Top PDF Invasão de fragmentos florestais por espécies oportunistas de Drosophila (Diptera, Drosophilidae).

Invasão de fragmentos florestais por espécies oportunistas de Drosophila (Diptera, Drosophilidae).

Invasão de fragmentos florestais por espécies oportunistas de Drosophila (Diptera, Drosophilidae).

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FLORÍSTICA DA COMUNIDADE ARBÓREO - ARBUSTIVA DE UM FRAGMENTO FLORESTAL URBANO - BOSQUE MUNICIPAL RANGEL PIETRARÓIA, MARÍLIA, SPMELO, Augusto Gabriel Claro de; CARVALHO, Douglas Antonio de; CASTRO, Gislene Carvalho de; MACHADO, Evandro Luiz Mendona.

FLORÍSTICA DA COMUNIDADE ARBÓREO - ARBUSTIVA DE UM FRAGMENTO FLORESTAL URBANO - BOSQUE MUNICIPAL RANGEL PIETRARÓIA, MARÍLIA, SPMELO, Augusto Gabriel Claro de; CARVALHO, Douglas Antonio de; CASTRO, Gislene Carvalho de; MACHADO, Evandro Luiz Mendona.

Os remanescentes florestais que resistiram ao processo de urbanização permanecendo no interior das cidades sendo rodeados pelas construções, são denominados fragmentos florestais urbanos. Geralmente estes fragmentos encontram-se no interior de parques e bosques, dotados de infra-estrutura e utilizados como áreas de lazer. Eles são de grande importância em uma cidade, trazendo benefícios ecológicos, sociais e econômicos, tais como: melhoria do clima e do ciclo hidrológico, proteção do solo, lazer, embelezamento da cidade, geração de empregos, são representantes da flora regional nativa e permitem a conservação de espécies (Nogueira & Gonçalves, 2002). O aproveitamento desses fragmentos como áreas de lazer minimiza a ação de alguns fatores de perturbação, como incêndios, extração seletiva e invasão por animais domésticos (bovinos, equinos). No entanto, essas áreas sofrem várias ameaças, como por exemplo, as medidas de manejo inadequadas, o isolamento acentuado, devido à matriz urbana, (Santin, 1999 apud Cielo- Filho & Santin, 2002) e a invasão de espécies vegetais exóticas, devido o plantio
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INVASÃO BIOLÓGICA POR Hovenia dulcis THUNB. EM FRAGMENTOS FLORESTAIS NA REGIÃO DO ALTO URUGUAI, BRASIL1.

INVASÃO BIOLÓGICA POR Hovenia dulcis THUNB. EM FRAGMENTOS FLORESTAIS NA REGIÃO DO ALTO URUGUAI, BRASIL1.

A Análise de Espécies Indicadoras confirmou os padrões observados na NMDS, pois H. dulcis foi classificada como indicadora de estágio sucessional intermediário, assim como Schinus terebinthifolius, Cordia americana (L.) Gottschling & J.S. Mill., Sapium glandulosum (L.) Morong, entre outras (Tabela 1). No entanto, como indicadora de estágio sucessional avançado, foi possível observar outra Lauraceae, Nectandra megapotamica (Spreng.) Mez e algumas Myrtaceae, como Calyptranthes tricona D. Legrand. Ao analisar as parcelas de acordo com a presença ou ausência de H. dulcis (contaminada e não contaminada), observou-se que, apesar de não haver diferença significativa da riqueza determinada pela rarefação, a área contaminada apresentou menor diversidade e maior dominância ecológica (Tabela 2). O c-score indicou, para a área não contaminada por H. dulcis, um padrão de segregação das espécies, o que demonstra que a distribuição delas nessa área ocorre na forma de mosaico. Para a área contaminada, o padrão foi aleatório, indicando comunidade não estruturada. Observou-se, também, diferença significativa no índice c-score entre a área contaminada e não contaminada (variância observada maior do que a estimada pelo modelo nulo, p = 0,057), com a existência de maior estruturação, a partir da maior segregação das espécies, no setor não contaminado.
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Invasão por espécies arbóreas exóticas em remanescentes florestais no Planalto Sul Catarinense.

Invasão por espécies arbóreas exóticas em remanescentes florestais no Planalto Sul Catarinense.

Em cada fragmento, foram alocadas cinco transeções de 20 m de largura e 100 m de comprimento, perpendiculares à borda da floresta, com distância mínima de 100 m entre si. Cada transecção foi dividida em cinco parcelas de 20 x 20 m, totalizando 25 parcelas de 400 m² por fragmento. Essas parcelas possuíam diferentes distâncias da borda, e cada fragmento tinha cinco parcelas em contato com a borda e cinco em cada uma das distâncias da borda: 20 m, 40 m, 60 m e 80 m. Os indivíduos arbóreos vivos que apresentaram diâmetro à altura do peito (DAP) medido a 1,30 m do solo, > 5,0 cm, foram amostrados nessas parcelas e considerados adultos. Estes foram identificados com plaquetas, sendo registrada a identificação botânica da espécie (classificados segundo o sistema APG III, 2009) e mensurados seus DAPs. Para avaliação do estrato regenerante (indivíduos pertencentes a espécies arbóreas com DAP < 5 cm e altura < 10 cm), cada parcela foi subdivida em subparcelas com área variável de acordo com a classe de tamanho da planta, seguindo-se metodologia adaptada de Volpato (1994): i) Classe 1, plantas com altura entre 10 cm e 1 m, avaliadas em 5 m²; ii) Classe 2, plantas com altura entre 1 e 3 m, avaliadas em 10 m²; e iii) Classe 3, plantas com altura > que 3 m e DAP < que 5 cm, avaliadas em 20 m². Os indivíduos nas subparcelas foram identificados e tiveram sua classe de altura registrada. A comparação da riqueza entre os estratos adulto e regenerante nos dois fragmentos foi realizada por meio da técnica de rarefação, com 1.000 permutações, padronizando a amostragem em função do número de indivíduos na regeneração natural. A suficiência amostral para determinar a riqueza de espécies inventariadas em cada fragmento e em cada estrato (adulto e regenerante) foi determinada pela análise da curva de acumulação de espécies, construída pelo método de aleatorização, com 1.000 permutações. A estrutura da comunidade arbórea adulta foi descrita a partir das estimativas para cada espécie e dos Índices de Valor de Importância (IVI), calculados segundo Mueller- Dombois e Ellemberg (1974) pela média das densidades, frequências e dominâncias relativas. A estrutura da comunidade arbórea regenerante foi estimada pelos Índices de Regeneração Natural (IRN) das espécies, calculados por meio das médias dos valores de frequência e densidade relativa.
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Diversidade de anfíbios anuros e lagartos de serapilheira em uma paisagem fragmentada...

Diversidade de anfíbios anuros e lagartos de serapilheira em uma paisagem fragmentada...

2009). Outros estudos tamb„m encontraram respostas positivas em rela•‚o † sensibilidade dessa taxocenose † fragmenta•‚o (SARRE et al., 1995; SMITH et al., 1996; DRISCOLL, 2004; BELL; DONNELLY, 2006); por outro lado, em trabalhos realizados no nordeste da Floresta Atl‡ntica, onde a paisagem possui uma grande ‰rea de vegeta•‚o remanescente (49%) e matriz perme‰vel, diminuindo o isolamento entre os fragmentos, as respostas foram negativas (DIXO, 2001; SILVANO et al., 2003). Al„m disso, as esp„cies caracterizadas pelo pequeno tamanho corporal devem ter mobilidade baixa e pouca exig…ncia em rela•‚o ao tamanho dos fragmentos, sobrevivendo em fragmentos de diferentes tamanhos (DIXO; VERDADE, 2006; DIXO; METZGER, 2009). Com exce•‚o de E. iheringii, as esp„cies registradas apresentaram baixa abund‡ncia nos locais amostrados, o que pode indicar uma incapacidade de ocupa•‚o ou de recoloniza•‚o de remanescentes isolados. Isso sugere uma distribui•‚o bastante irregular, que pode estar relacionada a fatores especˆficos dos locais, como a estrutura do habitat, mas o baixo n•mero de indivˆduos dificultou as an‰lises. Como encontrado por NALLY; BROWN (2001), na Austr‰lia, mesmo grandes “blocos” de floresta (>10.000 ha) podem n‚o oferecer o ref•gio exigido pelos r„pteis, e, como se sabe relativamente pouco ou quase nada sobre as exig…ncias ecolŒgicas da maioria das esp„cies, s‚o necess‰rios trabalhos mais pormenorizados para subsidiar um melhor planejamento conservacionista.
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Caracterização genética de populações de Caryocar brasiliense Cambess. e Jatropha curcas L., espécies potenciais na produção de biodiesel

Caracterização genética de populações de Caryocar brasiliense Cambess. e Jatropha curcas L., espécies potenciais na produção de biodiesel

A espécie Caryocar brasiliense, conhecida vulgarmente como pequi, é palavra de origem indígena que significa “casca espinhenta”, devido à característica de seu endocarpo (HERINGER, 1969). Apresenta outros nomes comuns como pequi (MT), piquiá-bravo, pequi (MG, SP), amêndoa-de-espinho, grão-de-cavalo, pequiá, pequiá-pedra, pequerim, suari, piquiá (LORENZI, 2002). A espécie pertence à família Caryocaraceae a qual possui apenas dois gêneros: Caryocar L. e Anthodiscus G. Mey. O gênero Caryocar possui dezesseis espécies, das quais doze ocorrem em território brasileiro. No Cerrado brasileiro são encontradas três espécies: C. brasiliense Camb., C. coriaceum Wittm e C. cuneatum Wittm. Contudo, em função de sua maior ocorrência, a primeira espécie é considerada a mais importante do ponto de vista socioeconômico, sendo as outras duas restritas a algumas áreas dessa região (BARRADAS, 1972).
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TRANSFORMAÇÃO GENÉTICA EM ESPÉCIES FLORESTAIS

TRANSFORMAÇÃO GENÉTICA EM ESPÉCIES FLORESTAIS

A lignina é um complexo biopolímero fenólico resultante da polimerização dos alcoóis hidroxicinamílico p-coumarílico, coniferílico e sinapílico também chamados de monolignóis, os quais formam respectivamente as subunidades hidroxifenil (H), guaiacil (G) e sinapil (S) que compõem a lignina (Boudet et al., 1995; Whetten et al., 1998). A ocorrência de lignina tem sido observada em algas, musgos e, especialmente em gimnospermas e angiospermas onde foi mais estudada em razão da importância econômica de numerosas árvores (Lewis e Yamamoto, 1990). A lignina é detectada em maior quantidade na parede secundária de células, sobretudo das fibras, vasos e traqueídeos do xilema, dotando-os de rigidez, suporte mecânico e impermeabilidade, permitindo o transporte de água e solutos. Ocorre também, em menor quantidade, no periderma associado à suberina onde age como uma barreira contra patógenos. A composição da lignina varia significativamente entre espécies, dentro da espécie e também na mesma planta, pois há variações de célula para célula de acordo com a localização da parede celular, conforme o estágio de desenvolvimento da célula e do tecido, e ainda com a influência de estresses ambientais (Campbell e Sederoff, 1996).
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Fatores edáficos influenciando na estrutura de fitofisionomias do cerrado

Fatores edáficos influenciando na estrutura de fitofisionomias do cerrado

O solo das sete fitofisionomias analisadas apresentam-se moderadamente ácidos (EMBRAPA 1999) com pH variando, na camada de 0 a 10 cm de profundidade, entre 5,42 e 6,06 (Tabela 1). O solo sob mata semidecídua e cerradão mesotrófico é menos ácido do que sob as demais fitofisionomias, nas três profundidades analisadas. A disponibilidade de nutrientes no solo, na camada superficial de 0 a 10 cm de profundidade, distingue as fitofisionomias em dois grupos, um formado pela mata semidecídua e cerradão sobre solo mesotrófico e outro formado pelas demais fitofisionomias, sobre solo distrófico. Observou-se também que formações florestais apresentaram maior disponibilidade de nutrientes que formações savânicas e campestres. Esta maior disponibilidade de elementos na camada superficial do solo, em formações florestais, evidencia a existência da ciclagem superficial de nutrientes nestes ambientes (Rodrigues 1992). Verifica-se também um decréscimo nos teores de nutrientes da mata semidecídua para o campo sujo. Estes dados reforçam os dados de Goodland (1979), para áreas de cerrado no Triângulo Mineiro, e Lopes & Cox (1977) em várias áreas de cerrado, em que foi verificado disponibilidade de nutrientes seguindo o padrão cerradão distrófico > cerrado sensu stricto > campo cerrado > campo sujo. Os teores de Ca e Mg disponíveis são significativamente maiores nas três profundidades nas fitofisionomias sobre solo mesotrófico, mata semidecídua e cerradão mesotrófico, do que no solo nas fitofisionomias sobre solo distrófico. De 0 a 10 cm de profundidade a concentração de Ca, na mata semidecídua, foi maior que 5 cmol(+).kg -1 , no cerradão mesotrófico essa concentração foi maior que 2 cmol(+).kg -1 e nas demais fitofisionomias estes valores não chegaram a 1 cmol(+).kg -1 (Tabela 1). A maior concentração de Ca no solo das formações florestais é evidenciada na estrutura da vegetação destas fitofisionomias, pois uma vez que o Ca é um elemento estrutural, componente da parede celular (Raven et al 2001), e sua maior disponibilidade, no solo, possibilita que as espécies destes locais possam investir mais em produção de tecidos tornando-se maiores e mais robustas.
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UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS AGROVETERINÁRIAS – CAV MESTRADO EM PRODUÇÃO VEGETAL

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS AGROVETERINÁRIAS – CAV MESTRADO EM PRODUÇÃO VEGETAL

A estratificação vertical é muito importante na análise estrutural de florestas ineqüiâneas, seja para fins de estudos fitossociológicos, seja para fins de manejo florestal. A estrutura vertical expressa às faixas de altura ocupadas pelas diversas espécies que ocorrem no ambiente. A altura constitui fator importante para a estimativa do potencial madeireiro da vegetação, pois, associado ao diâmetro permite prever o potencial de volume, de biomassa arbórea que a floresta poderá proporcionar. Dentre os indicadores da estrutura vertical, três costumam ser considerados: a regeneração natural, a posição sociológica e o índice de valor de importância (IVI). Para Conceição (1990), devem ser analisados pelo menos três estratos: dominante, mediano e sub-bosque.
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Percepção dos produtores rurais sobre práticas conservacionistas na Bacia do Córrego Guariroba, Campo Grande-MS

Percepção dos produtores rurais sobre práticas conservacionistas na Bacia do Córrego Guariroba, Campo Grande-MS

Dentre os recursos naturais necessários à vida o mais importan- te, sem dúvida, é a água. Componente indispensável da maioria dos ecossistemas, ela pode ser diretamente relacionada com a alta diver- sidade de espécies encontradas em determinadas regiões. O controle da água pode fazer fortunas, sustentar o poder de políticos e definir o desenvolvimento que uma região, país ou sociedade pode alcançar, uma vez que a água é indispensável na realização de quase todas as atividades humanas. Em nível global, o ciclo hidrológico é um dos mais importantes para a humanidade, sendo, ao mesmo tempo, um dos mais vulneráveis às perturbações antropogênicas (FERREIRA, 2002).
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Integridade Biótica de Fragmentos Florestais em Matriz Urbana

Integridade Biótica de Fragmentos Florestais em Matriz Urbana

Com exceção do fragmento 3 (Museu do Café – Fragmento 2) os demais fragmentos do campus (1, 2 e 4) apresentaram integridade regular tendo um bom desempenho nos indicadores que representam sinais de perturbação no IIB apresentando valores intermediários a altos para a estrutura do dossel (clareiras), presença de indivíduos arbóreos mortos, presença de cipós e lianas e cobertura de gramíneas exóticas. Todos os fragmentos com integridade regular no campus da USP também apresentaram uma ocupação de entorno pouco alterada quando comparada com os demais fragmentos analisados. No entanto esses fragmentos apresentam tamanhos reduzidos, podendo este justificar sua integridade regular, já que estão expostos a uma maior perturbação pela fragmentação. (METZGER, 1997; LAURENCE; VASCONCELOS, 2009; ANTUNES; BRANDÃO, 2010; MCKINLEY, 2006; VIEIRA et al., 2009; MUCHAILH et al., 2010MELLO; TOPPA; CARDOSO-LEITE, 2016).
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Distribuição, nas Unidades de Saúde, de Material Preventivo da Transmissão por Via Sexual do VIH – Normas de Orientação Clínica

Distribuição, nas Unidades de Saúde, de Material Preventivo da Transmissão por Via Sexual do VIH – Normas de Orientação Clínica

Existe evidência de que a administração regional de saúde (ARS) informa mensalmente o Programa Nacional para a Infeção VIH/SIDA sobre o número e tipo de material preventivo da transmis[r]

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EVASÃO E PERMANÊNCIA NA EJA: POR UM TRABALHO DE QUALIDADE NA GESTÃO DE UMA ESCOLA DA REDE MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE

EVASÃO E PERMANÊNCIA NA EJA: POR UM TRABALHO DE QUALIDADE NA GESTÃO DE UMA ESCOLA DA REDE MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE

Carmo (2013) afirma que a escola e as pesquisas realizadas por estudiosos da educação devem procurar entender a permanência dos alunos na escola, e não somente a evasão. Os relatos[r]

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MAPEAMENTO DE USO E COBERTURA DA TERRA E ANÁLISE DA ESTRUTURA DA PAISAGEM NA BACIA DO RIO URAIM

MAPEAMENTO DE USO E COBERTURA DA TERRA E ANÁLISE DA ESTRUTURA DA PAISAGEM NA BACIA DO RIO URAIM

Para entendimento da problemática em questão, tornam-se importantes estudos que possam subsidiar a gestão adequada e a análise da dinâmica socioambiental nas bacias hidrográficas. De tal forma, o mapeamento dos distintos tipos de uso e análise de fragmentação florestal são pontos imprescindíveis para a compreensão da dinâmica vivenciada na bacia. A análise da distribuição de classes de tamanho de fragmentos é útil para a definição de estratégias para a conservação da biodiversidade em áreas protegidas (VIANA e PINHEIRO, 1998: REIS e ALVES, 2017).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CAMPUS DE SOROCABA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CONSERVAÇÃO DA FAUNA ANDRÉ CID FERNANDES ARRUDA SANTOS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CAMPUS DE SOROCABA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CONSERVAÇÃO DA FAUNA ANDRÉ CID FERNANDES ARRUDA SANTOS

Diversos locais que foram alterados pela ação antrópica podem constituir a área de vida de vários animais; áreas de pastos entre fragmentos apresentam alguns recursos, como alimento e abrigo. Um importante recurso utilizado por animais de diversas classes são os cupinzeiros e suas cavidades escavadas principalmente por aves, como os pica-paus. O uso de cavidades por aves em cupinzeiros é, ainda, pouco estudado, apesar de poder contribuir com a conservação e manutenção de populações de aves dependentes dessas estruturas. O seguinte estudo tem como objetivo analisar e monitorar o uso de cavidades por aves em cupinzeiros em áreas de pastagem com diferentes intensidades de uso e identificar a possível seletividade de características específicas destas estruturas como local para construção de ninhos. Foram encontrados e analisados 1801 cupinzeiros, dos quais sete foram utilizados pela coruja buraqueira, Athene cunicularia, e seis pelo pica-pau do campo, Colaptes campestris. Como uso secundário, um único ninho de C. campestris foi utilizado pela corujinha-do-mato, Megascops choliba. Nenhuma das espécies apresentou seletividade com relação à altura e largura dos cupinzeiros utilizados para construir os ninhos. A proporção de cupinzeiros utilizados por A. cunicularia não diferiu entre as áreas, mas C. campestris mostrou uma preferência significativa por uma área sem a presença do gado. Como principal recomendação, indica-se que no manejo dos cupinzeiros em pastagens, aqueles com cavidades já existentes sejam mantidos para garantir o uso secundário.
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SILVICULTURA SEMINATURAL NA REGIÃO SUDOESTE DA ALEMANHA SEMINATURAL SILVICULTURE IN SOUTHWEST GERMANY

SILVICULTURA SEMINATURAL NA REGIÃO SUDOESTE DA ALEMANHA SEMINATURAL SILVICULTURE IN SOUTHWEST GERMANY

Segundo, a silvicultura seminatural precisa estar associada ao controle da população dos veados. A regeneração natural das espécies florestais principais deve ser possível sem-medidas de proteção, já que os veados são predadores importantes da vegetação jovem da floresta. No estado de Baden-Württemberg, após muitos períodos de caça, hoje são encontradas densidades baixas de veados (VON TEUFFEL, 1995, comunicação oral). Em algumas regiões a regeneração natural de Fagus sylvatica, mesmo de Abies alba e Quercus robur (Quercus petraea), sem-medidas de proteção já não são mais um problema sério.
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O estoque de carbono na vegetação e no solo de fragmentos florestais em paisagens...

O estoque de carbono na vegetação e no solo de fragmentos florestais em paisagens...

30 Os resultados da meta-análise realizada por Don et al. (2011) revelam que, nas regiões tropicais, as florestas secundárias estocam menos carbono no solo do que florestas primárias e que a diferença ocorre principalmente nos primeiros 10 cm de profundidade do solo. As florestas antigas não passaram por distúrbios no solo e o estoque de carbono é resultado de uma contínua e longa deposição de matéria orgânica sobre o solo. Os fragmentos que estudamos, embora tenham diferentes idades, são fragmentos de florestas secundárias que estão sujeitos a perturbação antrópica intensa (Romitelli, 2014), ou mesmo, fragmentos que estão em processo de regeneração há pouco tempo (< 60 anos). A diferença esperada com a idade seria devido ao tempo de deposição e acúmulo de matéria orgânica no solo, mas, apesar dos níveis de carbono no solo aumentarem desde os primeiros anos da regeneração (Nogueira et al., 2011), essas mudanças podem não ocorrer em curto prazo (Coutinho et al., 2010). Desta forma, um longo período de tempo pode ser necessário até que o
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AVES COMO BIOMONITORAS DA QUALIDADE AMBIENTAL EM FRAGMENTOS FLORESTAIS DO CERRADO Camilla Queiroz Baesse

AVES COMO BIOMONITORAS DA QUALIDADE AMBIENTAL EM FRAGMENTOS FLORESTAIS DO CERRADO Camilla Queiroz Baesse

não vivem em grupo apresentam menores chances de adquirir e acumular ectoparasitos devido à menor proximidade e número de contatos físicos entre os indivíduos (Poulin 1991). Algumas espécies de carrapatos são consideradas parasitos ocasionais, pois utilizam as aves somente como hospedeiros de transporte (Storni et al. 2005; Tolesano- Pascoli 2005; Lobato 2007; Tolesano-Pascoli et al. 2010), o que pode diminuir as chances de captura de um indivíduo parasitado. A frequência de indivíduos com ectoparasitos pode estar associada: ao comportamento de retirada de carrapatos pelo bico (Marini et al. 1996); as diferentes estratégias de forrageamento (Soares, Anjos 1999), pois aves que exploram estratos e substratos de forrageamento mais amplos podem estar mais susceptíveis às formas infestantes dos ectoparasitos; a redução da abundância durante a estação de muda das penas (Enout et al. 2009), a presença de endoparasitos que podem alterar a fisiologia do hospedeiro diminuindo a energia destinada aos processos fisiológicos, pois é necessário aumentar as respostas do sistema imunológico (Lobato 2007; Machado-Filho et al. 2010); ou ainda uma variação esporádica na abundância dos ectoparasitos.
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Diversity of species and density of stingless bee social nests (Hymenoptera, Apidae, Meliponinae) in terra firme forest in central Amazônia.

Diversity of species and density of stingless bee social nests (Hymenoptera, Apidae, Meliponinae) in terra firme forest in central Amazônia.

Na mata contínua foram coletadas 37 espécies; nos fragmentos de 10ha, 22; nos fragmentos de 1ha, 21; nas áreas desmatadas 25 e no fragmento de 100ha, apenas nove espécies. O número total[r]

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EXPANSÃO DA EDUCAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE BELO HORIZONTE POR MEIO DE PARCERIA PÚBLICO PRIVADA

EXPANSÃO DA EDUCAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE BELO HORIZONTE POR MEIO DE PARCERIA PÚBLICO PRIVADA

O atendimento à Educação Infantil Pública em Belo Horizonte teve início na década de 1950 com a inauguração de treze Escolas Municipais de Educação Infantil na cidade. Até [r]

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