Top PDF Influência da temperatura na germinação de sementes de Cubiu (Solanum sessiliflorum Dunal) no escuro.

Influência da temperatura na germinação de sementes de Cubiu (Solanum sessiliflorum Dunal) no escuro.

Influência da temperatura na germinação de sementes de Cubiu (Solanum sessiliflorum Dunal) no escuro.

de Germinação (I.V.G.) de sementes de cubiu (Solanum sessiliflorum), sob influência de diferentes temperaturas constantes e alternadas no 20" dia após a semeadura. com sementes de c[r]

5 Ler mais

Influência da luz e da temperatura na germinação de sementes de Marcetia taxifolia (A. St.-Hil.) DC. (Melastomataceae).

Influência da luz e da temperatura na germinação de sementes de Marcetia taxifolia (A. St.-Hil.) DC. (Melastomataceae).

RESUMO – (Influência da luz e da temperatura na germinação de sementes de Marcetia taxifolia (A. St.-Hil.) DC. (Melastomataceae)). Marcetia taxifolia (A. St.-Hil.) DC. (Melastomataceae) é um arbusto amplamente distribuído nos campos rupestres da Serra do Cipó, Brasil. É uma espécie com potencial na recuperação de áreas degradadas e este estudo apresenta os primeiros dados sobre o efeito da luz e da temperatura na germinação de suas sementes. Sementes foram coletadas em maio/2001 e foram submetidas a testes de germinação nas temperaturas constantes de 15, 20, 25, 30 e 35ºC sob fotoperíodo de 12 horas e em ausência de luz durante 30 dias. Foram encontradas diferenças significativas entre a percentagem de germinação e tempo médio de sementes submetidas ao tratamento claro e escuro a 15, 20, 25 e 30ºC (p < 0,05; todos). Sob a temperatura de 35ºC, a germinação foi completamente inibida. As maiores percentagens de germinação foram obtidas a 15 e 20ºC, as quais foram superiores a 25 e 30ºC (ANOVA = 13,65; p < 0,001). Os dados contribuem para estudos posteriores que visem a propagação da espécie com fins de reabilitação ambiental.
Mostrar mais

5 Ler mais

Germinação de sementes de tanchagem (Plantago tomentosa Lam.): influência da temperatura, luz e substrato.

Germinação de sementes de tanchagem (Plantago tomentosa Lam.): influência da temperatura, luz e substrato.

Outro fator que vem sendo amplamente estudado é a luz, a qual exerce grande influência na germinação, sendo o embrião responsável pela percepção e tradução do estímulo luminoso (KOLLER, 1972). Segundo Bewley & Black (1994), a sensibilidade das sementes à luz varia em função da espécie, da temperatura e do tamanho das sementes. Em geral, a luz é geralmente necessária para a germinação de sementes pequenas, denominadas fotoblásticas positiva (ABREU & GARCIA, 2005; BEWLEY & BLACK, 1994), cujas espécies estão associadas a ambientes abertos (OLIVEIRA & GARCIA, 2005) ou perturbados (ACOSTA-PERCÁSTEGUI & RODRÍGUEZ- TREJO 2005).
Mostrar mais

6 Ler mais

Influência da temperatura e regime de luz na germinação de sementes de janaguba (Himatanthus drasticus (Mart.) Plumel.).

Influência da temperatura e regime de luz na germinação de sementes de janaguba (Himatanthus drasticus (Mart.) Plumel.).

Larcher (2000) ressaltou ser ampla a faixa de temperatura para a germinação de sementes de espécies com ampla distribuição geográfica e daquelas adaptadas às grandes flutuações de temperaturas em seu habitat. Segundo esse autor a temperatura ótima para as espécies tropicais situa-se entre 20ºC e 35ºC em condições naturais; a combinação de luz e escuro com temperaturas alternadas pode propiciar maior uniformidade na germinação, já que aproximaria-se das condições do ambiente natural das espécies. Por outro lado, o autor afirmou que, até certos limites, o aumento de temperatura pode promover mudanças no desempenho de certas enzimas que atuam nos processos bioquímicos da germinação, além de propiciar a contaminação por microrganismos. Popinigis (1985) referiu-se ao efeito das temperaturas elevadas no aumento da atividade respiratória e proliferação de fungos Carvalho & Nakagawa (2000) afirmaram que na germinação, além do aumento no ataque de microrganismos, temperaturas acima de um determinado limite considerado ótimo para o total de germinação de uma dada espécie aceleram a velocidade dos processos bioquímicos da respiração, porém, propicia uma desorganização dos mesmos, de sorte que o número de sementes que consegue completá-lo vai diminuindo. Portanto, de acordo com as considerações dos autores, e levando-se em conta o número de sementes atacadas por fungos, esse decréscimo na germinação em função do aumento de temperatura pode ser interpretado como uma deterioração de algumas sementes pelo ataque de microrganismos.
Mostrar mais

8 Ler mais

Influência da temperatura na germinação de sementes de Annona Montana.

Influência da temperatura na germinação de sementes de Annona Montana.

RESUMO - Com o objetivo de avaliar a influência da temperatura sobre a porcentagem de germinação e o índice de velocidade de germinação (IVG) de sementes de Annona montana, conhecida como falsa graviola, espécie com potencial para porta-enxerto das variedades comerciais, testaram-se quatro temperaturas (20; 25; 30 e 35ºC). O trabalho foi desenvolvido em laboratório em câmaras de germinação tipo BOD, utilizando-se de sementes de três plantas provenientes do Banco de Germoplasma do Departamento de Produção Vegetal da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias – UNESP, Câmpus de Jaboticabal-SP. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, com quatro repetições, com dez sementes cada. Pelos resultados obtidos, tem-se que tanto para o parâmetro porcentagem de germinação como para o IVG, os maiores valores observados foram para as sementes na temperatura de 30ºC (55% de germinação e IVG = 0,153), seguido da temperatura de 25ºC (25% de germinação e IVG = 0,088). Para as temperaturas de 20 º C e 35 º C, não foi observada ocorrência de germinação. A análise estatística dos dados de porcentagem de germinação foi
Mostrar mais

2 Ler mais

Influência da luz e da temperatura na germinação de sementes de sabiá (Mimosa caesalpiniifolia Benth. - Fabaceae)

Influência da luz e da temperatura na germinação de sementes de sabiá (Mimosa caesalpiniifolia Benth. - Fabaceae)

A faixa ou temperatura ótima para a germinação de sementes está correlacionada às características ecológicas da espécie (Probert 1992). O fato de ocorrer germinação em ambos os regimes de temperatura (constante e alternado) mostra as adaptações de M. caesalpiniifolia às flutuações de temperatura do seu habitat natural. Estes resultados corroboram aqueles obtidos para outras sementes de caatinga, como Cordia trichotoma (Vell.) Arrab. ex Steud. (Alcalay & Amaral 1981), Myracrodruon urundeuva fr. All. (Pacheco et al. 2006) e Amburana cearensis (Allemão) A.C. Smith (Guedes et al. 2010), além de espécies da mesma família, como Caesalpinia ferrea Mart. ex Tul. (Lima et al. 2006) e Caesalpinia echinata Lam. (Mello & Barbedo 2007).
Mostrar mais

6 Ler mais

Influência da temperatura e do substrato na germinação de sementes de Cariniana estrellensis (Raddi) Kuntze.

Influência da temperatura e do substrato na germinação de sementes de Cariniana estrellensis (Raddi) Kuntze.

Neste trabalho, os resultados demonstraram que as sementes de Cariniana estrellensis (Raddi) Kuntze não necessitam de alternância de temperatura para iniciar, mas podem acelerar o processo germinativo. A alternância de temperatura também não favoreceu a germinação de sementes de Cedrela odorata L.(Andrade e Pereira, 1994) e de Acacia polyphylla DC (Araújo Neto et al., 2003), sendo que da mesma forma que em Cariniana estrellensis (Raddi) Kuntze houve apenas diferença signiicativa entre 25 ºC constante e 30-20 ºC alternada para tempo médio e velocidade média de germinação. Para Myracrodruon urundeuva Fr. All. (Pacheco et al., 2006) também foram encontrados resultados favoráveis à germinação sob temperatura constante nos quesitos porcentagem de germinação e primeira contagem.
Mostrar mais

6 Ler mais

Influência da temperatura e da luz na germinação de sementes de couve-cravinho (Porophyllum ruderale (Jacq.) Cass.).

Influência da temperatura e da luz na germinação de sementes de couve-cravinho (Porophyllum ruderale (Jacq.) Cass.).

RESUMO - O conhecimento da biologia e ecologia de plantas daninhas precede a elaboração de estratégias de manejo que visem a sua manutenção em quantidades aceitáveis, reduzindo os custos do processo produtivo. Espécies como a couve-cravinho (Porophyllum ruderale) apresentam-se como plantas de expressiva capacidade competitiva por água, luz e nutrientes em áreas agrícolas. Com o objetivo de avaliar a resposta germinativa de sementes de couve-cravinho à temperatura e luminosidade foram realizados dois experimentos: no experimento 1, sementes de P. ruderale foram colocadas para germinar em três temperaturas (20, 25 e 30ºC) e sob dois substratos (entre e sobre-papel); no segundo experimento foi avaliado o efeito da luz na germinação das sementes. Avaliaram-se a inluência de luz branca, comprimento de onda do vermelho e vermelho extremo além da ausência de luz em duas temperaturas (25 e 30ºC). Maiores porcentagens de germinação foram obtidas nas temperaturas de 25 e 30ºC. Quanto à inluência de luz no processo germinativo, veriicou-se que sementes de P. ruderale são sensíveis à luminosidade, onde a ausência de luz provocou drástica redução na germinação das sementes.
Mostrar mais

5 Ler mais

Influência de temperatura, substrato e luz na germinação de sementes de bertalha.

Influência de temperatura, substrato e luz na germinação de sementes de bertalha.

porcentagens de germinação e maiores índices de sementes mortas. Independentemente do substrato utilizado, quando as sementes foram submetidas a temperaturas mais baixas, 25ºC constantes e 20-25ºC alternadas, apresentaram menores percentagens de germinação. Estes resultados corroboram a afirmação de que o efeito da temperatura é variável com a espécie e que está relacionado com o adequado desenvolvimento da planta, influenciando na absorção de água pela semente e nas reações bioquímicas que regulam o processo de germinação e crescimento (Mayer e Poljakoff- Mayber, 1989; Bewley e Black, 1994). Embora para a maioria das espécies, a temperatura mais favorável para a germinação oscile entre 26,5 e 35ºC, os resultados aqui apresentados sugerem que, para a germinação de sementes de Basella rubra, deve-se utilizar, preferencialmente, temperatura constante de 30ºC ou alternada de 20-30ºC, constituindo-se assim, em temperaturas ótimas, nas quais a mais alta taxa de germinação é obtida em menor intervalo de tempo (Carvalho e Nakagawa, 2000). Resultados semelhantes foram encontrados por Gomes e Bruno (1992).
Mostrar mais

7 Ler mais

Germinação de sementes de cubiu em diferentes substratos e temperaturas.

Germinação de sementes de cubiu em diferentes substratos e temperaturas.

RESUMO - O cubiu (Solanum sessiliflorum Dunal) é uma solanácea arbustiva nativa da Amazônia, que apresenta potencialidades para a agroindústria devido à alta produção de frutos saudáveis, com elevada concentração de ácido cítrico. Objetivou-se neste estudo analisar o comportamento germinativo das sementes de cubiu sob regime de temperaturas e substratos diferentes. O trabalho foi realizado no Laboratório de Tecnologia e Análises de Sementes do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Espírito Santo (CCA-UFES), Alegre-ES. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, num esquema fatorial 6x6 (seis substratos e seis temperaturas) com quatro repetições. A comparação de médias foi feita pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade. Os substratos utilizados foram: sobre vermiculita (V); entre areia (EA); sobre papel (SP); sobre areia (SA); sobre mistura terra + areia + esterco (TAE) e rolo de papel germitest (RP) e as temperaturas foram constantes de 20, 25 e 30ºC e alternadas de 20-25; 25-30 e 20-30ºC. Os resultados obtidos evidenciaram maior porcentagem de germinação das sementes de cubiu semeadas nos substratos sobre areia e entre areia, sendo a temperatura de 20-30ºC, aquela que mais favoreceu a germinação e a velocidade de germinação das sementes.
Mostrar mais

5 Ler mais

Temperatura, luz e tolerância à dessecção na germinação de sementes de açaí-do-Amazonas

Temperatura, luz e tolerância à dessecção na germinação de sementes de açaí-do-Amazonas

RESUMO - Euterpe precatoria Mart. é uma palmeira amplamente distribuída na bacia Amazônica. A semente é o único mecanismo de propagação desta palmeira, por ela não apresentar perfilhos. Vários fatores podem influenciar a germinação de sementes, como temperatura, luz e teor de água. O objetivo deste trabalho foi verificar a influência de diferentes temperaturas, regimes de luz e tolerância à dessecação na germinação de sementes de Euterpe precatoria Mart. No estudo de temperatura e luz, o delineamento experimental foi inteiramente casualizado em esquema fatorial 6 x 2 (seis temperaturas: 20 ºC, 25 ºC, 30 ºC, 35 ºC, 20-30 ºC e 25- 35 ºC; na presença e ausência de luz), com quatro repetições e 25 sementes por parcela. No ensaio da tolerância à dessecação, o delineamento experimental foi o inteiramente casualizado; os tratamentos foram cinco teores de água nas sementes (27%, 20%, 13%, 12% e 11%) e quatro repetições, sendo cada parcela composta de 25 sementes. Anotou-se diariamente o número de sementes com emissão do botão germinativo até estabilização da germinação. Os dados obtidos foram analisados pela análise de variância; no primeiro experimento, as médias foram comparadas pelo teste de Tukey (P ≤ 0,05) e no segundo experimento, foi realizada análise de regressão. Para germinação de sementes de E. precatoria Mart., a temperatura de 20 °C foi a que apresentou maiores médias de porcentagem e velocidade de germinação tanto no claro como no escuro; as sementes mostraram-se tolerantes à dessecação.
Mostrar mais

38 Ler mais

Temperatura e regime de luz na germinação de sementes de Tabebuia impetiginosa (Martius ex A. P. de Candolle) Standley e T. serratifolia Vahl Nich. - Bignoniaceae.

Temperatura e regime de luz na germinação de sementes de Tabebuia impetiginosa (Martius ex A. P. de Candolle) Standley e T. serratifolia Vahl Nich. - Bignoniaceae.

câmara de germinação tipo BOD, em gerbox, sobre substrato areia. No tratamento escuro, os gerbox foram colocados em dois sacos de polietileno pretos. Os experimentos foram realizados em delineamento inteiramente casualizado, com 5 repetições de 20 sementes para cada regime de luz e lote. As sementes foram desinfestadas com hipoclorito de sódio e avaliadas conforme as Regras para Análise de Sementes (BRASIL, 1992). A primeira avaliação do tratamento escuro foi realizada sob luz verde.

7 Ler mais

Efeito da temperatura e luz na germinação de sementes de Dalbergia cearensis Ducke.

Efeito da temperatura e luz na germinação de sementes de Dalbergia cearensis Ducke.

As sementes submetidas aos tratamentos com temperatura constante de 45ºC e temperatura alternada de 20-45ºC, com 12 horas de luz/12 de escuro, não germinaram. Por isso, essas temperaturas não foram computadas para efeito de análise. Provavelmente, para Dalbergia cearensis valores elevados de temperatura interfiram no metabolismo de suas sementes ao ponto de inviabilizarem a germinação. Altas temperaturas acarretam diminuição do suprimento de aminoácidos livres e da síntese de proteínas (SANTOS; SUGAHARA; TAKAKI, 2005), enquanto baixas temperaturas retardam as taxas metabólicas até o ponto em que as vias essenciais ao início da germinação não mais funcionem (HENDRICKS e TAYLORSON, 1976). Dentre as sementes de espécies que ocorrem nas várias regiões do Brasil, poucas são as que germinam em temperaturas acima de 40ºC. De acordo com Pinheiro e Borghetti (2003), sementes de duas bromélias de restinga, Aechmea nudicaulis e Streptocalyx floridundus, apresentaram temperatura máxima de germinação entre 45 e 50ºC. Algumas sementes de Dalbergia retusa foram capazes de germinar a 40 e 45ºC, como uma estratégia de adaptação a ambiente quente (GARCIA e DI STÉFANO, 2000). Em geral, as espécies tropicais suportam temperatura máxima para germinação em torno de 40ºC (BORGHETTI, 2005).
Mostrar mais

11 Ler mais

A Produção de Sementes Registradas

A Produção de Sementes Registradas

– Mantenedor é o sujeito, no caso a empresa, que tem o registro no Mi- nistério da Agricultura pra produzir sementes básicas. Não é qualquer um que consegue esse registro, tem que comprovar pro Ministério que tem capacidade técnica pra garantir a pureza varietal da semente, tem que ter uma baita estrutura... Mas o que a Noelma tá falando é que tam- bém tem que garantir o fornecimento de semente básica pra quem qui- ser comprar e isso os danados não tão fazendo, e se eles insistirem em excluir a agricultura familiar, a gente pode caçar o registro deles!

20 Ler mais

IMPLANTAÇÃO DA REDE DE APOIO À CULTURA DE PAZ NO AMBIENTE ESCOLAR NA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE UBÁ – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

IMPLANTAÇÃO DA REDE DE APOIO À CULTURA DE PAZ NO AMBIENTE ESCOLAR NA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE UBÁ – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Com relação à influência das capacitações no cotidiano escolar, uma professora declarou que resolve os conflitos com mais naturalidade “procurando não só ver os pontos negativos, mas algo que está acontecendo para fortalecer um relacionamento, e fazendo uma interação com os envolvidos no mesmo”. Outro professor afirma que com as capacitações aprendeu a “direcionar a conversa de uma maneira melhor”. Uma aluna respondeu que com as capacitações melhorou o seu “convívio com os colegas de classe, relacionamento com os professores”, outro aluno disse que as capacitações o fizeram “ter mais calma diante de conflitos, a ouvir mais as outras pessoas” (Questionário respondido por participantes das capacitações, novembro, 2017). Os depoimentos mostram que as capacitações têm contribuído para a construção de um ambiente saudável ou, como destacou Debarbieux (2002), para a desconstrução da violência cotidiana. O autor salienta que a prevenção da violência é o melhor caminho, uma vez que a punição dos culpados não ameniza o sofrimento das vítimas e segundo ele, essa prevenção somente é efetiva com ações cotidianas de valorização dos indivíduos.
Mostrar mais

133 Ler mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Inicialmente, até que as ações estejam bem delineadas, a proposta é de que seja realizada apenas uma reunião geral (Ensino Fundamental e Educação Infantil) por semestr[r]

173 Ler mais

Luz e KNO3 na germinação de sementes de Ageratum conyzoides L. sob temperaturas constantes e alternadas.

Luz e KNO3 na germinação de sementes de Ageratum conyzoides L. sob temperaturas constantes e alternadas.

Diversos fatores afetam o nível de dormência de sementes de espécies consideradas daninhas verdadeiras. Estudos dessa natureza têm sido realizados principalmente em espécies de clima temperado e têm apontado como principais estimulantes: a luz (Om et al., 2003; Pekrun et al., 1997), as temperaturas alternadas (Pekrun et al., 1997; Carmona & Murdoch, 1996) e o nitrato de potássio (Chauhan et al., 2006; Zhou et al., 2005). A resposta de espécies endêmicas de áreas tropicais a esses estímulos precisa ser ainda melhor estabelecida para maior entendimento do comportamento ecológico dessas espécies, bem como para a proposição de métodos de manejo. A luz é um importante fator que pode estimular a germinação de muitas espécies mesmo que em baixa intensidade de luz. Há
Mostrar mais

7 Ler mais

A Viagem das Sementes

A Viagem das Sementes

Até o início do século XX, por volta de 1900, as sementes estavam longe de ser um produto industrial. Isto pode ser bem ilustrado pelo que se passava nos Estados Unidos. Por ser um país com pouca diversidade de plantas cultivadas, em 1819 o Secretário do Tesouro baixou uma norma de que qualquer pessoa que viajasse para o exterior – diplomatas, soldados, cientistas- , deveria trazer sementes de plantas úteis para a agricultura. Em 1839, o Governo passou a atuar formalmente no sistema de distribuição de sementes, alocando recursos para as coletas e distribuição para os agricultores de todo o país. As sementes que chegavam eram divididas em pequenas quantidades e distribuídas para que os agricultores pudessem seleciona-las e multiplica-las.
Mostrar mais

24 Ler mais

Qualidade fisiológica de sementes de araçazeiro durante o armazenamento.

Qualidade fisiológica de sementes de araçazeiro durante o armazenamento.

Resumo: O presente trabalho teve como objetivo avaliar diferentes ambientes de armazenamento e embalagens quanto à eficiência na manutenção da qualidade das sementes de araçazeiro (Psidium guineense Swartz) durante 180 dias. As sementes foram provenientes de frutos recém-colhidos completamente maduros e de oito acessos do banco ativo de germoplasma do araçazeiro localizado na Estação Experimental de Itapirema, da Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuária – IPA, Goiana, PE, assim denominados: IPA 4, IPA 6, IPA 7, IPA 9, IPA 10, IPA 11, IPA 15 e IPA 16. O experimento foi representado pelas combinações dos fatores: sementes de oito acessos do araçazeiro, acondicionadas nas embalagens saco de papel Kraft e vidro, armazenadas nos ambientes normal de laboratório e no freezer, em Recife, PE, durante 180 dias. A qualidade fisiológica das sementes foi avaliada no início e a cada 60 dias de armazenamento, através de germinação e vigor (primeira contagem e índice de velocidade de germinação) determinando-se também o teor de água das sementes. Os resultados permitiram concluir-se que as sementes dos acessos do araçazeiro tiveram sua qualidade fisiológica reduzida, com perdas significativas na germinação e vigor, no decorrer do armazenamento. A embalagem de vidro proporcionou maior eficiência na conservação da qualidade fisiológica das sementes, sob condição de alta umidade relativa no interior do freezer, condição esta que provocou maior deterioração das sementes acondicionadas em embalagens de papel Kraft. Dentre os ambientes de armazenamento estudados, o mais adequado para conservação das sementes de araçazeiro foi o ambiente normal de laboratório, para ambas as embalagens testadas. Os acessos IPA 4 e IPA 6 apresentaram os maiores índices de germinação e vigor.
Mostrar mais

6 Ler mais

Regras de Prescrição de Dispositivos Médicos na Retenção/Incontinência em Idade Pediátrica e no Adulto – Normas de Orientação Clínica

Regras de Prescrição de Dispositivos Médicos na Retenção/Incontinência em Idade Pediátrica e no Adulto – Normas de Orientação Clínica

familiar, social e laboral 3. Os dispositivos médicos dispensados em farmácia da comunidade estão restritos aos produtos cuja utilização foi determinada pelo fabricante [r]

7 Ler mais

Show all 10000 documents...

temas relacionados