Top PDF Levantamento das espécies de trepadeiras de um fragmento de floresta estacional semidecidual, em Fênix, Paraná

Levantamento das espécies de trepadeiras de um fragmento de floresta estacional semidecidual, em Fênix, Paraná

Levantamento das espécies de trepadeiras de um fragmento de floresta estacional semidecidual, em Fênix, Paraná

O conhecimento acerca de plantas trepadeiras no Estado do Paraná ainda é escasso. Membros característicos das Florestas Estacionais Semideciduais, tratam- se de plantas com reconhecida importância estrutural, florística e funcional da paisagem. Este estudo teve como objetivo o levantamento florístico das espécies de trepadeiras na Reserva Particular de Patrimônio Natural Agro Mercantil Vila Rica Ltda, situada no município de Fênix -PR, bem como suas síndromes de dispersão e hábito trepador. Foram realizadas, em periodicidade semanal, coletas no período de março a dezembro de 2014. As síndromes de dispersão, da mesma maneira que a classificação do modo de ascensão, seguiram metodologias de observação de campo, consulta a registros presentes no Herbário HCF, análise morfológica (flor, fruto e semente) e revisão bibliográfica. Foram registradas 21 espécies de trepadeiras, distribuídas em 14 famílias botânicas. Em termos de espécies, a família com maior riqueza foi Bignoniaceae, com cinco espécies registradas; seguida de Malpighiaceae, Nyctaginaceae e Sapindaceae, com duas espécies respectivamente, onde juntas, as quatro famílias, somam 52,4% da riqueza do local. Em relação à síndrome de dispersão, foram registradas 10 espécies anemocóricas, sendo a síndrome mais representativa (47,7%), seguida de oito espécies zoocóricas e três espécies autocóricas. O hábito trepador predominante foi o preênsil (10 espécies), seguidas de escandentes (oito espécies) e volúveis (três espécies). A família Bignoniaceae apresentou espécies exclusivamente preênseis e Nyctaginaceae apresentou apenas espécies escandentes. Recomenda-se a continuidade dos estudos sobre trepadeiras nesta Unidade de Conservação.
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Levantamento florístico expedito das espécies de trepadeiras na Estação Ecológica Municipal de Fênix, Paraná

Levantamento florístico expedito das espécies de trepadeiras na Estação Ecológica Municipal de Fênix, Paraná

O conhecimento sobre trepadeiras no estado do Paraná ainda é escasso. Elas são membros característicos da Floresta Estacional Semidecidual, abundantes e de grande importância ecológica, tendo papel ativo na dinâmica das comunidades florestais. Este estudo teve como objetivo o levantamento das espécies de trepadeiras na Estação Ecológica Municipal de Fênix, assim como classificar suas síndromes de dispersão e hábitos trepadores. Foram realizadas coletas semanais entre dezembro de 2012 e fevereiro de 2014. As síndromes de dispersão, da mesma maneira que a classificação do modo de ascensão seguiram metodologias de observação de campo, consulta a registros presentes no Herbário HCF, análise morfológica (flor, fruto e semente) e revisão bibliográfica. Foram registradas 19 espécies de trepadeiras na Estação, distribuídas em 14 famílias botânicas, um número de espécies menor que em outros trabalhos, justificado pelo ano de 2013 atípico, com geadas fortes e alto volume pluviométrico, e ser um trabalho preliminar. As famílias mais ricas em termos de espécies foram Bignoniaceae e Fabaceae com três espécies cada, seguidas de Cucurbitaceae com duas espécies, onde juntas perfazem um total de 42% da riqueza do local. Quanto a síndrome de dispersão, tem-se nove espécies anemocóricas, sendo a síndrome mais representativa com 47,4 %, seguida de seis espécies zoocóricas (31,6%) e quatro espécies autocóricas (21%). O hábito trepador predominante foi o escandente (nove espécies), seguidas de preênseis (oito espécies) e volúveis (duas espécies). As famílias Bignoniaceae e Cucurbitaceae apresentam espécies exclusivamente preênseis, já a família Fabaceae apresenta apenas espécies escandentes. Recomenda-se a continuidade deste trabalho.
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Levantamento preliminar das espécies de trepadeiras em um fragmento de floresta ombrófila mista, Mato Rico, Paraná

Levantamento preliminar das espécies de trepadeiras em um fragmento de floresta ombrófila mista, Mato Rico, Paraná

Estudos realizados na Região Sul do Brasil comprovam, a partir do levantamento florístico, a grande importância ecológica que as trepadeiras fornecem ao fragmento, e exemplificam o porquê, de ocorrer grandes variações de espécies em um dado local. Através de levantamentos realizados por Durigon; Ferreira; Seger, Miotto (2014), pode se constatar, que os diversos tipos de trepadeiras demostram maior abrangência e abundância em zonas extratropicais. A porção situada ao Sul do Tropico de Capricórnio é composta, majoritariamente pelos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, Região as quais apresentam maior potencial de riqueza de espécies.
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Levantamento da flora de Pteridophyta em um fragmento de floresta estacional semidecidual em Fênix Paraná, Brasil

Levantamento da flora de Pteridophyta em um fragmento de floresta estacional semidecidual em Fênix Paraná, Brasil

A Floresta Estacional Semidecidual compreende as formações florestais das regiões norte e oeste do Estado do Paraná. Seu conceito ecológico é em função da ocorrência do clima de duas estações, uma com a presença de acentuada seca hibernal e outra com intensas chuvas de verão, suas características climáticas são apontadas como fatores determinantes de uma forte estacionalidade foliar dos elementos arbóreos dominantes, com isso são capazes de auto-regular seu balanço hídrico (VELOSO et al.,1991; RODERJAN et al., 2002).
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Composição florística e fenologia das espécies zoocóricas de remanescentes de floresta estacional semidecidual no centro-oeste do Paraná, Brasil.

Composição florística e fenologia das espécies zoocóricas de remanescentes de floresta estacional semidecidual no centro-oeste do Paraná, Brasil.

RESUMO RESUMO – (Composição florística e fenologia das espécies zoocóricas de remanescentes de floresta estacional semidecidual no centro-oeste do Paraná, Brasil). Este estudo foi realizado no período de 1990 a 1998, em quatro remanescentes de Floresta Estacional Semidecidual na região centro-oeste do Paraná, Brasil. Foram encontradas 204 espécies zoocóricas entre árvores, arbustos, trepadeiras, ervas, epífitas e hemiparasitas, sendo que 74% das espécies são árvores (n= 96) e arbustos (n=55). Frutos verdes predominam sobre frutos pretos e vermelhos, devido principalmente à abundância de Solanaceae e Piperaceae. O tamanho dos frutos é variável (2,1-360,0 mm x 2,0- 270,0mm), predominando frutos pequenos (< 10mm); o tamanho (0,1-110,0mm x 0,1 x 70,0mm) e número de sementes (1 a +1000) também variam, sendo mais comuns frutos com 1 a 10 sementes pequenas (1,1-5,0mm x 0,1- 6,0mm). O Parque Estadual de Vila Rica do Espírito Santo, Fênix, foi a área melhor amostrada, onde 190 das 204 espécies levantadas e dados fenológicos referentes à floração e frutificação destas foram coletados mensalmente ao longo do período de estudo. Embora entre diferentes formas de vida ocorram padrões peculiares de floração e frutificação, o pico de floração ocorre no início da estação chuvosa (setembro/outubro), como na maioria das florestas semideciduais tropicais, e o pico de frutificação durante a estação menos chuvosa (maio/junho), ao con- trário de outras áreas estudadas nesta formação.
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Fitossociologia, dinâmica e biomassa de um fragmento da floresta estacional semidecidual - Paraná

Fitossociologia, dinâmica e biomassa de um fragmento da floresta estacional semidecidual - Paraná

Este trabalho teve por objetivo caracterizar um fragmento da Floresta Estacional Semidecidual submontana, quanto aos atributos ligados aos processos dinâmicos, como taxa de ingresso, mortalidade e crescimento. Para isso, foi instalada no ano de 2007, uma unidade amostral permanente de 0,5 hectare (ha), na Floresta Estacional Semidecidual, localizada no município de São José das Palmeiras, região Oeste do Estado do Paraná. Em 2011, foram registrados os indivíduos mortos, remensurados os sobreviventes e mensurados e identificados os indivíduos recrutados (DAP > 5 cm). A área basal manteve-se estável, com queda de 0,30m²/ha, sendo influenciada pela alta taxa de mortalidade anual (5,98%) e pequena taxa de ingresso (3,32%). Devido à mortalidade, seis espécies deixaram de existir no levantamento, porém outras três espécies novas surgiram. O incremento periódico anual (IPA) para todas as espécies foi de 0,20 centimetros, variando de 0,03 a 0,76 centimetros. As espécies Chorisia speciosa A.St.-Hil. e Nectandra megapotamica (Spreng.) Mez obtiveram IMA de 0,86 e 0,32 centimetros respectivamente, elevando assim o IPA médio para as últimas classes de diâmetro.
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Composição florística das espécies vasculares e caráter sucessional da flora arbórea de um fragmento de Floresta Estacional Semidecidual no Sul do Brasil.

Composição florística das espécies vasculares e caráter sucessional da flora arbórea de um fragmento de Floresta Estacional Semidecidual no Sul do Brasil.

A baixa ocorrência de epíitas observada no PFI é esperada em remanescentes da Floresta Estacional Semidecidual, nos quais se tem encontrado um percentual menor que 5% desse hábito de vida (Stranghetti & Ranga 1998, Guaratini et al. 2008). Entretanto, em estudos de longa duração realizados nas regiões norte e oeste do Paraná, foram registradas 29 espécies (Dettke et al. 2008) e 32 espécies (Borgo et al. 2002) e as famílias mais frequentes foram Bromeliaceae, Cactaceae e Polypodiaceae (Dettke et al. 2008) e Orchidaceae, Polypodiaceae e Cactaceae (Borgo et al. 2002). Embora a deciduidade dos indivíduos do dossel e as alterações dos ecossistemas lorestais decorrentes da fragmentação e das ações antrópicas contribuam para a redução da riqueza de epíitas (Dettke et al. 2008), estudos adicionais devem ser conduzidos abordando especiicamente esta forma de vida.
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ESTRUTURA E RELAÇÕES FLORÍSTICAS DE UM FRAGMENTO DE FLORESTA ESTACIONAL SEMIDECIDUAL, LONDRINA, PARANÁ, BRASIL.

ESTRUTURA E RELAÇÕES FLORÍSTICAS DE UM FRAGMENTO DE FLORESTA ESTACIONAL SEMIDECIDUAL, LONDRINA, PARANÁ, BRASIL.

O maior fragmento da Fazenda Figueira (Londrina-PR) com área de 266 ha, é uma Reserva Particular de Patrimônio Natural, e um dos mais importantes remanescentes da região. O objetivo deste trabalho foi caracterizar a estrutura e a diversidade arbórea do referido fragmento, e avaliar a relação florística com outros fragmentos de Floresta Estacional Semidecidual estudados no estado do Paraná. Foram alocadas 100 parcelas de 10 x 10 m, e em cada uma delas foram amostrados os indivíduos arbóreos com 15 cm ou mais de Circunferência a Altura do Peito, resultando em 1569 indivíduos, distribuídos em 32 famílias, 68 gêneros e 93 espécies. As famílias que mais se destacaram em número de espécies foram Fabaceae (16 espécies), Meliaceae (nove espécies) e Myrtaceae (nove espécies). Trichilia clausseni C.DC. foi a espécie de maior valor de importância no fragmento estudado, reflexo dos maiores valores de densidade e frequência relativa. A maior dominância relativa foi apresentada por Gallesia integrifolia (Spreng.) Harms, por apresentar indivíduos de grande porte com os maiores valores de área basal. O índice de diversidade de Shannon encontrado foi de 3,37 nats/ind, valor este considerado expressivo e similar a outros levantamentos na região, e o índice de equabilidade de Pielou foi de 0,743 indicando equilíbrio no número de indivíduos entre as espécies. A presença de espécies com apenas um indivíduo amostrado e de espécies consideradas raras no Paraná, bem como a diversidade total das espécies e o grau de conservação do fragmento, demonstram a importância da preservação e manejo do remanescente. A proximidade geográfica associada a fatores ambientais semelhantes, assim como ao tipo de unidade fitogeográfica predominante, evidenciaram relações florísticas mais próximas, por outro lado, fatores ambientais locais como proximidade a cursos d’água diferenciaram a flora de locais próximos.
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Florística de trepadeiras em fragmentos de floresta estacional
semidecidual em Uberlândia, Minas Gerais

Florística de trepadeiras em fragmentos de floresta estacional semidecidual em Uberlândia, Minas Gerais

Atividades antrópicas em ambientes florestais ocasionaram a formação de pequenas frações florestais separadas por grandes áreas agro-pastoris. Na borda desses fragmentos a maior disponibilidade de luz constitui-se fator favorável para o estabelecimento e desenvolvimento de trepadeiras. O presente estudo teve como objetivo caracterizar a composição florística e aspectos ecológicos de trepadeiras, em três fragmentos de florestas semideciduais no município de Uberlândia. Para o levantamento florístico foram realizadas coletas mensais de março de 2010 a março de 2011. As espécies foram classificadas quanto ao hábito trepador, modo de ascensão, dispersão e ocorrência. Comparou-se também a riqueza de espécies dos três fragmentos com outras florestas semideciduais do estado de São Paulo. No levantamento florístico registrou-se 99 espécies incluídas em 25 famílias e 63 gêneros. No fragmento da Fazenda São José encontrou-se 72 espécies, seguido pelo do Glória (53) e Irara (52). As famílias mais ricas em espécies foram Bignoniaceae (16), Malpighiaceae (12), Sapindaceae (11) e Fabaceae (10). Nas três áreas estudadas houve o predomínio de espécies lenhosas, raras e anemocóricas. As espécies dotadas de gavinhas foram as mais numerosas no Irara e São José, enquanto no Glória houve maior número de espécies volúveis. Os três fragmentos de floresta semidecidual de Uberlândia tiveram composição de espécies bastante heterogênea com baixa similaridade florística entre si e com outros fragmentos situados no Estado de São Paulo. Isto sugere que plantas trepadeiras são componentes estruturais das formações vegetais e não apenas invasoras favorecidas pela fragmentação das florestas
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Regeneração natural em um fragmento de floresta estacional semidecidual em Viçosa, Minas Gerais.

Regeneração natural em um fragmento de floresta estacional semidecidual em Viçosa, Minas Gerais.

uma cota mínima de 730 m e uma máxima de 870 m, sendo o solo predominante o Latossolo Vermelho-Amarelo álico, com vegetação de Floresta Estacional Semidecidual. Na amostragem de 1,0 ha foram locadas 40 subparcelas de 25 m² (5 x 5 m), em 40 parcelas de 10 x 25 m, utilizadas anteriormente em um levantamento fitossociológico das espécies adultas. Essas subparcelas estão distribuídas nas toposseqüências que apresentam áreas diferenciadas e o número de subparcelas foi proporcional à área. Plano (5,07 ha -5 subparcelas), encosta (13,2 ha – 15 subparcelas), ravina (17,28 ha – 17 subparcelas) e topo (2,43 ha – 3 subparcelas). Os indivíduos amostrados foram incluídos em três classes: a classe 1 contemplou indivíduos com altura (H) 1,0 ≤ H ≤ 2,0 m; a classe 2 com 2,0 < H ≤ 3,0 m e a classe 3 com H > 3,0 m. O nível de inclusão foi de CAP < 15,0 cm. Foram amostrados 957 indivíduos, pertencentes a 30 famílias, 72 gêneros e 91 espécies, das quais 31 estavam representadas nas três classes de tamanho. Esse resultado permite dizer que, possivelmente, essas espécies estarão presentes na floresta futura. As espécies com melhor desempenho no que diz respeito à regeneração natural total por classe de altura foram: Psychotria sessilis, Siparuna arianeae, Anadenathera macrocarpa, Nectandra saligna, Piptadenia gonoacantha, Nectandra rigida, Bauhinia forficata, Psycotria carthagenensis, Miconia pusilliflora e Mollinedia floribunda. As espécies Psycotria sessilis e Siparuna arianeae, com 254 e 76 indivíduos, respectivamente, chamam a atenção por sua presença agressiva no processo de regeneração, por serem típicas do sub-bosque. Pela análise de correspondência realizada nas toposseqüências, foi visto que a ravina e o plano tiveram maior similaridade florística do que as demais, possivelmente pela semelhança, no que diz respeito ao ambiente.
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Estrutura, Estratificação e Grupos Ecológicos de um Fragmento de Floresta Estacional Semidecidual (Uberaba, MG)

Estrutura, Estratificação e Grupos Ecológicos de um Fragmento de Floresta Estacional Semidecidual (Uberaba, MG)

usadas para comparações florísticas, exceto no Bosque John Kennedy (Araujo, et al. 1997) aparecendo como segundo lugar no IVI, e em florestas de São Paulo estudado por (Silva & Soares 2002). Porém, existem registros nas Guianas, Colômbia, Peru e Brasil (http://mobot.mobot.org/W3T/Search/vast.html). Essa grande representatividade na floresta desse estudo pode ser atribuída a algum fator no passado que não pode ser explicado até então. Estes dados demonstram o quanto a vegetação da mata de Uberaba é única, no contexto das florestas até então estudadas no Triângulo Mineiro. Em um hectare de vegetação arbórea estudada existem desde espécies características de formações úmidas da Mata Atlântica, até espécies que podem ser encontradas em florestas úmidas das Guianas, Colômbia e Peru. Tal heterogeneidade indica que, provavelmente, esta vegetação já foi tipicamente úmida no passado, com ligação direta, por alguns rios da bacia do Paraná, com a Mata Atlântica. Este fato aumenta a importância de se preservar fragmentos florestais ainda em bom estágio de conservação, para que novos estudos possam ser feitos no sentido de investigar melhor a conexão de FES do interior do Cerrado com demais formações úmidas.
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Estrutura de espécies arbóreas sob efeito de borda em um fragmento de floresta estacional semidecidual em Pernambuco.

Estrutura de espécies arbóreas sob efeito de borda em um fragmento de floresta estacional semidecidual em Pernambuco.

RESUMO – Os fragmentos florestais são considerados os únicos redutos detentores de biodiversidade do planeta. Conhecer os processos que decorrem após a fragmentação, a exemplo da estrutura arbórea ocorrente na borda, é de fundamental importância para se proporem medidas conservacionistas. Os objetivos deste trabalho, desenvolvido em uma área de 83,8 ha, localizada no Município de Nazaré da Mata, PE, foram efetuar o levantamento fitossociológico de espécies arbóreas adultas sob efeito de borda e verificar a similaridade florística entre as parcelas. A área amostral foi de 10.000 m 2 , equivalentes à implantação de 10 transectos de 10 x 100 m perpendiculares à
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Fitossociologia de um fragmento de Floresta Estacional Semidecidual Aluvial às margens do Rio Dourados, MS

Fitossociologia de um fragmento de Floresta Estacional Semidecidual Aluvial às margens do Rio Dourados, MS

Qualquer iniciativa de produção econômica da floresta passa também pelo levantamento florístico, que juntamente com os estudos fitos- sociológicos formam duas grandes barreiras a serem vencidas para a formação de maciços flo- restais heterogêneos com espécies nativas arbó- reas suscetíveis a planos de manejo ecologica e economicamente rentáveis na exploração comer- cial (PAULA et al., 1993). A complementaridade entre esses dois ramos da biologia dá suporte às interferências, subsidiando a conservação e recu- peração (VILELA et al., 1993).
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ESTRUTURA E GRUPOS ECOLÓGICOS DE UM FRAGMENTO DE FLORESTA ESTACIONAL SEMIDECIDUAL NO TRIÂNGULO MINEIRO, BRASIL

ESTRUTURA E GRUPOS ECOLÓGICOS DE UM FRAGMENTO DE FLORESTA ESTACIONAL SEMIDECIDUAL NO TRIÂNGULO MINEIRO, BRASIL

De todas as espécies amostradas foram coletados ramos férteis e/ou estéreis para posterior identificação. O material botânico fértil foi herborizado e incluído no acervo do Herbarium Uberlandensis (HUFU) da Universidade Federal de Uberlândia, e o material vegetativo testemunho foi depositado no Laboratório de Ecologia Vegetal (LEVe) da Universidade Federal de Uberlândia. A identificação taxonômica foi feita por meio de literatura especializada, consultas ao herbário e especialistas. A partir dos dados obtidos durante o levantamento florístico foi elaborada a lista de famílias e espécies encontradas na área, segundo o sistema APG III (2009). O presente trabalho teve sua etapa de campo realizada durante o período de outubro a dezembro de 2008.
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Diferenças estruturais e diversidade entre sistema agroflorestal e um fragmento de floresta estacional semidecidual

Diferenças estruturais e diversidade entre sistema agroflorestal e um fragmento de floresta estacional semidecidual

Através do teste da razão de verossimilhança verificou- se que houve diferença significativa do número de indivíduos entre o SAF e o fragmento (p-valor < 0,001), tendo o SAF 67,12 % menos indivíduos. Isso mostra que o SAF possui uma densidade de indivíduos arbóreos menores do que um ecossistema florestal, provavelmente devido à introdução de um número limitado de indivíduos e ao manejo das espécies de interesse econômico. Os valores encontrados diferem de outros estudos em SAF's, sendo maiores do que os encontrados por Padovan et al (2009) em Dourados-MS e Machado et al (2005) em Prado- BA, no sul do estado; e menores que os encontrados por Santos et al (2004) em Cametá-PA e Froufe e Seoane (2011) no município de Barra do Turvo- SP, no Vale do Ribeira. Deve-se atentar para as diferenças de critérios de inclusão de indivíduos no levantamento, o que pode dificultar a comparação entre os valores dos parâmetros de outros estudos.
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Trajetória de regeneração em fragmento de Floresta Estacional Semidecidual degradado submetido ao corte de trepadeiras e a plantios de restauração ecológica

Trajetória de regeneração em fragmento de Floresta Estacional Semidecidual degradado submetido ao corte de trepadeiras e a plantios de restauração ecológica

A restauração dos remanescentes florestais degradados em paisagens fragmentadas ainda carece de avanços técnico-científicos para que seja incluída na agenda da restauração ecológica, que hoje é uma prioridade global. Por exemplo, não sabemos se de fato ações como corte de trepadeiras abundantes e plantios de árvores nativas são estratégias eficazes, ao logo do tempo, para restaurar florestas degradadas. Desta forma, o presente estudo visou avaliar se as técnicas de corte de trepadeiras em conjunto com o plantio de mudas de espécies arbóreas proporcionam, ao longo do tempo, a recuperação da estrutura, riqueza e composição da comunidade de árvores e trepadeiras na borda de fragmentos degradados. Para isso, foram avaliados oito indicadores ecológicos em cronossequência de restauração florestal de 0, 2, 10 e 16 anos, em Floresta Estacional Semidecidual degradada localizada em Campinas-SP. O corte de trepadeiras e o plantio de mudas de espécies arbóreas proporcionam redução na infestação da copa das árvores por trepadeiras e aumento progressivo na riqueza e área basal de árvores nativas. Além disso, todas as áreas, submetidas às práticas de restauração florestal, independentemente da idade, têm menor densidade e área basal de trepadeiras que bordas degradadas. Por outro lado, a densidade de regenerantes arbóreos nativos, embora atinja, em todas as idades de restauração avaliadas, os valores geralmente usados para se atestar a restauração florestal, é bastante inferior à densidade encontra nas bordas conservadas usadas como referências, mesmo na restauração com 16 anos. Os resultados mostram que os indicadores avaliados têm trajetórias ecológicas independentes e que determinados indicadores, como a densidade de regenerantes arbóreos nativos, ainda estão distantes dos níveis encontrados no ecossistema de referência. Porém, no geral, as práticas de restauração florestal melhoram aspectos da estrutura e riqueza das bordas florestais degradadas.
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Levantamento itossociológico de um fragmento de floresta estacional semidecidual no município de São João Evangelista

Levantamento itossociológico de um fragmento de floresta estacional semidecidual no município de São João Evangelista

Qualquer iniciativa de produção eco- nômica da floresta passa também pelo levan- tamento florístico, que juntamente com os estudos fitossociológicos formam duas gran- des barreiras a serem vencidas para forma- ção de maciços florestais heterogêneos com espécies nativas arbóreas suscetíveis a pla- nos de manejo ecológicos e economicamente rentáveis na exploração comercial (Paula et al., 1993). A complementariedade entre esses dois ramos da biologia dá suporte as interfe- rências, subsidiando a conservação e recupe- ração (Vilela et al., 1993).

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Riqueza e abundância de espécies de morcegos em fragmentos de floresta estacional semidecidual do Alto Rio Paraná, sul do Brasil

Riqueza e abundância de espécies de morcegos em fragmentos de floresta estacional semidecidual do Alto Rio Paraná, sul do Brasil

Some studies conducted in the Paraná State reported species richness and abundance of chiropterans in areas of stational semidecidual forests. Reis et al. (1993) stud- ied the Londrina region, followed by Reis and Muller (1995), and reported the importance of forests for the diversity and conservation of chiropterans in the same locality. For instance, Miretzki and Margarido (1999) carried out a survey of bats in the Estação Ecológica do Caiuá, Diamante do Norte city; Bianconi et al. (2004) studied forest remnants in the Fênix municipality; and Ortêncio Filho et al. (2005) surveyed bats in the Parque Municipal do Cinturão Verde in Cianorte municipality. The stational semidecidual forest, in the area of this study, is the forest formation in the Paraná State with the highest species diversity of bats and, among the species in this state ten are exclusive to this biome (Miretzki, 2003).
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Estrutura e dinâmica sucessional de um fragmento de floresta estacional semidecidual com diferentes históricos de pertubação

Estrutura e dinâmica sucessional de um fragmento de floresta estacional semidecidual com diferentes históricos de pertubação

Os maiores índices de diversidade sempre ocorreram no local que sofreu a maior quantidade de distúrbios. Esses dados, em parte, condizem com a hipótese da perturbação intermediária (CONNELL, 1978), onde os ambientes sujeitos a perturbações com intensidade, freqüência e escala intermediários, poderiam conter tanto espécies dos estádios iniciais de sucessão quanto espécies da floresta madura (DESLOW, 1985; MARTINEZ-RAMOS, 1985;TABARELLI, 1992; GANDOLFI et al. ,1995). Em ambientes freqüentemente sujeitos a grandes perturbações, espécies da floresta madura não conseguem se estabelecer, enquanto em ambientes sem perturbações algumas espécies podem aumentar em abundância, excluindo outras, além de não permitir o estabelecimento de espécies pioneiras. Contudo, esta hipótese ainda é controversa e muitas vezes não encontra confirmação. Hubbel et al (1999) refutaram a hipótese de Connell, mostrando que a freqüência de ocorrência de espécies era igual em clareiras grandes (áreas intensamente perturbadas) e pequenas ( áreas adjacentes à clareira).
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REGENERAÇÃO NATURAL DE ESPÉCIES ARBÓREAS EM FRAGMENTO DE FLORESTA ESTACIONAL SEMIDECIDUAL MONTANA, NO DOMÍNIO DA MATA ATLÂNTICA, EM VIÇOSA, MG

REGENERAÇÃO NATURAL DE ESPÉCIES ARBÓREAS EM FRAGMENTO DE FLORESTA ESTACIONAL SEMIDECIDUAL MONTANA, NO DOMÍNIO DA MATA ATLÂNTICA, EM VIÇOSA, MG

Foi observado que 29 morfoespécies (20,71% do total de espécies amostradas) apresentaram apenas um indivíduo, podendo ser consideradas raras segundo Zaú (1998), que as definiu como aquelas espécies que apresentam baixa frequência. Kageyama e Gandara (1994) limitam o conceito de espécies raras para aquelas que possuem menos de um indivíduo por hectare. No entanto, esta referência diz respeito a comunidades arbóreas adultas e, possivelmente, para a regeneração natural, este número deveria ser maior porque muitas destas plantas da regeneração deverão morrer para resultar em um indivíduo na fase adulta. A baixa densidade destas espécies pode ocorrer devido a sua especificidade a um conjunto restrito de fatores ambientais, a capacidade limitada de dispersão, ou ainda a estratégia traçada para defesa contra predadores (VIANA et al., 1992; OLIVEIRA e AMARAL, 2005).
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