Top PDF Livros eletrônicos e o desenvolvimento de coleções em bibliotecas universitárias

Livros eletrônicos e o desenvolvimento de coleções em bibliotecas universitárias

Livros eletrônicos e o desenvolvimento de coleções em bibliotecas universitárias

A biblioteca possui primariamente duas funções: a de guarda e a de disponibilização de conteúdos. O desenvolvimento de coleções foi marcado por um modelo de aquisição (compra, doação ou permuta) de livros. Os livros eletrônicos possuem uma estrutura diferente dos impressos, e em razão dessas peculiaridades, novos modelos de comercialização dos livros surgiram. Conhecidos na literatura como modelos de negócios de livros eletrônicos, estes são cinco: aquisição proprietária, acesso perpétuo, assinatura eletrônica, pay-per-view e demand drive acquisition. Com base nessas informações este trabalho se propôs a investigar como as bibliotecas universitárias do Distrito Federal estão desenvolvendo suas coleções. Para tanto a metodologia utilizada foi a revisão de literatura para o levantamento de dados bibliográficos que pudesse cobrir a matéria, em especial os de temáticas jurídicas. Para o alcance do objetivo geral foram realizadas entrevistas com os agentes de negócios (fornecedores e representantes comerciais das plataformas) e com responsáveis pela contratação dos livros nas bibliotecas investigadas. A análise dos dados demonstrou que as bibliotecas universitárias estão optando apenas pelo modelo de negócios assinatura. Um modelo que não permite a posse do conteúdo pelas bibliotecas. O levantamento demonstrou que a entrada e saída de livros das plataformas são controlados apenas pelas empresas fornecedoras, portanto, as funções de desbastamento, descarte e preservação do conteúdo deixam de ser realizados pelas bibliotecas, para serem realizadas exclusivamente pelos produtores e distribuidores de conteúdo. Sendo assim conclui-se que os modelos de negócios escolhidos pelas bibliotecas universitárias do Distrito Federal não permitem que elas desenvolvam suas coleções.
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Mudanças nas práticas de desenvolvimento de coleções de periódicos científicos nas bibliotecas universitárias brasileiras

Mudanças nas práticas de desenvolvimento de coleções de periódicos científicos nas bibliotecas universitárias brasileiras

O desenvolvimento das novas tecnologias da informação e comunicação permitiu, nas últimas décadas, grandes avanços na sociedade de modo geral. Na comunidade científica as tecnologias tiveram um papel decisivo, principalmente porque possibilitaram a produção e disseminação dos periódicos científicos no formato eletrônico. Consequentemente, o advento deste novo formato de periódicos científicos trouxe repercussões para as bibliotecas universitárias brasileiras, mais particularmente no que diz respeito às práticas de desenvolvimento de coleções implementadas pelos bibliotecários. O objetivo do presente estudo é avaliar as mudanças nas práticas de desenvolvimento de coleções de periódicos científicos ocorridas nas bibliotecas universitárias brasileiras das instituições de ensino superior que possuem Programas de Pós-Graduação em Ciência da Informação. A pesquisa levantou aspectos qualitativos e quantitativos do problema, coletando dados através de entrevista, survey e avaliação estatística da coleção disponível no Portal de Periódicos da CAPES e do acervo mantido pelas bibliotecas selecionadas para a amostra. Os resultados encontrados sugerem que, após a introdução dos periódicos científicos eletrônicos, as práticas de desenvolvimento de coleções vêm sendo reduzidas nas bibliotecas universitárias da área da Ciência da Informação, com diferentes consequências para as coleções e seu manejo.
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DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES ESPECIAIS EM BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS: O CASO DOS PERIÓDICOS CIENTÍFICOS

DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES ESPECIAIS EM BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS: O CASO DOS PERIÓDICOS CIENTÍFICOS

Este trabalho tem por objetivo relatar a experiência de avaliação no desenvolvimento de coleções dos periódicos científicos disponibilizados na Biblioteca de Ciências da Saúde (BCS), biblioteca setorial do Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do Ceará (UFC). Apresenta desde o resgate histórico a importância dos periódicos científicos na área da saúde para o público universitário. Descreve a experiência no diagnóstico deste acervo, o desenvolvimento das ações planejadas e executadas na reorganização e acesso dessa importante fonte de pesquisa aos seus usuários. Conclui-se que o resgate histórico e o levantamento real sobre a situação deste acervo resultou em uma nova dinâmica de planejamento na organização dos periódicos da BCS/UFC. Proporciona também uma reflexão acerca da importância sobre a responsabilidade histórica, técnica e social na elaboração do desenvolvimento de coleções de periódicos em Bibliotecas universitárias.
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Desenvolvimento de coleções de livros digitais em bibliotecas universitárias: orientações para construção de política para as bibliotecas da UFC

Desenvolvimento de coleções de livros digitais em bibliotecas universitárias: orientações para construção de política para as bibliotecas da UFC

Discorre brevemente acerca do histórico do livro, de seus suportes e finalidades através dos séculos. Aborda o estabelecimento das Tecnologias da Informação e da Comuni-cação e sua influência sobre o livro e a leitura. Trata do livro digital e analisa o seu papel como suporte de escrita e fonte de informação, além dos benefícios para as bibliotecas que o utili-zam. Têm como objetivo geral propor uma política de formação e desenvolvimento de cole-ções de livros digitais para as bibliotecas universitárias. Explora, a partir da literatura, o proces-so de formação e desenvolvimento de coleções digitais e suas especificidades. Investiga os critérios utilizados pelos bibliotecários para a formação e o desenvolvimento do acervo de li-vros digitais da Universidade Federal do Ceará (UFC). Como ferramenta de coleta de dados, utiliza um questionário online semiestruturado aplicado junto aos bibliotecários da universida-de. Como resultados, constata-se que o acervo de livros impressos das bibliotecas da UFC é notadamente maior que o acervo de livros digitais, que as bibliotecas da universidade ainda não possuem um documento específico de orientação para a formação e desenvolvimento de coleções digitais, que os bibliotecários da UFC se preocupam em divulgar as coleções digitais, porém se utilizam pouco de ferramentas de monitoramento de uso e avaliação da satisfação dos usuários. Conclui que a Biblioteca Universitária da UFC necessita de uma política de for-mação e desenvolvimento de acervos digitais que contribua para a manutenção de um acervo atualizado e adequado às necessidades de seus usuários.
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O desenvolvimento de coleções em bibliotecas universitárias na perspectiva dos desafios da pós-modernidade: diretrizes sob o olhar da teoria da complexidade e da análise do domínio

O desenvolvimento de coleções em bibliotecas universitárias na perspectiva dos desafios da pós-modernidade: diretrizes sob o olhar da teoria da complexidade e da análise do domínio

usuários da biblioteca, assim, novas tarefas reunindo novas equipes de trabalho foram formadas, as quais provavelmente mudarão novamente no futuro. O trabalho dos bibliotecários do setor de referência e bibliotecários do desenvolvimento de coleção se fundiu, eliminando uma linha organizacional anteriormente rígida entre os dois. As rubricas orçamentárias de aquisição foram racionalizadas e agrupadas em cinco grupos de fundos que representaram áreas disciplinares alargadas, tais como ciências sociais, ciências humanas, etc. Uma equipe de bibliotecários representantes de vários assuntos agora gerencia cada fundo. À medida que os limites entre fundos ficaram difusos, a visão interdisciplinar das coleções ficou favorecida. Nessa nova organização, todos podem ver todos os fundos e, com menos linhas divisórias entre os fundos, as equipes trabalham de maneira colaborativa e interdisciplinar para a alocação dos recursos existentes. Nessa reorganização foi adotado um modelo dinâmico de desenvolvimento de coleções voltado para o ambiente externo, considerando que o uso das coleções sofreu transformação, professores e alunos passaram a ter acesso remoto às obras digitais ou passaram a consultar e solicitar empréstimos dos recursos de suas casas, laboratórios e salas de aula e recebê- los no próximo dia. Nessa visão de organização, ficou acentuada a colaboração e o crescente ethos de flexibilidade e adaptabilidade, possibilitando à biblioteca antecipar-se aos ambientes em transformação, às novas necessidades dos usuários e às flutuações do financiamento, assim, as mudanças e ajustes eficazes ocasionaram uma nova forma para o funcionamento da biblioteca.
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Política de desenvolvimento de coleções em Bibliotecas Universitárias: um olhar sobre o processo de doação nas bibliotecas do Sistema de Bibliotecas da UFMG

Política de desenvolvimento de coleções em Bibliotecas Universitárias: um olhar sobre o processo de doação nas bibliotecas do Sistema de Bibliotecas da UFMG

Nas metodologias qualitativas são englobados os métodos que vão enfocar o conteúdo da coleção e sobre eles lançar um julgamento de valor, diagnosticando sua boa ou má qualidade. Como por exemplo, podemos citar os métodos chamados “impressionistas”, em que solicita a especialistas que se manifestem a respeito da coleção da biblioteca e os métodos de avaliação, baseados na checagem de listas, catálogos, bibliografias, etc. Os primeiros são extremamente subjetivos, os outros, por outro lado, embora possam ser considerados bastante úteis, constituem seleções arbitrárias de títulos que, a maior parte das vezes não guarda muita relação com uma biblioteca ou comunidade usuária específica, procurando atender a todas as bibliotecas indiscriminadamente. Os métodos impressionistas têm sido bastante utilizados no país, principalmente pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Ensino Superior (CAPES), para credenciamento e avaliação de cursos superiores e de pós-graduação.
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Formação e desenvolvimento de coleções em bibliotecas universitárias: a realidade da Biblioteca Mário Henrique Simonsen - FGV

Formação e desenvolvimento de coleções em bibliotecas universitárias: a realidade da Biblioteca Mário Henrique Simonsen - FGV

As doações oferecidas à BMHS são avaliadas pelo SRC e posteriormente encaminhas ao SDC. Neste tipo de doação é recomendável que o site da biblioteca seja consultado, assim terá ciência dos requisitos para recebimento de doações. Dentro da aba que consta, inclusive, a Política de Desenvolvimento de Coleções, está disponível aos usuários um documento intitulado: “REQUISITOS PARA RECEBIMENTO DE DOAÇÕES (FGV-SB/BMHS)”. Neste registro constam os critérios de doação, setor responsável pela seleção, solicitação de listagem prévia em caso de número representativo de doações e destino de material não selecionado pela FGV.
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PALAVRAS-CHAVE: Desenvolvimento de coleções, Aquisição, Automação. 1 INTRODUCTION - AUTOMAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES E PROCESSO DEAQUISIÇÃO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS NO DELTA CENTRAL, DISTRITODO ESTADO DELTA, NIGERIA :: Brapci ::

PALAVRAS-CHAVE: Desenvolvimento de coleções, Aquisição, Automação. 1 INTRODUCTION - AUTOMAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES E PROCESSO DEAQUISIÇÃO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS NO DELTA CENTRAL, DISTRITODO ESTADO DELTA, NIGERIA :: Brapci ::

This study reveals that majority of the respondents are of the opinion that collection development and acquisition process of obtaining information about materials, maintaining record[r]

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Dados e informações usados na tomada de decisão em bibliotecas universitárias brasileiras : o contexto da atividade de desenvolvimento de coleções

Dados e informações usados na tomada de decisão em bibliotecas universitárias brasileiras : o contexto da atividade de desenvolvimento de coleções

Dissertação apresentada ao Departamento de Biblioteconomia da Universidade de Brasília como parte dos requisitos para obtenção do. Titulo de Mestre em Biblioteconomia[r]

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LIVROS, BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS E LIVROS ELETRÔNICOS: ASPECTOS E CONSEQUÊNCIAS DE UM NOVO SUPORTE DA ESCRITA

LIVROS, BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS E LIVROS ELETRÔNICOS: ASPECTOS E CONSEQUÊNCIAS DE UM NOVO SUPORTE DA ESCRITA

Analisa a gestão e o uso do livro eletrônico pelas bibliotecas universitárias do Distrito Federal. O livro eletrônico é o resultado da última revolução da história do livro: a digital. Desde a década de quarenta do século XX esse tipo de livro vem sendo debatido e estudado, em especial pelas bibliotecas universitárias. Entretanto, em pleno ano de 2016, o Brasil não possui um conceito legal de livro eletrônico, assim como não há um consenso exato sobre a definição desse tipo de livro na área acadêmico-científica da Ciência da Informação, o que é refletido na forma como as Bibliotecas Universitárias gerem suas coleções de livros eletrônicos. O presente estudo analisa o histórico do livro e do livro eletrônico, assim como as diversas definições dadas na literatura da área de Ciência da Informação para o livro eletrônico. Para alcançar o objetivo geral, foi realizada uma pesquisa de campo nas bibliotecas universitárias do DF com uma abordagem metodológica mista e de cunho descritivo. O instrumento de coleta utilizado foi o questionário. A coleta foi realizada entre novembro de 2015 e fevereiro de 2016, em um total de 14 questionários respondidos. Os resultados mostram que ainda não há um consenso sobre a definição de livro eletrônico na literatura da área, na legislação nacional nem dentro das políticas das bibliotecas universitárias pesquisadas. Foi constatado que o livro eletrônico já é uma realidade nos acervos das bibliotecas universitárias e que os bibliotecários dão valor a esse tipo de documento. As conclusões indicam que os estudos sobre o livro eletrônico precisam ser mais coesos e interligados com a literatura especializada da área e com os avanços legislativos no Congresso Nacional sobre o tema. Mesmo o livro eletrônico sendo um elemento importante no acervo das bibliotecas universitárias, ainda não existem políticas específicas que gerenciem sua compra, seleção, disponibilização, preservação e continuidade dentro dos acervos dessas instituições.
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A contribuição da gestão de coleções em bibliotecas universitárias para a formação do aluno de biblioteconomia

A contribuição da gestão de coleções em bibliotecas universitárias para a formação do aluno de biblioteconomia

Evans e Saponaro (2005) consideram o processo de desenvolvimento de coleções em uma perspectiva sistêmica que inclui seis etapas interdependentes; estudo da comunidade, políticas de seleção, seleção, aquisição, avaliação e por fim o desbastamento que pode resultar no descarte. Mas, conforme Weitzel (2006) a literatura destaca a inclusão de outros itens neste processo, tais como: armazenamento, conservação e preservação, compartilhamento de recursos informacionais, censura, direitos autorais, liberdade intelectual, entre outros aspectos que, segundo a autora citada, podem ser detalhados na política de desenvolvimento de coleções da biblioteca.
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Fungos no armazenamento e acondicionamento de coleções especiais e raras: um problema de gestão para as bibliotecas universitárias

Fungos no armazenamento e acondicionamento de coleções especiais e raras: um problema de gestão para as bibliotecas universitárias

Os fungos são os microrganismos que se destacam quando o assunto em pauta é a gestão de preservação em bibliotecas, pelo seu potencial biodeteriorativo. Eles podem ser um dos maiores problemas; principalmente em bibliotecas universitárias, que em sua maioria não podem garantir uma condição ótima de preservação de suas coleções, pois estas, geralmente, precisam manter suas coleções em espaços compartilhados com os seus usuários/clientes. E mesmo as coleções especiais e raras, quando identificadas, em geral, continuam em ambientes inapropriados, normalmente pela falta de verba, que protela um cuidado especial a esses itens. Assim, a preservação desse patrimônio cultural gerenciado por essas bibliotecas vem sendo negligenciada. Mas apesar de todos os problemas, o gestor de bibliotecas não deve deixar de lado uma das bases que uma biblioteca universitária deve ter: a preservação; que assim como o acesso, gestão e o desenvolvimento de coleções, devem formar o tripé de gestão de uma biblioteca universitária.
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BIBLIOTECAS VIRTUAIS E DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES: o caso dos repertórios de sites Web

BIBLIOTECAS VIRTUAIS E DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES: o caso dos repertórios de sites Web

Uma pesquisa recente efetuada sobre o conhecimento de pesquisa documentária dos estudantes que entram nos cursos de graduação (1er cycle) nas universidades do Quebec mostra bem a deficiência de conhecimentos informacionais desses estudantes. Esta deficiência se traduz por um desconhecimento do processo de pesquisa documentária e dos diferentes tipos de ferramentas de pesquisa, uma incapacidade de identificar os conceitos chaves e definir eficazmente uma estratégia de busca. Por exemplo, para a pergunta que permite avaliar os conhecimentos dos estudantes a respeito dos critérios de avaliação de um site Web, somente 23% dentre os entrevistados apresentaram resposta favorável. Considerando os outros, Diane Mittermeyer e Diane Quirion (2003, p. 8, 59 e 67) afirmam, em conclusão, que as “necessidades de formação documentária dos estudantes são bem reais” e recomendam a adoção de uma política de formação de uso de informação nas bibliotecas universitárias quebequenses.
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POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES PARA DOCUMENTOS ELETRÔNICOS: TENDÊNCIAS NACIONAIS E INTERNACIONAIS

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES PARA DOCUMENTOS ELETRÔNICOS: TENDÊNCIAS NACIONAIS E INTERNACIONAIS

Paralelamente, no Brasil, as bibliotecas vêm desenvolvendo esforços no sentido de depositarem seus registros em meio digital, disponibilizando-os na Internet, onde surgem como grandes catálogos e fortes provedores de informação. Grande parte das bibliotecas universitárias brasileiras já marca presença na rede, onde já disponibilizaram seus catálogos e serviços em sítios próprios. Sobressaem-se as bibliotecas da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). Na área especializada, o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) e a Biblioteca Regional de Medicina (BIREME) devem ser destacados pelo acervo e pela magnitude dos serviços prestados (BARBOSA, 2004). A Biblioteca Nacional apresenta-se também como destaque nesse novo contexto, disponibilizando diversos serviços no seu sítio, inclusive arquivos sonoros e de obras raras.
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Desenvolvimento de coleções: análise do sistema de bibliotecas da Universidade Federal da Bahia

Desenvolvimento de coleções: análise do sistema de bibliotecas da Universidade Federal da Bahia

Esta dissertação objetiva analisar como ocorre o Desenvolvimento de Coleções nas bibliotecas da Universidade Federal da Bahia. Considera as vantagens de se utilizar a Política de Formação e Desenvolvimento de Coleções, já instituída e em processo de revisão, como instrumento essencial para o exercício das atividades de planejamento e gerencial das unidades de informação. O problema observado refere-se a que nas bibliotecas universitárias em estudo não há um comportamento uniforme na prática de desenvolvimento de coleções, levando-nos à hipótese de que não adotam a política existente. Na busca de responder a essas questões, estabeleceram-se ainda os objetivos específicos de caracterização e identificação do processo de DC, no âmbito teórico e prático das bibliotecas do SIBI/UFBA. A revisão de literatura trata do desenvolvimento de coleções, trazendo seus principais teóricos e tem como objetivo fundamentar a importância do processo e de mostrar a contribuição advinda de seus estudos e de sua aplicação. Trata-se de uma pesquisa descritiva, com estudo de caso. O procedimento metodológico buscou, nos depoimentos coletados junto aos 22 gestores do SIBI/UFBA, atender ao objetivo proposto, utilizando como técnica de coleta de dados a entrevista e o questionário. Os resultados encontrados demonstram que ainda não existe uma padronização nos processos das atividades de Desenvolvimento de Coleções no âmbito do Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal da Bahia.
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UTILIZANDO A ANÁLISE DE CITAÇÕES DE TESES PARA AVALIAR ACOLEÇÃO DE LIVROS EM BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS. :: Brapci ::

UTILIZANDO A ANÁLISE DE CITAÇÕES DE TESES PARA AVALIAR ACOLEÇÃO DE LIVROS EM BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS. :: Brapci ::

O foco desta investigação encontra-se no comportamento de uso do material informacional dos alunos de pós-graduação, mais especificamente os doutorandos, pois os alunos de graduação já se encontram contemplados com uma política de desenvolvimento de coleções que vem sendo desenvolvida pelo Sistema de Bibliotecas da UFRGS (SBU) por meio da metodologia BiblioGrad (STREHL; CASTANHO, 2007). Optou-se pelo estudo das citações utilizadas na elaboração das teses porque elas representam estudos originais, constituem-se numa contribuição real para a especialidade e o material informacional utilizado na sua elaboração apresenta o que há de mais atual sobre o assunto abordado.
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Desenvolvimento de coleções de fontes de informação eletrônica em bibliotecas universárias

Desenvolvimento de coleções de fontes de informação eletrônica em bibliotecas universárias

Como foi explicitado nas seções anteriores, as bibliotecas universitárias servem de elementos de apoio ao fazer científico. Prado (1992) considera a biblioteca universitária como a universidade em si mesma. As universidades são centros transmissores do saber por meio do ensino e dos materiais informacionais. A biblioteca sempre trabalhou em parceria com a universidade, desempenhando a função de preservar e disseminar o conhecimento. Dias e Pires (2003) demonstram outras funções da biblioteca universitária: prover informações referenciais e bibliográficas específicas, essenciais ao ensino e à pesquisa. O seu diferencial com relação a outras unidades de informação ocorre em virtude de a educação ser a base do planejamento e seus usuários serem heterogêneos. Além destas funções, a biblioteca universitária impulsiona a i dúst ia da o u i ação ie tifi a, funcionando como elemento mediador desta prática.
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A aquisição de livros em bibliotecas universitárias sob a perspectiva da gestão de processos :: Brapci ::

A aquisição de livros em bibliotecas universitárias sob a perspectiva da gestão de processos :: Brapci ::

O mapeamento do processo ilustrado na figura 1 demonstra que a gestão das atividades executadas pela biblioteca é estratégica para o bom desempenho do processo de compras de bibliografias básicas e complementares. Porém, o processo de compra de livros para atingir resultados esperados depende das atividades realizadas em outros setores da universidade. Isso mostra que as atividades realizadas pela biblioteca devem estar integradas, principalmente, com as atividades realizadas pela Coordenação dos Cursos de Graduação e seguir as diretrizes traçadas pela Seção de Planejamento e Desenvolvimento de Coleções, conforme o fluxo do processo visualizado na figura 1.
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Coleções especiais e valor de memória: reflexões no contexto de bibliotecas universitárias

Coleções especiais e valor de memória: reflexões no contexto de bibliotecas universitárias

Algumas das coleções selecionadas para atingir os objetivos da dissertação - como, por exemplo, do conjunto completo de dissertações e teses defendidas nos Programas de Pós- Graduação da EQ - vinculam a Biblioteca Paulo Geyer à memória da Escola de Química e da UFRJ, e a enquadram como lugar de memória científica institucional. Tais pesquisas registram a evolução de técnicas aplicadas em processos químicos e bioquímicos no decorrer dos anos. Destacam-se, dentro desse conjunto, as dissertações e teses de autoria de ex-alunos que ingressaram como docentes. Essas pesquisas representam a história acadêmica daqueles que se tornaram professores. Outra coleção que associa esta Biblioteca à memória científica da Escola de Química e da UFRJ é representada pelos livros de autoria ou coautoria de seus professores. Todo esse conjunto de obras reflete a história da EQ e a projeta no cenário educacional e científico na universidade, e também nas esferas nacional e internacional. Os trabalhos que geraram pedidos de registro de patentes contribuíram para o desenvolvimento científico da área, transpondo os limites da universidade. A Biblioteca Paulo Geyer é guardiã dessas coleções bibliográficas que dão visibilidade aos sujeitos e constituem seu patrimônio bibliográfico.
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