização da carreira Escolar foi adotada sem que houvesse antes, nas Escolas de EF, a garantia de condições de infraestrutura, formação docente, diminuição de número de alunos por turma, adaptação de currículos e materiais didáticos, entre outras, que permitissem uma transição menos acidentada para o novo formato. (p.29)
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OS DESAFIOS NO PRIMEIRO ANO DE ATUAÇÃO DO CARGO COMISSIONADO DE DIRETOR ESCOLAR NA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE BELO HORIZONTE – REGIONAL VENDA NOVA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

OS DESAFIOS NO PRIMEIRO ANO DE ATUAÇÃO DO CARGO COMISSIONADO DE DIRETOR ESCOLAR NA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE BELO HORIZONTE – REGIONAL VENDA NOVA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

...na parte administrativa-financeira não é qualquer um que suporta... que tem condição de fazer uma administração financeira sem correr riscos graves de condutas inapropriadas e ilegais... Principais limitações... mexer com essa questão de dinheiro público... mexer com essas questões de orçamentos... lidar com três orçamentos é bem complicado... porque você fica muito limitado e, às vezes, tem uma pressão muito grande... para as coisas acontecerem com urgência e você não consegue... então você precisa arrumar uma porta...é emergencial e você é limitado... você não consegue resolver isso... e não é porque você não tem o dinheiro não...é porque no mínimo você vai gastar um dia para trocar uma simples fechadura...a outra limitação é você ser presidente de uma caixa escolar e não ser presidente ao mesmo tempo...então você não pode decidir sempre como usar... sabe? [...] a diminuição das verbas...né? [...] devido à crise que o país passa... isso limitou muito... [...] o Gestor é para ser uma pessoa autônoma... ele tem que ter o poder de decidir e aí mexer nessa autonomia assim só delegando é complicado...eu acho isso aí... pressiona... pressiona... pressiona... (D2).
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INFLUÊNCIA DE ECTOMICORRIZAS NO CRESCIMENTO DE MUDAS DE Eucalyptus

INFLUÊNCIA DE ECTOMICORRIZAS NO CRESCIMENTO DE MUDAS DE Eucalyptus

Os fungos ectomicorrízicos associados com espécies florestais, como as Mirtáceas (MACEDO; KAGEYAMA; COSTA, 1993; MOREIRA; SIQUEIRA, 2006), geralmente propiciam benefícios e possibilitam o seu estabelecimento em solos de baixa fertilidade (XU et al., 2001; MELLO et al., 2009; SOUSA et al., 2012). Por meio das suas hifas, os fungos aumentam a área de absorção radicular total da planta no solo (MEHARGA; CAIRNEY, 2000; AGARWAL; SAH, 2009) potencializando a absorção de nutrientes e água (SILVA et al., 2003; ANDREAZZA et al., 2004; SMITH; READ, 2008), ciclagem de nutrientes (CAIRNEY, 2012) e aumentando a tolerância das plantas a metais pesados (GRAZZIOTTI; SIQUEIRA; MOREIRA, 2003; KABATA-PENDIAS, 2010). As raízes ectomicorrizadas apresentam manto fúngico cobrindo a superfície de seus ápices e rede de Hartig situado no córtex intercelular, circundando as células epidérmicas e corticais, que substitui a lamela média e possibilita as trocas de nutrientes (BRUNDRETT, 2008; RAVEN; EVERT; EICHHORN, 2007). Uma série de eventos antecede esta modificação da morfologia radicular e para que ocorra a associação o hospedeiro deve possibilitar a infecção pelo propágulo fúngico (MOREIRA; SIQUEIRA, 2006; MARTIN; NEHLS, 2009).
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INFLUÊNCIA DO SOMBREAMENTO NA QUALIDADE DE MUDAS FLORESTAIS COM POTENCIAL USO EM PRÁTICAS AGROECOLÓGICAS

INFLUÊNCIA DO SOMBREAMENTO NA QUALIDADE DE MUDAS FLORESTAIS COM POTENCIAL USO EM PRÁTICAS AGROECOLÓGICAS

sombreamento no período do dia de maior intensidade luminosa, e em pleno sol todo o período. O delineamento foi o inteiramente casualizado, com duas repetições de quinze mudas por repetição. Os parâmetros sobrevivência, altura das plantas, diâmetro do colo, razão altura/diâmetro do colo (H/DC) e número de folhas foram analisados aos 30 e 60 dias. Tanto para o jatobá como para a pitangueira, o tratamento com sombreamento no período do dia de alta intensidade luminosa resultou em mudas com maior qualidade para o plantio com 60 dias de rustificação. Para o jatobá, pode ser considerada também a rustificação a pleno sol, sem a necessidade do sombreamento. Palavras-chaves: Hymenaea stigonocarpa. Eugenia uniflora. Rustificação.
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FATORES CONTRIBUTIVOS NO PROCESSO DE MELHORIA DOS RESULTADOS NAS AVALIAÇÕES DO SAERJ: o caso de uma escola no noroeste fluminense – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

FATORES CONTRIBUTIVOS NO PROCESSO DE MELHORIA DOS RESULTADOS NAS AVALIAÇÕES DO SAERJ: o caso de uma escola no noroeste fluminense – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Gestão e Avaliação da Educação Pública (PPGP) do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (CAEd/UFJF). O caso de gestão tem como problema central identificar os fatores que estão contribuindo para a melhoria dos indicadores, refletida nos resultados positivos nos exames do Sistema de Avaliação da Educação do Estado do Rio de Janeiro (SAERJ), em uma unidade escolar do noroeste do Estado do Rio de Janeiro. As hipóteses adotadas se desdobram sobre a influência das ações gestoras implementadas, favorecedoras da aprendizagem; o efeito da capacitação, envolvimento e práticas pedagógicas empregadas pelos professores em sala de aula e a articulação entre as práticas adotadas pela escola e as políticas educacionais vigentes. A pesquisa tem como objetivo geral, investigar as práticas pedagógicas adotadas pelos docentes e pelo gestor escolar, que estão contribuindo para os bons resultados nas avaliações do SAERJ. E, como objetivos específicos, descrever as ações implementadas na escola que levam a superação dos entraves e aos bons resultados, analisar os fatores que estão contribuindo para a melhoria no desempenho acadêmico dos alunos e propor o delineamento de uma política educacional à Secretaria de Educação, pautada nas experiências e estratégias exitosas implementadas em uma escola eficaz. A abordagem metodológica é de perspectiva descritivo-qualitativa e utiliza como instrumentos entrevistas semiestruturadas e a análise documental dos projetos e ações pedagógicas, dos resultados das avaliações externas e outros registros e documentos da escola pesquisada. O aporte teórico da investigação realizada está baseada em autores como Lück (2009) e seus estudos sobre Gestão Escolar, Soares e Collares (2006), Soares, Alves e Mari (2002), Bonamino, Bessa e Franco (2004), Franco e Bonamino (2005), e suas pesquisas sobre escolas eficazes e Pontes (2014), abordando as avaliações externas. Esta investigação confirmou a hipótese de que o alcance dos bons resultados, na avaliação externa do SAERJ, são decorrentes das práticas pedagógicas e gestora realizadas na escola, identificando-se achados de forte liderança pedagógica do diretor, capacidade de envolver o grupo no projeto pedagógico além de práticas de valorização e conhecimento dos processos ensino aprendizagem. Identificou-se também práticas de monitoramento dos resultados, o reconhecimento da avaliação como inerente ao planejamento, a apropriação e uso dos resultados das avaliações pelos profissionais da escola, o cumprimento do currículo, o enfoque no processo ensino aprendizagem e a existência de propósitos bem definidos e de uma unidade na prática pedagógica.
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JEORDANE OLIVEIRA DE ANDRADE PRÁTICA DE GESTÃO: A PERCEPÇÃO DOS GESTORES SOBRE O USO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO NO SISTEMA DE ENSINO DO AMAZONAS

JEORDANE OLIVEIRA DE ANDRADE PRÁTICA DE GESTÃO: A PERCEPÇÃO DOS GESTORES SOBRE O USO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO NO SISTEMA DE ENSINO DO AMAZONAS

Os dados coletados foram tabulados em planilhas eletrônicas, obtendo-se os cruzamentos entre as variáveis de interesses, submetidos à análise de conteúdo temático e operacionalizados em três etapas propostas por BARDIN (2011): (i) pré-análise, que consistiu na organização do material a ser analisado mediante leitura e demarcação dos trechos a serem trabalhados; (ii) classificação e categorização do material, nesse caso, buscou-se por sínteses coincidentes e divergentes de ideias; e (iii) interpretação dos resultados, iniciado com a reflexão, a intuição e o estabelecimento de relações para elaboração da síntese interpretativa afim de relacionar temas a objetivos, questões a pressupostos da pesquisa, que são apresentadas na seção seguinte.
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INFLUÊNCIA DO SOMBREAMENTO NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE ANGELIM PEDRA (DINIZIA EXCELSA DUCKE).

INFLUÊNCIA DO SOMBREAMENTO NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE ANGELIM PEDRA (DINIZIA EXCELSA DUCKE).

Foram obtidos os seguintes resultados: a) com relação aos períodos, verificou-se que a altura foi maior quando a s mudas foram retiradas com 9 0 dias; para os demais parâmetros[r]

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Dureza Rockwell da madeira de três espécies amazônicas submetidas a ensaios de apodrecimento acelerado.

Dureza Rockwell da madeira de três espécies amazônicas submetidas a ensaios de apodrecimento acelerado.

Em cada semana de amostragem, foram determinadas as perdas de massa, conforme critérios estabelecidos pela ASTM D2017 (2005). Subsequentemente, procedeu-se à caracterização mecânica das madeiras deterioradas com auxílio de equipamento medidor de dureza Rockwell, dotado de penetrador esférico de 1/4 de polegada. A carga de ensaio foi aplicada, na seção transversal (2,5x2,5cm), em duas etapas distintas, numa primeira, aplicou-se uma pré-carga de 10kgf e, na segunda, aplicou-se a carga fi nal de teste de 60kgf. Realizaram-se, em pontos distintos, três leituras da dureza Rockwell para cada corpo de prova, sendo o resultado obtido diretamente no mostrador analógico.
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A INFLUÊNCIA DO DISCURSO PUBLICITÁRIO UTILIZADO PARA A MODA INFANTIL NO PROCESSO DE ADULTIZAÇÃO PRECOCE DE CRIANÇAS DO SEXO FEMININO

A INFLUÊNCIA DO DISCURSO PUBLICITÁRIO UTILIZADO PARA A MODA INFANTIL NO PROCESSO DE ADULTIZAÇÃO PRECOCE DE CRIANÇAS DO SEXO FEMININO

Os estudos tendo como foco as crianças consumidoras emergiram em meados da década de 1970 nos Estados Unidos, com o objetivo de entender e explorar o conhecimento das mesmas sobre as marcas, os produtos, os preços e a influência no processo de decisão de compra da família (JOHN, 1999). Segundo esse mesmo autor, as organizações apresentam um interesse crescente em relação ao público infantil e isso acontece por três razões principais: a) as crianças possuem dinheiro próprio para gastar, sendo esses recursos advindos de seus pais; b) elas exercem um importante poder de influência na decisão de compra familiar; e, além disso, c) as crianças representam um mercado futuro e de grande potencial, pois tendem a serem fiéis às marcas que elas conheceram na infância, além de serem menos influenciadas pelos aumentos dos preços.
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GERMINAÇÃO E CRESCIMENTO DE MUDAS DE PITANGUEIRA (Eugenia uniflora L.) SOB CONDIÇÕES DE SOMBREAMENTO.

GERMINAÇÃO E CRESCIMENTO DE MUDAS DE PITANGUEIRA (Eugenia uniflora L.) SOB CONDIÇÕES DE SOMBREAMENTO.

A luz que atravessa o dossel da floresta, sofre mudanças consideráveis quanto à sua intensidade, duração e qualidade. Em geral, os diferentes graus de luminosidade causam mudanças morfológicas e fisiológicas na planta, e o grau de adaptação é ditado por características genéticas da planta em interação com o seu meio ambiente (Moraes Neto et al., 2000). Amo (1985), analisando essas mudanças no processo de regeneração e crescimento de mudas, concluiu que as diferenças de luz quanto à sua intensidade possuem, nas condições naturais, efeito mais significativo no crescimento das plantas do que a sua qualidade, principalmente no que se refere ao acúmulo de matéria seca. Diversas variáveis de crescimento têm sido utilizadas para avaliar o comportamento das mudas de espécies florestais em relação à luz, sendo a altura e o diâmetro de caule usados com maior freqüência. O maior diâmetro de caule é uma característica desejável em mudas porque garante maior sustentação da muda. A produção de matéria seca, a área foliar e as relações entre a biomassa das partes aérea e radicular são variáveis também utilizadas na avaliação do crescimento das mudas quanto à luz (Farias et al., 1997).
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Germinação e crescimento inicial de espécies ornamentais de Passiflora sob sombreamento artificial

Germinação e crescimento inicial de espécies ornamentais de Passiflora sob sombreamento artificial

RESUMO. Passiflora morifolia, P. suberosa litoralis e P. palmeri var. sublanceolata são espécies silvestres com potencial ornamental, que ocorrem no Brasil. Foram avaliadas com o objetivo de verificar os efeitos de diferentes níveis de sombreamento na germinação e no crescimento inicial de plântulas. O tratamento com 50% de sombreamento apresentou os maiores valores de percentagem de germinação e de índice de velocidade de emergência para as três espécies. Esse tratamento foi o mais indicado para a formação de plântulas de P. morifolia e P. palmeri var. sublanceolata, pois nessa condição elas apresentaram maior crescimento em altura e incremento de biomassa. Por outro lado, P. suberosa litoralis apresentou maior incremento de biomassa a pleno sol e a 25% de sombreamento, com redução a 75% de sombreamento. O incremento da área foliar e da área foliar específica foi devido às alterações na dimensão e na forma das folhas em resposta ao sombreamento. Essas observações demonstram que o crescimento inicial de plântulas reflete o desenvolvimento e a adaptação de plantas adultas à ambientes heterogêneos. Por fim, plântulas de P. morifolia e P. palmeri var. sublanceolata mostraram-se mais adaptadas às condições de sombra moderada ao passo que plântulas de P. suberosa litoralis podem ser cultivadas à pleno sol. Palavras-chave: Passifloraceae, flor-da-paixão, índice de velocidade de emergência, desenvolvimento, irradiância.
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IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

desenvolvido a partir dos conteúdos, competências e habilidades propostos no Currículo Mínimo. As provas de Língua Portuguesa terão foco em leitura e as de Matemática, na solução de problemas. O Saerjinho será realizado em todas as escolas da rede, nos três turnos, no horário das aulas, sendo o professor que estiver em classe o responsável pela aplicação das provas. As escolas têm autonomia para decidir o melhor horário para a realização das avaliações e fiscais acompanharão todo o processo. As provas ficarão nas escolas para correção e os professores podem usá-las como parte das avaliações em cada bimestre, atribuindo peso específico a elas. Os resultados, que serão disponibilizados online, vão apontar a eficiência e a qualidade do trabalho desenvolvido em cada unidade escolar e serão aproveitados nas diversas instâncias do sistema de ensino. Com este retrato será possível fortalecer as práticas pedagógicas e realizar intervenções tanto de reforço na aprendizagem como de capacitação dos docentes. O Saerjinho é mais uma ação do Programa de Educação do Estado, que pretende melhorar a educação da rede e colocar o Rio de Janeiro em uma das cinco primeiras posições no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) até 2014. (RIO DE JANEIRO, 2011b) 2 .
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Crescimento inicial de mudas de Bombacopsis glabra (Pasq.) A. Robyns sob condição de sombreamento.

Crescimento inicial de mudas de Bombacopsis glabra (Pasq.) A. Robyns sob condição de sombreamento.

Freqüentemente as análises do crescimento de mudas são utilizadas para predizer o grau de tolerância das diferentes espécies ao sombreamento. Acredita-se que as espécies tolerantes apresentam um crescimento mais lento em relação às não-tolerantes, devido às suas taxas metabólicas mais baixas (Grime, 1965, 1977). O rápido crescimento em altura quando sombreadas é um meca- nismo de adaptação das plantas competitivas (Grime, 1977) ou nômades (Tinoco & Vasques-Yanes, 1985), como forma de escape ao déficit de luz, já que estas não são capazes de tolerar baixas intensidades luminosas através do reajuste de suas taxas metabólicas.
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MANUAL DE ACOLHIMENTO NO ACESSO AO SISTEMA DE SAÚDE DE CIDADÃOS ESTRANGEIROS – Normas de Orientação Clínica

MANUAL DE ACOLHIMENTO NO ACESSO AO SISTEMA DE SAÚDE DE CIDADÃOS ESTRANGEIROS – Normas de Orientação Clínica

Por sua vez, a Lei n.º 37/2006, de 9/8, que transpôs para a ordem jurídica nacional a Diretiva 2004/38/CE, de 29/4/2004, relativa ao direito de livre circulação e residência dos cidadãos da União e dos membros das suas famílias no território dos Estados- Membros, estabelece que os cidadãos da União Europeia têm o direito de residir no território nacional por período até três meses sem outras condições e formalidades além da titularidade de bilhete de identidade ou passaporte.

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CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-Graduação em Administração Mestrado Cláudia Caixeta Gomes

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-Graduação em Administração Mestrado Cláudia Caixeta Gomes

A política e estrutura legal do município de Patos de Minas em relação a PNRS está frágil, visto que não contempla um PMGRS. Percebeu-se entre os sujeitos da pesquisa pouco conhecimento a respeito da Lei e foco nas dificuldades de sua aplicação. Apesar de todos concordarem com a responsabilidade compartilhada, pouco se faz quanto ao envolvimento da comunidade no assunto. Para a gestão municipal e para a população, o aterro sanitário era o salvador do problema de RS, ou seja, coletar e destinar no aterro estava adequado com a legislação, desconsiderando a importância do tratamento e reciclagem como ações que contribuem com meio ambiente, além de geração de renda. Contudo, revelou-se que o aterro está limitado, não se trata de apenas renovar sua licença, mas de adequações severas que, há três anos ainda não se concretizaram.
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