Top PDF Meiose e viabilidade polínica na família Araceae.

Meiose e viabilidade polínica na família Araceae.

Meiose e viabilidade polínica na família Araceae.

RESUMO – (Meiose e viabilidade polínica na família Araceae). O objetivo deste trabalho foi analisar a microsporogênese e a viabilidade dos grãos de pólen em 17 espécies de aráceas coletadas no Rio Grande do Sul, Brasil. Nove espécies foram analisadas quanto à ocorrência de células mãe de pólen (CMP) normais e anormais nas fases de metáfase, anáfase e telófase, tanto da meiose I (M I) como da meiose II (M II); 10 espécies foram estudadas quanto à presença de tétrades com número normal ou anormal de micrósporos e 17 espécies quanto à viabilidade dos grãos de pólen. As CMP anormais apresentaram, tanto em M I quanto em M II, cromossomos fora da placa metafásica ou cromossomos retardatários em anáfase e/ou telófase. As freqüências de CMP normais/anormais encontradas na microsporogênese salientam a grande variação existente entre as espécies. Ressalta-se a ausência de CMP com anomalias na microsporogênese de Monstera deliciosa Adans., assim como em M I de Anthurium scandens (Aubl) Engl. e em M II de Caladium hortulanum Birdsey. O número observado de CMP anômalas, em M I e M II, nas espécies Syngonium podophyllum Schott e Zantedeschia aethiopica Spreng, foi maior que o esperado. A freqüência média de tétrades normais em dez espécies de aráceas, assim como a de grãos de pólen viáveis em 17 espécies, foi significativamente superior à freqüência média de anormais e de inviáveis, respectivamente.
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Meiose e viabilidade polínica em linhagens avançadas de pimenta.

Meiose e viabilidade polínica em linhagens avançadas de pimenta.

Para as linhagens CNPH 3773 e CNPH 3000, houve uma proporção relativamente alta de grãos de pólen mal corados e vazios, em relação à regularidade observada nas diferentes fases da meiose. Resultado semelhante foi observado para uma população de Vriesea gigantea em que apesar de ter uma meiose regular apresentou baixa viabilidade polínica. Depressão endo- gâmica, além de causas não genéticas, incluindo estágio do pólen e fatores físicos como temperatura e umidade são citadas como fatores que podem afetar a viabilidade do pólen (Palma-Silva et al., 2008). De acordo com Shopova (1966) a autofertilização pode ser considerada como causa de distúrbios observados na meiose em C. annuum, C. frutescens e C. pubescens, mas esses não teriam, ne- cessariamente, influência na fertilidade das plantas analisadas. Vírus e outros patógenos podem, também, alterar os processos citológicos em Capsicum, ocasionando irregularidades meióticas (Mircova & Sotirova, 1995), assim
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Meiose e viabilidade polínica em acessos de Capsicum annuum e Capsicum baccatum.

Meiose e viabilidade polínica em acessos de Capsicum annuum e Capsicum baccatum.

O índice meiótico (IM) dos quatro acessos estudados pode ser encontrado na tabela 1. O acesso UENF 1562 apresentou o maior valor de IM (93,67%), enquanto UENF 1495 apresentou o menor IM (75,60%). Apesar de LOVE (1951) estabelecer que plantas com índices meióticos abaixo de 90% podem ter uso restrito no melhoramento, no presente estudo, os acessos apresentaram IM satisfatórios próximos de 90%, o que pode ser verificado na viabilidade polínica, que foi alta. A formação do grão de pólen segue dois padrões de citocinese, determinados pelo momento em que ela ocorre durante a meiose. Na citocinese simultânea, nenhuma parede é formada depois da meiose I (ESAU, 1977). Nesse caso, os micrósporos
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CARACTERIZAÇÃO MORFOANATÔMICA, CONTAGEM CROMOSSÔMICA E VIABILIDADE POLÍNICA DE BIÓTIPOS DE AZEVÉM SUSCETÍVEL E RESISTENTES AO HERBICIDA GLYPHOSATE.

CARACTERIZAÇÃO MORFOANATÔMICA, CONTAGEM CROMOSSÔMICA E VIABILIDADE POLÍNICA DE BIÓTIPOS DE AZEVÉM SUSCETÍVEL E RESISTENTES AO HERBICIDA GLYPHOSATE.

O cruzamento entre indivíduos diploides (2n) e tetraploides (4n) surge espontanea- mente e resulta em indivíduos triploides (3n) viáveis, mas caracteristicamente estéreis devido à presença de cromossomos não pareados na meiose. O conhecimento do nível de ploidia e do modo de reprodução das espécies é informação importante para determinar as estratégias de cruzamentos e condução de programas de melhoramento. Ainda, o nível de ploidia dos genótipos afeta a resposta das plantas daninhas aos herbicidas. Há relatos de que o azevém diploide apresenta susceti- bilidade diferencial ao herbicida glyphosate, porém o tetraploide se mostra mais tolerante, fato que pode explicar o controle insatisfatório da planta daninha nas áreas de cultivo. Entretanto, o estádio fenológico de desenvol- vimento das plantas pode afetar o grau de tolerância ao glyphosate em ambos os genótipos (Dors et al., 2010).
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Número cromossômico, análise meiótica e estimativa da viabilidade polínica em populações de Hyptis mutabilis (Rich.) Briq..

Número cromossômico, análise meiótica e estimativa da viabilidade polínica em populações de Hyptis mutabilis (Rich.) Briq..

Pela análise da microsporogênese, as populações apresentaram comportamento meiótico durante a meiose I e II (Tabela 1; Figuras 1-d, 1-e, 1- f, e 2-a, 2-e, 2-h, 2-i, 2-l), com algumas irregularidades em todas as populações, como presença de tetravalentes, trivalentes e univalentes em diacinese, cromossomos univalentes em metáfase I (Figura 2- m), pontes anafásicas, cromossomos retardatários em metáfase II (Figura 2-b e 2-f), anáfases e telófases I e II (Figura 2-c) e tríades em telófase II (Figura 2-d). Nas Figuras 1-a e 1-b da População Boca do Monte foi possível determinar número de cromossomos mitóticos de 2n = 28 e 2n = 32, o que evidencia a existência de polissomatia nessa espécie.
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Flora Polínica da Reserva do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil): Família: 61-Cucurbitaceae.

Flora Polínica da Reserva do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil): Família: 61-Cucurbitaceae.

RESUMO - (Flora Polínica da Reserva do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil). Família: 61 - Cucurbitaceae). Neste trabalho foram estudados os grãos de pólen de sete gêneros e 11 táxons de Cucurbitaceae (Anisosperma passiflora (Vell.) A. Silva Manso, Cayaponia cabocla (Vell.) Mart., C. martiana (Cogn.) Cogn., C. pilosa (Vell.) Cogn., C. villosissima Cogn., Echinocystis racemosa (Steud.) Mart. Crov., Melothria campestre Naudin., M. cucumis Vell. var. cucumis, Sicydium gracile Cogn., Sicyos polyacanthos Cogn. e Wilbrandia verticillata (Vell.) Cogn.), ocorrentes na “Reserva do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga”. São apresentadas descrições e ilustrações para todas espécies estudadas. Palavras-chave: Cucurbitaceae, flora polínica, grãos de pólen
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Flora polínica da Reserva do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil): família: 134-Apocynaceae.

Flora polínica da Reserva do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil): família: 134-Apocynaceae.

A família Apocynaceae está representada na vegetação do PEFI pelas espécies Allamanda schottii Pohl., Aspidosperma olivaceum Müll. Arg., A. polyneuron Müll. Arg., Condylocarpon isthmicum (Vell.) A. DC., Forsteronia australis Müll. Arg., F. rufa Müll. Arg., Macrosiphonia pinifolia (A.St.-Hill.) Malme, Mandevilla emarginata (Vell.) C. Escurra, M. pohliana (Mart. ex Stadelm.) A.H. Gentry, M. urophylla (Hook. f.) Woodson, Peltastes peltatus (Vell.) Woodson, Prestonia calycina Müll. Arg., P. coalita (Vell.) Woodson, Rauvolfia sellowii

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Flora polínica da Reserva do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil): família: 135-Asclepiadaceae.

Flora polínica da Reserva do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil): família: 135-Asclepiadaceae.

Figuras 13-24. Fotomicrografi as dos polinários da família Asclepiadaceae. 13. Ditassa tomentosa (Decne.) Fontella. Polínia e caudícula, mostrando a membrana reticulada basal. 14-16. Gomphocarpus physocarpus E. Mey. 14. Vista geral do polinário. 15. Polínia e caudícula removidas do polinário. 16. Detalhe dos grãos de pólen na polínia. 17-20. Gonioanthela axillaris (Vell.) Fontella & E.A. Schwarz. 17. Vista geral do polinário. 18. Corpúsculo e caudículas. 19. Polínias e caudículas. 20. Detalhe dos grãos de pólen na polínia. 21-23. Mate- lea glaziovii (E. Fourn.) Morillo. 21. Corpúsculo. 22. Corpúsculo e caudículas. 23. Polínia. 24. Orthosia urceolata Fourn. Vista geral do polinário. Escalas nas fi guras 13, 16, 17 = 50 μm; 18-20, 24 = 30 μm; demais fi guras = 100 μm.
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Flora Polínica da Reserva do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil): Família: 136-Solanaceae.

Flora Polínica da Reserva do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil): Família: 136-Solanaceae.

A família Solanaceae está representada na Reserva, de acordo com Carvalho (1985) por 12 gêneros e 41 espécies: Acnistus Schott ( A. arborescens (L.) Schlecht.), Athenaea Sendtn. (A. picta (Mart.) Sendtn.), Brunfelsia L. (B. latifolia Benth., B. pauciflora (Cham. & Schlecht.) Benth.), Capsicum L. (C. flexuosum (L.) Sendtn., C. villosum (L.) Sendtn.), Cestrum L. (C. amictum (L.) Schlecht., C. corymbosum (L.) Schlecht., C. lanceolatum (L.) Miers, C. schlechtendalii (L.) G. Don, C. sendtnerianum (L.) Mart. ex Sendtn.), Cyphomandra Mart. ex Sendtn. (C. diploconos Sendtn., C. velutina Sendtn.), Dyssochroma Miers (D. viridiflora (Sims) Ducke), Nicotiana L. (N. langsdorffii (Weinm.) Roem. & Schult.), Physalis L. (P. peruviana L., P. viscosa L.), Sessea R. & P. ( S. brasiliensis Tol.), Solandra Sw. ( S. grandiflora Sw.), e Solanum L. (S. americanum Mill., S. atropurpureum Schrank., S. bullatum Vell., S. capsicoides Allion., S. cernuum Vell., S. concinnum Schott ex Sendtn., S. didynum Dun., S. diflorum Vell., S. excelsum St. Hil. ex Dun., S. granuloso‑leprosum Dun., S. hoehnei Morton, S. inaequale Vell., S. inodornum Vell., S. lycocarpum St. Hil. ex Dun., S. mauritianum Scop., S. paniculatum L., S. rufescens Sendtn., S. sisymbriifolium Lam., S. swartzianum Roem. & Schult., S. vaillantii Dun., S. variabile Mart., S. viarum Dun.).
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Flora polínica da reserva do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga(São Paulo, Brasil) Família: 54-Passifloraceae.

Flora polínica da reserva do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga(São Paulo, Brasil) Família: 54-Passifloraceae.

O presente trabalho faz parte do projeto elaborado por Melhem et  al.  (1984), que visa caracterizar morfologicamente os grãos de pólen das famílias ocorrentes na Reserva do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (PEFI), com o objetivo de complementar os levantamentos taxonômicos realizados na mesma área segundo planejamento apresentado por Melhem et al. (1981). O formato atual da Flora polínica segue Cruz-Barros & Souza (2005).

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Flora Polínica da Reserva do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil) Família 68: Sapotaceae

Flora Polínica da Reserva do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil) Família 68: Sapotaceae

A família Sapotaceae de acordo com Melo et al. (1984), está representada na Reserva por seis gêneros e oito espécies: Chrysophyllum marginatum (Hook. & Arn.) Radlk., Diploon cuspidatum (Hoehne) Cronq., Ecclinusa ramiflora Mart., Micropholis cuneata Pierre ex Glaziou, Pouteria bullata Baehni,

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Flora Polínica da Reserva do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil). Família: Urticaceae.

Flora Polínica da Reserva do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil). Família: Urticaceae.

A família está representada na Reserva por sete gêneros e 11 espécies, de acordo com Romaniuc- Neto et al. (2009: Boehmeria cylindrica (L.) Sw., Cecropia glaziovii (Snethl), C. hololeuca (Miq), C. pachystachya Trécul, Coussapoa microcarpa (Shott ) Rizzini, Laportea aestuans (L.) Chew, Phenax sonneratti (Poir.) Wedd., Pilea microphylla (L.) Liebm., Urera baccifera (L.) Gaudich. ex Wedd., U. caracasana (Jacq.) Griseb., e U. nitida (Vell.) Brack.

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Flora Polínica da Reserva do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil): Família: 90-Melastomataceae.

Flora Polínica da Reserva do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil): Família: 90-Melastomataceae.

Observações: os materiais S.C. Chiea et al. 1 (SP), 2 (SP), S.C. Chiea 27 (SP), 92 (SP), S.C. Chiea et al. 113 (SP), J. A. Corrêa 87 (SP), A. Custodio Filho 11 (SP), T.P. Guerra & M. Kirizawa 9 (SP), F.C. Hoehne s.n. (SP28705), M. Kirizawa 49 (SP), H. Makino 117 (SP), M.R.O. Santos 24 (SP) e M.S.F. Silvestre 97 (SP), citados por Chiea (1990), estavam representados por frutos ou escassos de botões florais para análise polínica, por isso foi utilizado material de outra localidade para descrever a espécie. Para Leandra scabra, a única referência polínica encontrada na literatura é a de Barth & Barbosa (1975) que descreveram seus grãos de pólen como 3-colporados, 3-pseudocolpados, pseudocolpos sem opérculo, perprolatos (P = 19,5 µm e E = 8,5 µm), psilados. Os resultados do presente estudo divergem dos das referidas autoras por apresentarem grãos de pólen 3-colporados, 3-colpados, colpos com opérculo, prolato-esferoidais, exina rugulada. Vale ressaltar que quanto às aberturas, houve apenas uma divergência nomenclatural, tendo em vista que Barth & Barbosa (1975) definem os colpos como pseudocolpos. Material estudado: BRASIL. R IO DE J ANEIRO : Parati,
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Flora polínica da Reserva do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil): família: 107-Euphorbiaceae s.l.

Flora polínica da Reserva do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil): família: 107-Euphorbiaceae s.l.

Devido à sinonimização do gênero Chamaesyce em Euphorbia, as espécies tratadas em Chamaesyce na monografia da família Euphorbiaceae para o Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (Cordeiro 1989), aparecem no presente trabalho em Euphorbia. Da mesma forma, Plukenetia serrata (Vell.) L.J. Gillespie foi considerada como Fragariopsis scandens A. St.-Hil., um dos seus sinônimos atuais. As espécies Sapium glandulosum (L.) Morong e Savia dictyocarpa Müll. Arg., também foram tratadas por Cordeiro (1989) pelo nome de um de seus sinônimos, respectivamente Sapium glandulatum (Vell.) Pax e Securinega guaraiuva Kuhlm. Devido a um problema de identificação as coleções de Gonatogyne brasiliensis Müll. Arg., foram erroneamente identificadas em Cordeiro (1989), como Savia dictyocarpa Müll. Arg., o que foi corrigido no presente trabalho.
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MORFOLOGIA E MEIOSE EM CULTIVARES E ESCAPEES DE MANDIOCA (

MORFOLOGIA E MEIOSE EM CULTIVARES E ESCAPEES DE MANDIOCA (

Oito taxas da mandioca Manihot esculenta Crantz: seis variedades denominadas UnB 032, UnB 318, UnB 530, UnB 567, UnB 110, UnB 122, e dois escapees, foram estudados citogenética e morfologicamente. Avaliou-se o comportamento cromossômico meiótico, em que cinco das seis variedades (UnB 032, UnB 318, UnB 530, UnB 567, UnB 110) registraram pareamento regular. Na metáfase I, o pareamento apresentou uma variação de 18 bivalentes até 17 bivalentes, e um par de univalentes, com uma frequência média de bivalentes de 17,7-18. Tal pareamento refletiu na formação de tétrades – apresentando variação de 94,2-96.1% de regularidade – e na viabilidade do pólen, que esteve entre 79-94.5%, conforme cada variedade e idade. Entre as cultivares, a exceção foi a variedade UnB 122, que apresentou pareamento irregular de 16 bivalentes e dois pares de univalentes – o que comprometeu a formação das tétrades, observando-se 31,3% de regularidade e, consequentemente, baixa fertilidade de pólen: 19,8%. Este fato pode ser interpretado devido a natureza híbrida entre mandioca e Manihot anomala Pohl. Os escapees apresentaram características morfológicas que permitem ser reconhecidas nos espécimes dos herbários e em habitat natural, mesmo não sendo suficientemente robustos para serem distinguidos como espécies. O registro dos referidos escapees – algo novo para a cultura da mandioca – merece especial atenção, devendo ser ação de futuras pesquisas, uma vez que estes podem facilitar o cruzamento com a espécie cultivada, tornando-se uma questão de interesse relevante para o melhoramento da cultura.
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O USO DE UM FRAGMENTO DO MARCADOR matK COMO SEQUÊNCIA DNA barcode EM ARACEAE

O USO DE UM FRAGMENTO DO MARCADOR matK COMO SEQUÊNCIA DNA barcode EM ARACEAE

A capacidade de identificar com precisão as espécies, ou qualquer outro nível taxonômico, é fundamental para a pesquisa e o estudo da diversidade biológica. Porém, o número de especialistas disponíveis é hoje muito menor que a demanda. Nesse contexto, ferramentas moleculares de identificação, como os DNA barcodes, podem representar uma alternativa para a identificação de materiais biológicos portadores de DNA intacto. Assim, foi objetivo do presente capítulo avaliar a funcionalidade e a precisão da abordagem barcode em recuperar, de forma inequívoca, a identificação molecular de um táxon desconhecido para a ciência (AraceaeX). O fragmento-alvo de matK (sequência barcode) obtido para AraceaeX foi comparado aos demais acessos de Araceae que formavam o Perfil de Referência, construído no Capítulo1. Foi possível verificar que a sequência desconhecida (AraceaeX) guardava estreita relação com o gênero monoespecífico Bognera Mayo & Nicolson, pertencente a tribo Spathicarpeae, porém diferia deste molecular e morfologicamente. Os resultados aqui apresentados serviram como base para a descrição de um novo gênero em Araceae: Lorenzia E.G. Gonç. gen. nov. inéd., instituído pela criação da espécie Lorenzia umbrosa E.G. Gonç. sp.nov. inéd., anteriormente denominada AraceaeX. Porém, é preciso ressaltar que esta ferramenta molecular, embora poderosa, não substitui o trabalho do sistemata, sendo seu resultado extremamente dependente, em última análise, dos estudos deste profissional.
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Anatomia dos órgãos vegetativos de Dieffenbachia picta Schott (Araceae) com ênfase na distribuição de cristais, laticíferos e grãos de amido.

Anatomia dos órgãos vegetativos de Dieffenbachia picta Schott (Araceae) com ênfase na distribuição de cristais, laticíferos e grãos de amido.

A família Araceae é constituída por cerca de 100 gêneros e 3000 espécies. No Brasil, ocorrem 35 gêneros e cerca de 400 espécies (Souza; Lorenzi, 2005). Seus representantes apresentam distribuição cosmopolita, mas estão melhor representados nas regiões tropical e subtropical, sendo muito comuns em fl orestas tropicais (Judd et al., 2002). São herbáceos, escandentes ou epífi tos, às vezes aquáticos; possuem rizomas ou cormos, ráfi des de oxalato de cálcio e, ocasionalmente, látex (Souza;

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Composição química e valor nutricional para grandes herbívoros das folhas e frutos de aninga (Montrichardia linifera, Araceae) .

Composição química e valor nutricional para grandes herbívoros das folhas e frutos de aninga (Montrichardia linifera, Araceae) .

The aninga (Montrichardia linifera, Araceae) is often found in the floodplain ecosystems of the Amazon and is the natural diet of animals such as manatees, turtles, fish, buffalo and cattle. Aiming to contribute to the chemical knowledge and nutritional value of this plant, leaves and fruits of M. linifera were collected on the banks of the Guama and Maratauira rivers, Para State, Brazil. We determined the moisture content, ash mineral composition, lipids, protein, fiber, carbohydrate and caloric value of the fruits and leaves. The mineral composition (Ca, Mg, Cu, Fe, Zn and Mn) was obtained by flame atomic absorption spectrometry. The leaves and the fruits of M. linifera had caloric values of 289.75 kcal and 355.12 kcal, respectively; and a low protein concentration, 0.44% for leaves and 0.24% for fruits. Manganese concentrations were 3279.46 mg kg -1 for leaves
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Avaliação de diferentes sistemas de maturação para aumentar a competência de ovócitos bovinos

Avaliação de diferentes sistemas de maturação para aumentar a competência de ovócitos bovinos

Em resposta à onda pré-ovulatoria do LH, os ovócitos, retomam a meiose e sofre o processo de maturação (Mayes & Sirard, 2001). Os ovócitos estimulados rompem a vesícula germinativa e, progride na meiose, passando pelos estágios de metáfase I, anafáse I, telófase I, completando o primeiro ciclo meiótico com a explusão do primeiro corpúsculo polar e, imediatamente atingindo a metáfase II. Nesse estágio o ovócito é retido pela segunda vez, e permanece desta forma até o momento da fecundação (Van Der Hurk & Zhao, 2005). Com a entrada do espermatozoide no citoplasma durante a fecundação, o ovócito completa a sua segunda divisão meiótica, com a extrusão do segundo corpúsculo polar. A ploidia retorna a sua configuração inicial, (2n) com a interação do material genético (singamia), formando assim o zigoto, que dará origem ao embrião (Adona, 2006).
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Lemnoideae (Araceae) no estado do Paraná, Brasil.

Lemnoideae (Araceae) no estado do Paraná, Brasil.

Poucas floras foram realizadas com esta família, destacando a Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo (Pott 2002), na qual foram encontradas oito espécies para o estado: Lemna aequinoctialis Welw., L. minuta Kunth, L. valdiviana Phill., Landoltia punctata (G. Mey) Les & D.J. Crawford, Spirodela intermedia W. Koch, Wolffia arrhiza (L.) Horkel ex Wimm., Wolffia brasiliensis Wedd., Wolffiella oblonga (Phil) Hegelm. Recentemente foi publicada a Flora do Ceará (Andrade et al. 2013), onde foram encontradas cinco espécies: Lemna aequinoctialis, L. minuta, Spirodela intermedia W. Koch, Wolffia columbiana H.Karst., Wolffiella welwitschii (Hegelm.) Monod.
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