Top PDF Macrofauna da liteira em sistemas agroflorestais sobre pastagens abandonadas na Amazônia Central.

Macrofauna da liteira em sistemas agroflorestais sobre pastagens abandonadas na Amazônia Central.

Macrofauna da liteira em sistemas agroflorestais sobre pastagens abandonadas na Amazônia Central.

Os sistemas agroflorestais diversificados contribuíram para a melhoria da biologia do solo, em todos os tratamentos estudados, quer pela produção de liteira de melhor qualidade, quer[r]

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Aspectos silviculturais da castanha-do-brasil (Bertholletia excelsa) em sistemas agroflorestais na Amazônia Central.

Aspectos silviculturais da castanha-do-brasil (Bertholletia excelsa) em sistemas agroflorestais na Amazônia Central.

Este estudo avaliou o desempenho da castanha-do-brasil (Bertholletia excelsa) em sistemas agroflorestais implantados em ecossistema de terra firme na Amazônia Central. Foram avaliados 3 sítios de sistemas agroflorestais multi-estratificados, implantados em 1992, em áreas de pastagens degradadas, situadas no km 54 da BR-174, no Campo Experimental da Embrapa Amazônia Ocidental, em Manaus (AM). Os sistemas foram implantados após o processo tradicional de derruba e queima da vegetação secundária estabelecida em pastagens submetidas por 6 anos ao pastejo intensivo e abandonadas por 4 anos, em média, ao processo de regeneração natural. O desempenho da espécie com 12 anos de idade foi avaliado por meio do diâmetro à altura do peito (DAP), da altura total, da taxa de sobrevivência e das variáveis morfométricas “Diâmetro da Copa”, “Proporção de Copa”, “Grau de Esbeltez”, “Índice de Saliência”, “Índice de Abrangência” e “Forma de Copa”. Os indivíduos atingiram altura total média de 20,9 m e DAP de 37,9 cm, com incremento médio anual de 1,74 m e 3,16cm, respectivamente. A porcentagem média de sobrevivência foi de 78%, cuja mortalidade foi relacionada às ventanias e raios. Os resultados indicaram a eficiência dessa espécie para reabilitar áreas degradadas e confirmaram-na como uma espécie adequada para formar sistemas agroflorestais.
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Tempo de uso em pastagens e volume dos macroporos do solo na Amazônia Central.

Tempo de uso em pastagens e volume dos macroporos do solo na Amazônia Central.

um grupo de plantas dominantes assume o controle sobre o subsistema decompositor e, também, sobre outro grupo re- duzido de plantas, estabelecendo um tipo de eficiência e es- tabilidade nas funções do ecossistema (Franco et al., 2002). Essas afirmações sugerem que há um nível mínimo de di- versidades dentro do qual o agroecossistema mantém suas próprias funções, hipótese que poderia ser testada nos dife- rentes tipos de agroecossistemas sugeridos para a Amazônia. Sabe-se que, para a Amazônia, algumas espécies de plan- tas recuperam a porosidade do solo como a Pueraria phase- oloides, leguminosa herbácea de boa capacidade para aumen- tar sua macroporosidade, mesmo sob cultivos mecanizados (Teixeira, 2001); para este autor, esta espécie como cobertu- ra do solo em SAF’s parece mudar a porosidade do solo para o nível dos mesoporos, aparentemente mais efetivos na ma- nutenção da água do solo para as plantas. Resta saber, espe- cialmente entre as espécies perenes, quais delas têm maior potencial para isto e de quanto tempo precisam para melho- rar a estrutura física, química e biológica do solo. Neste sen- tido, o projeto “Avaliação do potencial de quatro modelos agroflorestais para a recuperação de áreas de pastagens de- gradadas e abandonadas na Amazônia Central”, financiado pelo projeto LBA/Ecologia/INPA/EMBRAPA e pela Univer- sidade de Cornell, vem realizando, desde 1992, diversos tó- picos de pesquisa nesta área. O objetivo central deste traba- lho foi avaliar os efeitos do tempo de uso em pastagens sobre o volume dos macroporos do solo em três áreas com dife- rente histórico de uso em pastagens.
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Variação temporal do efluxo de CO2do solo em sistemas agroflorestais com palma de óleo na Amazônia Oriental.

Variação temporal do efluxo de CO2do solo em sistemas agroflorestais com palma de óleo na Amazônia Oriental.

O maior valor de respiração microbiana foi encontrado na época chuvosa no SAF com menor diversidade de espécies, sugerindo que a atividade microbiana foi estimulada pelo aumento da umidade do solo. De acordo com Luizão et al. (1992), a alta produção de CO 2 em solos da Amazônia no período chuvoso sugere que a atividade microbiana é estimulada pelo aumento da disponibilidade de água. O SAF com alta diversidade de espécies apresentou padrão diferente em relação à respiração microbiana do solo, sendo menor no período chuvoso, o que pode ser explicado pela maior umidade do solo nesse período, que pode ter influenciado na difusividade de gases no solo. Isso pode ocorrer devido à diminuição da oxigenação do solo e a modificação da difusão dos gases dentro do solo, que dificulta a respiração do solo quando a umidade do solo se torna maior do que um valor crítico (Sotta et al. 2004; Sotta et al. 2006).
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PROVA ORGANOLÉPTICA COM CARNES BUBALINAS E BOVINAS DE ANIMAIS CRIADOS NAS PASTAGENS DE VÁRZEAS DA AMAZÔNIA CENTRAL.

PROVA ORGANOLÉPTICA COM CARNES BUBALINAS E BOVINAS DE ANIMAIS CRIADOS NAS PASTAGENS DE VÁRZEAS DA AMAZÔNIA CENTRAL.

Um açougue em Manaus, a capital do estado do Amazonas e sem dúvida o mercado mais importante na Amazônia Central, oferece desde então intencionalmente a seus clientes carne bubalina[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ – UFPA MUSEU PARAENSE EMÍLIO GOELDI EMBRAPA AMAZÔNIA ORIENTAL INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS AMBIENTAIS - PPGCA DIMITRI MAURICIO QUEIROZ DE OLIVEIRA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ – UFPA MUSEU PARAENSE EMÍLIO GOELDI EMBRAPA AMAZÔNIA ORIENTAL INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS AMBIENTAIS - PPGCA DIMITRI MAURICIO QUEIROZ DE OLIVEIRA

Este trabalho tem como objetivo avaliar a viabilidade econômica de dois sistemas agroflorestais (SAF) no município de Tomé. Primeiro, procedeu-se o levantamento bibliográfico das imposições legais de uso de áreas especialmente protegidas; em seguida, buscou-se enquadrar os sistemas agroflorestais sobre uma ótica socioeconômico e ambiental, como um instrumento de uso e recuperação destas áreas através da avaliação dos retornos econômicos provenientes de dois modelos de SAF observados em Tomé-Açu. Para o andamento e conclusão deste estudo, utilizou-se uma pesquisa documental, bibliográfica e de pesquisa de campo através de entrevistas com atores locais da cadeia produtiva no município de Tomé-Açú. A metodologia utilizada para levantamento de dados do estudo foi a entrevista semiestruturada com os atores locais. A tabulação deste dados, bem como a análise dos resultados foi realizada com os conceitos econômico-matemáticos da engenharia econômica de avaliação de projetos de investimento através do fluxo de caixa, VPL, TIR e Rb/c dos arranjos. A conclusão aborda o conceito da viabilidade dos arranjos estudados para o cenário econômico atual das culturas que compuseram os modelos estudados como fonte alternativa de investimento.
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Seasonality and daily activity of Euglossinae bees (Hymenoptera, Apidae) in terra firme forest in Central Amazonia.

Seasonality and daily activity of Euglossinae bees (Hymenoptera, Apidae) in terra firme forest in Central Amazonia.

(1991), trabalhando na Amazônia Central, também realizaram seus experimentos em períodos semelhantes. Como todos esses autores que estudaram Euglossinae na Amazônia Central, o fizer[r]

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Modelos de sistemas agroflorestais com fins apícolas para o município de Pedreira-SP

Modelos de sistemas agroflorestais com fins apícolas para o município de Pedreira-SP

O parágrafo 4º da referida Resolução (SMA 44/08) versa sobre a utilização de Sistemas Agroflorestais em Áreas de Preservação Permanente na pequena propriedade ou posse rural familiar (inciso I do parágrafo 2º do artigo 1º da Lei 4.771/65) e deverá contemplar um percentual máximo de 50 % dos indivíduos de espécies exóticas no total das árvores e arbustos, não mais do que 25% da mesma espécie, densidade de plantio de espécies arbóreas e arbustivas de no mínimo 1.000 plantas/ha, considerando diferentes idades e tamanhos, com pelo menos 500 árvores nativas/ha, não utilização da área para pastejo direto, sendo permitida, no caso de sistemas silvopastoris, a colheita de forrageiras para fornecimento fora da área onde está implantado o Sistema Agroflorestal, podendo ser implantado os SAF’s apenas em áreas desprovidas de vegetação nativa, visando a recuperação da função da área, no caso de área de preservação permanente gerada por nascente. Há ainda o fato de SAF’s implantados próximos a qualquer tipo de corpo d’água não poder ser permitido o emprego de qualquer atividade que potencialmente implique na degradação da qualidade dos recursos hídricos, incluindo o uso de pesticidas e adubos solúveis.
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BENEFICIAMENTO E COMERCIALIZAÇÃO DOS PRODUTOS DOS SISTEMAS AGROFLORESTAIS NA AMAZÔNIA, COMUNIDADE SANTA LUZIA, TOMÉ-AÇU, PARÁ

BENEFICIAMENTO E COMERCIALIZAÇÃO DOS PRODUTOS DOS SISTEMAS AGROFLORESTAIS NA AMAZÔNIA, COMUNIDADE SANTA LUZIA, TOMÉ-AÇU, PARÁ

Na comunidade Santa Luzia, município de Tomé-Açu, como na região Nordeste Paraense, existe nos dias atuais um processo de mudança entre os cultivos, envolvendo sistemas de derruba e queima na implantação de pastagens ou culturas de subsistência para a implantação de sistemas agroflorestais, como forma de diversificar a produção e obter melhores rendimentos e novas formas de comercializar seus produtos orgânicos. Como a comercialização e o beneficiamento da produção são considerados entraves na agricultura familiar, esta pesquisa identifica e analisa a importância da organização nesses processos nesta comunidade por meio da caracterização de sua associação, descrevendo e avaliando o beneficiamento e a comercialização da produção familiar, determinando as mudanças econômicas, sociais e ambientais ocorridas, por meio da agregação de valor aos produtos dos sistemas agroflorestais. Foram realizadas visitas com aplicação de questionários a todos os membros da associação, formando uma amostra de 21 unidades produtivas, permitindo um estudo socioeconômico nas unidades familiares, além da utilização de métodos estatísticos descritivos e de estatística multivariada por meio da análise fatorial e de Cluster, que permitiram avaliar a dimensão desses dados em relação às variáveis determinantes nos sistemas agroflorestais e ao processo de comercialização. Os resultados obtidos indicam que 95% das famílias entrevistadas possuem sistemas agroflorestais com uma grande diversificação de culturas e 95% realizam algum tipo de beneficiamento em seus produtos (71% da produção), o que proporcionou novas oportunidades de mercado e melhores preços, obtendo uma receita média anual de R$ 22.241,35, garantindo-lhes, melhores condições econômicas e sociais, o que nos permite concluir que a organização e a agroindustrialização da produção promoveram uma melhor comercialização e um maior rendimento da produção na comunidade Santa Luzia.
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Avaliação da competitividade da agricultura do Alentejo no âmbito do ecossistema montado.

Avaliação da competitividade da agricultura do Alentejo no âmbito do ecossistema montado.

Os SPAM competitivos e subsídio dependentes são os predominantes no Alentejo, representando metade das explorações agroflorestais da Região e 60% da sua superfície. Em segundo lugar, aparecem os SPAM competitivos e eficientes, com cerca de 40% das explorações agro-florestais e da respectiva superfície. Por último, surgem os SPAM viáveis e subsídio dependentes, que contam com 10% das explorações agro-florestais e com 4,1% da sua superfície total. Portanto, a maior parte das explorações agro-florestais do Alentejo faz depender a sua competitividade das ajudas institucionais de apoio directo à produção e ao rendimento, inseridas no primeiro pilar da PAC. No entanto, é de salientar que uma grande parte é sustentável do ponto de vista económico e tem um contributo efectivo para o crescimento económico, mesmo sem o apoio das políticas públicas de transferência de rendimento.
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Árvores de Baginha (Stryphnodendron guianense (Aubl.) Benth.) em Ecossistemas de Pastagens Cultivadas na Amazônia Ocidental.

Árvores de Baginha (Stryphnodendron guianense (Aubl.) Benth.) em Ecossistemas de Pastagens Cultivadas na Amazônia Ocidental.

As opções tradicionalmente consideradas para incorporação de N aos ecossistemas de pastagens cultivadas são a fertilização nitrogenada e a consorciação com leguminosas forrageiras. A fertili- zação nitrogenada nas pastagens tropicais é pouco difundida, por ser, quase sempre, economicamente inviável, em razão da baixa eficiência e do elevado custo dos fertilizantes nitrogenados e, ainda, do cará- ter extensivo da exploração das pastagens (Cantarutti & Boddey, 1997). O uso de leguminosas forrageiras herbáceas, em consorciação com gramíneas, pode proporcionar excelentes resultados, pois, além de fornecer nitrogênio e melhorar o valor nutritivo da gramínea associada, ainda produz forragem de exce- lente qualidade. No entanto, apesar destas e de outras vantagens do uso de gramíneas e leguminosas herbá- ceas consorciadas, a persistência destas consorciações tem se mostrado muito difícil, sendo a leguminosa, na maioria das vezes, dominada pela gramínea.
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Sigatoka Negra, fatores de ambiente e sistemas agroflorestais em bananais do Rio Grande do Sul, Brasil

Sigatoka Negra, fatores de ambiente e sistemas agroflorestais em bananais do Rio Grande do Sul, Brasil

O efeito de quebra-ventos também tem sido satisfa- tório para a redução da severidade das Sigatokas Amare- la e Negra. Este efeito pode ser devido à redução do ven- to que danifica folhas e ao acréscimo de cobertura e do teor de matéria orgânica do solo (ONUEGBU et al., 2002). Maior cobertura de solo e maior teor de matéria orgâ- nica em bananais sombreados podem ser resultado indi- reto do sombreamento, já que nesses sistemas de cultivo há maior aporte de matéria orgânica oriunda da poda das árvores que fazem o sombreamento (MARTÍNEZ GAR- NICA, 2000). Este autor verificou que plátanos conduzi- dos sob 50% de sombreamento de um SAF apresentaram menor severidade da Sigatoka Negra, atribuindo este efei- to ao maior teor de potássio verificado no solo, devido à grande quantidade de material vegetal podado das árvo- res. Entretanto, o mesmo autor considera que este fator isoladamente não é suficiente para explicar as grandes diferenças em severidade em comparação a plátano sem sombreamento. De forma semelhante, verificou-se que plantas sob sombreamento apresentaram maior teor de potássio nas folhas, provavelmente pelo maior teor no solo e pela menor concentração de cálcio verificada nas folhas, pois o cálcio compete com o potássio na absor- ção. O autor faz suposições de que esse menor teor de cálcio nas folhas sombreadas seja devido à menor trans- piração das folhas das bananeiras nesta condição (ECKS- TEIN et al., 1997).
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Sistema silvipastoril na Amazônia: ferramenta para elevar o desempenho produtivo de búfalos.

Sistema silvipastoril na Amazônia: ferramenta para elevar o desempenho produtivo de búfalos.

Os fatores climáticos dos trópicos úmidos, a elevada temperatura do ar e a radiação solar afetam diretamente a termorregulação e o comportamento animal, o consumo de forragem e a utilização de água, prejudicando o crescimento, o desempenho produtivo e reprodutivo animal. Em pastagens, com reduzido número de árvores, os bovídeos sofrem nas horas mais quentes, principalmente os bubalinos, devido à quantidade reduzida de glândulas sudoríparas que os mesmos possuem, e os bovinos de raças européias (BERBIGIER, 1988; BAUMER, 1991; MAGALHÃES et al., 1998). Assim, os SSP’s são importantes para a ambiência animal, pois reduzem a insolação e a temperatura ambiente, promovendo melhor desempenho produtivo, devido às condições ideais de aclimatação (VEIGA & SERRÃO, 1990; PEZO & IBRAHIM, 1998; LOURENÇO JÚNIOR et al., 2002). A fim de reduzir os efeitos negativos do clima sobre os animais o sombreamento das pastagens proporcionado pelo uso dos SSP´s torna-se um elemento favorável para a criação de búfalos, principalmente nas regiões tropicais e em função da disponibilidade cada vez mais restrita de fontes naturais de água para banho.
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Aspectos econômicos da produção e do risco nos sistemas agroflorestais e nos sistemas tradicionais de produçâo agrícola em tomé-açu, Pará - 2001 a 2003.

Aspectos econômicos da produção e do risco nos sistemas agroflorestais e nos sistemas tradicionais de produçâo agrícola em tomé-açu, Pará - 2001 a 2003.

RESUMO – Neste artigo, analisaram-se os fatores determinantes da produção dinâmica dos sistemas agroflorestais (SAF) e dos sistemas tradicionais de produção agrícola (ST), sob condições de risco, em pequenas e médias unidades produtivas nipo-brasileiras localizadas no Município de Tomé-Açu, Pará, no período de 2001 a 2003. Os resultados indicaram que todos os fatores, exceto a mão-de-obra contratada e as máquinas e equipamentos, afetam diretamente o Valor Bruto da Produção (VBP) dos SAF e dos ST; a variável dummy apresentou diferença cumulativa a menor no VBP dos SAF, de um ano para outro. A função de risco estimada apontou que os SAF apresentaram menor risco que os ST, evidenciando-se que a aplicação de insumos era fonte de redução de risco, mas a tecnologia adotada precisa ser adequada, pois se apresenta como fator de aumento de risco nos dois sistemas. Além disso, a dummy indicou que os SAF exibiram menor nível de risco que os ST. Nesse contexto, os resultados deixaram claro, ainda, que os produtores nipo-brasileiros eram avessos ao risco.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGROECOLOGIA E DESENVOLVIMENTO RURAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGROECOLOGIA E DESENVOLVIMENTO RURAL

Considerando a relevância dos Sistemas Agroflorestais na promoção da transição agroecológica, se faz necessário aprofundar as pesquisas sobre esse sistema de produção, no sentido de aperfeiçoar suas práticas, bem como demonstrar sua viabilidade econômica, social e ambiental. Nessa direção, métodos de análises mais simples e acessíveis são importantes tanto para agricultores e técnicos, como para os pesquisadores. A Cromatografia Circular de Pfeiffer, utilizada nesta pesquisa para o avaliar a qualidade dos solos nos Sistemas Agroflorestais, demonstrou ser um método mais econômico, em comparação aos métodos tradicionais e mais simples, o que torna o método muito mais acessível, sobretudo para os agricultores familiares. Outro diferencial está no fato dele apresentar uma análise integral do solo, considerando aspectos físicos, químicos e biológicos. Assim, principalmente para a agricultura de base ecológica, baseada em processos e não em insumos agrícolas, esse método pode ser uma ferramenta importante, apresentando o estado geral do solo e do resultado do seu manejo, apontando os caminhos para recuperar sua saúde.
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Adson Jonnas Rocha Carvalho A BUSCA DA SUSTENTABILIDADE DAS PASTAGENS NO ASSENTAMENTOBELO HORIZONTE I, SÃO DOMINGOS DO ARAGUAIA - PA

Adson Jonnas Rocha Carvalho A BUSCA DA SUSTENTABILIDADE DAS PASTAGENS NO ASSENTAMENTOBELO HORIZONTE I, SÃO DOMINGOS DO ARAGUAIA - PA

Assim, considerando que os solos na Amazônia são suscetíveis a uma rápida perda de fertilidade ainda mais quando se imprime práticas inadequadas de manejo das pastagens, a importância ambiental de manter os solos nesta região com cobertura vegetal, a importância econômica da atividade pecuária para os agricultores familiares chegando a se tornar a principal em seus estabelecimentos e o esforço deles de buscar alternativas para os problemas encontrados nesta atividade, observa-se a necessidade de estudar como os agricultores utilizam as tecnologias existentes, principalmente as desenvolvidas pelos institutos de pesquisas agropecuárias, ou se não utilizam o que fazem para superar os problemas com a produção forrageira que parece ser conseqüente devido ao modo de desenvolvimento da atividade pecuária na região amazônica?
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A PERCEPÇÃO DOS GESTORES SOBRE A GESTÃO DE RESÍDUOS DA SUINOCULTURA: um estudo de caso em granjas na região da Zona da Mata mineira

A PERCEPÇÃO DOS GESTORES SOBRE A GESTÃO DE RESÍDUOS DA SUINOCULTURA: um estudo de caso em granjas na região da Zona da Mata mineira

O adequado gerenciamento de resíduos gerados nas mais diferentes fontes e atividades humanas é um fenômeno social que vem exigindo estratégias administrativas, das esferas pública e privada, na escolha dos melhores modelos de gestão. Esse desafio ocorre também nas operações agropecuárias da produção de alimentos, em que se destacam os dejetos gerados na suinocultura. De acordo com Ensminger et al. (1990) e Godoy et al. (2006), os suínos têm a capacidade de dejeção equivalente à capacidade de 4,5 seres humanos adultos e seus dejetos são potencialmente mais poluidores do que os de outras espécies. Esses dados assumem importância maior ao se considerar que o Brasil tem o terceiro maior rebanho suíno mundial, com cerca de 40 milhões de cabeças, atrás dos EUA com 67 e da China com 473 milhões, o que corresponde a 50% do rebanho de todo o mundo (FAO/ONU, 2016). Considerando também que, das três principais carnes mais consumidas no mundo, a carne suína representa 43,9% do consumo total (ABPA, 2016), aliado ao fato de o Brasil apresentar o menor custo mundial da produção de suínos, tem-se um panorama favorável à expansão do setor e, ao mesmo tempo, preocupante sobre o proporcional crescimento do problema dos resíduos. Nesse contexto, esta pesquisa buscou descrever e analisar a gestão dos resíduos da suinocultura, segundo a percepção dos gestores e proprietários de granjas situadas na região da Zona da Mata mineira, inseridas na microrregião de Viçosa. O método de estudo adotado foi o estudo de casos múltiplos. Os dados primários foram obtidos por meio das técnicas de entrevistas semiestruturadas e por observação direta não participante. Os dados foram tratados pelos referenciais e analisados utilizando a técnica de análise de conteúdo, sendo os resultados interpretados segundo
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SUSTENTABILIDADE EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS: INDICADORES SOCIOECONÔMICOS

SUSTENTABILIDADE EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS: INDICADORES SOCIOECONÔMICOS

(ii) Avaliação de enfoques para os indicadores: nessa fase de geração do maior número possível de indicadores, foram consideradas as peculiaridades dos sistemas agroflorestais, principalmente levando-se em conta os componentes do sistema, ou seja, animais, culturas agrícolas e florestais e a sua composição no tempo e no espaço. Também se definiu as diretrizes com base nas quais foram selecionados os indicadores de sustentabilidade socioeconômica, tendo como referência BERTOLLO (1998) que realizou uma significativa revisão sobre o tema, resultando nas seguintes características essenciais para escolha de um indicador: relevante para os objetivos e metas do problema; relevante para a orientação e o planejamento global do projeto/pesquisa; relevante para os compartimentos social, cultural e/ou biofísico da área em questão; capaz de fornecer um quadro representativo das condições, por causa de sua correlação com outros parâmetros do sistema; apropriado para a escala espacial da área em consideração; sensível às alterações temporais e espaciais; cientificamente confiável; mensurável e de aplicação prática; apoiado por dados de alta qualidade; relacionado com conceitos históricos de qualidade ambiental, social ou econômica; orientado para os temas dominantes e preocupações da sociedade e dos envolvidos diretamente; claro e de fácil compreensão pelos tomadores de decisão; relevante para os propósitos dos administradores ambientais. Um potencial indicador foi selecionado para participar da relação final desde que se relacionasse com, pelo menos, uma das diretrizes citadas.
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SISTEMAS AGROFLORESTAIS NO MUNICÍPIO DE PARAGOMINAS, PARÁ.

SISTEMAS AGROFLORESTAIS NO MUNICÍPIO DE PARAGOMINAS, PARÁ.

58% possuem apenas o ensino fundamental incompleto, enquanto 2% apresentam ensino superior. 67% participam de alguma organização social. Sobre a renda familiar, 75% sobrevivem com até um salário mínimo. Foram identificadas 34 culturas prioritárias nos SAF’s, com destaque para açaí, cupuaçu, abacaxi, melão, cana- de-açúcar, melancia, castanha do Pará, mogno, andiroba e ipê. 48% dos participantes fazem algum tipo de beneficiamento, com ênfase para farinha, 66%, e polpa de fruta, 26%. Quanto ao destino dos produtos, 33% são comercializados na comunidade local e 31% vão para feiras livres na cidade. Os problemas na comercialização mais apontados foram a falta de comprador fixo, 35%, e estradas ruins, 24%. No tocante ao acesso a financiamento, 29% tiveram acesso, dos quais 56% ao Pronaf A, 12,5% ao FNO e 12,5% a microcrédito.
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Perdas de solo, água e nutrientes em sistemas agroflorestais no município de Sobral, CE

Perdas de solo, água e nutrientes em sistemas agroflorestais no município de Sobral, CE

Resumo - As condições edafoclimáticas do semi-árido brasileiro, associadas a sistemas agrícolas totalmente extrativista, o tornam um ambiente extremamente frágil e de alta susceptibilidade aos processos erosivos, sugerin- do que outras alternativas de uso agrícola devem ser adotadas. Com o objetivo de testar a hipótese que os sistemas agroflorestais reduzem a intensidade da ação dos agentes erosivos, foram avaliados os seguintes sistemas agríco- las: agrossilvipastoril (AGP), silvipastoril (SILV), tradicional cultivado em 1998 e 1999 (TR98), tradicional cultivado em 2002 e 2003 (TR02), cultivo intensivo (CI), reserva legal 1 (RL1) e reserva legal 2 (RL2). A coleta de solo e água foi realizada através de estruturas instaladas na área da pesquisa no período chuvoso de 2003. Posteriormente, esses solos foram quantificados e analisados quanto aos teores totais de P, Na, K, Ca, Mg, Fe, Cu, Zn, Mn e carbono orgânico. Os resultados indicam que as maiores perdas de solo e de água ocorreram respectivamente, na área de reserva legal 1 e no tratamento TR98. Entre os tratamentos agroflorestais e o convencional, observou-se maiores perdas de solo e/ou água naqueles em que houve uma maior mobilização de solo, como nos tratamentos AGP, TR98 e CI. Os teores totais de nutrientes e carbono orgânico perdidos foram proporcionais aos de solo e água. Termos para indexação: erosão, semi-árido, agroecologia.
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