Top PDF Métodos para superação da dormência e biometria de frutos e sementes de Parkia nitida Miquel. (Leguminosae - Mimosoideae).

Métodos para superação da dormência e biometria de frutos e sementes de Parkia nitida Miquel. (Leguminosae - Mimosoideae).

Métodos para superação da dormência e biometria de frutos e sementes de Parkia nitida Miquel. (Leguminosae - Mimosoideae).

comercial brasileira das madeiras tropicais amazônicas. Instituto Brasileiro  de Desenvolvimento Florestal, Brasília.  85p.  Knowles, O.H.; Parrotta, J.A. 1995. Amazo­ nian forest resto[r]

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Métodos para superação da dormência em sementes de Ormosia arborea, caracterização e época de colheita

Métodos para superação da dormência em sementes de Ormosia arborea, caracterização e época de colheita

RESUMO - Ormosia arborea é uma Leguminosae que apresenta sementes com dormência tegumentar. Objetivou-se avaliar a eficiência de métodos para superação da dormência desta espécie, caracterizar lotes de sementes coletados em diferentes matrizes e determinar a melhor época de coleta. As sementes coletadas de matrizes, em duas épocas (junho e agosto/2011), foram submetidas às análises biométricas, determinação do teor de água e testes de germinação. Com sementes da segunda coleta, determinou-se a curva de embebição e avaliou-se métodos para superação da dormência. A curva de embebição confirmou a dormência tegumentar e a escarificação química por 15 minutos foi o procedimento mais adequado para a superação desta dormência. A biometria revelou valores médios maiores do que os relatados na literatura e houve diferença entre as épocas de coleta. A massa correlacionou-se com os demais parâmetros avaliados, podendo ser indicada para a seleção de sementes na produção de mudas. As duas épocas de coletas de sementes de Ormosia arborea utilizadas foram consideradas adequadas para o fornecimento de sementes, em função do elevado potencial germinativo obtido. Entretanto, a melhor época para a coleta das sementes é quando os frutos já estão abertos, maduros, com baixo teor de água, sem necessidade de secagem adicional, o que dificulta a ocorrência de fungos.
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MÉTODOS DE ESCARIFICAÇÃO PARA SUPERAÇÃO DE DORMÊNCIA DE SEMENTES DE JATOBÁ

MÉTODOS DE ESCARIFICAÇÃO PARA SUPERAÇÃO DE DORMÊNCIA DE SEMENTES DE JATOBÁ

O jatobá (Hymenaea courbaril L.) é uma espécie da família das Fabaceae- Caesalpinioideae, que atinge alturas de seis a nove metros e diâmetro do tronco de 30 a 50 cm (DUKE; VASQUEZ, 1994). É uma planta de importância florestal e ambiental pelo potencial que possui como fixadora e armazenadora de carbono, além de sua beleza paisagística (MELO; PÓLO, 2007). A grande maioria das espécies desse gênero possui algum valor econômico, fornece madeira de ótima qualidade, valiosas resinas, frutos comestíveis e casca rica em tanino, além de possuir variados usos na medicina popular (FERREIRA; SAMPAIO, 1999). A madeira do jatobá pode ser utilizada tanto na construção civil quanto na indústria de móveis; seus frutos são empregados na indústria alimentícia e suas folhas e sementes na indústria farmacêutica e cosmética (FARIAS et al., 2006; ZUBA JÚNIOR et al., 2010).
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Métodos para superação de dormência em sementes de tomateiro arbóreo (Solanum betaceum).

Métodos para superação de dormência em sementes de tomateiro arbóreo (Solanum betaceum).

3. Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Dois Vizinhos, PR, Brasil. E-mails: kamilafabiane@yahoo.com.br, O tomateiro arbóreo (Solanum betaceum) é espécie pouco conhecida, porém, apresenta frutos com enorme potencialidade de mercado, uma vez que podem ser consumidos tanto in natura como na forma industrializada. Contudo, um dos entraves para essa potencialidade se tornar realidade é a produção de mudas. A propagação dessa espécie ocorre por meio de sementes, mas, normalmente, a germinação requer tempo, principalmente sob condições de estresse. Objetivou-se veriicar se existe dormência em sementes de tomate arbóreo e a técnica adequada para obter germinação rápida e uniforme. O delineamento foi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial 5 x 2 (métodos para superação de dormência x luz), com 4 repetições de 50 ou 60 sementes, de acordo com o ciclo produtivo. Os métodos avaliados foram estratiicação, hidrocondicionamento, condicionamento osmótico com GA 3 e controle, com e sem luz. Também foram avaliados a germinação e o índice de velocidade de germinação, bem como o início e tempo médio de germinação. A utilização de GA 3 na concentração de 100 mg L -1 ou 300 mg L -1 é recomendada para
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Métodos de superação de dormência em sementes de croada (Mouriri elliptica Mart).

Métodos de superação de dormência em sementes de croada (Mouriri elliptica Mart).

O experimento foi realizado no Laboratório de Sementes do Instituto Federal Goiano – Campus Rio Verde. As sementes de croada foram obtidas de frutos maduros coletados no povoado de Planalto Verde, Município de Montividiu-GO, latitude (S) – 17° 19.201’; longitude (W) - 51° 33,500’ e atitude de 982 m. Os frutos ficaram armazenados no laboratório, em temperatura média de 25º C, por duas semanas. Após esse período, as sementes foram extraídas dos frutos utilizando despolpadeira (Processador Ker DOD 1.5, Tortuga), lavadas em água corrente para a eliminação de resíduos, colocadas sobre papel toalha em temperatura ambiente por, aproximadamente, 30 minutos para retirar o excesso de umidade superficial e, em seguida, tratadas com carboxina + tiram (200 + 200 g L -1 ), na concentração de
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Aspectos biométricos de frutos e sementes, grau de umidade e superação de dormência de jatobá.

Aspectos biométricos de frutos e sementes, grau de umidade e superação de dormência de jatobá.

RESUMO. Este trabalho objetivou caracterizar biometricamente sementes e frutos de Hymenaea courbaril L. e determinar o grau de umidade, bem como avaliar diferentes tratamentos de superação de dormência. Foram determinados a biometria, a massa de frutos e sementes e o número de sementes por fruto. As sementes foram submetidas aos seguintes cortes: 1-testemunha, sem escarificação ou corte; 2-escarificação em três faces; 3-corte ao meio e 4-corte em quatro partes. Avaliou-se também o percentual de emergência, o IVE, o comprimento da parte aérea e da raiz de plântulas. Para isso, as sementes foram submetidas à superação de dormência, com e sem embebição em água, pelos seguintes tratamentos: I- escarificação do lado oposto ao hilo; II-escarificação em uma lateral; III-escarificação em duas laterais; IV-escarificação em uma lateral e no lado oposto ao hilo; V-escarificação em duas laterais e no lado oposto ao hilo; VI-Testemunha, sem escarificação. O comprimento, a largura, o diâmetro e a massa média dos frutos foram 115,7 mm; 62,18 mm; 43,8 mm e 183,85 g, respectivamente. Para a determinação da umidade, deve-se cortar as sementes em pelo menos duas partes. A escarificação, independentemente da posição na semente, com ou sem embebição em água, possibilita maior qualidade fisiológica.
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Tratamentos pré-germinativos e temperaturas para a germinação de sementes de Apeiba tibourbou Aubl..

Tratamentos pré-germinativos e temperaturas para a germinação de sementes de Apeiba tibourbou Aubl..

A impermeabilidade do tegumento à água na maioria das vezes é vantajosa, já que permite o prolongamento do tempo de vida das sementes, bem como a sobrevivência da espécie em condições naturais, uma vez que distribui a germinação ao longo do tempo ou permite que a germinação ocorra somente quando as condições forem favoráveis à sobrevivência das plântulas. Por outro lado, a dormência é frequentemente, prejudicial às atividades de viveiro onde se deseja que grandes quantidades de sementes germinem em curto espaço de tempo, permitindo a produção de mudas uniformes (Medeiros Filho et al., 2002). Neste caso, o conhecimento de suas causas é de signiicativa importância prática, visto que, permite a aplicação de tratamentos apropriados para se obter melhor germinação, como é o caso de espécie A. tibourbou.
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SUPERAÇÃO DE DORMÊNCIA DE SEMENTES DE OLHO-DE-CABRA (Ormosia arborea) POR DIFERENTES MÉTODOS

SUPERAÇÃO DE DORMÊNCIA DE SEMENTES DE OLHO-DE-CABRA (Ormosia arborea) POR DIFERENTES MÉTODOS

Fernandes e Vieira (1997) mostram que os tratamentos de superação de dormência são muito importantes para acelerar o processo de germinação. Tais tratamentos são divididos em cinco tipos: I - Estratificação, tratamento úmido à baixa temperatura, que auxilia na maturação, trocas gasosas e embebição por água do embrião; II - Choque de temperatura, feito com alternância de temperaturas variando em aproximadamente 20°C, por períodos de 8 a 12 horas; III - Água quente, utilizado em sementes com tegumentos impermeáveis e consiste em imersão das sementes em água na temperatura de 76 a 100°C, com tempo de tratamento específico para cada espécie. E no caso da O. arborea, supera-se a dormência com IV - Escarificação mecânica e V - Escarificação química.
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PROPOSTA PARA O MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PROPOSTA PARA O MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Este trabalho tem como objetivo analisar a Política de Apoio Estudantil da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), objeto desta pesquisa, através da averigua[r]

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Métodos para a superação da dormência em sementes de sucupira-preta (Bowdichia virgilioides Kunth.).

Métodos para a superação da dormência em sementes de sucupira-preta (Bowdichia virgilioides Kunth.).

Neste estudo foram avaliados diferentes métodos para a superação da dormência em sementes de sucupira-preta. O experimento foi realizado inteiramente ao acaso em esquema fatorial 3 x 7, correspondendo a três lotes de sementes e sete tratamentos, com 4 repetições de 25 sementes. Foram utilizados ácido sulfúrico por 4, 8 e 12 minutos, água a 80°C por 5 e 10 minutos, escarificação mecânica, mantendo-se uma testemunha. Foi observado que a espécie possui dormência tegumentar e que todos os tratamentos utilizados permitiram a entrada de água nas sementes. Contudo, alguns métodos estudados, como a água a 80°C por 10 minutos, resultou em um elevado número de sementes mortas. O método mais eficiente para a superação da dormência de sementes de sucupira-preta é a imersão em ácido sulfúrico, por 4, 8 ou 12 minutos, beneficiando a porcentagem e a velocidade de germinação.
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DESAFIOS E IMPACTOS DA EXTENSÃO NO ÂMBITO DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

DESAFIOS E IMPACTOS DA EXTENSÃO NO ÂMBITO DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Em 2008 foram iniciadas na Faculdade de Educação Física e Desportos (FAEFID) as obras para a reestruturação de seu espaço físico. Foram investidos 16 milhões de [r]

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Métodos de superação da dormência de sementes de plantas daninhas de pastagens cultivadas da Amazônia.

Métodos de superação da dormência de sementes de plantas daninhas de pastagens cultivadas da Amazônia.

Das espécies estudadas, o H. mutabilis foi a que apresentou os maiores acréscimos no percentual de germinação das sementes. passando de 48% (tratamento testemunha) para 87%. quando na presença do nitrato de potássio na concentração de 0.3%. correspondendo a um aumento da ordem de 81.3%. Este valor está bem próximo daquele obtido após imersão das sementes da mesma espéeie em ácido sulfúrico por 5 minutos que foi de 89,0% (Tabela 2). indicando a possibilidade de utilização de ambos os métodos para maximização da germinação das sementes.

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Efeitos de métodos de superação de dormência em sementes de pinha (Annona squamosa L.)

Efeitos de métodos de superação de dormência em sementes de pinha (Annona squamosa L.)

Resumo. A pinha é propagada por sementes e enxertia, sendo que as sementes dessa espécie apresentam substâncias inibidoras de germinação que, conjuntamente com um tegumento resistente e impermeável dificultam a germinação. Este trabalho foi conduzido na área experimental do curso de Agronomia, da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, com o objetivo de avaliar os efeitos de métodos químicos, físicos e mecânicos de superação de dormência em sementes de pinha. O experimento foi realizado em delineamento de blocos inteiramente casualizados, sendo os tratamentos compostos por oito métodos de superação de dormência e a testemunha. Os métodos foram: imersão das sementes em ácido giberélico (100 ppm por 24 horas e 250 ppm por 5 horas), ácido sulfúrico concentrado (5, 10 e 15 minutos), água quente (30ºC e 60ºC) por um minuto, escarificação com lixa e testemunha. As avaliações constaram de germinação (%), altura de plântula (cm), comprimento de raiz (cm), massa verde da parte aérea e da raiz (g), massa seca da parte aérea e da raiz (g). Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Verificou-se que o ácido giberélico (100 ppm por 24 horas e 250 ppm por 5 horas) proporcionou maior porcentagem de germinação e melhor desenvolvimento de plântulas.
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Superação de dormência e temperaturas para germinação de sementes de Acacia caven (Mol. ) Mol. (espinilho).

Superação de dormência e temperaturas para germinação de sementes de Acacia caven (Mol. ) Mol. (espinilho).

A pesquisa foi conduzida no Laboratório de Análise de Sementes da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) – Campus Uruguaiana. Foram obtidas sementes de diversas árvores no Parque Estadual do Espinilho, no município da Barra do Quarai – RS, em janeiro de 2007. Os frutos foram coletados manualmente, diretamente das árvores, acondicionados em sacos de plástico. Os frutos foram enviados ao laboratório para secagem em estufa a 36 °C (Silva et al., 1993) por 24 h, para obtenção das sementes que foram extraídas manualmente dos frutos, descartando-se as infectadas e de coloração preta. O teor de água das sementes foi determinado pelo método de estufa a 105 °C por 24 h, de acordo com as Regras para Análise de Sementes (Brasil, 1992).
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Dormência e germinação de sementes de albízia (Albizia lebbeck (L.) Benth)

Dormência e germinação de sementes de albízia (Albizia lebbeck (L.) Benth)

A albízia (Albizia lebbeck (L.) Benth) é uma espécie arbórea da família Leguminosae - Mimosoideae (Mimosaceae), nativa da Ásia Tropical e caracteriza- se por apresentar um rápido crescimento, habilidade para fixar nitrogênio e melhorar a estrutura do solo, especialmente em áreas degradadas, tendo usos múltiplos e facilidade para consórcio com culturas agrícolas. A albízia possui folhas bipinadas, folíolos opostos, flores em corimbos pedunculados, axilares ou agrupados em panículas, heteromórficas, com frutos membranáceos, não segmentados e deiscentes (NIELSEN, 1981). Lewis (1987) ressalta que, devido ao seu amplo cultivo e plasticidade, espalhou-se pelos trópicos. A utilização do gênero albízia em Sistemas Agroflorestais (SAFs) tem sido recomendada em função da utilização da madeira para várias finalidades, como melhoradora de solo, para a arborização urbana, tanto de ruas como de praças e para o plantio em reflorestamentos heterogêneos de áreas degradadas (LORENZI, 2002). Além destas características, a espécie pode ser utilizada como árvore ornamental, especialmente em áreas urbanas (SERRANO, 2000).
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Técnicas para superação da dormência de sementes de guanandi.

Técnicas para superação da dormência de sementes de guanandi.

Sementes recalcitrantes são liberadas da planta mãe com alto teor de água, quase com a umidade necessária para iniciar a germinação. Liu et al. (2005) trabalharam com Garcinia cowa, uma espécie recalcitrante que apresenta envoltórios semelhantes ao do guanandi, e constataram baixa absorção de água das sementes até o início da germinação, principalmente quando estas estavam livres do revestimento restritivo. Limas et al. (2007) observaram o mesmo comportamento em sementes de ucuúba, espécie recalcitrante, que ganhou menos de 5% de água após 72 horas de hidratação. O incremento de umidade também foi pequeno para sementes recalcitrantes de Quercus rugosa: apenas 8,2% após 400 horas de hidratação (Castro-Colina et al., 2012). Entretanto, espécies ortodoxas tendem a uma expressiva absorção de água após a embebição, como constatado em pinhão- manso (Jatropha curcas), cujas sementes absorvem mais de cinco vezes a quantidade inicial água (7,5%) em 24 horas de embebição, e alcançam o teor de 43% (Braga et al., 2012).
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Superação de dormência em sementes de Butia capitata.

Superação de dormência em sementes de Butia capitata.

Com o objetivo de identificar métodos eficientes para a superação da dormência de sementes de B. capitata (Mart.) Becc. semeadas in vitro e em germinador, foram conduzidos testes com escarificação mecânica em pré- semeadura, através da abertura parcial ou total da cavidade embrionária de sementes isoladas dos endocarpos. A abertura da cavidade embrionária acelerou significativamente a germinação, principalmente quando houve retirada total do opérculo da semente, permitindo a germinação de, em média, 90% dos embriões, independentemente da procedência dos acessos. A dormência das sementes de B. capitata parece estar relacionada com a barreira mecânica imposta pelos tecidos da semente que dificultam o desenvolvimento do embrião, o que sugere dormência exógena mecânica.
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Superação da dormência em sementes de crista de galo.

Superação da dormência em sementes de crista de galo.

DAVIDE, A.C.; SILVA, E.A.A. Sementes florestais. In: DAVIDE, A.C.; SILVA, E.A.A. Produção de sementes e mudas de espécies florestais. Lavras: UFLA, 2008. p.11-82. DIAS, D.C.F.S. Dormência em sementes: mecanismos de sobrevivência das espécies. Seed News, v.9, n.4, p.24-28, 2005. Disponível em: <http://www.seednews.inf.br/portugues/ seed94/artigocapa94.shtml>. Acesso em: 28 jan. 2011. GILMAN, E.F.; HOWE, T. Celosia cristata. Florida: University of Florida, Institute of Food and Agriculture Science, 1999. 3p. JACOB JUNIOR, E.A. et al. Tratamentos para superação da dormência em sementes de cornichão anual. Revista Brasileira de Sementes, v.26, n.2, p.15-19, 2004. Disponível Figura 4 - Comprimento da raiz e do hipocótilo de plântulas de C. cristata L. oriundas de sementes
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Superação da dormência de sementes de Schinopsis brasiliensis.

Superação da dormência de sementes de Schinopsis brasiliensis.

chegada das chuvas, intervalo que dura até onze meses e a temperatura do solo alcançar 60°C (GUIMARÃES DUQUE, 1973). Sob essas condições, algumas sementes sobrevivem graças ao envoltório e às estruturas anexas, os quais podem exercer um papel isolante, tanto face ao aquecimento, quanto à perda de água (LABORIAU, 1983). A análise mostrou também que o tratamento com escarificação ácida foi ineficaz, considerando-se o sucesso do método com sementes de outras espécies com tegumento duro (DUARTE, 1978). Supõe-se que o tempo de exposição ao ácido e/ou a concentração foram insuficientes para influenciar o percentual e a velocidade de germinação das sementes. O pré-tratamento, utilizando- se lixa para romper o endocarpo, também não foi satisfatório. Ao cortar o endocarpo dos frutos de baraúna com alicate e semeá-los em caixas plástica sobre papel “kimpak”, FELICIANO (1989) obteve 70% de germinação, resultado não muito diferente do mostrado na tabela 1. Os frutos de baraúna armazenados durante 30 dias em câmara fria e seca apresentaram 63% de germinação média (CV% =9,7), com ou sem tratamento ao remover-se parte do pericarpo e semear os frutos em areia úmida (Tabela 1). O acompanhamento do armazenamento durante dez meses, sob essas mesmas condições, mostrou que não houve efeito significativo do tempo de armazenamento na germinação, após 30 dias (PRADO-OLIVEIRA 1993). Frutos armazenados em laboratório por 25 dias e semeados em areia úmida apresentaram 75% de germinação (SILVA et al. 1988).
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Superação da dormência em sementes de paineira-branca.

Superação da dormência em sementes de paineira-branca.

Os tratamentos para superação da dormência foram: (1) escarificação mecânica com lixa, esfregando- se manualmente as sementes entre duas lâminas de lixas d’água número 85; (2) a escarificação química, com ácido sulfúrico concentrado, com imersão das sementes durante 5, 10, 15 e 20 minutos; (3) escarificação física com imersão das sementes em um béquer com água quente sobre uma placa aquecedora a 60, 70, 80 e 90 ºC durante um minuto; posteriormente, as sementes foram secas e/ou resfriadas à sombra e temperatura ambiente; (4) embebição em água destilada em béquer, durante 24, 48 e 72 horas; (5) aquecimento em estufa de 65°C por 1, 2, 3, 4 horas respectivamente e (6) testemunha (sem qualquer tratamento).
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