Top PDF Liquens parmelioides eciliados (Parmeliaceae, Ascomycota) em costões rochosos dos estados do Paraná e Santa Catarina, Brasil.

Liquens parmelioides eciliados (Parmeliaceae, Ascomycota) em costões rochosos dos estados do Paraná e Santa Catarina, Brasil.

Liquens parmelioides eciliados (Parmeliaceae, Ascomycota) em costões rochosos dos estados do Paraná e Santa Catarina, Brasil.

Xanthoparmelia catarinae ocorre predominantemente em ambientes costeiros (Nash et al. 1995), sendo o holótipo proveniente de rocha granítica no município de Florianópolis. Embora esta seja a primeira citação sobre costões rochosos, é a espécie do gênero melhor representada neste ambiente no Paraná e em Santa Catarina. É facilmente encontrada formando grandes manchas verde-amareladas em locais en- solarados e pode ser reconhecida facilmente em campo pelo talo diferenciado, com margens adnatas e o centro formando um tapete de lacínias; além disso, foi a única espécie do gênero encontrada na área de estudo com a superfície inferior negra. Espécimes selecionados examinados – BRASIL. Paraná: Paranaguá, Parque Estadual da Ilha do Mel, 28/ VIII/2009, S. Eliasaro 3163 (UPCB). Santa Catarina: São Francisco do Sul, Morro da Enseada, 19/VI/2008, E. Gum- boski 420 (UPCB). Governador Celso Ramos, Praia do Sicial, 02/IV/2011, A. Gerlach 656 (UPCB). Florianópolis, Praia do Gravatá, 06/IX/2010, A. Gerlach 381a (UPCB); ibid, Praia dos Ingleses, 05/II/2011, S. Eliasaro 4994 (UPCB). Palhoça, Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, Praia da Guarda do Embaú, 01/IX/2010, A. Gerlach 376 (UPCB). Bombinhas, Praia de Quatro Ilhas, 07/XII/2010, A. Gerlach 577 (UPCB). 10. Xanthoparmelia neopropaguloides Hale, Smithson.
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Espécies de Cladonia P. Browne (Cladoniaceae, Ascomycota) do Supergrupo Cladonia em restingas e costões rochosos dos Estados do Paraná e de Santa Catarina, Brasil.

Espécies de Cladonia P. Browne (Cladoniaceae, Ascomycota) do Supergrupo Cladonia em restingas e costões rochosos dos Estados do Paraná e de Santa Catarina, Brasil.

Distribuição: Conhecida apenas para o centro-sul da América do Sul, na Argentina, Paraguai e Uruguai (Ahti 2000) e Brasil, para os Estados do ES, MS, MG, RJ, RS, SC e SP (Osorio & Fleig 1991, Ahti 2000). Esta é a primeira citação para o Estado do Paraná. Habitat: Cladonia ochracea ocorre desde o nível do mar até 1.900 metros de altitude (Ahti 2000). Na área de estudo foi encontrada principalmente em restingas. A ocorrência em costões rochosos foi mais discreta, com talos geralmente de tamanhos menores e formando pequenos aglomerados. Em restinga, Cladonia ochracea geralmente forma aglomerados bem evidentes, principalmente próximas a borda de restingas arbustivas onde a iluminação é de moderada a intensa. É frequentemente encontrada entre podécios de C. didyma, C. subradiata, C. ramulosa, C. subsquamosa, C. solida e C. crispatula (Nyl.) Ahti. O maior "tapete" formado pela espécie, juntamente com Cladonia solida, C. didyma e C. ramulosa foi de 10 m² em um barranco argilo-arenoso presente no Parque Estadual do Acaraí, em Santa Catarina. Embora ocorra principalmente sobre o solo arenoso ou serapilheira, foi encontrada colonizando vários substratos como madeira em decomposição, mourões de madeira, associada a musgos e sobre rochas, nesta última, com menor frequência. Até sobre pedaços de pano foi encontrada.
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Novos registros para a família Melastomataceae nos Estados do Paraná e Santa Catarina, Brasil.

Novos registros para a família Melastomataceae nos Estados do Paraná e Santa Catarina, Brasil.

RESUMO - (Novos registros para a família Melastomataceae nos Estados do Paraná e Santa Catarina, Brasil). Neste trabalho são registradas uma nova ocorrência de gênero Henriettea DC. para Santa Catarina e quatro novas ocorrências de espécies de Melastomataceae para esse Estado: Henriettea glabra (Vell.) Penneys, Michelangeli, Judd & Almeda, Leandra tetraquetra (Cham.) Cogn., Miconia racemifera (DC.) Triana e Miconia paniculata (DC.) Naudin. Miconia paniculata e Salpinga margaritacea (Naudin) Triana são também registradas pela primeira vez para o Estado do Paraná, e confirma-se a ocorrência da última no Estado de Santa Catarina, mencionada anteriormente de forma duvidosa, com base em uma coleta antiga e sem flores. Todas essas espécies tiveram seus limites de distribuição ampliados no sentido sul, alcançando os Estados do Paraná e Santa Catarina. São fornecidas descrições, ilustrações e comentários taxonômicos para as novas ocorrências. Palavras-chave: Henriettea, Leandra, Miconia, Salpinga, taxonomia
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Espécies de Cladonia P. Browne (Cladoniaceae, Ascomycota) dos Supergrupos Cocciferae, Crustaceae e Perviae em restingas e costões rochosos dos estados do Paraná e de Santa Catarina, Brasil.

Espécies de Cladonia P. Browne (Cladoniaceae, Ascomycota) dos Supergrupos Cocciferae, Crustaceae e Perviae em restingas e costões rochosos dos estados do Paraná e de Santa Catarina, Brasil.

Habitat: Cladonia confusa é muito comum em restingas, sendo encontrada principalmente nas bordas de caminhos em áreas bem iluminadas, às vezes a pleno sol em restinga herbácea. Geralmente forma extensos tapetes com até 4 m², como observado na restinga arbustiva do Parque Estadual do Acaraí (São Francisco do Sul, SC). Estes são constituí- dos de podécios cilíndricos cujos tufos apresentam ápices semiglobosos de até 5,0 cm de diâmetro cada, muito fre- quentemente entremeados com podécios de C. crispatula, e às vezes com podécios de C. subsquamosa, C. ochracea L. Scriba, C. didyma e C. subradiata (Vain.) Sandst. Foi raramente encontrada em costões rochosos, onde apresenta podécios geralmente com tamanhos menores, atingindo no máximo 5,0 cm de altura.
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Caracterização do trânsito de bovinos nos estados do Paraná e Santa Catarina, Brasil, 2008

Caracterização do trânsito de bovinos nos estados do Paraná e Santa Catarina, Brasil, 2008

O programa Terraview versão 3.3.1 foi utilizado para realização das análises espaciais. Os dados selecionados para gerar os mapas desta etapa do trabalho foram retirados das tabelas dinâmicas criadas. Estes dados foram incluídos no programa e convertidos em mapas temáticos, que descriminavam a divisão entre os Estados do Paraná e Santa Catarina e suas respectivas microrregiões geográficas. Foram selecionadas as quatro microrregiões de destino que mais receberam animais para abate em 2008. As áreas de abrangência destas microrregiões de destino, também consideradas como áreas de ingresso ou pólos de abate, foram identificadas em um total de 40 mapas trimestrais e anuais. Capanema (2010) concluiu em sua pesquisa baseada na caracterização do trânsito bovino no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, que mapas gerados mensalmente ou bimestralmente não apresentaram diferenças significativas, não se justificando incluí-los em suas apresentações.
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Espécies de Parmeliaceae (Ascomycota) ciliadas e sem máculas reticulares em costões rochosos dos estados do Paraná e de Santa Catarina, Brasil.

Espécies de Parmeliaceae (Ascomycota) ciliadas e sem máculas reticulares em costões rochosos dos estados do Paraná e de Santa Catarina, Brasil.

Praia de Brejatuba, 2‑IX‑2011, E. Gumboski & F. Beilke 2588 (UPCB). Santa Catarina: São Francisco do Sul, Morro da Enseada, 28‑IV‑2008, E. Gumboski 138 (UPCB); ibid, 7‑V‑2008, E. Gumboski 302 (UPCB); ibid, 19‑VI‑2008, E. Gumboski 561 (UPCB). Governador Celso Ramos, Praia do Sicial, 2‑IV‑2011, A. Gerlach 658 (UPCB). Bombinhas, Praia do Retiro dos Padres, 7‑XII‑2010, A. Gerlach 549 (UPCB). Palhoça: Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, Ponta dos Papagaios, 12‑VII‑2011, A. Gerlach 326 (UPCB). 6. Parmotrema laciniellum (L. I. Ferraro & Elix) O. Blanco et al., Mycologia 97(1): 157. 2005. Canomaculina laciniella L. I. Ferraro & Elix, Mycotaxon 74(2): 391. 2000. Tipo: Argentina, Corrientes, Depto Monte Caseros, Timboy Stream 122, corticícola, A. Schinini et al. 19705 (holótipo: CTES; isótipo: US) fide protólogo.
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Análise da variabilidade genética de Alphitobius diaperinus utilizando marcadores moleculares de DNA  - doi: 10.5102/ucs.v8i2.1141

Análise da variabilidade genética de Alphitobius diaperinus utilizando marcadores moleculares de DNA - doi: 10.5102/ucs.v8i2.1141

Alphitobius diaperinus (Panzer, 1797) é uma espécie cosmopolita originá- ria do continente africano encontrada em grande quantidade em cama de frango, causando problemas sanitários e econômicos, afetando a saúde e o crescimento das aves e atuando também como transmissor de doenças. Indivíduos adultos de A. diaperinus foram coletados aleatoriamente de camas aviárias em três pro- priedades localizadas nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, analisados molecularmente por meio da técnica de RAPD. Para isso, foi adaptada uma metodologia para extração de DNA e testados os iniciadores decaméricos OPA-03, OPA-04, OPA-10, OPA-11 e OPA-13. O protocolo de extração de DNA que foi adaptado produziu fragmentos de DNA para a análise das populações de cascudinho, originárias da região sul do Brasil por RAPD. Foi encontrada alta va- riabilidade genética entre as populações de cascudinho. Além disso, sugere-se que indivíduos de A. diaperinus ocorrendo no Paraná possam ter se deslocado para os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
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Prevalência de deficiências motoras e sua relação com o gasto federal com próteses, órteses e outros equipamentos nos estados brasileiros em 2010.

Prevalência de deficiências motoras e sua relação com o gasto federal com próteses, órteses e outros equipamentos nos estados brasileiros em 2010.

a respeito do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos estados parecem corroborar essa afirmação, já que, segundo a lista de IDH de 2000, apresentada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), os estados do Acre, Piauí, Paraíba e Maranhão tem os seguintes índices: 0,697; 0,656; 0,661; 0,636, e ocupam a 21ª, 25ª, 24ª e 27ª posições, respectivamente, enquanto o Brasil tem o IDH de 0,76624. Por outro lado, analisando-se os estados que apresentaram correlação negativa, ou seja, nas cidades em que os coeficientes eram maiores e foram registrados menos investimentos, percebe-se que Espírito Santo (IDH: 0,765; 11ª posição), Minas Gerais (IDH: 0,773; 9ª posição), Paraná (IDH: 0,787; 6ª posição), Rio Grande do Sul (IDH: 0,814; 4ª posição), Santa Catarina (IDH: 0,822; 2ª posição) e São Paulo (IDH: 0,820; 3ª posição) estão localizados na extremidade superior do ranking do IDH com os melhores índices, também no ano de 2000 38 , o que pode
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Hippoboscidae (Diptera, Hippoboscoidea) in the State of Paraná, Brazil: keys, hosts and geographic distribution.

Hippoboscidae (Diptera, Hippoboscoidea) in the State of Paraná, Brazil: keys, hosts and geographic distribution.

Distribuição geográfica. Estados Unidos da América, Mé- xico, Guatemala, Honduras, Cuba, Panamá, Colômbia, Vene- zuela, Trinidad e Tobago, Guiana, Suriname, Brasil (Amazonas, Pará, Mato Grosso, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), Equador, Peru, Paraguai, Argentina e Uruguai. Hospedeiros. Mazama americana (Erxleben, 1777), Maza- ma guazoupira (G. Fisher, 1814), Odocoileus virginianus (Zimmer- mann, 1780) (Cervidae, Odocoileinae).

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Efeitos da precipitação pluvial, da umidade relativa do ar e de excesso e déficit hídrico do solo no peso do hectolitro, no peso de mil grãos e no rendimento de grãos de trigo.

Efeitos da precipitação pluvial, da umidade relativa do ar e de excesso e déficit hídrico do solo no peso do hectolitro, no peso de mil grãos e no rendimento de grãos de trigo.

Cerca de 90% da produção de trigo no Brasil está localizada nos estados do Paraná, do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Nesses estados, a variabilidade climática é muito expressiva, tornando a produção tritícola uma atividade de risco e fazendo com que o decréscimo da produção e da produtividade de trigo seja objeto de questionamento de grande número de investigadores. Este trabalho teve por objetivo verificar a influência da precipitação pluvial, da umidade relativa do ar e de excesso e déficit hídrico do solo no peso do hectolitro, peso de mil grãos e rendimento de grãos. Foram usados dados de experimentos com a cultivar de tri- go Embrapa 16, conduzidos durante os anos de 1990 a 1998, em sete locais do Rio Grande do Sul e em quatro locais de Santa Catarina. A análise estatística realizada foi correlação múltipla. Verificou-se que: a) a precipitação pluvial e o excesso hídrico do so- lo afetaram negativamente o peso do hectolitro, peso de mil grãos e rendimento de grãos, e a umidade relativa do ar influenciou tan- to positiva quanto negativamente essas variáveis; b) o déficit hídrico do solo afetou positivamente o peso do hectolitro, peso de mil grãos e rendimento de grãos após a maturação fisiológica, isto é, nos dez primeiros dias anteriores à colheita, e negativamente nos demais períodos.
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BRIÓFITAS NOVAS PARA O ESTADO DE RORAIMA, BRASIL.

BRIÓFITAS NOVAS PARA O ESTADO DE RORAIMA, BRASIL.

Leptolejeunea elliptlca ocorre nos estados do Amazonas, Pará, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina (Yano, 1984); Pernambuco (Pòrto, 1989; Yano, 1989).. Mastl[r]

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Distribuição geográfica e escoamento da produção de biocombustíveis da região sul do Brasil

Distribuição geográfica e escoamento da produção de biocombustíveis da região sul do Brasil

A agroindústria brasileira se destaca no cenário mundial, o país é o segundo maior produtor de soja e também o maior produtor de cana-de-açúcar do mundo, sendo estas, as duas principais matérias-primas para a produção de biocombustíveis do país. O objetivo desta pesquisa concentrou-se na análise do escoamento da produção de biocombustíveis da Região Sul do Brasil. Partiu-se da espacialização das usinas cadastradas na Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, sobrepondo as ferrovias e as principais rodovias federais presentes nos três estados. De acordo com a agência, a região possui 48 usinas cadastradas em sua plataforma, das quais, 35 estão localizadas no Paraná, 12 no Rio Grande do Sul e uma em Santa Catarina. Conforme analisado, o modal rodoviário é o mais utilizado na Região Sul para o transporte de biocombustíveis, seguido pelo modal ferroviário.
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Gest. Prod.  vol.15 número3

Gest. Prod. vol.15 número3

A Revista Gestão & Produção tem recebido artigos de autores de praticamente todo o Brasil. Desde a sua inserção em 2000 no Scielo, a Gestão & Produção teve autores dos Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais, Pernambuco, Santa Catarina, Ceará, Brasília, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Goiás, Bahia e Sergipe. Além disso, no mesmo período, autores de outros países, como Alemanha, Inglaterra, Itália, Estados Unidos, Espanha, França, Portugal, Canadá, China, Holanda, Dinarmarca e Chile, têm contribuído para a revista. Contribuições estas que demonstram a abrangência e o alcance da revista.
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Breves Notícias Sobre a Geologia dos Estados do Paraná e Santa Catarina.

Breves Notícias Sobre a Geologia dos Estados do Paraná e Santa Catarina.

foi apresentado com os trabalhos de MENDES (1945, A). Referia-se este problema particularmente à limitação inferior do triássico com as camadas permianas Estrada Nova, baseado em fósseis determinados por COWPER REED. Nota-se facilmente que o problema não é de caráter local, mas abrange a totalidade das camadas gonduânicas no Brasil Meridional (MENDES,1944; 1945, C). Das comparações realizadas no campo entre o perfil clássico de WHITE (1908), na Serra Geral ao oeste de Lauro Mueller, em Santa Catarina, e em Santa Maria da Boca do Monte, no Rio Grande do Sul, e também dos estudos de mais 7 perfis, relativos à zona de limitação em questão, em Santa Catarina e no Paraná, efetuados, após a realização do 2º Congresso Pan-Americano de Engenharia de Minas e Geologia, por Kenneth E. Caster, Mackenzie Gordon JR., Josué Camargo Mendes e o autor deste, resultou que a limitação estratigráfica das camadas gonduânicas superiores do Brasil Meridional não pode ser mantida. Os resultados preliminares destas pesquisas e a nova estratigrafia das camadas gonduânicas são apresentados, pela primeira vez, para o Paraná e Santa Catarina, nas linhas fundamentais que se seguem. Maiores detalhes destas pesquisas realizadas continuamente entre o Rio Grande do Sul e o Paraná, com o auxílio eficiente do Instituto de Biologia e Pesquisas Tecnológicas em Curitiba, aqui não podem ser indicados; os geólogos que dela participaram apresentarão, a seu tempo, outras informações.
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Aspectos biológicos de Halysidota pearsoni (Lepidoptera: Arctiidae) com folhas de amoreira.

Aspectos biológicos de Halysidota pearsoni (Lepidoptera: Arctiidae) com folhas de amoreira.

Halysidota orientalis Rothschild, 1909 (Lepidoptera: Arctiidae) foi registrada em Morus alba L. em Piracicaba, São Paulo (SOTO-SANCHEZ et al., 2004) e Halysidota interlineata Walker, 1855 (Lepidoptera: Arctiidae) nessa planta no Estado do Rio de Janeiro (SILVA et al., 1968). Halysidota pearsoni Watson, 1980 (Lepidoptera: Arctiidae) foi registrada nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás, Espírito Santo e de Pernambuco, no Brasil, e Villarica, no Paraguai, mas as plantas hospedeiras desse inseto não foram citadas (WATSON, 1980). Embora essas espécies tenham sido registradas em plantas de amoreira no Brasil, a única espécie de Lepidoptera citada como praga dessa cultura no país foi Automeris memusae (Walker, 1855) (Lepidoptera: Saturniidae) (FONSECA e FONSECA, 1986; GALLO et al., 2002).
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Folha de rosto

Folha de rosto

Dr. Diego de Carvalho, Universidade do Oeste de Santa Catarina, Brasil Dr. Edson Antonio Tanhoffer, Universidade Federal do Paraná, Brasil Dr. Edson Luiz de Souza, Universidade do Oeste de Santa Catarina, Brasil Dr. Elcio Luiz Bonamigo, Universidade do Oeste de Santa Catarina, Brasil

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O PAPEL DO SUBSTRATO NA DISTRIBUIO ESPACIAL DE 
            Echinolitorina lineoata (ORBIGNY, 1840) EM COSTES ROCHOSOS DO 
            SUL DA BAHIA (BRASIL)

O PAPEL DO SUBSTRATO NA DISTRIBUIO ESPACIAL DE Echinolitorina lineoata (ORBIGNY, 1840) EM COSTES ROCHOSOS DO SUL DA BAHIA (BRASIL)

No costão da Tiririca a declividade mais suave pode ter favorecido a formação de zonas densas e extensas de Brachidontes, uma vez que a inclinação da costa influencia a distribuição das espécies e a extensão das faixas em costões rochosos (LITTLE; KITCHING, 1996). A declividade suave favorece a dissipação da energia das ondas e contribui para maior retenção de umidade no substrato rochoso (MURRAY et al., 2006). A maior umidade e menor ação direta das ondas beneficiam o estabelecimento dos Brachidontes, considerando que a resposta do mexilhão à perturbação física é energeticamente desfavorável, pois eles devem fechar as válvulas e assim cessar a ingestão de energia, especialmente com distúrbios prolongados ou repetidos, que além disso pode dificultar o assentamento no substrato (BURNETT; SARÀ, 2019).
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Rev. adm. empres.  vol.16 número5

Rev. adm. empres. vol.16 número5

Para a região m (compreende os estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), a queda das taxas de desemprego declarado mais subemprego visível de 12,1% para 7,4% da força de tr[r]

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Rev. Bras. Estud. Pedagog.  vol.97 número246

Rev. Bras. Estud. Pedagog. vol.97 número246

I: “Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Florianópolis,. Santa Catarina, Brasil”.[r]

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Concentração e conteúdo de nutrientes em lisianto, cultivado em hidroponia, em sistema NFT.

Concentração e conteúdo de nutrientes em lisianto, cultivado em hidroponia, em sistema NFT.

3 Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina, Canoinhas,. Santa Catarina, Brasil[r]

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