Top PDF Metodologia para avaliação da colagem em painéis compensados.

Metodologia para avaliação da colagem em painéis compensados.

Metodologia para avaliação da colagem em painéis compensados.

D906-64 (reaproved 1976) Standard Test Method for Strength Properties of Adhesives in Plywood Type Construction in Shear by Tension Loading.. Specification for Bond Performance of Venee[r]

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Resistência de painéis compensados de Pinus taeda tratados com preservantes ao ataque de fungos xilófagos.

Resistência de painéis compensados de Pinus taeda tratados com preservantes ao ataque de fungos xilófagos.

RESUMO: O trabalho teve como objetivo verificar o efeito de diferentes produtos preservantes e de diferentes retenções do produto sobre a resistência de painéis compensados de Pinus taeda ao ataque de fungos xilófagos. O delineamento experimental se constituiu de seis tratamentos, sendo dois tipos de produtos preservantes (CCA e CCB), duas retenções (4,0 e 6,5 kg/m³), um tratamento apenas com água, o qual teve como objetivo avaliar o efeito apenas do processo de aplicação dos preservantes, e um tratamento testemunha (sem tratamento). Os painéis compensados utilizados foram produzidos com a madeira de Pinus taeda, cinco lâminas de 3 mm de espessura e com o adesivo fenol-formaldeído na gramatura de 420 g/m² (linha dupla). Para a avaliação da resistência a biodegradação dos painéis compensados foi utilizada a metodologia proposta pela norma ASTM D2017(2005), sendo avaliados os fungos Trametes versicolor e Gloeophyllum trabeum . Na avaliação da resistência a biodeterioração dos painéis ao ataque do fungo Trametes versicolor não foi observado efeito significativo do tipo de produto e da retenção aplicada. Na avaliação quanto à resistência ao ataque do fungo Gloeophyllum trabeum , o produto CCA aplicado na retenção de 4,0 kg/cm³ proporcionou maior resistência a biodeterioração que o produto CCB também na mesma retenção, e na avaliação das duas retenções do produto CCB observou-se que o aumento da retenção para 6,5 kg/m³ resultou em melhora significativa na resistência a biodegradação dos painéis.
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Avaliação da qualidade da madeira de um híbrido de Pinus elliottii var. elliottii...

Avaliação da qualidade da madeira de um híbrido de Pinus elliottii var. elliottii...

Os dados da Tabela 14 mostram que o tempo de prensagem de 12 minutos para a produção dos painéis compensados do híbrido resultou em diminuição estatisticamente significativa do IE. Supõe-se que o tempo de 8 minutos pode não ter sido suficiente para que a temperatura dos pratos da prensa atingisse as camadas mais internas do painel durante a prensagem, proporcionando a formação de uma linha de cola com grau de cura relativamente inferior (sub-curada) e, por consequência disso, de menor resistência. Podem reforçar tal suposição os resultados das resistências da linha de colagem apresentados na Tabela 17, especialmente no caso dos compensados produzidos com lâminas obtidas das toras B, bem como na Tabela 18, especialmente no caso dos compensados produzidos com gramatura de cola de 420 g/cm². De outro lado, o prolongamento do tempo de prensagem para 12 minutos, além de ter proporcionado o alcance da temperatura ideal de cura do adesivo nas camadas mais internas do painel tornando a colagem relativamente mais resistente nestas regiões, adicionalmente pode ter atuado sobre a viscosidade do adesivo, reduzindo-a de modo a facilitar a sua penetração na estrutura celular da madeira, ancorando a linha de cola a maior profundidade, preenchendo maior volume interno e minimizando a magnitude das tensões de prensagem que teriam sido liberadas quando o painel entrou em contato com a água, resultando na redução do inchamento em espessura.
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Avaliação das propriedades físico-mecânicas de painéis compensados de Toona ciliata M. Roem. var. australis.

Avaliação das propriedades físico-mecânicas de painéis compensados de Toona ciliata M. Roem. var. australis.

RESUMO: Objetivou-se, com o presente trabalho, avaliar as propriedades físicas e mecânicas de painéis compensados produzidos a partir de madeira de Toona ciliata com duas pressões e duas gramaturas distintas, além da infl uência da inclusão de lâminas de Pinus sp. na qualidade desses painéis. Foram produzidos compensados de cinco lâminas com resina fenol-formaldeído. Os ensaios físico-mecânicos foram realizados de acordo com as especifi cações descritas na norma ABNT 31:000.05-001/2(2001). Os resultados de densidade aparente, absorção de água após 24 horas, fl exão estática (MOR e MOE) e resistência ao cisalhamento seco na linha de cola apresentaram diferenças signifi cativas entre os tratamentos. Todos os tratamentos apresentaram valor de MOE e MOR paralelo acima do exigido pela norma NBR 31.000.001/2:2001, no entanto apenas os painéis com inclusão de Pinus sp. no miolo atingiram MOE e MOR perpendicular acima do estipulado pela mesma. Para os ensaios de resistência de colagem ao esforço do cisalhamento, os painéis apresentaram valores superiores ao mínimo exigido pela norma EN 314-2 (1993). Comparando-se os painéis produzidos somente com Toona ciliata, não foi observada infl uência da gramatura de cola e da pressão sobre nenhuma das propriedades físicas e mecânicas avaliadas. A inclusão de lâminas de Pinus sp. tanto nas camadas internas quanto nas camadas externas dos painéis contribuiu para melhorar a maioria das propriedades físicas e mecânicas.
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Avaliação da colagem de suportes utilizados para fixar cabos elétricos em aeronaves

Avaliação da colagem de suportes utilizados para fixar cabos elétricos em aeronaves

Umas das propostas da realização deste trabalho consiste na constatação da redução de peso devido a substituição do método de fixação atual – uso de rebites – por uma metodologia alternativa que propõe a colagem dos suportes de cablagem na estrutura da aeronave. No entanto, pesou-se uma amostragem e, assim como ilustra a Tabela 8, essa redução não se mostrou significativa conforme as expectativas levantadas no início desse trabalho.

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AVALIAÇÃO DAS PROPRIEDADES DE PAINÉIS COMPENSADOS DE Melia azedarach L. PRODUZIDOS COM DIFERENTES GRAMATURAS E TEMPOS DE PRENSAGEM.

AVALIAÇÃO DAS PROPRIEDADES DE PAINÉIS COMPENSADOS DE Melia azedarach L. PRODUZIDOS COM DIFERENTES GRAMATURAS E TEMPOS DE PRENSAGEM.

A Tabela 5 apresenta os valores de resistência à flexão estática e da linha de cola a partir do compensado de Pinus brasileiro, fornecido pela ABIMCI (2002). Em comparação com os dados apresentados pela ABIMCI (2002), verificou-se que os valores obtidos no ensaio de flexão estática a partir dos painéis compensados de Melia azedarach atendem aos requisitos mínimos de MOR e MOE, em ambos os sentidos do ensaio. Observou-se ainda que, para o MOR, os resultados obtidos a partir dessa espécie, mesmo com colagem ureica, ultrapassaram os valores máximos mencionados, indicando um produto de elevada resistência. Já para o MOE foram verificados valores mais modestos, os quais, além de atenderem ao valor mínimo no sentido paralelo, são similares aos valores médios do compensado de Pinus brasileiro e, no sentido perpendicular, superam a média e muito se aproximam do valor máximo. Em razão desse resultado, pode-se afirmar que é uma espécie de elevado potencial para a produção de painéis compensados.
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Influência da gramatura na resistência da linha de cola aos esforços de cisalhamento em painéis compensados de Copaifera duckei Dawyer e Eperua oleifera Ducke.

Influência da gramatura na resistência da linha de cola aos esforços de cisalhamento em painéis compensados de Copaifera duckei Dawyer e Eperua oleifera Ducke.

pesquisa, ensaio seco e pós-fervura, com os valores médios apresentados na Tabela 13, foram verificados que os painéis avaliados atendem aos critérios estabelecidos, podendo ser indicados para uso interior e exterior, pois de acordo com a Norma EN 314-2 (1993) o valor médio da tensão de ruptura em conjunto com a porcentagem de falha na madeira proporciona uma avaliação mais completa e adequada sobre a qualidade da colagem o que não devem ser menores que o limite estabelecido conforme tabela abaixo.

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Produção de painéis compensados estruturais com diferentes composições de lâminas de Eucalyptus saligna e Pinus caribaea.

Produção de painéis compensados estruturais com diferentes composições de lâminas de Eucalyptus saligna e Pinus caribaea.

O compensado estrutural é classificado como de uso exterior (EX) e trata-se de um painel multilaminado, colado com resina fenolformaldeído e destinado para uso em ambientes com elevada umidade relativa e eventualmente em contato direto com a água. A sua aplicação se destina principalmente ao setor de construção civil, de construção naval e de embalagens (BALDWIN, 1995). O uso da resina fenolformaldeído confere ao compensado alta resistência à ação da umidade e da água, em razão da sua composição química. O processo de prensagem à alta temperatura requer alguns cuidados especiais, como controle do teor de umidade das lâminas do miolo. As lâminas devem ser secas abaixo de 8% de umidade para evitar a formação de “bolhas” e de laminações no painel, em razão da alta pressão interna de vapor gerada entre as linhas de colagem das lâminas (MARRA, 1992).
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Painéis-sanduíche com núcleo de EPS reciclado: metodologia de execução e determinação de propriedades termofísicas

Painéis-sanduíche com núcleo de EPS reciclado: metodologia de execução e determinação de propriedades termofísicas

Novos materiais desenvolvidos a partir de resíduos industriais vêm sendo estudados como alternativa aos modelos tradicionalmente empregados na construção civil. Para desenvolvimento desses materiais são considerados fatores como: custo, eficiência e redução de passivo ambiental. No caso específico de materiais para aplicação em habitações situadas em baixas latitudes, como no Nordeste do Brasil, a eficiência diz respeito às resistências mecânica e térmica, onde o aumento da resistência térmica, sem comprometimento da resistência mecânica, é desejável quando se buscam a isolação térmica e a eficiência energética das edificações. No presente trabalho são apresentados os resultados do estudo de um elemento construtivo composto de placas de argamassa de cimento intercaladas por placa de EPS reciclado, constituindo um painel sanduíche para emprego na indústria da construção civil. Estuda-se detalhadamente a metodologia de execução desses painéis, definindo-se parâmetros para dosagem racional dos materiais que compõem o núcleo. Foram confeccionados corpos de prova com massas específicas aparentes de 65 kg/m³ e 130 kg/m³. As propriedades termofísicas dos corpos de prova foram analisadas utilizando-se o equipamento Quick-Line – 30TM, que forneceu dados de condutividade térmica, capacidade calorífica e difusividade térmica. Com base nos resultados obtidos foi possível constatar as boas características do EPS reciclado como material termoisolante, estando esse apto à substituição do EPS comercial em painéis de construção.
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COMPARAÇÃO DE MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DA CONDIÇÃO DE PAVIMENTOS FLEXÍVEIS COM O AUXÍLIO DE UM SIG-T

COMPARAÇÃO DE MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DA CONDIÇÃO DE PAVIMENTOS FLEXÍVEIS COM O AUXÍLIO DE UM SIG-T

Para auxiliar nesse tipo de avaliação, foi desenvolvida uma escala visual por Oliveira et al. (2013). Tal escala apresenta 5 intervalos de classificação, com variações entre 0 (condição péssima) à 10 (condição excelente), onde cada intervalo contém duas fotografias que apresentam a condição do pavimento para aquele intervalo. Posteriormente, Pereira e Fontenele (2013) avaliaram a escala em escritório, concluindo que a escala é estável e que poderia ser aplicada em avaliações de pavimentos asfálticos no futuro.

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POSSÍVEIS ESTRATÉGIAS PARA A REDUÇÃO DA REPROVAÇÃO EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO RIO DE JANEIRO

POSSÍVEIS ESTRATÉGIAS PARA A REDUÇÃO DA REPROVAÇÃO EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO RIO DE JANEIRO

O presente capítulo apresenta a escola estudada, integrante da Regional Metropolitana II, do Rio de Janeiro, cujos resultados apresentam altos índices de reprovação nas avaliações internas bimestrais nos últimos três anos (2012 a 2014). Ressalta-se que as escolas da Rede Estadual do Rio de Janeiro têm direcionado esforços para o alcance de resultados positivos em avaliações externas, tendo em vista que, o Estado do Rio de Janeiro buscou melhorar seu posicionamento no IDEB, conforme será explicado na seção seguinte. A SEEDUC também sistematizou seu trabalho, de forma estratégica, para o acompanhamento dos resultados internos das escolas. A instituição pesquisada tem se destacado nas avaliações externas – Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), Sistema de Avaliação da Educação do Estado do Rio de Janeiro (Saerj) e Avaliação Externa Bimestral do Estado (Saerjinho), entretanto, de maneira contraditória, tem apresentado baixo rendimento nos indicadores internos.
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Avaliação da resistência ao cisalhamento de braquetes da técnica lingual colados sobre superfície cerâmica.

Avaliação da resistência ao cisalhamento de braquetes da técnica lingual colados sobre superfície cerâmica.

Objetivo: avaliar a resistência ao cisalhamento de braquetes metálicos (American Orthodon- tics) utilizados na técnica lingual, colados em facetas de cerâmica. Métodos: foram utilizados 40 corpos de prova divididos em quatro grupos de 10, de acordo com o material de colagem e do preparo da porcelana: Grupo I - resina Sondhi Rapid-Set e ácido fluorídrico; Grupo II - resina Sondhi Rapid-Set e óxido de alumínio; Grupo III - resina Transbond XT e ácido fluorídrico; e Grupo IV - resina Transbond XT e óxido de alumínio. Previamente à colagem, os braquetes fo- ram preparados com base de resina de carga pesada (Z-250) e as facetas de cerâmica receberam aplicação de silano. O teste de cisalhamento foi realizado por uma máquina de ensaios Kratos à uma velocidade de 0,5mm/min. Resultados: os resultados obtidos foram analisados estatistica- mente através do teste de Tukey (p<0,05) e demonstraram diferença significativa entre os grupos I (2,77MPa) e IV (6,00MPa), e entre os grupos III (3,33MPa) e IV. Conclusões: concluiu-se que a colagem de braquetes da técnica lingual em superfície de cerâmica foi mais resistente ao cisalha- mento com o uso de óxido de alumínio associado às duas resinas utilizadas neste estudo, porém a resina Transbond XT apresentou maior resistência que a Sondhi Rapid-Set.
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Avaliação da expressão gênica e de lesões no DNA de índividuos portadores de diabetes mellitus tipo 2, dislipidemia e periodontite crônica

Avaliação da expressão gênica e de lesões no DNA de índividuos portadores de diabetes mellitus tipo 2, dislipidemia e periodontite crônica

O objetivo deste estudo foi avaliar a expressão gênica de indivíduos portadores de diabetes mellitus tipo 2 (DM2, compensados e não compensados metabolicamente), dislipidemia e/ou periodontite crônica, e avaliar se tais alterações metabólicas apresentam efeito mutagênico. Cento e cinquenta pacientes, divididos em 5 grupos (grupo 1 - diabetes descompensado, com dislipidemia e com doença periodontal; grupo 2 - diabetes compensado, com dislipidemia e com doença periodontal; grupo 3 - sem diabetes, com dislipidemia e com doença periodontal; grupo 4 - sem diabetes, sem dislipidemia e com doença periodontal; e o grupo 5 - sem diabetes, sem dislipidemia e sem doença periodontal), foram avaliados quanto ao exame periodontal completo, exame físico e avaliação laboratorial da glicemia de jejum e perfil lipídico. De cada paciente foi coletado sangue para investigar a expressão gênica e as lesões no DNA. A avaliação da expressão gênica foi realizada por microarray e validada por RT-qPCR (Transcrição Reversa seguida de Reação em Cadeia da Polimerase em Tempo Real, ou quantitativo). As lesões no DNA foram avaliadas por meio do teste do micronúcleo. Os dados foram submetidos à análise bioinformática e estatística. Para verificar os resultados obtidos pelo microarray, os Grupos 1, 2 e 3 foram submetidos a comparações por pares. As análises de RT-qPCR confirmaram a expressão diferencial dos genes HLA-QA1, PDCD6, TRDV3, PPAP2B, HLA-DQB1, RIN3, VCAN, PPIC e SLC6A13. As
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PAINÉIS EM BAMBU PARA HABITAÇÃO SOCIAL

PAINÉIS EM BAMBU PARA HABITAÇÃO SOCIAL

Segundo Santos e Aguilar (2007), o grupo de pesquisa em Habitação (Habis) do Instituto de Arquitetura e Urbanismo de São Carlos (IAUSC), estudaram três tipos de painéis de vedação pré-moldados: painel colchão de ar, painel terra- palha monolítico e terra-palha bloco. Os painéis desenvolvidos tem dimensão de 100 cm x 240 cm, construídas por revestimento interno em lambris, esqueleto em Pinus com ligações feitas por chapas com dentes estampados, chapa de aglomerado, chapa de aglomerado, terra-palha em bloco ou terra-palha monolítico; sarrafos para fixação das tábuas; tábuas para revestimento externo; mata-juntas para o acabamento nas frestas das tábuas; e tela, utilizada apenas para ligação entre os elementos de terra-palha e a ossatura (Figura 1).
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Modelação e implementação de um sistema de Business Intelligence para tratamento de Big Data agrícola. Caso de estudo Herdade Vale da Rosa

Modelação e implementação de um sistema de Business Intelligence para tratamento de Big Data agrícola. Caso de estudo Herdade Vale da Rosa

Por outro lado, um resultado obtido foi a criação de painéis inteligíveis pelo seu utilizador final e dinâmicos, de forma a alterarem as suas informações de acordo com o pretendido em cada momento. Como referido por Lindblom et al. (2017), a limitação da utilização da informação produzida não está do lado dos consumidores, mas sim dos DSS’s não lograrem uma exposição simples e representativa da informação obtida. No caso deste trabalho, uma das prioridades foi exatamente a identificação das necessidades dos utilizadores e só posteriormente a elaboração dos modelos. Desta forma não foi o DSS a indicar o que o agricultor precisa de conhecer, mas sim o agricultor a “indicar” as informações que o DSS necessitava de expor. Em suma, este foi um resultado de importância relevante, confirmado pela avaliação qualitativa do modelo, pois representava uma das maiores limitações para a implementação do sistema, uma vez que, segundo Wolfert (2017), para um correto funcionamento da utilização de Big Data é necessário o conhecimento das particularidades dos processos organizacionais para a introdução integrada da utilização de Big Data nesses mesmos processos.
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O USO DA TECNOLOGIA BIM NA INVESTIGAÇÃO DA MODULAÇÃO ESTRUTURAL PARA HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL EM ENCOSTAS

O USO DA TECNOLOGIA BIM NA INVESTIGAÇÃO DA MODULAÇÃO ESTRUTURAL PARA HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL EM ENCOSTAS

Por abranger uma diversidade de condicionantes, a avaliação de desempenho térmico de uma edificação permite métodos muito flexíveis. Nas diversas pesquisas encontradas, identifica-se diversos métodos de avaliação de desempenho térmico de edificações e componentes construtivos, podendo ser por meio de medições físicas em protótipos, in loco ou modelos em escala reduzida; simulação computacional e também avaliação simplificada de propriedades térmicas. Com os programas de simulação, pode- se avaliar o desempenho térmico e energético de edificações para diferentes alternativas de projeto antes mesmo de sua execução, sejam elas opções do desenho arquitetônico, componentes construtivos, sistemas de iluminação ou condicionamento de ar. Pode-se evitar assim, construções cujos ambientes sejam termicamente desconfortáveis (KRÜGER, 2000), sendo possível reduzir o seu consumo energético ou modificá-las já na fase de projeto.
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Avaliação não-destrutiva de painéis OSB modificados termicamente: parte 1- efeito do tratamento térmico sobre a velocidade de propagação de ondas de tensão Non-destructive evaluation of thermally modified OSB: part 1- effect of the thermal treatment on th

Avaliação não-destrutiva de painéis OSB modificados termicamente: parte 1- efeito do tratamento térmico sobre a velocidade de propagação de ondas de tensão Non-destructive evaluation of thermally modified OSB: part 1- effect of the thermal treatment on th

Os painéis de partículas orientadas (OSB) foram fornecidos pela empresa Masisa S.A., lo- calizada no município de Ponta Grossa, PR. Fo- ram obtidas 36 amostras de 50 x 50cm (l x c) e espessura nominal de 1,25cm, oriundas de pai- néis comerciais (244 x 122cm). Segundo infor- mações do fabricante os painéis apresentavam as seguintes características: madeira de Pinus sp., densidade nominal 640kg/m³, 19,04kg sólidos de adesivo/m³, sendo 60% de resina fenólica (camadas externas) e 40% de resina à base de isocianato (camada interna), 230g de parafina/ m³ de parafina e 40ml de inseticida/m³ de inseti- cida. As amostras recebidas foram condicionadas em câmara climática (20ºC; 65%) até atingirem peso constante. O teor de umidade (TU) médio dos painéis antes do tratamento foi de 9,2%. Os painéis foram tratados termicamente em pren- sa laboratorial de abertura única, segundo duas temperaturas (190 e 220ºC) e três tempos (12, 16 e 20min). Cada combinação de temperatura e tempo foi considerada um tratamento, assim identificados: T1, 190ºC/12min; T2, 190/16; T3, 190/20; T4, 220/12; T5, 220/16; e T6, 220/20. Foram avaliados seis painéis por tratamento. Maiores detalhes sobre o tratamento térmico po- dem obtidos em Del Menezzi (2004).
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AS E A VA LIA Ç ÃO N Ã O-DE STRU TIVA DE PAIN ÉIS DE L ÂMINA SPA RA LELA S(LV L)C OM A DE IR AD EPinus

AS E A VA LIA Ç ÃO N Ã O-DE STRU TIVA DE PAIN ÉIS DE L ÂMINA SPA RA LELA S(LV L)C OM A DE IR AD EPinus

Painéis estruturais de lâminas paralelas ou laminated veneer lumber (LVL) são painéis estruturais onde as lâminas de madeira são coladas paralelamente entre si com adesivos estruturais, usando-se altas temperaturas e pressões. Os LVLs são utilizados em substituição à madeira sólida para fins estruturais, principalmente em flanges de vigas de seção “I”. Confeccionaram-se quatro painéis LVLs sem prévia classificação das lâminas para cada espécie (Pinus oocarpa Schiede ex Schltdl - PO e Pinus kesiya Royle ex Gordon - PK, sorteando-se 22 lâminas de 2 mm de espessura, usando-se adesivo fenol-formaldeído à 190 g/m², à 150ºC por 45 minutos e 1,1 MPa de pressão específica. Avaliaram-se as seguintes propriedades de acordo com as normas específicas: na avaliação não-destrutiva – AND (velocidade de propagação das ondas de tensão – V 0 e
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Avaliação do processo produtivo de uma indústria de manufatura de painéis por meio do balanço de material e do rendimento da matéria-prima.

Avaliação do processo produtivo de uma indústria de manufatura de painéis por meio do balanço de material e do rendimento da matéria-prima.

sarrafeado com dados obtidos por Ecker et al. (2003), pode-se relatar que o estudo apresentou maior ren- dimento, por considerar madeira seca e classificada na manufatura, enquanto os outros autores utiliza- ram madeira verde. Em estudo preliminar a este, na mesma indústria foram obtidos rendimentos de 81,88% na secagem e 86,42% na classificação de madeira serrada. Se as perdas desses processos forem descontadas do rendimento para a produção de painéis sarrafeados, pode-se chegar a um valor de rendimento mais pró- ximo da literatura.

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