Top PDF PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DÉCIMA QUARTA CÂMARA CÍVEL

Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Segunda Câmara Cível

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Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Ja[r]

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Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Quarta Câmara Cível

Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Quarta Câmara Cível

ANDRE EMILIO RIBEIRO VON MELENTOVYTCH , Vigésima Primeira Câmara Cível, j. 18/04/2017) AGRAVO DE INSTRUMENTO. PROCESSO CIVIL. EXECUÇÃO DE TÍTULO JUDICIAL. FASE EXPROPRIATÓRIA. HASTA PÚBLICA. NOMEAÇÃO DE LEILOEIRO PÚBLICO. NOVA DISCIPLINA LEGAL. ARTIGO 883 DO CPC/2015. A DESIGNAÇÃO DO LEILOEIRO PÚBLICO É DA COMPETÊNCIA DO JUÍZO DA EXECUÇÃO, MAS PODE SER INDICADO PELA PARTE EXEQUENTE. INTERPRETAÇÃO SISTEMÁTICA QUE INDUZ À CONCLUSÃO DE QUE, TENDO A PARTE EXEQUENTE INDICADO O LEILOEIRO PÚBLICO (E NÃO HAVENDO QUALQUER ÓBICE À ATUAÇÃO DESTE), O MESMO DEVE TER PREFERÊNCIA
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Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Quarta Câmara Cível

Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Quarta Câmara Cível

complementares. Artigo 2º, §4º da Lei nº 11.738/2008. Inconstitucionalidade não reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal. Descumprimento da norma pelo Estado. Lei editada com claro objetivo de valorização dos profissionais da educação, assegurando-lhes período reservado a estudos, planejamento e avaliação, incluído na carga de trabalho, encontrando evidente fundamento no artigo 206, V da Constituição Federal. Atividade que não se restringe a ministrar aulas, mas exige a dedicação e o dispêndio de inúmeras horas com estudo para aperfeiçoamento e atualização profissional, correção de provas, avaliação de trabalhos e registro de notas, indispensáveis ao ensino de qualidade, garantido constitucionalmente (artigo 206, VII). Concessão de prazo razoável para a efetivação da obrigação, qual seja, um ano a contar da publicação da sentença, para o início do ano letivo, tempo suficiente para a implementação das medidas necessárias ao seu cumprimento. Decreto condenatório que deve ter seu resultado prático assegurado por medida coercitiva. Aplicação do artigo 461, § 5º do CPC e do artigo 11 da Lei nº 7.347/85. Sentença mantida em reexame necessário. Recurso desprovido.
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Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Décima Sexta Câmara Cível

Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Décima Sexta Câmara Cível

APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO DO CONSUMIDOR. AÇÃO ORDINÁRIA. CONTRATO DE PROMESSA DE COMPRA E VENDA DE IMÓVEL COM CONSTRUTORA. ALEGAÇÃO DE ATRASO NA ENTREGA DE IMÓVEL E DE PUBLICIDADE ENGANOSA. SENTENÇA DE PROCEDÊNCIA PARCIAL DO PEDIDO. Preliminarmente não merece ser conhecido o recurso do primeiro réu, eis que intempestivo, visto que a apelação foi interposta antes do julgamento dos embargos declaratórios, não havendo ratificação. Precedente do STJ e do TJRJ. Recurso do autor e dos advogados dos 2º e 3º réus conhecidos. Ilegitimidade passiva dos réus Lajota e Inter Rio afastada. Existência de solidariedade entre a incorporadora e a construtora, nos termos do artigo 25, §1º da Lei 8.078/90. No tocante ao pagamento da comissão de corretagem, deve-se ressaltar a possibilidade de que a remuneração do corretor seja efetuada pelo comprador, desde que o mesmo seja devidamente cientificado e tenha anuído com o pagamento, o que não ocorreu na presente hipótese, eis que não há no contrato qualquer disposição que imponha ao consumidor o pagamento de tal valor, o qual, salvo disposição em contrário é de incumbência do incorporador. Inteligência dos artigos 722 e 724 do Código Civil. Devolução em dobro do valor indevidamente cobrado cuja manutenção se impõe. Inexistência de atraso na entrega do imóvel, eis que o réu cumpriu o prazo de tolerância estipulado no contrato. Legalidade da cobrança do valor cobrado a título de fundo especial de mobiliário e equipamentos, tendo em vista que se verifica a expressa previsão no contrato a respeito do valor cobrado a título de despesas com paisagismo e decoração. Alteração quanto à distribuição dos ônus sucumbenciais. Litigância de má-fé. Inocorrência. Negativa de seguimento ao recurso dos advogados dos 2º e 3º réus, na forma do artigo 557, caput, do CPC. Provimento parcial do recurso do autor, na forma do artigo 557, §1º-a do CPC.
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TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DÉCIMA QUARTA CÂMARA CÍVEL

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DÉCIMA QUARTA CÂMARA CÍVEL

DEPOSITADAS EM CONTA POUPANÇA. VIOLAÇÃO DO DISPOSTO NO ART. 649, IV E X DO CPC. Desacerto do pronunciamento judicial do juízo de piso. A penhora on line, via de regra, não ofende o princípio da execução menos gravosa para o devedor. Inteligência da súmula 117 do TJ/RJ. Compete ao executado nos termos do art. 655-A, do CPC a comprovação de que a constrição recaiu sobre verba impenhorável. Na espécie, o saldo em conta poupança mantido junto a Caixa Econômica Federal é menor do que o mínimo impenhorável, devendo ser desbloqueada a referida constrição. Por outro lado, a agravante não demonstrou que a conta existente no Banco do Brasil seria conta salário ou mesmo conta poupança, motivo pelo qual a constrição efetuada nos valores existes neste banco devem permanecer. Reforma da decisão que se impõe. Entendimento do E. STJ e deste E. Tribunal acerca do tema. Dou parcial provimento ao recurso, na forma do artigo 557, § 1º-A, do CPC, para reformar a decisão combatida, determinando o desbloqueio dos valores depositados apenas na conta poupança.
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Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Décima Quarta Câmara Cível

Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Décima Quarta Câmara Cível

DIREITO AUTORAL. PLÁGIO NÃO CONFIGURADO. ALTERAÇÃO DE UMA FRASE DA MÚSICA PARA EFEITO DE PROPAGANDA DE PRODUTO QUE NÃO TRÁZ QUALQUER DE DECRESCIMO OU RIDICULARIZA A OBRA ORIGINÁRIA. APLICAÇÃO DO ART. 8º, VI, E, 47 DA LEI Nº 9.610/98. AFASTA-SE AS REGRAS CONTIDAS NO ART. 29 DA ALUDIDA LEI DOS DIREITOS AUTORAIS. PRECEDENTES DO E. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE

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ESTADO DO RIO DE JANEIRO PODER JUDICIÁRIO Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Vigésima Quarta Câmara Cível

ESTADO DO RIO DE JANEIRO PODER JUDICIÁRIO Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Vigésima Quarta Câmara Cível

RELATÓRIO Trata-se de agravo de instrumento interposto por LEONARDO DA SILVA PEDROSA contra decisão do juízo da 1ª Vara Cível de Cabo Frio, nos autos da ação de AÇÃO DE RESCISÃO CONTRATUAL C/C INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS COM PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DE TUTELA ajuizada pelo ora agravante em face de G. A. S. CONSULTORIA E TECNOLOGIA LTDA, proferida nestes termos:

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PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA QUARTA CÂMARA CÍVEL

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA QUARTA CÂMARA CÍVEL

ACORDA a Quarta Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, desprover o recurso apelatório. Trata-se de APELAÇÃO, Id 8281967, interposta por Carrefour Comércio e Indústria Ltda, desafiando sentença prolatada pela Juíza de Direito da 4ª Vara Regional de Mangabeira da Comarca da Capital, Id 8281957, nos moldes da Ação de Indenização por Danos Morais, proposta por Marcos Praxedes Alves da Silva, assim

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ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA QUARTA CÂMARA CÍVEL

ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA QUARTA CÂMARA CÍVEL

ISS sobre locação de bens móveis (veículos). Possibilidade, diante do disposto no inciso VI, do art. Atividade não enquadrada no con- ceito de prestação de serviços. Presença, no caso, d[r]

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PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA QUARTA CÂMARA CÍVEL

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA QUARTA CÂMARA CÍVEL

Vistos. Trata-se de APELAÇÃO, Id 7855985, interposta por American Airlines Inc, no intuito de ver reformada a sentença, Id 7855983, proferida pelo Juiz de Direito da 15ª Vara Cível da Comarca da Capital que, nos autos da Ação de Indenização por Danos Morais, ajuizada por Maria Helena Cabral da Silva, julgou procedente, em parte, o pedido exordial, consignando os seguintes termos:

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PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA QUARTA CÂMARA CÍVEL

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA QUARTA CÂMARA CÍVEL

VISTOS, relatados e discutidos os presentes autos. ACORDA a Quarta Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, desprover o apelo. Trata-se de APELAÇÃO, Id 6473023 – Págs. 38/47, interposta por Energisa Paraíba - Distribuidora de Energia S/A contra a sentença, Id 6473022 - Págs. 85/91, proferida pela Juíza de Direito da 1ª Vara Cível da Comarca da Capital que, nos autos da Ação de Indenização por Danos Morais e Materiais, proposta por Marcos Frederico Régis Ribeiro Coutinho, julgou procedente a pretensão disposta na exordial, nos seguintes termos:
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PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA QUARTA CÂMARA CÍVEL

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VISTOS, relatados e discutidos os presentes autos. ACORDA a Quarta Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, desprover o apelo. Trata-se de APELAÇÃO, Id 7059039, interposta por José Silva dos Santos contra sentença prolatada pela Juíza de Direito da 4ª Vara Cível da Comarca da Capital que, em Ação de Indenização por Danos Morais, ajuizada em desfavor de Refrescos Guararapes, decidiu nos seguintes termos:

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Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro Quarta Câmara Cível

Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro Quarta Câmara Cível

1- Tel.:55 21 3133-6294/+55 21 3133-6684 – E-mail: 04cciv@tjrj.jus.br – PROT. 553 tributário prescreve em 5 (cinco) anos, contados da data da sua constituição definitiva. Dispõe o art. 174, parágrafo único do Código Tributário Nacional, com a redação dada pela Lei Complementar nº. 118/2005, que a prescrição para a cobrança do crédito tributário se interrompe pelo despacho do juiz que ordenar a citação. Com efeito, embora a prescrição tenha sido inegavelmente interrompida, há que se reconhecer que após ato citatório por edital, em 18/03/2009, a execução restou paralisada até 09/09/2014, quando apresentada a exceção de pré- executividade pela Curadoria Especial e não pela Municipalidade. Verifica-se, portanto, que se passou prazo superior a 5 anos sem que houvesse qualquer iniciativa do exequente para impulsionar a execução fiscal, razão pela qual ocorreu a prescrição. Não há como se imputar ao mecanismo do Poder Judiciário, culpa exclusiva pela paralisação do processo, já que o exequente, principal interessado na solução de um processo que se arrasta por quase doze anos, também contribuiu para que o feito não tivesse o regular andamento, já que o princípio do impulso oficial não é absoluto. Inaplicável, assim, o verbete sumular 106 do STJ que apenas socorre a parte nos casos em que esta é diligente e realiza efetiva fiscalização e mesmo assim se vê incapaz de movimentar o aparato judicial, o que não se deu nos presentes autos. Recurso ao qual se nega provimento, com fundamento no art. 932, IV do CPC.” (Grifei)
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Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro Quarta Câmara Cível

Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro Quarta Câmara Cível

A matéria referente à fixação de indenização por danos morais, no Direito Brasileiro, é delicada, e fica sujeita à ponderação do magistrado, fazendo-se necessário, para encontrar a solução mais adequada, que se observe o princípio da razoabilidade, tal como já decidido pelo Egrégio Superior Tribunal de Justiça, não havendo critérios determinados e fixos para a quantificação do dano moral, sendo, portanto, recomendável que o arbitramento seja feito com moderação e atendendo às peculiaridades do caso concreto (in RESP 435119; Relator Min. Sálvio de Figueiredo Teixeira; DJ 29/10/2002).
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Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Vigésima Câmara Cível

Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Vigésima Câmara Cível

A sentença de fls. 341/344 julgou PROCEDENTE o pedido, para RESCINDIR o contrato de locação existente entre as partes, determinando o DESPEJO do imóvel consistente na loja n. 269, situada no 2º piso do Shopping Center Iguatemi Rio, com base no artigo 9º, III da Lei 8.245/1991, assinalando a ré o prazo de 15 (quinze) dias para desocupação voluntária do imóvel a contar da notificação própria, na forma do artigo 63, parágrafo 1º, letra "b" do mesmo diploma legal, sob pena de execução forçada do despejo. Deixo de fixar o valor da caução para a hipótese de execução provisória, ante a nova redação do artigo 64 da lei 8.245/1991. Condenou a ré ao pagamento das despesas processuais e honorários advocatícios, que fixo em 10% do valor da causa, na forma do artigo 20, §4º do Código de Processo Civil. , observada a gratuidade de justiça deferida a ré.
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ESTADO DO RIO DE JANEIRO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL

ESTADO DO RIO DE JANEIRO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL

APELAÇÃO CÍVEL - RESPONSABILIDADE CIVIL CIRURGIA DE VASECTOMIA REALIZADA NA REDE PÚBLICA DE SAÚDE - SUPERVENIÊNCIA DE GRAVIDEZ INESPERADA DA ESPOSA DO AUTOR - DESCUMPRIMENTO DO DEVER DE INFORMAR AO PACIENTE SOBRE O RISCO DO INSUCESSO DA CIRURGIA DE VASECTOMIA - POSSIBILIDADE DE RECANALIZAÇÃO DO CANAL DEFERENTE - AUSÊNCIA DE ORIENTAÇÃO DO AUTOR NO SENTIDO DE ADOTAR OS CUIDADOS DEVIDOS - RESPONSABILIDADE OBJETIVA DO MUNICÍPIO DE VOLTA REDONDA - ART. 37, §6º, CRFB FALHA NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO - DANO MORAL CONFIGURADO - AUTORES PESSOAS CARENTES - ONERAÇÃO DOS GASTOS E DESPESAS COM O NASCIMENTO DO TERCEIRO FILHO - COMPROMETIMENTO DO PLANEJAMENTO FAMILIAR PENSÃO MENSAL DE DOIS SALÁRIOS MÍNIMOS DEVIDA ATÉ QUE O MENOR ALCANCE A MAIORIDADE - PROVIMENTO DO RECURSO.1. Pretendem os apelantes obter indenização por danos morais e pensão mensal pela ocorrência de falha na prestação de serviço público, diante da superveniência de gravidez após a cirurgia de vasectomia a que se submeteu o primeiro recorrente, em hospital da rede pública municipal.2. Impende ressaltar que, na hipótese específica da vasectomia, não se pode confundir o êxito da cirurgia - consistente apenas na ligadura dos canais deferentes do homem - com a esterilização definitiva do paciente.3. Com efeito, o sucesso da cirurgia em si decorre da perfeita atuação do médico, estando contida na sua obrigação de meio. Em outras palavras, é de se esperar que, dentro de condições de normalidade, seja o médico capaz de realizar a efetiva junção dos canais deferentes, sob pena do procedimento ser considerado falho, exigindo nova intervenção.4. Entretanto, não obstante esteja entre as técnicas mais seguras de planejamento familiar, a doutrina médica admite a possibilidade, embora rara, de, ao longo do
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ESTADO DO RIO DE JANEIRO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL

ESTADO DO RIO DE JANEIRO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL

Além disso, a demandada foi flagrada transportando mais de novecentos pares de tênis que ostentavam a marca “Nike Shox”, sequer lançada no mercado pelo fabricante. É reincidente: já foi condenada em processo judicial anterior ― 2004.001.075438-2, que tramitou na mesma 5.ª Vara Empresarial da Comarca da Capital,― sendo idênticas as partes, em função de apreensão ocorrida na Alfândega do Porto do Rio de Janeiro. Aliás, deploravelmente as autoras, que afirmam que essas falsificações causam lesões musculares, esqueléticas e ligamentares, doaram o material apreendido a menores carentes ― que barbaridade. Mas isso é outra história, reveladora do desprezo pela pobreza que há no lado de baixo do equador.
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Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Segunda Câmara Cível

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O ente privado pode regulamentar a forma como irá exercer a sua atividade-fim, ante o princípio da autonomia privada, entretanto, tal norma não é absoluta devendo ser pon[r]

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ESTADO DO RIO DE JANEIRO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL

ESTADO DO RIO DE JANEIRO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL

DES. GILBERTO GUARINO - Julgamento: 17/04/2012 - DÉCIMA OITAVA CÂMARA CÍVEL - AGRAVO "REGIMENTAL". CONVERSÃO EM AGRAVO INOMINADO. APELAÇÕES CÍVEIS DE AMBAS AS PARTES. MONOCRÁTICA QUE DEU PROVIMENTO À INTERPOSTA PELA AUTORA, NEGANDO-O À DA RÉ, ORA AGRAVANTE. INCIDÊNCIA DA SÚMULA N.º 469-STJ. CAUSA REGIDA PELO CÓDIGO DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR. EMPRESA QUE EXERCEU O DIREITO DE RESCINDIR O CONTRATO DE PLANO DE SAÚDE COLETIVO, EM RAZÃO DE FALTA DE PAGAMENTO. FALTA DE DISPONIBILIZAÇÃO À CONSUMIDORA DA POSSIBILIDADE DE MIGRAÇÃO PARA PLANO INDIVIDUAL, SEM CUMPRIMENTO DO PRAZO DE CARÊNCIA, CONFORME PRECEITUA A LEGISLAÇÃO PERTINENTE. ART. 1º DA RESOLUÇÃO N.º 19, EDITADA PELO CONSELHO DE SAÚDE SUPLEMENTAR. ART. 30, §2º, DA LEI 9.656/98. PRECEDENTES DESTE EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA. RECUSA DESARRAZOADA E INJUSTIFICÁVEL. DANO MORAL QUE SE CORPORIFICA IN RE IPSA (SÚMULA N.º 209-TJRJ). PRECEDENTE DO COLENDO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. CONSUMIDORA QUE COMPROVOU O PROBLEMA DE SAÚDE QUE A AFLIGE, JÁ TENDO SIDO
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Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Segunda Câmara Cível

Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Segunda Câmara Cível

Cível. Consumidor. Contratação de curso de idiomas. Cancelamento por iniciativa da autora. Alegação de recusa na devolução dos valores referentes ao material didático. Pretensão de rescisão do ajuste, repetição do indébito e indenização por danos morais. Procedência parcial dos pedidos. Apelos recíprocos. Rescisão, imotivada, do pactuado. Partes que se restituem ao status quo ante, de molde a justificar a devolução dos valores pagos pelo material não utilizado, de forma integral e simples, já que não demonstrada qualquer cobrança indevida pela demandada. Venda casada. Material didático que se revela como elemento intrínseco do curso contratado. Aquisição do mesmo que não se revela como conduta incorreta. Inteligência do art. 335, in medius, do CPC.
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