Top PDF Mixobiota do Parque Nacional Serra de Itabaiana, SE, Brasil: Trichiales.

Mixobiota do Parque Nacional Serra de Itabaiana, SE, Brasil: Trichiales.

Mixobiota do Parque Nacional Serra de Itabaiana, SE, Brasil: Trichiales.

RESUMO – (Mixobiota do Parque Nacional Serra de Itabaiana, SE, Brasil: Trichiales). Como parte do levantamento da mixobiota de Sergipe foram avaliadas a abundância e constância das Trichiales encontradas em diferentes microhabitats e níveis altitudinais no Parque Nacional Serra de Itabaiana (10º40’52”S e 37º25’15”W; 7.966 ha). Dois tipos fi sionômicos predominam: fl orestas úmidas encontradas na margem de riachos e áreas abertas com solos arenosos, cobertos por gramíneas, ciperáceas, cactáceas, bromeliáceas e arbustos. Esporocarpos foram coletados durante dois anos (19 excursões); madeira em decomposição, folhedo, casca de árvores vivas e fezes de Sylvilagus brasiliensis L. foram coletados e montadas 590 câmaras-úmidas. Dez espécies foram identifi cadas: Arcyria cinerea (Bull.) Pers., A. denudata (L.) Wettst., A. obvellata (Oeder) Onsberg, Hemitrichia calyculata (Speg.) M. L. Farr, H. minor G. Lister, H. serpula (Scop.) Rostaf. ex Lister, Metatrichia vesparia (Batsch) Nann.-Bremek. ex G. W. Martin & Alexop., Perichaena chrysosperma (Curr.) Lister, P. depressa Lib. e Trichia affi nis de Bary. Trichiales foram encontradas em todos os microhabitats, predominando as lignícolas e foliícolas. Três espécies fi mícolas foram registradas: A. cinerea, H. minor e M. vesparia. As espécies mais constantes e abundantes foram A. cinerea, A. denudata e H. calyculata, as quais foram encontradas em diferentes altitudes (180-670 m). É fornecida a descrição de cada espécie e sua distribuição geográfi ca no Brasil. A. denudata, A. obvellata, H. calyculata, P. chrysosperma e T. affi nis são novas referências para Sergipe, elevando para 58 o número de espécies de Myxomycetes registradas para esse estado.
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Mixobiota do Parque Nacional Serra de Itabaiana, SE, Brasil: Stemonitales.

Mixobiota do Parque Nacional Serra de Itabaiana, SE, Brasil: Stemonitales.

RESUMO – (Mixobiota do Parque Nacional Serra de Itabaiana, SE, Brasil: Stemonitales). Como parte do inventário da mixobiota do Parque Nacional Serra de Itabaiana, Sergipe, Nordeste do Brasil (10º40’52’’S e 37º25’15’’W, 180-670 m.s.m., 7.966 ha), avaliou-se a riqueza, abundância e constância das Stemonitales presentes em diferentes microhabitats e níveis altitudinais. Esporocarpos foram coletados durante 20 meses consecutivos, desde abril/2002 até dezembro/2003; amostras de substratos foram também coletadas para cultivo em câmara-úmida. Coleções do material estudado foram depositadas no Herbário UFP. Foram identificadas 14 espécies de Stemonitidaceae, pertencentes aos gêneros Collaria, Comatricha, Lamproderma, Stemonitis e Stemonitopsis. As espécies foram organizadas em ordem alfabética em uma lista comentada e apresenta-se sua distribuição geográfica no Brasil. Representantes da ordem estiveram presentes em todos os microhabitats analisados, predominando as lignícolas, seguidas das foliícolas. Stemonitis flavogenita foi a única espécie areícola, comportando-se também como suculentícola. Nos cultivos em câmara-úmida, registrou-se uma espécie fimícola (Comatricha mirabilis) e três suculentícolas (Collaria arcyrionema, Comatricha laxa e Stemonitis fusca). As espécies mais abundantes foram S. fusca (constante), Stemonitis smithii, Stemonitis axifera e Stemonitis splendens (acessórias), presentes nos diferentes níveis altitudinais. Exceto C. mirabilis, todos os gêneros e espécies constituem primeira referência para o estado de Sergipe.
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Mixobiota do Parque Nacional Serra de Itabaiana, SE, Brasil: Liceales.

Mixobiota do Parque Nacional Serra de Itabaiana, SE, Brasil: Liceales.

RESUMO – (Mixobiota do Parque Nacional Serra de Itabaiana, SE, Brasil: Liceales).Visando ampliar o conhecimento sobre a distribuição dos Myxomycetes nos Neotrópicos e trazer as primeiras informações sobre a mixobiota sergipana, efetuou-se um estudo sobre as espécies de Liceales ocorrentes na Reserva Ecológica Serra de Itabaiana, SE (10º40’52’’S e 37º25’15’’W, 180-670 m alt.), que apresenta diferentes fisionomias vegetacionais. Esporocarpos e amostras de substrato para cultivo em câmara-úmida foram coletados entre abril/2002 e dezembro/2003, em 19 excursões (quatro dias cada) realizadas em diferentes estações do ano. Exsicatas representativas do material estudado encontram-se depositadas no herbário UFP (Universidade Federal de Pernambuco, Recife). Cinco gêneros foram registrados, pertencentes às famílias Cribrariaceae (Cribraria, 6 spp.), Liceaceae (Licea, 1 sp.) e Reticulariaceae (Lycogala, 3 spp., Reticularia, 1 sp., Tubifera, 4 spp.). Todos os táxons constituem primeira referência para o estado de Sergipe. A distribuição de Tubifera dimorphoteca Nann.-Bremek. & Loer. está sendo ampliada na América do Sul, citada pela primeira vez para o Brasil.
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Mixobiota do Parque Nacional Serra de Itabaiana, SE, Brasil: Physarales.

Mixobiota do Parque Nacional Serra de Itabaiana, SE, Brasil: Physarales.

RESUMO – (Mixobiota do Parque Nacional Serra de Itabaiana, Sergipe, Brasil: Physarales). Visando contribuir com informações sobre a diversidade de Myxomycetes em florestas úmidas e savanas Neotropicais, foram inventariadas as espécies de Physarales associadas a diferentes microhabitats no Parque Nacional Serra de Itabaiana, Sergipe, Brasil (10º40’52’’S e 37º25’15’’W, 180-670 m, 7966 ha). Durante 20 meses consecutivos foram efetuadas coletas de esporocarpos e de amostras de vários tipos de substratos a serem utilizados na preparação de 590 câmaras-úmidas. Coleções representativas do material estudado foram depositadas no Herbário UFP, com duplicatas no herbário MA - Fungi. A abundância e a constância de cada espécie foram determinadas. Apresenta-se uma lista comentada das sete espécies de Didymiaceae e 24 espécies de Physaraceae identificadas e sua distribuição no Brasil. As Physarales estão presentes em todos os microhabitats analisados, esporulando na estiagem e na estação chuvosa; fimícolas e suculentícolas foram registradas apenas em câmara-úmida. As espécies mais abundantes foram Physarum viride (Bull.) Pers., P. stellatum (Massee) G.W. Martin e P. cinereum (Batsch) Pers. Exceto Diachea silvaepluvialis M.L. Farr, P. cinereum e Physarum roseum Berk. & Broome, todos os táxons constituem primeira referência para Sergipe. Diderma rugosum (Rex) T. Macbr., Didymium dubium Rostaf. e Physarum pulcherrimum Berk. & Ravenel estão sendo referidas pela primeira vez para o Brasil.
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Caracterização do material combustível superficial no Parque Nacional Serra de Itabaiana - Sergipe, Brasil.

Caracterização do material combustível superficial no Parque Nacional Serra de Itabaiana - Sergipe, Brasil.

Com relação às fitofisionomias de Campos Graminosos, a baixa quantidade de material combustível da classe MS1 e a ausência de materiais nas classes MS2 e MS3 sugere que os incêndios sejam de pequeno porte e queimem rapidamente todo o estoque de material combustível, já que são os materiais mortos mais grossos (MS2 e MS3), responsáveis pelo aumento do tempo de residência do fogo (BATISTA, 1990). Considerando-se que a mínima quantidade de material combustível nos Campos Graminosos necessária para propagar um incêndio florestal está entre 2 a 2,5 t/ha (HÉLY et al., 2003), a variabilidade espacial da carga presente nos Campos Graminosos do Parque Nacional Serra de Itabaiana pode comprometer a propagação do fogo em algumas áreas. Entretanto, a grande maioria das parcelas estudadas (88%) apresentou carga suficiente ( > 2 t/ha) para propagarem incêndios (Figura 2).
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Florística e estrutura da vegetação arbustivo-arbórea das Areias Brancas do Parque Nacional Serra de Itabaiana/Sergipe, Brasil.

Florística e estrutura da vegetação arbustivo-arbórea das Areias Brancas do Parque Nacional Serra de Itabaiana/Sergipe, Brasil.

Em estudo nas restingas do Nordeste do Estado da Bahia, Pinto et al. (1984) descrevem a itoisionomia dos “tabuleiros costeiros”, nela ocorrem os principais gêneros citados para as Areias Brancas do Parque Nacional Serra de Itabaiana – Poaceae (Axonopus, Paspalum, Trachypogon); Arecaceae (Attalea, Bactris, Syagrus); Polygonaceae (Coccoloba); Fabaceae (Diptychandra, Cassia, Stryphnodendron); Rutaceae (Esenbeckia); Dilleniaceae (Curatella); Apocynaceae (Hancornia, Himatanthus ), dentre outros. Das espécies encontradas nas Areias Brancas do Parque Nacional Serra de Itabaiana, 32% estão citadas na listagem da Flora das Restingas do Nordeste da Bahia (Pinto et al. 1984). Na listagem das espécies de fanerógamas das Restingas de Pernambuco (Zickel et al . 2007) está proporção é de 26%.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECOLOGIA E RECURSOS NATURAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECOLOGIA E RECURSOS NATURAIS

Área de estudo – O Parque Nacional Serra de Itabaiana (PNSI) (Fig. 1.1), situado a cerca de 40 km de Aracaju, capital do Estado de Sergipe, Nordeste do Brasil (ICMBio 2016), apresenta-se como uma zona de transição entre a Mata Atlântica e a Caatinga (Carvalho & Vilar 2005) e abriga diversas fitofisionomias, a depender do relevo e do solo no qual se encontram (Vicente et al. 2005). Inserido nos municípios de Areia Branca, Itabaiana, Laranjeiras, Itaporanga d'Ajuda e Campo do Brito, possui uma área aproximada de 8000 ha, constituída de três serras residuais – Cajueiro, Comprida e de Itabaiana, esta última o ponto mais alto da unidade de conservação (659 m) – bem como solos rasos (neossolos litólicos distróficos) na região de escarpa e topo das serras, e profundos e lixiviados (neossolos quartzarênicos) nas partes mais baixas (ICMBio 2016). O clima da região, segundo Classificação de Köppen, é do tipo As’, clima tropical com estação seca de verão e moderado excedente hídrico de inverno, com índice hídrico de Thorntwaite (Im) entre -1,3 e -8,8 (Sergipe 1978).
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Anfíbios e répteis do Parque Nacional da Serra da Bodoquena, Mato Grosso do Sul, Brasil.

Anfíbios e répteis do Parque Nacional da Serra da Bodoquena, Mato Grosso do Sul, Brasil.

The State of Mato Grosso do Sul, central Brazil, is located in the center of the broad South American open- dry diagonal areas. This region harbors a great diversity of amphibians and reptiles, with some endemic species. Despite such biogeographical scenario, biodiversity of this region is poorly known at local scales. Dry forests are important physiognomies in Mato Grosso do Sul and represent an important landscape element at Serra da Bodoquena, resulting in local characteristics that require biodiversity surveys. There are few and punctual information on the herpetofauna from the Serra da Bodoquena National Park and they suggest a similarity with the Cerrado herpetofauna. The present study represents the first record of the herpetofauna from the Serra da Bodoquena National Park and adjacent areas. Samples were conducted in pristine and disturbed areas in two distinct climatic periods, covering both rainy and dry seasons, by means of active search limited by time as well as opportunistic records. Data on the herpetofauna of the Caatinga, Cerrado, and Chaco biomes were compiled and compared with the species sampled in the present study. We registered 63 species, including 38 amphibians and 25 reptiles. Several species were associated to particular habitats, such as gallery forests or rocky outcrops. The herpetofauna from the Serra da Bodoquena National Park showed a greater similarity with that of the Cerrado, probably because the area is inserted in this biome. Considering the habitat diversity found at Serra da Bodoquena, the number of species must increase with other surveys in the area. Natural history and ecological studies on amphibian and reptiles of the Serra da Bodoquena must be encouraged in order to contribute for the National Park management.
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Carrapatos (Acari: Ixodidae) em mamíferos silvestres do Parque Nacional da Serra da Canastra e arredores, Minas Gerais, Brasil.

Carrapatos (Acari: Ixodidae) em mamíferos silvestres do Parque Nacional da Serra da Canastra e arredores, Minas Gerais, Brasil.

O presente estudo relata ixodídeos em mamíferos silvestres no Parque Nacional da Serra da Canastra e arredores, no estado de Minas Gerais, Brasil. De julho de 2005 a junho de 2014, foram coletadas 58 larvas, 133 ninfas e 43 carrapatos adultos em 40 eventos de captura de mamíferos de vida livre do Parque e arredores. Nos hospedeiros da ordem Carnivora, foram identificados Amblyomma ovale Koch, 1844, Amblyomma sculptum Berlese, 1888, Amblyomma tigrinum Koch, 1844, Dermacentor nitens Neumann, 1897 e Rhipicephalus microplus (Canestrini, 1888). Em hospedeiros da ordem Xenarthra, foram identificados espécimes de Amblyomma pseudoconcolor Aragão, 1908 e A. sculptum. Este estudo relata os primeiros registros dos ixodídeos D. nitens e R. microplus parasitando Lycalopex vetulus, e A. ovale em Leopardus tigrinus no país. Os achados do presente estudo indicam a proximidade entre os animais domésticos e silvestres causada pela expansão agropecuária no território brasileiro.
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A técnica de cluster como ferramenta para a gestão ambiental.

A técnica de cluster como ferramenta para a gestão ambiental.

A gestão integrada resulta de um conjunto de ações e de atividades empreendidas pelos diversos atores envolvidos no processo. Nessa modalidade de gestão, há a participação parcial dos diversos atores, uma vez que os mesmos apenas subsidiam o processo decisório. Inserida num contexto mais amplo de gestão de recursos naturais, a gestão compartilhada de parques nacionais requer o envolvimento direto da sociedade e de instituições, tanto públicas quanto privadas. A gestão compartilhada visa superar restrições institucionais e incorporar as novas tendências e concepções relativas aos gestores e suas relações com a sociedade (Brasil, 1995, p. 179- 180). Essa modalidade de gestão para ser eficiente deverá ser democrática e participativa, envolvendo os parceiros na tomada de decisões.
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Estrutura da comunidade de anfíbios do Parque Nacional da Serra da Bocaina, São Paulo, Brasil

Estrutura da comunidade de anfíbios do Parque Nacional da Serra da Bocaina, São Paulo, Brasil

Em teoria, a similaridade nos sinais acústicos das espécies pode estar relacionada com a filogenia e/ou com adaptações ao ambiente. Porém, nenhum estudo até hoje testou empiricamente a importância relativa da filogenia e do ambiente na evolução de sinais acústicos. Assim, buscamos responder as seguintes questões: i) Qual a importância relativa da filogenia e dos fatores ambientais no canto dos anuros? ii) A sobreposição nos parâmetros do canto é maior do que o esperado ao acaso nas espécies que co- ocorrem? Durante 18 meses, foram realizadas amostragens em 13 ambientes lênticos do Parque Nacional da Serra da Bocaina, para obtenção dos dados de ocorrência espacial e temporal das espécies, e para gravação dos cantos de anúncio. Analisamos cinco parâmetros espectrais e dois temporais do canto de 16 espécies registradas. Verificamos que há um forte sinal filogenético no canto dos anuros, ao passo que o ambiente teve pouca influência nestes atributos, evidenciando que o canto é um atributo conservado ao longo da filogenia e com pouca plasticidade na resposta ao ambiente. Este padrão é provavelmente devido aos limites filogenéticos existentes nos caracteres morfológicos que modulam o canto. Além disso, verificamos que há uma conservação dos parâmetros espectrais relacionado ao microhábitat utilizado, que deve ter sido influenciado pela fidelidade no uso do microhábitat como sitio de canto. As espécies que co-ocorrem temporalmente não possuem necessariamente o canto mais dissimilar, porém as espécies que co-ocorrem espacialmente tendem a ter cantos diferentes, evidenciando que as espécies com canto semelhante tendem a diferir no uso do hábitat. Esses resultados corroboram a hipótese da partilha do espaço acústico, o que favorece a comunicação entre os anuros nos coros reprodutivos.
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Papilionoideae (Leguminosae) do Parque Nacional da Serra da Canastra, Minas Gerais, Brasil.

Papilionoideae (Leguminosae) do Parque Nacional da Serra da Canastra, Minas Gerais, Brasil.

RESUMO - (Papilionoideae (Leguminosae) do Parque Nacional da Serra da Canastra, Minas Gerais, Brasil). O Parque Nacional da Serra da Canastra localiza-se no sudoeste de Minas Gerais (20º00’-20º30’S e 46º15 ’ -47º00’W) e apresenta ca. de 40% de sua área coberta por campos rupestres. Foram registradas 41 espécies de Papilionoideae reunidas em 23 gêneros e oito tribos: Phaseoleae (Camptosema, Centrosema, Clitoria, Collaea, Eriosema, Erythrina, Galactia, Periandra e Vigna), Dalbergieae (Andira, Dalbergia, Machaerium, Platypodium, Poiretia, Stylosanthes e Zornia), Sophoreae (Acosmium e Bowdichia), Crotalarieae (Crotalaria), Desmodieae (Desmodium), Genisteae (Lupinus), Millettieae (Platycyamus) e Swartzieae (Swartzia). Os gêneros mais representativos em número de espécies foram Galactia (com cinco espécies), Andira, Eriosema, Vigna e Zornia, com três espécies cada um. Os gêneros Centrosema, Collaea, Crotalaria, Lupinus, Periandra e Stylosanthes foram representados por duas espécies, e os demais gêneros por uma espécie cada. A distribuição geográfica de Eriosema prorepens Benth., Lupinus subsessilis Benth. e Periandra gracilis H.S. Irwin & Arroyo foi ampliada neste trabalho. São apresentadas chaves para identificação, descrições e dados sobre a distribuição geográfica das espécies e táxons infra-específicos.
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Memorial Ambiental da População Rural da Zona de Amortecimento do Parque Nacional da Serra da Canastra - MGLucas Guida SOARES, Renato Luiz Grisi MACEDO, Jozbio Esteves GOMES, Joema Souza Rodrigues PVOA

Memorial Ambiental da População Rural da Zona de Amortecimento do Parque Nacional da Serra da Canastra - MGLucas Guida SOARES, Renato Luiz Grisi MACEDO, Jozbio Esteves GOMES, Joema Souza Rodrigues PVOA

In this work we analyzed the interaction that happens among the administration of the National Park of “Serra da Canastra” with her neighboring population. The support methodology of this research was the “Grounded theory”. We found as main result the break of the identity of the native rural population with his physical space, fruit of the irrational creation of the referred park. Support the buffer zone community of conservation units and to maintain good relationships with them is an essential task when one wants to protect the natural patrimony.

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Briófitas do centro urbano de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil.

Briófitas do centro urbano de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil.

Com relação ao Centro, o número de táxons inventariados para esta área supera o esperado, uma vez que este é o local mais alterado, porém, o grande número de microhábitats, especialmente nos parques e praças, possibilita maior diversidade. De acordo com Schuster (1983), as briófitas são capazes de sobreviver em pequenos nichos adequados ao seu tamanho e sua distribuição é dependente de microclimas favoráveis à sua sobrevivência, apesar da hostilidade que possa existir nas condições climáticas gerais de uma região. O elevado número de táxons exclusivos (36) e o maior número de táxons comuns com outras áreas urbanas do Brasil, ressaltam a baixa similaridade entre o Centro e as demais áreas estudadas.
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Estudo de genética populacional no Pato-Mergulhão, Mergus octosetaceus

Estudo de genética populacional no Pato-Mergulhão, Mergus octosetaceus

Chapada dos Veadeiros (PNCV), Parque Nacional da Serra da Canastra (PNSC), Serra do Salitre (SS)................................................................................................................................37 Tabela XII: Valores de FIS, FIT e FST nas populações de cativeiro (CAT), Córrego Cacheirinha (CC), Córrego Luciano (CL), Museu da Argentina (MACN), Parque Estadual do Jalapão (PEJ), Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (PNCV), Rio do Peixe (RP), Rio São Francisco (RSF) e Serra do Salitre (SS).............................................................................38 Tabela XIII: Valores dos testes de Wilcoxon, Sign e Standart Frequency para detecção de gargalo-de-garrafa populacional: (N) número de indivíduos, (IAM) modelo de mutação de alelos infinitos, (SSM) modelo de mutação de passo. (PNCV) Parque Nacional Chapada dos Veadeiros, (PNSC) Parque Nacional da Serra da Canastra, (SS) Serra do Salitre. * indica significância estatística de 5%.....................................................................................38 Tabela XIV: Parentesco entre os indivíduos do cativeiro. Indivíduos classificados como não relacionados (r=0), levemente relacionados (0<r<0,25) ou altamente relacionados (r>0,25).....................................................................................................................................39
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INVENTÁRIO DAS ESPÉCIES VEGETAIS NA SERRA DA CANASTRA, PARQUE NACIONAL DA SERRA DA CANASTRA, MINAS GERAIS, BRASIL Otacílio Antunes Santana

INVENTÁRIO DAS ESPÉCIES VEGETAIS NA SERRA DA CANASTRA, PARQUE NACIONAL DA SERRA DA CANASTRA, MINAS GERAIS, BRASIL Otacílio Antunes Santana

Estudos florísticos, fitossociológicos e fitogeográficos têm sido de extrema importância para avaliar a diversidade do Cerrado lato sensu, considerando variações na escala tanto espacial como temporal. A densidade das espécies é um fator importante a ser considerado para a diferenciação entre fisionomias e definição de estratégias para proteção das populações (Líbano & Felfili 2006). No Brasil, o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Lei 9.9850/ 2000) possui uma modalidade de Unidade de Proteção Integral, que é o Parque Nacional, com o objetivo básico de preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica, beleza cênica, e diversidade biológica. Nestas unidades é possível a realização de pesquisas científicas, o desenvolvimento de atividades de educação e interpretação ambiental, de recreação em contato com a natureza e de turismo ecológico. No Brasil estão cadastrados 54 Parques Nacionais, em uma área de 17.493.010 hectares, importante área natural protegida (MMA 2009).
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LEVANTAMENTO DA BRIOFLORA DE UMA MATA DE GALERIA NO PARQUE NACIONAL DA SERRA DO CIPÓ, MG - BRASIL

LEVANTAMENTO DA BRIOFLORA DE UMA MATA DE GALERIA NO PARQUE NACIONAL DA SERRA DO CIPÓ, MG - BRASIL

1. Fissidens lagenarius Mitt. var. lagenarius, J. Linn. Soc., Bot. 10: 184. 1868. (Fig. 16) Planta acrocárpica. Gametófito verde claro a verde escuro, não ramificado, ereto, uniforme, caulídio da mesma cor do filídio, sem nódulos axilares hialinos. Filídios 0,9- 1,1 x 0,6 mm, dispostos dísticamente, verde claro a verde escuro, contíguos, oblongo a oblongo-ovalados, curvos quando seco, planos quando hidratados, ápice agudo, base estreita, margem crenulada a serreada, limbídio ausente, lâmina vaginante ½ a ¾ do tamanho do filídio. Costa única, estreita, forte, percurrente a sub-percurrente, terminado 3-4 células do ápice. Células 5-7,5 x 5-7,5 µm, arredondadas a curto-hexagonais, 1 papila por célula. Esporófito terminal com seta de 1,5 mm, cápsula 0,6 mm, ereta, urceolada, peristômio único, dentes minutamente papilosos. Esporos 0,8 µm, esféricos. Material examinado: Brasil. Minas Gerais: Parque Nacional da Serra do Cipó, 26/VII/2011, Tronco vivo, Sousa, R.V. 191 (UB).
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Efetividade da gestão do Parque Nacional Serra da Capivara, Piauí, Brasil: uma avaliação temporal

Efetividade da gestão do Parque Nacional Serra da Capivara, Piauí, Brasil: uma avaliação temporal

O módulo objetivo quase sempre apresentou altos valores de gestão, devido aos objetivos de criação do PNSC terem sido bem estabelecidos e serem de conhecimento do órgão gestor e das comunidades locais, o que afetou positivamente este módulo. Por outro lado, Leverington et al. (2010) destacam as baixas pontuações nas perguntas sobre recursos humanos e financeiros, do tema insumos, como um padrão global, sendo isto observado em vários estudos pelo mundo (Gerhardinger et al. 2011; Lu et al. 2012; Magris et al. 2013). O PNSC também segue este padrão, possuindo um quadro de funcionários insuficientes para a realização das atividades de conservação do Parque, sendo observada uma melhora na capacitação dos funcionários, mas não na quantidade ao longo do tempo da pesquisa, o que afetou negativamente este módulo. Vale destacar que a Fundação Museu do Homem Americano (FUMDHAM) também conta com um quadro de funcionários que auxiliam nas atividades do Parque, e que não foram contabilizados na pesquisa, mas que segundo informações prestadas, também se encontra em número insuficiente para a realização das atividades conservação, como a limpeza e manutenção das pinturas do Parque.
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Lycophyta e samambaias do Parque Nacional da Serra do Itajaí, Vale do Itajaí, SC, Brasil.

Lycophyta e samambaias do Parque Nacional da Serra do Itajaí, Vale do Itajaí, SC, Brasil.

RESumo – (Lycophyta e samambaias do Parque Nacional da Serra do Itajaí, Vale do Itajaí, Sc, brasil). Este trabalho apresenta o levantamento das espécies de Lycophyta e samambaias do Parque Nacional da Serra do Itajaí, Santa catarina. o Parque possui, no total, 57.475 ha, com altitudes que variam de 150 a 940 m, sendo coberto por Floresta Ombrófila Densa. Foram identificados 190 táxons infragenéricos (185 espécies, três subespécies e duas variedades), pertencentes a 24 famílias e 73 gêneros. Os gêneros mais representativos foram: Asplenium (17 espécies), Thelypteris (10), Blechnum (8) e Lindsaea (7), além da grande riqueza de espécies de Dryopteridaceae e Polypodiaceae, com 23 e 29 espécies, respectivamente. menção especial deve ser feita para Terpsichore chrysleri (Proctor ex copel.) A.R. Sm. e Polyphlebium hymenophylloides (Bosch) Ebihara & Dubuisson que representam em novas referências para Santa Catarina.
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Notas sinonímicas em Lepturini sul-americanos (Coleoptera, Cerambycidae, Lepturinae).

Notas sinonímicas em Lepturini sul-americanos (Coleoptera, Cerambycidae, Lepturinae).

Material examinado. BRASIL. Minas Gerais: Maria da Fé, fêmea; Poços de Caldas, 6 machos, 3 fêmeas; Santana do Riacho (Parque Nacional Serra do Cipó), 11 machos, 3 fêmeas; Virginia, macho, 2 fêmeas. Rio de Janeiro: Itatiaia, 4 fêmeas; Petrópolis, macho; Rio de Janeiro (Corcovado), macho; (Floresta da Tijuca), 2 machos, 3 fêmeas; (Represa Rio Grande), macho, fêmea. São Paulo: Amparo, macho; São Bernardo do Campo, macho; São José Barreiro (Serra da Bocaina), 101 machos, 37 fêmeas; São Paulo (Jabaquara), 2 machos, 3 fêmeas. (MNRJ).

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