Top PDF Integrando música e química: uma proposta de ensino e aprendizagem

Integrando música e química: uma proposta de ensino e aprendizagem

Integrando música e química: uma proposta de ensino e aprendizagem

A música está presente atualmente no ambiente escolar, principalmente, por meio do uso de dispositivos móveis (smartphone, aparelho celular, MP3, MP4) pelos estudantes. Este trabalho de mestrado foi desenvolvido por se acreditar que a música possa ser usada em atividades de ensino para o processo de ensino aprendizagem em Química. Espera-se que esse estudo possa contribuir para a construção de um processo de ensino de Química significativo. Para tanto, a primeira etapa foi conhecer com maior profundidade as contribuições da música para o ensino por meio de um estudo sobre a inter-relação Química e Música. Publicações recentes das duas áreas serviram como base de investigação sobre cognição musical. A pesquisa em artigos de periódicos nacionais e internacionais referentes às áreas de Ensino de Química e Música também compôs os alicerces do estudo. Assistiu-se a palestras relacionando os temas ensino aprendizagem, música, afetividade, tecnologias e cognição, os quais se constituíram de orientação na busca para ampliar os conhecimentos da cognição musical e fazer a transposição didática desse conhecimento para o ensino aprendizagem em Química. Para que a voz de professores e estudantes fizesse parte desse estudo, questionários foram aplicados a alunos e professores de escolas públicas do estado do Paraná com o intuito de verificar como eles percebem as tecnologias, em especial o aparelho celular, no ambiente escolar e como professores e estudantes percebem a música no ensino de Química. Dessas investigações, foi possível perceber que a música pode ser uma estratégia para o ensino aprendizagem em Química, pois motiva o estudante a se engajar no processo de construção do conhecimento, apresentando muitas possibilidades de uso como estratégia didática. Essas possibilidades incluem a construção de paródias e músicas originais - favorecendo a aprendizagem significativa, a análise de letras de músicas nacionais e internacionais - possibilitando a interdisciplinaridade, a realização de jogos e brincadeiras musicais - que favorecem a afetividade entre discente e docente e entre discentes. Para que o resultado desse trabalho pudesse efetivamente ser utilizado pelos professores, facilitando a elaboração de suas aulas, foram produzidas atividades de ensino divulgadas por meio de um site da internet, que pode ser acessado por computadores, tablets e smartphones, para que professores e estudantes possam empregar essas ferramentas didáticas, utilizando as músicas no processo de ensino aprendizagem em Química.
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Aprendizagem significativa no ensino de química : uma proposta de unidade de ensino sobre número de oxidação

Aprendizagem significativa no ensino de química : uma proposta de unidade de ensino sobre número de oxidação

Este trabalho tem o objetivo de apresentar a construção, aplicação e avaliação de uma Unidade de Ensino Potencialmente Significativa (UEPS), no componente curricular de Química, em uma turma de primeiro ano do Ensino Médio (EM), de uma escola da rede estadual de ensino de Caxias do Sul. A pesquisa tem como fundamento a Teoria da Aprendizagem Significativa de Ausubel. A seleção do conteúdo Número de Oxidação (NOX) foi feita observando-se o plano de estudos da escola, sendo esta uma das unidades trabalhadas na série mencionada. A escolha da série foi em função de que, das três séries do Ensino Médio, é a que apresenta o maior índice de reprovação, sinalizando, portanto, maior dificuldade de aprendizagem. A escolha do tema, Número de Oxidação, foi feita para propor uma forma de trabalhar esse assunto de modo contextualizado e com recursos diversificados, levando em conta que, de acordo com Neto e Colaboradores (2008), uma das principais razões para o fato de que estudantes têm grande dificuldade de aprender Química ocorre porque, na maioria das vezes, os conteúdos são trabalhados sem contextualização e uso de recursos diversificados. Analisando esse contexto, foi proposta e aplicada uma UEPS envolvendo uma abordagem iniciada com questionários e textos com atividades de sondagem; após foi realizada a apresentação do tema e a problematização com o uso de recursos visuais; a resolução de atividades que envolvem situações-problema foram desenvolvidas com o uso de um material didático, criado pela regente de classe para esta unidade e, por fim, aplicada avaliação somativa. Sendo assim, a análise da unidade envolveu avaliação diagnóstica e somativa, ao longo do desenvolvimento do trabalho e recolhido material descritivo dos estudantes. Como resultado da presente Unidade de Ensino, foi possível concluir que a mesma teve êxito, pois os adolescentes envolvidos, em todos os momentos, apresentaram predisposição às atividades propostas, realizando-as com motivação, o que remeteu a uma mediação produtiva por parte da docente. Além disso, no final da unidade, foi possível registrar que eles desenvolveram as habilidades esperadas quanto à construção do conhecimento de forma ativa, pois realizaram a aplicação do mesmo em outros contextos. Como produto deste trabalho, foi organizado um guia didático desta UEPS, além do recurso didático desenvolvido, que consiste em um tabuleiro para resolução das situações-problema sobre NOX. Esses materiais podem ser utilizados por outros docentes, tanto para o ensino desta unidade como para revisar, no caso das séries seguintes.
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A aprendizagem de catálise enzimática por meio de casos: proposta para o ensino de química

A aprendizagem de catálise enzimática por meio de casos: proposta para o ensino de química

A partir de tais perspectivas e características, os CI e o PR surgiram como proposta possível de intervenção nas práticas pedagógicas dentro do panorama atual do Ensino de Química, principalmente às formas de organização curricular e aos papéis exercidos pelos estudantes e educadores segundo uma perspectiva ampliada da aprendizagem enquanto algo processual e fruto da construção pessoal a respeito de um objeto a ser aprendido. Tal objeto, seja qual for sua origem ou a qual Ciência pertencer, só fará parte de uma construção significativa de aprendizagem enquanto parte da vida dos sujeitos da aprendizagem; sendo, portanto, necessário que os objetos de aprendizagem sejam emergidos do cotidiano dos estudantes. Isso porque, ao realizar uma identificação entre o objeto da aprendizagem e os fatos e ocorrências que caracterizam o cotidiano, os sujeitos podem atribuir verdadeira validade e importância ao que se espera ser compreendido.
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Aprendizagem cooperativa no ensino de química : uma proposta de abordagem em sala de aula

Aprendizagem cooperativa no ensino de química : uma proposta de abordagem em sala de aula

a aprendizagem cooperativa configura-se como um procedimento que possui uma série de técnicas altamente estruturadas psicológica e socialmente, que servem como auxílio aos estudantes no seu trabalho em grupo para a conquista de objetivos educacionais definidos. Por outro lado, a aprendizagem colaborativa é baseada em conceitos mais profundos, que englobam questões teóricas, políticas e filosóficas tais como a natureza do conhecimento como uma construção social e o papel da autoridade na sala de aula [...] os termos “cooperação” e “colaboração” designam atividades de grupo que pretendem um objetivo em comum. Apesar de suas diferenciações teóricas e práticas, ambos os conceitos derivam de dois postulados principais: de um lado, da rejeição ao autoritarismo, à condução pedagógica com motivação hierárquica, unilateral. De outro, trata-se de concretizar uma socialização não só pela aprendizagem, mas principalmente na aprendizagem. (p. 6).
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Construção de portfólio : uma proposta para a avaliação da aprendizagem no Ensino de Química na EJA

Construção de portfólio : uma proposta para a avaliação da aprendizagem no Ensino de Química na EJA

Todos nós presenciamos, em nossas vidas escolares, práticas avaliativas utilizadas basicamente a serviço do controle dos estudantes pelos professores, da classificação, ou como treinamento para exames de ingresso no ensino superior. Não é difícil perceber que esse é o entendimento reducionista e equivocado sobre avaliação disseminado nas escolas até hoje. A reflexão sobre tais práticas, trouxeram-me preocupações sobre como proceder a uma avalição mais humanizada, visando, diferentemente da forma tradicional, ao desenvolvimento dos meus alunos. Nesse sentido, a presente dissertação compreende um estudo de caso que objetiva analisar as contribuições do trabalho com registros de aula e portfólios como procedimento avaliativo que possibilite ao professor e seus alunos a avaliação do andamento de suas práticas. O trabalho que se propõe tem especificidade caracterizada por se voltar ao ensino de Química, por focar o Ensino Médio na Educação de Jovens e Adultos (EJA) e por dinâmica de análise que não se situe exclusivamente no professor, mas envolva ativamente os alunos. A metodologia de pesquisa escolhida foi Estudo de Caso, sendo realizado com estudantes de uma turma de segundo ano, outro com estudantes de uma turma de terceiro, ambos pertencentes a uma escola da rede pública do Distrito Federal, no turno noturno. A análise dos relatos feitos em grupos de discussão foi feita a partir do método documentário, o qual tem como maiores colaboradores Karl Mannheim e Ralf Bohnsack. O estudo indicou possíveis benefícios do trabalho com registros de aula e portfólios: estimula o interesse e o estudo sobre a escrita na forma culta; possibilita a autoavaliação a partir do monitoramento e reflexão contínua sobre a própria prática; configura-se como um espaço de expressão de sentimentos, vivências e interpretações do mundo; valoriza o esforço do estudante, visando sempre o seu progresso, em vez da atribuição de conceitos às suas produções. Por fim, o texto de apoio consiste em compartilhar a proposição construída sobre como proceder ao trabalho com registros de aula e portfólios, retratando experiência pessoal em um ano de atuação na EJA.
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Criação e utilização de quadrinhos como proposta de aprendizagem no ensino de química

Criação e utilização de quadrinhos como proposta de aprendizagem no ensino de química

Ainda conforme Beltran (2013) descreve, o estudo de química em sua história vem utilizando cada vez mais a história da ciência como um todo, como uma importante ferramenta na formação dos estudantes e professores. Muitas vezes também foram e ainda estão sendo utilizadas contribuições teóricas de filosofia, psicologia, sociologia e da antropologia no ensino de química, construindo desta forma interfaces entre áreas de conhecimento, utilizando-se de análises conceituais profundas, que possam construir ligações que sustentam as abordagens interdisciplinares e façam com que se consiga entender o princípio dos conteúdos e com que propósito estão a ser estudados, fazendo das ligações com outras áreas de conhecimento a mais rápida e eficaz aprendizagem.
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Experimentação no ensino noturno : uma proposta para o ensino de Química

Experimentação no ensino noturno : uma proposta para o ensino de Química

As atividades demonstrativas que eram utilizadas naquele momento da história, diante dessas recomendações e críticas, praticamente foram abolidas das escolas, no entanto, as atividades experimentais, por meio de roteiro, permanecem até os dias atuais. Muitos educadores creem que atividades experimentais por si só podem levar a aprendizagens de conceitos químicos. O método da redescoberta, uma forma de pensar as experimentações, surgiu no final dos anos 1950. Nesse caso, a atividade deveria propiciar a redescoberta das leis e dos princípios científicos que a descreviam/explicavam os fenômenos (GASPAR, 2009). Essa concepção do uso da experimentação, como auxílio da melhoria da qualidade da aprendizagem, revelou-se como um equívoco epistemológico:
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A QUÍMICA DOS COSMÉTICOS: UMA OFICINA TEMÁTICA NO ENSINO E APRENDIZAGEM DE QUÍMICA

A QUÍMICA DOS COSMÉTICOS: UMA OFICINA TEMÁTICA NO ENSINO E APRENDIZAGEM DE QUÍMICA

Diante das discussões sobre o uso de novas ferramentas voltadas para a área do ensino de Química como estratégia para a melhoria do processo de ensino-aprendizagem, o uso de oficinas temáticas torna-se uma metodologia capaz de interagir o cotidiano de vida dos alunos com os conteúdos científicos relacionados à disciplina proposta. A busca de novas metodologias e temas que fazem interação com cotidiano torna-se importante dentro deste processo, pois facilita o desenvolvimento de competências e habilidades de forma significativa promovendo a interação entre docentes, discentes e o cotidiano, além de fugir de uma formação fragmentada fundamentada na Pedagogia Tradicional.
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A QUÍMICA DOS COSMÉTICOS: UMA PROPOSTA ALTERNATIVA PARA O ENSINO DE QUÍMICA

A QUÍMICA DOS COSMÉTICOS: UMA PROPOSTA ALTERNATIVA PARA O ENSINO DE QUÍMICA

A abordagem sobre o tema cosméticos teve a proposta de aproximar, relacionar e discutir a importância que o mesmo exerce sobre a sociedade atualmente e, dessa forma, poder trabalhar os conceitos químicos envolvidos. Nesse caso, foi possível aproximar o conhecimento químico, e especificamente o conteúdo de Química Orgânica, com o cotidiano envolvendo os cosméticos em geral. Todas as atividades foram realizadas com intuito de proporcionar aos alunos uma metodologia de ensino diferente, inovando e tornando o ensino de química mais dinâmico, proporcionando uma aprendizagem significativa aos alunos.
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Perfumes: uma proposta de contextualização para o ensino de Química

Perfumes: uma proposta de contextualização para o ensino de Química

A prática proposta contribui para a aplicação de uma aula problematizada que pode trazer para os alunos uma série de questionamentos e a consequente busca por respostas. Diversas são as possibilidade de abordagem dos conceitos químicos, neste trabalho apresentamos uma proposta de trabalho que reforçar a aprendizagem, facilitar o entendimento dos conceitos e inicia o manuseio de vidraria de laboratório.

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A energia e suas implicações no ensino-aprendizagem da química

A energia e suas implicações no ensino-aprendizagem da química

Neste capítulo apresentaremos as bases teóricas da termodinâmica química e do conceito de energia em meio ao conteúdo químico utilizada em uma das atividades propostas nesta tese (ciclo de estudos), sinalizando as inter-relações entre os conceitos da química geral e o conceito de energia. A intenção é que os itens deste capítulo possam auxiliar – especialmente aos alunos de graduação na disciplina de Química Geral – no reconhecimento dos aspectos que envolvem um dado fenômeno e a relação da energia com conceitos fundamentais da Química Geral, usando linguagem um pouco diferente do restante da tese. Esta é uma proposta única na área de Química, tendo em vista que procura unificar e/ou interligar os conceitos na área Química Geral, cujo ensino - tanto a nível médio como superior - tem se apresentado bastante fragmentado, sendo uma das causas da falta de abstração por parte dos alunos, o que é necessário nessa ciência que usa de teorias para explicar o mundo microscópico.
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A prática de leitura no ensino de química: uma proposta pedagógica de ensino

A prática de leitura no ensino de química: uma proposta pedagógica de ensino

O ensino de química visa contribuir para a formação da cidadania, uma vez que os conteúdos ensinados nesta disciplina estão relacionados com o meio ambiente, com a saúde, com uma melhor qualidade de vida, de modo que o aluno se torna consciente do que é melhor para si e para a sociedade. A leitura é muito importante para o ensino de ciências, principalmente para a disciplina de Química, uma vez que tem como um dos seus objetivos a formação do cidadão crítico e capaz de transformar a realidade em que vive. Porém, ainda hoje, se verifica que na disciplina de Química há predominância de um ensino que recorre, preferencialmente, à memorização e aplicação de fórmulas, desvalorizando a leitura e interpretação dos textos. Desse modo, a pesquisa em desenvolvimento tem como objetivo analisar se a utilização de textos contextualizados impressos estimula a leitura e se estes influenciam na melhoria da compreensão dos conceitos de química. Para a solidificação deste estudo foi desenvolvida uma pesquisa de campo em uma escola de Ensino Fundamental e Médio na cidade de Fortaleza/CE, com 30 alunos do 2º ano do Ensino Médio, turno da tarde, sendo 17 alunos da turma B e 13 da turma C. Foram realizadas dez oficinas de leitura, fazendo uso de textos envolvendo o conteúdo de ácidos. Os instrumentos utilizados foram dois questionários, além de observações e anotações no diário de campo. Os resultados mostram que 52,94% de B e 38,46% de C apresentaram um índice de aprendizagem melhor, enquanto 23,53% e de B e 23,08% de C, respectivamente, mantiveram a mesma nota, e 23,53% de B e 38,46% de C tiveram resultado inferior. Ao comparar as análises percebe-se que houve uma pequena melhora na aprendizagem quando se considera a turma como um todo, entretanto, é necessário investigar o que houve com os alunos que apresentaram um resultado inferior do esperado. Em geral, os alunos gostaram das oficinas. As considerações finais mostram que o ato de ensinar precisa ser reavaliado e reaprendido e se faz necessário implantar diferentes ações em sala de aula na disciplina de Química, especialmente em prática de leitura. Os textos contextualizados devem decisivamente fazer parte das estratégias de aprendizagem complementando mais um tipo de recurso a ser utilizado. É necessário saber usá-lo de modo a favorecer a aprendizagem significativa.
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O Encanto da música no ensino de Química

O Encanto da música no ensino de Química

Neste trabalho apresentamos como proposta de ação pedagógica a aplicação de músicas como recurso didático inovador que se apresenta com a finalidade de desenvolver nos alunos maior desempenho na apropriação dos conceitos teóricos e práticos da Química, minimizando as dificuldades relacionais dessa disciplina e a desmotivação frequente que permeia as aulas. O estudo foi motivado pela práxis em salas de aula, pelo desejo de experienciar uma satisfação profissional e contribuir para que os alunos sintam-se motivados a aprender os conteúdos curriculares de Química de maneira diferente da convencional. O pesquisador estava em campo aplicando várias músicas e coletando dados através de observações, questionários pré e pós-teste, e registros frequentes. A pesquisa se caracteriza como qualitativa, pois “A pesquisa qualitativa tem o ambiente natural como fonte direta de dados e o pesquisador com instrumento fundamental”. A investigação aconteceu na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Dr. Francisco de Albuquerque Montenegro na cidade de NATUBA - PB e teve como sujeitos, alunos de duas turmas de primeiro ano do ensino médio. Foi aplicado inicialmente um questionário para sondagem sobre o aprendizado de Química, em seguida, houve a aplicação das músicas durante várias aulas e depois um novo questionário que juntamente com as observações e anotações serviram como instrumentos de coletas de dados. A análise de sondagem revelou que: a maioria dos alunos gosta de Química, mas tem dificuldade na aprendizagem dos conteúdos e não acreditam ser possível aprender a referida disciplina utilizando músicas. E podem-se enumerar como principais resultados após a inserção das músicas: uma maior interação aluno-professor, facilitação na compreensão dos conteúdos, maior interesse pela disciplina gerado pelo dinamismo e diversificação das aulas, a percepção de que o recurso pode ser um método simples e de fácil aplicação para qualquer disciplina.
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Educação do campo e a etnomatemática: uma proposta pedagógica de ensino e aprendizagem da música

Educação do campo e a etnomatemática: uma proposta pedagógica de ensino e aprendizagem da música

Na sociedade, a criação da linguagem surgiu da necessidade em estabelecer comunicação entre membros de grupos, através de gestos, sons, símbolos, etc., proporcionando cada vez mais avanços significativos (ARANHA, 2006). Os símbolos eram formados por desenhos e representações numéricas, permitindo a contabilidade e/ou tabulação do manejo das caças e objetos, além disso essa atividade originou os primeiros registros históricos, mais tarde através da escrita. Esse marco, foi o ponto de partida para a criação da Matemática. Mais tarde, durante o período dos pitagóricos, por volta do século V a.C, a Matemática destacou se não somente na aplicabilidade rotineira, mas tornou se peça fundamental no desenvolvimento de cálculos complexos (TRESSINO; MALAQUIAS, 2014). Ainda nesse período, há registros que relatam a curiosidade de Pitágoras, em reproduzir sons usando a lógica de cálculos matemáticos. Certa vez ouviu batidas de marretas, ao passar por uma oficina, e então dessa observação desenvolveu intencionalmente o monocórdio (instrumento de uma corda), com objetivo de testar variações na sonoridade, de acordo com o comprimento fracionário da corda (VAZ; PINHO, 2011). Fruto desse experimento, nascia a música, com identidade e representatividade própria, mas sustentada pela ferramenta essencial, a Matemática (GUIMARÃES; ABREU, 2015).
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INTEGRANDO AMBIENTES DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA WEB COM XML

INTEGRANDO AMBIENTES DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA WEB COM XML

A implementação utilizando SAX, que trata o arquivo XML como uma cadeia de palavras, analisadas serialmente, mostrou-se mais eficiente para a criação de uma tabela de dados, a qual pôde ser manipulada mais facilmente do que a estrutura de dados na forma de árvore gerada pelo DOM, visto que a estrutura de dados na forma de tabela foi implementada buscando-se proximidade com a estrutura dos dados presente no banco de dados do ambiente Claroline. No caso da implementação com DOM, a tradução do arquivo XML em uma estrutura dinâmica de árvore, é realizada automaticamente pela API. Apesar da representação usada pelo DOM ser mais próxima da visão hierárquica que um documento XML representa, foi necessário programar outras rotinas que analisassem essa nova estrutura de dados (árvore) e a convertesse para a estrutura reconhecida pela base de dados do AdaptWeb®. Do ponto de vista didático-pedagógico, as ferramentas de importação e exportação, criadas para os dois ambientes, contemplaram o objetivo da proposta de integração, oferecendo ao professor a possibilidade de explorar conjuntamente dois ambientes de ensino e aprendizagem para a Web que, embora ofereçam de maneira distinta um mesmo material, complementam-se em suas funcionalidades.
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Ambiente colaborativo para ensino aprendizagem de programação integrando laboratório remoto de robótica

Ambiente colaborativo para ensino aprendizagem de programação integrando laboratório remoto de robótica

Programação de computadores é uma habilidade importante que os profissionais da área de Tecnologia de Informação devem possuir. Entretanto, o estudo de programação é considerado difícil e pouco atraente para a maioria dos alunos. Apesar dos vários estudos desenvolvidos na tentativa de melhorar esta situação, ainda existe necessidade de recursos educacionais que motivem e estimulem os alunos. Esta tese tem como objetivo propor uma arquitetura modular para um ambiente dinâmico voltado ao ensino aprendizagem de programação, baseada na integração de aprendizagem colaborativa suportada por computador, robótica móvel e laboratório remoto. A arquitetura proposta possibilita a contextualização do ensino e a utilização de estratégia de planejamento, codificação e teste de soluções de problemas e pode ser aplicada na educação à distância ou de forma complementar ao ensino tradicional. Para verificar a viabilidade da arquitetura, optou-se pela construção de um protótipo, denominado de LaraPC, um ambiente virtual de aprendizagem otimizado com suporte à experimento de robótico remoto, programação colaborativa, interação síncrona entre os usuários e ferramenta para análise de problema. Para compor o LaraPC, foi desenvolvido o ambiente para programação e controle de um robô móvel que integra um laboratório remoto e uma ferramenta de programação online onde é possível realizar atividades práticas individualmente ou em grupo. Os testes empíricos e de inspeção serviram de validação experimental do trabalho. Os resultados mostram que o conjunto de soluções adotadas comprova a capacidade da arquitetura em atender aos requisitos identificados e que, embora a validação de utilização ainda não esteja completa, o sistema é um ambiente com potencial para envolver e motivar os alunos na aprendizagem de programação.
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A música no ensino fundamental inicial como proposta de instrumento para a transposição do ensino

A música no ensino fundamental inicial como proposta de instrumento para a transposição do ensino

O professor deve propiciar momentos estimulantes utilizando o lúdico como aliado na sua prática pedagógica. A observação realizada durante esta utilização permite buscar formas de alcançar o objetivo estabelecido dentro do processo de ensino e aprendizagem. O professor tem que ter bem claro que a aprendizagem significativa depende de planejamento estruturado onde todas as dimensões do desenvolvimento são levados em conta. “Por isso é que, na formação permanente dos professores, o momento fundamental é da reflexão crítica sobre a prática. É pensando criticamente a prática de hoje ou de ontem que se pode melhorar a próxima prática” (FREIRE, 1996, p.39).
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A música como apoio no processo ensino e aprendizagem

A música como apoio no processo ensino e aprendizagem

Já na idade escolar, tem contato com a música através de jogos musicais, que são realizados na educação infantil para trabalhar os sons. Aqui podemos citar o pesquisador, compositor e educador francês François Delalande (1979) quem afirma que se relacionam as atividades lúdicas infantis proposta por Jean Piaget e propõe três dimensões para a música: 1) jogo sensório-motor, ligado à exploração de sons e gestos. Jean Piaget diz que o estágio pré-verbal se configura aproximadamente nos primeiros 18 meses da criança. Nesta fase Delalande (1979) entende que é construída a noção temporal como sucessão, aqui as crianças ouvem, percebem o som, manuseiam instrumentos musicais; 2) jogo simbólico, ligado ao valor expressivo da linguagem musical. Nesta fase o jogo acompanha a construção do pensamento representativo; 3) jogo com regras proposto por Piaget está relacionado com a estruturação da linguagem musical.
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A música como ferramenta de ensino e aprendizagem em química

A música como ferramenta de ensino e aprendizagem em química

Como exigir participação dos alunos quando os próprios docentes elaboram aulas estáticas que não estimulam o questionamento e o pensamento crítico dos estudantes? Quando das vezes que estão em sala de aula (falando-se da ausência dos professores nas escolas públicas) exercem a sua profissão de transmitir o conhecimento de maneira mecânica e fria, esquecem que o aluno também possui opiniões e poderá compartilhar informações que certamente irão acrescentar na troca de aprendizagem. Ainda hoje é possível encontrar professores que agem como máquinas como comentou Piaget (1972).
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A música como apoio no processo de ensino e aprendizagem

A música como apoio no processo de ensino e aprendizagem

pesquisador, compositor e educador francês François Delalande (1979) quem afirma que se relacionam as atividades lúdicas infantis proposta por Jean Piaget e propõe três dimensões para a música: 1) jogo sensório-motor, ligado à exploração de sons e gestos. Jean Piaget diz que o estágio pré-verbal se configura aproximadamente nos primeiros 18 meses da criança. Nesta fase Delalande (1979) entende que é construída a noção temporal como sucessão, aqui as crianças ouvem, percebem o som, manuseiam instrumentos musicais; 2) jogo simbólico, ligado ao valor expressivo da linguagem musical. Nesta fase o jogo acompanha a construção do pensamento representativo; 3) jogo com regras proposto por Piaget está relacionado com a estruturação da linguagem musical.
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