Top PDF Levantamento florístico do componente arbustivo-arbóreo da vegetação ciliar na bacia do rio Taperoá, PB, Brasil.

Levantamento florístico do componente arbustivo-arbóreo da vegetação ciliar na bacia do rio Taperoá, PB, Brasil.

Levantamento florístico do componente arbustivo-arbóreo da vegetação ciliar na bacia do rio Taperoá, PB, Brasil.

RESUMO – (Levantamento florístico do componente arbustivo-arbóreo da vegetação ciliar na bacia do rio Taperoá, PB, Brasil). Considerando o papel relevante e o nível de degradação presente nas áreas ciliares, a pesquisa objetivou estudar a composição florística do componente arbustivo-arbóreo da vegetação ciliar em diferentes ambientes hídricos do semi-árido paraibano na bacia do rio Taperoá. O levantamento florístico foi realizado no período de junho/2002 a fevereiro/2003 e abrangeu nove pontos distribuídos ao longo de rios, riachos, lagoa e açude. A definição das atividades apoiou-se em análise de cartas e mapas da vegetação em escala de 1:100.000 e caminhadas aleatórias que permitiram a realização de coleta de material vegetal, utilizado para identificação por meio de consultas a especialistas e de morfologia comparada, usando bibliografia especializada e análise das exsicatas depositadas no herbário Lauro Pires Xavier - JPB (UFPB, João Pessoa, PB). A vegetação arbustivo-arbórea da mata ciliar nos nove pontos amostrados foi representada por 43 espécies, das quais 41 são pertencentes a 19 famílias, e duas espécies permaneceram indeterminadas. As famílias que apresentaram o maior número de espécies foram Mimosaceae (sete), Caesalpiniaceae (cinco) e Euphorbiaceae (cinco). Os resultados da análise de agrupamento indicaram que as áreas ciliares apresentaram certa particularização em termos de composição florística, o que se refletiu nos baixos índices de similaridades entre o conjunto de áreas amostradas.
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Análise florística e estrutural do componente arbustivo-arbóreo de uma floresta de galeria no Município de Cristais Paulista, SP, Brasil.

Análise florística e estrutural do componente arbustivo-arbóreo de uma floresta de galeria no Município de Cristais Paulista, SP, Brasil.

O levantamento florístico realizado no remanescente de floresta de galeria da microbacia do ribeirão dos Cristais evidencia, para esta área de estudo, uma heterogeneidade florística composta por espécies que ocorrem em diferentes formações vegetacionais, como cerrados, florestas semidecíduas da Província Paranaense e florestas de galeria do Brasil Central. Essa heterogeneidade florística é atribuída à topografia, que determina a ocorrência de solos bem drenados e o estabelecimento de espécies preferenciais desses solos, principalmente elementos de ampla ocorrência nos cerrados, predominantes na região; ao clima, característico de altitudes mais elevadas, que determina a ocorrência de espécies de florestas semidecíduas montanas de ampla ocorrência na bacia do Rio Grande; e a rede de drenagem, que atua como rota migratória das espécies freqüentemente observadas nas florestas de galeria do Brasil Central. Por fim, ressalta-se a importância de outros estudos florísticos na porção nordeste do Estado de São Paulo, com o intuito de ampliar o conhecimento florístico das formações vegetacionais remanescentes, necessário para orientar planos de conservação da biodiversidade e a escolha de espécies para restauração florestal de trechos desprovidos de vegetação, como em Áreas de Preservação Permanente.
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Florística e estrutura do componente arbustivo-arbóreo de uma floresta higrófila da bacia do rio Jacaré-Pepira, SP, Brasil.

Florística e estrutura do componente arbustivo-arbóreo de uma floresta higrófila da bacia do rio Jacaré-Pepira, SP, Brasil.

dadas, situação esta causada principalmente pelo avanço das áreas de exploração agrícola (Camargo et al. 1971; Salvador 1987). Na bacia do rio Jacaré-Pepira, localizada na região central do Estado, a situação não é diferente. Fragmen- tos florestais de diferentes dimensões e graus de alteração distribuem-se ao longo da bacia, guardando algumas semelhanças florísticas e estruturais entre si (Salis et al. 1994; Metzger et al. 1997; Bernacci et al. 1998; Metzger et al. 1998). Nesta bacia, um projeto envolvendo prefeituras e pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas foi desenvolvido com o intuito de preservar os remanescentes e recompor a vegetação onde fora removida (Joly et al. 2000). Neste contexto, o presente trabalho foi realizado em um remanescente de floresta higrófila na bacia do rio Jacaré-Pepira, em Brotas, SP e teve como objetivos: 1) avaliar a florística e a estrutura da fitocenose; 2) comparar a floresta em estudo com outras semelhantes no Estado de São Paulo, em termos qualitativos e quantitativos; 3) fornecer subsídios para o plano de recomposição ciliar regional.
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Estrutura do componente arbóreo das florestas ciliares na Bacia Hidrográfica do Rio Urussanga, Sul de Santa Catarina, Brasil

Estrutura do componente arbóreo das florestas ciliares na Bacia Hidrográfica do Rio Urussanga, Sul de Santa Catarina, Brasil

O levantamento do componente arbóreo ciliar foi realizado em 29 fragmentos florestais, localizados em sete rios (América, Caeté, Carvão, Deserto, Maior, Salto e Urussanga) pertencentes à Bacia Hidrográfica do Rio Urussanga (Figura 1). Em cada fragmento florestal foram alocadas duas parcelas de 10 m × 10 m, perpendiculares à margem do rio, com distância de 1 m. Foram amostrados todos os indivíduos arbóreos, incluindo palmeiras e samambaias com hábito arborescente, que apresentaram Diâmetro à Altura do Peito (DAP) ≥ 5cm, índice sugerido para amostragem do componente arbóreo-arbustivo no domínio Mata Atlântica (Moro e Martins 2011).
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Riqueza e estrutura do componente arbóreo e características edáficas de um gradiente de floresta ciliar em Minas Gerais, Brasil.

Riqueza e estrutura do componente arbóreo e características edáficas de um gradiente de floresta ciliar em Minas Gerais, Brasil.

O número de espécies registrado no gradiente amostrado é considerado baixo no contexto das florestas ciliares, já que Rodrigues e Nave (2004) listraram um total de 955 espécies arbustivo-arbóreas compiladas de 43 levantamentos florísticos e fitossociológicos de florestas ciliares do Brasil extra-amazônico. Entretanto, quando comparado com as florestas inundáveis, os índices de diversidade de Shannon apresentam valores dentro do esperado, corroborando outros estudos realizados nesse tipo de ambiente (BRITO et al., 2006; CAMARGOS et al., 2008), que se referem a florestas inundáveis como sistemas de baixa diversidade. Esse resultado confirma ainda informações de que áreas sujeitas a inundações periódicas ou esporádicas possuem menor diversidade que florestas ciliares sem alagamento (JOLY, 1991). Essa situação, provavelmente, é efeito do estresse imposto no solo pela saturação hídrica, no qual se estabelecem apenas as espécies que toleram tal condição (LOBO; JOLY, 2004), e comumente algumas dessas espécies se tornam dominantes (BARDDAL et al., 2004).
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Estrutura do componente arbustivo-arbóreo da floresta atlântica de encosta, Peruíbe, SP.

Estrutura do componente arbustivo-arbóreo da floresta atlântica de encosta, Peruíbe, SP.

Para a amostragem da vegetação, definiu- se como arbustivo-arbóreas as plantas com a base do caule lenhosa e auto sustentação, inclu- indo-se os arbustos, as árvores, as palmeiras e os fetos arborescentes. Os indivíduos foram amostrados em quatro classes de tamanho, atra- vés do método de parcelas (Mueller-Dombois & Ellenberg 1974), cujas áreas variaram de acor- do com a classe considerada e o critério de in- clusão em cada classe foi estabelecido com base na altura total da planta e no diâmetro do tron- co a 1,30m de altura do solo (DAP) (Tab. 1). A Classe I, por representar a fase de dinâmica mais rápida, foi amostrada sazonalmente através de cinco amostras tomadas em intervalos trimes-
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Composição florística do componente arbustivo-arbóreo em dois trechos de floresta estacional semidecidual na Mata do Paraíso, Viçosa, MG

Composição florística do componente arbustivo-arbóreo em dois trechos de floresta estacional semidecidual na Mata do Paraíso, Viçosa, MG

O levantamento florístico foi realizado em 10 parcelas permanentes de 10 x 30 m, alocadas com intervalos de 10 m entre parcelas, em cada trecho de floresta, totalizando uma área amostral de 0,6 ha. Todos os indivíduos com diâmetro a 1,30 m do solo (DAP) > 4,8 cm foram identificados. O material botânico foi identificado por meio de consultas ao herbário VIC da Universidade Federal de Viçosa (UFV) e as espécies foram classificadas em famílias de acordo com o sistema do Angiosperm Phylogeny Group II (APG II, 2003).

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Estudos florísticos e fitossociológicos em comunidades vegetais de restinga da Ilha do Cardoso, Cananéia, SP.

Estudos florísticos e fitossociológicos em comunidades vegetais de restinga da Ilha do Cardoso, Cananéia, SP.

Neotropical ou pelo menos Sul-Americana; B - Espécies com distribuição ampla no Brasil (Amazônia-Sul; Nordeste-Sul ou Centro-Oeste-Sul); C - Espécies de distribuição Sul-Sudeste Brasileira (com pelo menos um estado além de SP); D - Espécies que tem SP como limite Norte; E - Espécies que tem SP como limite Sul de sua distribuição, estendendo-se até o Nordeste ou Centro-Oeste; F - Espécies só registradas em SP. Para a análise da estrutura fitossociológica foram calculadas para cada espécie, em cada estrato: densidades absoluta e relativa; freqüências absoluta e relativa; área basal total e por espécie; dominâncias absoluta e relativa; valor de importância e valor de cobertura segundo Mueller-Dombois & Ellenberg (1974). A diversidade foi calculada pelo índice de Shannon-Wiener (Magurram, 1988) e a equabilidade de Pielou (Pielou, 1975). Utilizou-se o programa FITOPAC (Shepherd, 1996) para calcular todos os parâmetros fitossociológicos. As espécies arbóreas e arbustivas foram classificadas em categorias sucessionais visando à discussão sobre a dinâmica da comunidade, para tanto foram consultados diversos autores que utilizaram a abordagem sucessional em seus levantamentos (Leitão Filho, 1993; Mantovani, 1993; Tabarelli et al., 1993; Gandolfi et al., 1995, 2000; Knobel, 1995; Oliveira, 1999) e observações pessoais em campo. A maioria destes autores se baseou nos grupos sucessionais propostos por Budowski (1970), com modificações. As espécies foram classificadas em categorias sucessionais: Pioneiras (PI), Secundárias iniciais (SI) e Secundárias tardias (ST). As espécies de sub-bosque (SB) foram consideradas como uma categoria à parte, constituída pelas espécies que completam seu ciclo de vida no interior da floresta, formando mais um grupo funcional do que sucessional (Tabarelli et al., 1993). As espécies foram separadas quanto à síndrome de dispersão dos propágulos segundo as categorias propostas por Pijl (1982) em: Anemocóricas, Autocóricas e Zoocóricas.
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Fitossociologia de fragmentos de floresta estacional decidual no Estado de Santa Catarina - Brasil.

Fitossociologia de fragmentos de floresta estacional decidual no Estado de Santa Catarina - Brasil.

glazioveana Baill., Aralia warmingiana (Marchal) J.W en, Handroanthus heptaphyllus Mattos, Jacaranda puberula Cham., Peltophorum dubium (Spreng.) Taub., entre outras. O fato delas não terem sido amostradas entre os regenerantes pode estar relacionado às características ecológicas particulares de cada espécie, bem como a metodologia de amostragem empregada pode não ter favorecido o levantamento satisfatório de todas as espécies regenerantes. Ressalta-se que das 136 espécies comuns aos dois componentes, algumas foram encontradas com baixa densidade na regeneração natural, como Erythrina falcata amostrada com somente 1,48 ind.ha -1 , Apuleia leiocarpa (Vogel)
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Análise comparativa da estrutura e flora do compartimento arbóreo-arbustivo de um remanescente florestal na Fazenda Beira Lago, Lavras, MG.

Análise comparativa da estrutura e flora do compartimento arbóreo-arbustivo de um remanescente florestal na Fazenda Beira Lago, Lavras, MG.

A análise de correspondência retificada, DCA, para dados quantitativos ou estruturais (Figura 6B) apre- sentou um autovalor bem mais elevado no primeiro eixo de ordenação (0,371) que no segundo (0,192), implicando gradiente bem mais forte no primeiro deles, ou seja, uma diferença mais pronunciada entre as espécies mais abundantes nos extremos do gradiente. Os dois eixos sintetizaram cerca de 56% da variação total dos dados. A distribuição das oito áreas no diagrama permite a discriminação de três conjuntos de áreas. O Agru- pamento Estrutural 1, à direita, contém PB e LV, duas áreas que têm em comum a predominância de solos muito distróficos. Nas demais áreas à esquerda, os solos variam, internamente, de moderadamente dis- tróficos a eutróficos. Os Agrupamentos Estruturais 2 e 3 separam-se apenas no segundo eixo da DCA, respectivamente BS, IN, LU e CP acima e SE e ML abaixo. Novamente, aspectos de solo (regime de água e fer- tilidade) parecem estar envolvidos, pois o Agrupa- mento 2 inclui um complexo de matas ripárias do rio Grande e seus afluentes (BS, IN, LU e CP), e o Agru- pamento 3 é composto por florestas não-ripárias próximas entre si e com condições semelhantes de solos (ML e SE). A grande similaridade estrutural entre o rema- nescente estudado (ML) e a Mata da Subestação (SE) pode ser associada ao fato de ambos os fragmentos incluírem porções de Nitossolos eutróficos (antiga Terra- Roxa Estruturada). Esses solos são originados de inclusões de rochas máficas (gabros) e ocupam porções mais restritas da paisagem da região de Lavras (CURI et al., 1990). Assim, a classe de solo mais fértil e com melhor estrutura possivelmente favoreceu o estabe- lecimento de espécies mais exigentes do ponto de vista nutricional.
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Estrutura do componente arbustivo-arbóreo de dois estádios sucessionais de floresta estacional semidecidual na Reserva Florestal Mata do Paraíso, Viçosa, MG, Brasil.

Estrutura do componente arbustivo-arbóreo de dois estádios sucessionais de floresta estacional semidecidual na Reserva Florestal Mata do Paraíso, Viçosa, MG, Brasil.

Para o levantamento fitossociológico foram alocadas, de forma sistemática, 10 parcelas de 10 x 30 m, com intervalos de 10 m entre parcelas, em cada estádio sucessional da floresta, totalizando uma área amostral de 0,6 ha. Todos os indivíduos arbustivo- arbóreos com diâmetro a 1,30 m do solo (DAP) ≥ 4,8 cm foram identificados e medidos. O material botânico foi identificado por meio de consultas ao Herbário VIC da Universidade Federal de Viçosa, MG, e as espécies foram classificadas em famílias de acordo com o sistema do Angiosperm Phylogeny Group II (APG II, 2003). were identified with distribution among 31 families and 78 species. Based on their importance value (IV), the most representative species were Euterpe edulis, Piptadenia gonoacantha, Nectandra lanceolata, Myrcia sphaerocarpa and Guapira opposita. The Shannon diversity index (H’) was 3.46 nat.ind. -1 and the Pielou
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Comparação florística e estrutural entre dois trechos de Floresta Ombrófila Densa em diferentes estádios sucessionais, Juquitiba, SP, Brasil.

Comparação florística e estrutural entre dois trechos de Floresta Ombrófila Densa em diferentes estádios sucessionais, Juquitiba, SP, Brasil.

Essa questão permite discutir até que ponto é possível afirmar se essas vegetações secundárias típicas do município de Juquitiba estejam numa situação de estabilidade e podem dar abrigo à fauna de grande porte. Questiona-se então a sustentabilidade desses remanescentes, que apesar de possuírem riqueza elevada de espécies secundárias iniciais, algo esperado para florestas nesse estádio (Gomez- Pompa 1971), não abrigam de forma eficiente as espécies secundárias tardias de crescimento lento que deveriam compor o dossel dessas florestas no futuro e permitir que as condições encontradas antes da ação antrópica se reconstituam. Além do histórico da área, fatores edáficos podem também estar influenciando estes resultados, já que as espécies arbustivo-arbóreas do sub-bosque respondem a gradientes nutricionais do solo e a diferentes condições de luminosidade (Meira-Neto et al. 2005). Localmente, a posição da encosta perante o sol é outro fator que seleciona as espécies arbóreas (Cielo-Filho et al. 2007).
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Remoções de favelas na cidade do Rio de Janeiro: uma história do tempo presente — Outubro Revista

Remoções de favelas na cidade do Rio de Janeiro: uma história do tempo presente — Outubro Revista

Escusado dizer que parte considerável deste descrédito está rela- cionada à percepção, pela população carioca, do forte pendor imo- biliário por trás dos megaeventos. Estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostram que o custo do imóvel é irrealis- ta e insustentável em capitais como o Rio de Janeiro, onde houve um aumento de 165% nos preços das habitações entre janeiro de 2008 e fevereiro de 2012, contra uma inflação de 25% no mesmo período. Além de ter o metro quadrado mais caro país, comparado a outras cidades brasileiras que também sediarão a Copa do mundo de 2014, o Rio de Janeiro obteve a maior valorização desde 2010. Não custa lembrar que existem 220 mil imóveis vazios, enquanto a estimativa é de um déficit habitacional de 149.200 moradias. O problema é que au- toridades e órgãos públicos não procuram um caminho para a regu- larização fundiária das ocupações nesses imóveis, o que está previsto na Constituição Estadual, no Estatuto da Cidade e na Lei orgânica do município, dentre outras leis. “Todo o encaminhamento pela via do interesse social, cultural e de memória da cidade tem sido descartado (...). Ou seja: o direito humano à moradia não vem sendo respeitado” (Fornazin; Mascarenhas; Medeiros, 2012, p. 3).
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Open Modelagem hidrológica e das perdas de solo: suas relações com as formas de relevo e uso do solo na bacia do rio Taperoá  PB

Open Modelagem hidrológica e das perdas de solo: suas relações com as formas de relevo e uso do solo na bacia do rio Taperoá PB

Para realização da modelagem foi utilizado o modelo SWAT ( Soil and Water Assessment Tool ) acoplado ao ArcGIS 10.2 ® . Atualmente, existem vários softwares disponíveis para o tratamento das informações espaciais e para a aplicação das técnicas de geoprocessamento, tanto gratuitos como comerciais. Entre os mais conhecidos, está o ArcGIS 10.2 ® (ESRI, 2010), que possibilita a extração de dados do terreno de modo manual ou automático para análises mais específicas em relação às bacias hidrográficas. O processamento de modelagem hidrológica foi realizado neste software usando como parâmetros base a vazão e a erosão da bacia do Rio Taperoá. A estratégia de modelagem proposta inclui os aspectos ambientais da bacia do Rio Taperoá. Essa estratégia consistiu na utilização de ferramentas de modelagem que considera os dados necessários e disponíveis para a execução eficiente do modelo, que seja capaz de auxiliar no planejamento de ações na bacia do Rio Taperoá.
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Levantamento florístico das comunidades de macroalgas da bacia do Rio das Pedras, região centro-sul do estado do Paraná, sul do Brasil.

Levantamento florístico das comunidades de macroalgas da bacia do Rio das Pedras, região centro-sul do estado do Paraná, sul do Brasil.

Desikachary (1959) refere-se a esta espécie como Oscillatoria amphibia Agardh ex Gomont, enquanto que Anagnostidis & Komárek (1988) como Phormidium amphibium (Agardh ex Gomont) Anagnostidis & Komárek. Entretanto, Anagnostidis (1989) estabeleceu o gênero Geitlerinema, transferindo para ele as espécies, até então, abrigadas no subgênero Geitlerinema de Phormidium. Geitlerinema amphibium, em particular, é descrita como sendo uma espécie que apresenta características morfológicas comparáveis à de outras espécies do gênero [(p.ex., G. ionicum (Skuja) Anagnostidis e G. unigranulatum (Singh) Komárek & Azevedo)] (Romo et al. 1993, Komárek & Anagnostidis 2005, Bittencourt-Oliveira et al . 2007). Contudo, a população encontrada na Bacia do Rio das Pedras apresenta características diagnósticas (incluindo dimensões celulares e número de grânulos de cianoficina junto ao septo celular) compatíveis com aquelas apresentadas na descrição da espécie proposta por Komárek & Anagnostidis (2005).
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Superação da dormência de sementes de três essências florestais. Overconing the dormancy of seeds of three forest essences.

Superação da dormência de sementes de três essências florestais. Overconing the dormancy of seeds of three forest essences.

incluindo em seu estudo lorístico e itossociológico a vegetação herbácea regenerante; Gonçalves et al. (2007) estudaram a composição lorística do banco de sementes do sub-bosque de Pinus sp., em Brasília (DF), veriicando a existência de 42 espécies, pertencentes a 33 gêneros de 15 famílias, acrescidas de mais quatro espécimes sem identiicação em nível especíico (além destas, 18 plântulas não identiicadas foram classiicadas como morfo-espécies); Andrae et al. (2005) estudaram o sub-bosque de relorestamentos de Pinus em sítios degradados da região da Floresta Estacional Decídua do Rio Grande do Sul, veriicando que a vegetação era composta por 121 espécies lenhosas, incluindo desde espécies comuns até nobres, e também de ornamentais ou frutíferas nativas e exóticas; Durigan et al. (2004) estudaram, em Assis (SP), a regeneração da mata ciliar sob plantio de P. elliottii em diferentes densidades de plantio, tendo obtido um total de 52 espécies durante um período de seis anos após o plantio de Pinus , veriicando também a dominância de algumas espécies, como Miconia chamissois e Ilex afinis, que juntas reuniam mais de 50% das plantas regenerantes; Modna (2006) deu continuidade ao estudo de Durigan et al. (2004), estudando a dinâmica da regeneração de espécies nativas sob P. elliottii por mais cinco anos, tendo amostrado 68 espécies pertencentes a 31 famílias, a maioria já amostrada por Durigan et al. (2004), acrescida de novas ocorrências e o desaparecimento de outras espécies.
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A pesquisa em etnobotânica e o retorno do conhecimento sistematizado à comunidade: um assunto complexo.

A pesquisa em etnobotânica e o retorno do conhecimento sistematizado à comunidade: um assunto complexo.

Ao final da pesquisa, a listagem das espécies foi entregue à comunidade. No entanto, na percepção do pesquisador, suas maiores contribuições à comunidade e que, aparen- temente, foram assim também avaliadas por ela foram: (a) jogar capoeira com crianças e jovens, ao final do dia de campo, durante os três meses vividos na comunidade, usando as músicas e os movimentos como oportunidade para compartilhar vivências sobre conservação de espécies e de conhecimento local; (b) um mapa colorido da região, copiado em papel e plastificado, com a localização da comunidade e assinalando os cursos d’água e a floresta, acompanhando uma legenda descritiva, para ser afixado na escola; (c) diversas fotografias de moradores em suas atividades do cotidiano (confecção de paneiros e esteiras, lavagem de roupa no rio, produção de farinha etc.) e do conjunto de crianças da escola local (Figura 2); (d) aulas de inglês ministradas para alguns caboclos que desejavam ter mais facilidade de comunicação com turistas que algumas vezes visitam a região. Pode-se acrescer que a convivência prolongada e diária do pesquisador e o compartilhamento do dia-a-dia, desde a pesca para a própria alimentação às longas caminhadas na floresta, tornaram mais visível para a comunidade que há um saber local sobre as plantas e seu uso que é valorizado também fora da comunidade (Soler, comunicação pessoal).
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Composição florística e análise fitossociológica do componente arbustivo-arbóreo de um remanescente florestal no Agreste Paraibano.

Composição florística e análise fitossociológica do componente arbustivo-arbóreo de um remanescente florestal no Agreste Paraibano.

(10%). Juntas totalizaram 63% do total de indi- víduos amostrados nesta fitocenose. Os elemen- tos arbóreos mais conspícuos foram Aspidosper- ma pyrifolium Mart. (Apocynaceae), Caesalpi- nia pyramidalis Tul. (Caesalpiniaceae), Cappa- ris jacobinae Moric. ex Eichl. (Capparaceae), Thiloa glaucocarpa (Mart.) Eichl. (Combreta- ceae), Croton sonderianus Müll. Arg. (Euphor- biaceae), Acacia sp e Piptadenia stipulacea (Benth.) Ducke (Mimosaceae), citados na mai- oria dos levantamentos realizados na vegetação caducifólia espinhosa e não espinhosa do nor- deste brasileiro (Araújo et al., 1995; Araújo et al., 1998b; Ferraz et al., 1998; Alcoforado Fi- lho et al., 1993). Além dessas espécies, regis- trou-se também a presença de Psidium albidum Cambess. (Myrtaceae), Guettarda sericea Müll. Arg., e Randia nitida (Kunth) DC. (Rubiaceae), táxons mais freqüentes nas florestas montanas dos brejos de altitude. Isto ocorre provavelmen- te em decorrência da condição de maior umida- de local. Tal comportamento também foi obser- vado por Alcoforado-Filho et al. (Aceito) no agreste de Pernambuco.
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COMPONENTE ARBUSTIVO-ARBÓREO DE MATAS CILIARES EM RESTAURAÇÃO E REMANESCENTES NATURAIS INSERIDOS EM MATRIZ SILVÍCOLA, RIO NEGRINHO, SC.

COMPONENTE ARBUSTIVO-ARBÓREO DE MATAS CILIARES EM RESTAURAÇÃO E REMANESCENTES NATURAIS INSERIDOS EM MATRIZ SILVÍCOLA, RIO NEGRINHO, SC.

Segundo Klein (1980), as áreas de pastagem ou lavoura abandonadas, nas tipologias de Floresta Ombrófila Mista com sub-bosque de Imbuias, tendem a reiniciar o processo de formação das comunidades arbustivo-arbóreas pela dominância de monoespécies, as quais são substituídas ao longo do processo sucessional. De acordo com o autor, a formação das comunidades vegetais em áreas de cultivo abandonadas inicia-se com um estrato herbáceo seguido de um estrato arbustivo, caracterizados por algumas espécies dominantes como: Ageratum conyzoides e espécies do gênero Baccharis, respectivamente. Após esses estratos, surge o Myrsinietum no qual a Myrsine coriacea é a espécie dominante. Este é substituído pelo Vernonanthurietum e/ou Piptocarphetum, sendo Vernonanthura discolor e Piptocarpha angustifolia as espécies dominantes. Ou ainda, o Mimosietum, que surge em situações específicas, geralmente em áreas onde houve a retirada de densos agrupamentos
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Diagnóstico florístico-estrutural do componente arbóreo da floresta da Serra de São José, Tiradentes, MG, Brasil.

Diagnóstico florístico-estrutural do componente arbóreo da floresta da Serra de São José, Tiradentes, MG, Brasil.

Semelhante ao ocorrido em vários outros estados do país, onde os processos de ocupação e exploração intensivos remontam ao período colonial, a cobertura florestal primitiva da região do Alto Rio Grande foi reduzida a remanescentes esparsos, a maioria deles bastante perturbada pelo fogo, pecuária extensiva e retirada seletiva de madeira (Oliveira Filho et al. 1994a). As florestas semidecíduas, em particular, foram criticamente reduzidas, visto que estas ocorrem em solos relativamente mais férteis e úmidos e, por conseguinte, mais visados pela agropecuária (van den Berg & Oliveira Filho 2000). Como o processo de fragmentação florestal na região é muito antigo, este seguramente afetou as comunidades vegetais remanescentes, alterando sua composição, diversidade e estrutura fisionômica. Logo, é de grande importância que se realizem estudos que descrevam as comunidades vegetais e as variáveis ambientais a elas associadas, para que haja uma noção da diversidade restante e de sua distribuição na paisagem.
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