Top PDF Levantamento de plantas medicinais na Baixada Maranhense.

Levantamento de plantas medicinais na Baixada Maranhense.

Levantamento de plantas medicinais na Baixada Maranhense.

No desenvolvimento de. pesquisa visando o Le.vayvtame.nto da Vlora do Botado, buscou- se, na riqueza da Piona da Baixada Marayikcnse, informações a respeito dai, plantão utili .zaáas co[r]

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Levantamento da diversidade e uso das plantas medicinais utilizadas por moradores do município de Puxinanã, PB, Brasil

Levantamento da diversidade e uso das plantas medicinais utilizadas por moradores do município de Puxinanã, PB, Brasil

A presente pesquisa realizou um levantamento sobre as plantas medicinais utilizadas por pessoas do município de Puxinanã, na Mesorregião do Agreste da Borborema e na Microrregião de Campina Grande, PB, Brasil. Foram utilizados questionários semiestruturados com 42 entrevistados, sendo a maioria do sexo feminino, casados, com filhos, com baixa escolaridade e com a profissão de agricultor. As famílias botânicas mais abundantes foram Fabaceae e Asteraceae (7 espécies cada uma). As espécies com maior número de citações foram Plectranthus amboinicus (Lour.) Spreng. (27), Chenopodium ambrosioides L. (26), Lippia alba (Mill.) N.E. Br. e Bauhinia cheilantha (Bong.) Steud (25 cada uma). Calculou-se o índice de concordância com o uso principal corrigido (CUPc) e a Frequência Relativa (FRi) das plantas mencionadas pelos informantes. A planta com maior CUPc e com maior Fri foi a Plectranthus amboinicus (Lour.) Spreng. que obteve CUPc= 85,19% e Fri= 64,29%.
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Levantamento de plantas medicinais e suas aplicações no município de Piracicaba-SP

Levantamento de plantas medicinais e suas aplicações no município de Piracicaba-SP

RESUMO: O uso de plantas como recurso terapêutico é realizado por diferentes povos em todas as partes do mundo desde os tempos mais remotos. Com o objetivo de conhecer as plantas medicinais utilizadas no município de Piracicaba-SP, realizou-se um levantamento onde foi aplicado um questionário semi-estruturado abordando a procedência, o cultivo, partes da planta utilizada, a forma de preparo e o uso, sendo entrevistados aleatoriamente 50 indivíduos no centro de Piracicaba-SP na faixa etária de 20 a 73 anos. Os dados obtidos revelaram que são cultivadas e/ou utilizadas 36 espécies de plantas medicinais, correspondendo a um total de 128 citações. As 10 espécies mais freqüentes, em ordem decrescente, foram: erva-cidreira (Melissa officinalis L) 21%, boldo (Peumus boldus M.) 16%, camomila (Matricaria chamomilla L) e hortelã (Mentha sp.) 11%, erva-doce (Foeniculum vulgare M.) 9%, guaco (Mikania glomerata S.) e arnica (Arnica montana L) 8%, poejo (Mentha pulegium L.) 6%, ginkgo biloba (Ginkgo biloba L) e maracujá (Passiflora sp.) 5%. Tanto crianças como adultos (82%) fazem uso destas espécies, sendo que 32% dos entrevistados possuem o terceiro grau completo e 62% perfaziam uma renda mensal de até cinco salários mínimos, confirmando que todas as _______________________________________
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Levantamento preliminar sobre plantas medicinais utilizadas no bairro Salobrinho no município de Ilhéus, Bahia.

Levantamento preliminar sobre plantas medicinais utilizadas no bairro Salobrinho no município de Ilhéus, Bahia.

RESUMO: Este trabalho teve como objetivo realizar o levantamento etnobotânico das principais espécies utilizadas para ins medicinais pela comunidade Salobrinho, no município de Ilhéus (BA). Foi realizada entrevista com aplicação de questionário semi-estruturado juntamente com a coleta de material vegetal para identiicação das espécies citadas. Apesar do elevado número de citações de plantas nas residências dos entrevistados apenas 51 espécies são cultivadas, as quais estão distribuídas em 32 famílias e 42 gêneros, sendo a família Lamiaceae a mais representativa, seguida por Euphorbiaceae, Asteraceae, Verbenaceae e Poaceae. A maioria destas espécies é de porte herbáceo ou arbustivo e são plantas introduzidas. A parte mais utilizada para o preparo de remédios foi a folha (86%), sendo o chá a forma de preparo mais comum (70%). Dentre 86 diferentes indicações de uso terapêutico, as mais citadas foram relacionadas à problemas gastrointestinais com 308 citações, seguida por 171 citações referente a afecções respiratórias. A espécie com maior índice de concordância de uso corrigido foi a Lippia alba, indicada para o tratamento de dor de barriga e como calmante. Conclui-se que a localização afastada do bairro em relação aos espaços construídos da cidade, a origem rural dos seus moradores, e sua condição sócio-econômica, possivelmente contribuíram para o acúmulo de conhecimento sobre o tratamento de diversas enfermidades utilizando preparados feitos à base de plantas medicinais.
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Levantamento etnobotânico das plantas medicinais utilizadas pela comunidade de Inhamã, Pernambuco, Nordeste do Brasil.

Levantamento etnobotânico das plantas medicinais utilizadas pela comunidade de Inhamã, Pernambuco, Nordeste do Brasil.

A eicácia comprovada da ação de várias plantas medicinais, como Schinus terebinthifolius Raddi (aroeira), Cymbopogon citratus (DC.) Stapf (capim santo), Plectranthus barbatus Andrews (boldo do mato), e o baixo custo do tratamento, têm despertado a atenção de alguns órgãos do Governo Federal, Estadual e Municipal, originando iniciativas públicas do tipo da desenvolvida junto a 12 municípios localizados no estado de São Paulo (Oliveira et al., 2006; Carvalho et al., 2013). Pesquisar quais as espécies medicinais conhecidas e utilizadas por uma determinada população urbana, periurbana ou rural, suas preferências, as formas de obtenção e preparo dos medicamentos, com certeza contribuirá para o sucesso de tais iniciativas, servindo de base para a seleção das plantas a serem indicadas por médicos nos postos de saúde locais. Contribuindo para o conhecimento sobre o uso de plantas medicinais no Nordeste do Brasil, desenvolveu-se uma pesquisa junto à comunidade Inhamã, no município de Abreu e Lima, situado na Zona da Mata ao norte de Pernambuco. Após o levantamento das espécies, suas formas de uso e indicações terapêuticas, foram investigadas quais as de maior importância para a comunidade, suas formas de obtenção e práticas de manejo. Os dados obtidos poderão apoiar iniciativas do governo Municipal e Estadual para implantar e disseminar o uso desse recurso, oferecendo melhores condições de saúde à população local.
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Levantamento Participativo e Formação Continuada sobre Plantas Medicinais Cultivadas no Município Serraria-PB

Levantamento Participativo e Formação Continuada sobre Plantas Medicinais Cultivadas no Município Serraria-PB

As plantas medicinais podem ser utilizadas como uma alternativa ou de forma complementar para os tratamentos medicinais convencionais, sendo este conhecimento transmitido ao longo das gerações de pais para filhos, valorizando-se assim os conhecimentos tradicionais dos antepassados. Este trabalho foi desenvolvido no mês de abril de 2018 no município de Serraria, e, o objetivo do estudo foi fazer um levantamento sobre o conhecimento e uso de plantas medicinais por agricultores familiares do município de Serraria-PB. A atividade foi dividida em 3 etapas: ¹levantamento participativo das principais plantas medicinais utilizadas pelos agricultores da Comunidade Matinha, Zona Rural de Serraria-PB; ²confecção de folhetim informativo com informações das plantas identificadas na etapa anterior; ³Atividade de formação continuada (oficina) sobre produção e uso de plantas medicinais com agricultores, agricultoras e jovens agricultores participantes da Feira da Agricultura Familiar de Serraria-PB (FAFS) e representantes de equipe de produção e comercialização de flores, além de dois estudantes do programa de Pós Graduação em Ciências Agrárias (Agroecologia) da UFPB, Campus III que atuaram como facilitadores. Foram produzidas 200 mudas de plantas medicinais a partir da técnica da estaquia, além da socialização de diversos saberes locais. As plantas medicinais se constituem em uma importante estratégia para as famílias rurais no que diz respeito a economia na aquisição de remédios, podendo ser uma fonte de renda extra quando comercializadas em feiras ou demais pontos de comercialização, tendo como um de seus maiores benefícios a acessibilidade em seus quintais e hortas, a toda hora, sem gastos adicionais.
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Levantamento etnobotânico de plantas medicinais em área de caatinga no município de São José de Espinharas, Paraíba, Brasil.

Levantamento etnobotânico de plantas medicinais em área de caatinga no município de São José de Espinharas, Paraíba, Brasil.

RESUMO: Este trabalho teve como objetivo realizar levantamento das plantas medicinais utilizadas pela comunidade de São José de Espinharas, a fim de registrar e preservar o conhecimento popular. A metodologia usada foi de entrevistas semi-estruturadas, com observações participantes, coleta e identificação do material botânico e preparação de exsicatas, resultando em lista de 82 espécies de 38 famílias diferentes. São fornecidas as informações nomenclatura popular e botânica, uso terapêutico, parte utilizada, forma de uso, modo de preparo e doenças tratadas. As raízes (30%) foram ás partes mais utilizadas e a forma de preparo foi lambedor (32%). O conhecimento sobre os usos e modos de preparo provém em geral, dos familiares (85%). Com esses resultados, verifica-se a interação da população local com a flora e utilização relacionada a aspectos sociais, econômicos, culturais e às mudanças ambientais.
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Levantamento etnobotânico de plantas medicinais nos quintais do Bairro Novo Horizonte, Ituiutaba, MG.

Levantamento etnobotânico de plantas medicinais nos quintais do Bairro Novo Horizonte, Ituiutaba, MG.

RESUMO. Apesar da maioria dos estudos etnobotânicos serem focados em populações tradicionais, as populações de áreas urbanas também vêm sendo investigadas. O presente trabalho realizou um levantamento etnobotânico de plantas medicinais nos quintais de um bairro urbano, próximo à zona rural, no município de Ituiutaba, MG, visando resgatar e identiicar o conhecimento local a respeito das plantas medicinais. Para isso, 40 residências foram visitadas e os dados coletados por meio de entrevistas semi-estruturadas realizadas com os moradores. Foram encontradas 72 espécies de plantas medicinais, distribuídas em 33 famílias botânicas, destacando-se Asteraceae e Lamiaceae pelo número de espécies. As cinco espécies mais citadas pelos moradores foram: Mentha sp., Cymbopogon citratus, Sedum dendroideum, Plectranthus barbatus, e Rosmarinus oficinalis. O hábito herbáceo foi predominante, e a parte da planta mais usada foi a folha, enquanto a decocção foi o modo de preparo mais frequente. Por mais que existam particularidades entre os diversos costumes e culturas das comunidades locais no Brasil, foi observada similaridade entre os resultados encontrados neste trabalho com outros levantamentos realizados, reforçando a importância da preservação e divulgação do conhecimento popular.
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Levantamento etnobotânico de plantas medicinais utilizadas pelos moradores do povoado de Manejo, Lima Duarte - MG.

Levantamento etnobotânico de plantas medicinais utilizadas pelos moradores do povoado de Manejo, Lima Duarte - MG.

RESUMO: O objetivo deste estudo foi o levantamento etnobotânico de plantas medicinais utilizadas pela população do povoado de Manejo, Lima Duarte (MG). O estudo foi realizado mediante visitas às casas dos moradores que responderam a questionário relacionado às espécies de plantas que são cultivadas, respectivas partes utilizadas, bem como as formas de preparo e quais doenças são tratadas com as plantas. Foram realizadas 41 visitas resultando em citações de 100 diferentes espécies medicinais, sendo a maioria cultivada nos quintais e outras nativas da região, as quais também são utilizadas pelos moradores. Exemplares foram coletados e depositados no herbário CESJ, da Universidade Federal de Juiz de Fora. As espécies mais citadas foram Mentha sp., Lippia alba (Mill.) N. E. Brown, Foeniculum vulgare Mill., Achyrocline satureioides (Lam.) DC., Bidens pilosa L., Mentha pulegium L., Mikania glomerata Spreng., Rosa sp. e Plantago major L. As doenças mais tratadas com as plantas medicinais em Manejo são gripes e resfriados, problemas estomacais, cólicas menstruais e infecções no útero, verminose, problemas renais, ansiedade e estresse. As partes mais utilizadas são as folhas, e a forma de preparo mais comum das plantas são os chás por infusão. A construção de horta comunitária no povoado pode valorizar o emprego das plantas medicinais, sobretudo pelos mais jovens, mantendo a tradição do uso pelas futuras gerações.
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Levantamento etnobotânico das plantas medicinais do cerrado utilizadas pela população de Mossâmedes (GO).

Levantamento etnobotânico das plantas medicinais do cerrado utilizadas pela população de Mossâmedes (GO).

Apresentação de levantamento etnobotânico sobre o uso de plantas medicinais do cerrado pela população da cidade de Mossâmedes, estado de Goiás, localizada nas proximidades da Reserva Biológica da Serra Dourada/GO. O trabalho informa o nome científico e vulgar de 44 espécies, com alguns comentários sobre a forma de utilização de cada planta.

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Levantamento de plantas medicinais nativas da Fazenda Azulão em Dourados-MS.

Levantamento de plantas medicinais nativas da Fazenda Azulão em Dourados-MS.

No Nordeste do Brasil, Agra et al. (2008) em um levantamento das plantas medicinais citou algumas espécies ocorrentes nesse estudo com as mesmas características indicadas pelos mateiros, como Myracrodruon urundeuva no combate de inlamações de ovários, Jacaratia spinosa como vermífugo, Hymenaea courbaril contra tosse e anemia, Senna occidentalis como tônico, Acacia paniculata no tratamento de reumatismos, Guazuma ulmifolia no tratamento de úlceras, Petiveria alliacea como regulador menstrual, podendo ser abortivo.

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Levantamento de Plantas Medicinais Utilizadas por Indígenas Potiguaras da Aldeia São Francisco (Litoral Norte da Paraíba)

Levantamento de Plantas Medicinais Utilizadas por Indígenas Potiguaras da Aldeia São Francisco (Litoral Norte da Paraíba)

Muitas das doenças que antes não acarretava tribos de indígenas hoje fazem parte do cotidiano das aldeias. Dentre as doenças mais citadas pelos indígenas destacaram-se a gripe, dor de barriga, inflamação, pressão e nervos e para cada doença citada demonstraram saber terapêutico de plantas medicinais específicas para cada tipo de enfermidade. Na aldeia além do uso de remédio natural, indígenas já usufrui de remédios sintéticos em virtude de alguns comprometimentos, mas sério de saúde. Mas acreditam por os efeitos serem mais lentos o poder curativo das plantas dificilmente podem apresentar efeitos colaterais ou certos prejuízos ao organismo como acontecem com alguns dos remédios sintéticos.
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Levantamento sobre o uso de plantas medicinais com a terapêutica anticâncer por pacientes da Unidade Oncológica de Anápolis.

Levantamento sobre o uso de plantas medicinais com a terapêutica anticâncer por pacientes da Unidade Oncológica de Anápolis.

RESUMO : Este estudo teve por objetivo conhecer o peril dos pacientes em tratamento contra o câncer da Unidade Oncológica de Anápolis quanto ao uso de plantas medicinais. Foram entrevistados 59 pacientes (42,12% da população estudada) por meio de questionários avaliativos enfatizando características sócio-demográicas e dados referentes à utilização de plantas medicinais. Evidenciou-se o uso indiscriminado de plantas medicinais entre os pacientes. A maioria dos entrevistados compartilha a opinião errônea de que plantas medicinais não fazem mal. A orientação sobre a forma de utilização das plantas ocorre, principalmente, pela informação de familiares ou amigos, e os proissionais da saúde muitas vezes são ignorados neste processo. Constatou-se que as plantas medicinais são utilizadas para o tratamento de enfermidades de baixa a alta gravidade, como o câncer. Dentre as 14 espécies usadas pelos pacientes com inalidade antineoplásica as mais mencionadas foram as popularmente conhecidas como noni, babosa, graviola e romã. Apesar de alguns estudos relatarem atividade antineoplásica ou quimiopreventiva para algumas espécies vegetais, muitas delas podem ser tóxicas ou apresentar potencial risco quando usadas concomitantemente ao tratamento convencional. Desta forma, observa-se que é preciso mais proissionais especializados para orientação sobre o risco de reações adversas e interações medicamentosas no que se refere ao uso de espécies vegetais e a terapêutica do câncer.
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Levantamento etnobotânico e caracterização de plantas medicinais em fragmentos florestais de Dourados-MS.

Levantamento etnobotânico e caracterização de plantas medicinais em fragmentos florestais de Dourados-MS.

O Brasil destaca-se por ser o país com maior biodiversidade mundial possuindo, de acordo com Marques (2000), 22% de todas as espécies biológicas do mundo. Dentro desse leque único de riquezas biológicas, o país também se destaca em outro aspecto no que diz respeito às plantas: as florestas brasileiras guardam um número significativo de espécies que têm fins terapêuticos e medicinais. O Brasil possui um imenso potencial genético a ser explorado e estima-se que esse patrimônio vegetal represente cerca de 16,5 bilhões de genes (RAMOS, 2000). Em sua complexa biodiversidade, existe um grande número de plantas que são utilizadas pelas populações para o tratamento de diversas enfermidades, tanto para
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Levantamento etnobotânico de plantas medicinais na cidade de Ipameri - GO.

Levantamento etnobotânico de plantas medicinais na cidade de Ipameri - GO.

RESUMO: Os objetivos deste trabalho foram: identiicar as espécies vegetais utilizadas com ins medicinais pela comunidade de Ipameri (Estado de Goiás); investigar as preferências com relação à produção e comercialização dessas plantas; e diagnosticar o peril de gênero e as faixas etárias e salariais de seus usuários. Para isso, foram realizadas entrevistas estruturadas com 200 famílias da cidade e coletadas as plantas visando-se a sua correta identiicação. O material foi herborizado, identiicado e depositado no Herbário da Universidade Estadual de Goiás (HUEG). Das 200 famílias entrevistadas, 75 disseram não fazer uso de plantas com ins medicinais (37,5%), enquanto 125 airmaram fazê-lo (62,5%). O grupo que utiliza relacionou 35 espécies mais empregadas: hortelã-rasteira (Mentha x villosa L.), boldo-sete- dores (Plectranthus barbatus Andrews.), capim-cidreira (Cymbopogon citratus (DC.) Stapf.), quebra-pedra (Phyllanthus niruri L.), camomila (Chamomilla recutita (L.) Rauschert.), poejo (Mentha pulegium L.), guaco (Mikania glomerata Spreng.), mentrasto (Ageratum conyzoides L.), alfavacão (Ocimum gratissimum L.), losna (Artemisia canphorata Vill.), bálsamo (Eysenhardtia platycarpa Mich.), carqueja (Baccharis trimera (Less.) DC.), funcho (Foeniculum vulgare Mill.), babosa (Aloe vera L.) e malva (Althaea oficinalis L.). Todas as famílias consumidoras (100%) airmaram preferir as plantas cultivadas de forma orgânica, selecionando-as através da boa aparência (68% das famílias) e consumindo-as in natura (sem beneiciamento, 100%). A utilização de plantas medicinais em Ipameri é independente do sexo (54%, mulheres e 46%, homens) e se estende às várias faixas etárias e também sócio-econômicas, conigurando-se assim, um bom mercado consumidor.
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Levantamento da fauna de Abelhas silvestres (Hymenoptera, Apoidea) na região da "Baixada Maranhense": Vitória do Mearim, MA, Brasil.

Levantamento da fauna de Abelhas silvestres (Hymenoptera, Apoidea) na região da "Baixada Maranhense": Vitória do Mearim, MA, Brasil.

Apifauna e flora associada (exceto Apidae) em região de capoeira, São Luis,.. zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA  Monografia de Graduação,  Universidade Federal do Mar[r]

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Diversidade e uso de plantas medicinais por comunidades quilombolas Kalunga e Urbanas, no nordeste do estado de Goiás-GO, Brasil

Diversidade e uso de plantas medicinais por comunidades quilombolas Kalunga e Urbanas, no nordeste do estado de Goiás-GO, Brasil

Pasa et al. (2005) objetivou o levantamento etnobotânico de plantas classificadas em diferentes categorias de uso na comunidade de Conceição-Açu, no município de Cuiabá-MT, e estimar o valor de uso das espécies botânicas em matas de galeria. A formação vegetal predominante é o Cerrado. Entrevistas estruturadas e semi-estruturadas, com uso do questionário foram aplicadas em 59 residentes adultos de ambos os sexos. As unidades de paisagem foram classificadas em quintais, roças e matas de galeria e o número total de espécies utilizadas foi de 180. A maioria das plantas foi coletada durante a entrevista e depositadas no Herbário da UFMT. Nos quintais das residências foram identificadas 86 espécies, pertencentes a 43 famílias, sendo a maioria cultivada e utilizada como alimento (48,1%) e como remédio (44,5%). Nas roças os principais cultivos são: Manihot esculenta (mandioca) (100%), Carica papaya (mamão) (76,2%), Musa paradisíaca (banana) (71,4%) e Saccharum officinarum (cana-de-áçucar) (57,1%). Na mata de galeria destacou-se a categoria medicinal (65%), com as espécies: Copaifera langsdorffii (copaíba) (2,5), Aspidosperma polyneuron (peroba) (2,5), Hymenaea stignocarpa (jatobá-do-cerrado) (2,33), Diptychandra aurantiaca (balsaminho) (2,0), Cariniana rubra (jequitibá) (20) e as famílias botânicas Mimosaceae, Bignoniaceae, Caesalpiniaceae, Fabaceae e Sapindaceae (Pasa et al., 2005).
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AVALIAÇÃO DO CONHECIMENTO ETNOBOTÂNICO E POPULAR SOBRE O USO DE PLANTAS MEDICINAIS JUNTO A ALUNOS DE GRADUAÇÃO

AVALIAÇÃO DO CONHECIMENTO ETNOBOTÂNICO E POPULAR SOBRE O USO DE PLANTAS MEDICINAIS JUNTO A ALUNOS DE GRADUAÇÃO

Resumo: O uso de plantas com alguma finalidade medicinal é uma questão cultural em diversas comunidades a centenas de anos, onde a principal forma de transmissão do conhecimento popular se dá por meio oral e gestual. No entanto, esse conhecimento tem se perdido ao passar dos anos sendo necessário a adoção de medidas que busquem resgatar o conhecimento acerca da utilização de plantas medicinais. Diante desse contexto, objetivou-se realizar um levantamento com alunos de graduação de distintas áreas a respeito do conhecimento sobre o uso de plantas com propriedades medicinais, possibilitando a divulgação do conhecimento popular a respeito da utilização de plantas medicinais. Foram realizados questionários com alunos de graduação dos Campi do Instituto Federal da Paraíba de Catolé do Rocha e Souza. O questionário era composto por perguntas objetivas e subjetivas e de natureza quantitativa, uma vez que os resultados foram transformados em números e opiniões, afim de classificá-los e analisá-los. A partir dos dados foi possível verificar que 75% dos entrevistados fazem ou já fizeram uso de alguma planta medicinal, principalmente, em forma de chás. Os mesmos também afirmaram que passaram a conhecer as plantas medicinais a partir de seus familiares e pessoas mais idosas que fazem uso. Isso mostra a importância do conhecimento popular a respeito das plantas medicinais, servindo como fonte alternativa para suas necessidades básicas de saúde.
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COMPARAÇÃO ENTRE OS LEVANTAMENTOS ETNOBOTÂNICOS SOBRE O USO DE PLANTAS MEDICINAIS REALIZADOS NOS MUNICÍPIOS DE PASSA VINTE/MG E NO BAIRRO ARTHUR CATALDI, BARRA DO PIRAÍ/RJ

COMPARAÇÃO ENTRE OS LEVANTAMENTOS ETNOBOTÂNICOS SOBRE O USO DE PLANTAS MEDICINAIS REALIZADOS NOS MUNICÍPIOS DE PASSA VINTE/MG E NO BAIRRO ARTHUR CATALDI, BARRA DO PIRAÍ/RJ

Levantamento etnobotânico do uso de plantas medicinais, realizado nos municípios de Passa Vinte/MG e no bairro Arthur Cataldi, município de Barra do Piraí/RJ, com o objetivo de se conhecer as espécies mais utilizadas pelas comunidades, sua faixa etária, grau de instrução, como o conhecimento foi adquirido, se o tratamento apresentou resultado. Foi utilizado nas entrevistas um questionário com perguntas diretas, indiretas e observações em campo. Obteve-se como resultado que as três plantas mais citadas pelas duas comunidades foram: boldo (Plectrantus barbatus Andrews); erva-doce ou funcho (Foeniculum vulgare Miller) e hortelã (Mentha x vilosa Huds). Quanto ao sexo dos entrevistados predominou o feminino. A faixa etária predominante foi entre 35 a acima de 60 anos, variando nas comunidades entrevistadas, o grau de instrução predominante foi para o ensino fundamental 1º segmento para Passa Vinte/MG e ensino médio para o bairro Arthur Cataldi, Barra do Piraí/RJ. Quanto a transmissão do conhecimento predominou a tradição oral. Disseram ter apresentado resultado com o tratamento 85% dos entrevistados em Passa Vinte/MG e 100% no bairro Arthur Cataldi, Barra do Piraí/RJ. Concluiu-se que os levantamentos demonstraram uma diferença expressiva entre as espécies mais utilizadas nas duas comunidades, tendo sido registradas plantas que necessitam ser pesquisadas no seu valor medicinal e toxicidade.
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Determinação do potencial genótico, toxicidade, índice mitótico de boldo e utilização de plantas medicinais em região rural próxima ao município de Muriaé (MG)

Determinação do potencial genótico, toxicidade, índice mitótico de boldo e utilização de plantas medicinais em região rural próxima ao município de Muriaé (MG)

É importante ressaltar os riscos associados a possíveis efeitos causados pelos compostos presentes na planta e no fármaco quando atuados em conjunto no organismo. Como afi rmado por Nicoletti (2010), inúmeras interações medicamentosas podem ocorrer em caso de uso de produtos de origem vegetal concomitantemente com outros medicamentos, o que pode levar a sérios danos ao usuário com o comprometimento da recuperação da saúde. O objetivo deste estudo foi realizar um levantamento etnobotânico de plantas medicinais utilizadas por moradores da região rural próxima à cidade de Muriaé (MG), por meio de questionário aplicado. A planta medicinal com maior frequência de uso foi a P. barbatus, e seu potencial genotóxico foi avaliado, além do índice mitótico sobre células de A. Cepa.
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