Top PDF Influência de microgéis de hidroxipropilguar nas propriedades reológicas e de filtração de fluidos de perfuração aquosos

Influência de microgéis de hidroxipropilguar nas propriedades reológicas e de filtração de fluidos de perfuração aquosos

Influência de microgéis de hidroxipropilguar nas propriedades reológicas e de filtração de fluidos de perfuração aquosos

Os fluidos de perfuração aquosos são os sistemas mais utilizados no mundo para a perfuração de poços petrolíferos, tendo sido, nas últimas décadas, desenvolvidas excelentes formulações para perfuração de seções iniciais com baixa temperatura e baixa pressão. No entanto, as reservas de petróleo nessas condições estão cada vez mais escassas, surgindo a necessidade operacional de atuação em condições mais severas, ou seja, vem sendo relatada na literatura a necessidade de sistemas aquosos para atuação em altas temperaturas e altas pressões (ATAP). As altas temperaturas dos poços de petróleo favorecem a degradação química dos polímeros (aditivo comumente presente nas formulações relatadas, atualmente, na literatura e aplicados em situações operacionais), podendo promover a redução da massa molar e perdas de viscosidade do sistema. Os microgéis podem ser aplicados em vários seguimentos da indústria, com destaque na área do petróleo, situação que são aplicados na estimulação de poços e na recuperação avançada de petróleo (EOR). Neste trabalho, a aplicabilidade de microgéis de hidroxipropilguar (HPG), obtidos por reticulação do HPG com íons borato, foi avaliada quanto à resistência térmica em fluidos de perfuração aquosos. A aplicação de microgéis de HPG no fluido de perfuração base água aumentou a viscosidade aparente e reduziu o volume de filtrado na temperatura à 25°C. Entretanto, com o aumento da temperatura para 50 °C ocorreu redução da viscosidade aparente de 85 mPa.s para 25,45 mPa.s. Esses resultados indicam que o emprego de microgéis em fluidos de perfuração aquosos pode ser uma alternativa promissora, desde que o agente reticulante seja adequadamente selecionado, ou seja, não sofra desativação com o aumento da temperatura e não seja influenciado pela salinidade do meio.
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Efeito da força iônica nas propriedades de fluidos de perfuração aquosos à base de polímeros carboxilados e sulfatados

Efeito da força iônica nas propriedades de fluidos de perfuração aquosos à base de polímeros carboxilados e sulfatados

Nas operações de perfuração de poços são frequentes os problemas provocados pela contaminação do fluido de perfuração. A dissolução de íons provenientes das formações geológicas prejudica as propriedades reológicas e de filtração dos fluidos. Esses íons blindam as cargas dos polímeros iônicos, podendo levar a sua precipitação. Neste trabalho foi realizado um estudo criterioso sobre a estabilidade das propriedades de soluções aquosas e de fluidos de perfuração aquosos na presença de polímeros carboxilados e sulfatados, empregando a carboximetilcelulose e a kappa-carragenana como compostos modelo de polímero carboxilado e sulfatado, respectivamente. Os efeitos da força iônica do meio aquoso contendo íons Na + , Mg 2+ e Ca 2+ sobre as propriedades reológicas das soluções poliméricas e dos fluidos de perfuração foram avaliados variando a concentração dos sais, pH e temperatura. Foi observado que os fluidos com -carragenana sofreram menor influência frente à contaminação pelos íons em pH 9 a 10, mesmo em maiores concentrações, porém maior influência em pH >11. Os fluidos contendo carboximetilcelulose se mostraram mais sensíveis à contaminação, com redução brusca da viscosidade e aumento significativo do volume de filtrado, enquanto que os fluidos à base do polímero sulfatado kappa-carragenana apresentaram evidências de interação com cátions com preservação das propriedades reológicas e maior estabilidade no volume de filtrado.
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Uma nova proposta de fluidos de perfuração aquosos à base de polímeros vinílicos e bentonita para poços de alta temperatura e pressão

Uma nova proposta de fluidos de perfuração aquosos à base de polímeros vinílicos e bentonita para poços de alta temperatura e pressão

O avanço das perfurações em poços mais profundos tem requerido materiais cada vez mais termoestáveis que vão ao encontro às condições de poço. A utilização de fluidos sintéticos, que costumam apresentar uma boa estabilidade química, esbarra nas limitações ambientais, além de gerarem mais descarte e requererem um tratamento oneroso dos cascalhos perfurados, que são por vezes não eficientes e exigem componentes mecânicos que dificultam a operação. A adoção de fluidos aquosos, geralmente, implica na utilização do lignossulfonato de cromo, empregado como dispersante, que confere estabilidade nas propriedades reológicas e controle de filtrado de fluidos submetidos a altas temperaturas e pressões. Porém, devido ao impacto ambiental associado à utilização de compostos cromados, o setor de perfuração necessita de alternativas que mantenham íntegras as propriedades e garantam sucesso da operação tendo em vista a forte influência da temperatura na viscosidade de fluidos aquosos e no desempenho dos polímeros empregados neste tipo de fluido, os quais são frequentemente de origem natural, passivos de hidrólise e degradação biológica. Diante disso, os polímeros vinílicos foram selecionados para esse estudo, por possuírem cadeia predominantemente carbônica e, em particular, a polivinilpirrolidona (PVP) por resistir a maiores temperaturas e a poliacrilamidas parcialmente hidrolisada (HPAM) e argila por aumentarem a viscosidade do sistema. Além disso, a ausência de ligações acetal diminui a sensibilidade a ataques por bactérias. Com o objetivo de desenvolver um sistema fluido de perfuração aquoso para aplicações ATAP (Alta Temperatura, Alta Pressão) utilizando PVP, HPAM e argila, como principais constituintes, formulações de fluidos foram preparadas e determinadas suas propriedades reológicas através do viscosímetro rotativo da Fann, e do volume de filtrado obtido através de filtração ATAP, seguindo a norma API 13B-2. Observou-se que o novo sistema de fluido em que o PVP de alta massa molar foi utilizado apresentou maiores valores de viscosidade, géis e limite de escoamento, por efeito da floculação argilosa. Por sua vez, o PVP de baixa massa molar contribuiu para a formação de sistemas dispersos com menores valores nas propriedades reológicas e de filtrado. Ambos os sistemas apresentaram ganho de estabilidade térmica até por volta de 120 ºC, mantendo os parâmetros reológicos estáveis. Os resultados foram ainda corroborados através de ensaios de inchamento linear de argila.
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Desenvolvimento de fluidos aquosos com bentonita para perfuração de poços de petróleo onshore.

Desenvolvimento de fluidos aquosos com bentonita para perfuração de poços de petróleo onshore.

Devido aos grandes desafios encontrados na perfuração de poços, há a necessidade de se desenvolver fluidos com propriedades adequadas e capazes de atender todas as exigências da perfuração, como elevada capacidade de carreamento de sólidos e alta lubricidade, como também fluidos ambientalmente corretos. O grau de impacto dos fluidos de perfuração no meio ambiente depende especialmente do tipo de fluido utilizado, se de base aquosa, oleosa, sintética ou mesmo de base ar. Portanto, é de fundamental importância o desenvolvimento de fluidos com características específicas em cada etapa da perfuração. Sendo assim, este trabalho objetivou o desenvolvimento de fluidos aquosos, com baixo teor de sólidos e propriedades reológicas, de filtração e lubricidade adequadas à perfuração de poços de petróleo onshore. Os fluidos foram formulados utilizando em sua composição bentonita sódica industrializada, aditivos poliméricos e lubrificantes, em diferentes concentrações. O estudo reológico, de filtração e lubricidade mostrou que os fluidos apresentam comportamento pseudoplástico e que os aditivos selecionados desempenham com êxito suas funções de modificadores reológicos, redutores de filtrado e agente lubrificante. Além disto, ficou evidenciada a necessidade de aditivos lubrificantes em fluidos aquosos contendo argila bentonítica e polímeros. A adição de 1% de lubrificante no fluido é suficiente para adequar a capacidade lubrificante dos fluidos.
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Open Influência da rota alcoólica no processo de organofilização de argilas bentoniticas para uso em fluidos de perfuração não aquosos

Open Influência da rota alcoólica no processo de organofilização de argilas bentoniticas para uso em fluidos de perfuração não aquosos

Em relação a afinidade química dos tensoativos TA50 e Praepagem WB com o meio dispersante óleo diesel feitas por inchamento de Foster, pode-se relatar que o tensoativo não iônico apresentou pouca afinidade química com o óleo diesel, devido a presença do grupo hidroxila presente na molécula do tensoativo que não tem interação com o grupo hidrocarboneto presente nas moléculas do óleo diesel. Já o tensoativo iônico apresentou uma afinidade química com o meio dispersante. Essa baixa afinidade química também foi identificada no momento dos ensaios reológicos, ou seja, com a pouca afinidade química constatada nos ensaios de inchamento de Foster, os fluidos preparados apresentaram baixas viscosidades aparentes. Com isso as propriedades reológicas não foram atingidas para as formulações das amostras de argilas com maiores teores de tensoativos.
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Influência da variação granulométrica de argilas bentoníticas no comportamento reológico e de filtração de fluidos de perfuração base água

Influência da variação granulométrica de argilas bentoníticas no comportamento reológico e de filtração de fluidos de perfuração base água

As características físicas das partículas como distribuição granulométrica, densidade, formato, área superficial específica e rugosidade superficial afetam o comportamento reológico de dispersões. O objetivo deste trabalho é estudar a influência da variação granulométrica de argilas bentoníticas utilizadas como agentes viscosificantes em fluidos de perfuração base água, nas propriedades reológicas e de filtração. Para tanto, foram selecionadas seis argilas bentoníticas provenientes de jazidas do município de Boa Vista, PB, que foram preparadas para caracterização física e mineralógica. Em seguida foram moídas e peneiradas em diferentes peneiras ABNT n° 80, 200 e 325 (180, 75 e 45 µm), sendo determinadas as distribuições granulométricas de suas dispersões por difração laser e posteriormente realizado o tratamento com solução de carbonato de sódio (Na 2 CO 3 )
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Open Influência da rota alcoólica no processo de organofilização de argilas bentoniticas para uso em fluidos de perfuração não aquosos.

Open Influência da rota alcoólica no processo de organofilização de argilas bentoniticas para uso em fluidos de perfuração não aquosos.

Em relação a afinidade química dos tensoativos TA50 e Praepagem WB com o meio dispersante óleo diesel feitas por inchamento de Foster, pode-se relatar que o tensoativo não iônico apresentou pouca afinidade química com o óleo diesel, devido a presença do grupo hidroxila presente na molécula do tensoativo que não tem interação com o grupo hidrocarboneto presente nas moléculas do óleo diesel. Já o tensoativo iônico apresentou uma afinidade química com o meio dispersante. Essa baixa afinidade química também foi identificada no momento dos ensaios reológicos, ou seja, com a pouca afinidade química constatada nos ensaios de inchamento de Foster, os fluidos preparados apresentaram baixas viscosidades aparentes. Com isso as propriedades reológicas não foram atingidas para as formulações das amostras de argilas com maiores teores de tensoativos.
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Fluidos de perfuração aquosos: a contribuição da goma xantana e carboximetilcelulose no controle de filtrado

Fluidos de perfuração aquosos: a contribuição da goma xantana e carboximetilcelulose no controle de filtrado

Lomba et al. (2002) propuseram uma metodologia para avaliar as propriedades de filtração de fluidos de perfuração através de meios porosos não consolidados, objetivando a elaboração do cálculo das taxas de fluxo e profundidade de penetração do filtrado de fluido na formação. Para o estudo do poder de penetração do filtrado do fluido na formação rochosa, foram desenvolvidas formulações com diferentes polímeros, sendo eles a poliacrilamida parcialmente hidrolizada (PHPA) e seus derivados hidrofobicamente modificados (HMPHPA), poli (óxido de etileno) (PEO), polietilenoglicol (PEG), goma xantana, schleroglucana, CMC, hidroxipropilguar (HPG) e seus derivados hidrofobicamente modificadas (HMHAG). Os polímeros foram testados em presença de diferentes formas e granulometrias de calcita, fibras celulosicas e fibras orgânicas. Os autores concluíram que o tamanho e forma das partículas parecem ser os principais fatores que regulam a invasão de fluido, e que todos os polímeros apresentam alguma capacidade de controle do volume de filtração interna, com excessão da CMC, provavelmente, devido à baixa viscosidade atribuída ao filtrado.
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Desenvolvimento de fluidos de perfuração poliméricos a base de microemulsões e avaliação de suas propriedades

Desenvolvimento de fluidos de perfuração poliméricos a base de microemulsões e avaliação de suas propriedades

perfuração petrolífera, pois tais sistemas exercem uma série de funções e são capazes de influenciar profundamente nesse processo, seja aumentando a eficiência da perfuração ou o oposto, quando utilizado de forma inapropriada. Os diferentes tipos de fluidos de perfuração e as suas aplicabilidades fazem com que haja estudos constantes sobre sua formulação. Assim, sistemas microemulsionados (SME’s) têm sido avaliados como uma boa proposta dentre os aditivos utilizados na formulação desses fluidos, tendo em vista que esses sistemas apresentam características de estabilidade e de lubricidade que podem ser transmitidas ao fluido de perfuração. Este trabalho teve por objetivo desenvolver fluidos de perfuração utilizando microemulsões (ME’s) óleo em água, bem como analisar suas propriedades comparativamente às da literatura. Para isso, foram testados inicialmente diversos SME’s a fim de encontrar aquele que apresentasse região de ME óleo em água suficiente para preparação do fluido. O sistema encontrado era composto por água industrial e glicerina na fase aquosa, tensoativo não iônico Alkonat 70 e parafina ou olefina como fase orgânica. A partir desses sistemas, elaborou-se um planejamento experimental para avaliar a influência do percentual de glicerina na fase aquosa, da concentração de NaCl e da fase orgânica utilizada nas propriedades do fluido de perfuração encontrado. Os resultados mostraram que fluidos microemulsionados apresentam-se como uma alternativa para fluidos de perfuração, tendo em vista que suas propriedades reológicas foram consideradas satisfatórias mesmo após o envelhecimento dos fluidos, além de apresentarem baixíssimos volumes de filtrado. Além disso, o fluido ótimo conteve 24,5% de glicerina na fase aquosa da microemulsão e 2,55 g de NaCl e foi avaliado como um fluido com propriedades que atendem à norma Petrobras N- 2604 e possuem propriedades reológicas e de filtração melhores que os fluidos aquosos, bem como propriedades semelhantes ou melhores que os fluidos não-aquosos estudados da literatura.
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Interações entre a carboximetilcelulose, carbonato de cálcio e bentonita: repercussões sobre as propriedades dos fluidos de perfuração aquosos

Interações entre a carboximetilcelulose, carbonato de cálcio e bentonita: repercussões sobre as propriedades dos fluidos de perfuração aquosos

Os fluidos de perfuração devem atravessar formações de diferentes propriedades permoporosas, porém, sem alterar suas propriedades reológicas e sem provocar danos à formação. Em geral, os fluidos empregados apresentam comportamento não-newtoniano com características tixotrópicas, ou seja, apresentam transformações isotérmicas e reversíveis do estado sol (fluidez) para um estado semi-rígido (Gel) (Barnes et al, 1997). Recentes pesquisas têm mostrado uma forte tendência de perfuração de poços de petróleo em lâ minas d’água cada vez mais profundas (Thórhallsson et al, 2014; Abdo et al, 2013; Pivel et al, 2009). Em consequência disso, problemas associados às altas temperaturas e aos diferenciais de pressão são responsáveis por afetar diretamente a estabilidade dos poços de petróleo, especialmente, os relacionados às propriedades reológicas e ao controle de filtração dos fluidos de perfuração. Dessa forma, as características físicas e químicas da formação (permeabilidade, porosidade, mineralogia, temperatura, gradiente de geopressões, dentre outras) são responsáveis por ditar as propriedades do fluido de perfuração a ser utilizado (Ezell et al., 2010). Por essa razão, os fluidos de perfuração vêm sendo reformulados de forma a superar a maioria dos problemas associados às condições severas de temperatura e pressão, não esquecendo, entretanto, a necessidade de obtenção de fluidos de custo relativamente baixo e de pequeno dano ao reservatório.
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Estudo da reologia e espessura do reboco de fluidos de perfuração: influência de dispersantes e umectante aniônicos.

Estudo da reologia e espessura do reboco de fluidos de perfuração: influência de dispersantes e umectante aniônicos.

O desempenho destas funções depende diretamente das propriedades físicas, químicas e reológicas dos fluidos, ou seja, viscosidade, consistência de gel, controle de filtrado e reboco. O filtrado e o reboco se não controlados adequadamente poderão causar diversos problemas, como: invasões excessivas de filtrado nas formações geológicas; desmoronamento de formações hidratáveis; avaliações equivocadas da formação que está sendo perfurada; redução do diâmetro do poço e aprisionamento da coluna de perfuração, que contribui fortemente para o processo de prisão diferencial. Grande parte desses problemas é causada principalmente pela espessura elevada do reboco; os únicos problemas causados pelo excesso de perda de fluido são os erros de avaliação da formação e os danos sofridos pela formação. E acrescenta que, o controle do reboco é a solução para os problemas gerados pelas características inadequadas de filtração �4�.
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Influência de complexos polieletrolíticos de quitosana-goma xantana com nanosílica nas propriedades tecnológicas de fluidos de perfuração aquosos

Influência de complexos polieletrolíticos de quitosana-goma xantana com nanosílica nas propriedades tecnológicas de fluidos de perfuração aquosos

39 Em condições normais de perfuração, o processo de filtração de fluidos é composto de duas etapas. A primeira, denominada de fase inicial, subdivide-se em dois estágios, em que o primeiro estágio (Surge Loss), corresponde ao início da filtração, e é caracterizada por uma invasão rápida do fluido de perfuração ao meio poroso, ou seja, a parte sólida começa a penetrar na rocha e formar um reboco interno, no entanto, sem ocorrer deposição de sólidos sobre a superfície porosa. No segundo estágio (Transition Loss), o reboco externo é formado, ou seja, nessa etapa é iniciada a deposição de partículas sólidas sobre a superfície porosa e termina à medida que o reboco externo se torna uniforme, ou quando a permeabilidade do mesmo fica muito pequena. Nesse ponto, dependendo das condições hidrodinâmicas, a espessura do reboco externo pode aumentar ou estabilizar (GUICHARD, et al. 2007; CAENN; DARLEY; GRAY, 2014). A Figura 20 ilustra a formação do reboco interno e externo durante o processo de filtração em uma rocha permeável.
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Análise da Influência do Teor de Argamassa nas Propriedades Mecânicas e Reológicas do Concreto Autoadensável

Análise da Influência do Teor de Argamassa nas Propriedades Mecânicas e Reológicas do Concreto Autoadensável

O uso de superplastificantes e agentes de viscosidade é o que possibilita a obtenção de concretos com alta fluidez e melhor coesão, evitando a segregação dos componentes da mistura no momento da concretagem [4]. Segundo Gomes [3], a capacidade de preenchimento, capacidade de passagem e estabilidade do CAA são suas principais propriedades no estado fresco e esses requisitos funcionais não são comuns ao concreto convencional, sendo tratados por meio de testes específicos.

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INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA NA REOLOGIA DE FLUIDOS DE PERFURAÇÃO PREPARADOS COM CARBOXIMETILCELULOSE, GOMA XANTANA E BENTONITA

INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA NA REOLOGIA DE FLUIDOS DE PERFURAÇÃO PREPARADOS COM CARBOXIMETILCELULOSE, GOMA XANTANA E BENTONITA

O fluido de perfuração, utilizado na construção de poços de petróleo e comumente conhecidos como “lama de perfuração“, é o único componente que permanece em contato com o reservatório durante toda a operação de estruturação do poço. O sistema fluido é desenvolvido para atuar de forma eficiente em função das características esperadas para cada intervalo de formação. Esse sistema compreende um volume de fluido, que é bombeado da superfície até a broca pelo interior da coluna de perfuração, retornando pelo anular para a superfície onde atravessa os equipamentos retentores de sólidos e passa por tratamentos indispensáveis à sua manutenção, quando necessário (LAKE, 2006).
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SÍNTESE E ESTABILIDADE COLOIDAL DE NANOFLUIDOS (NF) AQUOSOS DE ÓXIDO DE GRAFENO (GO) E PROPRIEDADES REOLÓGICAS DE NF AQUOSOS DE POLIACRILAMIDA-GO JESÚS ANDRÉS NUNCIRA VALENCIA

SÍNTESE E ESTABILIDADE COLOIDAL DE NANOFLUIDOS (NF) AQUOSOS DE ÓXIDO DE GRAFENO (GO) E PROPRIEDADES REOLÓGICAS DE NF AQUOSOS DE POLIACRILAMIDA-GO JESÚS ANDRÉS NUNCIRA VALENCIA

Finalmente, foi estudada a influência da adição de GO em sistemas fluidos aquosos de copolímeros do AM –co–AA, variando parâmetros como a temperatura, concentração de GO e a força iônica do meio contínuo. Foi evidenciado que a adição de pequenas quantidades de GO na solução polimérica, levou a ganhos na viscosidade em determinadas condições, principalmente em sistemas não salinos à 70°C. Foi evidenciado tanto o comportamento Newtoniano como sua transição para não Newtoniano, em diferentes faixas de taxa de cisalhamento. Por outro lado, o comportamento tixotrópico foi predominante em todos os sistemas preparados, quando cisalhados sob um esforço constante ao longo do tempo. Foi observado o grande efeito da temperatura e força iônica na rápida queda da viscosidade dos sistemas preparados. Além disso, a resposta elástica (G’) dos sistemas foi predominante sobre a resposta viscosa (G’’) na faixa de frequência angular proposta, fato que sugere que os NF de copolímero do AM –co–AA contendo GO são potenciais candidatos como agentes de recuperação de petróleo.
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ESTUDO DA SEDIMENTAÇÃO EM SUSPENSÕES DE FLUIDOS COM CARACTERÍSTICAS REOLÓGICAS PSEUDOPLÁSTICAS

ESTUDO DA SEDIMENTAÇÃO EM SUSPENSÕES DE FLUIDOS COM CARACTERÍSTICAS REOLÓGICAS PSEUDOPLÁSTICAS

viscoelástico. d) Resposta para um fluido tixotrópico. e) Resposta para um fluido tixotrópico com presença de efeitos elásticos (adaptado de MEWIS e WAGNER, 2009). ..... 59 Figura 3.6 - Ilustração da unidade de aplicação de radioisótopos. ........................................... 63 Figura 3.7 – Detalhes do sistema fonte-detecção. .................................................................... 63 Figura 3.8 - Válvula fotomultiplicadora com pré-amplificador (2) acoplado ao detector de cintilação NaI(TL) (1). ......................................................................................................... 64 Figura 3.9 – Módulo secundário do sistema de detecção em que pode-se observar da esquerda para direita a fonte de alta tensão, o contador de pulsos, o amplificador e o analisador de canais SCA. ........................................................................................................ 64 Figura 3.10 - Placa de aquisição de dados. ............................................................................... 64 Figura 3.11 - Ilustração da sequência com a qual cada dispositivo do sistema de detecção desempenha sua função até a obtenção da contagem de pulsos (adaptada de DAMASCENO, 1992). ............................................................................................................ 66 Figura 3.12 – Ilustração do agitador axial utilizado neste trabalho para homogeneizar as suspensões. ............................................................................................................................... 72 Figura 3.13 – Ilustração do monitoramento da interface descendente em um teste de sedimentação em batelada (adaptada de AROUCA, 2007). ..................................................... 74 Figura 3.14 - Ilustração do tubo de vidro e da peça de filtração. ............................................. 77 Figura 3.15 - Ilustração
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Uso de água produzida na formulação de fluidos de perfuração

Uso de água produzida na formulação de fluidos de perfuração

RESUMO: Os fluidos de perfuração têm importância fundamental nas atividades petrolíferas, uma vez que, são responsáveis por permitir a retirada dos cascalhos provenientes da perfuração, a manutenção da pressão e a estabilidade do poço, evitando desmoronamentos e influxo de fluido na formação rochosa, além da lubrificação e resfriamento da broca. Existem basicamente três tipos de fluidos de perfuração, são eles: de base aquosa, de base não aquosa e aerado. O fluido de perfuração de base aquosa é amplamente usado por ser menos agressivo ao meio ambiente e apresentar excelente estabilidade e inibição (em fluidos aquosos inibidos), entre outras qualidades. A água produzida é gerada simultaneamente com o petróleo durante a produção e possui grandes concentrações de metais e contaminantes, sendo necessário tratá-la para descartá-la. A água produzida dos campos de Urucu-AM e do Riacho da Forquilha-RN possuem elevadas concentrações de contaminantes, metais e sais, como de cálcio e magnésio, dificultando o seu tratamento e descarte. Com isso, o objetivo desse trabalho foi analisar o uso da água produzida sintética com características semelhantes às águas produzidas de Urucu- AM e de Riacho da Forquilha-RN na formulação de um fluido de perfuração aquoso, observando nas águas sintéticas de Urucu-AM e de Riacho da forquilha-RN a influência da variação da concentração de cálcio e de magnésio nos testes de reologia e filtrado. Realizou- se um planejamento experimental fatorial simples 3 2 para modelagem estatística dos dados. Os resultados mostraram que a variação das concentrações de cálcio e magnésio não influencia na reologia do fluido, onde a viscosidade plástica, viscosidade aparente e os géis inicial e final não oscilaram significativamente. Para o filtrado, a concentração de cálcio influenciou de forma linear na concentração de cloreto, onde quanto maior
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Fluidos aquosos baseados em poliacrilamida e nanotubos de carbono

Fluidos aquosos baseados em poliacrilamida e nanotubos de carbono

Interações entre polímeros, surfactantes e partículas em suspensão ditam as características macroscópicas de suspensões fluidas, incluindo a sua reologia e comportamento de fase. Fluidos complexos, tais como suspensões farmacêuticas, revestimentos, tintas e cosméticos são fluidos multicomponentes contendo uma parte de moléculas poliméricas anfifílicas e uma outra coloidal. Os efeitos individuais de polímeros, surfactantes ou partículas, agindo na ausência de outros componentes, são razoavelmente bem entendidos, porém as interações multicomponentes que dominam as formulações de fluidos complexos estão apenas começando a ser abordadas de uma forma sistemática. Prever a influência da composição nas propriedades do todo, como o comportamento de fase (solubilidade e estabilidade) e reologia (comportamento no escoamento ou deformação) continua a ser extremamente difícil. [31]
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Separação de fases de fluidos de perfuração utilizando tensoativos

Separação de fases de fluidos de perfuração utilizando tensoativos

produzidos na exploração e desenvolvimento de campos de petróleo e gás. Sólidos coloidais ultrafinos presentes na formação são incorporados ao fluido durante a perfuração interferindo na sua reologia e consequentemente no seu desempenho, o que com o tempo leva ao seu descarte. Se eliminados indevidamente, os fluidos de perfuração certamente poluirão o ambiente local, o que resultará em perdas inestimáveis, por sua vez, o desenvolvimento da indústria do petróleo irá ser restringido pela poluição ambiental. O alto consumo de água em plantas de processo juntamente com a escassez de água, tem motivado a indústria a reutilizar suas águas residuais. Desta forma, neste trabalho realizou-se um estudo sobre separação de fases sólido- líquido em resíduos de fluidos de perfuração base água, visando a reutilização da água presente no fluido após o termino de sua vida útil na perfuração de poços. Para isso, foram testados os tensoativos não-iônicos nonilfenol etoxilado e álcool laurílico etoxilado, de diferentes graus de etoxilação; o aniônico dodecil sulfato de sódio (SDS) e o catiônico brometo de cetiltrimetilamônio (CTAB), a fim de verificar a influência das cargas e do grau de etoxilação na separação de fases em dois fluidos de perfuração base água coletados diretamente nos campos de perfuração de poços de petróleo. Os fluidos foram aditivados com 1% de tensoativo, e em seguida submetidos a um processo de centrifugação. A partir dos resultados preliminares foi realizado um planejamento estatístico pelo método fatorial completo 2 2 visando analisar a influência das variáveis rotação da centrífuga e tempo de centrifugação e de e suas interações sobre a resposta experimental. Após otimização do processo de separação, foi feita a caracterização físico-química da água separada. O tensoativo não-iônico nonilfenol etoxilado com grau de etoxilação 6 foi o que forneceu maior percentual de água separada dentre os tensoativos utilizados nos fluidos de perfuração estudados. Com as análises dos resultados de caracterização da água separada concluiu-se que a água recuperada utilizando tensoativo está apta para ser reutilizada na preparação de novos fluidos.
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Influência da hidrociclonagem e da secagem por spray dryer nas propriedades reológicas de argilas bentoníticas.

Influência da hidrociclonagem e da secagem por spray dryer nas propriedades reológicas de argilas bentoníticas.

Do ponto de vista da análise granulométrica e difração de raios X, as configurações A1 e A3 do hidrociclone são capazes de promover separação por tamanho e densidade de partículas, de forma a concentrar argilominerais finos no overflow e minerais acessórios e aglomerados de argilominerais no underflow, não ocorrendo diferenças significativas quando da utilização das configurações A1 ou A3. Os ensaios reológicos revelaram melhoria significativa para VA, chegando a atingir o mínimo especificado pela EP- 1EP-00011-A da Petrobras, para todas as misturas após a operação de hidrociclonagem nas configurações A1 e A3 do hidrociclone com secagem por spray dryer. Já para o VF, há melhorias em todas as misturas em ambas as configurações do hidrociclone, porém não o suficiente para obedecer a referida especificação. Quanto a secagem por spray dryer, verifica-se que, do ponto de vista da análise granulométrica, a secagem a 50 L/min de ar comprimido é a mais adequada, uma vez que proporciona aglomerados com menores diâmetros médios. Já do ponto de vista das propriedades reológicas, tanto a secagem a 35 L/min quanto a secagem a 50 L/min proporcionam valores de viscosidade acima dos exigidos pela norma. Portanto, conclui-se que é possível a obtenção de dispersões hidroargilosas com propriedades reológicas que atendam as exigências normativas vigentes
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