Top PDF Melanoma cutâneo: estudo prospectivo de 42 casos.

Melanoma cutâneo: estudo prospectivo de 42 casos.

Melanoma cutâneo: estudo prospectivo de 42 casos.

Resumo: Estudo longitudinal prospectivo de 42 casos de melanoma cutâneo revelou: 71,2% entre 50 e 79 anos; distribuição etária homogênea entre os gêneros masculino (45,1%) e feminino (54,7%); predominância de brancos (88%); localização no tronco (54,7%) (p=0,039); tipo clínico-histológico expansivo superficial (52,3% / 26,1%) (p=0,02); 16 casos (38,1%) IA e nove melanomas in situ (21,4%).

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Melanoma cutâneo: estudo prospectivo de 65 casos.

Melanoma cutâneo: estudo prospectivo de 65 casos.

Em um caso de melanoma acral, o paciente desenvolveu no primeiro mês de pós-operatório (amputação transmetatarsiana) linfonodomegalia elástica, pouco dolorosa, na cadeia inguinal satélite. Foi feita prova terapêutica com cefalexina (50mg/kg/dia/VO) durante 14 dias, considerando a possibilidade de infecção no coto. Houve involução dos linfonodos. O uso de antibióticoterapia como recurso na definição de adenomegalia metastática X inflamatória é uma prática em Oncologia, porém não citada para melanomas.

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Fatores prognósticos para a metástase no melanoma cutâneo

Fatores prognósticos para a metástase no melanoma cutâneo

FUNDAMENTOS: O melanoma é neoplasia que apresenta alta mortalidade se diagnosticado em estádios avançados. Sua incidência aumenta de modo alarmante em todo o mundo e, apesar do progresso recente na terapêutica dos tumores metastáticos nos últimos anos, o prognóstico dos casos disseminados mantém-se reservado. Desta forma, a identificação precoce dos pacientes de risco para o desenvolvimento de metástases torna-se a principal estratégia para a redução da mortalidade. OBJETIVO: Avaliar a influência de oito fatores clínicos, epidemiológicos e histopatológicos no desenvolvimento de metástases nos pacientes com melanoma cutâneo primário. MÉTODOS: Instituiu-se uma coorte histórica entre janeiro de 1995 e janeiro de 2012, que incluiu pacientes com diagnóstico de melanoma cutâneo primário invasivo atendidos no Serviço de Dermatologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais e no serviço privado Oncologia Cirúrgica do Aparelho Digestivo pelo período mínimo de um mês. As seguintes variáveis clínicas e histopatológicas foram analisadas: gênero, idade, história familiar de melanoma, localização do tumor primário, tipo clinicopatológico, espessura de Breslow, ulceração histológica e índice mitótico. A análise univariada pelo método de Kaplan-Meier e a multivariada pelo método de Cox [Hazard Ratio (HR)] foram utilizadas para o cálculo do tempo livre de doença. RESULTADOS: Foram incluídos 514 pacientes no estudo. Destes, 135 (26,3%) apresentaram metástase ao longo do seguimento. À análise univariada, que incluiu todos os 514 pacientes, os seguintes fatores de risco significativos foram identificados: gênero (p = 0,0007), idade (p = 0,0566), localização do tumor (p = 0,0054), tipo clinicopatológico (p < 0,0001), espessura de Breslow (p < 0,0001), ulceração (p <
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Preditores de qualidade de vida em pacientes com melanoma cutâneo no serviço de dermatologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre.

Preditores de qualidade de vida em pacientes com melanoma cutâneo no serviço de dermatologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre.

No presente estudo, os pacientes que apresentavam história familiar de melanoma cutâneo, apesar de poucos (seis casos), tiveram diferença significativa na pontuação do questionário quando comparados àqueles pacientes que não tinham história familiar. Poderia, portanto, ser levantada a hipótese de que pacientes com mais informações e conhecimento do curso da doença estariam mais preparados para lidar com o diagnóstico do tumor. O fato de ser casado foi associado com um melhor escore de qualidade de vida. Isso pode indicar que a presença de um(a) companheiro(a) gera um maior conforto e suporte emocional ao paciente com diagnóstico de melanoma.
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Melanoma cutâneo: estudo epidemiológico de 30 anos em cidade do sul do Brasil, de 1980-2009.

Melanoma cutâneo: estudo epidemiológico de 30 anos em cidade do sul do Brasil, de 1980-2009.

mulheres e 30,4 nos homens na taxa ajustada. As taxas de incidência padronizadas por década, faixa etá- ria e sexo atingiram 141 casos em homens e 103 no sexo feminino por 100.000 habitantes/ano entre 65 a 69 anos. O melanoma disseminativo superficial aconteceu em 53% dos casos, seguido do melanoma nodular com 37%, e a principal localização foi no tronco (47%). Os diagnósticos precoces atingiram 62,5% com Breslow < 1 mm.

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Perfil epidemiológico e histopatológico dos casos de melanoma cutâneo primário diagnosticados em Criciúma no período entre 2005 e 2007.

Perfil epidemiológico e histopatológico dos casos de melanoma cutâneo primário diagnosticados em Criciúma no período entre 2005 e 2007.

Segundo o Inca, o estado de Santa Catarina apresenta o maior número de casos de melanoma cutâ- neo (oito) por 100.00 habitantes do País, muito mais alto do que a média nacional, que é de três casos por 100.000 habitantes. Nos três anos avaliados neste estu- do, na cidade de Criciúma, com uma população de cerca de 190.000 habitantes, encontraram-se números muito mais elevados do que a média nacional e esta- dual. No ano de 2005, registraram-se 24 casos de mela- noma cutâneo, o que corresponde a uma média de 12,6 casos/100.000 habitantes. Já no ano de 2006, a incidência foi ainda maior, 15,2 casos/100.000 habitan- tes; em 2007, o número de casos, apesar de ter sido menor (9,4 casos/100.000 habitantes), ainda foi maior do que a média nacional e estadual. Sabendo-se da importância da estrutura médica de Criciúma para a região, o estudo pode ter sofrido um viés de migração, pois pacientes de cidades vizinhas procuram atendi- mento naquele município.
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Avaliação da alta ambulatorial em pacientes com melanoma cutâneo.

Avaliação da alta ambulatorial em pacientes com melanoma cutâneo.

Objetivo: realizar a avaliação da alta em um grupo de pacientes com melanoma cutâneo de acordo com critérios recentemente estabelecidos. Métodos: Métodos: Métodos: Métodos: Métodos: estudo observacional de corte transversal de 32 pacientes com melanoma cutâneo atendidos no HUCFF/ UFRJ, entre 1995 e 2013, nos seguintes estágios: IA (17 casos/53,12%), IB (4 casos/12,5%), IIA (3 casos/9,37%), IIC (1 caso/3,12%), IIIB (1 caso/3.12%), IIIC (3 casos/9,37%), melanomas in situ (2 casos/6,25%), Tx (1 caso/3,12%). Resultados: Resultados: Resultados: Resultados: Resultados: o tempo de seguimento ambulatorial variou de um a 20 anos (estágio IA), cinco a 15 anos (estágio IB), de seis a 17 anos (estágio IIA), 20 anos (estágio IIC), 23 anos (estágio IIIB) e de 14 a 18 anos (estágio IIIC). O melanoma Tx foi acompanhado por 12 anos, um melanoma in situ teve alta imediata e outro, subungueal, permaneceu em acompanhamento por quatro anos. Não foram observadas recidivas ou recurrências. Conclusão:
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A precocidade diagnóstica do melanoma cutâneo: uma observação no sul do Brasil.

A precocidade diagnóstica do melanoma cutâneo: uma observação no sul do Brasil.

Por tratar-se de um estudo de base hospitalar, o esperado seria a verificação de neoplasias com fatores de pior prognóstico, devido a um possível diagnóstico mais tardio. Porém, mesmo sendo um estudo de nível terciário de atendimento, há um predomínio (63,1%) de melanomas considerados finos (Breslow ≤1mm), sendo que 26,2% da totalidade dos casos eram in situ, indicando uma relativa precocidade diagnóstica. É interessante comparar estes dados com estudos prévios da década de 90 surgidos em Porto Alegre, pois há importantes diferenças quanto à precocidade diagnóstica do melanoma. Por exemplo, Venegas et al. in situ.6 Em 1997, um estudo realizado em labo- ratórios de patologia em Porto Alegre apresentou 2,15% dos melanomas como in situ e 31,5% com Breslow ≤1,5mm7 (1992); um estudo de base hospi- talar evidenciou apenas 15,8% de melanoma com Breslow ≤1,5mm e apenas 1% de lesões.
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Melanoma cutâneo: estudo de base populacional em Goiânia, Brasil, de 1988 a 2000.

Melanoma cutâneo: estudo de base populacional em Goiânia, Brasil, de 1988 a 2000.

Neste estudo, a série temporal analisada ainda reflete o efeito inicial de cadastro de casos novos de câncer pelo RCBP de Goiânia e a dificuldade no cor- reto preenchimento do diagnóstico da causa mortis nos atestados de óbito; contudo já se aproxima de um patamar de estabilização, que em geral é alcançado após 15 a 20 anos de notificação. Assim, as análises de tendências de incidência e mortalidade do MC em Goiânia serão continuadas na próxima década e a futura análise da sobrevida dos casos registrados será um divisor que poderá nortear políticas de saúde na prevenção e detecção precoce dessa neoplasia malig- na no município.
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Recidiva tardia de melanoma cutâneo: relato de caso

Recidiva tardia de melanoma cutâneo: relato de caso

Ao encontro destes resultados está um estudo observa- cional transversal, realizado em Itália e publicado em 2002 que, através da aplicação de um questionário de escolha múltipla com casos clínicos e imagens, avaliou a capaci- dade de 327 MF ao nível do diagnóstico precoce de neo- plasias cutâneas, respetivo diagnóstico diferencial e trata- mento e que veio a concluir que uma parte significativa dos MF não se sente confiante na sua capacidade de reconhe- cimento de neoplasias cutâneas, tendo identificado tam- bém défices de conhecimento nesta área. 29

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Estudo epidemiológico descritivo dos doentes de melanoma cutâneo acompanhados na...

Estudo epidemiológico descritivo dos doentes de melanoma cutâneo acompanhados na...

INTRODUÇÃO: O melanoma cutâneo constitui cerca de 3% de todos os tumores da pele. Atinge indivíduos jovens com média de idade de aparecimento entre 50 e 58 anos. Em torno de 20% dos doentes apresentarão doença avançada e morrerão antes de completar cinco anos de sobrevida. CASUÍSTICA E MÉTODOS: Neste estudo retrospectivo de 364 casos acompanhados de maio de 1993 a janeiro de 2006 descreveram-se as variáveis: sexo, idade, cor, localização da lesão primária, tipo de crescimento, espessura de Breslow, nível de Clark, presença de ulceração, estadiamento e suas correlações. RESULTADOS: Predominou o sexo feminino (58,8%) resultando em uma proporção de 1,4 mulheres para cada homem. A média das idades dos pacientes foi de 58,9 anos e a mediana de 61,0 anos. Pacientes não-brancos constituíram 13,7% da amostra. Para homens e mulheres o melanoma cutâneo localizou-se, predominantemente no tronco (24,3-38,0%) e pés (21,4-23,9%). O melanoma acrolentiginoso representou 22,3% de toda amostra. Os padrões melanoma expansivo superficial e melanoma nodular (p < 0,001) e lesões no tronco (52,8%) predominaram nos indivíduos brancos. O melanoma acrolentiginoso (64%) e a localização nos pés (68,2%) prevaleceram nos pacientes não-brancos. Observou-se minoria de casos com lesão primária in situ (14,6%- EC 0) e alto percentual de melanoma cutâneo espesso (39,7% > 4,0 mm). Presença de ulceração foi observada em 13,4% para tumores finos (= 1,0 mm). Homens apresentaram lesões mais espessas (p = 0,011) e ulceradas (p < 0,001) em relação às mulheres, assim como idosos em relação à não idosos (p = 0,021 para a espessura e p = 0,015 para ulceração). A sobrevida média para os pacientes com doença localizada foi de 97,8 meses e a taxa de sobrevida específica para melanoma cutâneo foi de 85,1% em três anos. CONCLUSÕES: Esta amostra constituiu-se de pacientes com tumores espessos e ulcerados denotando diagnóstico tardio do melanoma cutâneo e pior prognóstico. Caracterizou-se por apresentar predomínio de mulheres, de pacientes não-brancos, de lesões nas extremidades e de melanoma acrolentiginoso.
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Infecções dos espaços cervicais: estudo prospectivo de 57 casos.

Infecções dos espaços cervicais: estudo prospectivo de 57 casos.

O bjetivo: apesar da antibioticoterapia, as infecções dos espaços cervicais profundos continuam a ter grande importância, tanto por sua alta incidência, como pelo risco de complicações. Forma de estudo: clínico, prospectivo. Material e método: descrevem-se neste estudo 57 casos de pacientes com diagnóstico de infecção cervical (celulite, abscesso e fasceíte necrotizante) internados na Enfermaria de Otorrinolaringologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP entre janeiro de 1999 e janeiro de 2001. Cinqüenta pacientes (87,7%) apresentavam abscesso cervical, cinco (8,8%), celulite e dois pacientes (3,5%), fasceíte necrotizante. A infecção odontogênica foi o foco de origem mais prevalente, responsável por 24 casos (42%), seguida das amigdalites (17,5%) e linfadenites (15,8%). Os espaços cervicais mais acometidos foram o submandibular (57,9%), o sublingual (26,3%) e o parafaríngeo (24,6%). Em 53 pacientes realizaram- se culturas das quais 71,7% foram positivas, sendo que 20,8% destas apresentaram flora mista. Os microorganismos mais prevalentes dentre os aeróbicos foi o Streptococcus viridans (41,5%) e, dentre os anaeróbios, Peptostreptococcus micros e Peptostreptococcus sp (5,7% e 3,8%, respectivamente). A associação entre penicilina cristalina e metronidazol foi o tratamento preconizado em 31 pacientes (54,3%). Nos demais, diversos antibióticos como clindamicina, cefalosporinas de terceira geração, cloranfenicol e oxacilina foram utilizados. Cinqüenta e quatro pacientes (94,7%) evoluíram satisfatoriamente, dois (3,5%) apresentaram deiscência da ferida cirúrgica e um (1,7%) foi a óbito por mediastinite. Conclusão: os abscessos cervicais ainda configuram uma importante causa de morbidade em nossa população e suas complicações requerem vigilância para a prevenção e abordagem oportunas, especialmente pelo tratamento mais adequado.
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Avaliação anatomoclínica e molecular do melanoma cutâneo em pacientes jovens (idade...

Avaliação anatomoclínica e molecular do melanoma cutâneo em pacientes jovens (idade...

A incidência do melanoma cutâneo em pacientes adultos jovens tem aumentado consideravelmente nos últimos anos. Há, contudo, carência de conhecimentos clinicopatológicos e moleculares sobre os melanomas que ocorrem nessa faixa etária. O presente estudo teve por objetivo avaliar 132 casos de melanoma cutâneo primário em pacientes com idade entre 18 e 30 anos, com ênfase no estudo das características clínicas, histopatológicas e avaliação molecular das mutações nos genes BRAF, NRAS e KIT. Em relação aos achados clínicos e histopatológicos, houve predomínio de indivíduos do sexo feminino (61,4%), sendo o tronco o sítio anatômico mais comumente envolvido (44,3%) e o melanoma extensivo superficial o tipo histológico predominante (79,5%). A mutação V600E no gene BRAF (BRAF V600E ) foi analisada em 93 casos, utilizando-se a técnica de RT-PCR.
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Nível sérico de vitamina D3 em portadores de melanoma cutâneo.

Nível sérico de vitamina D3 em portadores de melanoma cutâneo.

A média dos níveis de vitamina D nos 100 pacien- tes com melanoma (25,7ng/mL) foi inferior aos ní- veis recomendados como suficientes na prática clínica (>30ng/L), porém acima da média do grupo controle do HIAE (18,3ng/mL). Dos 100 estudados, 69 apresen- taram níveis de vitamina D <30ng/mL. Será que os va- lores padrões estão adequados e, assim, grande parte da população apresenta níveis insuficientes de vitamina D, incluindo os pacientes portadores de melanoma, ou tal padrão precisa ser reavaliado? Quando analisamos os pacientes portadores de melanoma em atividade (média=26,5ng/mL) e sem atividade (média=22,9ng/mL), a deficiência da vitamina D3 apresentou distribuição semelhante nos dois grupos, com 76,5% e 67,5%, res- pectivamente (p=0,1824).
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Estudo prospectivo das complicações da Doença de Kawasaki: análise de 115 casos.

Estudo prospectivo das complicações da Doença de Kawasaki: análise de 115 casos.

Objetivo: Chamar a atenção para as complicações, que podem surgir em qualquer fase da Doença de Ka- wasaki (DK), para os fatores de risco que contribuem para o aparecimento dessas complicações e para as possíveis sequelas da doença, sejam elas transitórias ou permanentes. Métodos: Estudo prospectivo (coorte clínica) realizado entre abril de 2002 e abril de 2009 de 115 pacientes com DK internados no serviço de Reumatologia Pediátrica do Hospital Geral do Distrito Federal. Todos os pacientes foram sequencialmente avaliados com exames clínicos e laboratoriais, ecocardiogramas com Doppler, imitanciometria, potenciais evocados auditivos, avaliação psicológica, exame otalmológico e, em um paciente com coreia, angiorres- sonância magnética cerebral. Em todos os pacientes foram aplicados questionários avaliando a possível presença de diiculdades cognitivas, emocionais, comportamentais e sociais. Resultados: Vinte e cinco pacientes (21,7%) apresentaram aneurismas de coronárias. Trinta e oito pacientes (33%) apresentaram perda auditiva neurossensorial durante a doença aguda e subaguda, e 13 pacientes (11,3%) mantiveram a perda auditiva seis meses após a primeira avaliação. Outras complicações observadas foram: paralisia facial em um paciente (0,9%), ataxia na fase aguda e subaguda em 11 pacientes (9,5%), complicações otalmológicas em 15 pacientes (13,2%), constatando-se uveíte em 13, edema de papila em um paciente e hemorragia conjun- tival em outro. Um paciente apresentou coreia (0,9%) sendo que a angioressonância magnética evidenciou alterações compatíveis com isquemia cerebral. Em um paciente constatou-se a presença de aneurisma de aorta torácica (0,9%), e outro apresentou vasculite necrosante que evoluiu com gangrena periférica e perda da ponta da língua (0,9%). Alterações de comportamento durante a convalescença (20%) foi observada em 23 crianças. Conclusão: A DK pode evoluir com complicações diversas, mesmo meses após a fase aguda da doença, eventualmente resultando em sequelas permanentes. Quanto mais precoce forem o diagnósti- co e a intervenção terapêutica com a administração de IgG IV, menor será a ocorrência de complicações. Presença de trombocitose, anemia e de atividade inlamatória elevada e por tempo prolongado são fatores de risco para o aparecimento de complicações.
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Microscopia confocal reflectante aplicada ao diagnóstico do melanoma cutâneo.

Microscopia confocal reflectante aplicada ao diagnóstico do melanoma cutâneo.

A microscopia confocal é uma metodologia pro- missora, através da qual poderemos compreender inúmeros aspectos patológicos e fisiológicos cutâ- neos. É capaz de examinar a epiderme e derme, ava- liando suas estruturas teciduais em tempo-real, moni- torando processos dinâmicos. Suas aplicações incluem a pesquisa clínica, bem como o diagnóstico de diversas condições, inclusive o melanoma cutâneo com sensibilidade de 97,3% e especificidade de 72,3% nesta doença. Sendo, desta forma, uma importante ferramenta diagnóstica, auxiliar à dermatoscopia e à

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Corno cutâneo: estudo histopatológico retrospectivo de 222 casos.

Corno cutâneo: estudo histopatológico retrospectivo de 222 casos.

O presente trabalho visa, por meio de um estu- do retrospectivo, a reconhecer as lesões histopatoló- gicas de base dos cornos cutâneos de pacientes aten- didos no Serviço de Dermatologia do Hospital de Clínicas de Uberlândia entre os anos de 1990 e 2006, bem como delimitar, desse modo, um perfil epide- miológico dos pacientes que apresentaram diagnósti- co clínico-histopatológico de corno cutâneo no perío- do referido.

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Sirolimus and Primary Prevention of Non-melanoma Skin Cancer in Kidney Transplant Recipients – A Retrospective Study

Sirolimus and Primary Prevention of Non-melanoma Skin Cancer in Kidney Transplant Recipients – A Retrospective Study

RESUMO – Introdução: A imunossupressão desempenha um papel central na patogénese do cancro cutâneo, em transplantados renais. Recentemente tem sido estudado o potencial do sirolimus na redução da incidência de cancro cutâneo não-melanoma nesta população. Objetivo: Analisar a relação entre os esquemas imunossupressores de manutenção iniciais e o desenvolvimento de cancro cutâneo não-melanoma – carcinoma espinhocelular e carcinoma basocelular – em transplantados renais. Métodos: Análise retros- petiva dos registos clínicos de doentes submetidos a transplante renal entre os anos 2002 e 2012 e que vieram posteriormente a ser observados no nosso Serviço de Dermatologia. Os transplantados renais foram divididos em três grupos, de acordo com o esquema imunossupressor de manutenção inicial: grupo A (à base de sirolimus), grupo B (à base de tacrolimus), grupo C (à base de ciclospo- rina). Resultados: Dos 188 transplantados renais estudados, 24,5% (n=46) foram diagnosticados com 83 cancro cutâneo não-me- lanoma (42 carcinoma basocelular e 41 carcinoma espinhocelular). Não houve diferenças na sobrevivência livre do primeiro cancro cutâneo não-melanoma ou do primeiro carcinoma basocelular entre os grupos. A sobrevivência livre de primeiro carcinoma espinho- celular foi significativamente maior no grupo A (média 10,7 anos), quando comparado com os grupos B (média 7,48 anos) e C (média 8,29 anos). O hazard ratio bruto de carcinoma espinhocelular foi significativamente superior nos grupos C (7,74, p = 0,05) e B (9,02, p = 0,03), em comparação com o grupo A. Contudo, após ajuste para a idade à data de transplante, estes valores perderam signifi- cado estatístico. Conclusão: Ainda que o switch para sirolimus esteja descrito como benéfico na prevenção secundária de carcinoma espinhocelular em transplantados renais, a sua utilização ab initio não pareceu apresentar o mesmo efeito protetor.
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Protocolo informatizado de dados clínicos e cirúrgicos em lipoaspiração

Protocolo informatizado de dados clínicos e cirúrgicos em lipoaspiração

Na área médica, em 1958, foi publicado um artigo onde se realizava análise de dados por meio de um computador primitivo, para fazer o diagnóstico diferencial de doenças hematológicas 3 (LIPKIN & HARDY, 1958). Em 1960, SCHENTHAL, SWEENEY e NETTLETON reportram um estudo utilizando um computador para armazenamento de dados de pacientes que incluíam o código do diagnóstico, o histórico completo, o exame físico, além de exames de laboratório 4 . Na área da cirurgia plástica, foi criado um sistema informatizado de arquivo e classificação de doenças 5 (LISTER, 1974). No Brasil, ROCHA NETO (1983), descreveu a importância do Sistema de Arquivo Médico (SAME) ser computadorizado para facilitar a recuperação de dados armazenados, contribuindo para a administração hospitalar e o aprimoramento do conhecimento médico 6 .
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J. vasc. bras.  vol.9 número1

J. vasc. bras. vol.9 número1

Resultados: Nos 60 pacientes avaliados, a TVP foi concomitante em 13 casos (21,67%) e a EP, em 17 pacien- tes (28,33%). Onze pacientes tinham quadro clínico suges- tivo de TVP, mas em apenas oito deles (61,5%) esse diagnóstico foi confirmado. Quatorze pacientes apresenta- ram quadro clínico sugestivo de EP, sendo este diagnósti- co confirmado em apenas seis (35,30%). Os pacientes com quadro de TVP e/ou EP associados foram anticoagulados com heparina e antivitamina K. Nenhum antecedente ava- liado foi preditivo para TVP ou para EP (p > 0,05). Entre- tanto, a presença de varizes diminuiu o risco de o paciente apresentar TVP (risco relativo = 9,09; IC95%: 1,75-50,00 e p = 0,023).
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