Top PDF Levantamento florístico das Rodofíceas do Arquipélago de São Pedro e São Paulo (ASPSP) - Brasil.

Levantamento florístico das Rodofíceas do Arquipélago de São Pedro e São Paulo (ASPSP) - Brasil.

Levantamento florístico das Rodofíceas do Arquipélago de São Pedro e São Paulo (ASPSP) - Brasil.

ramium Roth, Polysiphonia Grev., Neosiphonia M. S. Kim & I. K. Lee e calcárias geniculadas como Jania J. V Lamour. Em função do posicionamento geográfi co, estrategicamente entre os dois hemisférios e ainda entre os continentes sul- americano e africano, o ASPSP é considerado um oásis no meio do oceano, exercendo uma forte infl uência no ciclo de vida de várias espécies migratórias, tais como peixes, crustáceos e aves que utilizam a região do arquipélago e seu entorno como zona de alimentação, reprodução e abrigo (Campos et al. 2005). Sendo assim a pressão exercida pela predação pode ser um dos fatores responsáveis pela mudança da comunidade, uma vez que foi observada a ocorrência de herbivoria, por peixes, o que poderia ter modifi cado a paisa- gem original. Segundo Cheroske et al. (2000) e Steneck & Dethier (1994) o aumento na intensidade de herbivoria muda a comunidade de algas, sendo substituídas de macroalgas frondosas por tufos de fi lamentos de rápido crescimento, seguido de um desenvolvimento sucessional por outras formas de algas, como calcárias e foliáceas.
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Ecologia reprodutiva do peixe donzela, Stegastes sanctipauli Lubbock & Edwards, 1981 (Osteichthyes: Pomacentridae) no arquipélago de São Pedro e São Paulo, Brasil

Ecologia reprodutiva do peixe donzela, Stegastes sanctipauli Lubbock & Edwards, 1981 (Osteichthyes: Pomacentridae) no arquipélago de São Pedro e São Paulo, Brasil

O Arquipélago de São Pedro São Paulo (ASPSP) constitui um dos territórios brasileiros mais isolados no Oceano Atlântico Norte Equatorial. Ele está situado a aproximadamente 1.100 km da cidade de Natal – RN, entre as coordenadas 00°56’N e 29°22’W; 00°55’N e 29°20’W, ao norte do Equador e sobre a Cadeia Dorsal Meso- Atlântica (Vaske-Jr et al. 2006). O ASPSP é composto por um grupo de sete pequenas ilhas rochosas, representando um dos únicos arquipélagos oceânicos de origem não vulcânica (Edwards & Lubbock 1983). Ele ocorre em uma região tectonicamente ativa e sua formação ocorreu devido a movimentações de falhas e consequente soerguimento do manto oceânico (Campos et al. 2009).
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Abundância e ecologia reprodutiva de Abudefduf saxatilis (Linnaues, 1758) (Osteichthyes:Pomacentridae) no arquipélago de São Pedro e São Paulo, Brasil.

Abundância e ecologia reprodutiva de Abudefduf saxatilis (Linnaues, 1758) (Osteichthyes:Pomacentridae) no arquipélago de São Pedro e São Paulo, Brasil.

A abundância e atributos ecológicos, como comportamento e reprodução, de peixes recifais são geralmente influenciados por variações na estrutura do habitat, tais como cobertura bentônica e complexidade estrutural. A preferência por diferentes habitats pode variar ontogeneticamente, com jovens geralmente concentrados em áreas rasas e adultos em áreas mais fundas e afastadas da costa. Abudefduf saxatilis, o sargentinho (Pomacentridae) é um peixe recifal amplamente distribuído em ambientes costeiros e insulares no Atlântico Ocidental. No pequeno e remoto Arquipélago de São Pedro e São Paulo (ASPSP), localizado sobre a Dorsal Meso-Atlântica, o sargentinho é uma das espécies de peixes recifais mais abundantes. A população de sargentinhos do ASPSP é morfológica e geneticamente distinta das demais populações no Atlântico Ocidental, sugerindo baixa conectividade genética e automanutenção através da reprodução local. Os objetivos principais deste estudo são: 1) descrever a abundância e distribuição espacial de sargentinhos no ASPSP (piscinas de maré e enseada do arquipélago) e 2) caracterizar quantitativamente aspectos da ecologia reprodutiva da espécie no local. Dados sobre abundância de sargentinhos e de ninhos foram coletados através de censos visuais estacionários. A complexidade do substrato foi avaliada através da metodologia do bastão, na enseada, e método da corrente nas piscinas de maré. A cobertura bentônica nas piscinas de maré foi caracterizada utilizando-se foto-quadrados. Dados sobre o comportamento reprodutivo de machos guardiões o e monitoramento de desovas em ninhos individuais foram coletados pelo método do animal focal e fotografias, respectivamente. Os menores representantes de sargentinhos (< 2 cm de comprimento total, CT) foram registrados exclusivamente nas piscinas de maré, ambientes
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A comunidade microfitoplanctônica do Arquipélago de São Pedro e São Paulo (Atlântico Norte-Equatorial): variação diurna e espacial.

A comunidade microfitoplanctônica do Arquipélago de São Pedro e São Paulo (Atlântico Norte-Equatorial): variação diurna e espacial.

No âmbito do Joint Oceanographic Project (JOPS II) foram também desenvolvidos estudos sobre produção e plâncton das águas da plataforma continental nordeste e leste do Brasil, incluindo o Arquipélago de São Pedro e São Paulo, Arquipélago de Fernando de Noronha, Bancos da Cadeia Norte Brasileira e Atol das Rocas. Nestes estudos, concluiu-se que o sistema pelágico do Nordeste e Leste do Brasil deve ser considerado como um sistema único, controlado principalmente pelo impacto de águas oligotróficas da Corrente Equatorial do Sul e correntes derivadas (Ekau & Knoppers 1999). Bröckel & Meyerhöfer (1999) estudaram, no Arquipélago de São Pedro e São Paulo, a composição da comunidade fitoplanctônica baseada na análise de pigmentos especiais através de cromatografia e espectrofotometria (clorofila a e feopigmentos).
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A pesquisa em etnobotânica e o retorno do conhecimento sistematizado à comunidade: um assunto complexo.

A pesquisa em etnobotânica e o retorno do conhecimento sistematizado à comunidade: um assunto complexo.

Soler (2005), ao planejar a sua pesquisa Levantamento Florístico e Etnobotânico em um Hectare de Floresta de Terra Firme na Região do Médio Rio Negro (RR), Brasil, (publicado sob a forma de dois artigos: Soler, Peixoto, 2007, 2008), optou, como forma de retorno do saber apreendido na comunidade pesquisada, pela elaboração de uma listagem de espécies da floresta, ordenadas por nomes comuns e dados sobre o uso informado pela comunidade. O projeto foi apresentado à comunidade, que se autodefine como cabocla, na única escola da localidade. Nessa ocasião, foi formalizado o consentimento da comunidade para o desenvolvimento da pesquisa e feita a indicação dos informantes, por ela considerados detentores de maior saber sobre as espécies da floresta local.
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MATERIAL E MÉTODOS Área de estudo e levantamento florístico

MATERIAL E MÉTODOS Área de estudo e levantamento florístico

Várias espécies encontradas neste levantamento são consideradas típicas de cerradão (SOLÓRZANO et al., 2012), como Qualea grandiflora, Qualea parviflora e Bowdichia virgilioides que estiveram presentes em todas as fisionomias de cerrado incluídas, além daquelas de menor ocorrência, que é o caso de Tachigali vulgaris, Dipteryx alata, Astronium fraxinifolium, Machaerium acutifolium, Platypodium elegans, Coussarea hydrangeaefolia, Guettarda viburnoides, Plathymenia reticulata e Terminalia argentea. A deciduidade constatada para estas espécies está relacionada à estacionalidade do clima local, como estratégia das espécies para adaptar-se à escassez de água no período de baixa pluviosidade, sendo o cerradão composto por espécies xeromórficas típicas do Cerrado, mas também por espécies florestais, e este conjunto lhe confere características florísticas e estruturais próprias (RIBEIRO; WALTER, 2008).
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Reforma agrária no Brasil: a intervenção do MST e a atualidade do programa de transição — Outubro Revista

Reforma agrária no Brasil: a intervenção do MST e a atualidade do programa de transição — Outubro Revista

Com base na analogia feita entre o Programa de Transição e a proposta de reforma agrária do MST, para o Brasil, procuramos siste- matizar o elenco de elaborações prático-teóricas que, na realidade, ema- nam da verificação da simultânea atualidade do conjunto das reivindi- cações transitórias para o encaminhamento da questão agrária e do al- cance e limitação históricos da perspectiva programática do Movimento dos Sem-Terra. Partindo, portanto, da teoria alicerçada pelo conteúdo histórico dos embates político-sociais que animam a luta de classes no campo desde a primeira metade do século, em formações sociais de ca- racterísticas econômicas capitalistas, chegamos à contemporaneidade dos enfrentamentos agrários no Brasil, onde a luta pela terra, contra a grande propriedade e o capital expropriadores, atinge contornos inter- nacionalmente emblemáticos.
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[Resenha de:] Boulos, Guilherme. De que lado você está? Reflexões sobre a conjuntura política e urbana no Brasil. São Paulo: Boitempo, 2015. — Outubro Revista

[Resenha de:] Boulos, Guilherme. De que lado você está? Reflexões sobre a conjuntura política e urbana no Brasil. São Paulo: Boitempo, 2015. — Outubro Revista

Guilherme Boulos tem muito a dizer nessa conjuntura conturbada, não há dúvidas. Em meados de 2014, se tornou colunista semanal da Folha de São Paulo, privilégio de uns poucos intelectuais de esquerda. De que lado você está? Reflexões sobre a conjuntura política e urbana no Brasil, seu primeiro livro, é uma compilação de 42 artigos publicados entre junho de 2014 e abril de 2015, além de três inéditos. Através de seus textos curtos, próprios das colunas de jornais, pode-se percorrer a movimentada cena política do país do lulismo. Também é possível ter uma visão panorâmica das lutas que tiveram lugar no Brasil desde as já famosas Jornadas de Junho, em 2013, bem como da sucessão
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Implicações geomorfológicas e paleogeográficas das crostas fosfáticas do Arquipélago de São Pedro e São Paulo, Atlântico Norte.

Implicações geomorfológicas e paleogeográficas das crostas fosfáticas do Arquipélago de São Pedro e São Paulo, Atlântico Norte.

A partir do que se observa atual- mente no ASPSP, podem ser reconheci- dos três momentos distintos que levam à fosfatização de suas rochas: I - uma fase mais úmida, responsável pela formação de saprolitos identifi cados na maior parte da Ilha Belmonte, sobretudo a partir da alteração dos peridotitos milonitizados e serpentinizados; II - fosfatização das rochas pelo aumento do aporte de excrementos em condições climáticas áridas; III - condições úmidas atuais que se caracterizam pela destruição (lixivia- ção e erosão) dos produtos formados na fase anterior. É possível que essa fase tenha sido responsável pela erosão de possíveis perfi s de solos formados no Arquipélago em condições pretéritas e também pela diminuição dos depósitos de guano.
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Análise dos microssismos registrados no arquipélago de São Pedro e São Paulo (ASPSP) e suas relações com variáveis oceanográficas

Análise dos microssismos registrados no arquipélago de São Pedro e São Paulo (ASPSP) e suas relações com variáveis oceanográficas

Microssismos são vibrações contínuas na Terra registradas na faixa de frequência de mili Hertz para 1 Hz. Estas vibrações são em sua maioria compostas de ondas Rayleigh e são mais fortes na faixa de frequência de 0.04 – 1 Hz. Seus mecanismos de gerações ainda são questões de debates, mas é consenso que eles estão relacionados com perturbações atmosféricas e ondas oceânicas de gravidade. O Arquipélago de São Pedro e São Paulo (ASPSP) está localizado na região equatorial do Oceano Atlântico cerca de 1.100 km de distância da costa do nordeste brasileiro. O ASPSP é composto por um conjunto de várias pequenas formações rochosas com uma área total de aproximadamente 17.000 m². Devido a sua localização distante do continente, isolamento e ausência de ruídos provocados pela atividade humana, este local é ideal para a medição de ruído microssísmico e investigação de sua relação com algumas variáveis climáticas e oceanográficas. No ASPSP registramos microssismos primários (PM) entre 0.04 - 0.12 Hz e microssismos secundários (SM) entre 0.12 - 0.4 Hz durante 10 meses em 2012 e 2013. As análises indicam uma boa correlação entre o ruído microssísmico na região e uma dependência do clima de ondas. Em particular, com inverno no hemisfério norte. Também é mostrado que a maior parte do PM é gerado no próprio ASPSP. O local de geração do SM depende do comportamento das variáveis climáticas e oceanográficas no hemisfério norte.
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A Indústria Fonográfica no Brasil e o choro carioca: um levantamento catalográfico referente à produção fonográfica do gênero chorístico existentes nos principais arquivos sonoros da cidade do Rio de Janeiro.

A Indústria Fonográfica no Brasil e o choro carioca: um levantamento catalográfico referente à produção fonográfica do gênero chorístico existentes nos principais arquivos sonoros da cidade do Rio de Janeiro.

França. Em seu livro Les cloches de la terre: paysage sonore et culture sensible dans les campagnes au XIX siècle escrito nos anos 90, é discutido por ele, a questão de como os sons dos sinos presidiam o ritmo da vida rural e constituíam uma verdadeira linguagem e até mesmo símbolo de poder. No início do século XIX eles se transformaram, revelando uma mudança na sensibilidade e, conseqüentemente, na escuta. Nesta perspectiva, Corbin irá se apropriar do conceito de paisagem sonora estabelecido por Raymond Murray Schafer como a chave de compreensão para essas transformações. No mesmo ritmo seguiu Jean- Pierre Gutton, que além dos sinos incluiu nessa nova paisagem sonora os sons das cidades, das oficinas, entre vários outros. Apud, MORAES, José Geraldo Vinci de e SALIBA, Elias Thomé. (ORGS). História e Música no Brasil. São Paulo: Alameda, 2010, p. 19.
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POSSIBILIDADES DE USO DAS INFORMAÇÕES DO SISTEMA MINEIRO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR NA GESTÃO DAS ESCOLAS

POSSIBILIDADES DE USO DAS INFORMAÇÕES DO SISTEMA MINEIRO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR NA GESTÃO DAS ESCOLAS

O primeiro capítulo desta dissertação é o relato do caso de implantação do SIMADE na rede de escolas públicas estaduais de Minas Gerais. Primeiramente, faz-se uma apresentação da trajetória recente de desenvolvimento da tecnologia e dos sistemas gerenciais no âmbito da gestão escolar no Brasil e no estado, focando especialmente sobre o projeto Escolas em Rede, que foi a base para a implantação de sistemas informatizados na rede estadual de educação de Minas Gerais. Em seguida, efetua-se uma explanação sobre a implantação do SIMADE nos diversos níveis da SEEMG, desde a unidade central, passando pelas SREs e chegando às escolas, que são os focos de análise. Ao final do primeiro capítulo são apresentados os elementos críticos da utilização do SIMADE como recurso de gestão ao nível das escolas, sobre os quais se concentrarão a revisão teórica, a pesquisa e o PAE.
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Levantamento florístico de um remanescente de Mata Atlântica no litoral norte do Estado da Bahia, Brasil.

Levantamento florístico de um remanescente de Mata Atlântica no litoral norte do Estado da Bahia, Brasil.

O litoral norte baiano é considerado uma das áreas focais do Corredor de Mata Atlântica do Nordeste, que está em fase de implementação (Amane 2014). Segundo Gomes & Guedes (2014), é possível perceber que a biodiversidade da região é grande, com potencial para ser ainda maior, devido ao pequeno esforço amostral. Sendo assim, com o intuito de aumentar o conhecimento sobre florestas estacionais e a flora do litoral norte do Estado, o presente trabalho teve como objetivo realizar o levantamento florístico de um remanescente de Floresta Estacional Semidecidual localizado no município de Entre Rios, Bahia.
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Levantamento Florístico de Bryophyta de Capões de Mata no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, Goiás, Brasil

Levantamento Florístico de Bryophyta de Capões de Mata no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, Goiás, Brasil

A vegetação do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros - PNCV é influenciada pela elevada altitude, aliada aos fatores edáficos e à grande disponibilidade de água. Todos esses fatores contribuem para uma alta diversidade fitofisionômica (ICMBIO/MMA 2009). A maioria dos trabalhos botânicos realizados na região do PNCV focam a flora fanerogâmica, que já revelou ser possuidora de uma grande diversidade e endemismo (ICMBIO/MMA 2009, Marchioretto et al. 2005). Em relação às angiospermas, cerca de 32 espécies são endêmicas da Chapada dos Veadeiros (ICMBIO/MMA 2009, Marchioretto et al. 2005) e, dados sobre espécies de briófitas para a área do PNCV são excassos. No entanto, há o registro da ocorrência da espécie rara de musgo Tisserantiela minutissima (Mitt.) R.H. Zander, tal espécie apresenta somente três ocorrências para o Brasil: a primeira coleta ocorreu há 120 anos por Gardner, na Serra de Santa Brida (GO), a seguinte ocorreu por Schäffer-Verwimp (1992), em Alto Paraíso de Goiás e, a terceira coleta por Câmara (2008), na Reserva Ecológica do IBGE (Câmara & Vital 2006).
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Myxomycetes do Canavial I: levantamento florístico em Carpina - Pernambuco.

Myxomycetes do Canavial I: levantamento florístico em Carpina - Pernambuco.

No levantamento efetuado no canavial do PLANALSUCAR foram ob- tidas 27 amostras de Myxomycetes, pertencentes a oito diferentes espécies distribuídas em três ordens, to[r]

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COMPOSIÇÃO FLORÍSTICA E FITOSSOCIOLOGIA DE UM FRAGMENTO DE CAATINGA EM MONTEIRO, PARAÍBA

COMPOSIÇÃO FLORÍSTICA E FITOSSOCIOLOGIA DE UM FRAGMENTO DE CAATINGA EM MONTEIRO, PARAÍBA

O semiárido brasileiro encontra-se em avançado processo de degradação. Nesse sentido, foi desenvolvida uma pesquisa voltada a investigação florística e fitossociologia de uma área de caatinga conservada visando fornecer subsídios para futuros projetos de preservação. Constatou-se nesse levantamento 3.495 indivíduos amostrados, distribuídos em 14 famílias, 26 gêneros e 37 espécies. A Caesalpinia pyramidalis Tul. (Fabaceae) apresentou a maior frequência e maior dominância. O Croton rhamnifolioides Pax &

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DEMARCAÇÃO DE ÁRVORES MATRIZES EM FRAGMENTOS DE MATAS NATIVAS NA REGIÃO DE BEBEDOURO, SPSANTOS, Rafael Marini Paschoaletti Perri dos; MARINO JNIOR, Edgard

DEMARCAÇÃO DE ÁRVORES MATRIZES EM FRAGMENTOS DE MATAS NATIVAS NA REGIÃO DE BEBEDOURO, SPSANTOS, Rafael Marini Paschoaletti Perri dos; MARINO JNIOR, Edgard

Primeiramente, por meio de caminhadas aleatórias foram realizados levantamentos florístico de espécies arbóreas e arbustivas dos fragmentos, sendo feito a identificação a campo e registrado na ficha de campo; quando desconhecida a espécie foi coletado o material botânico (ramo; flor e fruto, quando presentes) e levado para a Floresta Estadual de Bebedouro para a identificação com base em acervos bibliográficos disponíveis na instituição e ajuda de outros profissionais.

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Taxonomia e distribuição do gênero Navicula "sensu stricto" (Bacillariophyceae) em reservatórios da Bacia do Alto Tietê e de bacias vizinhas

Taxonomia e distribuição do gênero Navicula "sensu stricto" (Bacillariophyceae) em reservatórios da Bacia do Alto Tietê e de bacias vizinhas

Em literatura: espécie encontrada por Tavares (2001) nos municípios de Águas da Prata, Andradina, Araçatuba, Avaré, Barra Bonita, Barretos, Bragança Paulista, Brodowski, Capivari, Casa Branca, Dracena, Eldorado, General Salgado, Ibiúna Paulista, Itaí, Itanhaém, Itapetininga, Itu, Jaú/Bariri, Marília, Matão, Mirassol, Monte Alto, Piedade, Pindamonhangaba, Piracicaba, Rancharia, Reginópolis, Ribeirão Branco, Rio Claro, São Carlos, São José do Barreiro, São Paulo, Teodoro Sampaio, Tremembé, Tupã, Ubatuba, Uchoa, Urânia e Vargem Grande Paulista; Costa (2008) no Lago das Garças; Nascimento (2012) no reservatório Jaguari-Jacareí; Faustino (2014) no reservatório Guarapiranga e Oliveira (2015) nos reservatórios Cabuçu e Tanque Grande; porém neste último sem foto nem descrição.
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POSSIBILIDADES DE USO DO SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO EDUCACIONAL DO AMAZONAS NA GESTÃO DAS ESCOLAS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

POSSIBILIDADES DE USO DO SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO EDUCACIONAL DO AMAZONAS NA GESTÃO DAS ESCOLAS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Exceto os municípios que têm receitas para fazer frente às suas obrigações constitucionais, por gerarem receitas com petróleo (Carauari e Coari), com o PIM (Manaus) ou tur[r]

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Levantamento florístico da Área de Proteção Ambiental de Jericoacoara, Ceará.

Levantamento florístico da Área de Proteção Ambiental de Jericoacoara, Ceará.

Considerando a geomorfologia presente na APA, Fernandes (In Georgen 1985) descreveu as seguintes unidades particulares da paisagem: serrote, restinga graminea, complexo de dunas migratórias com lagoas rasas permanentes, la- goas rasas periódicas e lagoas profundas per- manentes, o tabuleiro, o manguezal, os grama- dos halofíticos e as vastas praias arenosas. Em seu estudo florístico indica 73 espécies como elementos principais dos diversos tipos vegetacionais.

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