Top PDF MIRÍDEOS NEOTROPICAIS, XL: DESCRIÇÕES DE NOVAS ESPÉCIES DA AMAZÔNIA (HEMIPTERA).

Mirídeos neotropicais, CCXXXVII: Descrição de quatro espécies novas do gênero Peritropoides Carvalho (Hemiptera)

Mirídeos neotropicais, CCXXXVII: Descrição de quatro espécies novas do gênero Peritropoides Carvalho (Hemiptera)

1977, Jorge Arias col., na coleção do Instituto Na- cional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Ma- naus. Difere das demais espécies do gênero pe- la coloração do corpo intensamente salpica[r]

5 Ler mais

Mirídeos neotropicais: CCLI: descrições de três espécies novas de Minasmiris carvalho (Hemiptera).

Mirídeos neotropicais: CCLI: descrições de três espécies novas de Minasmiris carvalho (Hemiptera).

Coloração geral castanha com áreas pálido-amareladas; cabeça com man- cha pálida mediana dividida por estreita linha longitudinal e faixas laterais escuras; fronte e[r]

7 Ler mais

Bioecologia e competição de duas espécies de parasitoides neotropicais (Hymenoptera:...

Bioecologia e competição de duas espécies de parasitoides neotropicais (Hymenoptera:...

A família Agromyzidae pertence à ordem Diptera e é conhecida pelo hábito das larvas se alimentarem do mesofilo foliar causando a formação de minas, comportamento este correspondente a 75% das espécies. A fase larval das demais 25% das espécies pode atacar as raízes, caules, galhos, vagens, hastes e capítulos (SPENCER, 1973). Estudos paleontológicos sugerem uma diversificação dos agromizídeos no período Paleogeno recente, sendo da época do Paleoceno (em torno de 65 mihões de anos atrás) o mais antigo ictnofóssil registrado (WINKLER et al., 2010). Acreditava-se que o hábito minador da maioria dos agromizídeos era derivado de espécies que se alimentavam do caule (NOWAKOWSKI, 1962; TSCHIRNHAUS, 1971; SPENCER, 1990); no entanto, estudos recentes, avaliando caracteres morfológicos e moleculares não encontraram nenhuma evidência neste sentido (DEMPEWOLF, 2005; SCHEFFER; WINKLER; WIEGMANN, 2007). A maioria dos agromizídeos são especialistas, 95% se alimentam de espécies de apenas uma família botânica (WARD; SPALDING, 1993). Espécies polífagas, que possuem plantas hospedeiras de diferentes ordens, são muito raras e apenas 14 espécies são registradas de um total de 1.190 com hospedeiros conhecidos (SPENCER, 1990).
Mostrar mais

129 Ler mais

Contribuição ao estudo do gênero Ablabesmyia Johannsen, 1905 (Diptera, Chironomidae, Tanypodinae): morfologia, taxonomia e bionomia, com descrições de espécies novas.

Contribuição ao estudo do gênero Ablabesmyia Johannsen, 1905 (Diptera, Chironomidae, Tanypodinae): morfologia, taxonomia e bionomia, com descrições de espécies novas.

constituída por pequenos espinhos. Complexo hipofaringeal: lígula com cinco dentes apicais, os quais podem estar alinhados ou em arco côncavo, base da lígula granulosa, um par de paralígulas bífidas com cerca da metade do comprimento da lígula, pente hipofaríngeo com 13 – 21 dentes em arco. Abdome: destituído de franja de pêlos laterais, procercos dotado de setas anais, um par de setas supra-anais abaixo dos procercos, pseudópodos posteriores geralmente com pequenos espinhos em gancho na porção distal, com cerca de 15 garras apicais amarelas, simples ou serrilhadas, algumas em formato de foice, 2 - 3 garras de coloração escura, embora algumas espécies possuam todas as garras amarelas. (R OBACK , 1985).
Mostrar mais

133 Ler mais

Causas do Desmatamento da Amazônia Brasileira

Causas do Desmatamento da Amazônia Brasileira

C onforme mencionado na introdução, a constatação de que a pecuária ocupa quase 80% das terras convertidas na Amazônia e ao mesmo tempo parece apresentar baixas taxas de retorno, constitui a principal motivação deste estudo. O presente capítulo, talvez o mais importante do trabalho, enfoca os pecuaristas localizados na fronteira consolidada e em particular aqueles mais “profissionais” e capitalizados. O objetivo é analisar a tendência da pecuária na região: sua viabilidade técnica e econômica e a sustentabilidade do ponto de vista dos produtores privados. A idéia é que são os produtores da fronteira consolidada que ditam as tendências de ocupação da região: na medida em que sua pecuária se mostra competitiva e econômica, eles estão dispostos a comprar as terras dos primeiros ocupantes da fronteira especulativa. Independentemente do processo intermediário onde estes agentes conseguem auferir algum lucro no processo de ocupação, conversão e titulação da terra, o que realmente importa é que ao final deste ciclo existe uma atividade capaz de pagar estas outras para finalmente instalar-se. Torna-se assim fundamental estudar a microeconomia da pecuária na região. É importante salientar que o objetivo não é analisar a economia “média” da pecuária na região amazônica, nem tampouco fazer uma análise social do processo, o que é feito no capítulo seguinte. Saliente-se também que a fronteira consolidada coincide em larga medida, ou quase integralmente, com as regiões com índices pluviométricos intermediários (Chomitz e Thomas, 2000; Schneider et alli, 2002) – entre 1800 e 2200 mm/ano. Estas são condições “ótimas” para a
Mostrar mais

101 Ler mais

Tabela de vida de fertilidade de três espécies neotropicais de Trichogrammatidae em ovos de hospedeiros alternativos como critério de seleção hospedeira.

Tabela de vida de fertilidade de três espécies neotropicais de Trichogrammatidae em ovos de hospedeiros alternativos como critério de seleção hospedeira.

Para evitar possível condicionamento pré-imaginal ao hospedeiro de criação, antes da instalação dos experimentos, as espécies que até então vinham sendo mantidas em ovos de A. kuehniella, foram criadas por três gerações sucessivas em ovos dos seus respectivos hospedeiros naturais G. aurantianum para T. atopovirilia e S. catenifer para T. bruni e para T. annulata. A partir dos adultos da geração F3 provenientes dos hospedeiros naturais, cada espécie de parasitóide foi criada em três espécies de hospedeiros alternativos: 1) C. cephalonica; 2) A. kuehniella; e 3) S. cerealella.
Mostrar mais

5 Ler mais

Universidade Federal do Paraná

Universidade Federal do Paraná

São apresentadas chaves de identificação e descrições para as famílias, gêneros e espécies, bem como ilustrações, distribuição geográfica e comentários das espécies estu[r]

6 Ler mais

Descrição de duas espécies novas de Pselaphinae (Coleoptera: Staphylinidae) da Amazônia Central Brasileira.

Descrição de duas espécies novas de Pselaphinae (Coleoptera: Staphylinidae) da Amazônia Central Brasileira.

amazonicum pelas margens do sulco longitudinal mediano da cabeça, pelo primeiro terço distai das áreas convexas não estriado, pelo penúltimo e último esternitos abdominais não bilob[r]

8 Ler mais

Mirideos neotropicais, CCXLV: Descrição de quatro espécies novas do gênero Ceratocapsus Reuter, coletados na região de Manaus (Hemiptera).

Mirideos neotropicais, CCXLV: Descrição de quatro espécies novas do gênero Ceratocapsus Reuter, coletados na região de Manaus (Hemiptera).

nano, Am azona!), BAOÍ>-LÍ, com o: zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA CeAaXocapòuA baA&n&ÁÃ n.. bat ÁAt aÁ.[r]

8 Ler mais

Checklist dos Copepoda (Crustacea) de vida livre do estado de Mato Grosso do Sul

Checklist dos Copepoda (Crustacea) de vida livre do estado de Mato Grosso do Sul

de espécies e descrição de endemismos (Silva, 2008). Os cursos de pós-graduação são fundamentais para a formação de pesquisadores e no Mato Grosso do Sul, alguns cursos como os Programas de Pós-Graduação em Biologia Animal da UFMS, de Pós-Graduação em Tecnologias Ambientais da UFMS, de Pós-Graduação em Ecologia e Conservação da UFMS e de Pós-Graduação em Recursos Naturais da UEMS de Dourados são importantes para a formação de recursos humanos no estado. É importante ressaltar que o estado de Mato Grosso do Sul tem abundância de mananciais e existem muitos projetos para usar e modificar estes recursos, tais como a construção de Pequenas Centrais Hidrelétricas (Brasil, 2007), mas possui poucos grupos de pesquisadores para conhecer os recursos hídricos e biota aquática ou para fornecer ferramentas para o gerenciamento de impactos naturais e antrópicos.
Mostrar mais

6 Ler mais

Modelagem preditiva de distribuição passada e futura de Ficus adhatodifolia Schott.,...

Modelagem preditiva de distribuição passada e futura de Ficus adhatodifolia Schott.,...

14 A região tropical sofreu várias mudanças na sua vegetação durante os ciclos climáticos. Em algumas regiões da América do Sul, (e.g., Cerrado e Caatinga) a mudança estrutural foi mais acentuada, havendo o predomino de savanas, ao passo que em outras regiões (e.g. Amazônica e Mata Atlântica) as mudanças foram menores, formando áreas de refúgios florestais (Haffer, 1992). Particularmente na Amazônia os estudos paleovegetacionais mostraram que durante o último período glacial alguns táxons arbóreos foram substituídos gradualmente por espécies típicas de locais mais frios, como Podocarpus, Ilex, Humiria e alguns táxons arbustivos de Ericaceae. Nesse período glacial houve um esfriamento de aproximadamente 5 a 6°C na temperatura média, mas devido ao aumento na umidade, a Floresta Amazônica não se fragmentou. No Cerrado houve um aumento na umidade, permitindo a expansão de veredas, matas de galeria e formações arbóreas. Ainda, a queda na temperatura permitiu o estabelecimento de táxons associados a ambientes mais frios. No Sudeste e Sul do Brasil, nas regiões onde hoje ocorre a Floresta de Araucária, houve uma substituição por campos de vegetação rasteira, submetida a temperaturas próximas a 10°C negativos. Na Caatinga houve um aumento da umidade e diminuição da temperatura, favorecendo o estabelecimento de uma maior diversidade espécies vegetais. A Mata atlântica também sofreu alterações, mas não muito acentuados, pois essa formação parece ser mais influenciada por fatores edáficos do que climáticos (Souza et al., 2005).
Mostrar mais

61 Ler mais

Sérgio Roberto Moraes Corrêa Doutorando em Ciências Sociais pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal de Campina Grande (PPGCS-UFCG) Professor do Deptº. de Educação Especializada da Universidade do Estado do Pará E-mail: s

Sérgio Roberto Moraes Corrêa Doutorando em Ciências Sociais pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal de Campina Grande (PPGCS-UFCG) Professor do Deptº. de Educação Especializada da Universidade do Estado do Pará E-mail: s

Nesse contexto recente de expansão dessas fronteiras produtivas para região amazônica, a extração predatória de espécies de madeira de alto valor comercial, como mogno, cedro entre outras espécies, pelas indústrias madeireiras, têm aumentado a pressão sobre a floresta e sobre as populações que nela vivem. Mais de 90% dessas atividades de extração madeireira na região se fazem de forma predatória e ilegal, figuradas em empresas não reconhecidas e falsificadoras de documentos de exploração florestal e da força humana de trabalho. Essa exploração predatória está diretamente articulada, também, a siderurgia, uma vez que grande quantidade de madeira é extraída, como apontam os dados, para alimentar de energia essas empresas, por meio do carvão vegetal, extremamente poluidor do meio ambiente e prejudicial socialmente, pois submete as populações locais a condições exploratórias e indignas de vida e de trabalho, inclusive crianças e jovens, que se inscrevem dentro do trabalho escravo (CORRÊA, 2007).
Mostrar mais

27 Ler mais

Três novas espécies de abelhas da Amazônia pertencentes ao gênero Eulaema (Hymenoptera: Apidae: Euglossini).

Três novas espécies de abelhas da Amazônia pertencentes ao gênero Eulaema (Hymenoptera: Apidae: Euglossini).

1. Tegumento dos tergos metassomáticos preto, nos últimos azul-violáceo; pilosidade dos tergos I-IV preta, nos demais, preta misturada com amarela; asas bastante escuras [Costa Rica até sul do Brasil]..............................E. nigrita Lepeletier, 1841 - Tegumento dos tergos totalmente preto; pilosidade amarela na maioria dos tergos ou dividida em faixas amarelas e pretas..........................................................................................2 2. Tergos metassomáticos II-VI inteiramente revestidos por pilosidade amarela.....................................................................3 - Tergos II-IV ou apenas o II com pilosidade dividida em faixas, pretas e amarelas........................................................................4 3. Todos os tergos revestidos de pilosidade amarelo-clara a escura; área aveludada da tíbia média muito longa e larga como na figura 1d,g [Amazônia, Venezuela, Guianas e Parnaíba, Piauí]..................................E. mocsaryi (Friese, 1899)
Mostrar mais

8 Ler mais

Styracaceae novas da Amazônia

Styracaceae novas da Amazônia

1844 — Pródromos Systematis Naturalis regnis vegeta- bais.. 1837 — Martins flora brasiliensis.[r]

5 Ler mais

Estudo Comparativo da Atividade Espasmolítica de Óleos Essenciais de Espécies de Annonaceae: Rollinia leptopetala R. E. Fries, Xylopia langsdorfiana A. St.-Hil. & Tul. e Xylopia frutescens Aubl.

Estudo Comparativo da Atividade Espasmolítica de Óleos Essenciais de Espécies de Annonaceae: Rollinia leptopetala R. E. Fries, Xylopia langsdorfiana A. St.-Hil. & Tul. e Xylopia frutescens Aubl.

Many Annonaceae species are odoriferous due to the presence of essential oils and these have attracted great pharmacological interest because they have action on smooth muscle. Thus, we aimed to investigate a possible spasmolytic activity of essential oils of leaves from Xylopia langsdorfiana A. St.-Hil. & Tul. (XL-OE), Xylopia frutescens Aubl. (XF-OE) e Rollinia leptopetala R. E. Fries (RL-OE) species on rat aorta, rat uterus and guinea pig trachea and ileum, and so elucidate the action mechanism of the essential oil that to present the better spasmolytic effect in one of the tested organs. Isometric and isotonic contractions and cytosolic Ca 2+ were measured. In preliminary pharmacological screening all essential oils presented a higher spasmolytic potency and efficacy on guinea pig ileum, when compared with the other organs, being RL-OE the most promising natural product. So we decided to characterize the action mechanism of RL-OE on this organ. RL-OE inhibited cumulative concentration-response curves to histamine, and these were shifted to the right, in a non-parallel manner, with E max reduction, discarding thus a competitive
Mostrar mais

186 Ler mais

List of Types of Erotylidae (Insecta, Coleoptera) of the Museu de Zoologia, Universidade de São Paulo, Brazil

List of Types of Erotylidae (Insecta, Coleoptera) of the Museu de Zoologia, Universidade de São Paulo, Brazil

Espécies tipos dos gêneros e subgêneros neotropicais da família Erotylidae (Coleoptera).. Kakoia travassosi gênero e espécie nova de Erotylidae (Coleoptera).[r]

9 Ler mais

Espécies novas de Chromatonotus Hebard, 1920 da região da Amazônia (Blattellidae, Blattellinae).

Espécies novas de Chromatonotus Hebard, 1920 da região da Amazônia (Blattellidae, Blattellinae).

Em laboratório, a observação das placas genitais foi feita através da retirada da parte final do abdome, utilizando-se as técnicas tradi- cionais de dissecção, descritas em Lopes & Oliveira (2000). Após análise, as placas e peças genitais foram guardadas em microtubos contendo glicerina, acondicionados junto ao exemplar respectivo, técnica desenvolvida por Gurney et al. (1964). A terminologia da genitália e a classificação taxonômica foram baseadas nos conceitos propostos por Roth (2003). Para identificação precisa, o material foi comparado com os exemplares de Chromatonotus da coleção de Blattaria do Museu Nacional (MNRJ) e com as descrições em literatura. Os exemplares descritos neste trabalho encontram-se depositados na coleção do Departamento de Entomologia do Museu Nacional do Rio de Janeiro (MNRJ).
Mostrar mais

4 Ler mais

Show all 10000 documents...

temas relacionados