Top PDF Inventário florístico de floresta ombrófila densa de terra firme, na região do Rio Urucu-Amazonas, Brasil.

Inventário florístico de floresta ombrófila densa de terra firme, na região do Rio Urucu-Amazonas, Brasil.

Inventário florístico de floresta ombrófila densa de terra firme, na região do Rio Urucu-Amazonas, Brasil.

Relação das 10 famílias com maior índice de Valor de Importância Familiar - IVIF (DAP > 10cm) nos 3 hectares estudados de floresta ombrófila densa de terra firme na área do Rio Uruc[r]

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Regeneração natural de três hectares de floresta ombrófila densa de terra firme na região do rio Urucu-AM, Brasil.

Regeneração natural de três hectares de floresta ombrófila densa de terra firme na região do rio Urucu-AM, Brasil.

Já em relação ao número de gêneros, as famílias que mais se destacaram foram Annonaceae com 8, Arecaceae, Caesalpiniaceae, Moraceae e Sapotaceae com 7 gêneros respectivamente, repr[r]

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Fitossociologia de uma Floresta Ombrófila Densa na Amazônia Setentrional, Roraima, Brasil.

Fitossociologia de uma Floresta Ombrófila Densa na Amazônia Setentrional, Roraima, Brasil.

A área experimental está localizada no município de Caracaraí, no estado de Roraima, Brasil. A formação florestal em estudo é caracterizada como Floresta Ombrófila Densa de terra firme e está completamente inserida no Plano de Manejo Florestal Sustentável da empresa Madeireira Vale Verde Ltda.. A área destinada ao manejo florestal perfaz 17.205,4 ha. A topografia da Área de Manejo Florestal (AMF) é de suave a ondulada, com altitude variando de 60 a 120 m na parte oeste e uma região de serra na parte sudoeste, onde a altitude pode chegar a 330 m. Os solos predominantes da AMF são: Argissolo Vermelho-Amarelo (PVA) e Latossolo Vermelho- Amarelo (LVA), conforme descrito em Vale Verde (2012).
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Composição e diversidade florístico-estrutural de um hectare de floresta densa de terra firme na Amazônia Central, Amazonas, Brasil.

Composição e diversidade florístico-estrutural de um hectare de floresta densa de terra firme na Amazônia Central, Amazonas, Brasil.

Para o inventário florístico, amostraram-se dois transectos de 10 x 500 m, paralelos e distantes 200 m entre si. Cada transecto foi dividido em dez parcelas primárias de 10 x 50 m, dentro das quais mensuraram-se os indivíduos arbóreos, palmeiras e lianas com diâmetro à altura do peito (DAP) ≥ 10 cm. Durante as mensurações, realizaram-se ainda observações de toda vegetação ao longo das parcelas avaliadas, quanto ao porte e diâmetro dos indivíduos e grau de penetração de luz, visando obter informações fisionômicas do ambiente florestal estudado. A altura do fuste (distância da superfície do solo até a primeira bifurcação ou até a inserção dos primeiros galhos) das árvores foi determinada com auxílio de uma trena graduada até 50 m. A altura total (altura do fuste + altura da copa) também foi obtida por comparação com as árvores mais altas de cada parcela que foram medidas por meio da escalada no fuste.
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O PROCESSO DE ESCOLHA DE GESTORES ESCOLARES NA REDE ESTADUAL DE ENSINO DO AMAZONAS: PROBLEMATIZAÇÕES E POSSIBILIDADES

O PROCESSO DE ESCOLHA DE GESTORES ESCOLARES NA REDE ESTADUAL DE ENSINO DO AMAZONAS: PROBLEMATIZAÇÕES E POSSIBILIDADES

No gráfico 1, ratificando o que foi mencionado anteriormente, percebe-se que, a eleição ocorre na maioria dos estados, sendo realizada em mais de cinquenta por cento deles e, a modalidade concurso, é o modelo menos adotado, acontecendo em apenas um estado brasileiro, que é São Paulo e, esta informação também é apontada na pesquisa Práticas de Seleção e Capacitação de Gestores Escolares, da Fundação Vitor Civita (2010). Na Rede Estadual de Educação do Amazonas, conforme o que será apresentado mais adiante, e na pesquisa em epígrafe, a modalidade acontece por indicação, mas contempla mais de um fator, que é a indicação e entrevista (2010, p.81), neste sentido, são definidos também critérios de desempenho e pré-requisitos para a seleção, que podem ser: Cursos de Licenciatura, tempo de experiência profissional, ser do quadro efetivo, possuir cursos de formação em Gestão Escolar ou Administração Escolar e possuir Curso de Pedagogia.
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Estrutura do componente epífito vascular em trecho de Floresta Atlântica na região serrana do Espírito Santo.

Estrutura do componente epífito vascular em trecho de Floresta Atlântica na região serrana do Espírito Santo.

Contudo, apesar do esforço crescente dos pesquisadores, especialmente na última década, o conhecimento acumulado a respeito destas plantas ainda é insuficiente diante da sua importância para as florestas tropicais (GIONGO; WAECHTER, 2004). É preciso dar maior ênfase à esses estudos, haja vista relevância das espécies epífitas para os diversos habitats, principalmente na mata atlântica da região serrana capixaba, que ainda apresenta grande percentual de cobertura vegetal florestal, tal como no município de SSanta Maria de Jetibá, com 26% (18.834 ha) dos seus remanescentes preservados (FUNDAÇÃO SOS MATA ATLÂNTICA; INPE, 2013). No estado do Espírito são escassos trabalhos acerca da estrutura do componente epifítico, registrando-se estudos sobre flora de algumas famílias botânicas com muitos representantes epífitos, tais como Fraga e Peixoto (2004), Pereira e Ribeiro (2004), Rodrigues e Simonelli (2007) e Wendt et al., (2010).
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POSSIBILIDADES DE USO DO SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO EDUCACIONAL DO AMAZONAS NA GESTÃO DAS ESCOLAS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

POSSIBILIDADES DE USO DO SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO EDUCACIONAL DO AMAZONAS NA GESTÃO DAS ESCOLAS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Do cenário apresentado depreende-se que a elaboração de políticas públicas e as estratégias de implementação dessas políticas no Amazonas, devem ter bem presentes as dificuldades de transporte e comunicação e a dispersão populacional no vasto território. Essas mesmas políticas não podem prescindir de investimentos maciços em saneamento básico e tratamento de água e esgoto, como forma de melhorar e manter a população menos vulnerável às doenças. Devem considerar ainda a necessidade de significativos avanços no campo social, especialmente na promoção do bem-estar social e na distribuição mais igualitária da renda. Na educação, as políticas públicas devem estar voltadas para oportunizar, além do acesso de todos à escola, a permanência com qualidade, a preparação para o trabalho e o exercício pleno da cidadania, um contributo para a diminuição do trabalho infantil e a erradicação do analfabetismo.
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Precipitação incidente e fluxo de atravessamento das chuvas em três estágios sucessionais de floresta atlântica no maciço da Pedra Branca, Rio de Janeiro.

Precipitação incidente e fluxo de atravessamento das chuvas em três estágios sucessionais de floresta atlântica no maciço da Pedra Branca, Rio de Janeiro.

a 75 mm por coleta, verificou-se, por algumas vezes, fluxo de atravessamento superior a 100%. Atribui-se isso a duas possibilidades não diferenciadas neste trabalho: 1) Convergência de gotejamento pela vegetação densa arbustiva, inclusive com armazenamento de água por galhos e folhas entrelaçadas; e 2) A precipitação é altamente heterogênea, considerando-se o número de coletores. Os resultados superiores a 100% podem ser simplesmente maiores incidências de precipitação em determinados pontos, mesmo porque a turbulência das correntes de ar contribui com a heterogeneidade. Essa heterogeneidade da precipitação contribui com a heterogeneidade no fluxo de atravessamento em Floresta Atlântica. Esses valores reiteram os registros similares em florestas tropicais (LLOYD; MARQUES FILHO, 1988; SCHELLEKENS et al.,1999; TOBÓN- MARIN et al., 2000). Além disso, atribuem-se também à heterogeneidade do dossel florestal os altos desvios- padrão sobre os fluxos de atravessamento percentuais registrados na Tabela 2.
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Rayane de Tasso Moreira Ribeiro

Rayane de Tasso Moreira Ribeiro

Caracteriza-se por apresentar ramos recobertos com tricomas peltados marrom- avermelhados, folhas inteiras, 5 nectários extraflorais na base do cálice, fruto cápsula loculicida 2-valvar, equinado, marrom-avemelhado quando maduro e sementes com sarcotesta vermelha. Segundo Castro et al. (2009) e Costa et al. (2013), Bixa orellana é uma espécie nativa do Brasil, crescendo também em outras regiões da América do Sul (Equador, Peru) e Central (México), sendo ainda cultivada em outras áreas tropicais como Indonésia, Índia, Quênia e leste da África (Elias et al. 2002). No Ceará, foi registrada em oito municípios em mata úmida (floresta ombrófila densa) e tabuleiro costeiro (floresta estacional semidecidual de terras baixas) (Fig. 2). Aparentemente produz flores e frutos durante todo o ano. Conhecida popularmente como “urucum”, “urucu”, “urucuzeiro”, “açafrão” e “falso-açafrão”. Cabe destacar que B. orellana é largamente utilizada na alimentação e medicina popular cearense, como condimento e no tratamento da asma, colesterol alto, proteção contra insetos e queimaduras por exposição ao sol (Morais et al. 2005; Oliveira et al. 2007).
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Diversidade de mamíferos de médio e grande porte da região do rio Urucu, Amazonas, Brasil.

Diversidade de mamíferos de médio e grande porte da região do rio Urucu, Amazonas, Brasil.

A riqueza observada em Urucu corresponde a 85,4% das espécies de mamíferos de médio e grande porte registradas em um estudo anterior realizado nos anos de 1988 e 1989 por Peres (1999). Ambos os estudos evidenciaram a alta diversidade da mastofauna nesta região de floresta contínua. Outros estudos realizados também na porção ocidental da Amazônia apresentaram variações na riqueza de espécies. Iwanaga (2004) amostrou 42 espécies para o Parque Nacional do Jaú (PNJ), enquanto que Haugaasen & Peres (2007) registraram 27 espécies no Lago Uauaçú, no rio Purus, e Patton et al. (2000) estudando diversas áreas ao longo do rio Juruá, encontrou 18 espécies na área a jusante do rio, 21 espécies na porção central, ambas
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ASPECTOS FLORÍSTICOS QUANTITATIVOS E COMPARATIVOS DA VEGETAÇÃO ARBÓREA DA RESERVA FLORESTAL DO SACAVÉM, SÃO LUÍS, MARANHÃO (BRASIL).

ASPECTOS FLORÍSTICOS QUANTITATIVOS E COMPARATIVOS DA VEGETAÇÃO ARBÓREA DA RESERVA FLORESTAL DO SACAVÉM, SÃO LUÍS, MARANHÃO (BRASIL).

Inventário ecológico em floresta pluvial tropical de terra firme, Serra Norte, Carajás, Pará. Ecological studies on rain forest in Northern Suriname[r]

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Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro Escola Nacional de Botânica Tropical Programa de Pós-graduação Stricto Sensu

Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro Escola Nacional de Botânica Tropical Programa de Pós-graduação Stricto Sensu

outros trechos com histórico similar no estado do Rio de Janeiro. Além disso, apesar de ser uma floresta urbana cercada por uma metrópole, a composição do estrato arbóreo- arbustivo, nos trechos analisados, não parece estar sendo afetada expressivamente por impacto urbano e industrial, conforme observado em outros casos (Domingos et al. 2000; Klumpp et al. 2002; Domingos et al. 2003; Tagawa et al. 2009). Possivelmente, o histórico similar de transformação (Dean 1997) e, em alguns casos, a retração das atividades antrópicas diretas (Galindo-Leal & Câmara 2005), aliados à condições ecológicas similares (i.e. relevo, hidrologia, tipologia original da cobertura vegetal, regimes de precipitação e temperatura, disponibilidade de propágulos e agentes dispersores, tamanho das áreas) resultou em composições florestais relativamente semelhantes, especialmente em relação aos taxa mais comuns e de distribuição mais ampla e às famílias e gêneros mais representativos da Mata Atlântica, na tipologia Floresta Ombrófila Densa (senso Veloso et al. 1991). Tal condição levanta a hipótese que a relativa resiliência ou capacidade de autorregeneração da Mata Atlântica (Rodrigues et al. 2009) esteja associada às espécies mais comuns. Entretanto, não deve ser desconsiderada a significativa relevância que as espécies raras apresentam na comunidade (Kageyama et al. 1998; Guedes-Bruni et al. 2009) e que, tanto regionalmente, quanto em relação ao domínio, as formações mais avançadas sucessionalmente e, consequentemente, caracterizadas como mais bem conservadas, são consideradas exceções (Ribeiro et al. 2009).
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Remoções de favelas na cidade do Rio de Janeiro: uma história do tempo presente — Outubro Revista

Remoções de favelas na cidade do Rio de Janeiro: uma história do tempo presente — Outubro Revista

Escusado dizer que parte considerável deste descrédito está rela- cionada à percepção, pela população carioca, do forte pendor imo- biliário por trás dos megaeventos. Estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostram que o custo do imóvel é irrealis- ta e insustentável em capitais como o Rio de Janeiro, onde houve um aumento de 165% nos preços das habitações entre janeiro de 2008 e fevereiro de 2012, contra uma inflação de 25% no mesmo período. Além de ter o metro quadrado mais caro país, comparado a outras cidades brasileiras que também sediarão a Copa do mundo de 2014, o Rio de Janeiro obteve a maior valorização desde 2010. Não custa lembrar que existem 220 mil imóveis vazios, enquanto a estimativa é de um déficit habitacional de 149.200 moradias. O problema é que au- toridades e órgãos públicos não procuram um caminho para a regu- larização fundiária das ocupações nesses imóveis, o que está previsto na Constituição Estadual, no Estatuto da Cidade e na Lei orgânica do município, dentre outras leis. “Todo o encaminhamento pela via do interesse social, cultural e de memória da cidade tem sido descartado (...). Ou seja: o direito humano à moradia não vem sendo respeitado” (Fornazin; Mascarenhas; Medeiros, 2012, p. 3).
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Subdivisão fitogeográfica, tipos de vegetação, conservação e inventário florístico da floresta amazônica

Subdivisão fitogeográfica, tipos de vegetação, conservação e inventário florístico da floresta amazônica

Os principais tipos de vegetação que aí ocorrem são : Floresta de terra firme; Flores- ta de várzea; Floresta de igapó; Manguezais; Campos de várzea; Campos de terra firme; Campinas; [r]

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A flora de bromeliaceae no Parque Nacional do Caparaó, MG/ES: tratamento taxonômico e influência das variáveis climáticas na composição de espécies no sudeste brasileiro

A flora de bromeliaceae no Parque Nacional do Caparaó, MG/ES: tratamento taxonômico e influência das variáveis climáticas na composição de espécies no sudeste brasileiro

A área do parque engloba a Serra do Caparaó que compreende a unidade geomorfológica denominada Maciços do Caparaó, pertencente à região da Mantiqueira Setentrional (RADAMBRASIL, 1983). Sua geologia é marcada por encraves em rochas pré-cambrianas e alguns locais são cobertos por sedimentos terciários e quartenários. O relevo é fortemente ondulado, apresentando em geral grandes altitudes como o morro do Calçado (2.766 m), o pico do Cristal (2.769 m), o morro do Cruzeiro (2.861 m), culminando com o pico da Bandeira (2.891 m), o terceiro ponto mais alto do Brasil e o maior do lado leste da América do Sul. Mas também há vales profundos, estreitos e de encostas íngremes no fundo dos quais, aparece o leito rochoso de rios como no Vale Verde, que possui 997 metros de altitude (IBDF, 1981; IBGE, 2011). As características topográficas da área promovem a formação de vários rios perenes com corredeiras fortes e formações de cachoeiras. Essa rede de drenagem é importante para a hidrografia de Minas Gerais e Espírito Santo, pois são contribuintes na bacia dos rio Itabapoana e Itapemirim e afluentes do rio Manhuaçu, tributário da bacia do rio Doce (IBDF, 1981).
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Estrutura arbórea da Floresta Ombrófila Densa Altomontana de serras do Sul do Brasil.

Estrutura arbórea da Floresta Ombrófila Densa Altomontana de serras do Sul do Brasil.

O dendrograma resultante da análise de agrupamento pela porcentagem de importância das espécies na estru- tura arbórea das florestas altomontanas das nove serras (subserras) do Complexo Serra do Mar no Paraná e de florestas ombrófilas altomontanas ocorrentes nos Apara- dos da Serra Geral (SC) e na Serra da Mantiqueira (MG), destacou dois grandes grupos (Fig. 8). O primeiro grupo é composto por todos os sítios localizados na Serra do Mar no Paraná e os das Serras dos Aparados da Serra Geral (serras da Igreja e do Rio do Rastro) em Santa Catarina, onde destaca-se a proximidade das serras do Ibitiraquire e da Prata, seguida das serras da Igreja (PR) e do Marumbi. Outro subgrupo de elevada similaridade é composto pelos sítios altomontanos estudados na Serra da Baitaca, na Serra da Graciosa (Morro Mãe Catira) e na Serra do Marumbi (Morro do Vigia), os quais são em serras próximas e vizinhas, de altitudes similares. O segundo grande grupo é composto apenas pelas flores-
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DÁRIO PINHEIRO SILVA O COMPARTILHAMENTO DE CARGAS HORÁRIAS NA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E QUALIDADE DO ENSINOSEDUC-AMAZONAS

DÁRIO PINHEIRO SILVA O COMPARTILHAMENTO DE CARGAS HORÁRIAS NA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E QUALIDADE DO ENSINOSEDUC-AMAZONAS

A Constituição Brasileira de 1988 trouxe em seu texto o norteamento para a condução legal da educação brasileira para as décadas seguintes. Com a promulgação da lei nº 11.738, em 16 de julho de 2008, conhecida como a Lei do Piso Salarial, promoveu-se um redimensionamento na composição da jornada de trabalho do professor da educação básica, levando a SEDUC-AM a normatizar nos anos de 2013 e 2014 o compartilhamento de cargas horárias. Esta dissertação pretende apresentar esta experiência através da percepção dos professores que a vivenciaram. Desse modo, a pesquisa objetiva conhecer os efeitos da citada normatização lotacional no cotidiano relacionado às rotinas profissional e pessoal dos que atuaram em regência de classe. Ao apresentar a estrutura da Secretaria de Estado da Educação e Qualidade do Ensino do Amazonas (SEDUC-AM), o foco foi o Departamento de Gestão de Pessoas – DGP e o perfil profissional dos atores diretamente envolvidos nas ações lotacionais. Foram trazidas breves noções sobre lotação de servidores, fundamentadas em estatutos de funcionários públicos civis e em autores como Di Baccio (2012) e Alvares (2012a e 2012b). A metodologia utilizada foi uma pesquisa exploratória, com amostragem não probabilística por quotas e utilizou-se como instrumentos: questionário eletrônico por e-mail, análise documental de leis, pareceres e instruções normativas, além dos autores como Mont‟Alvão, Souza e Neubert (2011), Tardif e Raymond (2000), Malhotra (2011) e Vieira, Castro e Júnior (2010) no referencial teórico. A análise dos dados recolhidos das percepções apresentadas pelos professores respondentes não revelou alteração na rotina pessoal com relação às suas atividades de lazer, mas apontou alterações nas rotinas profissionais ao participarem de espaços escolares diferentes. O compartilhamento de cargas horárias incidiu em um quantitativo maior de professores contratados; interferiu negativamente nos planejamentos pedagógicos nas atividades docentes; e impediu que os professores participassem de todas as reuniões pedagógicas e atividades das escolas nas quais estavam lotados no mesmo turno em dias diferentes, mesmo tendo receptividade considerada normal dos gestores escolares. Foi predominante a não concordância dos professores com a normatização lotacional implementada nos anos letivos de 2013 e 2014 na SEDUC-AM. Finalmente, as percepções analisadas levaram à construção de um Plano de Ação Educacional (PAE) como proposta para a implantação de projetos de atividade escolar para complementação de determinadas cargas horárias envolvendo a comunidade escolar como um todo nos níveis macro e micro educacionais.
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Dinâmica populacional de Euterpe edulis Martius em Floresta Ombrófila Densa no sul da Bahia

Dinâmica populacional de Euterpe edulis Martius em Floresta Ombrófila Densa no sul da Bahia

A Mata Atlântica brasileira é considerada um hot-spot, ou seja, um dos biomas de prioritários à conservação da biodiversidade mundial (Myers et al. 2000). Como o desenvolvimento econômico do Brasil desde a colonização européia concentrou-se no litoral, a área do Domínio Mata Atlântica hoje é responsável por cerca de 80% do PIB nacional e nela vivem mais de 60% da população brasileira, ocupação que há séculos vem exercendo pressão sobre este bioma (Consórcio Mata Atlântica/UNICAMP, 1992; SOS Mata Atlântica/ INPE, 2008). Devido à exploração madeireira, ao crescimento urbano e à expansão agrícola, a Floresta Atlântica possui atualmente apenas 7,91% de sua área original, em um processo intenso de fragmentação florestal, sendo a Bahia um dos estados que mais sofrem com o desmatamento, e possuindo uma das paisagens florestais mais fragmentadas do país (SOS Mata Atlântica/INPE, 2008) (Figura 2).
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MATERIAL E MÉTODOS Localização e caracterização da área de estudo

MATERIAL E MÉTODOS Localização e caracterização da área de estudo

De acordo com Bray e Gorham (1964), Mason (1980), temperaturas elevadas e maior quantidade de insolação constituem-se nos fatores climáticos mais relevantes para a produção da serapilheira. Já Martins e Rodrigues (1999), estudando a produção de serapilheira em clareiras de uma floresta estacional semidecidual no município de Campinas, SP, verificaram que a velocidade dos ventos pode atuar como o fator mais relevante na produção de serapilheira. Haag (1985) sugere que, além das condições climáticas, o ciclo biológico da vegetação existente no local afeta consideravelmente a quantidade de serapilheira produzida.
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