Top PDF Lycophyta da borda oeste do Pantanal, Mato Grosso do Sul, Brasil.

Lycophyta da borda oeste do Pantanal, Mato Grosso do Sul, Brasil.

Lycophyta da borda oeste do Pantanal, Mato Grosso do Sul, Brasil.

Foram encontradas 11 espécies de Lycophyta, cinco pertencentes à família Lycopodiaceae (Huperzia 2 spp. e Lycopodiella 3 spp.) e seis à família Selaginellaceae (único gênero Selaginella). De uma maneira geral, as espécies se encontram distribuídas nas formações montanhosas do Pantanal, demonstrando a grande influência dessas formações na riqueza de espécies na bacia do rio Paraguai. Das espécies encontradas merece destaque S. chiquitana, uma espécie recentemente descrita para a Bolívia (Kessler et al. 2006), a qual é aparentemente endêmica das formações montanhosas do Chaco e da borda oeste do Pantanal. As demais, por sua vez, são espécies com ampla distribuição geográfica no Brasil.
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Papilionoideae (Leguminosae) do Planalto Residual do Urucum, oeste do Pantanal do Mato Grosso do Sul, Brasil.

Papilionoideae (Leguminosae) do Planalto Residual do Urucum, oeste do Pantanal do Mato Grosso do Sul, Brasil.

RESUMO - (Papilionoideae (Leguminosae) do Planalto Residual do Urucum, oeste do Pantanal do Mato Grosso do Sul, Brasil). O Pantanal do Mato Grosso do Sul é caracterizado por apresentar planícies de depósitos sedimentares e grupos de morros isolados. Um destes grupos de morros isolados é o Planalto Residual do Urucum (1.065 m), que é constituído de sete serras. Foram catalogadas 67 espécies de Papilionoideae, agrupadas em 31 gêneros e 11 tribos: Phaseoleae (Calopogonium, Camptosema, Canavalia, Centrosema, Clitoria, Eriosema, Erythrina, Galactia, Macroptilium, Phaseolus, Rhynchosia e Vigna), Dalbergieae (Aeschynomene, Andira, Chaetocalyx, Machaerium, Platypodium, Stylosanthes e Zornia), Desmodieae (Alysicarpus e Desmodium), Sophoreae (Acosmium e Sweetia), Swartzieae (Amburana e Ateleia), Crotalarieae (Crotalaria), Dipterygeae (Dipteryx), Indigoferae (Indigofera), Millettieae (Lonchocarpus), Robineae (Coursetia) e Sesbanieae (Sesbania). Os gêneros mais expressivos em número de espécies são Desmodium e Stylosanthes (com seis espécies), Galactia e Zornia com cinco espécies cada um. São apresentadas chaves, descrições, ilustrações para oito táxons e dados de distribuição geográfi ca. Palavras-chave: fl ora, inventário, serras, taxonomia
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Fungos macroscópicos do Pantanal do Rio Negro, Mato Grosso do Sul, Brasil.

Fungos macroscópicos do Pantanal do Rio Negro, Mato Grosso do Sul, Brasil.

RESUMO - (Fungos macroscópicos do Pantanal do Rio Negro, Mato Grosso do Sul, Brasil). A biodiversidade do Pantanal é praticamente desconhecida, principalmente em relação aos fungos. Em conseqüência da devastação pelo avanço da pecuária, grande parte da vegetação natural em áreas de fácil acesso foi suprimida, restando fragmentos de cerrado, extensas pastagens e leiras formadas pelo acúmulo da madeira derrubada. Em alguns locais, como na região do Pantanal do Rio Negro, parte da vegetação nativa foi relativamente preservada e nela, durante o ano de 2006, foram realizadas cinco excursões de coleta de fungos, nos períodos mais secos. Cinqüenta e seis espécies de Basidiomycetes e uma de Ascomycetes macroscópicos foram identificadas. Todas as espécies estão sendo citadas pela primeira vez para o Estado de Mato Grosso do Sul e região do Pantanal, e Collybia bakeri Dennis, Entoloma cerussatum Pegler, Epithelopsis fulva (G. Cunn.) Jülich, Hypochniciellum subillaqueatum (Litsch.) Hjortstam, Hypochnicium vellereum (Ellis & Cragin) Parmasto, Lentinus concavus (Berk.) Corner, Mycena parabolica (Fr.) Quél., Mycoaciella bispora (Stalpers) J. Erikss. & Ryvarden, Nigroporus macroporus Ryvarden & Iturr., Nothopanus hygrophanus (Mont.) Singer, Pholiota polychroa (Berk.) A.H. Sm. & H.J. Brodie, Pleurotus agaves Dennis, Trametes subectypus (Murrill) Gilbn. & Ryvarden e Tricholomopsis tropica Dennis pela primeira vez para o Brasil. Palavras-chave: Ascomycetes, Bacia do Alto Paraguai, Basidiomycetes, biodiversidade
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Distribuição e abundância de espécies arbóreas em cerradões no Pantanal, Estado do Mato Grosso do Sul, Brasil

Distribuição e abundância de espécies arbóreas em cerradões no Pantanal, Estado do Mato Grosso do Sul, Brasil

RESUMO – (Distribuição e abundância de espécies arbóreas em cerradões no Pantanal, Estado do Mato Grosso do Sul, Brasil). Os cerradões no Pantanal ocorrem em áreas não inundáveis da planície e são importantes para a economia regional. Das áreas de cerradão são retiradas madeiras para construção de cercas, currais e galpões. Apesar da grande importância dos recursos vegetais do cerradão, existem poucas informações para embasar sua conservação e uso sustentável. Este trabalho teve como objetivos estudar a abundância, a distribuição das espécies arbóreas e correlações com a fertilidade do solo em áreas de cerradão (savana florestada) do Pantanal Sul Mato-grossense. Foram estudadas seis áreas de cerradão na sub-região da Nhecolândia, por meio de 30 pontos quadrantes, totalizando 120 árvores amostradas, com circunferência a altura do peito (CAP) ≥ 15 cm, em cada área. As comparações florísticas, de abundância das espécies e de fertilidade do solo, foram efetuadas por análises de componentes principais (PCA). As áreas mostraram-se heterogêneas, apresentando diferentes níveis de fertilidade do solo, estrutura e composição da vegetação. Dois cerradões foram agrupados em termos de fertilidade do solo e de estrutura da vegetação, apresentando muitas árvores de Qualea grandiflora Mart., espécie que ocorreu associada a solos com maiores teores de fósforo. Outros dois cerradões apresentaram composição florística mais semelhante que os demais, apesar de ocorrerem em solos com diferentes níveis de fertilidade, indicando perturbação antrópica.
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Comunidade de Carabidae (Coleoptera) em manchas florestais no Pantanal, Mato Grosso do Sul, Brasil.

Comunidade de Carabidae (Coleoptera) em manchas florestais no Pantanal, Mato Grosso do Sul, Brasil.

Os dados foram obtidos em seis capões de mata no Pantanal sul-mato-grossense, nas sub-regiões Miranda e Abobral, município de Corumbá, Mato Grosso do Sul, proximidades da Base de Estudos do Pantanal (BEP) da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (19º34’36”S; 57º01’06”W). Um grupo de três destes capões era inundável e outro não. O grupo de capões inundáveis (19º30’10.76”S, 57º01’50.41”W; 19°30’3.05”S, 57°1’20.67”W; 19°29’54.70”S, 57°1’41.87”W) está localizado na fazenda São Bento, situada próximo à rodovia MS 184, e o de capões não-inundáveis (19º36’42.66”S, 56º57’4.96”W; 19º36’38.82”S, 56º56’49.96”W; 19º36’41.32”S, 56º55’50.68”W) próximo ao rio Vermelho, na fazenda São Judas.
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CARACTERIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE SOLOS DESENVOLVIDOS EM CORDILHEIRAS DO PANTANAL DO MIRANDA, MATO GROSSO DO SUL, BRASIL

CARACTERIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE SOLOS DESENVOLVIDOS EM CORDILHEIRAS DO PANTANAL DO MIRANDA, MATO GROSSO DO SUL, BRASIL

Segundo Manoel et. al (2007) em 1996 foram encontrados os primeiros blocos isolados de calcoarenito fossilífero nas redondezas da ponte do rio Abobral; mais tarde, em 1998, foram encontrados afloramentos fossilífero nas margens do rio Miranda, entre as coordenadas 19º34'58" S e 57º1'20" W. Queiroz (2018), ao estudar a formação dos horizontes petrocálcicos em cordilheiras no pantanal do Abobral, discute se a formação desses horizontes ocorreu através da dissolução de conchas de gastrópodes, compostas por aragonita biogênica, uma forma polimorfa da calcita, que é facilmente intemperizável e móvel em ambientes bem drenados e com alto nível de precipitação (Kabata Pendia e Pendias, 1992). Outra hipótese é que está associado às águas enriquecidas em carbonato de cálcio provindas do planalto da bodoquena conforme sugerido por Cunha; Pott e Gonçalves, (1985).
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A família Lemnaceae Gray no Pantanal (Mato Grosso e Mato Grosso do Sul), Brasil.

A família Lemnaceae Gray no Pantanal (Mato Grosso e Mato Grosso do Sul), Brasil.

Frondes flutuantes ou levemente submersas, oblon- go-ovadas, assimétricas na base, 2,0-3,8 x 1,2-2,0 mm, 1,5-2,5 vezes mais longa que larga, 4(-10) unidas en- tre si; 1 camada de células com aerênquima, de 2/3 da base até o ápice da fronde; raras papilas na linha me- diana do lado dorsal, visíveis só em material vivo; 2 cavidades reprodutivas e vegetativas, transparentes na borda com rafídeos; apenas 1 nervura na linha medi- ana, entre o nó e próximo ao ápice da fronde (até 3/4 da mesma). Raiz até 22 mm compr., com película ci- líndrica, não alada, na base. Estames de tamanhos di- ferentes (maturação desigual), 0,25 mm compr. Ová- rio 0,23 x 0,12 mm, com 1 rudimento seminal. Fruto 0,37-0,43 x 0,23-0,25 mm, estilete persistente; 1 se- mente, de 0,57 x 0,23 mm, cor castanha, com 15-29 costeletas longitudinais e muitas estrias transversais.
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Estratégias reprodutivas em uma comunidade de anuros no Pantanal, estado de Mato Grosso do Sul, Brasil

Estratégias reprodutivas em uma comunidade de anuros no Pantanal, estado de Mato Grosso do Sul, Brasil

According to De la Riva (1996), species in the genus Adenomera can exhibit two reproductive modes: mode 22 (Duellman and Trueb, 1986), with eggs in foam nests deposited in subterranean chambers and endotrophic tadpoles that complete metamorphosis inside the chambers, and mode 21 (Duellman and Trueb, 1986), typical of species in the Leptodactylus fuscus group, where foam nests are deposited in subterranean chambers and exotrophic tadpoles, subsequent to floods or rains, are carried to natural water bodies to develop. Adenomera diptyx or Adenomera hylaedactyla can occur at the study site. These species are parapatric, with a broad zone of contact in the state of Mato Grosso and eastern Bolivia (De la Riva, 1996), but exhibit different reproductive modes. Adenomera hylaedactyla presents the reproductive mode 22 and A. diptyx exhibits the mode 21, which is considered to be an adaptation to xeric environments where the latter species occurs - the Paraguay River Basin (De la Riva, 1996). Based on morphological description, environmental traits, and geographic distribution provided by De la Riva (1996), we considered the species of Adenomera in the present study as being A. diptyx. The observation of the reproductive mode and tadpoles are necessary to confirm the identity of this taxon, as well as the occurrence of a sixth reproductive mode in the region.
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Polypodiaceae da borda oeste do Pantanal sul-matogrossense, Brasil.

Polypodiaceae da borda oeste do Pantanal sul-matogrossense, Brasil.

Plantas epífitas ou ocasionalmente rupícolas. Caule horizontal, longo-reptante, ramificado, com escamas castanhas, clatradas ou não, peltadas, superfície glabra ou pilosa; frondes monomorfas, agrupadas ou distantes entre si; pecíolo curto a longo, castanho-escuro a negro, não sulcado, cilíndrico ou aplanado adaxialmente, glabro a escamoso; lâmina inteira, pinatissecta a pinado-pinatífida, lanceolada a deltóide-lanceolada, coriácea, esparsa a densamente revestida por escamas peltadas, circulares, deltóides a gonfóides; raque ou costa e cóstulas escamosas; segmentos lanceolados a estreitamente deltóide-lanceolados, com margem inteira; nervuras anastomosadas, com 1-3 vênulas inclusas livres, furcadas ou anastomosadas; soros arredondados a oblongos, recobertos por escamas peltadas, surgindo na junção das vênulas inclusas em uma série entre a margem e a costa da lâmina; paráfises filiformes, ou na forma de escamas peltadas, ou ausentes; esporângios glabros; esporos bilaterais, verrucosos. Chave para as espécies de Pleopeltis da borda oeste do Pantanal sul-matogrossense
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Calendário floral de plantas melíferas nativas da Borda Oeste do Pantanal no Estado do Mato Grosso do Sul.

Calendário floral de plantas melíferas nativas da Borda Oeste do Pantanal no Estado do Mato Grosso do Sul.

Algumas  árvores  de  espécies  nativas  –  como  Cedrela fissilis  Vell., Combretum leprosum  Mart.,  Cordia trichotoma  (Vell.)  Steud.,  Myracrodruon urundeuva  Allem.  (syn.:  Astronium urundeuva),  Senegalia polyphylla  (DC.) Britton & Rose in Britton  &  Killip  (syn.:  Acacia polyphyla)  e  Handroanthus impetiginosus (Mart. ex DC.) Mattos (syn.: Tabebuia impetiginosa )  –  e  de  cultivadas  –  como  Mangifera indica   L.  e  Tamarindus indica  L.  –  consistiram  em  importantes  fontes  de  recursos  para  as  abelhas  na  Borda  Oeste  do  Pantanal.  Essas  espécies  também  foram  relatadas  como  importantes  para  esse  fim  por  outros  autores  (Almeida  et  al.,  2003;  Nunes  et  al.,  1996;  Moreti  et  al.,  2006;  Silva  et  al.,  2008;  Vieira  et  al.,  2008;  Novais  &  Navarro,  2012;  Sekine  et  al.,  2013),  em  diferentes  regiões  do  País.  Em  razão  de  sua  importância  melífera,  essas  árvores  devem  ser  conservadas e ter a sua frequência aumentada na região.
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Desenvolvimento Humano dos Municípios de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul Contidos no Bioma Pantanal

Desenvolvimento Humano dos Municípios de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul Contidos no Bioma Pantanal

Objetivou-se avaliar, por meio do Índice de Desenvolvimento Humano (IDHM) dos municípios do bioma Pantanal, o desenvol- vimento humano da fundação e/ou emancipação municipal, estabelecendo comparações ao IDHM dos municípios pantanei- ros com o IDH brasileiro e dos Estados de Mato Grosso (MT) e Mato Grosso do Sul (MS). Selecionou-se os municípios de MT e MS contidos no bioma, agrupados por data de fundação/emancipação em períodos de 50 anos. Os municípios fundados no século 18 apresentaram os melhores resultados no IDHM (m) e nos indicadores de renda (m) e educação (m). Os eman- cipados em 1913 a 1963 destacaram-se no de longevidade (m). Os emancipados entre 1811 a 1861 perfizeram os menores valores para o IDHM (m), renda (m), educação (m) e longevidade (m). Os municípios de MT e MS contidos no bioma exibi- ram resultados inferiores quando comparado aos Estados e ao Brasil. A emancipação que não observa a sustentabilidade socioestrutural pode resultar na criação de municípios sem as características básicas de manutenção e de suporte ao desen- volvimento humano, a exemplo de Barão de Melgaço e Bodoquena. Concluiu-se que o desenvolvimento humano da funda- ção/emancipação dos municípios não se associou, diretamente, com os períodos de sua criação, ou seja, os mais antigos, de maneira geral, não se sobressaíram aos mais novos, e vice-versa. Ademais, questões como o perfil da gestão e administração pública, políticas públicas, localização geográfica, riquezas naturais, infraestrutura etc., podem contribuir significativamente com os resultados do IDHM tanto positiva quanto negativamente.
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ANÁLISE DA DISTRIBUIÇÃO DE PEQUENOS MAMÍFEROS (DIDELPHIMORPHIA, RODENTIA): UMA ABORDAGEM BIOGEOGRÁFICA DO CERRADO

ANÁLISE DA DISTRIBUIÇÃO DE PEQUENOS MAMÍFEROS (DIDELPHIMORPHIA, RODENTIA): UMA ABORDAGEM BIOGEOGRÁFICA DO CERRADO

O Cerrado é o bioma savânico brasileiro e possui uma área de 2.036.448 km². Localizado no Planalto do Brasil Central ele ocupa a totalidade do Distrito Federal e parte dos territórios – em ordem decrescente – de Goiás, Tocantins, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Mato Grosso, Piauí, São Paulo, Bahia, Paraná e Rondônia (RIBEIRO & WALTER, 1998). Faz fronteira com outros biomas como a Amazônia ao norte, a Caatinga a leste, o Pantanal a oeste e a Mata Atlântica ao sul e sudeste (DINERSTEIN et al., 1995). Esse bioma tem seu clima marcado pela sazonalidade, sendo que a estação seca vai de maio a setembro e recebe apenas 10% da precipitação média anual que varia em torno de 800 a 2000 mm, com pluviosidade média mensal de zero a 50 mm (DIAS, 1992), e a estação chuvosa se estende de outubro a abril, abrangendo 90% da precipitação média anual. A amplitude altimétrica varia do nível do mar até 1.800 metros, o que propicia grande diversificação térmica, sendo que a temperatura média anual é de 22 o C na porção sul, onde a média do mês mais frio é superior a 18 o C; e 27 o C na porção norte, onde a média do mês mais quente é superior a 23 o C (RIBEIRO & WALTER, 1998). A maior parte do bioma encontra-se no Planalto do Brasil Central (1.000 a 1.300 m de altitude), sendo os latossolos (vermelho e amarelo) e as areias, os tipos predominantes de solo (LOPES, 1984). Estes são caracterizados pela pequena quantidade de matéria orgânica e de minerais, como cálcio, magnésio, fósforo e potássio, e pela grande concentração de alumínio e ferro, sendo profundos e bem drenados (FURLEY & RATTER, 1988).
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Detecção de anticorpos contra Leptospira spp. em animais de vida livre do Pantanal do Mato Grosso do Sul

Detecção de anticorpos contra Leptospira spp. em animais de vida livre do Pantanal do Mato Grosso do Sul

sudeste, sul, nordeste e centro-oeste, ocupando quase todos os biomas. Possui maior atividade no período noturno (MONTGOMERY; LUBIN, 1978). Esses animais são monogâmicos, vivendo em casais ou grupos familiares estendidos (NOWAK, 1991; MACDONALD; COURTENAY, 1996). O forrageio ocorre frequentemente aos pares, porém cada animal é responsável pela captura do seu próprio alimento (COURTENAY; MAFFEI, 2004). Os cachorros-do-mato são onívoros e oportunistas, apresentam uma dieta variada que inclui pequenos mamíferos, principalmente os roedores (JÁCOMO; SILVEIRA; DINIZ-FILHO, 2004), além insetos, crustáceos, aves, répteis, anfíbios, ovos de diversas espécies e frutos, podendo atuar como dispersores de sementes, tanto de frutas nativas como cultivadas (BEISIEGEL, 1999) e também alimentar-se de carcaças de animais domésticos, como bovinos (LEMOS; FACURE; AZEVEDO, 2001). No Brasil, as áreas de uso variam de 100 a 730 ha no Pantanal (ROCHA, 2006). Pode ser encontrado em ambientes abertos, naturais ou alterados (FACURE; GIARETA, 1996; JUAREZ; MARINHO-FILHO, 2002).
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Vespas Spheciformes (Hymenoptera, Apoidea) do Mato Grosso do Sul, Brasil

Vespas Spheciformes (Hymenoptera, Apoidea) do Mato Grosso do Sul, Brasil

A diagonal de formações abertas secas da América do Sul ou Arco Pleistocênico é uma faixa de clima sazonal e vegetações abertas onde a distribuição dos conjuntos de organismos estende-se por cinco províncias biogeográficas que compreendem a sub-região Chaquenha (Chacoana): a Caatinga, o Cerrado, o Chaco, o deserto do Monte e o Pampa. Cada província possui uma grande diversidade de ecossistemas que por sua vez, exibem componentes bióticos endêmicos (Morrone, 2000; Prado, 2000; Morrone et al., 2004; Colli, 2005; Zanella, 2011; Silvestre et al., 2012). A maior parte do território de Mato Grosso do Sul está localizado dentro do domínio do Cerrado, o restante está em áreas de transição entre os domínios do Cerrado, Mares de Morros (Floresta Paraná), Floresta de Araucárias, Chaco Oriental (Misiones) e Pantanal (Ab’Saber, 1977; Morrone, 2006).
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Inventário de vespas (Hymenoptera, Vespidae) no Mato Grosso do Sul, Brasil

Inventário de vespas (Hymenoptera, Vespidae) no Mato Grosso do Sul, Brasil

ABSTRACT. Checklist of wasp (Hymenoptera, Vespidae) from Mato Grosso do Sul, Brazil. This is a preliminary survey of wasps (Vespidae) conducted in a representative points of the biomes from Mato Grosso do Sul: Pantanal, Chaco, Cerrado and Atlantic Forest, covering periods of sampling between 2006 to 2011, being the fi rst eff ort to quantify the Vespidae fauna for this State. The samples were concentrated primarily in areas with good conservation status, as Parque Nacional da Serra da Bodoquena, Reserva Particular do Patrimônio Natural Eng. Eliezer Batista (RPPNEEB), Maciço do Urucum, riparian forests of the rivers Aporé and Sucuriú, Atlantic Forest fragments of Dourados municipality and Brazilian Chaco. The sampling techniques employed were: active search, with entomological nets and Malaise and Möerick traps. The methods were not standardized for the locations. In total 105 species in 35 genera of Vespidae were recorded for Mato Grosso do Sul. The genera with high richness were: Omicron and Zethus, with 10 species each one. Among the solitary wasps, Pachodynerus guadulpensis was the most abundant, with 32 individuals. To the social wasps Agelaia multipicta, Polybia ignobilis, and Polybia (gr. occidentalis) sp. were the most abundant. Trimeria rubra (Masarinae) was sampled for the fi rst time in Mato Grosso do Sul State. The knowledge status of biodiversity is fundamental for future strategies of management’s plans, resulting in the selection of priority areas for conservation.
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Educação para o turismo de natureza no Pantanal de Mato Grosso do Sul

Educação para o turismo de natureza no Pantanal de Mato Grosso do Sul

O presente trabalho surgiu em decorrência de um estudo comparado de zonas turísticas ou sítios turísticos similares do ponto de vista físico-geográfi co: características geográfi cas, características culturais e análise da evolução do turismo local. Esta análise focalizou duas pro priedades rurais do Brasil, que exploram o turismo de natu- reza: a Fazenda do Engenho, localizada no município de Pirajuí, São Paulo (sítio 1), e a Fazenda São José (Pousada Aguapé), localizada na 8ª Região do Pantanal, município de Aquidauana, Mato Grosso do Sul (sítio 2).
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Checklist das espécies de mutucas (Diptera, Tabanidae) do estado do Mato Grosso do Sul, Brasil

Checklist das espécies de mutucas (Diptera, Tabanidae) do estado do Mato Grosso do Sul, Brasil

distribucionais de Diptera nos estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia” (ou “Sisbiota Diptera do centro-oeste”), sob a coordenação do Dr. Carlos José Einicker Lamas (MZUSP). Esta proposta contribuirá para o preenchimento de algumas das principais lacunas do conhecimento em Tabanidae, os biomas Cerrado, Pantanal e Amazônia dos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia respectivamente. O projeto tem como resultados esperados a ampliação dos registros de distribuição das espécies conhecidas já incluídos neste trabalho e também a descrição de novos táxons para Tabanidae.
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Prevalência de leptospirose em rebanhos bovinos no Pantanal de Mato Grosso do Sul

Prevalência de leptospirose em rebanhos bovinos no Pantanal de Mato Grosso do Sul

RESUMO.- Foi realizado um estudo epidemiológico da lep- tospirose em fêmeas acima de 24 meses, provenientes de 246 rebanhos, e 2.766 animais amostrados aleatoriamente nos nove municípios que compõem a região do Pantanal de Mato Grosso do Sul, bem como identificados os fatores de risco associados à doença. As amostras de sangue foram coletadas no período de setembro a novembro de 2009 e examinadas pelo teste de aglutinação microscópica ante uma coleção de 24 antígenos vivos de Leptospira spp., re- presentantes dos sorovares Australis, Bratislava, Autum- nalis, Butembo, Castellonis, Batavie, Canicola, Whitcombi, Cynopteri, Grippotyphosa, Hebdomadis, Copenhageni, Icterohaemorrhagiae, Javanica, Panamá, Pomona, Pyroge- nes, Hardjo, Wolffi, Shermani, Tarassovi, Sentot, Andamana e Patoc. Adicionalmente, representantes de doze estirpes de leptospiras isoladas no Brasil foram adicionados à cole-
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Tratamentos para superar a dormência de sementes de Acacia mangium Willd..

Tratamentos para superar a dormência de sementes de Acacia mangium Willd..

Programa de Pós-graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional, Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal, Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil.. [r]

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Taxonomia e filogenia molecular de Myxozoa parasitas de peixes de água doce oriundos...

Taxonomia e filogenia molecular de Myxozoa parasitas de peixes de água doce oriundos...

A importância a respeito do papel da geografia na evolução dos mixosporídeos é um assunto pouco abordado na literatura, porém, este fator foi estudado por Hervio et al. (1997) através de análises das sequências do gene 18S rDNA de cinco Kudoa spp. que, posteriormente, analisando mais sequências de espécies deste gênero, não encontraram suporte para relações filogenéticas baseadas nas localizações geográficas. Entretanto, o autor observou uma relação próxima entre as espécies de Kudoa provenientes da Austrália, o que similarmente, ocorre com as espécies de Myxobolus e Henneguya obtidas de peixes de água doce das Américas do Sul e do Norte, que aparentemente possuem uma relação muito mais próxima entre si em relação às outras espécies de outros continentes.
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