Top PDF Introdução à teoria da cor

Introdução à teoria da cor

Introdução à teoria da cor

Como o leitor terá o prazer de descobrir nas próxi- mas páginas, o tema complexo da relação entre natureza e cultura é o verdadeiro pano de fundo deste livro. Fruto de muitos anos de pesquisa, Introdução à Teoria da Cor aborda o fenômeno cromático por meio de uma articula- ção cuidadosa entre diferentes campos de conhecimento, da física newtoniana à pintura de Kandinsky. Em certa medida, o caráter abrangente dessa abordagem reflete a formação plural de sua autora. Pesquisadora criteriosa com doutorado na área, professora de teoria da cor nos cursos de design e pintora de ofício, Luciana Martha Silveira per- corre com desenvoltura os diversos meandros do mundo das cores.
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Introdução à teoria da cor

Introdução à teoria da cor

dos organismos vivos. Dos raios gama às ondas de rádio, o registro da luz visível, de onde derivam nossas sensações de cor, corresponde a uma faixa muito pequena do espec- tro mais amplo das radiações eletromagnéticas. É uma informação intimidante, e não admira que os românticos tenham associado o sentimento do sublime justamente à pequenez humana diante da infinitude da natureza. Para Luciana, contudo, as disciplinas visuais têm algo a aprender com as ciências naturais. Com as experiências da física, descobrimos que as cores-luz primárias diferem daquelas das cores-pigmento, e que estas, por sua vez, podem ser opacas ou transparentes. Na prática, isso sig- nifica que a fusão das cores primárias varia conforme o meio considerado, e que as misturas cromáticas virtuais de um webdesigner, por exemplo, diferem substancialmente daquelas realizadas por um pintor em sua paleta ou por um impressor em sua gráfica. Além disso, é da ciência da colorimetria que derivam os sistemas cromáticos utiliza- dos pela própria indústria, como nos casos derivados do fabuloso sólido de Albert Munsell, que sistematizou a cor em três variáveis: o matiz, a saturação e a iluminação.
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NIM: UMA INTRODUÇÃO A TEORIA DOS JOGOS COMBINATÓRIOS

NIM: UMA INTRODUÇÃO A TEORIA DOS JOGOS COMBINATÓRIOS

O jogo combinat´orio Hackenbush (ou Desmata-mata), que consiste num conjunto de segmentos de reta verticais (chamaremos de arestas) conectados uns aos outros por seus pontos das extremidades e ligados a uma reta que chamaremos de solo. ´ E importante que cada aresta esteja sempre ligada ao solo por alguma sequˆencia de arestas. As arestas ter˜ao duas cores distintas, usaremos azul e vermelha. Cada jogador em sua vez deve retirar apenas um aresta de sua cor, que foi determinada previamente, no caso Azul para L e vermelho para R. Quando um jogador retira uma aresta todas as outras arestas que estiverem ligadas a essa aresta e n˜ ao possu´ırem nenhuma liga¸c˜ao com outra aresta ligada ao solo tamb´em ser˜ao retiradas do jogo. O jogador que n˜ ao puder efetuar mais nenhuma retirada de aresta perde o jogo.
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Uma introdução à análise semiótica :  teoria-prática

Uma introdução à análise semiótica : teoria-prática

Apresentou-se a performance como a operação que transforma os estado^ que faz passar d& um estado cor\]unto a um es­ tado dlsjunto (ou, inversamente, de um estado disjunto a um estado conjunto). Ha duas formas de performance , que correspondem nos - textos a duas formas de enunciados narrativos: enunciado narrativo conjuntivo e enunciado disjuntivo. Essas duas formas de enunciado- podem estar combinadas.nas narrações. Na lenda do homem do cérebro de ouro, certo numero-de personangens de apropriam do ouro do ho - mem; eles passam de um estado disjunto a um estado conjunto. São sujeitos de estado nos enunciados narrativos conjuntivos. Inversa - mente, o homem passa de um estado conjunto a um estado disjunto, a té perder totalmente seu ouro. Na análise do texto há interesse em considerar a articulação entre os enunciados narrativos conjunti - vos e os enunciados narrativos disjuntivos, pois isso permite cap­ itar melhor as relações entre as personagens.
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Teoria Espectral de Grafos  Uma Introdução

Teoria Espectral de Grafos Uma Introdução

Na escolha do conteúdo para este Apêndice, preferimos enfocar naqueles resultados que não fazem parte dos programas das primeiras disciplinas de Álgebra Linear, mesmo nos curricu- los de cursos de Matemática. Os resultados que julgamos con- hecidos, serão mencionados apenas para referência. Quando pos- sível, fazemos a passagem da linguagem de matrizes e Álgebra Linear para o contexto da Teoria Espectral de Grafos em que o teorema será usado, mas resultados gerais da Teoria de Matrizes são apresentados em suas formulações mais abrangentes. Neste sentido, seguimos a abordagem de [31].
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Introdução à teoria da imputação objetiva

Introdução à teoria da imputação objetiva

Há necessidade da reestruturação da teoria do delito, principalmente no que diz respeito aos crimes culposos, segundo critérios político-criminais funcionalistas, através da teoria da imputação objetiva, proveniente da dogmática alemã. Isto se faz necessário, pois inserido no injusto culposo (BITTENCOURT, 2002, p. 222) há reprovabilidade da conduta mal dirigida e ausência do elemento da vontade humana, facilitando a análise causal com base na idéia do risco proibido na prática da ação, do resultado, bem como observando a fi nalidade de proteção da norma. Para analisar a possível aplicação do método funcionalista no Direito Penal Pátrio se faz necessária a análise da Teoria da Imputação Objetiva.
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Uma Introdução Sucinta à Teoria dos Grafos

Uma Introdução Sucinta à Teoria dos Grafos

Nesta breve introdução, vamos nos restringir a quatro temas intimamente re- lacionados: conjuntos estáveis, coloração de vértices, emparelhamentos e colora- ção de arestas. Muitos outros temas e problemas, podem ser encontrados nos li- vros de Bondy–Murty [BM76], Wilson [Wil79], Diestel [Die00], Bollobás [Bol98], Lovász [Lov93], Lovász–Plummer [LP86], Lucchesi [Luc79] e Biggs–Lloyd–Wilson [BLW76].

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Uma Introdução à Teoria Econômica dos Jogos

Uma Introdução à Teoria Econômica dos Jogos

No in´ıcio do s´eculo XX, apareceram v´arios artigos sobre teoria dos jogos. Ernst Zermelo, em 1913, publicou um teorema sobre o jogo de xadrez no artigo Uber eine Anwendung der Mengenlehre auf die Theorie des Schachspiels, afirmando que, em cada etapa do jogo, pelo menos um dos jogadores possui uma estrat´egia que o levar´ a a vit´ oria ou ao empate. Contudo, Zermelo n˜ ao demonstrou o teorema em seu artigo. A primeira demonstra¸c˜ao foi dada por Laszlo Kalmar. Apa- rentemente, foi Zermelo quem primeiro destacou o uso da semˆ antica de otimalidade em teoria dos jogos: “Whether one could calculate with mathematical objectivity, or even give a participant some idea of, the value of a possible position in the game, as well as of the best move in this position: information without which the player would have to eliminate both subjective and psychological guesses and the opinions of ‘the perfect player’, etc.?” ([95]).
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1. Introdução - Teoria dos Conjuntos.

1. Introdução - Teoria dos Conjuntos.

Porém, não é nosso objetivo ver uma teoria axiomática dos conjuntos. Veremos uma definição mais intuitiva de conjuntos, que forma a chamada Teoria Ingênua dos Con- juntos (naive set theory), porém daremos definições formais das operações e relações entre os conjuntos.

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Teoria da Informação - 01 - Introdução

Teoria da Informação - 01 - Introdução

Amostrador do Sinal No processo de amostragem, um sinal qualquer continuou no tempo é transformado em um sinal discreto no tempo Codificação de Fonte. Amostrador[r]

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Introdução à teoria da mente e do conhecimento

Introdução à teoria da mente e do conhecimento

A justificação destas crenças não está pronta a ser dada a quem no-la pedir. O facto de termos uma crença não significa só por si que sejamos capazes de explicitar as razões por que a temos, i.e. que sejamos capazes de a justificar. É por isso que o problema epistemológico, o problema da justificação das crenças, é um problema posterior ao estado comum a todos os humanos e a muitos animais (6) que é o estado de ter crenças. A questão (psicológica, cognitiva) das crenças, do conteúdo destas e da relação das crenças com a realidade física dos sistemas cognitivos é em grande parte tratada no âmbito da filosofia da mente. Pertencendo ou não em primeiro lugar à teoria da mente, a noção de crença é básica em teoria do conhecimento, e vai ser a partir de agora considerada como estando minimamente definida como estado mental intencional, proposição tomada como verdadeira, ou atitude proposicional.
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Introdução à teoria básica de álgebras

Introdução à teoria básica de álgebras

Nosso primeiro passo ser´a construir uma teoria b´asica sobre ´algebras com o intuito do leitor conhecer v´arios exemplos de ´algebras e com isso perceber o quanto elas estavam presentes durante o curso de Matem´atica. Desenvolveremos as noc¸˜oes de sub´algebras, homomorfismos de ´algebras, n´ucleo de homomorfismos, ideais, relac¸˜ao de equivalˆencia e por fim o teorema do homomorfismo para ´algebras.

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UMA INTRODUÇÃO AOS GRUPOS OPERATIVOS: TEORIA E TÉCNICA

UMA INTRODUÇÃO AOS GRUPOS OPERATIVOS: TEORIA E TÉCNICA

No Brasil e no mundo, atualmente são muitos os profissionais que trabalham com pequenos grupos. Ao menos entre nós, o trabalho é muito frequentemente realizado de modo empírico, sem o suporte de uma teoria de grupo. O referencial de Grupos Operativos é muito evocado, porém pouco conhecido de fato. Nos casos em que o profissional busca saber sobre essa abordagem, costuma encontrar dificuldades grandes para integrar à sua prática o conhecimento atualmente disponível nos textos em português. Este artigo representa uma estratégia para uma primeiríssima leitura introdutória sobre os Grupos Operativos. Nele, visamos um recorte sintético e funcional dos conceitos, noções e pressupostos estruturantes da teoria dos Grupos Operativos e da técnica dos Grupos operativos de Aprendizagem. Tais elementos são apresentados em suas relações com outras teorias e em especial com a perspectiva psicanalítica de grupo. Assim, introduzimos o Grupo Operativo comprometidos com seu caráter prático e destacando sua inserção histórica no ramo das teorias psicanalíticas de grupo.
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Teoria da escolha pública: uma introdução crítica

Teoria da escolha pública: uma introdução crítica

A idéia de trabalhar a Política como ciência me foi transmitida pelo Professor José Chiappin, durante a disciplina Filosofia e História da Ciência, ministrada no Departamento de filosofia da Universidade de São Paulo, e um trabalho em que ele expõe sua Metodologia da Teoria da Ciência é (CHIAPIN, 1996). Quando falamos em tratar a Política como uma ciência estamos nos referindo ao sentido em que a Física moderna é uma ciência, isto é, uma investigação que parte de um conjunto limitado de pressupostos, procurando estabelecer regras gerais para o comportamento de seus objetos e deduzir conclusões lógicas a partir daí. Como um dos pressupostos deste programa é o e que os indivíduos agem de forma determinada, isso obviamente nos levaria a uma concepção determinista da Ciência Política, o que não é de fácil aceitação. Contudo, por se tratar de uma primeira aproximação da realidade através deste quadro conceitual, acreditamos que é salutar prosseguir neste caminho, seja por fins de melhor construção do problema, seja devido às evidências empíricas de sucesso do programa nestes mais de 350 anos que nos separam de Hobbes. Atualmente novas perspectivas são consideradas, entre elas a idéia de que os indivíduos agem com certa probabilidade em vez de agirem de forma determinada. Um vade mecum para os estudos neste campo, que envolve métodos de agent-based modelling e simulações numéricas é dado em (AXELROD, 2008), AXELROD, 1997) e (AXELROD, 2005).
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Introdução a teoria geral de administração pública

Introdução a teoria geral de administração pública

nísticas, ou ciancias sociais, quan- do elas envolvem considerações éticas sôhre os fins da viela l1t1- mana. Independentemente elo uso dus vocálmlos e de suas acepções [r]

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Uma breve introdução à teoria de grupos

Uma breve introdução à teoria de grupos

No primeiro cap´ıtulo, tratamos das permutac¸˜oes. Nosso interesse n˜ao foi fazer grande aprofundamento te´orico, mas criar uma motivac¸˜ao para o estudo a partir da qual seja natural compreendˆe-las como func¸˜oes bijetivas de um conjunto em si mesmo. Isso porque, o contato com permutac¸˜oes durante o curso do Ensino M´edio ´e essencialmente de quantific´a-las, no sen- tido de contar quantas s˜ao as permutac¸˜oes dos elementos de um determinado conjunto finito. Como as func¸˜oes bijetivas de um conjunto em si pr´oprio tem algumas propriedades como a invertibilidade, a composic¸˜ao associativa e a existˆencia da func¸˜ao identidade, podemos estender essas propriedades `as permutac¸˜oes e elas nos direcionam para o estudo da Teoria de Grupos.
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Introdução à teoria económica : livro de exercícios

Introdução à teoria económica : livro de exercícios

E se o leitor não é economista nem o pretende ser? Não escondemos, caro leitor, que caso se encontre nesta situação, esta não é a forma mais fácil de tomar contacto com a teoria económica, especialmente se possui uma formação matemática abaixo do correspondente ao 12º ano do ensino secundário. No entanto, para todos aqueles em que a formação matemática cumpre ou excede este mínimo e se interessam, ou necessitam de lidar com questões económicas nos seus estudos ou vida profissional (engenheiros, arquitectos, matemáticos, etc.) talvez encontrem aqui uma ponte de comunicação que, ao invés de dificultar a apreensão das matérias, lhe permite ler com mais facilidade estas "coisas dos economistas".
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Introdução à Teoria dos Autômatos – Autômato de Pilha

Introdução à Teoria dos Autômatos – Autômato de Pilha

• Se existir transição de saída a partir de todos os estados para cada símbolo do alfabeto de entrada e não houver mais de uma transição de saída para o mesmo símbolo a partir de algu[r]

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INTRODUÇÃO À TEORIA GERAL DO DIREITO TRIBUTÁRIO

INTRODUÇÃO À TEORIA GERAL DO DIREITO TRIBUTÁRIO

Pois bem, ao estudar o Direito Positivo, é possí- vel ao cientista concluir que, surgindo das inúmeras formulações ver- bais que expressam o Direito, projetam-se normas, facultando, obr[r]

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