Top PDF Levantamento florístico da estação ecológica municipal de Fênix, em Fênix Paraná, Brasil

Levantamento florístico da estação ecológica municipal de Fênix, em Fênix Paraná, Brasil

Levantamento florístico da estação ecológica municipal de Fênix, em Fênix Paraná, Brasil

Entre janeiro de 2012 e outubro de 2014, foi conduzido o levantamento florístico na Estação Ecológica de Fênix, utilizando o método de coletas usuais em levantamentos florísticos. O estudo tem por objetivo conhecer a composição florística da Estação Ecológica Municipal de Fênix, e gerar subsídios para a elaboração de um eventual Plano de Manejo desta unidade de conservação. Foram percorridas todas as vias abertas da Estação Ecológica Municipal de Fênix, como córregos, trilhas e bordas. Foram registradas 151 espécies pertencentes a 127 gêneros distribuídas em 63 famílias. As famílias que se destacaram por apresentarem cinco ou mais espécies são: Asteraceae, Bignoniaceae, Euphorbiaceae, Fabaceae, Malvaceae, Piperaceae, Poaceae e Pteridaceae que juntas totalizam cerca de 35% do total de espécies encontradas na área de estudo. Ainda destaca-se a presença de espécies exóticas invasoras: Ricinus communis (Euphorbiaceae), Melia azedarach (Meliaceae), Citrus aurantium (Rubiaceae) e Morus nigra (Moraceae). A presença dessas espécies demanda que medidas de controle sejam elaboradas, incluindo corte e controle de banco de sementes. Adicionalmente foram encontradas espécies descritas como raras: Achatocarpus praecox (Achatocarpaceae), Cyperus friburgensis (Cyperaceae) e Dahlstedtia muehelbergianus (Fabaceae), o que deixa evidente a importância da preservação da área. Ainda recomenda-se que seja feito um Plano de Manejo na unidade de conservação com medidas que visem assegurar sua proteção
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Levantamento florístico das Pteridophyta na  Estação ecológica municipal de Fênix, Paraná, Brasil

Levantamento florístico das Pteridophyta na Estação ecológica municipal de Fênix, Paraná, Brasil

No Paraná são escassos os estudos sobre Pteridophyta em Floresta Estacional Semidecidual, comparativamente a outras tipologias que ocorrem no estado. Este trabalho teve por objetivo o levantamento florístico das espécies de Pteridophyta e registrar os diferentes hábitos de vida na Estação Ecológica Municipal de Fênix. Para a condução deste estudo foram realizadas excursões semanais de coleta na Unidade de Conservação, utilizando-se técnicas de coleta usuais em levantamentos florísticos. O material coletado foi identificado e armazenado, permanentemente, no herbário da Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Campo Mourão, o material que não foi possível identificação foi encaminhado para o Museu Botânico de Curitiba (MBM). Foram encontradas 16 gêneros distribuídos em nove famílias. Das nove famílias que são registradas pela Flora do Brasil para a Floresta Estacional do Paraná, apenas Osmundaceae não ocorre na Unidade de Conservação. Entre as famílias coletadas na Estação estão presentes Aspleniaceae, Athyriaceae, Blechnaceae, Dryopteridaceae, Polypodiaceae, Pteridaceae, Tectariaceae, Thelypteridaceae. Em que pese o esforço amostral não ter sido satisfatório, ao comparar a área de estudo com uma área próxima do local com as mesmas características (Parque Estadual de Vila Rica do Espírito Santo, Fênix- PR), pode-se notar que o número de espécies coletadas na Estação teve apenas quatro espécies à menos que no Parque, porém esse numero provavelmente será superado pois o trabalho, além de continuar, ainda possui plantas a serem identificadas.
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Levantamento florístico expedito das espécies de trepadeiras na Estação Ecológica Municipal de Fênix, Paraná

Levantamento florístico expedito das espécies de trepadeiras na Estação Ecológica Municipal de Fênix, Paraná

O município de Fênix tem uma área de 234,099 km². Sua população é de 4.802 habitantes com densidade demográfica de 20,51 hab/km² (IBGE, 2013). Possui clima Subtropical Úmido Mesotérmico, verões quentes com tendência de concentração das chuvas no verão (temperatura média superior a 22 °C), invernos com geadas pouco frequentes (temperatura média inferior a 18 °C), sem estação seca definida (PREFEITURA MUNICIPAL DE FÊNIX, 2013). Limita-se geograficamente com os municípios de Barbosa Ferraz ao sul, São João do Ivaí a leste, São Pedro do Ivaí a nordeste, Itambé a noroeste, Quinta do Sol a oeste e finalmente, com Peabiru a sudoeste.
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Levantamento da flora de Pteridophyta em um fragmento de floresta estacional semidecidual em Fênix Paraná, Brasil

Levantamento da flora de Pteridophyta em um fragmento de floresta estacional semidecidual em Fênix Paraná, Brasil

O presente trabalho trata do levantamento florístico das espécies de Pteridophyta da Reserva Particular do Patrimônio Natural Agro Mercantil Vila Rica Ltda. Esta RPPN localiza-se no município de Fênix no Estado do Paraná, Brasil e teve por objetivo o levantamento da flora de Pteridophyta e seus diferentes hábitos de vida. Para a coleta do material foram conduzidas expedições com periodicidade semanal, por um período de três meses, foram registradas na área de estudo 14 espécies de Pteridophyta, distribuídas em 12 gêneros e oito famílias. Dentre as espécies encontradas na área de estudo, três famílias compõem mais de 70% da diversidade de Pteridophyta do local: Pteridaceae, Polypodiaceae e Dryopteridaceae. O hábito mais frequente entre as espécies coletadas foi o terrestre com 72%. Não houve correlação entre a umidade relativa do ar e a temperatura com a diversidade. São necessários estudos que comprovem ou refutem a relação entre solos e diversidade de Pteridophyta. Recomenda-se a continuidade do trabalho, tendo em vista que o esforço amostral não foi adequado.
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Levantamento florístico da estação ecológica municipal Luiziana (ESECML) em Luiziana, PR, Brasil

Levantamento florístico da estação ecológica municipal Luiziana (ESECML) em Luiziana, PR, Brasil

Com as espécies identificadas pode-se realizar a consulta na Portaria IAP nº 125, de 07 de agosto de 2009, que reconhece a Lista Oficial de Espécies Exóticas Invasoras para o Estado do Paraná, e estabelece normas de controle e dá outras providências. Ainda, pode – se consultar a Lista de Plantas Ameaçadas de Extinção no Estado do Paraná (HATSCHBACH et.al 1995), a Lista Oficial das Espécies da Flora Brasileira Ameaçadas de Extinção do Ministério do Meio Ambiente 2008, a Lista Vermelha de Plantas ameaçadas de extinção no estado do Paraná, e os sites da CITES - Convention on International Trade In Endangered Species of Wild Fauna and Flora (2013) e da IUCN – International Union For Conservation Of Nature And Natural Resources (2013), com suas respectivas classificações
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Levantamento preliminar de espécies trepadeiras na Estação Ecológica Municipal Reinaldo Petrechen em Nova Tebas – PR

Levantamento preliminar de espécies trepadeiras na Estação Ecológica Municipal Reinaldo Petrechen em Nova Tebas – PR

O estudo sobre trepadeiras ainda é escasso no Brasil. Visando caracterizar a composição florística de trepadeiras, foi realizado o levantamento das espécies Trepadeiras na Estação Ecológica Municipal Reinaldo Petrechen, que possui aproximadamente 300 ha, e está localizada no município de Nova Tebas, Paraná. As coletas foram mensais durante o período de agosto a outubro de 2015. As trepadeiras encontradas foram classificadas quanto às suas formas de escalar em: volúveis, com gavinhas ou escandentes. Ainda, foram elencadas suas respectivas síndromes de dispersão em Anemocoria, Autocoria e Zoocoria. Foram encontradas 25 espécies, distribuídas em 15 famílias. Em termos de riqueza, as famílias com maior representatividade foram Bignoniaceae (cinco espécies) e Sapindaceae (quatro espécies), seguidas por Asteraceae, Convolvulaceae e Fabaceae com dois representantes de cada. Estas famílias compõem 60% das espécies trepadeiras presentes na Estação Ecológica, demonstrando que o maior número de espécies de trepadeiras é encontrado em poucas famílias, corroborando outros estudos realizados em diversos fragmentos florestais. Verificou-se a predominância dos hábitos preênsil e volúvel, ambos com 40%, seguidos pelo mecanismo escandente, com 20%. Quanto às síndromes de dispersão, a anemocoria mostrou-se predominante no levantamento realizado, onde 56% das espécies dispersam seus diásporos através da ação do vento, seguidos por autocoria (32%) e zoocoria (12%). O fato de este estudo ser preliminar, pressupõe que possam haver alterações nestes índices, portanto, é sugerido a continuidade do levantamento na Estação Ecológica Municipal Reinaldo Petrechen.
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Composição florística de pteridófitas da Estação Ecológica Municipal de Luiziana (ES.EC.M.L.) e do Parque Estadual Lago Azul (PELA), em Campo Mourão e Luiziana, Paraná, Brasil

Composição florística de pteridófitas da Estação Ecológica Municipal de Luiziana (ES.EC.M.L.) e do Parque Estadual Lago Azul (PELA), em Campo Mourão e Luiziana, Paraná, Brasil

O PELA e a ES.EC.M.L são áreas de ecótono entre a Floresta Estacional Semidecidual Montana e a Floresta Ombrófila Mista Montana, porém, apresentam uma heterogeneidade significativa entre as espécies encontradas. No PELA ocorreram 16 espécies exclusivas dessa área, o que corresponde a 36,36% do total de espécies coletadas no levantamento pteridófitico. Na ES.EC.M.L ocorreram 14 espécies exclusivas (34,14%). Embora as duas áreas sejam próximas e as condições climáticas sejam semelhantes, o PELA ainda é composto por áreas de banhado e afloramentos rochosos. Essas formações apresentam variados micro-habitats, áreas mais expostas à incidência solar, aos ventos e, no caso dos banhados, sujeitas a inundações periódicas.
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Levantamento florístico vascular e síndromes de dispersão de um remanescente de cerrado no município de Tuneiras do Oeste Paraná - Brasil

Levantamento florístico vascular e síndromes de dispersão de um remanescente de cerrado no município de Tuneiras do Oeste Paraná - Brasil

Pouco se conhece sobre o cerrado da região de Campo Mourão e municípios adjacentes. Recentemente, um novo remanescente desta tipologia, ainda não inventariado, foi encontrado em Tuneiras do Oeste-PR. Este trabalho tem como objetivo apresentar o levantamento florístico de um remanescente de cerrado no município de Tunerias do Oeste, assim como os tipos de dispersão por espécie. Para o levantamento florístico foram coletados materiais botânicos férteis (flores e/ou frutos) com periodicidade semanal de agosto de 2013 a julho de 2014. Os mesmos foram identificados e armazenados permanentemente nas dependências do herbário da UTFPR campus Campo Mourão. Foram coletadas 125 espécies em 51 famílias diferentes. As famílias mais encontradas foram Fabaceae, Myrtaceae, Poaceae, Asteraceae e Melastomataceae, e quanto às síndromes de dispersão, destacou-se a zoocoria com 45 indivíduos. Ao final do levantamento, e por conta deste ter encontrado espécies raras e pouco coletadas no estado do Paraná, o remanescente em estudo foi transformado em Unidade de Conservação de proteção integral, na modalidade de Estação Ecológica.
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Levantamento florístico das espécies de epífitas da Estação Ecológica Municipal Cantú em Mato Rico, Paraná

Levantamento florístico das espécies de epífitas da Estação Ecológica Municipal Cantú em Mato Rico, Paraná

A cada dia que passa mais florestas são derrubadas por diferentes motivos, causando grandes impactos ao meio ambiente. A fim de preservar a biodiversidade e recursos energéticos, foram criadas as Unidades de Conservação. A Estação Ecológica Municipal Cantú é um tipo de UC localizada no município de Mato Rico, Paraná. Sendo assim, foi realizado o levantamento florístico das espécies de epífitas na Estação Ecológica Municipal Cantú, com o objetivo de levantar a flora epifítica do local. Para a coleta do material foram conduzidas expedições quinzenais, por um período de Junho a Novembro de 2016, sendo coletados todos os indivíduos que apresentavam fertilidade e aqueles inférteis foram levados para a estufa da Universidade Tecnológica Federal do Paraná no município de Campo Mourão. Foram registrados na área de estudo 16 espécies de epífitas distribuídas em 12 gêneros e 5 famílias. Dentre as espécies encontradas duas famílias compõem mais de 60% da diversidade do local: Bromeliaceae e Polypodiaceae. Um dos fatores que explica a baixa quantidade de espécie coletada é o fato da área estar sofrendo um processo de regeneração. Recomenda-se portanto a continuidade dos estudos de epífitas nesta Unidade de Conservação.
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Samambaias da Estação Ecológica do Pau-Brasil, Paraíba, Brasil

Samambaias da Estação Ecológica do Pau-Brasil, Paraíba, Brasil

Espécie caracterizada pela lâmina pedada, 3-pinada (Figura 13) e pela presença de escamas lanceoladas com base pectinada no pecíolo segundo Winter et al. (2011). Possui como espécies próximas A. curvatum Kaulf que difere por possuir tricomas sobe o indúsio, A. ornithopodum C. Presl por presentar pequenos tricomas articulados e avermelhados no pecíolo e na raque e A. mynsseniae J. Prado pela presença de tricomas diminutos no pecíolo e raque, a base das pínulas auriculada sobrepondo a raque e raquíola e pelo ápice da pínula acuminado-agudo voltado para cima, bem como pela lâmina glauca adaxialmente (Winter et al., 2011). O mesmo autor, refere esta espécie como endêmica do Brasil e ocorrendo preferencial no interior de matas maduras de forma isolada ou em densas populações.
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Levantamento florístico e análise fitossociológica de um remanescente de Floresta Ombrófila Mista localizado no município de Pinhais, Paraná-Brasil

Levantamento florístico e análise fitossociológica de um remanescente de Floresta Ombrófila Mista localizado no município de Pinhais, Paraná-Brasil

Para o levantamento florístico e análise fitossociológica, utilizou-se o método de Parcelas Múltiplas (Mueller-Dumbois e Ellenberg, 1974), com o estabelecimento de 15 parcelas de 10x10 metros, totalizando 1.500 m² (0,15 ha), sendo 10 delas em Cambissolo Húmico e 5 em Gleissolo Háplico. Todos os indivíduos arbóreos e arbustivos presentes com PAP (perímetro à altura do peito) igual ou superior a 15 centímetros foram amostrados, coletando-se, sempre que necessário, material vegetativo para identificação das espécies e posterior herborização, conforme as recomendações de Fidalgo e Bononi (1984). Todo o material coletado e identificado foi depositado no Herbário Escola de Florestas de Curitiba (EFC), do Departamento de Ciências Florestais da UFPR.
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O retrato reverso da donna: retrato satírico  em metáforas de doce em Fênix Renascida / The Reverse Portrait of the Donna: Satirical Portrait  in Candy Metaphors in Fênix Renascida

O retrato reverso da donna: retrato satírico em metáforas de doce em Fênix Renascida / The Reverse Portrait of the Donna: Satirical Portrait in Candy Metaphors in Fênix Renascida

Resumo: Este artigo propõe-se analisar um dos gêneros mais produtivos da poesia palaciana portuguesa dos séculos XVI e XVII, o retrato elogioso da donna, de fundo petrarquista, largamente praticado no Quinhentos por poetas como Luís de Camões, Pero de Andrade Caminha e Sá de Miranda, e, no século seguinte, pelos poetas cujas obras foram reunidas nas coletâneas de verso Fênix Renascida e Postilhão de Apolo. Demonstra-se a prática de “notação” do retrato elogioso, discutem-se os preceitos retóricos e poéticos que o regravam, sua utilidade como controle dos afetos cortesãos, e como o seu contrário, o retrato cômico, especificamente aquele construído à base de metáforas de doce, valendo-se dos mesmos lugares comuns de invenção, disposição e elocução do gênero, articula a imagem reversa da donna, transformando a illustratio ou evidentia (de forte apelo visual), própria do retrato de tipo alto, em “apetite”, “gustação”, “gula” e “satisfação sexual”.
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LEVANTAMENTO DE FAUNA EPIEDÁFICA EM TRILHA ECOLÓGICA NO SUDOESTE DO PARANÁ

LEVANTAMENTO DE FAUNA EPIEDÁFICA EM TRILHA ECOLÓGICA NO SUDOESTE DO PARANÁ

ABSTRACT: Population growth has generated innumerable impacts on nature, among the most observed effects in nature are the ones related to the occupation and growth of the urban network towards the inadequate areas, such as the Permanent Preservation Areas. To evaluate the anthropic impacts generated in permanent preservation areas, soil bioindicators can be used. These indicator organisms reveal or not the possibility of environmental change from their presence, absence or even, from the diversity. Aiming at this, the objective of this work was to characterize the epiedaphic fauna in a trail of a forest fragment in the initial and medium regeneration stage of the Semidecidual Seasonal Forest in transition to the Mixed Ombrophilous Forest. The study was conducted in the forest fragment where the Ecological Trail of the Federal Technological University of Paraná - Campus Dois Vizinhos, in the southwest of Paraná, is located. It was carried out in the months of April, May and June in the year 2016, totaling 3 collections. Twelve traps were installed in each collection so that 6 of them were close to the people's transit area and with less vegetation, while the rest was installed within 10 m of the forest. Each of the traps was also placed within 10 m of each other. Epidaphy fauna was sampled using the Pitfall traps methodology, using plastic containers with a 250 mL volume, with a screw cap. After having been cleaned properly, the organisms were identified according to the literature on order level. It is concluded that the variation of the abundance of the organisms between the sampling points within the UTFPR-Dois Vizinhos Ecological Track does not occur in a significant way, therefore, it presents homogeneity in the groups of organisms close to the opening of the trail and dense forest. The main groups found in this forest fragment were Coleoptera, Formicidae, Diptera and Collehões, in relation to the other groups.
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Levantamento florístico das comunidades de macroalgas da bacia do Rio das Pedras, região centro-sul do estado do Paraná, sul do Brasil.

Levantamento florístico das comunidades de macroalgas da bacia do Rio das Pedras, região centro-sul do estado do Paraná, sul do Brasil.

As divisões melhor representadas foram Cyanobacteria e Chlorophyta (cada uma com 14 táxons, 40% das espécies registradas), seguido de Rhodophyta (seis táxons, 17%) e Heterokontophyta (um táxon, 3%). O predomínio de representantes de Cyanobacteria e Chlorophyta, basicamente concorda com trabalhos anteriores, nos quais as duas divisões apresentam a grande maioria dos táxons inventariados em riachos no mundo todo (Sheath et al. 1989, 21% e 43%; Entwisle 1990, 17% e 57%; Sheath & Cole 1992, 24% e 35%, respectivamente), incluindo regiões tropicais e subtropicais do Brasil (Necchi Júnior et al. 2000, 33% e 41%; Necchi Júnior et al. 2003, 40% e 36,5%, Peres et al. 2008, 58% e 21% respectivamente). Phormidium retzii foi a espécie mais bem distribuída na Bacia do Rio das Pedras. Esta espécie tem sido reportada como sendo cosmopolita e de ampla distribuição em vários estudos. Sheath & Cole (1992) em um estudo de 1.000 segmentos de riachos na América do Norte encontraram P. retzii como a mais bem distribuída espécie de macroalga. Necchi Júnior et al. (2000) também registraram esta espécie como predominante em levantamento realizado em 172 riachos do Estado de São Paulo.
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Levantamento florístico das Rodofíceas do Arquipélago de São Pedro e São Paulo (ASPSP) - Brasil.

Levantamento florístico das Rodofíceas do Arquipélago de São Pedro e São Paulo (ASPSP) - Brasil.

Coleta e análise dos dados - com base em mapas e fotos do arquipélago, foram plotadas, seis estações de coletas em locais de fácil acesso. A Estação 01 está localizada na enseada do arquipélago, parcialmente, abrigada em forma de ferradura, apresenta fundo com substrato consolidado, com ba- timetria mínima de 4 metros, logo abaixo do píer e máxima de 23 metros, na boca da enseada. A Estação 02 situa-se na Ilha Challenger, por trás da Estação Científi ca na região entre-marés, onde ocorre uma zona de forte arrebentação. A Estação 03 encontra-se localizada a oeste da Ilha Challenger, no paredão com declive ≥ 85% com batimetria acima dos 70 m. A Estação 04 situa-se na Ilha Cabral, no paredão com declive ≥85% com batimetria acima dos 70 m. A Estação 05 localiza-se na área externa do Arquipélago, no local denominado de “Cabeço do Tartaruga”, formado por um pico rochoso submerso, exposto a forte movimentação das correntes, sujeita a constante herbivoria (Pereira et al. 2006), com batimetria mínima de 12 metros e máxima de 45 metros na face norte e 55 metros na face sul . A Estação 06, denominada “Rocha Gago Coutinho”, encontra-se ao sul da Ilha Challenger, numa área de intensa turbulência, onde apenas sua porção distal encontra-se emersa com profundidade máxima de 15 metros (Fig. 2).
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Aves da Estação Ecológica de Itirapina, estado de São Paulo, Brasil.

Aves da Estação Ecológica de Itirapina, estado de São Paulo, Brasil.

A Estação Ecológica de Itirapina (EEI) possui cerca de 2300 ha (Figura 1) e engloba os municípios de Itirapina e Brotas, entre 22° 12’ 24” S e 47° 55’ 46” W (extremo noroeste); 22° 11’ 25” S e 47° 54’ 30” W (extremo nordeste); 22° 15’ 05” S e 47° 55’ 32” W (extremo sudoeste); 22° 14’ 45” S e 47° 51’ 41” W (extremo sudeste). Campos sujos, campos cerrados e campos limpos predominam na paisagem da EEI, além de porções menores de cerrado sensu stricto, mata de galeria e brejos (Figura 2). Algumas porções dos campos limpos são alagáveis na estação chuvosa. Descrições mais detalhadas dos tipos fisionômicos de cerrado podem ser encontradas em Coutinho (1978) e Durigan et al. (2004). O entorno da EEI inclui monoculturas de Eucalyptus spp. e Pinus spp., cítricos, canavial, pasto e a represa do Lobo (ou do Broa), além de um remanescente de campo cerrado com cerca de 300 ha fazendo divisa ao leste-nordeste da EEI (Figura 1). A altitude varia de 720 a 750 m e o solo nas fisionomias mais secas (campos) é composto principalmente por areia (90%), enquanto nas áreas úmidas este apresenta 60-70% de silte ou argila (Brasileiro et al. 2005). O clima da região é do tipo Mesotérmico com uma estação seca pronunciada entre abril e setembro (pluviosidade média de 44,2 mm) e chuvosa entre outubro e março (média de 191,2 mm). Uma descrição mais detalhada sobre o clima da EEI pode ser encontrado em Brasileiro et al. (2005).
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Avifauna da Estação Ecológica dos Caetetus, interior de São Paulo, Brasil

Avifauna da Estação Ecológica dos Caetetus, interior de São Paulo, Brasil

Um número significativo de espécies foi adicio- nado à localidade no presente levantamento (24 espé- cies). Enquanto a maioria delas representou registros ocasionais ou de ambientes não visitados por outros autores, como o cabeça-seca Mycteria americana, o bico-preto-cinzento Heliomaster longirostris e o arre- dio-do-rio Cranioleuca vulpina, outras significaram o aumento do número de espécies florestais para o frag- mento, tais quais o gavião-relógio Micrastur semitor- quatus, o rabo-branco-de-graganta-rajada Phaethornis eurynome, o choró-boi Taraba major e a araponga-do- horto Oxyruncus cristatus.
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Constituição e a fênix: o controle da omissão legislativa renasce das cinzas na proteção aos direitos fundamentais

Constituição e a fênix: o controle da omissão legislativa renasce das cinzas na proteção aos direitos fundamentais

desvirtuamento insidioso do texto constitucional - 2 Compromissos constitucionais e instrumentalidade do poder: fundamento da relevância jurídica da omissão e reconfiguração do equilíbrio e harmonia entre poderes - 3 Potencialidades do agir jurisdicional em matéria de omissão legislativa, o exercício intelectual desenvolvido pelo Supremo Tribunal Federal: a movimentação nas cinzas da pira da fênix - 3.1 A ADI nº 3.276, Relator o Min. Eros Grau: a pronúncia da inconstitucionalidade por omissão como meio de coerção à ação legislativa - 3.2 A ADI nº 3.682, Relator o Min. Gilmar Mendes: a pronúncia da inconstitucionalidade por omissão legislativa, com assinalação de “prazo razoável” para a prolação da norma e de conteúdo necessário ao futuro instrumento legislativo - 3.3 Os MIs nº 721 e nº 758, Relator o Min. Marco Aurélio: aplicação, por analogia, de norma reguladora de aposentadoria especial do RGPS a servidores públicos como mecanismo de superação da omissão - 3.4 Os MIs nº 670, nº 708 e nº 712: superação da lacuna legislativa atinente à regulação do direito de greve dos servidores públicos - 4 Prognóstico de desenvolvimento da matéria: a fênix renasce das cinzas e traz consigo uma nova pauta de reflexão para o sistema brasileiro de jurisdição constitucional
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Levantamento florístico no cerrado de Pedregulho, SP, Brasil.

Levantamento florístico no cerrado de Pedregulho, SP, Brasil.

Bonifácio-Silva, A.C. 2001. Levantamento florístico de cinco áreas em Delfinópolis, Minas Gerais – Brasil. Dissertação de Mestrado. Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo. Branco, I.C.; Domingues, E.N.; Serio, F.C.; Del Cali, I.H.; Mattos, I.A.; Bertoni, J.A.; Rossi, M.; Eston, M.R.; Pfeifer, R.M. & Andrade, W.J. 1991. Plano de manejo – Parque Estadual das Furnas do Bom Jesus, município de Pedregulho, SP. Revista do Instituto Florestal 3: 137-155. Brito, M.C.W. (coord.). 1997. Cerrado: Bases para conservação e uso sustentável das áreas de cerrado do Estado de São Paulo. São Paulo, Série PROBIO/SP, Secretaria do Meio Ambiente.
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Levantamento florístico das espécies de trepadeiras na Reserva Biológica das Perobas, região noroeste do Paraná

Levantamento florístico das espécies de trepadeiras na Reserva Biológica das Perobas, região noroeste do Paraná

In Parana there are few studies related to vines associated with Semideciduous Forest.. There are only two larger Conservation Units in Semideciduous Forest in this State, and the Reserva Biológica das Perobas (Rebio) is the second largest. This study aimed to survey the flora of species of vines as well as dispersal syndromes and climbing habit recorded in the ReBio das Perobas, in Tuneiras do Oeste and Cianorte, Paraná. The samples in ReBio was conducted in the period of August 2011 to July 2013, taking weekly. The dispersal syndromes, in the same way that the classification of climbing habit, followed those of field observation, consultation records present in the Herbarium HCF, morphological analysis (flower, fruit and seed) and literature review. Were recorded in Reserva Biológica das Perobas, 85 species of vines, distributed on 30 botanical families. The richest families were registered Bignoniaceae (15), Fabaceae e Malpighiaceae (8), Apocynaceae (7) e Sapindaceae (6), and these five families are responsible for 52% of the recorded species. Regarding dispersal syndromes, the most frequent was anemochory with 49 species of vines, representing 58% of all species recorded in this study. The predominant climbing habit was the scandent, with 29 species of vines, where 35% of these species belong to the families Fabaceae and Malpighiacea. There were two unpublished records of vines to Paraná, both Malpighiaceae: Carolus chlorocarpus and
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