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Influência do estilo de vida ativo na composição corporal de mulheres idosas

Influência do estilo de vida ativo na composição corporal de mulheres idosas

O avanço da idade acarreta em diversas alterações morfológicas, principalmente relacionadas a composição corporal do indivíduo. Em geral, há um declínio da massa magra e um aumento da massa gorda, o qual é evidenciado principalmente após os 40 anos de idade, sendo assim mais pronunciado em idosos. Sabe-se que diminuição de massa magra é a principal responsável pela deterioração da mobilidade e da capacidade funcional, deixando assim o indivíduo mais frágil e dependente. Por sua vez o aumento da adiposidade corporal aumenta o risco de idosos desenvolverem diversas condições desfavoráveis de saúde. Portanto, torna-se necessário identificar fatores que atenuem essas alterações negativas do envelhecimento. Um dos fatores que pode prevenir as alterações deletérias na composição corporal é a manutenção de um estilo de vida ativo. Estudos demonstram que idosos ativos apresentam maior índice de massa magra, e menor percentual de massa gorda que indivíduos da mesma idade inativos. Sendo assim este trabalho teve como o intuito comparar a composição corporal de idosas ativas e inativas. Neste estudo foram avaliadas 44 mulheres idosas, com idade média de 66,0±4,5 anos, massa e estatura corporal média de 65,0kg±12,9 kg, e 1,57m±0,05m respectivamente e IMC 25,7 kg/m²±5,6 kg/m. A análise da composição corporal foi realizada por meio do DXA. Observou-se que as mulheres ativas apresentaram maior quantidade de massa magra em todos os componentes avaliados (massa magra de braço esquerdo=1866,9g, massa magra de braço direito=2066,9g, massa magra de tronco=22380,8g, massa magra de perna esquerda=5979,2g, massa magra de perna direita=6083,7g, massa magra subtotal=38762,0g), e menor percentual de massa gorda, em especial nos membros inferiores (%gordura subtotal de perna esquerda=42,2, %gordura subtotal de perna direita=42,5), quando comparadas às idosas inativas (massa magra de braço esquerdo=1506,8g, massa magra de braço direito=1665,5g, massa magra de tronco=19961,3g, massa magra de perna esquerda=5112,8g, massa magra de perna direita=5108,4g, massa magra subtotal=33541,3g, %gordura subtotal de perna esquerda=47,0, %gordura subtotal de perna direita=47,4). Estes dados indicam que idosas fisicamente ativas possuem uma composição corporal mais saudável. O maior índice de massa magra encontrado pode proporcionar um aumento da funcionalidade e a diminuição dos riscos de inabilidade física, colaborando com uma melhor qualidade de vida na terceira idade.
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Influência da caminhada na cognição e composição corporal de mulheres idosas

Influência da caminhada na cognição e composição corporal de mulheres idosas

cutivas. Diante disso, a caminhada pode ser conside- rada fator de proteção contra os efeitos deletérios do envelhecimento, sobretudo à função cognitiva. Como aplicações práticas, foi apresentada uma proposta fac- tível de ocupação do espaço público em benefício da população idosa, além da validação de práticas bastan- te disseminadas nas comunidades brasileiras, como a caminhada e o alongamento. Existem estratégias que podem auxiliar no maior engajamento dos praticantes, como a realização de atividades físicas em ambientes abertos e o incentivo à formação de círculos de amiza- de, que aumentam a motivação de cada pessoa. Eviden- cia-se, portanto, que a adoção de um estilo de vida mais saudável, com ações simples e efetivas, pode ajudar a manter a integridade física e psicológica no processo de envelhecimento.
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Imagem corporal e qualidade de vida em mulheres de meia idade e idosas: um estudo transversal

Imagem corporal e qualidade de vida em mulheres de meia idade e idosas: um estudo transversal

O estudo foi desenvolvido nos municípios de Parnamirim/RN e Santa Cruz/RN, duas cidades localizados no Nordeste do Brasil, uma na região metropolitana de Natal, capital do Estado do Rio Grande do Norte, e outra no agreste potiguar, respectivamente. Os dados do presente estudo foram coletados no Núcleo Integrado de Ensino, Pesquisa, Extensão e Ação Comunitária da Universidade Potiguar (NIPEC/UNP), com participantes de meia-idade do Projeto Menopausa Saudável 35 . Outro grupo de participantes são usuárias de meia-idade e idosas, do ambulatório da Faculdade de Ciências da Saúde do Trairí (UFRN), localizado na cidade de Santa Cruz (RN). Estes dois locais fazem parte de um estudo observacional, longitudinal em andamento, denominado estudo de base, que tem como objetivo analisar a influência dos estágios menopausais na força muscular, funcionalidade e composição corporal em mulheres de meia-idade e idosas 37 .
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Melhora na composição corporal de mulheres idosas pacientes em reabilitação cardíaca

Melhora na composição corporal de mulheres idosas pacientes em reabilitação cardíaca

cooperando para mudanças dos hábitos no estilo vida, de forma que, com o avanço da idade a tendência é tornar-se cada vez mais sedentário, de modo que o simples ato de trocar um canal de televisão, aumentar ou diminuir a temperatura do ar condicionado, é executado através de controles remotos, subir escadas está cada vez mais difícil, devido aos elevadores, escadas e rampas rolantes que são cada vez mais presentes na nossa sociedade. A conseqüência desta situação, que a princípio dá uma conotação de avanço tecnológico associado a modernidade, reflete em algo bem mais sério, que é o aumento do tempo ocioso e sedentarismo, a população acaba, mesmo sem saber, ficando cada vez menos ativa, devido a esta “melhora do estilo de vida” (Mafra Junior, 1998).
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INFLUÊNCIA DA ADIPOSIDADE CORPORAL SOBRE A APTIDÃO CARDIORRESPIRATÓRIA EM MULHERES IDOSAS

INFLUÊNCIA DA ADIPOSIDADE CORPORAL SOBRE A APTIDÃO CARDIORRESPIRATÓRIA EM MULHERES IDOSAS

Em um estudo, onde se utilizou mulheres idosas em sua observação, foi constatado que, o estado nutricional influenciou negativamente na aptidão física 3 . Tal achado sucinta a idéia de que, apesar de influenciar negativamente no desempenho motor, o alto valor de IMC e RCQ, indicado na presente amostra, parecem não ser agravantes determinantes na aptidão física, onde fatores externos como os hábitos cotidianos e o estilo de vida, podem compensar a perda do rendimento em relação à gordura corporal.
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Influência de 12 semanas de caminhada sobre a composição corporal de idosas

Influência de 12 semanas de caminhada sobre a composição corporal de idosas

O envelhecimento populacional deve- se ao avanço de várias áreas da ciência, áreas estas que contribuíram para o controle e tratamento de muitas doenças que, até a década de 50, eram responsáveis pela mortalidade de grande parte dos idosos (Matsudo, 2001). O prolongamento de vida média da população no Brasil tornou-se possível devido principalmente ao controle de doenças infectocontagiosas, mudanças no comportamento em relação à saúde e ao estilo de vida; e, ainda, devido a melhores condições

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Influência da composição corporal na aptidão física funcional de mulheres pós-menopáusicas

Influência da composição corporal na aptidão física funcional de mulheres pós-menopáusicas

Os estudos que analisam a relação da aptidão física funcional com a composição corporal são ainda limitados na literatura (Mazo, Külkamp, Lyra, & Prado, 2006; Rech, Cruz, Araújo, Kalinowski, & Dellagrana, 2010). O entendimento de como a composição corporal pode afetar a capacidade da mulher em desenvolver as suas atividades do dia a dia de forma autônoma revela-se muito importante no desenvolvimento e monitorização de programas de exercício nesta etapa do climatério e no reforço da adesão de um estilo de vida saudável, ajudando a mulher a tornar-se um agente ativo na promoção do seu bem-estar. Neste contexto, o objetivo deste estudo foi analisar a influência de algumas componentes da massa corporal na variação do desempenho de alguns testes de aptidão física funcional em mulheres com amenorreia permanente e sem menopausa precoce.
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Relação entre composição corporal e densidade mineral óssea em idosas

Relação entre composição corporal e densidade mineral óssea em idosas

existem mudanças principalmente na estatura, no peso e na composição corporal. Apesar do alto componente genético no peso e na estatura dos indivíduos, fatores como a dieta, a atividade física, estado psico-social e doenças, dentre outros, estão envolvidos nas alterações destes dois componentes durante o envelhecimento. Com o passar dos anos, devido à compressão vertebral há uma diminuição da estatura, um estreitamento dos discos e uma alteração na coluna cervical, a cifose, que tem maior prevalência nas mulheres devido à osteoporose pós-menopáusica. O incremento do peso corporal geralmente começa em torno dos 45 a 50 anos e se estabiliza aos 70 anos, quando começa a declinar até os 80 anos. Esta perda de peso é multifatorial, envolvendo mudanças nos neurotransmissores e nos fatores hormonais que controlam a fome e a saciedade, a dependência funcional nas atividades da vida diária relacionadas com a nutrição, o uso excessivo de medicamentos, a depressão e o isolamento, o estresse financeiro, as alterações na dentição, o alcoolismo, o sedentarismo extremo, a atrofia muscular e o catabolismo associado a doenças agudas e a certas doenças crônicas (MATSUDO, MATSUDO, BARROS NETO, 2000).
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Avaliação do teste de elevação do calcanhar e composição corporal em mulheres idosas com doença arterial obstrutiva periférica

Avaliação do teste de elevação do calcanhar e composição corporal em mulheres idosas com doença arterial obstrutiva periférica

Quando o teste de elevação do calcanhar (HRT) foi avaliado, não foi observada diferença estatística entre grupos (tabela 4). Os mesmos apresentaram média de número de repetição próximo ao valor considerado como normal para população geral que é de 25 repetições (LUNSFORD; PERRY, 1995). O HRT, no presente estudo, não foi suficientemente capaz de predizer a presença de DAOP nas mulheres voluntárias, não sendo possível determinar um ponto de corte do número de repetições a ser adotado para indicar ou sugerir a presença de DAOP. Monteiro et al.(2014) verificou que o número de repetições no HRT foi sensível para diferenciar indivíduos com DAOP que apresentavam capacidades funcionais distintas. Entretanto, seu estudo não apresentou grupo controle, o número amostral foi inferior ao deste trabalho (25 indivíduos) e não houve controle do gênero. Portanto, não se pode afirmar que o HRT pode ser utilizado para identificação da DAOP.
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A composição corporal, o vo2máx. e o estilo de jovens do Ensino Superior

A composição corporal, o vo2máx. e o estilo de jovens do Ensino Superior

Os hábitos alimentares e de consu- mo de tabaco, não se apresentaram correlacionados significativamente com o índice de massa corporal, a percentagem de massa gorda e o nível de VO2máx. dos sujeitos que faziam parte da nossa amostra. De referir ainda, que os valores mé- dios apresentados relativamente aos nutrientes consumidos indica- vam que estávamos perante uma alimentação adequada, embora 36,1% dos elementos apresentas- sem indicadores de consumirem carboidratos em excesso e 50,3%

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Os efeitos do treinamento concorrente na composição corporal e na qualidade de vida de mulheres com excesso de peso

Os efeitos do treinamento concorrente na composição corporal e na qualidade de vida de mulheres com excesso de peso

Resumo: Introdução: O excesso de peso corporal é uma condição patológica que acomete a população mundial e, por vezes, está descrita na literatura como sobrepeso e obesidade, e estudos mostram seu crescimento da década de 80 a atualidade. Objetivo: Avaliar os efeitos do treinamento concorrente na composição corporal e na qualidade de vida de mulheres com excesso de peso. Material e Métodos: O estudo foi do tipo ensaio clínico, com aplicação de exercício concorrente. Foram avaliadas 20 mulheres com idade entre 18 a 60 anos e com índice de massa corporal (IMC) ≥25 kg/m 2 , foram obtidas a medida a circunferência da cintura (CC) para avaliar a concentração de gordura na região abdominal, composição corporal das mulheres foi estimada por meio da bioimpedância elétrica (BIA) em aparelho modelo Quantum II. O protocolo de exercício se desenvolveu no período de 12 semanas, 3 vezes por semana, e consistiu em treino aeróbio e treino resistido em uma mesma sessão de treinamento. Resultados: Após 12 semana de participação no programa de exercícios concorrente, as mulheres perderam em média 2,8 kg de GC (p=0,000) e 2,5 cm de CC (p=0,026) e aumentaram em 2,5 kg (p=0,002) a MLG. Não houveram mudanças significativas nos escores de Qualidade de Vida (QV). Conclusão: O tipo de exercício proposto foi eficaz em reduzir a gordura corporal total (GC) e a circunferência da cintura (CC) e em aumentar a massa livre de gordura (MLG), contudo não influenciou na qualidade de vida das mulheres participantes. Os resultados encontrados reforçam os benefícios deste tipo de treinamento e apontam a necessidade de mais estudos analisando outras ou mais variáveis com diferentes grupos etários, sexo e condições patológicas, além de diferentes períodos de intervenção e intensidade dos exercícios.
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Variação sazonal da composição corporal, estilo de vida, pressão arterial e frequência cardíaca de motoristas de ônibus

Variação sazonal da composição corporal, estilo de vida, pressão arterial e frequência cardíaca de motoristas de ônibus

A obesidade tem grande influencia sobre alterações na pressão arterial e desenvolvimento da pressão. Como apontado neste estudo, à me- dida que os níveis morfológicos dos motoristas se elevam, também há aumento na PA e uma diminuição da prática de atividade física (tabela iii). As relações desta pesquisa são comprovadas no estudo de Santos Junior et al. [17]. Os auto- res entrevistaram 15 motoristas de transporte de ônibus interestadual da cidade de São Luís de Montes Belos – GO. Observou-se que os mo- toristas, após ingressarem na profissão, tiveram uma mudança no seu estilo de vida com algumas alterações preocupantes como, uma diminuição na atividade física, permanência por longos perí- odos sentados devido às exigências do trabalho, má alimentação, aumento no consumo de co- midas de alto teor calórico, aumento de peso e, consequentemente, estes fatores levam a maior probabilidade de apresentarem problemas como estresse, doenças cardiovasculares, hipertensão, aumento no consumo de cigarros, entre outros.
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A CONTRIBUIÇÃO DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR PARA UM ESTILO DE VIDA ATIVO

A CONTRIBUIÇÃO DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR PARA UM ESTILO DE VIDA ATIVO

O motivo que leva quatro alunos a participarem de AF fora da escola foi para melhorar a estética (6; 7; 8; 9). Este fato corrobora com Zanatta e Fonseca (2008) quando dizem que a aparência corporal tem recebido grande destaque e valorização na sociedade, influenciando as pessoas a praticar AF. Sete alunos (1;3; 16; 17; 18; 19; 20) declararam ter sido o gosto pelo futebol, um aluno (4), o gosto pela dança, outro (12) o gosto pela corrida, e ainda outro (10) declarou que foi para estar com os amigos. Miranda e Batista (1999) afirmam que o prazer é fundamental para a aderência à AF.
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Os professores de educação física e a promoção de um estilo de vida ativo

Os professores de educação física e a promoção de um estilo de vida ativo

Os estudos caracterizam o bom ensino em Educação Física sempre com o foco na aula e no seu tempo potencial de aprendizagem (Academic Learning Time) e nos níveis de organização (Management). Uma aula com altos níveis de tempo potencial de aprendizagem e baixos níveis de tempo de organização são consideradas como boas aulas. Ora, os defensores de uma visão biomédica da Educação Física, referem que a literatura não considera a matéria que é lecionada e se ela é efetivamente necessária. Primeiramente devem ser tidos em conta os objetivos dos alunos relacionados com a saúde, o que por sua vez aumenta o seu envolvimento na atividade física, no desenvolvimento da condição física e no desenvolvimento de habilidades motoras (Christenson, Reschly, e Wylie, 2012). Deste modo, importa ter em atenção o que se passa essencialmente em contexto de sala de aula, uma vez que são os professores os principais responsáveis pelo que sucede no interior da mesma. Todavia, apesar do currículo fornecer uma estrutura teórica, assim como as respetivas orientações relativamente aos conteúdos de ensino, os professores possuem uma grande liberdade no momento das suas planificações (Carreiro da Costa, 2005). Apesar das forças externas, designadamente, os movimentos sociais, as decisões legislativas e as políticas governamentais poderem influenciar o processo de inovação curricular, o mesmo apenas se poderá considerar completo quando os professores decidirem seguir essas mesmas orientações. Assim, os valores e o significado pessoal que os professores possuem acerca da disciplina, constituem-se como uma forte influência na forma como estes interpretam os programas de Educação Física, tomam as suas decisões curriculares, bem como selecionam os parâmetros e os critérios de avaliação (Carreiro da Costa, 2005; Marques et al., 2012).
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Influência do treinamento aeróbio sobre a composição corporal de mulheres obesas ou com sobrepeso

Influência do treinamento aeróbio sobre a composição corporal de mulheres obesas ou com sobrepeso

Pesquisa desenvolvida com jovens adultos obesos que realizaram diferentes intensidades (leve, moderada e alta) de exercício físico em 12 semanas, comparadas com o início da pesquisa, mostrou reduções no peso corporal, IMC, CC, %G e massa gorda (kg) em todas as intensidades. No entanto, o % de massa livre de gordura não foi significante nos grupos de moderada e leve intensidades e a CQ não foi significante no grupo de intensidade leve. A CQ apenas foi significante nos grupos de alta e moderada intensidades [5]. Outro estudo avaliou a composição corporal de mulheres obesas ou com sobrepeso através de exercício aeróbio contínuo e intermitente e dieta em 12 semanas e observou diminuição do peso corporal e IMC nos dois grupos, com maior redução para o grupo intermitente. A CC e o %G não foram significantes nos dois grupos, embora tenha ocorrido maior redução no grupo intermitente [23]. Por outro lado, uma revisão sistemática com meta análise demonstrou que houve diferença significante apenas na CC para o grupo de treinamento contínuo em relação ao intervalado de alta intensidade; as variáveis massa corporal total, IMC e %G diminuíram em ambos os grupos, mas sem significância estatística [24].
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ESTEATOSE HEPÁTICA E ESTILO DE VIDA ATIVO: REVISÃO DE LITERATURA

ESTEATOSE HEPÁTICA E ESTILO DE VIDA ATIVO: REVISÃO DE LITERATURA

hepatócios 12 . A combinação de dois agentes protetores no controle do ganho do peso são a prática regular de exercício fisico e controle calórico pelo balanço energético associado. O estudo randomizado de Promrat et al 40 , demonstrou que 48 semanas de intervenção no hábito nutricional, associado à prática de exercício fisico em indivíduos obesos com esteatose hepática não alcoólica, foram importantes na melhora da função hepática. Como houve ingestão controlada pelo peso corporal inicial (1000-1200 kcal / dia se a massa corporal fosse inferior a 90 kg), a dieta foi padronizada com 25% de gordura, seguindo as recomendações dietéticas da American Heart Association, American Diabetic Association e American College of Sports Medicine 39 . Durante as primeiras oito semanas do programa, os participantes ingeriram qualquer tipo de refeição, desde que na meta de calorias/dia. Posteriormente faziam dietas auto selecionadas a partir das bases da alimentação saudável, usando como critérios a Pirâmide Alimentar, sendo incentivados ao consumo de fibras e redução das gorduras saturadas e colesterol. A intervenção supervisionada do programa de atividade física era realizada pela caminhada em intensidade moderada. Os participantes receberam pedômetros e foram estimulados a aumentar gradualmente a sua caminhada até atingir 10.000 passos por dia. Outras atividades, como ciclismo, dança aeróbia e trabalho de força muscular também foram realizados. Os participantes foram instruídos a progressão gradual até atingirem 200 minutos semanais de atividade física moderada no final dos primeiros 6 meses. Após as 48 semanas os indivíduos reduziram 9,3% do seu peso, enquanto que o grupo controle apresentou descréscimo de 0,2% (p= 0,003). A EH não alcoólica melhorou significativamente no grupo de intervenção em comparação ao grupo controle, sugerindo que a redução de peso através de mudança no estilo de vida, melhorou a histologia hepática 40 .
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Culto ao corpo e estilo de vida entre as mulheres

Culto ao corpo e estilo de vida entre as mulheres

Ao pensar sobre a construção da imagem corporal nestes espaços, é importante abordar o fenômeno do consumo. Em se tratando de imagem corporal, o objetivo almejado comumente perpassa os ideais de juventude, beleza e controle do peso que, mesmo não situando os corpos em uma condição de passividade, os transformam em produtos de consumo. A dimensão do consumo, vale frisar, não se restringe ao campo dos cosméticos e das academias, apresenta-se também, e cada vez mais intensamente, no campo da saúde. A preocupação com a ―saúde interior‖ e com a aparência física revela-se como uma atitude esperada na sociedade contemporânea. Para as mulheres as exigências com o cuidado corporal são ainda mais latentes, o que contribui para que sejam o principal alvo do consumismo atual (LIPOVETSKY, 1983). A permanência de cabelos brancos, rugas, gordura localizada, entre outras características corporais, geralmente influenciam negativamente a impressão que se faz de uma mulher. As ciências biomédicas fazem, a cada dia, surgir novas possibilidades de intervenção e modos de manutenção dos corpos, que passam a ter valor de objeto, conforme observado por Le Breton (2006).
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Estilo de vida e suas relações com osteoporose e perda do equilíbrio corporal

Estilo de vida e suas relações com osteoporose e perda do equilíbrio corporal

10. Both J, Borgatto AF, Nascimento JV, Sonoo CN, Lemos CAF, Nahas MV. Validação da escala “perfil do estilo de vida individual”. Rev Bras Ativ Fís Saúde. 2008; 13(1):5-14. 11. Lane JM. Diagnosis and management of orthopaedic problems commonly found in women: osteoporosis. In: LXV Annual Meeting; 1998; New Orleans: American Academy of Orthopaedic Surgeons; 1998. 12. Bland JM, Altman DG. Statistical methods for assessing agreement between two

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A influência do estilo de vida na formação do adolescente

A influência do estilo de vida na formação do adolescente

Este trabalho teve como temática mostrar a influência do estilo de vida na formação de adolescentes, onde se buscou perceber, se este estilo interfere na sua qualidade de vida e na saúde do adolescente. Para tal, procurou-se buscar informações referentes ao tema em bibliografias específicas, as quais mostraram algumas características deste grupo de pessoas. Para, clarificar, esclarecer melhor e compreender este processo, procurou-se fazer uma pesquisa descritiva que foi realizada através de um questionário onde em um universo de 1046, alunos do Colégio Estadual Semiramis de Barros Braga, foram entrevistados 52 alunos com faixa etária variando de 12 a 17 anos (8º e 9º anos), os quais responderam 20 questões, que resultou em uma análise que demonstrou a predominância de alunos brancos (77%) com um comportamento esperado para um adolescente saudável, que estes percebem a importância de uma vida saudável, mas que o cotidiano com amigos e familiares, não torna regra o seu acompanhamento. Na avaliação do IMC, não existe um grupo de risco de obesidade, há um grupo com peso inferior ao recomendado (40%). Percebeu-se no decorrer desta pesquisa que a questão sobre como levar uma vida saudável e consumir uma alimentação saudável, faz parte de um grupo de pessoas e pesquisadores que tentam mostrar como estes procedimentos podem prolongar a vida com mais qualidade. É comum pensar que alunos não vejam desta maneira e que nem tenham consciência de como os grupos andam se esforçando para mudar o tipo de alimentação, tornando-as mais saudáveis. Apesar deste pensamento percebeu-se que na instituição em estudo, a maioria dos alunos entrevistados tinha a noção do que é alimentação saudável, bem como o que é uma vida saudável, mas as circunstâncias do seu dia a dia, acabam por não aplicar aquilo que sabem, sejam por questões familiares ou outra razão.
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ESTILO DE VIDA ATIVO OU SEDENTÁRIO: IMPACTO SOBRE A CAPACIDADE FUNCIONAL

ESTILO DE VIDA ATIVO OU SEDENTÁRIO: IMPACTO SOBRE A CAPACIDADE FUNCIONAL

As organizações sociais tanto influenciam quanto sofrem a influência dos con- textos históricos em que estão inseridas, assim como possuem uma lógica própria, que as diferencia umas das outras por meio de normas, códigos e valores que as identificam (Vieira e Silva, 2000). As mudanças no estilo de vida e da própria con- cepção do conceito de velhice decorrem de processos históricos. Tratando-se das modificações no estilo de vida contemporâneo, estas são advindas das transforma- ções de ordem tecnológica e científica, que vêm ocorrendo desde os tempos da Revolução Industrial no século XVIII, a qual, apesar de solucionar alguns problemas, instituiu ainda mais o estereótipo de velhice como sinônimo de imobilidade, portan- to, “[...] as pontas improdutivas da sociedade são reprimidas e o velho passa a sofrer da mais desumana forma de repressão: a indiferença [...]” (Costa, 2000, p. 7).
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