Top PDF Lycopodiaceae no Parque Nacional do Itatiaia, RJ e MG, Brasil.

Lycopodiaceae no Parque Nacional do Itatiaia, RJ e MG, Brasil.

Lycopodiaceae no Parque Nacional do Itatiaia, RJ e MG, Brasil.

Das 23 espécies de Lycopodiaceae encontradas no PNI, duas não apresentaram registros recentes para a área. Lyco- podiella bradei é classifi cada como criticamente em perigo e Lycopodium jussiaei, em perigo, segundo os critérios da IUCN (Fundação Biodiversitas 2005). A não localização das populações no campo foi difi cultada pela ausência de dados específi cos sobre o local de coleta, possivelmente associada aos constantes incêndios e pastoreio que sofrem a região alto-montana. Morim (2006) afi rma que estes incêndios podem ser considerados como a ameaça mais constante à vegetação e à fl ora do PNI, especialmente na região alto- montana, onde predomina a vegetação herbácea-arbustiva. Estes dados demonstraram o risco potencial de extinção de Lycopodiella bradei e Lycopodium jussiaei no PNI, justifi - cando um aumento de estratégias conservacionistas na área.
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Ericaceae do Parque Nacional do Itatiaia, RJ, Brasil.

Ericaceae do Parque Nacional do Itatiaia, RJ, Brasil.

para a família no Brasil até a revisão desenvolvida por Kinoshita (1979), que reconheceu 20 gêneros e 90 espécies para a família. Marques (1975) apresentou as espécies de Ericaceae de Santa Catarina, enquanto mais recentemente, Silva & Cervi (1999, 2006) descreveram as espécies nativas no Estado do Paraná. Romão & Castro (2003) estudaram as Ericaceae do Parque Nacional do Caparaó, MG, e encontraram três gêneros e seis espécies para a área. Outro estudo feito por Romão et al. (2004) para a flora do Parque Estadual de Grão-Mogol, MG, apresentou dois gêneros e cinco espécies da família para a área, porém pouco similares com a flora de Itatiaia. Mesmo com esses estudos, os dados sobre táxons brasileiros de Ericaceae são escassos frente à grande diversidade neotropical da família em ambientes montanos (Luteyn 1992). Kinoshita & Romão (2010) publicaram a listagem de Ericaceae ocorrentes no Brasil considerando 11 gêneros, 96 espécies e 27 variedades e, em 2012, os mesmos autores apresentaram o tratamento taxonômico das espécies ocorrentes no Estado de São Paulo (Kinoshita & Romão 2012).
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Distribuição ecológica de comunidades de macroalgas de ambientes lóticos do Parque Nacional de Itatiaia (RJ, MG), Brasil

Distribuição ecológica de comunidades de macroalgas de ambientes lóticos do Parque Nacional de Itatiaia (RJ, MG), Brasil

RESUMO – (Distribuição ecológica de comunidades de macroalgas de ambientes lóticos do Parque Nacional de Itatiaia (RJ, MG), Brasil). O Parque Nacional de Itatiaia (PNI) inclui duas formações vegetais brasileiras em seus limites: floresta pluvial tropical atlântica (MA) e campos de altitude (CA). Foram amostrados 14 pontos, sete em cada formação vegetal, em duas estações do ano (verão e inverno). Foram encontradas 29 espécies de macroalgas, sendo 15 espécies em MA e 19 espécies em CA, com apenas cinco espécies em comum. A riqueza de espécies por ponto de amostragem variou de 1 a 7 (2,9 ± 2,0), o índice de diversidade de Shannon-Wiener (H’) de 0 a 0,94 (0,24 ± 0,26) e a cobertura percentual de 0 a 35% (14,0 ± 12,5%). Estes valores situaram-se dentro da amplitude reportada em trabalhos prévios sobre macroalgas lóticas. A análise de regressão múltipla revelou que as variações de temperatura explicaram 39,2% da variação da abundância e 35,5% da riqueza de espécies a ainda que 54,8% da variação da diversidade foi explicada por Demanda Química de Oxigênio (DQO) e pH. Análise de grupamento das comunidades de macroalgas do PNI não agrupou pontos das mesmas regiões (MA e CA). Análise de Componentes Principais separou claramente os pontos amostrados das regiões de MA e CA, bem como das estações do ano estudadas (inverno e verão), influenciados mais fortemente pela temperatura, sombreamento, pH, altitude, potássio e DQO. Os padrões gerais de distribuição em mosaico e dominância por poucas espécies descritos para comunidades de macroalgas lóticas foram corroborados pelos dados do PNI, sugerindo que parecem ser universais para tais comunidades. Palavras-chave - campos de altitude, distribuição, ecossistema lótico, macroalga, mata atlântica
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Inventário das espécies de Cassidinae (Insecta, Coleoptera, Chrysomelidae) do Parque Nacional do Itatiaia, RJ, Brasil.

Inventário das espécies de Cassidinae (Insecta, Coleoptera, Chrysomelidae) do Parque Nacional do Itatiaia, RJ, Brasil.

Resumo: É apresentado um levantamento das espécies de Cassidinae que ocorrem no Parque Nacional do Itatiaia, Rio de Janeiro. O Parque Nacional do Itatiaia (PNI) é situado no Estado do Rio de Janeiro, Brasil e é uma das mais importantes Unidades de Conservação da Mata Atlântica. Pouco se sabe sobre as espécies de Coleoptera desse parque. Dois inventários de Cassidinae foram realizados previamente no Estado do Rio de Janeiro, totalizando 80 espécies para o PNI. O objetivo do trabalho é realizar uma atualização do inventário das espécies e fornecer uma chave de identificação para as tribos de Cassidinae que ocorrem no parque. Foram examinados exemplares da coleção do Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Fundação Instituto Oswaldo Cruz. Em adição, foram realizadas coletas no período de setembro de 2007 a janeiro de 2010. Este estudo resultou em 88 espécies distribuídas em 29 gêneros e sete tribos. Dezenove apresentam novos registros de distribuição sendo que destes, oito são para o Estado do Rio de Janeiro, Parque Nacional do Itatiaia.
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Inventário das espécies de Lepturinae, Parandrinae e Prioninae (Insecta, Coleoptera, Cerambycidae) do Parque Nacional do Itatiaia, RJ, Brasil.

Inventário das espécies de Lepturinae, Parandrinae e Prioninae (Insecta, Coleoptera, Cerambycidae) do Parque Nacional do Itatiaia, RJ, Brasil.

Foram estudados os exemplares da coleção do Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro com registro para o Parque Nacional do Itatiaia e realizadas 10 coletas, entre setembro de 2007 e janeiro de 2010 (Licença de coleta do IBAMA nº 16928-1); a literatura pertinente foi examinada com intuito de complementar o estudo. As coletas foram realizadas próximas à sede do parque, em altitudes de 700 a 1.250 m; durante o dia utilizou-se guarda-chuva entomológico e rede entomológica e, durante a noite, pano branco com fonte luminosa próxima ao mesmo. O material coletado foi montado, etiquetado e depositado na coleção do Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro.
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ASPECTOS TOPOCLIMÁTICOS DA SERRA DE ITATIAIA – UM ESBOÇO PARA AS VERTENTES DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PRETO, MG/RJ

ASPECTOS TOPOCLIMÁTICOS DA SERRA DE ITATIAIA – UM ESBOÇO PARA AS VERTENTES DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PRETO, MG/RJ

O estudo foi realizado na porção Sudeste do Parque Nacional da Serra de Itatiaia, na área pertencente a bacia hidrográfica do Rio Preto - RJ/MG. A metodologia empregada consistiu na construção de um banco de dados espaço-temporal de elementos climáticos (precipitação, radiação e temperatura) e morfológicos (altitude e orientação das vertentes), com fins de confirmar a influencia da orografia na formação de um Topoclima na região. Foram utilizadas séries de dados meteorológicos do hidroweb da Agência Nacional das Águas (ANA) e imagens de missões LANDSAT e SRTM (Shuttle Radar Topography Mission), processadas em softwares de geoprocessamento. Como resultados confirmou-se a existência de um Topoclima, caracterizado por uma diferenciação espacial na área, a qual seguiu o sentido Oeste-Leste .
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Insect Galls of the Parque Nacional do Itatiaia (Southeast Region, Brazil)

Insect Galls of the Parque Nacional do Itatiaia (Southeast Region, Brazil)

Previous gall records on this genus plant: 1) in Atlantic forest: on I. ceracifolia Reiss. – Fernandes et al. 2001 (n=1/Vale do Rio Doce/MG), on Ilex microdonta Reiss. – Toma and Mendonça 2013 (n=3/São Francisco de Paula/RS), on Ilex pseudobuxus Reissek – Maia et al. 2008 (n=2/ Bertioga/SP), on Ilex theezans Mart. – Maia et al. 2008 (n=3/Bertioga/SP), on Ilex sp. – Bregonci et al. 2010 (n=1/Guarapari/ES), Maia and Oliveira 2010 (n=1/Angra dos Reis/RJ), Maia et al. 2014 (n=1/Santa Teresa/ES), 2) in Amazonian forest: on Ilex inundata Poepp. ex Reissek – Almada and Fernandes 2011 (n=1/Oriximiná/PA), 3) in Cerrado: on Ilex amara (Vell.) Loes. – Carneiro et al. 2009b (n=1/Cadeia do Espinhaço/MG), on Ilex brasiliensis Loes. – Carneiro et al. 2009b (n=1/ Cadeia do Espinhaço/MG), 4) no biome data: on Ilex brevicuspis Reissek (n=2/RS), I. microdonta Reissek, I. theezans Mart. ex Reissek (n=2/RS) (Mendonça et al. 2014).
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FIGUEIREDO COUTINHO 2003 Aeleiçãode2002 OpiniãoPublica

FIGUEIREDO COUTINHO 2003 Aeleiçãode2002 OpiniãoPublica

Anthony Garotinho, por fim, trocou uma reeleição certa como governador do Rio de Janeiro pela disputa presidencial. A concentração de seus votos em seu estado natal, o relativo desconhecimento em nível nacional, o uso excessivo da religião na campanha, a falta de espaço na imprensa e a perda de apoio dentro de seu próprio partido desde o início do ano dificultaram sua performance. Nos últimos dias, com o desgaste de Serra e a queda acentuada de Ciro, a campanha de Garotinho alcançou maior destaque e fez com que ele terminasse a disputa presidencial em terceiro lugar.

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Wahlverwandtschaft: pós-neoliberalismo e neodesenvovimentismo no Brasil — Outubro Revista

Wahlverwandtschaft: pós-neoliberalismo e neodesenvovimentismo no Brasil — Outubro Revista

anos mais tarde, a política econômica teria uma função de instrumento de promoção do crescimento e sua prioridade deveria ser a delimitação dos déficits fiscais, garantindo a competitividade e o cuidado com a sobrevalorização cambial – fundamental para os países cuja economia se apoia na exportação de matérias-primas, como o Brasil, que precisam do capital externo. O economista brasileiro também apontou para a necessidade da busca pela industrialização e da inovação tecnológica, no sentido de os países subdesenvolvidos alcançarem os países centrais na corrida promovida pela Terceira Revolução Industrial, ou molecular-digital, liberando-se da dependência tecnológica. Ademais, esta estratégia também poderia ser geradora de empregos mais qualificados que aqueles produzidos pelo setor agroexportador (I D ., 2010).
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MONITORAMENTO E PROJEÇÃO FUTURA DA VEGETAÇÃO NO PARQUE NACIONAL DO ITATIAIA ATRAVÉS DE SENSORIAMENTO REMOTO.

MONITORAMENTO E PROJEÇÃO FUTURA DA VEGETAÇÃO NO PARQUE NACIONAL DO ITATIAIA ATRAVÉS DE SENSORIAMENTO REMOTO.

A gestão desse imenso território (cuja área é superior à soma das áreas da França, Espanha e Itália) representa grande desafio para um país com dimensões continentais e ampla variedade de ecossistemas naturais e de contextos socioeconômicos como o Brasil (MMA, 2009). Dentro do panorama financeiro, onde o aumento das receitas anuais destinadas à conservação ambiental não são proporcionais a expansão das áreas protegidas pelo SNUC, torna-se necessário a implementação de técnicas de monitoramento eficientes e com baixo custo.

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O PATO-MERGULHÃO Mergus octosetaceus Vieillot, 1817 E AS ÁGUAS DA CHAPADA DOS VEADEIROS (GO)

O PATO-MERGULHÃO Mergus octosetaceus Vieillot, 1817 E AS ÁGUAS DA CHAPADA DOS VEADEIROS (GO)

A área de estudo está concentrada em quatro sub-bacias hidrográficas da Bacia do Alto Tocantins e tem como foco central o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros e seu entorno, delimitado no mapa pela cor verde (ver figura 2.1). A região de estudo está inserida na mesorregião do Norte Goiano, que engloba os municípios de São João d’Aliança, Alto Paraíso de Goiás, Cavalcante e Colinas do Sul, na microrregião da Chapada dos Veadeiros. A Chapada dos Veadeiros está localizada na Bacia do Alto Tocantins e drena uma área total de 50.975 km². Localizada integralmente no estado de Goiás, situada entre os paralelos 14º e 16º S e entre os meridianos 47º e 50º W, sendo formada pelos Rios Maranhão e Tocantinzinho. De modo geral, a Chapada dos Veadeiros é um divisor de águas das bacias dos Rios Paranã e Maranhão, afluentes mais altos do Rio Tocantins (ICMBIO, 2009).
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AGRICULTURA E INDÚSTRIA NO BRASIL

AGRICULTURA E INDÚSTRIA NO BRASIL

Subsidiada pelo Estado, essa expansão da agroindústria canavieira ganha hoje, através do Programa Nacional do Álcool, os recursos que o feijão e os alimentos de primeira necessidade vêm reclamando há muito tempo sem nada conseguir. A atuação mediadora do Estado vem em perfeita consonância com o capital multinacional do setor automobilístico que já se prepara para produzir em grande escala os veículos movidos a álcool. Esse programa foi muito discutido em vários trabalhos 7 , daí não entrarmos em detalhes maiores. O fundamental é que o capital tem sabido implantar-se de forma monopolista nesse setor. Veja-se, como exemplo, o mercado de açúcar refinado em São Paulo e a produção ocupada pela Copersucar e seus asseclas. E, como é bom frisar, o Estado se incumbiu de preparar todas as condições necessárias para que tal ocorresse. Veja- se o que Mendes, um dos autores do famoso Programa de Racionalização (este é o nome que recebeu o processo de monopolização) da Agroindústria Açucareira afirma, segundo Bray:
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Reforma agrária no Brasil: a intervenção do MST e a atualidade do programa de transição — Outubro Revista

Reforma agrária no Brasil: a intervenção do MST e a atualidade do programa de transição — Outubro Revista

Poucos dias depois da publicação do mencionado artigo e de muitas invasões de prédios públicos e agências bancárias por militantes do MST, o governo anunciava uma série de medidas que representavam, em grande parte, o atendimento às reivindicações momentâneas do Movimento, no que se refere à demanda por crédito. A pauta de reivindicações do MST era a seguinte: aumento do teto dos créditos agrícolas de R$ 7.500 para R$17.600; prorrogação de sete para vinte anos do prazo de pagamento de todos os empréstimos tomados por cooperativas e assentados; retroatividade da nova taxa de juros de 6,5% ao ano para todos os contratos em vigor; criação de linha de crédito para financiamento das cooperativas dos assen- tados; aumento de 47% dos recursos do Procera; ampliação de 10% para 20% dos fundos constitucionais ao Procera; destinação de 20% do Fundo Nacional do Meio Ambiente para o Procera; eliminação da interferência dos bancos na elaboração de projetos destinados à obtenção de recursos do Procera; criação de seguro agrícola para proteger os assentados atendidos pelo Procera.
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UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS

É absolutamente oportuno, não poderia haver momento melhor, para refletirmos e discutirmos sobre potenciais ideais ameaças às conquistas realizadas e aos processos democráticos, tanto no Brasil como nos países vizinhos. Tarefa que tem certeza os brilhantes panelistas convidados para este fórum desempenharam com grande competência e inteligência. Contribuindo para o debate não posso deixar de abordar outra dimensão inseparável da equação democracia e liberdade de expressão: a livre iniciativa. Como venho repetindo há décadas, e não fui o primeiro em fazê-lo, existe uma indissolúvel interdependência entre democracia, liberdade de imprensa e livre iniciativa. O conhecido tripé que envolve uma das mais extraordinárias simbioses, simbioses positivas, do mundo de hoje. A democracia e a liberdade dependem para se manter das informações e da fiscalização que somente a uma gama diversificadas de veículos independentes onde assegura-los. Por sua vez, os meios de comunicação não subsistiriam sem a publicidade, que não existiria se não houvesse competição, se não tínhamos sem um sistema de mercado livre que depende, fechando esse circulo virtuoso e admirável, da democracia e da liberdade para garanti-lo. Em todas as áreas em eu se fala de liberdade, quanto menos legislação melhor. A liberdade de credo, de se reunir, de acesso à informação, em todas a demais liberdades, não devem ser condicionadas, limitadas ou regulamentadas, devem ser garantidas, e responsavelmente exercidas e praticadas. Todas as vezes que se tentou legislar ou enquadrar atividades que na sua origem são livres, a democracia e a sociedade, em ultima instância, correram perigo. (CIVITAS, 1o. Fórum
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Parques Nacionais do Brasil na Região Sul

Parques Nacionais do Brasil na Região Sul

O Parque tem um centro de visitantes, restaurante e trilhas para caminhadas, com guias disponíveis. Os hotéis mais próximos encontram-se nas cidades de Cambará do Sul, a 33 km de distância, e São Francisco de Paula, situada a 66 km do Parque. Parque Nacional da Serra Geral - Criado em 20 de maio de 1992, pelo Decreto Federal nº 531, constitui-se uma extensão do Parque Nacional de Aparados da Serra, reproduzindo o mesmo tipo de relevo acidentado, com a formação de paredões e canyons de até 500 metros de altura. Sua área abrange 17.300 hectares, nos municípios de Cambará do Sul e Praia Grande, Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
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Contaminação por chumbo na serrapilheira do Parque Nacional da Tijuca - RJ.

Contaminação por chumbo na serrapilheira do Parque Nacional da Tijuca - RJ.

RESUMO - As matas formadoras do Parque Nacional da Tijuca, Rio de Janeiro, apresentaram em sua serrapilheira urn teor medio de chumbo de 16,2pglg ao longo de urn ano.. A entr[r]

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A Liga e as lutas sociais no Brasil

A Liga e as lutas sociais no Brasil

JORNAL LIGA: Publicado por Francisco Julião entre 1962 até 31 de março de 1964, sendo interrompida a publicação do órgão oficial das Ligas Camponesas do Brasil pelos militares que derrubaram o governo constitucional do presidente João Goulart. A coleção foi fornecida pelo CEDEM da Unesp foi digitalizada pelo fotógrafo Douglas Mansur e está em processo de tratamento de imagem para ser indexada, previsão para estar aberta à consulta digital: julho/agosto de 2009. Coleção Incompleta. 2

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A inserção da Ação Afirmativa na pós-graduação

A inserção da Ação Afirmativa na pós-graduação

O Brasil é um dos países com maior taxa de concentração de renda e riqueza no mundo, tendo um dos maiores índices mundiais de desigualdade social. Além disso, nosso país vive uma dívida social não superada de mais de 350 anos de escravidão, quando negros e indígenas foram escravizados, vivendo um quadro profundo de discriminação, exploração e violências, que perduram até os dias atuais.

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CAPÍTULO 2 – A POLÍTICA AGRÍCOLA NO BRASIL: EVOLUÇÃO,

CAPÍTULO 2 – A POLÍTICA AGRÍCOLA NO BRASIL: EVOLUÇÃO,

O Brasil não escapou à regra, com até mesmo grupos conservadores aptos a declarar apoio à reforma agrária ± desde que desenhada em conformidade com certas restrições (Carvalho, 1979: 178). A carestia de vida provocada por uma inflação acelerada pelos preços de alimentos apontava para a redistribuição de terras como remédio contra a baixa produção de gêneros alimentícios e, em acréscimo, para a consequente formação de um mercado consumidor mais dinâmico no campo, capaz de incentivar a demanda de produtos da indústria doméstica. Por sua vez, a tentativa de reclassificar os reinvestimentos de firmas estrangeiras era não apenas apoiada pelos grupos nacionalistas, mas por todos que tivessem consciência do desequilíbrio do balanço de pagamentos, para o qual as remessas de lucros concorriam cada vez mais desde o boom econômico do governo Kubitschek, que teve um de seus alicerces no investimento externo direto. Havia então adesão generalizada a uma agenda de reformas institucionais que incluíam a reforma bancária e do mercado de capitais, entre outras finalmente levadas a cabo depois de 1964, no governo militar (Abreu, 1990: 201). Quanto à reforma agrária, é difícil verificar se seus opositores incondicionais seriam à época significativamente menos numerosos do que os que se opunham verdadeiramente à modalidade de reforma por intermédio da emenda ao artigo 141 do texto constitucional ± cujo parágrafo 16 rezava que a indenização prévia e em dinheiro era condição para a desapropriação de terras (Carvalho, op.cit.: 174). 18
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Memorial Ambiental da População Rural da Zona de Amortecimento do Parque Nacional da Serra da Canastra - MGLucas Guida SOARES, Renato Luiz Grisi MACEDO, Jozbio Esteves GOMES, Joema Souza Rodrigues PVOA

Memorial Ambiental da População Rural da Zona de Amortecimento do Parque Nacional da Serra da Canastra - MGLucas Guida SOARES, Renato Luiz Grisi MACEDO, Jozbio Esteves GOMES, Joema Souza Rodrigues PVOA

A baixa infra-estrutura educacional da zona de amortecimento do parque, também se apresenta como fator motivador no êxodo, pois as quatro escolas existentes só vão até a 4º série do ensino fundamental, deixando os jovens com um dilema, ou começam a trabalhar na roça com seus pais, abolindo assim qualquer possibilidade de avançar com seus estudos, ou vão para as cidades prosseguir com sua formação.

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