Top PDF Leptolejeunea e Rhaphidolejeunea (Lejeuneaceae) na estação científica Ferreira Penna, Pará, Brasil.

Leptolejeunea e Rhaphidolejeunea (Lejeuneaceae) na estação científica Ferreira Penna, Pará, Brasil.

Leptolejeunea e Rhaphidolejeunea (Lejeuneaceae) na estação científica Ferreira Penna, Pará, Brasil.

Caulídio em secção transversal, 8 células epidérmicas circundando 4 células medulares menores, merófito ventral de duas células de largura.. Lóbulos geralmente reduzidos a 6-7 célula[r]

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Os gêneros Lejeunea e Microlejeunea (Lejeuneaceae) na Estação Científica Ferreira Penna, estado do Pará, Brasil, e novas ocorrências.

Os gêneros Lejeunea e Microlejeunea (Lejeuneaceae) na Estação Científica Ferreira Penna, estado do Pará, Brasil, e novas ocorrências.

& Nees, Lejeunea flava (Swartz) Nees, Lejeunea tapajosensis Spruce, Microlejeunea acutifolia Stephani e Microlejeunea epiphylla Bischler, destacando Microlejeunea.. acutifolia como [r]

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Os gêneros Cyclolejeunea,Haplolejeunea, Harpalejeunea, Lepidolejeunea e Rectolejeunea (Lejeuneaceae, Hepaticae) na Estação Científica Ferreira Penna, Pará, Brasil.

Os gêneros Cyclolejeunea,Haplolejeunea, Harpalejeunea, Lepidolejeunea e Rectolejeunea (Lejeuneaceae, Hepaticae) na Estação Científica Ferreira Penna, Pará, Brasil.

Das sete espécies aqui tratadas, três são novas ocorrências para o estado do Pará e duas são novas para a região Norte do Brasil coletadas em Caxiuanã. Acreditamos que muito ainda pode ser acrescentado ao conhecimento da brioflora do Pará, à medida que se intensifiquem as coletas e o estudo de material dos variados ecossistemas das microrregiões e localidades do território paraense, muitos dos quais nunca foram visitados por botânicos ou especialistas em briófitas.

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Cololejeuneae (Lejeuneaceae, Hepaticae) na Estação Científica Ferreira Penna, Melgaço, PA, Brasil.

Cololejeuneae (Lejeuneaceae, Hepaticae) na Estação Científica Ferreira Penna, Melgaço, PA, Brasil.

Distribuição geográfica: essa espécie ocorre no Brasil e Suriname (Tixier 1980; Yano 1989). No Brasil é mencionada para os Estado do AM, MA, MG, MS, PR, RJ, SC e SP (Yano 1989). Primeira ocorrência para o Estado do Pará (Ilkiu-Borges & Lisboa 2002). A cutícula de Cololejeunea surinamensis foi descrita como papilosa (Tixier 1980), entretanto estudos realizados em microscópio eletrônico de varredura mostraram que a cutícula é reticulada. Essa característica foi confirmada pelo Dr. Tamas Pócs (comunicação pessoal, 1999). Esta espécie é reconhecida pelos filídios com uma borda hialina de células retangulares, lóbulos oblongos a obovados com o primeiro dente bastante visível, geralmente formado por 2 células de compr. É uma espécie epífila na ECFPn. Material examinado: BRASIL. Pará: Melgaço, ECFPn, margem esquerda do Rio Curuá, terra firme, sobre folhas de epífita, 2/XII/1997, A.L. Ilkiu-Borges et al. 883 (MG); igarapé Retiro, caminho para o inventário 12, terra firme, sobre folhas vivas, 1/XI/1996, R. Lisboa et al. 6243 (MG); margem do igarapé Grande, várzea, sobre folhas vivas, 9/XI/1996, R. Lisboa et al. 6263 (MG).
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Espécies de Ganoderma P. Karst (Ganodermataceae) e Phellinus Quél. (Hymenochaetaceae) na Estação Científica Ferreira Penna, Pará, Brasil.

Espécies de Ganoderma P. Karst (Ganodermataceae) e Phellinus Quél. (Hymenochaetaceae) na Estação Científica Ferreira Penna, Pará, Brasil.

(Espécies de Ganoderma P. Karst (Ganodermataceae) e Phellinus Quél. (Hymenochaetaceae) na Estação Científi ca Ferreira Penna, Pará, Brasil) – Este trabalho foi baseado em coleções realizadas pelos autores e em material depositado no herbário João Murça Pires (MG), procedentes da Estação Científi ca Ferreira Penna (ECFPn, 1°38’ - 1°48S; 51°20’ - 51°36’W). Ganoderma esta representado por três espécies: G. australe, G. multiplicatum e G. stipitatum, e Phellinus por sete: P. baccharidis, P. calcitratus, P. extensus, P. fastuosus, P. gilvus, P. shaferi e P. undulatus.
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Diversidade de espécies dos gêneros de Crematogaster, Gnamptogenys e Pachycondyla (Hymenoptera: Formicidae) e complementaridade dos métodos de coleta durante a estação seca numa estação ecológica no estado do Pará, Brasil.

Diversidade de espécies dos gêneros de Crematogaster, Gnamptogenys e Pachycondyla (Hymenoptera: Formicidae) e complementaridade dos métodos de coleta durante a estação seca numa estação ecológica no estado do Pará, Brasil.

Registramos uma alta incidência de espécies com um único registro (“singletons”), representando mais de 40% da fauna total amostrada para os três gêneros, nos dois métodos de amostragem. Algumas espécies que detectamos em baixa densidade na Estação Científica Ferreira Penna são comuns em outros estratos como: G. annulata, P. crenata, P. unidentata, que possuem hábitos arborícolas. G. haenschi, outra espécie com baixa densidade populacional, forrageia sobre troncos caídos (Latke, 1995; Longino, 2005). Populações pequenas são vulneráveis à extinção, mas com maior esforço de coleta elas podem perder o status de “singletons” (Margurran 2005). Murray & Lepschi (2004), questionam se as espécies classificadas como “raras”, não seriam abundantes em um local distinto do qual ela teria sido coletada a princípio. Este estudo dá uma resposta positiva a este questionamento, já que registramos espécies sabidamente abundantes em habitats distintos do qual investigamos nesse estudo. Portanto, a raridade destas espécies registradas em nosso estudo foi gerada pelos erros intrínsecos e aceitáveis dos métodos que empregamos na coleta, os quais se restringem à serapilheira e não prevêem coleta ativa. O termo “extraviado” (“stray”, em inglês) utilizado por Longino (2005) é útil para definir essas espécies cujos hábitos as tornam raras em métodos de coleta não específicos, como as de hábitos arborícolas ou subterrâneos.
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Diversidade, taxonomia e distribuição por estados brasileiros das famílias Bartramiaceae, Brachytheciaceae, Bryaceae, Calymperaceae, Fissidentaceae, Hypnaceae e Leucobryaceae (Bryophyta) da Estação Científica Ferreira Penna, Caxiuanã, Pará, Brasil.

Diversidade, taxonomia e distribuição por estados brasileiros das famílias Bartramiaceae, Brachytheciaceae, Bryaceae, Calymperaceae, Fissidentaceae, Hypnaceae e Leucobryaceae (Bryophyta) da Estação Científica Ferreira Penna, Caxiuanã, Pará, Brasil.

Foi realizado o inventário das espécies de musgos (Bryophyta) da Estação Científica Ferreira Penna, município de Melgaço, estado do Pará. Esta estação possui 85% de sua área ocupada por mata de terra firme, bem conservada. Sua vegetação de fanerógamas já está relativamente estudada. Porém o estudo dos musgos está avançando agora com este trabalho. Além de inventariar as espécies de musgos ocorrentes na área, outros objetivos são ampliar a distribuição geográfica das espécies ainda não referidas para a região, registrar o tipo de substrato e ecossistema onde elas ocorrem. Foram identificadas 84 espécies, 37 gêneros e 19 famílias. Esse trabalho é parte dos estudos realizados com os musgos da ECFPn, tratando apenas das 47 espécies pertencentes às famílias Bartramiaceae, Brachytheciaceae, Bryaceae, Calymperaceae, Fissidentaceae, Hypnaceae e Leucobryaceae. Para cada táxon foram citados, herbário, referências de descrições, comentários com as características diagnósticas, habitats, distribuição geográfica brasileira e material examinado. São novas referências para Amazônia Brasileira, Fissidens pauperculus M.Howe e Octoblepharum costatum H.A.Crum e para o estado do Pará, Syrrhopodon incompletus Schwägr. var. berteroanus (Brid.) W.D.Reese e Leucobryum crispum Müll.Hal.
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DIVERSIDADE E COMPOSIÇÃO DE FORMIGAS PONERINES (HYMENOPTERA, FORMICIDAE, PONERINAE) DE SERAPILHEIRA NA ESTAÇÃO CIENTÍFICA FERREIRA PENNA, CAXIUANÃ, MELGAÇO, PARÁ, BRASIL

DIVERSIDADE E COMPOSIÇÃO DE FORMIGAS PONERINES (HYMENOPTERA, FORMICIDAE, PONERINAE) DE SERAPILHEIRA NA ESTAÇÃO CIENTÍFICA FERREIRA PENNA, CAXIUANÃ, MELGAÇO, PARÁ, BRASIL

de florestas (Delabie et al. 2000; Silvestre 2000; Quiroz-Robledo & Valenzuela- González 2007). O fato de algumas espécies apresentarem tamanho superior ao da malha do extrator de mini-Winkler e o hábito nômade (Silvestre 2000) podem ter contribuído para a baixa frequência de amostragem deste grupo com o método utilizado e, provavelmente, por não ter sido encontrada mais de uma espécie numa amostra. Na região Neotropical são conhecidas 38 espécies desse gênero, das quais 13 ocorrem no Brasil (Fernández & Sendoya 2004). O único registro deste gênero para a ECFPn era de Leptogenys cf. unistimulosa, encontrada na serapilheira e nidificando no solo (Overal et al. 1997). A espécie Leptogenys pusilla, registrada apenas para Colômbia e Costa Rica (Fernández & Sendoya 2004), tem sua distribuição geográfica ampliada neste estudo.
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O gênero Exserticlava (Fungo Anamorfo - Hyphomycetes) no Brasil.

O gênero Exserticlava (Fungo Anamorfo - Hyphomycetes) no Brasil.

Os materiais estudados foram coletados na Estação Científica Ferreira Penna (1°42’30” S e 51°31’45” W), localizada na Floresta Nacional de Caxiuanã, município de Melgaço, Pará e no Morro[r]

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Ocorrência de Tetranychus ogmophallos Ferreira & Flechtmann (Acari: Tetranychidae) em Amendoim no Estado de São PauloOcorrência de Tetranychus ogmophallos Ferreira & Flechtmann (Acari: Tetranychidae) em Amendoim no Estado de São Paulo.

Ocorrência de Tetranychus ogmophallos Ferreira & Flechtmann (Acari: Tetranychidae) em Amendoim no Estado de São PauloOcorrência de Tetranychus ogmophallos Ferreira & Flechtmann (Acari: Tetranychidae) em Amendoim no Estado de São Paulo.

ABSTRACT - High mite infestations were observed during two consecutive years (1999 and 2000) in peanut fields of cultivar IAC-Caiapó, at the Adamantina Experiment Station of Instituto Agronômico de Campinas (IAC). The mites were identified as Tetranychus ogmophallos Ferreira & Flechtmann, and the symptoms consisted of an initial silver-like chlorosis on leaves, progressing to formation of a great ammount of web structures covering the plants. For a preliminary evaluation of the damage, two 1.000 m 2 plots were marked during the 1998/99 field growing. One was not treated with pesticide and
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ALEXANDRE RODRIGUES FERREIRA: um naturalista brasileiro produzindo informação sobre a Amazônia e o Centro-Oeste (1783-1792)

ALEXANDRE RODRIGUES FERREIRA: um naturalista brasileiro produzindo informação sobre a Amazônia e o Centro-Oeste (1783-1792)

Portugal se encontrava atrasado com relação à Inglaterra, Espanha e França, pois ainda não dispunha de pessoas com formação cientifica necessária. Foi nesse momento que o país lusitano resolveu investir em uma reforma na universidade de Coimbra, incluindo dois novos cursos que foram o de ciências naturais e o de matemática. Entre os alunos matriculados depois da reforma, na maioria filhos da elite brasileira, estava Alexandre Rodrigues Ferreira, nascido em Salvador- Bahia em 27 de abril de1756.

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Paulo Henrique Lobo Neves

Paulo Henrique Lobo Neves

Todas as amostras de agregadas, coletados nas diversas fontes de exploração, serão apresentados por local, georreferênciamento através de coordenadas UTM – Universal Transversa Mercator, distância média até o centro da cidade de Santarém, contendo as características especificadas nos parágrafos anteriores. A localização das fontes de exploração dos agregados utilizados encontra-se no apêndice. Nas figuras 17 e 18 são apresentadas uma visão geral do estado do Pará e em destaque a região do baixo Amazonas onde foi desenvolvida esta pesquisa.

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AGRICULTURA E INDÚSTRIA NO BRASIL

AGRICULTURA E INDÚSTRIA NO BRASIL

Todos esses dados são prova inequívoca de que o processo de reprodução ampliada do capital supõe a produção capitalista de relações não-capitalistas de produção, que podem ser muito melhor explicitadas se observarmos atentamente a dinâmica que tem envolvido a força de trabalho na agricultura. O Brasil como um todo tem apresentado um crescimento do pessoal ocupado nos estabelecimentos de 15.633.985 em 1960 para 17.582.089 em 1970 (12,5%) e 20.345.692 em 1975 (30% em relação a 1960 e 16% em relação a 1975). Desse total, tivemos a participação, em 1960, de 63% do trabalho realizado pelo responsável e membros não remunerados da família; já, em 1970, tivemos 80% e, em 1975, 81%. O fato ganha destaque se atentarmos para o ritmo de crescimento, no período, do trabalho familiar: de 1960 a 1970 o aumento foi de 43% e em relação a 1975 foi de 66%. E ganha destaque muito maior ainda, se observarmos que o trabalho familiar aumentou muito mais nas classes de área de até 10 ha, quando tivemos, na classe de menos de 1 ha, um crescimento de 298%, no período de 60 a 70, e 368%, no período de 60 a 75; na classe de 1 a 2 ha, ocorreu um aumento de 175% no período de 60 a 70 e de 214% no período de 60 a 75. Cabe ressaltar, também, que esse aumento não ocorreu homogeneamente no país, mas de forma desigual, pois, no mesmo período, apresentou o Estado de São Paulo números decrescentes. No total, tivemos uma redução de 14% no período de 70 a 75, redução essa que ocorreu praticamente em todas as classes de área, por exemplo, de 70 a 75 a classe de menos de 1 ha declinou cerca de 8, sendo de 9% o declínio na classe de 1 a 2 ha.
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Nos cais das ribeiras

Nos cais das ribeiras

Essa foi uma das últimas jornadas de Benony como trabalhador extrativista. Nas viagens a trabalho pelas ilhas de Breves e Mexiana, da região norte do Pará, o jovem foi sondando outras imagens em sua mente que pareciam para ele mais assertivas. Eram as cenas de outro tecido social, de comerciantes, políticos, funcionários, outras escalas sociais que chegavam pelos cais das ilhas a serviço delas. Em seu olhar: “eram doutores vindo de Belém”. Nascia um desejo, uma atração de Benony por residir em Belém, capital do Pará. Percebe-se aqui o poder simbólico da urbanidade difundindo- se e produzindo outros desejos, que não eram os mesmos do campo. Considerando-se a proposição de Rogério Proença Leite, importa destacar que “os lugares não são necessariamente nichos inalteráveis e fixos em uma tradição perene”, podendo apresentar “configurações flexíveis” (1999, p. 286).
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A gênese da preservação do patrimônio em Belo Horizonte: movimentos sociais e a defesa da Praça da Estação

A gênese da preservação do patrimônio em Belo Horizonte: movimentos sociais e a defesa da Praça da Estação

Instituto. Estas reuniões aconteciam na sede improvisada do Instituto, no “[...] barracão do IAB [...]”. (AFFONSECA, 2007) O local não dispunha das condições mínimas para abrigar os trabalhos do Instituto, pois “[...] a gente se reunia num barracão de obra onde todo mundo morria de frio”.(GRZYBOWSKI, 2007) Os assuntos tratados sempre eram reportados nas reuniões de diretoria. “[...] A princípio, se tinha uma reunião, até fazer o Encontro, foi uma coisa mais formal” (COSTA, 2007). No entanto, a austeridade e precariedade do barracão fizeram com que o grupo migrasse para os, então, raros escritórios de colegas; como por exemplo, a sala comercial na Av. Cristóvão Colombo compartilhada por Regina Xavier, Jurema Marteleto Rugani, Beatriz Magalhães e Demitrius Leonel da Mata. Outro reduto freqüentemente utilizado foi o imóvel particular do arquiteto Ricardo Lana, no Santo Agostinho, assim como a EAUFMG, que abrigou a maior parte das discussões a respeito da praça. A Universidade deu a sua contribuição com a publicação do livro “Praça da Estação: origem e destino”, que transcreve a ata do I Encontro.
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A literatura médica brasileira sobre a peste branca: 1870-1940.

A literatura médica brasileira sobre a peste branca: 1870-1940.

O dr. Augusto Azevedo Sodré (1918, p. 26), uma década e meia mais tarde, ligou a diminuição nos índices de mortalidade em geral com o declínio nas percentagens da população negra nessa cidade. Na verdade, segundo Herbert Klein, se por um lado, “entre 1872 e 1876, aproximadamente 25.711 escravos tenham sido importados para as províncias do Rio de Janeiro e de São Paulo ... as zonas centrais do café no Brasil” (1971, pp. 567-9), por outro lado, centenas de milhares de imigrantes europeus incharam a população dessas regiões. O historiador H. C. Haring (1958, pp. 100-5) afirma que, só de italianos, chegaram à província de São Paulo 97 mil em 1889, e 108 mil em 1891. A historiadora Kim D. Butler (1998, p. 71, n. 19) cita estatísticas do sociólogo Florestan Fernandes e do historiador norte-americano Thomas Holloway para sublinhar um argumento semelhante, nomeadamente de que a percentagem (mas não os números) dos negros na cidade de São Paulo diminuiu devido ao aumento dos imigrantes europeus.
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Variação espacial e temporal da precipitação no Estado do Pará.

Variação espacial e temporal da precipitação no Estado do Pará.

Para a avaliação dos períodos secos durante a estação de crescimento, foram gerados mapas mensais, de precipitação e de evapotranspiração. Através da rotina “map calculator” foi inserida as equações propostas por Kassam (1979), para determinação da estação de crescimento. Em seguida, foram obtidos os mapas de início, duração e fim das estações de crescimento. Para gerar os mapas do início da estação chuvosa, foi utilizado o procedimento de sobreposição de mapas, no software Arc View. O mês em que iniciava a estação chuvosa foi selecionado e sobreposto ao mês seguinte e assim por diante, até o mês em que terminava tal estação, obtendo com isso um único mapa com todas as áreas distintas para o início da estação e, seus respectivos meses. Esse procedimento também foi adotado para a obtenção do fim da estação de chuvosa. A duração da estação chuvosa foi obtida pela subtração dos mapas de início e fim da estação chuvosa.
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Wahlverwandtschaft: pós-neoliberalismo e neodesenvovimentismo no Brasil — Outubro Revista

Wahlverwandtschaft: pós-neoliberalismo e neodesenvovimentismo no Brasil — Outubro Revista

O Brasil do Lula foi a imagem mais difundida do país em muito tempo. Depois de estar apagado na mídia internacional por um bom tempo, de repente, para surpresa geral, no meio da era neoliberal, o pais mais desigual do mundo passou a ser a referencia na luta contra a fome e o modelo de sucesso no combate à desigualdade. É uma imagem que incomoda muito. Antes de tudo, às hostes neoliberais, cujos princípios são negados abertamente pelo Brasil, que faz residir nessa negação exatamente o seu sucesso. E incomoda aos setores da ultraesquerda, que já tinham cantado a “traição” do Lula e do PT, no começo do governo e tiveram que engolir a seco o sucesso popular interno e internacional do Brasil (Sader, 2014, s/p).
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Expediente

Expediente

Márcia Santos Ferreira – UFMT, Cuiabá/MT, Brasil (editora adjunta).. Nicanor Palhares Sá – UFMT, Cuiabá/MT, Brasil.[r]

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Preliminary survey of the mammalian fauna in the Anajás-Muaná region, Marajó Island, Pará State, Brazil.

Preliminary survey of the mammalian fauna in the Anajás-Muaná region, Marajó Island, Pará State, Brazil.

Levantamento preliminar da mastofauna da região de Anajás-Muaná, Ilha de Marajó, Pará, Brasil.. Suely A.[r]

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