Top PDF Maturação de frutos e sementes de Acacia mangium Willd

Maturação de frutos e sementes de Acacia mangium Willd

Maturação de frutos e sementes de Acacia mangium Willd

A determinação do ponto de maturidade fisiológica das sementes torna-se relevante para o planejamento da colheita, evitando a deterioração a campo, bem como melhorando a uniformidade do lote. O objetivo deste estudo foi identificar o ponto de maturidade fisiológica e o ponto de colheita das sementes de Acacia mangium Willd. Para tanto, foram utilizadas 30 árvores matrizes na cidade de Macaíba (RN). As inflorescências foram marcadas, coletando- se os frutos aos 30, 60, 90, 105, 120, 135 150, 165, 180 dias após a antese (DAA). Foram avaliadas as seguintes variáveis : coloração, dimensão de do fruto e da semente, teor de água e massa seca de frutos e sementes, germinação, índice de velocidade de germinação e massa seca de plântulas. Também foram quantificados proteínas solúveis, aminoácidos livres totais, açúcares solúveis totais, açúcares não-redutores e amido. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado. Os resultados de cada variável foram submetidos à análise de regressão linear por meio do ajuste de modelos simples e polinomiais. A coloração dos frutos e sementes foi um índice eficaz para auxiliar na identificação dos pontos de maturidade e de colheita das sementes. As dimensões de frutos e sementes de A. mangium não foram bons indicadores de maturidade fisiológica. O máximo da massa seca da semente foi alcançado aos 144 DAA, com germinação de 95% e teor de água de 13,0% no mesmo período. O acúmulo de reservas nutritivas manteve-se estável a partir dos 150 DAA, quando o teor de água encontrava-se com 7,0%. O ponto de maturidade fisiológica e o ponto de colheita das sementes de Acacia mangium ocorrem aos 144 e aos 150 DAA, respectivamente.
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Caracterização de frutos, histoquímica e qualidade fisiológica de sementes de pimenta durante a maturação

Caracterização de frutos, histoquímica e qualidade fisiológica de sementes de pimenta durante a maturação

Objetivou-se acompanhar as alterações estruturais, a deposição de reservas e determinar a composição química de sementes de pimenta malagueta e biquinho durante a sua ontogênese. Durante o florescimento, as flores em antese foram etiquetadas diariamente, até ser obtido número de sementes suficiente para as avaliações propostas. Foram coletados frutos de pimenta aos 25, 40, 55, 70, 85 e 100 dias após a antese (DAA). Após a coleta, as sementes foram fixadas em FAA 50 e, em seguida, armazenadas em álcool 70%. Posteriormente, foram incluídas em Historesina Metacrilato. As sementes foram seccionadas com 6 m de espessura, utilizando-se um micrótomo. Os cortes foram submetidos à coloração com Azul de Toluidina, Xylidine Ponceau, PAS, Lugol e Vermelho de Rutênio. Para reação com Floroglucina Ácida e Sudam III, foram realizados cortes a 40 m de espessura, utilizando-se um criomicrótomo. Verificou-se que, com o desenvolvimento das sementes, houve lignificação progressiva das células do tegumento. As proteínas e os lipídeos constituem os principais compostos de reserva das sementes de pimenta malagueta e biquinho. Estes compostos são depositados durante a ontogênese das sementes e são compartimentalizados em corpos proteicos e lipídicos, estocados no embrião e endosperma. O acúmulo de reservas proteicas ocorre desde os primeiros estádios de maturação, no citoplasma das células do endosperma. Nas células do embrião, as reservas são acumuladas em estádios mais tardios da maturação, a partir dos 55 DAA. O amido foi observado apenas aos 25 DAA, constituindo uma fonte transitória de reserva para o desenvolvimento do embrião. As reservas lipídicas são observadas nas células do embrião e do endosperma dos 25 aos 100 DAA. Aos 100 DAA, as sementes de pimenta malagueta e biquinho apresentam concentração de proteínas de 0,33 e 0,62 g/g M.S. e de lipídeos de 0,30 e 0,25 g/g M.S. respectivamente.
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Qualidade fisiológica de sementes de leiteiro (Peschiera fuchsiaefolia) em função do estádio de maturação dos frutos.

Qualidade fisiológica de sementes de leiteiro (Peschiera fuchsiaefolia) em função do estádio de maturação dos frutos.

RESUMO - O leiteiro (Peschiera fuchsiaefolia) é uma infestante de pastagens de importância para as regiões Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, cuja dispersão ocorre por sementes. Com o objetivo de avaliar a qualidade fisiológica das sementes de leiteiro, em função do estádio de maturação e armazenamento dos frutos, foram colhidos frutos em cinco regiões diferentes, constituindo cinco acessos: lote 1-Vitoriana/SP, lote 2-Botucatu/SP, lote 3-Bauru/SP, lote 4-São Manuel/SP e lote 5-São Pedro/SP. Cada lote de sementes foi avaliado individualmente, seguindo-se o delineamento estatístico inteiramente casualizado, com os tratamentos dispostos em esquema fatorial 2x4, sendo dois períodos de armazenamento dos frutos (0 e 7 dias após colheita) e quatro estádios de maturação (verde-oliva, verde- limão, alaranjado-fechado e alaranjado-aberto). A polpa dos frutos foi retirada e as sementes extraídas mediante fricção em peneira sob água corrente. As sementes foram colocadas para germinar a 30 o C com 8 h de luz, sendo as contagens realizadas semanalmente até os
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Curva de maturação de frutos e potencial germinativo de sementes de jabuticaba 'Sabará'...

Curva de maturação de frutos e potencial germinativo de sementes de jabuticaba 'Sabará'...

As jabuticabeiras são árvores tipicamente brasileiras, de origem subtropical e tem como principal distribuição o centro sul do país. Dentre elas está a Sabará, a qual é a mais cultivada em todo o país. Sua propagação é realizada basicamente através de sementes, pois métodos de propagação vegetativa ainda são pouco utilizados. Contudo, a enxertia tem se mostrado promissora e a necessidade de porta enxertos bem formados torna-se essencial para o sucesso desta técnica. As sementes de jabuticaba são classificadas com recalcitrantes por serem sensíveis à dessecação o que dificulta seu armazenamento. As jabuticabeiras Sabará (Myrciaria jaboticaba Berg) são frutas nativas do Brasil, cuja distribuição concentra-se no centro sul do país. Trata-se de uma espécie subtropical com frutos pequenos, de coloração escura e muito doces, sendo utilizados principalmente para a confecção de geleias, licores e vinhos, pois o fruto in natura possui vida de prateleira muito curta, de até dois dias. Fatores externos e de cultivo limitam a produção de frutos e um deles poderia ser a presença de luz solar na maturação do fruto. O objetivo deste trabalho foi avaliar a influencia da luz solar na maturação do fruto de jabuticaba, através da divisão da planta em quadrantes e se a germinação da semente diminui durante o armazenamento em dois ambientes, geladeira e temperatura ambiente. Para a primeira etapa dividiu-se cinco plantas em quadrantes Norte, Sul, Leste e Oeste, onde foram coletados frutos para a análise físico-química e os parâmetros avaliados foram: o diâmetro, peso do fruto, Brix, acidez titulável, o índice de maturação e pH. Foi observado que apenas para o parâmetro Brix e, consequentemente para o índice de maturação, houve diferença estatística entre o quadrante Sul dos demais. A partir disso pode-se concluir que há influência da luz solar sobre alguns parâmetros de qualidade do fruto de jabuticabeira. Para o armazenamento sementes de jabuticaba Sabará foram coletadas e armazenadas em geladeira (5°C) e temperatura ambiente (~25°C) durante 105 dias em saquinhos de polietileno. Foram postas para germinar aos 7, 14, 21, 28, 42, 56, 70 e 105 dias e foram feitas avaliações semanais. Foi possível perceber que não houve diferença estatística entre os dois ambientes, mostrando que se trata de uma semente tolerante a temperaturas baixas para o armazenamento. A partir do teste de secagem foi possível observar o comportamento recalcitrante da semente, pois esta perdeu o poder germinativo com a perda gradual de umidade. Conclui-se, então, que a semente de jabuticaba é recalcitrante, porém classificada como minimamente recalcitrante já que tolerou armazenamento em temperaturas baixas.
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Qualidade e compostos fenólicos em sementes de mamão alterados pela colheita e maturação dos frutos.

Qualidade e compostos fenólicos em sementes de mamão alterados pela colheita e maturação dos frutos.

A presença de compostos fenólicos nas estruturas das sementes de mamão pode interferir no processo de germinação, de forma que o objetivo no estudo foi avaliar o efeito da época de colheita e da maturação dos frutos sobre a ocorrência de compostos fenólicos e qualidade de sementes de mamão. Os frutos foram colhidos em abril e outubro de 2010 e as sementes extraídas nos estádios 1, 3, 5 e final da maturação, correspondendo a cerca de 15, 50, 75 e 100% da casca amarela, respectivamente. Em cada estádio, sementes com e sem sarcotesta foram avaliadas quanto à porcentagem de germinação, primeira contagem, envelhecimento acelerado, sementes dormentes e conteúdo de fenóis nas sementes pelo método de Folin-Ciocalteau em delineamento inteiramente ao acaso. As sementes com maior porcentagem de germinação e nível de vigor foram as dos frutos no estádio 5 e final da maturação; a sarcotesta contém maior concentração de fenóis em relação às demais estruturas.
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Qualidade de sementes de pimenta jalapenho em função da maturação e tempo de permanência nos frutos.

Qualidade de sementes de pimenta jalapenho em função da maturação e tempo de permanência nos frutos.

Sementes mantidas por determinado período de tempo no fruto, após a colheita, dão continuidade ao processo de maturação, atingindo níveis máximos de germinação e vigor (Dias et al. 2006, Vidigal et al. 2006). Logo, o armazenamento pós-colheita dos frutos, antes da extração das sementes, pode ser um aspecto vantajoso para os produtores de sementes, pois permite colher os frutos ainda imaturos, evitando riscos com possíveis condições desfavoráveis no campo (Barbedo et al. 1994, Martins et al. 2006). Desta maneira, estabelecer o período de tolerância dos frutos após a colheita, em razão do seu grau de maturação, pode auxiliar na racionalização do processo de extração de sementes com máxima qualidade (Silva et al. 2009).
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Crescimento e maturação dos frutos e sementes de urucum.

Crescimento e maturação dos frutos e sementes de urucum.

RESUMO - Este experimento foi conduzido em um sistema multiextratado em Manaus – Amazonas com a finalidade de estudar o crescimento e a maturação de frutos e de sementes de urucum (Bixa orellana L.). No período de máxima floração foram marcadas cerca de 1.500 flores e, a partir desta data, uma vez por semana, colhiam-se ao acaso 45 frutos, até a idade em que os frutos atingiram a maturidade de colheita, totalizando 12 coletas. Em cada colheita, foi realizada uma descrição detalhada do estádio de desenvolvimento dos frutos. Também foi determinada a matéria seca dos frutos e das sementes; comprimento e diâmetro dos frutos; comprimento, diâmetro, umidade, viabilidade e vigor das sementes. As sementes de urucum começam a germinar aos 62 dias após a antese, quando alcançam 62,5% da matéria seca total. O crescimento das sementes com relação ao acúmulo de matéria seca apresentou um padrão sigmoidal e atingiu o valor máximo de matéria seca aos 76 dias após a antese. Nesta fase, as sementes estão com a máxima germinação e vigor, com a área da calaza circundada por anel lilás e funículo marrom e os frutos mudam de coloração de vermelha para tons amarelados caracterizando o ponto de maturidade fisiológica.
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Crescimento e maturação dos frutos e sementes de urucum.

Crescimento e maturação dos frutos e sementes de urucum.

RESUMO - Este experimento foi conduzido, em sistema multiextratado em Manaus – Amazonas, com finalidade de estudar o crescimento e a maturação de frutos e de sementes de urucum (Bixa orellana L.). No período de máxima floração foram marcadas cerca de 1.500 flores e, a partir desta data, uma vez por semana, colheram-se, ao acaso, 45 frutos até a idade em que os frutos atingiram a maturidade de colheita, totalizando 12 coletas. Em cada colheita, foi realizada descrição detalhada do estádio de desenvolvimento dos frutos. Também foi determinada a matéria seca dos frutos e das sementes; comprimento e diâmetro dos frutos; comprimento, diâmetro, umidade, viabilidade e vigor das sementes. As sementes de urucum começam a germinar aos 62 dias após a antese, quando alcançam 62,5% da matéria seca total. O crescimento das sementes, com relação ao acúmulo de matéria seca, apresentou um padrão sigmoidal e atingiu o valor máximo de matéria seca aos 76 dias após a antese. Nesta fase, as sementes estão com a máxima germinação e vigor, com a área da calaza circundada por anel lilás e funículo marrom e os frutos mudam de coloração de vermelha para tons amarelados caracterizando o ponto de maturidade fisiológica.
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Influência do substrato, tamanho de sementes e maturação de frutos na formação de mudas de pitangueira.

Influência do substrato, tamanho de sementes e maturação de frutos na formação de mudas de pitangueira.

Experimento 2: A porcentagem de emer- gência mais elevada foi de 89,8% e ocorreu nos tratamentos cujas sementes foram provenientes da seleção 172 (Tabela 2), superioridade observada em todo o período de avaliação (Figura 1E). Valores si- milares de porcentagem de emergência foram encon- trados por Masetto et al. (2007) e Silva et al. (2005). A menor porcentagem de emergência de sementes foi veriicada na seleção 67, possivelmente devido à menor qualidade destas (maturidade isiológica ou de massa) não ter sido máxima. Segundo Castro et al. (2004), esta qualidade é medida pelo máximo peso seco da semente. De acordo com Avila et al. (2009), em pitangueira, a massa seca das sementes durante a maturação isiológica aumentou até 63 dias após a antese, tendendo a estabilizar após esse período. No entanto, a máxima germinação verii- cada por estes autores ocorreu aos 42 dias após a antese. Tendência inversa veriicou-se com a massa seca dos frutos de pitangueiras- vermelhas que, se- gundo Santos et al. (2002), é menor na coloração verde-vermelha (19,44 %), comparada aos frutos completamente maduros (18,81 %).
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QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE AROEIRA EM FUNÇÃO DA MATURAÇÃO DOS FRUTOS SOB DIFERENTES TEMPERATURAS DE GERMINAÇÃO

QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE AROEIRA EM FUNÇÃO DA MATURAÇÃO DOS FRUTOS SOB DIFERENTES TEMPERATURAS DE GERMINAÇÃO

Recebido em: 2017.10.05 Aprovado em: 2018.09.25 ISSUE DOI: 10.3738/1982.2278.2870 RESUMO: Objetivou-se com este estudo, avaliar a qualidade fisiológica das sementes de aroeira (Schinus terebinthifolius Raddi.) em função do estádio de maturação dos frutos e a sua possível interação com diferentes temperaturas de germinação. No experimento adotou-se o delineamento inteiramente casualizado, em que os tratamentos consistiram de um fatorial com quatro temperaturas: 25, 30, 35 0 C constantes e 20-30 0 C alternadas e, três estádios de maturação dos frutos: verde, intermediária e maduras. Foram utilizadas 4 repetições de 50 sementes por tratamento e a germinação foi avaliada durante 15 dias. A semeadura foi efetuada sobre papel mata-borrão, em caixas gerbox mantidas em câmara de germinação, reguladas em diferentes temperaturas, com fotoperíodo de 8 horas. Avaliaram-se a porcentagem de germinação, o Índice de velocidade de germinação (IVG), e a porcentagem de plântulas normais e anormais. As sementes extraídas de frutos maduros apresentaram qualidade fisiológica superior aos demais estádios avaliados, evidenciada principalmente nas temperaturas constante de 30 ºC e alternada de 20-30 °C, o que sugere ser esse o estádio de maturação ideal para coleta dos frutos e extração de suas sementes.
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Aspectos fisiológicos de sementes de pinhão manso oriundas de frutos colhidos em diferentes estádios de maturação.

Aspectos fisiológicos de sementes de pinhão manso oriundas de frutos colhidos em diferentes estádios de maturação.

Frutos de pinhão manso foram coletados de plantas matrizes cultivadas no espaçamento de 2,0 m x 1,0 m, irrigadas com pivô central e adubadas com 40 kg de Nitrogênio. A área experimental está situada na fazenda Veludo, localizada no município de Itaporanga - PB (07º18'16" S e 38º09'16" W e altitude de 291 metros acima do nível do mar) Os tratamentos foram constituídos por sementes oriundas de frutos colhidos em diferentes estádios de maturação: frutos amarelados; frutos rajados e frutos totalmente secos (ressecados).

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Alterações fisiológicas e bioquímicas em sementes de pimenta em função do estádio de maturação dos frutos

Alterações fisiológicas e bioquímicas em sementes de pimenta em função do estádio de maturação dos frutos

Essas modificações nas proteínas LEA são coincidentes com as alterações fisiológicas observadas nos testes de germinação e vigor (Figura 3), indicando que a partir dos 60 DAA, independente do período de armazenamento dos frutos, as sementes, provavelmente, adquirem tolerância à dessecação, característica que está associada à ocasião em que a maturidade fisiológica é atingida, o que coincide, geralmente, com a máxima qualidade das sementes (Bewley e Black, 1994). Observa-se, pelos resultados de condutividade elétrica (Figura 3), que nas colheitas realizadas a partir de 60 DAA, independente do período de armazenamento pós-colheita dos frutos, houve menor lixiviação de solutos em relação às demais épocas de colheita, indicando organização adequada do sistema de membranas, o que coincidiu com o aumento da atividade das LEA (Figura 4). Isto pode ser um indicativo da ação destas proteínas como agente protetor de membranas, concordando com relatos de Baker et al. (1988) e Dure et al. (1989). Tais proteínas são altamente estáveis, ricas em glicina e outros aminoácidos hidrofílicos e atuam em sinergismo com açúcares solúveis na inibição da cristalização do citoplasma e na proteção da superfície das membranas, desempenhando, portanto, papel estrutural como protetoras contra danos ocasionados pela dessecação (Kermode, 1997).
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Morfologia de frutos, sementes e plântulas de Averrhoa bilimbi L. oriundas de dois estágios de maturação.

Morfologia de frutos, sementes e plântulas de Averrhoa bilimbi L. oriundas de dois estágios de maturação.

Este trabalho teve por objetivo descrever as características morfológicas de frutos, sementes e plântulas de Averrhoa bilimbi L. oriundas de frutos imaturos e maduros. Os frutos de A. bilimbi foram separados de acordo com a sua coloração em frutos imaturos e maduros. O registro das características morfológicas dos frutos, sementes e plântulas foram realizados por meio de ilustrações manuais, fotografi as e descrições de todos os aspectos morfológicos. Para o estudo da morfologia da germinação e plântula, foram semeadas quatro repetições de 25 sementes sobre substrato papel mata-borrão e levadas ao germinador tipo B.O.D., regulado à temperatura constante de 30°C e regime de luz contínua. Os frutos tanto imaturos como maduros variaram apenas quanto ao tamanho, consistência e coloração, sendo as demais características comuns à espécie. As sementes dos frutos imaturos e maduros diferenciaram-se quanto à turgescência dos tecidos, assim como sua coloração, brilho e textura. A germinação é do tipo epígea e fanerocotiledonar, com início no sétimo dia e término no décimo quinto dia após semeadura, com a obtenção da plântula normal.
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Caracterização morfológica de frutos e sementes e desenvolvimento pós-seminal de monjoleiro (Acacia polyphylla DC.)

Caracterização morfológica de frutos e sementes e desenvolvimento pós-seminal de monjoleiro (Acacia polyphylla DC.)

A espécie estudada neste trabalho, Acacia polyphylla DC., se distribui naturalmente desde a região Amazônica até o Paraná, sendo particularmente freqüente nos Estados do Mato Grosso do Sul e São Paulo, pertence à família das Leguminosae-Mimosoideae, sendo conhecida popularmente pelo nome de monjoleiro. É uma espécie semidecídua e heliófita, característica dos estágios iniciais da sucessão, apre- sentando grande importância em programas de reflorestamen- to misto, destinados ao plantio para recuperação de áreas de preservação permanente, manejo de fragmentos florestais e projetos paisagísticos em função de sua rusticidade e cresci- mento rápido (Lorenzi, 1992). A floração ocorre durante os meses de dezembro a março. Suas folhas são compostas e bipinadas, apresentando 24 a 34 pares de folíolos. A maturação dos frutos ocorre de agosto a setembro, sendo o final deste último mês adequado para a colheita dos frutos (Araújo-Neto, 2001). A madeira, segundo Lorenzi (1992), pode ser utiliza- da em marcenaria, torno e obras internas e a casca para curtição de couro.
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Tratamentos para superar a dormência de sementes de Acacia mangium Willd..

Tratamentos para superar a dormência de sementes de Acacia mangium Willd..

Programa de Pós-graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional, Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal, Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil.. [r]

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Viabilidade e vigor de sementes de Acacia mangium willd. em função da temperatura de armazenamento

Viabilidade e vigor de sementes de Acacia mangium willd. em função da temperatura de armazenamento

The primary challenge of seed storage is the maintenance of the physiological quality obtained from harvest to sowing. The main environmental factors that affect seed quality during this period are the temperature and the relative humidity of the air. The objective of this research was to evaluate the physiological and biochemical changes in Acacia mangium seeds at different storage temperatures. For this purpose, the seeds were stored in semipermeable polyethylene bags under three conditions: freezer (T = -20 ± 3 °C, RH = 49 ± 15%), domestic refrigerator (T = 6 ± 3 °C, RH = 55 ± 14%) and room (T = 27 ± 4 ºC, RH = 56 ± 13%), with evaluations performed in the periods of 0 (control - initial quality before storage), 3, 6, 9, 12 and 15 months. For each evaluation period, the water content and the following tests were determined: germination (%), first germination count (%), germination speed index (IVG), seedling dry mass (mg), emergence (Μmol of AST g -1 MS), non-reducing sugars (μmol of ANR g -1 MS), total free amino acids (μmol of AALT g -1 MS) , Starch (mg g -1 glucose from seed) and soluble proteins (mg of PS g-1 MS). The experimental design was completely randomized, organized in a subdivided plots scheme, the main plot being temperature (three levels) and subplots, storage periods (six levels). Four replicates of 100 seeds were used for the physiological variables and five replicates of 15 seeds (± 200 mg) for the biochemical variables.A. mangium seeds remain the physiological quality for 12 months when stored in a freezer, domestic refrigerator and heated room. For all the conditions tested, the decrease of the starch, AST and ANR contents throughout the storage is not clearly observed. Throughout the storage, there was an increase in the contents of PS and AALT in the seeds from the three temperatures tested. It was not possible to explain the physiological changes between the three storage conditions by carbohydrate reserve degradation mechanisms.
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Crescimento e distribuição de raízes finas de Acacia mangium Willd e Mimosa caesalpiniifolia Benth. submetida a dois sistemas de manejo de solo

Crescimento e distribuição de raízes finas de Acacia mangium Willd e Mimosa caesalpiniifolia Benth. submetida a dois sistemas de manejo de solo

BARRETO, H. B. F.; FREITAS, R. M. O.; OLIVEIRA, L. A. A.; ARAÚJO, J. A. M. & COSTA, E. M. Efeito da irrigação com água salina na germinação de sementes de sábia (mimosa caesalpiniifolia benth). Revista Verde (Mossoró – RN) v.5, n.3, p. 125 – 130, 2010. BONI, G.; COSTA, A. G.; GONDIM, R. S.; MONTENEGRO, A. A. T.; OLIVEIRA, V. H. Distribuição do sistema radicular do cajueiro-anão precoce (clone CCP-09) em cultivo irrigado e sequeiro, Ceará, Brasil. Revista Ciência Agronômica, Fortaleza, v. 39, n. 1, p. 1-6, 2008. CARDUCCI, C. E.; OLIVEIRA, G. C.; LIMA, J. M.; ROSSONI, D. F.; COSTA, A. L. & OLIVEIRA, L. M. Distribuição espacial das raízes de cafeeiro e dos poros de dois Latossolos sob manejo conservacionista. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental, v. 18, n. 3, p. 270-270, 2014.
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Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas de Erythrina velutina willd., leguminoseae - Papilionideae.

Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas de Erythrina velutina willd., leguminoseae - Papilionideae.

A variação morfológica dos tipos de frutos dentro da família Leguminosae foi estudada em 30 espécies por Oliveira (1997), das quais, 33,4% apresentaram legumes e 23,3% sâmaras. Outros tipos de frutos também foram encontrados: como o folículo em Swartzia langsdorii Raddi, legume bacóide em Holocalyx balansae Mich., e craspédio em Mimosa caesalpiniaefolia Benth. Em espécies da família Leguminosae foram encontrados frutos como legume em Caesalpinia pyramidalis (Silva e Matos, 1998), Tephrosia candida DC. (Oliveira et al., 2000), Dimorphandra mollis (Ferreira et al., 2001c), Acacia polyphylla (Araújo Neto et al., 2002), legume drupóide para Dipteryx alata (Ferreira et al., 1998), Hymenaea stigonocarpa (Botelho et al., 2000), sâmara em Machaerium stipitatum (Donadio e Demattê, 2000b), Pterocarpus violaceus Vogel (Nakamura e Oliveira, 2005) e legume samaróide em Peltophorum dubium e Dalbergia nigra (Donadio e Demattê, 2000a), Cedrelinga catenaeformis e Dinizia excelsa (Melo e Varela, 2006).
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Caracterização tecnológica da madeira de Acacia mangium Willd em plantio consorciado com eucalipto

Caracterização tecnológica da madeira de Acacia mangium Willd em plantio consorciado com eucalipto

O estudo foi realizado a partir de dez árvores iniciais de Acacia  mangium com 4,2 anos (50,4 meses) de idade, escolhidas ao acaso, porém com diâmetros entre 9 e 15  cm, em uma área experimental cultivada em consórcio com o híbrido Eucalyptus  urophylla  ×  grandis, pertencentes à empresa CENIBRA S.A., localizada no município de Santa Bárbara-MG. Após o abate e a obtenção dos discos, foram escolhidas apenas cinco árvores para o estudo, com exceção para a densidade básica, tendo em vista algumas árvores apresentarem a parte central do tronco desprovida de madeira. As demais foram transformadas em partículas para posterior confecção de painel aglomerado.
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INTERPRETAES ECOLGICAS DA ANATOMIA FOLIAR DE Acacia 
            mangium WILLD (FABACEAE- MIMOSOIDEAE)

INTERPRETAES ECOLGICAS DA ANATOMIA FOLIAR DE Acacia mangium WILLD (FABACEAE- MIMOSOIDEAE)

Análises da anatomia foliar contribuem para o entendimento dos processos ecológicos das espécies. O objetivo deste estudo foi caracterizar a anatomia foliar de Acacia mangium Willd e avaliar sua densidade estomática em plantios de diferentes idades, contribuindo para o conhecimento anatômico e entendimento dos processos ecológicos da espécie. Para isso, foram coletadas folhas de indivíduo de nove meses, um ano e nove meses e de três anos e sete meses e realizadas técnicas usuais para estudo de anatomia foliar. Acacia mangium Willd possui folhas anfiestomáticas com estômatos do tipo paracíticos e anisocíticos. Em vista frontal, as células epidérmicas possuem formato e tamanho irregular com paredes lisas. Em secção transversal, a epiderme é unisseriada, o mesofilo é do tipo isolateral e a nervura central apresenta formato biconvexo, sendo composta por dois feixes vasculares, do tipo colateral, na forma de arco. A densidade estomática média nos indivíduos de diferentes idades variou entre 29,74 e 33,08 estômatos/mm², porém há evidência moderada (p=0,06) para afirmar que a densidade estomática difere conforme a idade dos indivíduos. Em geral, as características anatômicas de Acacia mangium Willd justificam o seu rápido crescimento e adaptação em ambiente exposto a alta intensidade luminosa.
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