Top PDF Morfoanatomia da plântula de Campomanesia xanthocarpa O. Berg. (Myrtaceae).

Morfoanatomia da plântula de Campomanesia xanthocarpa O. Berg. (Myrtaceae).

Morfoanatomia da plântula de Campomanesia xanthocarpa O. Berg. (Myrtaceae).

RESUMO – (Morfoanatomia da plântula de Campomanesia xanthocarpa O. Berg. (Myrtaceae)). Campomanesia xanthocarpa (guabirobeira) é espécie arbórea, heliófi ta, ocorrendo desde o estado de Minas Gerais até o Rio Grande do Sul. Visando descrever a morfologia e anatomia da plântula, sementes foram coletadas e plantadas, utilizando-se vermiculita como substrato. Plântulas foram coletadas para análise morfológica desde a protrusão da radícula até a fase em que são emitidos os primeiros pares de eofi los. Para a análise anatômica foram coletadas plântulas com sete, 30 e 60 dias após a germinação. As amostras foram fi xadas em glutaraldeído (1%) + formaldeído (4%), incluídas em historesina, seccionadas em micrótomo, e montadas de forma perma- nente. A plântula é epígea, fanerocotiledonar, com paracotilédones e eofi los simples, opostos. Nas plântulas com sete dias observa-se o início da formação do câmbio e as de 30 dias já apresentam crescimento secundário. O paracotilédone e o eofi lo apresentam características morfoanatômicas semelhantes. O hipocótilo é o principal órgão de reserva, contendo grãos de amido, especialmente nas plântulas com sete dias. Foram registradas glândulas e células secretoras em todos os órgãos, exceto na raiz. A epiderme dos paracotilédones, eofi los e hipocótilo apresenta tricomas tectores unicelulares. Idioblastos com cristais são comuns no mesofi lo do paracotilédone e do eofi lo.
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CARACTERES MORFOANATÔMICOS DE Campomanesia adamantium (Cambess.) O. Berg, UMA PLANTA MEDICINAL DO CERRADO BRASILEIRO

CARACTERES MORFOANATÔMICOS DE Campomanesia adamantium (Cambess.) O. Berg, UMA PLANTA MEDICINAL DO CERRADO BRASILEIRO

No que se refere ao cilindro vascular, variou de pentarco a hexarco, possuindo metaxilema central e cordões floemáticos bem delimitados, localizados entre o protoxilema. Tais observações anatômicas corroboram com as encontradas por Gogosz (2008) ao avaliar a morfoanatomia da plântula de C. xanthocarpa. Gogosz et al. (2010) explicaram que as espécies de Myrtaceae possuem glândulas secretoras abundantes em praticamente todos os órgãos, como na epiderme, no córtex, no mesofilo e nas nervuras centrais, com exceção da raiz.
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Caracterização morfológica do fruto, da semente e do desenvolvimento da plântula de Blepharocalyx salicifolius (H.B.K.) Berg. e Myrceugenia gertii Landrum - Myrtaceae.

Caracterização morfológica do fruto, da semente e do desenvolvimento da plântula de Blepharocalyx salicifolius (H.B.K.) Berg. e Myrceugenia gertii Landrum - Myrtaceae.

Semente: a semente (Figuras 1-E) possui forma de espiral, com base e ápice arredondados e uma reentrância lateral, possuindo em média 3,63 mm de comprimento, 3,13 mm de largura e 2,19 mm de espessura (Tabela 1). O tegumento é liso, membranáceo, de coloração castanha, semitransparente, permitindo a visualização do embrião verde escuro. A micrópila é visível e se localiza na base do hipocótilo (Figura 1-E). Não possui endosperma, e o embrião é do tipo hipocotilar (o eixo hipocótilo radícula desenvolve- se bastante, enquanto os cotilédones são vestigiais), axial e invaginado. Os cotilédones rudimentares possuem a forma de duas asas membranáceas (Figura 1-F). De acordo com Barroso et al. (1999) nos embriões hipocotilares o eixo hipocótilo radícula constitui um órgão armazenador de reservas. Nestas sementes o embrião passa a ocupar toda a cavidade da semente (Souza, 2006). O embrião é de coloração verde escura e o hipocótilo e os cotilédones possuem glândulas por toda a superfície. De acordo com a classiicação de Barroso et al. (1999) o embrião é do tipo pimentóide que se caracteriza pelo eixo hipocótilo radícula carnoso, curvo em forma de “C”, ou em espiral, e cotilédones pouco desenvolvidos a vestigiais. Santos et al. (2004) veriicou o mesmo tipo de embrião para Campomanesia guazumifolia, Campomanesia xanthocarpa e Psidium cattleyanum. Barroso (1984) descreve outros tipos de embriões, que são especializações dos três tipos citados por Barroso et al. (1999), e dentre estes o embrião de Blepharocalyx é classiicado como uma forma mais especializada do embrião pimentóide: embrião crasso, enrolado em espiral, constituído pelo eixo hipocótilo-radícula, em cujo ápice localizam-se os cotilédones rudimentares.
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Morfoanatomia da plântula e comparação da folha nas fases juvenis e adulta de Piptocarpha angustifolia (Asteraceae).

Morfoanatomia da plântula e comparação da folha nas fases juvenis e adulta de Piptocarpha angustifolia (Asteraceae).

As cerca de 250 mil espécies de Angiospermae apresentam uma diversidade enorme de tipos morfológicos de sementes e plântulas. Essa diversidade dificulta a identificação taxonômica dos indivíduos jovens devido às diferenças morfológicas em relação aos indivíduos adultos. No geral, a morfoanatomia de plântulas ainda é pouco conhecida (Souza 2009a) e na área florestal, o reconhecimento das espécies arbóreas nativas, na fase juvenil, fica praticamente dependente do conhecimento de mateiros regionais (Rotta 2007). Gogosz et al. (2010), em análise do desenvolvimento de Campomanesia xanthocarpa O. Berg., concluem que as características anatômicas e morfológicas da espécie são úteis para sua identificação em estágio inicial de desenvolvimento. Conclusão semelhante é feita por Mayer et al. (2008) para Rollinea sylvatica (A. St.-Hil.) Mart., cujos caracteres anatômicos seriam úteis para a taxonomia do grupo e para realizar inferências filogenéticas entre os gêneros.
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Crescimento de mudas de Campomanesia adamantium (Cambess.) O. Berg (guavira), submetidas a três níveis de sombreamento e substratos.

Crescimento de mudas de Campomanesia adamantium (Cambess.) O. Berg (guavira), submetidas a três níveis de sombreamento e substratos.

Seus frutos são consumidos “in natura” ou processados para a fabricação de sorvete, licor, suco e geleia (PAVAN et al., 2009). As folhas e frutos de Campomanesia possuem algumas propriedades medicinais como: anti-inlamatória, antidiarreica e antisséptica das vias urinárias e contra casos de reumatismo (LORENZI et al., 2006), além de apresentarem um efeito inibitório contra Mycobacterium tuberculosis (PAVAN et al., 2009) e atividade antimicrobiana (CARDOSO et al., 2010). Apesar da popularidade do consumo da guavira em sua região de ocorrência, dados sobre o cultivo ainda são escassos, havendo necessidade de estudos agronômicos da espécie. A propagação da guavira pode ser feita por sementes com índice de germinação de até 80%, devendo ser semeadas logo após a colheita, pois são sensíveis à secagem e ao armazenamento, sendo consideradas recalcitrantes (MELCHIOR et al., 2006; DRESCH et al., 2012).
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Aspectos da germinação de sementes, da emergência de plântulas e da morfologia dos frutos e sementes de Campomanesia pubescens (DC.) O. Berg (myrtaceae)

Aspectos da germinação de sementes, da emergência de plântulas e da morfologia dos frutos e sementes de Campomanesia pubescens (DC.) O. Berg (myrtaceae)

Campomanesia pubescens (D.C.) O. Berg., encontrada em Minas Gerais, Goiás e do Espírito Santo até o Rio Grande do Sul, é uma Myrtaceae frutífera cujo gênero possui 25 espécies distribuídas do México à Argentina, sendo 15 delas nativas do Brasil. Suas sementes necessitam de estudos técnico-científicos que possam elucidar as suas características ecológicas, morfológicas e fisiológicas. Para tanto, o objetivo do presente trabalho foi investigar os aspectos da germinação das sementes, da emergência das plântulas e da morfologia básica das sementes dessa espécie sob diferentes condições em laboratório e em casa de vegetação. As sementes medem entre 4,5 a 7,5 mm de comprimento e 2,8 a 6,5 mm de largura, a infestação por larvas atingiu 8,92% dos frutos coletados, o número médio de sementes extraídas por fruto foi 6, tendo-se nesses 38,45% sementes vazias e 61,55% sementes cheias. O teor de água encontrado das sementes foi 53,5% e, na curva de embebição, a protrusão radicular ocorreu aos 144 dias, quando o valor inicial foi acrescido em 18,4% de massa em relação à massa da matéria fresca inicial. Foi observado que a porcentagem final e a velocidade de emergência das plântulas foram promovidas significativamente nos substratos: fibra coco/vermiculita (2:1) e vermiculita. Nas mudas, os substratos fibra coco/vermiculita (2:1), areia e vermiculita proporcionaram resultados superiores para o seu comprimento, contrastando com aquelas que cresceram no substrato fibra de coco, que obtiveram significativamente comprimentos menores. Em relação ao número de folhas por planta, não houve diferença significativa encontrada entre as que cresceram nos quatro diferentes substratos. Após 120 dias de semeadura, os substratos vermiculita, fibra coco/vermiculita (2:1) e fibra de coco, apresentaram a porcentagem de 100% de sobrevivência das mudas. Já o substrato areia, devido sua resistência física oferecida à emergência das plântulas, ocasionou a perda dos paracotilédones
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA MAYLANE MASSACESI

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ARNALDO FERNANDES CORRÊA ESTUDO DE CASO: O PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO DA DIRETORIA DE PESSOAL NA REGIONAL DE ENSINO DE UBÁMG

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IRLENE COELHO ELOI DA SILVA O PAPEL DA COORDENADORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE COARIAM NA IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS EDUCACIONAIS PARA O ENSINO MÉDIO

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O PAPEL DA GESTÃO ESCOLAR NO PROCESSO DE MELHORIA DA QUALIDADE DO ENSINO: O CASO DA ESCOLA ESTADUAL MATTA MACHADO

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Efeito da temperatura na germinação de sementes e morfologia da plântula de Maquira sclerophylla (Ducke) C.C. Berg.

Efeito da temperatura na germinação de sementes e morfologia da plântula de Maquira sclerophylla (Ducke) C.C. Berg.

A faixa de temperatura entre 20 e 30ºC mos- trou-se favorável à germinação e à formação de plântulas de M. sclerophylla, com porcentagens acima de 60%. Com o aumento da temperatura observou-se redução no tempo de emergência da radícula e de formação da plântula (tabelas 2 e 3). Comparando-se o efeito das temperaturas de 25 e 30ºC, observa-se que não houve diferença estatís- tica na porcentagem de emergência da radícula e de formação da plântula. No entanto, o índice de velocidade de germinação (IVG) mostrou-se esta- tisticamente superior para ambos os critérios, na temperatura de 30ºC. Esta temperatura pode ser indicada como ótima para a germinação de semen- tes e formação de plântulas de M. sclerophylla, pois além da alta taxa de emergência da radícula e for- mação de plântula, o processo foi alcançado em menor tempo, o que pode ser observado através dos tempos inicial, médio e final de germinação/for- mação de plântulas e dos outros parâmetros utili- zados (tabelas 2 e 3). A temperatura ótima de 30ºC foi indicada também para Cariniana micrantha Ducke - Lecythidaceae (A. Imakawa & I. D. K. Ferraz, dados não publicados) e Simarouba ama- ra Aubl - Simaroubaceae (Goldman et al. 1986/87, Ferraz et al. 1998). A faixa de temperatura entre 20 e 30ºC tem sido indicada para a germinação de inúmeras espécies florestais (Borges & Rena 1993). Em estudos fisiológicos, o termo germinação restringe-se à emergência da radícula e indica o fi-
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Nitrogênio e fósforo no desenvolvimento inicial da guavira [Campomanesia adamantium (Cambess.) O. Berg] cultivada em vasos.

Nitrogênio e fósforo no desenvolvimento inicial da guavira [Campomanesia adamantium (Cambess.) O. Berg] cultivada em vasos.

com cama-de-frango incorporada ao solo. 2010. 40 p. Dissertação (Mestrado – Área de concentração em Produção Vegetal) – Faculdade de Ciências Agrárias, Universidade Federal da Grande Dourados, Dourados. CORRÊA, M.C.M et al. Respostas de mudas de goiabeira a doses de aplicação de fertilizante fosfatado. Revista Brasileira de Fruticultura, v.2, n.1, p.164-169, 2003. COUTINHO, I.D. et al. Determination of phenolic compounds and evaluation of antioxidant capacity of Campomanesia adamantium leaves. Eclética Química, v.33, n.4, p.53-60, 2008.
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SILVANA MARIA CAIXÊTA A FORMAÇÃO DE GESTORES DE ESCOLA E O DESENVOLVIMENTO DO PERFIL DA GESTÃO PEDAGÓGICA: O CASO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE UNAÍMG

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De acordo com o Consed (2011), o cursista deve ter em mente os pressupostos básicos que sustentam a formulação do Progestão, tanto do ponto de vista do gerenciamento qua[r]

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EMERGÊNCIA E FORMAÇÃO DE MUDAS DE GUAVIRA COM SUBSTRATOS CONTENDO COMPOSTO ORGÂNICO E SOLO SOB DIFERENTES AMBIENTES TELADO

EMERGÊNCIA E FORMAÇÃO DE MUDAS DE GUAVIRA COM SUBSTRATOS CONTENDO COMPOSTO ORGÂNICO E SOLO SOB DIFERENTES AMBIENTES TELADO

Guavira belongs to the Campomanesia genus – Myrtaceae family. The origin of the name comes from the tupi-guarani and means bitter bark. The plant is also known as guabiroba, guabirobeira, and gabirobeira (COUTINHO et al., 2010). The plant is rich in vitamin C and its fruits and leaves are used to treat cold. The fruits are the most used part of the plant, which are consumed in natura and used to produce juice, jam, ice-cream, liquor, candies, and cachaça (VALLILO et al., 2005). Despite being a savanna native plant, guavira is in risk of extinction because of anthropogenic actions such as burns. In addition, there is no preoccupation to replant it. The guavira species is propagated by through sexual and asexual. However, propagation studies are needed (SCALON et al., 2009).
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Avaliação genética do vigor juvenil em progênies de guavira (Campomanesia cambessedeana Berg.) nativas de Mato Grosso do Sul

Avaliação genética do vigor juvenil em progênies de guavira (Campomanesia cambessedeana Berg.) nativas de Mato Grosso do Sul

The present work aimed to estimate parameters and genetic values for height and progeny survival of guavira (Campomanesia cambessedeana Berg.) at initial development stage. Seeds were collected from 22 native specimens from the Camapuã municipality. Progenies were established at a plant nursery, under random blocks experimental design with 22 treatments (progenies), five repetitions and five plants per parcel in single lines. At age of three months was performed an evaluation of seedlings total height and survival. Values for individual heritability (0,72; 0,72) and progeny averages heritability (0,79; 0,73) for height and survival, respectively, were expressive. Individual genetic variation coefficients (CV gi %) for height (25,17) and survival (41,19) are considered high, what show the occurrence of a desirable genetic expression for a genetic improvement program.
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Enriquecimento com Campomanesia phaea (Berg.) Landr. e Euterpe edulis Martius em fragmentos de floresta ombrófila densa em estádio secundário

Enriquecimento com Campomanesia phaea (Berg.) Landr. e Euterpe edulis Martius em fragmentos de floresta ombrófila densa em estádio secundário

O enriquecimento com espécies frutíferas apresenta grande potencial econômico e pode ser uma alternativa aos sistemas agrícolas tradicionais (RICKER, 1999). O cambuci gera produtos que vão desde doces, licores, cachaças até produtos cosméticos, como xampus e cremes para pele (LORENZI, 1992; KAWASAKI e LANDRUM, 1997, SANTOS, 2008). Santos (2008) fez o levantamento de dados sobre os produtores, produção de frutos e utilização de Cambuci no município de Paraibuna, Estado de São Paulo. Foram identificados 16 produtores, 108 espécimes com uma produção média anual de 46,50 kg de frutos por árvore, em termos de desenvolvimento local, o aproveitamento econômico da fruta significa um incremento médio na ordem de aproximadamente R$ 9.700,00/ano. Em relação à utilização, verificou-se que os frutos do cambuci eram usados de várias formas, como suco (41%), in natura (18%), pinga (14%) e outros usos (27%). Recentemente foi criada a Rota do Cambuci em várias cidades do Estado de São Paulo, incluindo a capital. O projeto visa comercializar e divulgar produtos derivados de frutos de cambuci, beneficiando moradores que vivem no entorno dos fragmentos florestais, bem como promovendo a preservação da espécie e dos remanescentes de Mata Atlântica (SEMINÁRIO “COMPARTILHANDO CONHECIMENTO SOBRE O CAMBUCI- CAMPOMANESIA PHAEA”, 2010).
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O PLANEJAMENTO DOCENTE EM DUAS ESCOLAS DA COORDENADORIA REGIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO 17 – ICÓ – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

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O diagnóstico dos alunos é ferramenta necessária a ser disponibilizada aos professores no início do ano letivo, a fim de nortear seu planejamento. Embora o estado do Ceará [r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA JONAS CORDEIRO DA SILVA

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O PROGRAMA DE BIBLIOTECAS DA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE BELO HORIZONTE: CAMINHOS PARA UMA POLÍTICA DE FORMAÇÃO DE LEITORES

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Constata - se, portanto, que, tanto o PNBE, quanto o PNLL colocam o desenvolvimento da competência leitora e a formação de leitores em destaque, seja por meio do acesso a[r]

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Correlações canônicas entre variáveis de semente, plântula, planta e produção de grãos em mamoneira.

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Plan tas do h íbr ido Sar a apr esen tam correlações canônicas significativas entre a maioria dos grupos de variáveis: semente e plântula; plântula e planta adulta; plântula e produção e entre planta adulta e produção de grãos, o que indica que os grupos considerados não são independentes e que há uma relação linear entre eles. Para o híbrido Lyra, as correlações canônicas significativas ocorrem somente entre os grupos de variáveis de plântulas e plantas adultas e entre plantas adultas e de produção. REFERÊNCIAS
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