Top PDF Material examinado: margens do rio São

Material examinado: margens do rio São

Material examinado: margens do rio São

Qualea jundiahy ocorre geralmente nas florestas semidecíduas em altitudes superiores a 400 m. Sua ocorrência também é comum nas matas de tabuleiro nos estados do Espírito Santo e do Rio de Janeiro. Na Reserva Biológica de Poço das Antas habita as áreas de baixada, na transição com a mata alagada. Q. jundiahy é facilmente reconhecida por seu porte elegante (ca. 30 m alt.) e pelas vistosas flores zigomorfas, com corola alva ou róseo-pálida, ornamentada por pontos e linhas purpúreos, aromáticas.

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Atributos químicos e físicos de solos das margens do Rio Paraguai.

Atributos químicos e físicos de solos das margens do Rio Paraguai.

Esse trabalho teve por objetivo analisar atributos químicos e físicos de solos de barrancos das margens do rio Paraguai. Foram selecionados quatro perfis de barranco: trecho do Julião (perfis 1 e 2), Fazenda Chimbuva (perfil 3) e Barra do Cabaçal (perfil 4). Para as analises químicas e físicas foram coletadas amostras de solo das camadas de cada barranco analisado. Os perfis dos barrancos apresentaram alturas que variaram de 0,90 a 1,45 m, sendo as camadas delimitadas apenas na parte visível dos barrancos, excluindo-se a parte submersa. Todos os perfis avaliados possuem caráter flúvico, indicativo de provável deposição de sedimentos ao longo do tempo em virtude dos ciclos de inundação no período chuvoso. Houve predominância de cores mais alaranjadas nas camadas mais superficiais e de colorações mais acinzentadas nas camadas mais próximas do nível do rio. Os teores de matéria orgânica dos solos das camadas analisadas são baixos, não ultrapassando 1 g kg -1 , sendo os maiores teores observados nas camadas superiores dos perfis analisados. Os altos teores de alumínio e de saturação por este elemento podem estar associados à dinâmica fluvial, que contribui para a lixiviação das bases do solo. As características granulométricas observadas aliadas aos baixos teores de matéria orgânica conferem pouca estabilidade aos barrancos, facilitando a ocorrência de processos erosivos nas margens.
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As três margens do rio e o vertiginoso fluxo da vida.

As três margens do rio e o vertiginoso fluxo da vida.

tempo, o envelhecimento, que é próprio do que vive, ainda que seja prenúncio da morte. O estático das margens, por sua vez, pode ser associado ao esforço sobre-humano para estabilizar, fixar, imobilizar tudo o que é por natureza instá- vel, livre, móvel, isto é, o esforço que o homem vem fazendo desde tempos ime- moriais para tornar-se civilizado. Àqueles pares de opostos que advêm tão logo imaginamos um rio concreto podem ser então acrescentados outros, advindos de crescentes níveis de mediação: conhecido e desconhecido; constrangimento e liberdade; ordem e desordem; sedentarismo e nomadismo; domesticado e sel- vagem; civilizado e “primitivo”; sociedade e natureza. Civilização é resultado, entre outras coisas, da busca por segurança (evitar os perigos) e perpetuação (lutar contra a morte). Toda a energia que parece ter sido aplicada para tornar a vida mais segura e conter a passagem do tempo, que leva à morte, acaba atuando também e paradoxalmente no sentido de negação da vida, com a supressão do que lhe é mais característico, o movimento e a transformação.
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AS OUTRAS MARGENS DO RIO

AS OUTRAS MARGENS DO RIO

Chamamos atenção para uma diferença crucial entre a ficção e a realidade. Trata-se do desejo de retorno. No conto de Rosa o importante era fluir junto com o rio, para cima e para baixo, sem parar, sem se preocupar com o desembarque. Para os barqueiros do Tocantins a ida era uma necessidade e a volta uma esperança. O barqueiro solitário de Rosa faz uma viagem metafísica. Sua terceira margem do rio é a margem invisível e imponderável do destino a que ele se impôs e queria legar ao filho. No rio Tocantins, e disso sabem muito bem os ribeirinhos que nele vivem e dele vivem, não há apenas duas margens físicas e uma terceira margem metafísica. Existem muitas outras na formas de corredeiras perigosíssimas, que se configuram em barreiras naturais ao longo do rio. Mas essas margens de pedras molhadas precisam ser vencidas, pelo bem dos que ficaram: filhos, como no conto de Rosa, mas também esposas, avós, parentes, amigos e outros da comunidade. Uma viagem de barco se assemelhava a uma
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VULNERABILIDADE AMBIENTAL DAS MARGENS DO RIO TIETÊ

VULNERABILIDADE AMBIENTAL DAS MARGENS DO RIO TIETÊ

Neste trabalho estão sendo analisadas as ações antrópicas e os impactos causados às margens do rio e corpo d’água em trecho do rio Tietê. O rio Tietê nasce em Salesópolis a 22 km do Oceano Atlântico corta todo o estado de São Paulo e recebe os afluentes assumindo dimensões de um grande rio. Após 1136 km junta-se ao rio Paraná na divisa com o Mato Grosso do Sul, Figura 1. O rio Tietê começa a ser poluído na cidade de Mogi das Cruzes, 15 km após sua nascente. Cerca de 130 toneladas de lixo inorgânico provenientes de dejetos de indústrias e esgotos domésticos são jogados no rio diariamente na região metropolitana onde a vazão não é grande o suficiente para expungir os poluentes que recebe (NAVEGAÇÃO FLUVIAL MÉDIO TIETÊ, 2014).
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IMPACTOS AMBIENTAIS NAS MARGENS DO RIO PIANCÓ CAUSADOS PELA AGROPECUÁRIA

IMPACTOS AMBIENTAIS NAS MARGENS DO RIO PIANCÓ CAUSADOS PELA AGROPECUÁRIA

RESUMO- O presente trabalho trata de um diagnóstico socioeconômico e ambiental, realizado nas granjas situadas nas margens do Rio Piancó, no município de Pombal, Estado da Paraíba. Busca-se, com esta pesquisa, avaliar os fatores de risco da deterioração ambiental ocasionada pela exploração da agropecuária, aplicando-se para tanto, questionários junto à população da área pesquisada. A metodologia utilizada neste trabalho avaliou os aspectos físicos ou biológicos vulneráveis ao processo de deterioração ambiental, como também, considerou o aspecto socioeconômico das populações locais. Um ambiente que sempre desempenhou sua função depuradora com eficiência encontra-se hoje excessivamente sobrecarregado pelas atividades antrópicas: sofre o risco de exaustão dos seus recursos, não conseguindo em determinadas situações, recuperar-se por si só, necessitando o auxílio do homem. Contudo, tendo por base os modernos modelos de produção e desenvolvimento que priorizam a maximização econômica em detrimento da conservação ambiental, a solução definitiva dessas questões parece não ser tão fácil de ser encontrada. Através de dados estatísticos e observações feitas sobre a qualidade de vida da população da área pesquisada, sobre a produção agropecuária e sobre as condições atuais dos recursos naturais é possível avaliar com precisão e transparência a intensidade dos impactos ambientais que vem comprometendo a área examinada. Cumpre esclarecer, portanto, que cada vez mais se verifica a importância de uma possível mudança de consciência ambiental, para que através desta o produtor rural e a população residente na área pesquisada assimilem e coloquem em prática novas técnicas voltadas para a conservação ambiental, oferecendo suporte para uma melhor qualidade de vida e a constante busca do desenvolvimento sustentável, conciliando desta forma uma integração constante do homem com a natureza, fazendo das práticas agropecuárias ações que venha restaurar e proteger os recursos naturais de hoje para as futuras gerações.
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Arqueologia nas margens do rio Apuaê:

Arqueologia nas margens do rio Apuaê:

Resumo: A região do Alto Uruguai compreende respectivamente as divisas setentrional e meridional dos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, tendo como eixo o alto curso do rio Uruguai, cujos limites são balizados pelos seus afluentes de ambas as margens. O presente estudo volta- se para uma pequena parte dessa região, inserida nas margens do rio Apuaê, entre os municípios sul-rio-grandenses de Carlos Gomes e São João da Urtiga. Neste local foi localizado o sítio arqueológico AP.CG.1, cujos vestígios materiais remanescentes nos remetem a uma antiga aldeia Guarani, atestando, portanto, a ocupação remota da região, muito anterior à chegada dos colonizadores europeus. Através da análise interpretativa das informações resultantes das pesquisas arqueológicas realizadas nesse local, pretendemos realizar algumas inferências acerca da história pré-colonial do Alto Uruguai.
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LENDO AS MARGENS DO RIO: ESCRITURA E IDENTIDADE EM CONTEXTOS PERIFÉRICOS

LENDO AS MARGENS DO RIO: ESCRITURA E IDENTIDADE EM CONTEXTOS PERIFÉRICOS

Resumo: Este ensaio tem por objetivo analisar dois textos escritos em épocas e espaços diversos, que têm em comum o fato de revelarem o ponto de vista de quem vive à margem da sociedade. Articulando a perspectiva dos Novos Estudos do Letramento a reflexões advindas de campos diversos, como a linguística e a crítica literária, tomaremos como ponto axial a relação entre linguagem, sociedade e subjetividade. Nossa proposta é ouvir as vozes das margens, para tentar entender os Discursos e as concepções de letramento e as funções da escrita, que circulam na periferia. Para isso, entreteceremos a leitura do texto autobiográfico “Quarto de Despejo”, de Carolina Maria de Jesus, à análise um texto ficcional escrito por um adolescente em situação de vulnerabilidade social. Nessas (auto) representações dos excluídos, buscaremos inferir os valores, comportamentos e atitudes que norteiam suas experiências de vida. Buscaremos entender nesses textos o que eles revelam acerca dos modos de pensar, de ser e de agir dessas de seus autores, cujos discursos primários são, ao menos aparentemente, divergentes daqueles validados pela sociedade e, consequentemente, pela escola. Consideramos que esse trabalho de compreensão dos Outros pode contribuir para que a relação entre a escola e os grupos marginalizados socialmente, ancore-se no reconhecimento da diversidade sociocultural e linguística, sendo pautada pelo diálogo e pelas negociações entre os atores sociais envolvidos no processo de educar-se educando.
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É  como este teste dá certo

É como este teste dá certo

http://www.bacaninha.com.br Imagine que você está no meio de uma floresta e encontra uma cabana às margens de um rio.. http://www.bacaninha.com.br[r]

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Sinopse das Orchidaceae terrestres ocorrentes no litoral norte do Rio Grande do Sul, Brasil.

Sinopse das Orchidaceae terrestres ocorrentes no litoral norte do Rio Grande do Sul, Brasil.

RESUMO – (Sinopse das Orchidaceae terrestres ocorrentes no litoral norte do Rio Grande do Sul, Brasil). Realizou-se estudo taxonômico de Orchidaceae terrestres em uma região natural do Rio Grande do Sul, o litoral norte, entre a encosta abrupta da Serra Geral e a linha da costa do Oceano Atlântico (29°10’S a 30°00’S). A área de estudo apresenta clima subtropical úmido do tipo Cfa. Médias anuais de temperatura e precipitação variam de 17,5 a 20,0 °C e de 1.200 a 1.700 mm, respectivamente. A vegetação natural, embora grandemente reduzida e modificada por atividades humanas, é fortemente relacionada às pequenas variações topográficas que afetam a drenagem dos solos. Um total de 42 espécies, incluindo duas novas ocorrências para o Estado, distribuídas em 24 gêneros, foi confirmado como resultado de citações bibliográficas, revisão de herbários e coleta extensiva ao longo da área de estudo. A maioria dos gêneros (17) apresenta uma única espécie, e somente um gênero (Habenaria) concentrou número alto de espécies (8). Os resultados taxonômicos incluem uma nova combinação taxonômica, chaves de identificação para gêneros e espécies, observações taxonômicas e ecológicas, e material examinado.
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Algas planctônicas de um lago artificial do Jardim Botânico Chico Mendes, Goiânia, Goiás: florística e algumas considerações ecológicas.

Algas planctônicas de um lago artificial do Jardim Botânico Chico Mendes, Goiânia, Goiás: florística e algumas considerações ecológicas.

Jber. naturf. ges. Granbündens, 30: 134, 1887. Colônias dendróides, bastante ramificadas, indivíduos isolados às vezes presentes; lóricas cilíndricas 38-42 x 10-11 µ m, RC/L = 3,8, pólo anterior com margens laterais retas e paralelas; pólo posterior abruptamente afilado, às vezes recur- vado, inserido no pólo anterior da lórica inferior, porção mediana da lórica com parede crenulada. Material examinado: UFG 11317. Distribui- ção geográfica no Estado de Goiás: primeiro regis- tro de ocorrência.

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Definição estratégica para o setor vitivinicola da região do Algarve : a opção do enoturismo : case study vinhos do Algarve

Definição estratégica para o setor vitivinicola da região do Algarve : a opção do enoturismo : case study vinhos do Algarve

Desde criança, João guarda a recordação do seu avô da produção de vinho na aldeia de Guerreiros do Rio, situada nas margens do rio Guadiana, no concelho de Alcoutim, distrito de Faro. [r]

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O SANEAMENTO BÁSICO DE IPIAÚ E SUA INFLUÊNCIA NA QUALIDADE DAS ÁGUAS DO RIO DE CONTAS

O SANEAMENTO BÁSICO DE IPIAÚ E SUA INFLUÊNCIA NA QUALIDADE DAS ÁGUAS DO RIO DE CONTAS

A cidade de Ipiaú se desenvolveu às margens do rio de Contas e de seus afluentes, acarretando em prejuízos à qualidade das águas destes mananciais, em virtude da carência de infraestrutura de saneamento básico, particularmente, na coleta e tratamento de esgotos domésticos. Nesse contexto, este trabalho tem o objetivo de analisar a influência do Uso e Ocupação do Solo das Áreas de Preservação Permanente (APP) do rio de Contas, relacionando com a qualidade de suas águas, assim como, espacializar as fontes geradoras de poluição hídrica por esgotamento doméstico. Para tanto, o método adotado se ampara na análise integrada de dados referentes às classes de Uso e Ocupação do Solo a partir de mapeamento de imagens de satélite; de infraestrutura de saneamento provenientes dos setores censitários do IBGE e dados pré-existentes de qualidade da água do trecho em estudo. Os resultados obtidos atestam que os setores censitários urbanos que margeiam o rio de Contas apresentam cerca de 43 % de seus domicílios com descarte de seus esgotos domésticos sem tratamento adequado, numa área urbana que ocupa 73,9 ha dentro da APP no município. Tal situação de uso implica em consequências diretas e indiretas de poluição hídrica.
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IMPACTOS AMBIENTAIS NO RIO PARAÍBA NA ÁREA DO MUNICÍPIO DE CARAÚBAS - PB: REGIÃO CONTEMPLADA PELA INTEGRAÇÃO COM A BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SÃO FRANCISCO

IMPACTOS AMBIENTAIS NO RIO PARAÍBA NA ÁREA DO MUNICÍPIO DE CARAÚBAS - PB: REGIÃO CONTEMPLADA PELA INTEGRAÇÃO COM A BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SÃO FRANCISCO

A região semiárida do Nordeste do Brasil possui recursos hídricos superficiais escassos e mal distribuídos a nível espacial, devido especialmente às condições climáticas e geológicas adversas existentes na região. Este trabalho teve como objetivo analisar os impactos e danos ambientais sobre o Rio Paraíba, na área correspondente ao município de Caraúbas – PB, através da identificação e caracterização qualitativa dos impactos ambientais, utilizando-se o método de listagem descritiva “check-list” (lista de checagem). O check-list foi apresentado sob a forma de questionário, visando direcionar a avaliação e foram investigados dezoito elementos causadores de impactos e degradação ambiental. Os resultados mostraram que as águas do rio estão recebendo uma elevada carga orgânica, devido principalmente aos efluentes domésticos que não são tratados adequadamente, contaminando as águas superficiais e também as reservas hídricas subterrâneas. Os resíduos sólidos e os estabelecimentos agropecuários contribuem como outros fatores poluentes para o manancial, especialmente pelas atividades ligadas a um turismo insustentável e práticas agropecuárias mal planejadas. Os processos erosivos, construções de empreendimentos nas margens, barramento artificial no leito do rio e a expansão da espécie vegetal algaroba (Prosopis juliflora) na área, foram identificados como elementos impactantes para o ambiente.
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Evidências do fenômeno de terras caídas com grandes cheias na região Oeste do Pará / Evidence of the phenomenon of falling lands with great fillings in the West region of Pará

Evidências do fenômeno de terras caídas com grandes cheias na região Oeste do Pará / Evidence of the phenomenon of falling lands with great fillings in the West region of Pará

O fenômeno de terras caídas faz parte da dinâmica natural dos rios,resultante da combinação de diversas causas naturais, é intensificado pela ação antrópica e refere-se ao processo erosivo que acontece nas margens dos rios de água branca. Estetrabalho objetiva compreender e explicar a dinâmica entre as águas e as terras caídas nas margens do Rio Amazonas tendo como base os dados de nível do Rio Tapajós na cidade de Santarém-PA.Os dados foram obtidos junto à Companhia Docas do Pará, no período de 2000 a 2017. Calcularam-se as médias diárias e mensais dos níveis com a finalidade de obter o ciclo anual do Rio Tapajós. Apesar de não haver estudos relacionados às terras caídas nas áreas de estudo, sabe-se que eventos de grandes cheias têm influência direta na sua magnitude e ocorrência.
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Triatomíneos da Amazônia: Ocorrência de triatomíneos na área do reservatório da hidrelé trica de Tucuruí (Pará) e observações sobre o ciclo evolutivo de Rhodnius robustos Larrousse, 1927 (HEMIPTERA, REDUVIIDAE, TRIATOMINAE).

Triatomíneos da Amazônia: Ocorrência de triatomíneos na área do reservatório da hidrelé trica de Tucuruí (Pará) e observações sobre o ciclo evolutivo de Rhodnius robustos Larrousse, 1927 (HEMIPTERA, REDUVIIDAE, TRIATOMINAE).

Exemplares foram capturados também, quando atraídos pela luz branca dailu minação elétrica dos acampamentos, construídos às margens do rio Tocantins.. Alguns bar.[r]

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P ADRÃO DE DISTRIBUIÇÃO DE ASSEMBLEIAS DE AVES NAS

P ADRÃO DE DISTRIBUIÇÃO DE ASSEMBLEIAS DE AVES NAS

O padrão de distribuição de espécies de aves entre a porção média e baixa das florestas de várzea do rio Madeira foi fortemente estruturado pela substituição de espécies. Nossos dados indicam que uma parcela importante das espécies que ocorrem na porção mais próxima a Porto Velho não são as mesmas presentes na porção próxima à foz (confluência com o rio Amazonas). A riqueza de espécies obtida no nosso trabalho (401 espécies) é muito similar à encontrada no estudo sobre a várzea do rio Amazonas, onde 413 espécies de aves foram registradas (Conh-Haft et al., 2007a). Neste trabalho, diversas espécies ocorrem em ambas as margens, porém com um claro padrão de substituição entre porções do rio, ou seja, alto, médio e baixo Amazonas. Neste caso, rios como o Madeira, Tapajós e Negro foram mais importantes na distribuição de algumas espécies do que o próprio Amazonas.
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Adições à flora de briófitas de Mato Grosso do Sul, Brasil.

Adições à flora de briófitas de Mato Grosso do Sul, Brasil.

Material examinado: BRASIL. Mato Grosso do Sul: Três Lagoas, praça perto da rua principal da usina, sobre tronco de Terminalia sp., 25/VIII/1983, O. Yano & R.C. Compagnoli 8296 (SP 189732); idem, Novo Mundo, perto da cachoeira, sobre tronco de árvore, 17/III/1982, O. Yano 4035 (SP 174216); munic. de Jardim, ca. 52km da cidade, sobre pau podre, 28/XI/1979, D.M. Vital 8583 (SP 133307); munic. de Corumbá, sobre tronco de Mangifera indica, 29/XI/1979, D.M. Vital 8597 (SP 133313); munic. de Miranda, sobre tronco de Mangifera indica, 3/XII/1979, D.M.Vital 8605 (SP 133316); Corumbá, ca. 77km E-SE de Corumbá, sobre tronco de Sterculiaceae, 2/XII/1979, D.M. Vital 8617 (SP 133318); munic. de Ribas do Rio Pardo, sobre tronco de Terminalia catapa, na rua J.C. Garcia, 25/I/1979, O. Yano 1335p.p. (SP 133224); munic. de Selviria, Faz. Estação Experimental da UNESP, ± 18km de Ilha Solteira, sobre tronco de árvore no cerradão, 22/X/1984, O. Yano & J. Semir 9258 (SP 191879); munic. de Corumbá, Morro Tromba dos Macacos, sobre tronco de Mangifera, ± 210m alt., 2/XI/1993, O. Yano et al. 21031 (SP 274029); idem, base de estipe de Bocaiúva, ± 210m alt., 2/XI/1993, O. Yano et al. 21091 (SP 274086); Novo Mundo, perto da cachoeira, sobre tronco de Leguminosa, 18/III/1982, O. Yano 4033p.p. (SP 174215); munic. de Três Lagoas, reserva Agroflorestal, sobre tronco de árvore, ± 230m alt., 12/IX/1992, O. Yano & M.P. Marcelli 17018, 17026p.p., 17035, 17038, 17041, 17055, 17099 (SP 242163; SP 242171; SP 242180; SP 242183; SP 242186; SP 242200; SP 242241); idem, sobre galhos finos, 12/IX/1992, O. Yano & M.P. Marcelli 17030 (SP 242175); idem, sobre tronco de Luehea, 12/IX/1992, O. Yano & M.P. Marcelli 17071 (SP 242215); munic. de Selviria, Faz. do Cacildo, ± 40km de Ilha Solteira em direção a Três Lagoa, sobre tronco de arbusto no cerradão, 23/X/1984, O. Yano & N. Taroda 9274 (SP 191895); idem, galhos de arbusto no cerradão, 23/X/1984, O. Yano & N. Taroda 9282 (SP 191903); idem, sobre tronco de Cecropia sp. na
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Material examinado: Laranjeiras, Inhuçú,

Material examinado: Laranjeiras, Inhuçú,

Comentários: Espécie das matas alagadiças dos estados do Ceará, Bahia, Pernambuco, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, com folhas brilhantes e pontos translúcidos. Peckolt & Peckolt (1888), informam que a raiz é aromática, de sabor forte, semelhante ao do gengibre; as folhas e as raízes, quando em infusão, são empregadas internamente contra dores reumáticas e cólicas, e, quando cozidas, são utilizadas sob a forma de banhos anti- reumáticos; é conhecida com os nomes populares de “betys”, “bettle” e “betre”. Material examinado: Aratuba, Sítio Brejo, 17.X.1979, A. Fernandes s.n. (EAC 4168); Pacatuba, Serra da Aratanha, Sítio Pitaguari, 3.X.1979, Martins & Castro s.n. (EAC 7049; RB 306728); Serra de Baturité, IX.1910, E. Ule 9016 (NY); id., perto do Sítio Santa Clara, 9.XII.1937, Pe. José Eugênio 463 (RB); s.l., s.d., A. Fernandes s.n. (EAC 20431).
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Musgos do Pico da Caledônea, município de Nova Friburgo, estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Musgos do Pico da Caledônea, município de Nova Friburgo, estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Ocorre no Estado de Minas Gerais , Rio de Janeiro , Santa Catarina (Yano 1981). Polytrichum coml11une Hedw., Spec. Material examinado - Brasil, Estado do Rio de Janeiro, Município de No[r]

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