Top PDF Ingestão de alimentos e digestibilidade aparente das frações fibrosas da torta de coco para ovinos.

Ingestão de alimentos e digestibilidade aparente das frações fibrosas da torta de coco para ovinos.

Ingestão de alimentos e digestibilidade aparente das frações fibrosas da torta de coco para ovinos.

seca, além de constituir fonte de carboidratos no processo de fermentação. Destaca-se que o Brasil é o quarto maior produtor mundial de coco com 1,99 bilhões de frutos, em uma área estimada em 276,8 mil hectares (AGRIANUAL, 2007), e o Estado do Pará detém o segundo lugar nessa produção, com área plantada de 29.935 hectares (IBGE, 2007). O ponto negativo se concentra na significativa geração de resíduos que a agroindústria do coco emite, aumentando substancialmente a poluição ambiental, principalmente nos grandes centros urbanos onde o material é de difícil descarte (COELHO et al., 2001). 80 a 85% do peso bruto do coco verde é considerado lixo (ROSA et al., 2001). Portanto, torna-se imprescindível que haja destino adequado dos resíduos agroindustriais, os quais podem ser aproveitados na alimentação dos animais. Desta forma, surge a necessidade de se estudar a viabilidade de incluir fontes alimentares alternativas e quantificar as respostas dos animais em termos produtivos. O objetivo deste trabalho foi avaliar a ingestão de alimentos e a digestibilidade aparente da torta de coco, como perspectiva de elevar a produtividade animal e reduzir os poluentes ambientais.
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Consumo e digestibilidade aparente de dietas com diferentes níveis de inclusão de torta de coco para alimentação de ovinos.

Consumo e digestibilidade aparente de dietas com diferentes níveis de inclusão de torta de coco para alimentação de ovinos.

A menor digestibilidade (p < 0,05) do tratamento com 75% de inclusão de torta de coco no concentrado pode ser explicada pelo comportamento dos animais que selecionavam o alimento ingerindo proporcionalmente maior quantidade de silagem em relação ao concentrado, sugerindo que a torta de coco é mais digestível que a silagem de capim- elefante. Souza Júnior et al. (2011), avaliando a torta de coco em substituição ao volumoso (Brachiaria humidicula), em três níveis de substituição (0; 0,4; 0,8 e 1,2% do PV), encontrou maior valor de digestibilidade da matéria seca (57%) no nível de inclusão de 1,2% do peso vivo, porém, com valor abaixo do encontrado para o maior nível de inclusão da torta de coco neste trabalho, que foi de 67,89% para o nível de 75% de inclusão. Cabe ressaltar que no presente trabalho a torta de coco substituiu o milho e o farelo de soja, alimentos tradicionais em rações pela alta aceitabilidade e digestibilidade.
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Valor nutritivo de subprodutos da agroindústria e utilização do LIPE® como indicador externo em ovinos

Valor nutritivo de subprodutos da agroindústria e utilização do LIPE® como indicador externo em ovinos

Com o objetivo de avaliar o valor nutritivo para ovinos do farelo de coco, da castanha de caju e da torta de babaçu, foram realizados ensaios de consumo e digestibilidade da matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), proteína bruta (PB), extrato etéreo (EE), fibra em detergente neutro (FDN), fibra em detergente ácido (FDA), celulose (CEL), hemiceluloses (HCEL) e carboidratos totais (CHOT) e também determina- dos os balanços de energia e de nitrogênio em borregos deslanados, castrados, alojados em gaiolas meta- bólicas providas de separadores de fezes e urina, com peso vivo médio de 21 kg, recebendo feno de tif- ton-85 e níveis crescentes dos subprodutos avaliados, sendo que na avaliação do farelo de coco foram empregadas dietas com zero, oito, 17 e 25% de inclusão de farelo de coco, sendo que não foi encontrada grande variação significativa no consumo e digestibilidade das frações analisadas, com exceção do con- sumo e digestibilidade do extrato etéreo que aumentou com a inclusão do farelo de coco, no entanto as regressões encontradas para as variáveis estudadas indicaram efeito negativo da elevação do farelo de coco sobre o consumo e digestibilidade especialmente da matéria seca e das frações fibrosas, sendo que indicou-se que os níveis máximos de inclusão de farelo de coco em dietas para ovinos deveriam ser de 17%. No caso da avaliação da castanha de caju, foram adotados os níveis de zero, 10, 15, 20 e 25% de inclusão de castanha nas dietas. Os resultados indicaram que não houve efeito inibitório da inclusão de castanha de caju sobre os consumos totais e coeficientes de digestibilidade da matéria seca, matéria orgâ- nica, FDN e FDA, mas houve efeito negativo no consumo relativo de matéria seca, FDN e FDA e efeito positivo no consumo de proteína bruta e extrato etéreo. Apesar disso as regressões indicaram que níveis mais elevados de castanha estariam causando depressão no consumo de digestibilidade das frações
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Digestibilidade aparente de dietas contendo farelo de cacau ou torta de dendê em cabras lactantes.

Digestibilidade aparente de dietas contendo farelo de cacau ou torta de dendê em cabras lactantes.

Para obtenção dos coeficientes de digestibilidade apa- rente da matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), fibra em detergente neutro (FDN), fibra em detergente ácido (FDA), proteína bruta (PB), extrato etéreo (EE), carboidratos totais (CHT) e carboidratos não fibrosos (CNF), utilizou-se o método de coleta total de fezes, durante os últimos 4 dias de cada período. A coleta das fezes foi efetuada com auxílio de lonas de polietileno perfuradas, para separação de fezes e urina. As fezes foram pesadas, acondicionadas em saco de plástico e congeladas a -10ºC; posteriormente foram descongela- das e homogeneizadas, manualmente, à temperatura ambiente, por animal e período, retirando-se cerca de 10% do total excretado para análises químicas posterio- res de FDN, FDA, PB e EE, conforme metodologia de Silva & Queiroz (2002).
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Consumo,  dos nutrientes, comportamento ingestivo e balanço de nitrogênio em cordeiros Santa Inês alimentados com resíduo de cervejaria desidratado dis agcmgonçalves

Consumo, dos nutrientes, comportamento ingestivo e balanço de nitrogênio em cordeiros Santa Inês alimentados com resíduo de cervejaria desidratado dis agcmgonçalves

O RCD apresenta teores de PB entre 21,33 a 30,80% (POLAN et al ., 1985; VALADARES FILHO et al ., 2006), sendo esta de baixa degradabilidade ruminal, mas de alta digestibilidade intestinal (MERCHEN et al. , 1979; SANTOS et al ., 1984; GERON et al., 2006; CHAVES et al., 2014). O teor do extrato etéreo (EE) encontra-se em torno de 6,93% (VALADARES FILHO et al., 2006) e a fibra em detergente ácido (FDA) e nutrientes digestíveis totais (NDT) próximos de 34,30 e 63,00%, respectivamente (POLAN et al., 1985). Pelas análises, observa-se o alto teor de fibra de média qualidade, no que se refere à degradação ruminal, como também o médio teor de lignina, celulose e hemicelulose, o que permite inferir que a taxa e a extensão de degradação da fibra podem ser medianas (CHAVES et al., 2014). Dhiman et al. (2003) afirmaram que devido a natureza fibrosa e baixo teor energético, o resíduo de cervejaria é adequado pra ruminantes, especialmente vacas leiteiras de alta produção, para balancear o consumo de grandes quantidades de rações em amido.
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Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” Centro de Energia Nuclear na Agricultura Programa de aquisição de alimentos nos assentamentos rurais da reforma agrária, análise sob as lentes da multifuncionalidade da

Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” Centro de Energia Nuclear na Agricultura Programa de aquisição de alimentos nos assentamentos rurais da reforma agrária, análise sob as lentes da multifuncionalidade da

sistemas de produção mais diversificados nos assentamentos, levando a uma valorização, inexistente até então, desta diversidade produtiva. Esta última existe em pequena escala nos quintais, pomares e hortas para o autoconsumo. A conseqüente geração de renda está levando o agricultor a investir e a organizar sua produção. De fato observamos em vários lotes que hortas e lavouras estavam sendo preparadas para atender os projetos de 2012. De nossos entrevistados, cerca de 40% afirmaram ter aumentado a produção com a entrada no PAA. Outros 25% afirmam ter diversificado sua produção depois da adesão ao Programa de Aquisição de Alimentos. Com efeito, os esforços em favor de uma maior diversificação da produção exigem, em primeiro lugar, algum meio financeiro para obter insumos mínimos necessários aos cultivos; em segundo lugar, maior tempo despendido com a atividade agrícola (considerando que as hortaliças exigem maior cuidado) e, enfim, maior apoio de uma assistência técnica apropriada aos sistemas diversificados. Segundo um técnico do INCRA, “o PAA aumentou a demanda por informações: os assentados demandam mais assistência técnica a culturas diferentes e esquecidas. Tive que procurar informações sobre os produtos que queriam plantar”.
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MARIA ELIZABETE DE OLIVEIRA O MOMENTO DAS AÇÕES PARA A PERMANÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR: VISITANDO A POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

MARIA ELIZABETE DE OLIVEIRA O MOMENTO DAS AÇÕES PARA A PERMANÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR: VISITANDO A POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

Fonte: SIGA, UFJF, 2013. Assim, na figura 10 observa-se que são registrados dados: 1) quanto a identificação do aluno com informações de endereço, CPF, número de matrícula e,[r]

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Processo de desmaterialização da referenciação para Urgência – reforço de procedimento – Normas de Orientação Clínica

Processo de desmaterialização da referenciação para Urgência – reforço de procedimento – Normas de Orientação Clínica

No sistema de informação do programa CTH, aquando da comparência do utente junto do Serviço do SNS, o assistente técnico dos cuidados de saúde primários e/ou o assistente técnico do Hos[r]

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UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO PELOS DOCENTES DE ENSINO SUPERIOR DA ÁREA DA SAÚDE – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

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A investigação se direcionava à questão-problema de ações para o uso pedagógico das tecnologias da informação e comunicação na instituição selecionada e teve como objetivo ge[r]

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Streptococcus bovis isolado do rúmen como aditivo para silagem de capim-elefante

Streptococcus bovis isolado do rúmen como aditivo para silagem de capim-elefante

Em relação ao consumo de silagem de capim, este é geralmente menor que o observado para o material in natura. Durante a fermentação da silagem, parte da fração nitrogenada é degradada até peptídeos, aminoácidos e amônia, que são frações solúveis, rapidamente degradadas no rúmen com baixa eficiência de síntese de proteína microbiana (Nussio et al., 2002). Os efeitos benéficos da inoculação microbiana sobre o consumo e digestibilidade de silagens não são tão evidentes quanto os observados na fermentação. Não obstante, acredita-se que a melhoria do padrão de fermentação, com diminuição da proteólise, reduzida liberação de aminoácidos e aminas, como conseqüência da diminuição da fermentação butírica, pode resultar em maior consumo e melhor desempenho dos animais.
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Substituição do farelo de soja por levedura seca inativa em dietas de ovinos

Substituição do farelo de soja por levedura seca inativa em dietas de ovinos

47 As perdas totais foram elevadas neste estudo, apresentando média de 38,22%. Silva Sobrinho et al. (2005) trabalhando com características da carne de ovinos de diferentes genótipos e idades ao abate encontraram resultado semelhante ao deste trabalho, com média de 38,41%. Além de prejudicar a imagem do produto frente às percepções dos consumidores durante a estocagem da carne, as perdas por descongelamento podem reduzir a suculência e maciez da carne, entretanto, estas conseqüências não repercutiram na força de cisalhamento de carne, que apresentou média de 3,88 kgf/cm², dentro do limite aceitável de 4,63 kgf/cm 2 , caracterizando a carne ovina como macia (Zapata et al, 2000).
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Consumo, digestibilidade aparente de nutrientes e balanços de nitrogênio e hídrico de ovinos alimentados com silagens de cultivares de capim-búfel.

Consumo, digestibilidade aparente de nutrientes e balanços de nitrogênio e hídrico de ovinos alimentados com silagens de cultivares de capim-búfel.

Todavia, o consumo representa a maior parte das variações na qualidade de um alimento, pois dele vai depender a quantidade total de nutrientes que o animal recebe para a sua mantença, crescimento, reprodução e produção. Da mesma forma, a quantidade de nutrientes absorvidos vai depender da interação entre o consumo e a digestibilidade (Berchielli et al. 2006). Logo, as estimativas do consumo de alimentos por ovinos são importantes para predição do ganho de peso e o estabelecimento das exigências nutricionais dos animais, necessários à formulação das dietas (National..., 2007).
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Avaliação do uso do resíduo farelo de babaçu (Orbignya sp) na alimentação de ruminantes.

Avaliação do uso do resíduo farelo de babaçu (Orbignya sp) na alimentação de ruminantes.

A comparação de médias obtidas pelo teste Tukey (5% probabilidade), evidenciou um aumento signifi cativo (p<0,05) para a IMS apenas entre o nível 0% e 21,70% de inclusão de farelo de babaçu na ração. Esse compor- tamento divergiu do observado por Castro (2012) em que a IMS e IMO em g/dia, %PV e g/UTM não foram alterados (p>0,05) com a inclusão de torta de babaçu nas dietas. Por outro lado, Xenofonte et al. (2008) verifi caram efeito linear decrescente (p<0,05) dos níveis de farelo de babaçu sobre o consumo de matéria seca (CMS) em g/dia. Segundo Miotto et al. (2012), os CMS; CMO e CPB, expressos em g dia 1 , % PV e g UTM -1 , não foram alterados
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Digestibilidade aparente e verdadeira do fósforo de alimentos de origem animal para suínos.

Digestibilidade aparente e verdadeira do fósforo de alimentos de origem animal para suínos.

A farinha de peixe apresentou o maior valor de coeficiente de digestibilidade aparente entre os alimentos avaliados, que foi de 85,5%. Este resultado está semelhante ao achado por Jongbloed e Kemme (1998) e é mais alto que o verificado por Sauvant et al. (2003), de 84,0 e 77,0%, respectivamente. O CDVP obtido, 88,5%, não diferiu do CDAP. A farinha de peixe apresentou alta digestibilidade para o fósforo, semelhante à digestibilidade de outros nutrientes, que também se apresentam mais altos quando comparados a outros produtos de origem animal, como as farinhas de carne e ossos.
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MARIA ÂNGELA CAVALCANTI DE ANDRADE A IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES DA EDUCAÇÃO DE PERNAMBUCO E SUA APLICAÇÃO PARA A MELHORIA DA GESTÃO

MARIA ÂNGELA CAVALCANTI DE ANDRADE A IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES DA EDUCAÇÃO DE PERNAMBUCO E SUA APLICAÇÃO PARA A MELHORIA DA GESTÃO

Então são coisas que a gente vai fazendo, mas vai conversando também, sobre a importância, a gente sempre tem conversas com o grupo, quando a gente sempre faz um[r]

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Digestibilidade e exigência de lisina, proteína e energia em dietas para a tilápia do nilo

Digestibilidade e exigência de lisina, proteína e energia em dietas para a tilápia do nilo

Muitas rações para peixes tropicais ainda são comumente formuladas com base nos valores apresentados pelo NRC (1993), o qual apresenta exigência de 30,0% de PB para a tilápia do Nilo. Destaca-se que a exigência estabelecida pelo NRC (1993), de acordo com o trabalho de Wang et al., (1985) foi determinada utilizando como fonte protéica a caseína, alimento este de alta digestibilidade em rações para peixes. No mesmo sentido, Santiago & Lovell (1988) apresentaram a exigência de 1,43% de lisina em dietas para a tilápia do Nilo, em rações cujo valor protéico foi de apenas 28,0% de PB, porém está processada com alimentos quimicamente definidos. Uma vez estabelecida a exigência de 30,0% PB para a espécie, o valor de 28,0% utilizado nos estudos de Santiago & Lovell (1988) é inferior à exigência mínima pré-estabelecida para a espécie, podendo este valor estar subestimado ou a forma da dieta (quimicamente definida) não representar valores condizentes às respostas produtivas obtidas posteriormente com a utilização de alimentos convencionais, como realizado no presente estudo.
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RAMON DOS REIS FREITAS PROTOCOLOS DE GESTÃO NO CONTEXTO ESCOLAR: O USO DE FERRAMENTAS PARA APROPRIAÇÃO DE RESULTADOS DAS AVALIAÇÕES EXTERNAS

RAMON DOS REIS FREITAS PROTOCOLOS DE GESTÃO NO CONTEXTO ESCOLAR: O USO DE FERRAMENTAS PARA APROPRIAÇÃO DE RESULTADOS DAS AVALIAÇÕES EXTERNAS

Eles (SEE) mandaram para a gente como que eles fizeram discussão das análises dos resultados, pensando na ideia de avaliação interna. São os quatro eixos que você vai ver na úl[r]

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Execução do Programa de Vigilância Sanitária das Zonas Balneares Costeiras e de Transição – Normas de Orientação Clínica

Execução do Programa de Vigilância Sanitária das Zonas Balneares Costeiras e de Transição – Normas de Orientação Clínica

12 Verificar o cumprimento dos requisitos mínimos higio-sanitários previstos na legislação em vigor (Regulamento CE n.º 852/2004, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 29 de abril), nas infraestruturas identificadas no item B. Estas instalações deverão satisfazer as condições gerais e de ventilação, previstas na legislação dos locais de trabalho, higiene alimentar e dos manipuladores de alimentos (pretendendo-se que seja avaliado o conjunto das medidas necessárias para assegurar a inocuidade, a salubridade e a correta conservação dos produtos alimentares em todas as fases), águas residuais e ruído, a segurança contra incêndios, a segurança das instalações elétricas e a acessibilidade a pessoas com mobilidade condicionada.
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Digestibilidade aparente e verdadeira de proteína e aminoácidos em alimentos para tilápia do Nilo

Digestibilidade aparente e verdadeira de proteína e aminoácidos em alimentos para tilápia do Nilo

A determinação dos coeficientes de digestibilidade dos nutrientes dos alimentos utilizados é baseada em medidas feitas pela coleta das fezes dos animais, o que poderá depender fundamentalmente das condições e metodologias utilizadas na realização dos experimentos de digestibilidade (Portz, 2001). Dessa forma, alguns trabalhos têm sido realizados com o intuito de obter uma metodologia de avaliação nutricional que represente adequadamente a digestão do alimento no sistema digestivo do peixe, seja prática, de rápida execução, apresente baixo custo e possa ser utilizada como rotina na avaliação de alimentos, não sendo fácil, até então, obter uma proposta unificada de avaliação da digestibilidade de proteína e aminoácidos (Vandenberg & De La Noue 2001; Abimorad & Carneiro, 2004).
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Digestão de carboidratos em equinos alimentados com dietas compostas de volumoso ou de volumoso suplementado com concentrado e/ou óleo de soja.

Digestão de carboidratos em equinos alimentados com dietas compostas de volumoso ou de volumoso suplementado com concentrado e/ou óleo de soja.

Os coeficientes de digestibilidade aparente dos nutrientes no ensaio I são apresentados na Tab. 3. A inclusão de concentrado à dieta aumentou de forma significativa a digestibilidade da matéria seca. Este resultado está de acordo com o encontrado por Pagan et al. (1998) e Miraglia et al. (2006). O aumento pode ser explicado pela redução do teor de fibra nas dietas com a inclusão de ração concentrada e aumento dos teores de carboidratos não fibrosos e de suas frações que apresentaram alta digestibilidade. Os coeficientes de digestibilidade da matéria seca das dietas utilizadas neste experimento com inclusão de concentrado foram de 60,4 e 65,4% para as dietas III e IV, respectivamente. Valores próximos foram verificados por Pagan et al. (1998), de 62,1% para uma dieta mista de forragem e concentrado, e por Miraglia et al. (2006), de 57,4 e 61,2 % para dietas com diferentes relações de volumoso e concentrado.
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