Top PDF Interceptação das precipitações em floresta amazônica de terra firme.

Interceptação das precipitações em floresta amazônica de terra firme.

Interceptação das precipitações em floresta amazônica de terra firme.

Para a estimativa da perda par intercepta- c;:ao r:o ecossistema estudado observou-se os parametros referentes a precipitac;ao total, pre- cipitac;ao interna e escoam[r]

8 Ler mais

Precipitação interna e interceptação da chuva em floresta de terra firme submetida à extração seletiva de madeira na Amazônia Central.

Precipitação interna e interceptação da chuva em floresta de terra firme submetida à extração seletiva de madeira na Amazônia Central.

A distribuição das chuvas na Amazônia é bastante irregular, apresentando variabilidade espacial e temporal. As médias anuais de precipitações variam de mais de 6000 mm nas encostas dos Andes a aproximadamente 1600 mm na interface da Amazônia com o cerrado do Planalto Central Brasileiro (Salati, 1983), sendo a média geral da ordem de 2300 mm anuais (Fisch et al., 1998). Apesar da distribuição de chuvas ser assim tão variada, toda a região amazônica é essencialmente marcada por dois períodos – alto (cheia) e baixo nível das águas dos rios (vazante) – que têm um papel fundamental na região e cuja dinâmica é profundamente afetada pelo regime hidrológico. Na cidade de Manaus, a média anual de chuva no período 1911 até 1985 foi de 2107 mm; a estação chuvosa (dezembro-maio) teve precipitação média de 1546 mm (73,4 %) enquanto que a estação mais seca (junho-novembro) apresentou média de 561 mm (26,6 %) (Ribeiro, 1991). Para a região amazônica, o período de chuvas ou forte atividade convectiva é compreendido entre Novembro e Março, sendo que o período de seca é entre os meses de Maio e Setembro, sem grande atividade convectiva. Os meses de Abril e Outubro são meses de transição entre um regime e outro. A distribuição de chuva no trimestre Dezembro- Janeiro-Fevereiro apresenta uma região de precipitação alta (acima de 900 mm) situada na parte oeste e central da Amazônia e o máximo da chuva na região central da Amazônia (próximo de 5 ºS) pode estar sendo associado com à penetração de sistemas frontais da região sul, interagindo e organizando a convecção local (Fisch et al., 1998).
Mostrar mais

8 Ler mais

Estimativa do volume de madeira partindo do diâmetro da cepa em uma área explorada de floresta amazônica de terra firme

Estimativa do volume de madeira partindo do diâmetro da cepa em uma área explorada de floresta amazônica de terra firme

Alguns procedimentos de fiscalização são feitos ao se verificar atividades de desmatamento, manejo e transporte de produtos florestais. Quando constatada alguma irregularidade, os agentes lavram o auto de infração, no caso de extração ilegal de madeira procede-se a medição da área atingida, em hectare, ou mede-se (cubagem) o produto florestal no local. Contudo, para o caso de áreas onde tenha ocorrido um desmatamento ilegal e não se têm informações sobre o destino da madeira colhida, a fiscalização ainda não possui uma maneira confiável de estimar o volume de madeira que existia no local e que foi retirada pela exploração. Tal fato inviabiliza o cálculo da multa de forma precisa. Assim sendo, o objetivo do presente trabalho é desenvolver modelos matemáticos para estimativa de volume de árvores em áreas da Floresta Amazônica que foram desmatadas e que a única prova do desmatamento é a presença de tocos ou cepas provenientes das árvores colhidas.
Mostrar mais

11 Ler mais

Estimativa do volume de madeira a partir do diâmetro da cepa em uma área explorada de floresta amazônica de terra firme

Estimativa do volume de madeira a partir do diâmetro da cepa em uma área explorada de floresta amazônica de terra firme

A floresta de terra firme é caracterizada pela dominância de solos ácidos (Beltrão e Beltrão, 1990; Santos, 1996 citado por Santos et al., 2001), devido a sua formação e solos com de baixa fertilidade natural, com baixa capacidade de nutrientes essenciais disponíveis (Baena e Rodrigues, 2005). Contudo, apresenta inúmeras adaptações à pobreza de seus solos argilosos e podzólicos. A ciclagem de nutrientes tem um papel fundamental dentro desse sistema. As árvores que compõem a floresta de terra firme são capazes de se abastecer de nitratos através de bactérias fixadoras de nitrogênio, que estão ligadas às suas raízes. Além disso, uma grande variedade de fungos também simbiontes das raízes (micorrizos) recicla rapidamente o material orgânico do solo antes que esse possa ser lixiviado (Biblioteca virtual do Amazonas, 2006). A serapilheira (formada por folhas e outros detritos vegetais que caem ao solo) é reciclada rapidamente pela fauna rica de insetos, especialmente besouros, formigas e cupins (Santos et al., 2001).
Mostrar mais

74 Ler mais

Interceptação de radiação solar e distribuição espacial de área foliar em floresta de terra firme da Amazônia Central, Brasil.

Interceptação de radiação solar e distribuição espacial de área foliar em floresta de terra firme da Amazônia Central, Brasil.

Solar Radiation Interception and Spatial Leaf Area Distribution in 'Terra Firme' Forest of the Central Amazonia, Brazil. ABSTRACT — The occurrence of solar radiation in forest medium an[r]

19 Ler mais

Composição isotópica da água de chuva e da água do solo em floresta amazônica do tipo terra firme, região de Manaus.

Composição isotópica da água de chuva e da água do solo em floresta amazônica do tipo terra firme, região de Manaus.

Para a agua do igarape Tarurnii-A<;u essa variac;iio niio foi observada, indicando urna rnistura de aguas e urn arrnazenarnento pelo solo de grandes quan- tidad[r]

7 Ler mais

Vespas sociais (Hymenoptera, Vespidae, Polistinae) de floresta pluvial Amazônica de terra firme em Caxiuanã, Melgaço, Pará.

Vespas sociais (Hymenoptera, Vespidae, Polistinae) de floresta pluvial Amazônica de terra firme em Caxiuanã, Melgaço, Pará.

RESUMO. As vespas sociais são notáveis por sua organização social complexa, arquitetura elaborada dos ninhos, e por seu papel em ecossistemas terrestres como predadores de outros insetos e artrópodes. O número de inventários de vespas sociais no Brasil ainda é pequeno, assim como os esforços para padronização dos protocolos de coleta, dificultando a comparação entre os resultados obtidos. A composição e a riqueza das vespas sociais na Floresta Nacional de Caxiuanã, Melgaço, PA, foram avaliadas através de um inventário estruturado numa parcela quadrada de 25 km² de floresta de terra firme. Os métodos de coleta empregados foram a “busca ativa por indivíduos e colônias em trilhas de 1.000m” e “armadilhas de Malaise”. Foram registradas 65 espécies de vespas sociais pertencentes a 12 gêneros. Agelaia fulvofasciata (Deeger, 1773) e Angiopolybia pallens (Lepeletier, 1836) foram as espécies mais frequentes na área em ambos os métodos. Busca ativa apresentou um melhor desempenho quanto à descoberta de espécies de vespas sociais (63) do que armadilha de Malaise (26). O levantamento representou um incremento de 21 espécies à lista obtida anteriormente para Caxiuanã e de um novo registro para o estado do Pará (Polybia brunnea (Curtis, 1844)).
Mostrar mais

7 Ler mais

Estimativa de evapotranspiração de floresta amazônica de terra firme.

Estimativa de evapotranspiração de floresta amazônica de terra firme.

Acredita-se que os resultados do presen- te trabalho podem ser considerados superes- timados quando comparados com aqueles pu- blicados pelos referidos autores, mas p[r]

6 Ler mais

Composição florística e abundância de pteridófitas em três ambientes da bacia do rio Guamá, Belém, Pará, Brasil.

Composição florística e abundância de pteridófitas em três ambientes da bacia do rio Guamá, Belém, Pará, Brasil.

O ambiente de terra firme foi aquele que apresentou maior densidade de pteridófitas, com 5 mil indivíduos por hectare. O igapó também apresentou uma densidade elevada, com 4.467 indivíduos. A floresta de transição entre a terra firme e o igapó incluiu um número bem menor de indivíduos, representando apenas 20 % da densidade verificada no ambiente de terra firme. Com relação à diversidade de pteridófitas, foram registradas 12 espécies nos ambientes estudados, distribuídas em nove famílias botânicas. A transição terra firme-igapó apresentou maior riqueza específica inventariada (nove espécies, 75 % do total), seguida do igapó (oito espécies, 66,67 %) e por último, com poucas espécies, a terra firme (cinco espécies, 41,67 %). O número de famílias seguiu a mesma tendência das espécies, com o ambiente de transição incluindo mais famílias, seguido do igapó e da terra firme. A transição apresentou três espécies exclusivas ou restritas a este ambiente e o igapó duas. A terra firme não apresentou nenhuma espécie cuja distribuição seja restrita a ela, compartilhando com os outros ambientes todas as suas espécies (Tabela 1). Comparando-se as espécies encontradas neste trabalho com as 38 listadas por Rodrigues (1994) para todos os ambientes da APEG, constata-se que somente 30 % foram detectados na amostragem, não obstante a lista de Rodrigues (1994) incluir o ambiente de várzea, que não foi contemplado no presente estudo. Desta forma a listagem de fetos da APEG corresponde a 13,6 % riqueza específica total indicada por Tryon & Conant (1975) para a região amazônica.
Mostrar mais

8 Ler mais

Balanço hídrico de pequena bacia hidrográfica em floresta amazônica de terra firme

Balanço hídrico de pequena bacia hidrográfica em floresta amazônica de terra firme

A s s i m , considerando-se esses aspectos, em que se supõe que os valores da evapotrans- piração real e potencial sejam muito seme- lhantes para o local estudado ou mesmo outros cober[r]

5 Ler mais

Estudo da interceptação da água de chuva em cobertura florestal amazônica do tipo terra firme

Estudo da interceptação da água de chuva em cobertura florestal amazônica do tipo terra firme

Em estudos semelhantes, conduzidos em floresta tropical situada na Malásia, observou- se que, em função da precipitação, as perdas por interceptação atingiam valores que podiam variar[r]

5 Ler mais

EFEITO DA CONVERSÃO DE FLORESTA AMAZÔNICA DE TERRA FIRME EM PLANTAÇÃO DE PALMA DE DENDÊ (ELAEIS GUINEENSIS JACQ.) SOBRE A FAUNA DE MAMÍFEROS DE MÉDIO E GRANDE PORTE

EFEITO DA CONVERSÃO DE FLORESTA AMAZÔNICA DE TERRA FIRME EM PLANTAÇÃO DE PALMA DE DENDÊ (ELAEIS GUINEENSIS JACQ.) SOBRE A FAUNA DE MAMÍFEROS DE MÉDIO E GRANDE PORTE

Neste estudo verificamos o efeito da conversão de áreas de floresta amazônica de terra firme em plantação de palma de dendê sobre a riqueza, composição e abundância de mamíferos de médio e grande porte. Também avaliamos algumas modificações ambientais sofridas pela conversão de floresta em palma que pudessem influenciar na estrutura da comunidade de mamíferos, considerando variáveis como a abertura de dossel, a densidade de sub-bosque e a altura da serrapilheira. Os habitats de floresta e palma diferiram na abertura de dossel e na altura de serrapilheira, mas não houve influencia com relação à densidade de sub-bosque. Não houve efeito da diferença de habitats sobre a riqueza de espécies, entretanto, este efeito foi evidenciado na composição e abundância de espécies de mamíferos de médio e grande porte. As espécies mais afetadas foram as arborícolas, como os primatas e os sciurídeos e as menos afetadas parecem ser as espécies onívoras e generalistas terrestres, como algumas espécies de canídeos. A plantação de palma de dendê pode ser uma matriz permeável para grande parte da fauna de mamíferos de médio e grande porte, entretanto, a disposição dos fragmentos florestais em relação à matriz, pode influenciar nesta permeabilidade e isto deve ser levado em consideração na estratégia de plantio.
Mostrar mais

40 Ler mais

Análise da estrutura de comunidades arbóreas de uma floresta amazônica de Terra Firme aplicada ao manejo florestal.

Análise da estrutura de comunidades arbóreas de uma floresta amazônica de Terra Firme aplicada ao manejo florestal.

As comunidades mostraram diferenças significativas entre a comparação das médias dos parâmetros estruturais analisados, corroborando com o resultado da análise de agrupamento. A presença de espécies comuns às comunidades confirma a estratégia da empresa em selecionar áreas relativamente homogêneas, do ponto de vista operacional, para fins de manejo. No entanto, do ponto de vista ecológico, as diferenças encontradas permitem caracterizar grupos de organismos coexistindo, expressando o caráter social das comunidades estudadas. Para Muniz et al. (1994), as espécies arbóreas que compõem a flora amazônica, coexistem em comunidades devido a uma similaridade aparente de exigências ecológicas, explicando com isso, o grande número de espécies comuns encontradas entre as comunidades.
Mostrar mais

10 Ler mais

Subdivisão fitogeográfica, tipos de vegetação, conservação e inventário florístico da floresta amazônica

Subdivisão fitogeográfica, tipos de vegetação, conservação e inventário florístico da floresta amazônica

Os principais tipos de vegetação que aí ocorrem são : Floresta de terra firme; Flores- ta de várzea; Floresta de igapó; Manguezais; Campos de várzea; Campos de terra firme; Campinas; [r]

28 Ler mais

DO CONCEITO DE FERTILIDADE AO DE SUSTENTABILIDADE

DO CONCEITO DE FERTILIDADE AO DE SUSTENTABILIDADE

As alterações no meio físico e socio-econômico permitindo o sucesso de alguns produtores em suas trajetórias é interpretada como um processo de acumulação quando a nosso ver ela não passa de estratégias de monetarização do trabalho de uma categoria que prioriza o elemento criação bovina em sacrifício da unidade diversificada, trocando a segurança que poderia dali advir por uma liquidez, ou construção de uma renda, uma vez que não se processa a partir da expropriação de mais valia, e sim de entesouramento a partir do trabalho. Se pensamos em acumulação como o processo de reprodução simples descrito por Marx, em que entram combinados como inputs os meios de produção (terra, trabalho e capital) e saem como resultados os mesmos entrantes acrescidos de um excedente que pode ser reaplicado em um segundo momento, reproduzindo novos meios e um novo excedente, não é isso o que tem se passado entre os agricultores na Amazônia. O meio terra se degrada de tal maneira que o que se consegue no final são produtos em que o desgaste teria que ser reposto em níveis que a reprodução encarece a tal ponto que o excedente não é capaz de
Mostrar mais

19 Ler mais

PONTO DE MEMÓRIA DA TERRA FIRME: UM MUSEU COMU- NITÁRIO NA PERIFERIA AMAZÔNICA Resumo

PONTO DE MEMÓRIA DA TERRA FIRME: UM MUSEU COMU- NITÁRIO NA PERIFERIA AMAZÔNICA Resumo

so Malcher. No fim, retornamos para a Escola Mário Barbosa para compar- tilharmos as percepções durante o ro- teiro. Consideramos a atividade como desafio enorme, pois o grupo era for- mado por jovens estudantes que pouco desenvolvem atividades para além das salas de aula, portanto, identificamos que os alunos muito dispersos demora- ram um tempo significativo para com- preender a importância da atividade. No entanto, ao retornamos para o lo- cal da oficina nos propomos a ouvir o que os participantes sentiram ao lon- go do percurso e o que essa atividade contribuiu para o entendimento do que é o bairro da Terra Firme. Assim, no primeiro momento, os jovens re- lataram como a atividade provoca um novo olhar sobre o cotidiano do bairro e como as relações se constroem nos diferentes espaços que compõem o lugar. Falaram de identidade e cultura com a sensibilidade de identificar de que forma o que o foi visto e vivido pode representar processos culturais que resultam nas suas identidades in- dividuais e coletivas. Como exemplo, relataram a atitude da menina Thaís, aluna da Escola Mário Barbosa, com a vendedora de farinha no Mercado Horto Municipal.
Mostrar mais

27 Ler mais

Flebotomíneos (Díptera: Psychodidae) de uma Floresta Primária de Terra Firme da Estação Experimental de Silvicultura Tropical, Estado do Amazonas, Brasil.

Flebotomíneos (Díptera: Psychodidae) de uma Floresta Primária de Terra Firme da Estação Experimental de Silvicultura Tropical, Estado do Amazonas, Brasil.

No Equador, em área endêmica na floresta primária e secundária, a mais importante espécie antropofílica L. gomezi tem sido considerada um suposto vetor de leishmaniose. Segundo Mendonza-León et al. (1997) as espécies Leishmania ( Viannia ) colombiensis Kreutzer, Corredor, Grimaldi, Grol, Rowton, Young, Morales, McMahon- Pratt, Guzman & Tesh, 1991 e L. ( V ) panamensis Lainson & Shaw, 1978, são veiculadas por L. gomezi. Ainda, segundo Christensen et al. (1983) no Panamá e Young & Rogers (1984) no Equador, a L. gomezi pode também transmitir a L. braziliensis.

14 Ler mais

Show all 10000 documents...

temas relacionados