Top PDF Leguminosae, Papilionoideae no Parque Estadual do Rio Doce, Minas Gerais, Brasil. II: árvores e arbustos escandentes.

Leguminosae, Papilionoideae no Parque Estadual do Rio Doce, Minas Gerais, Brasil. II: árvores e arbustos escandentes.

Leguminosae, Papilionoideae no Parque Estadual do Rio Doce, Minas Gerais, Brasil. II: árvores e arbustos escandentes.

de altura para S. flaemingii var. psilonema e frutos com 1-3 sementes. Entretanto, no PERD foi observado indivíduo atingindo cerca de 30-35m alt. e frutos com 3-7 sementes. O arilo das sementes é usado para o pre- paro de sucos, na região do PERD (Waldemar Queiroga 1999, com. pess.). No PERD, este táxon foi coletado no interior de mata, na trilha da Garapa Torta. Sua ocorrência abrange o nordeste do Pará, norte de Goiás e regiões costeiras até o interior do Maranhão, Piauí, Ceará, Bahia e região sul de Minas Gerais (Cowan 1967). 8.3. Swartzia multijuga Vogel, Linnaea 11: 175. 1837. Árvore ca. 5m alt. Ramo tomentoso a glabrescente. Folha 27-29-foliolada; estípula caduca; estipela persistente; pecíolo 1,2-2,6cm, estreitamente alado; ala 1,5-2,0mm; raque foliar 10,5-16,5cm, glabrescente, alada; ala semelhante à do pecíolo; folíolo 2,7-6,7×0,7-1,2cm, oposto, oblongo, base assimétrica a obtusa, ápice obtuso a agudo, face adaxial esparsamente pubescente, face abaxial denso pubescente a tomentosa; venação broqui- dódroma, proeminente na face abaxial; folíolos basais geralmente menores. Panícula 22-38cm, cauliflora, inserida em ramos áfilos, pêndula; bráctea triangular, persistente; bractéola inserida acima da metade do pedicelo. Botão floral 0,5-0,6mm diâm., oval, tomentoso. Flor 1,5-2,5cm; pedicelo 1,5-2cm; cálice 4-5 segmen- tado, tomentoso externamente, glabro internamente; pétala 1,3-1,5×1,3-1,6mm, branca, oblada; estames maiores 4-5, filetes pilosos, anteras oblongas; ovário glabro, estipitado, estípite 4,5-6mm, oblongo, curvado, glabro; estilete lateral. Legume nucóide ca. 11,6×5,4cm, oblongo, glabro, amarelo; polispérmico; sementes 8-14, cremes com arilo laranja.
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Caesalpinioideae (Leguminosae) no Parque Estadual do Rio Doce, Minas Gerais, Brasil

Caesalpinioideae (Leguminosae) no Parque Estadual do Rio Doce, Minas Gerais, Brasil

Árvores ou arvoretas, 2-22m alt.; ramos jovens ferrugíneo-puberulentos, ramos velhos glabros. Folhas 18-84-folioladas; pecíolo 0,7-1,4cm compr., esparsamente tomentoso; raque 3,5-20,8cm compr., canaliculada, esparsamente tomentosa; folíolos 0,8- 2,5x0,3-0,5cm, base oblíqua, raramente obtusa, ápice obtuso, mucronado, margem inteira, face abaxial tomentosa a glabra, face adaxial tomentosa, cartáceos; estípulas ca. 4x1mm, setáceas, caducas; nectários 1-3mm compr., estipitados ou sésseis, fusiformes, entre folíolos do 1 o – 3 o pares proximais. Inflorescências paniculadas axilares ou terminais. Brácteas ca. 30x15mm, côncavas, base truncada, ápice acuminado, tomentosas. Sépalas 5, membranáceas, esverdeadas, puberulentas, 3-8x2-6mm, base truncada, ápice agudo a obtuso. Pétalas 5, glabras, amarelas, pétala carenal externa curvada, 26-28x10-12mm, base ungüiculada, ápice obtuso, falcado; demais pétalas 17-20x10-12mm, elípticas, base ungüiculada, ápice obtuso. Estames maiores 3, filetes 3-8mm compr., anteras ca. 9mm compr., curvas; estames curtos 4, filetes ca.2mm, anteras ca. 5mm compr., amarelas, curvas. Ovário 15-16x1mm, alvo-puberulento, excêntrico; estilete levemente capitado, glabro; estigma terminal, glabro. Legume 9,5-20x1,4-1,5cm, base atenuada, ápice obtuso, compresso, deiscente, subcoriáceo, glabro, marrom, nervuras transversais. Sementes unisseriadas elípticas, compressas, castanhas.
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Papilionoideae (Leguminosae) nos campos rupestres do Parque Estadual do Itacolomi, MG, Brasil.

Papilionoideae (Leguminosae) nos campos rupestres do Parque Estadual do Itacolomi, MG, Brasil.

Arbustos 0,6-1 m alt., ramos estriados, tomentosos. Folhas trifolioladas; estípulas ca. 5 mm compr., filiformes; alas internodais ausentes; folíolo terminal 3,5-7,1× 0,9-1,9 cm, folíolos laterais 3,4-5,7×0,8-1,6 cm, elípticos, cartáceos, face abaxial tomentosa, face adaxial glabra. Inflorescência racemosa, multiflora, terminal; cálice ca. 5 mm compr., campanulado, 5-laciniado, tomentoso; corola amarela, vexilo 1,3-1,5 cm compr., alas 1,4-1,5 cm compr., pétalas da carena 1,3-1,4 cm compr.; estames 10, 8-13 mm compr., monadelfos, anteras dimorfas: 5 longas e basifixas alternadas com 5 curtas e dorsifixas; ovário 5-6 mm compr., estipitado, puberulento, estilete 8-10 mm compr., curvo, glabro, estigma terminal, truncado. Legume inflado, ca. 4 cm compr., elasticamente deiscente, tomentoso; sementes ca. 30, ca. 2 mm compr., reniformes, vermelho-alaranjadas. Material examinado: BRASIL. Minas Gerais: Ouro Preto, Estrada de Baixo, 29/III/2004, fl., Dutra et al. 207 (VIC); 4/II/2002, fl., fr., Dutra 95 (OUPR).
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Papilionoideae (Leguminosae) no Parque Estadual do Rio Doce, Minas Gerais, Brasil

Papilionoideae (Leguminosae) no Parque Estadual do Rio Doce, Minas Gerais, Brasil

Comentários: Dalbergia nigra pode ser reconhecida pelos folíolos oblongos com ápice obtuso, às vezes retuso, ovário glabro, exceto na margem ventral, onde é ciliado; estilete dobrado (perpendicular ao ovário) e sâmaras glabras, cartáceas, marrom-escuras a vináceas (Figuras 110 e 111). Esses caracteres a separam de D. foliolosa, como comentado na referida espécie. Devido ao desmatamento de seu hábitat natural, D. nigra tornou-se incluída na lista de espécies ameaçadas de extinção ( Convention on International Trade in Endangered Species of Wild Fauna and Flora - CITES, 1992 citado por CARVALHO, 1997) . Embora essa espécie também figure dentre as consideradas ameaçadas de extinção no Estado de Minas Gerais ( MINAS GERAIS , 1997), n o PERD , ela se encontra bem representada, ocorrendo em todas as trilhas, no interior de mata, margens de estradas, trilhas, lagoas e Ponte Queimada. É comum encontrar indivíduos com frutos da frutificação da estação anterior.
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Malvaceae do Parque Estadual do Ibitipoca, Estado de Minas Gerais, Brasil

Malvaceae do Parque Estadual do Ibitipoca, Estado de Minas Gerais, Brasil

Arbustos 0,6-0,8 m alt. Ramos cilíndricos, tomentosos, tricomas estrelados amarelados. Folhas espiraladas; pecíolos 0,5-1,5 cm compr.; estípulas 0,3 cm compr., iguais entre si, lineares, nervuras inconspícuas; lâminas 1,5-9,2 × 0,9-2,9 cm, 7(-8)-nervadas, sagitadas, membranáceas, lanceoladas ou oblongas, discolores, ápice agudo ou obtuso, base sagitada a cordada, margem crenada-serreada, face adaxial pubescentes, tricomas estrelados, face abaxial velutina, tricomas estrelados; nectários extraflorais ausentes. Flores solitárias, axilares; pedicelos 1,8-2,4 cm; epicálice formado por 5-6-bractéolas, 0,4-0,6 × 0,3-0,5 cm, obovadas a largo espatuladas, tomentosas, tricomas estrelados; cálice campanulado, não costado, lobado acima da região mediana, sépalas 0,6 × 0,5 cm, triangulares, ápice agudo, externamente tomentosa, tricomas estrelados; pétalas 1,4-2 × 1,1-1,5 cm, obovadas, rosadas; estames 20-30, tubo estaminal 0,6-0,8 cm compr., glabro, partes livres dos estames ca. 0,1 cm compr.; epicálice ausente; urcéolo membránaceo ausente; ovário 10 locular, um óvulo por lóculo, estiletes não geniculados, glabros, estigmas 10, capitados. Esquizocarpo, mericarpos 5, ca. 0,4 × 0,3 cm, levemente nervados, glabros; semente única, tricomas simples.
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Leguminosae-papilionoideae from the parque estadual das Várzeas do Rio Ivinhema, Mato Grosso do Sul State, Brazil

Leguminosae-papilionoideae from the parque estadual das Várzeas do Rio Ivinhema, Mato Grosso do Sul State, Brazil

Resumo: Este estudo consiste no inventário das Leguminosae-Papilionoideae do Parque Estadual das Várzeas do Rio Ivinhema (PEVRI), localizado ao sudeste de Mato Grosso do Sul e na investigação do hábito predominante das espécies nas diferentes formações do parque. As coletas incluindo todos os hábitos foram realizadas por meio de caminhadas, entre setembro de 2004 a setembro de 2009. O PEVRI agrega remanescentes de Floresta Estacional Semidecídua, de Floresta Estacional Semidecídua Aluvial e de campos. Foram registradas 23 espécies reunidas em 16 gêneros e 5 tribos com destaque para Phaseoleae com 7 gêneros, seguida por Dalbergieae com 6 gêneros e Desmodieae, Indigofereae e Crotalarieae representadas por 1 gênero cada. Dentre os 16 gêneros registrados destacaram-se como mais representativos: Crotalaria L. (4), Aeschynomene L. (3), Desmodium Desv. e Vigna Savi (2). As Papilionoideae herbáceas e subarbustivas predominaram em campo úmido e campo com pastagens, as arbóreas e lianas em Floresta Estacional Semidecídua. Nove espécies de Papilionoideae foram registradas em campo úmido, oito em Floresta Estacional Semidecídua e apenas uma em Floresta Estacional Semidecídua Aluvial. As Papilionoideae do PEVRI também foram registradas em outros estudos no Cerrado, Floresta Estacional Semidecídua e Pantanal, exceto Andira inermis, sem registros para a Floresta Semidecídua Aluvial.
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Estudo palinológico da Vereda do Juquinha/Cuba, Parque Estadual da Serra do Cabral, Minas Gerais, Brasil

Estudo palinológico da Vereda do Juquinha/Cuba, Parque Estadual da Serra do Cabral, Minas Gerais, Brasil

RESUMO – Sedimentos orgânicos ricos em palinomorfos, como os estudados na vereda do Juquinha/Cuba, na Serra do Cabral, no estado de Minas Gerais, constituem um importante parâmetro para reconstituir a evolução paleoambiental. Este estudo apresenta a análise polínica qualitativa e quantitativa de 35 níveis estratigráficos de um testemunho de sondagem de 400 cm de profundidade que corresponde aos últimos 18.486 anos cal. AP. No que diz respeito às mudanças climáticas um clima mais frio e úmido foi verificado entre 18.486 anos cal. AP e 8.276 anos cal. AP e um clima mais úmido com aumento nas temperaturas que se iniciou a partir de 7.828 anos cal. AP até os dias atuais. Três diferentes intervalos denominados JCI, JCII e JCIII foram estabelecidos com base nas mudanças palinológicas ao longo do testemunho de sondagem: intervalo JCI com condições climáticas mais frias e mais úmidas que as atuais entre 18.486 anos cal. AP e 8.276 anos cal. AP e registrando os táxons Podocarpus, Drymis brasiliensis, Eryngium, Hydrocotyle e Peperomia; intervalo JCII de 7.134 anos cal. AP a 2.924 anos cal. AP, com aumento de umidade, temperatura e diversidade de táxons e surgimento de
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Ocorrência de Cuscuta racemosa (Convolvulaceae) no Parque Estadual do Rio Preto, Minas Gerais, Brasil

Ocorrência de Cuscuta racemosa (Convolvulaceae) no Parque Estadual do Rio Preto, Minas Gerais, Brasil

Este trabalho relata, de forma inédita, a ocorrência da espécie C. racemosa no Parque Estadual do Rio Preto. A população de C. racemosa estudada apresenta um hábito alimentar generalista, considerada uma forma adaptativa de sucesso, pois aumenta a quantidade de recursos disponíveis (PRATHER & TYRL 1993). Porém, esta liana apresentou uma maior ocorrência na espécie Calliandra spinosa , indicando que pode existir uma preferência por esta espécie. Este hábito, provavelmente, está relacionado ao fato de Calliandra spinosa ser uma espécie de maior abundância próximo às margens Rio Preto (observação pessoal). Além disso, a abundância de C. racemosa parasitando a hospedeira Calliandra spinosa pode estar relacionada com as formas de polinização do seu hospedeiro, já que a polinização deste cipó parece ser muito deficiente, uma vez que as flores pequenas, brancas ou rosas, não são perfumadas (PRATHER & TYRL, 1993), sendo assim, havendo uma relação indireta dos polinizadores do hospedeiro com a holoparasita (PHATHER & TYRL, 1993). Outros estudos notificaram espécies do gênero Cuscuta que apresentam um comportamento alimentar especialista, como C. attenuata (PHATHER & TYRL, 1993) e C. salina (FROST, 2003), comportamento não verificado pela espécie C. racemosa no Parque Estadual do Rio Preto. Assim, observou-se a ocorrência da espécie Cuscuta racemosa no Parque Estadual do Rio Preto, que apesar de apresentar um hábito alimentar generalista, apresenta uma maior ocorrência parasitando indivíduos da espécie Calliandra spinosa .
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ANFÍBIOS ANUROS DE SERRAPILHEIRA DO PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE: resposta à disponibilidade de recursos e aos fatores climáticos,

ANFÍBIOS ANUROS DE SERRAPILHEIRA DO PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE: resposta à disponibilidade de recursos e aos fatores climáticos,

A presente dissertação teve como objetivo estudar a comunidade de anuros associados à serrapilheira do Parque Estadual do Rio Doce (PERD), e sua relação com a heterogenei[r]

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Traduções e bricolagens: mediações em ocupações de terra no Nordeste de Minas Gerais (Brasil) nas décadas de 1980 e 1990

Traduções e bricolagens: mediações em ocupações de terra no Nordeste de Minas Gerais (Brasil) nas décadas de 1980 e 1990

El objetivo del trabajo aquí presentado es el de comprender las acciones de mediación –desarrolladas entre militantes de movimientos sociales, trabajadores rurales y sus adversarios– en las ocupaciones de tierra en la región Nordeste de Minas Gerais (Brasil) durante las décadas de 1980 y 1990. Se realizaron entrevistas a algunos de los principales actores de este proceso, así como análisis de material escrito producido por varias organizaciones, tales como periódicos, cartillas, panfletos, documentos oficiales, etc. La atención se centró en las articulaciones entre algunas significaciones producidas por los diversos grupos en relación, en las dinámicas de construcción, deconstrucción y reconstrucción de las relaciones de representación de los trabajadores rurales y en las relaciones entre movilizaciones locales y la política institucional. Se destacan las relaciones de alianza y disputa entre los principales grupos que estuvieron frente a las ocupaciones - así como las fuertes reacciones de sus adversarios-, interacciones que influyeron decisivamente en el desenvolvimiento del proceso estudiado.
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Território da mineração: uma contribuição teórica
							| Revista Brasileira de Geografia

Território da mineração: uma contribuição teórica | Revista Brasileira de Geografia

Com base nos conceitos propostos até aqui, pode-se afirmar que as dez maiores corpora- ções do setor de minério de ferro brasileiro, concentradas no Estado de Minas Gerais, além das que estão no setor de alumínio, manganês, nióbio e ouro, formam os diversos envirotechnical sys- tem minerários do estado (DNPM, 2016b). Entre as unidades federativas do Brasil, Minas Gerais ocupa o primeiro lugar na produção de minério, respondendo por 53% da produção brasileira de minerais metálicos e 29% de minérios em geral. O minério de ferro ocupa o imaginário popular, mas o estado possui reservas de nióbio para mais de 400 anos, num quadro em que são apenas três minas em todo o mundo; detém a maior reserva de manganês; e, além desses, na lista dos principais minérios produzidos constam bauxita, ouro, paládio, prata, dolomito, filito, quartzo, cal- cário, chumbo, zinco, fosfato, feldspato, granito, zircônio, cobalto, enxofre, níquel, barita. A ativi- dade mineradora está distribuída por 250 municípios de Minas Gerais, totalizando mais de 300 minas em operação, com 67% das minas classe A (mais de 3 milhões t/ano). O estado ocupa o primeiro lugar como produtor de minério de ferro, ouro, zinco, fosfato e nióbio (esse com 92% da produção mundial); o segundo como produtor de bauxita; e o terceiro como produtor de níquel.
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Papilionoideae (Leguminosae) na Mata do Paraíso, Viçosa, Minas Gerais, Brasil: ervas, subarbustos e trepadeiras.

Papilionoideae (Leguminosae) na Mata do Paraíso, Viçosa, Minas Gerais, Brasil: ervas, subarbustos e trepadeiras.

ABSTRACT - (Papilionoideae (Leguminosae) on Mata do Paraíso, Viçosa, Minas Gerais, Brazil: herbs, shrubs and climbers). This study consists in a floristic survey of Papilionoideae species at shrub and herbaceous layer of Mata do Paraíso, an important fragment of Submontain Semideciduos Seasonal Forest, Viçosa Municipality, “Zona da Mata Mineira” region. The field work was carried out in the studied area, from July/2004 to August/2005, along the trials already set up. Descriptions, illustrations, identification keys to the collected taxa, and comments on the geografic distribution and diagnostic characters were presented.The results of this work were the recognition of 19 taxa belonging to nine genera. From these, Desmodium (six species) and Crotalaria (four species) were the most representative.
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Flora Fanerogâmica e Vegetação do Parque Estadual do Itacolomi, Minas Gerais, Brasil

Flora Fanerogâmica e Vegetação do Parque Estadual do Itacolomi, Minas Gerais, Brasil

Resumo: O Parque Estadual do Itacolomi (PEIT) localiza-se nos municípios de Ouro Preto e Mariana, no Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais e abriga mais de 7.000 ha de remanescentes de mata atlântica e campos rupestres. A região do QF possui alta biodiversidade vegetal e está sobre alto impacto, principalmente pela mineração. O objetivo deste estudo foi apresentar a lista das espécies fanerogâmicas e os principais tipos vegetacionais desse Parque, no intuito de organizar a diversidade florística existente, além de servir como suporte para pesquisas correlatas subsequentes. O levantamento florístico foi realizado de outubro/1992 a julho/2006 por excursões mensais ao campo. Foram também incluídas na listagem registros ocorrentes em banco de dados de herbários. Foram identificados 1623 táxons, pertencentes à 122 famílias. As famílias mais representativas foram Asteraceae, Fabaceae, Melastomataceae, Poaceae e Orchidaceae. A vegetação do PEIT é constituída por campos rupestres (51% da área do parque), seguido pelas florestas montanas (40%) e por formações antrópicas (9%). A maior riqueza de espécies ocorre nos campos rupestres. Diversas espécies figuram em listas de espécies ameaçadas de extinção e outras são endêmicas. O conhecimento da flora fanerogâmica do Parque Estadual do Itacolomi pode subsidiar o Plano de Manejo dessa Unidade de Conservação e contribuir para futuros trabalhos correlatos nesta área, além de suprir conhecimentos para a flora de Minas Gerais e do Brasil. Palavras-chave: campos rupestres, flora do Quadrilátero Ferrífero, flora do Brasil, florestas montanas, Neotropicos.
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Ecologia e conservação da onça parda (Puma concolor Linnaeus, 1771) no Parque Estadual do Rio Doce (PERD) e entorno do Parque Estadual da Serra do Brigadeiro (PESB), Minas Gerais

Ecologia e conservação da onça parda (Puma concolor Linnaeus, 1771) no Parque Estadual do Rio Doce (PERD) e entorno do Parque Estadual da Serra do Brigadeiro (PESB), Minas Gerais

Um exemplar macho de onça parda (Puma concolor) capturado em região antropizada, no município de Astolfo Dutra-MG (21°18'39,17"S e 42°51'42,66"O) foi encaminhado ao Centro de Triagem de Animais Silvestres da Universidade Federal de Viçosa (CETAS/UFV). O animal foi sedado para criteriosa avaliação clínica veterinária, coleta de material biológico e para que fosse processada uma total biometria. Após avaliação da coloração e desgaste dos dentes pela equipe, constatou-se em consenso que tratava-se de um espécime sub-adulto de, aproximadamente, 1 ano e meio. Na ocasião de chegada, a suçuarana teve seu peso corporal checado em 29 kg. Após um ano no CETAS/UFV, sendo condicionada com presas vivas, o animal passou por mais uma sedação para nova avaliação clínica, novas pesagem e biometria. Depois de realizados estes procedimentos, em que verificou-se um ganho de peso de, aproximadamente 10 kg acompanhado de crescimento corpóreo, foi instalado o rádio-colar no animal para posterior soltura, licenciada pelo Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais – IEF/MG sob nº 080/08.
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Criptorquidismo em jaguatirica de vida livre capturada no Parque Estadual do Rio Doce, Brasil.

Criptorquidismo em jaguatirica de vida livre capturada no Parque Estadual do Rio Doce, Brasil.

This paper is the first report of unilateral cryptorchidism in an adult wildlife ocelot, captured in Parque Estadual do Rio Doce. Cage traps were used to capture the animal, using bovine offal as bait. The animal was anesthetized with anesthetic darts and kept under anesthesia through a combination of ketamine and xylazine. The andrologycal examination showed that the left testicle was located subcutaneously near the inguinal region. In this case of unilateral cryptorchidism, the testis was soft and had a volume of 2.57mL, while the contralateral testis had a firm consistency and volume of 11.50mL. The length of the region occupied by the penile spikes was similar to other breeding animals. Cryptorchidism is an inherited condition linked to low genetic variability previously reported in consanguineous wild cats. Due to the increasing isolation of wild population in forest fragments, this finding is concerning because it can be indicative of inbreeding in wild ocelot populations.
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CONSIDERAÇÕES SOBRE AS CAVERNAS QUARTZÍTICAS DO PARQUE ESTADUAL DO IBITIPOCA, MINAS GERAIS, BRASIL

CONSIDERAÇÕES SOBRE AS CAVERNAS QUARTZÍTICAS DO PARQUE ESTADUAL DO IBITIPOCA, MINAS GERAIS, BRASIL

O PEI é um espelho das inter-relações entre os aspectos abióticos e bióticos da natureza. Nas áreas mais elevadas do parque, onde o relevo caracteriza-se como escarpado a montanhoso, não há formação de solo e predomina o estrato herbáceo graminóide, com esparsos arbustos (campos rupestres) sobre os quartzitos. Em contrapartida, em locais de relevo escarpado, também com predomínio de rocha quartzítica, há a formação de solos arenosos e mais rasos, com menor poder de retenção de água, destacando-se os campos herbáceos-graminosos (campos de altitude). Já em locais de relevo ondulado, que tem como substrato rochoso o xisto e/ou gnaisse, são formados solos mais profundos e com maior quantidade de argila, mais favoráveis à manutenção da umidade contribuindo na geração formações mais exuberantes, como a Mata Grande. Transitando entre as formações campestres e florestais surge a Mata de Candeia, num relevo suave a forte ondulado (RODELA, 1998; DIAS, 2000; SILVA; MACIEL, 2006; SCHAEFER, 2006; IEF, 2007; BENTO, 2014).
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Florística e estrutura do componente arbóreo de remanescentes de Mata Atlântica do médio rio Doce, Minas Gerais, Brasil.

Florística e estrutura do componente arbóreo de remanescentes de Mata Atlântica do médio rio Doce, Minas Gerais, Brasil.

The Atlantic Forest of the middle Rio Doce is considered one of the most endangered vegetation of Minas Gerais, because of intensive destruction occurred in the past. The forests are the only sources of information of the original vegetation in the region. The aim of this study was to characterize the floristic composition, structure, floristic similarity and the species distribution of the forest community from Rio Doce state park and neighboring areas. We studied six sites, using the point-centered quarter method. In each area, we sampled 70 points, and measured circumference (> 15 cm) and height of trees. We found 61 families, 195 genera and 373 species. The number of families varied from 30 to 36 for study area and, the number of species from 80 to 101. Floristic similarity indexes (Jaccard) among areas ranged from 6.3 to 24.1 %, showing that the areas were very different. There was significant relationship between species distribution and soil variables. Shannon Diversity Indexes varied from 3.66 to 4.10. The median diameter varied from 8.0 to 10.9 cm and the height from 7.0 to 10.0 m. The floristic heterogeneity seems to reflect the disturbance history and the influence of soil factors in the distribution of tree species in the middle Rio Doce.
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Impacto do Fogo em Campo Sujo no Parque Estadual do Biribiri, Minas Gerais, Brasil.

Impacto do Fogo em Campo Sujo no Parque Estadual do Biribiri, Minas Gerais, Brasil.

O bioma Cerrado apresenta fisionomias que englobam formações florestais, savânicas e campestres. O termo campo designa áreas com predomínio de espécies herbáceas e algumas arbustivas, com poucas árvores formando paisagens abertas. Além do clima, da química e da física do solo, da disponibilidade de água e de nutrientes, da geomorfologia e da topografia, a distribuição da flora do Cerrado é condicionada pela latitude, pela frequência de queimadas, pela profundidade do lençol freático, pelo pastejo e por inúmeros fatores antrópicos (Ribeiro & Walter, 2008).
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Anatomia foliar de Bromeliaceae Juss. do Parque Estadual do Itacolomi, Minas Gerais, Brasil

Anatomia foliar de Bromeliaceae Juss. do Parque Estadual do Itacolomi, Minas Gerais, Brasil

Das 21 espécies que Coser (2008) identificou para a família Bromeliaceae no Parque Estadual do Itacolomi (PEI), o autor sugeriu a possibilidade de Racineae aerisincola estar extinta para o PEI, visto que o último registro é de 30/06/1999 (VIC 23656), e a mesma não foi mais encontrada nas expedições a campo, desde então. Apesar da ausência desta espécie no presente trabalho, registra-se o acréscimo da espécie Vriesea schwackeana, que não constava no levantamento de Coser (2008). De acordo com Coser et al. (2010), dentre as espécies de Vriesea listadas para o PEI, quatro delas (V. bituminosa, V. regnellii, Vriesea sp1 e Vriesea sp2) fazem parte de um complexo de espécies que ocorrem nos campos rupestres do estado de Minas Gerais e que necessita de revisão detalhada para melhor definição dos táxons, visto que pode estar ocorrendo a hibridização destas espécies. Como a identificação e coleta em campo foi prejudicada por estes fatores, estas espécies foram consideradas como Vriesea sp1 e Vriesea sp2, que constituem os dois morfos encontrados em campo. Em virtude disso, foram coletadas e analisadas no presente trabalho 19 espécies de Bromeliaceae, sendo nove pertencentes à subfamília Bromelioideae, três a Pitcairnioideae e sete a Tillandsioideae (tab. 1). Dentre as espécies coletadas, 10 apresentaram hábito rupícola ou saxícola, sete apresentaram hábito epifítico e duas, hábito terrestre ou terrícola (tab. 1). Destas espécies, 13 formam tanques acumuladores de água, e em seis espécies a roseta não forma tanque: Ananas macrodontes, Cryptanthus schwakeanus, Dyckia cinerea, Dyckia saxatilis, Pitcairnia flammea, e Tillandsia stricta.
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Asteraceae Dumort. nos campos rupestres do Parque Estadual do Itacolomi, Minas Gerais, Brasil

Asteraceae Dumort. nos campos rupestres do Parque Estadual do Itacolomi, Minas Gerais, Brasil

Trabalhos relacionados mais diretamente com a flora do Parque Estadual do Itacolomi são os de Badini (1940a, 1940b); Lisboa (1956, 1971), uma descrição dos aspectos gerais da flora da região de Ouro Preto; Peron (1989) com uma listagem da flora fanerogâmica dos campos rupestres do Parque, listando 75 espécies da família Asteraceae; Messias et al. (1997), um levantamento florístico das matas e distribuição de espécies endêmicas do Parque, onde foram listadas 74 espécies da família e Brandão et al. (1994), que compararam os aspectos físicos e florísticos de algumas áreas de campos rupestres do estado de Minas Gerais, incluindo o Itacolomi, para onde foram amostradas 50 espécies de Asteraceae. Os referidos trabalhos salientam a grande representatividade da família Asteraceae nesta área. No entanto, é clara a subamostragem da família nos levantamentos, principalmente se comparados com outras áreas de campo rupestre de Minas Gerais, evidenciada pelo pequeno número de gêneros em algumas tribos e de espécies características de campo rupestre, justificando a realização deste trabalho.
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