Top PDF Morfologia, germinação e teor de água das sementes De Araçá-boi (Eugenia Stipitata Ssp. Sororia).

Morfologia, germinação e teor de água das sementes De Araçá-boi (Eugenia Stipitata Ssp. Sororia).

Morfologia, germinação e teor de água das sementes De Araçá-boi (Eugenia Stipitata Ssp. Sororia).

A biometria das plântulas baseou-se em 25 indivíduos, escolhidos pelo bom estado fitossanitário, dentro dos seguintes parâmetros: altura da parte aérea, diâmetro do colo, número tota[r]

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Potencial hídrico do substrato e teor de água das sementes na germinação do crambe.

Potencial hídrico do substrato e teor de água das sementes na germinação do crambe.

RESUMO - O estresse hídrico e o grau de umidade das sementes podem afetar as primeiras fases da germinação e prejudicar o pleno estabelecimento das culturas. Dessa forma, objetivou-se avaliar o efeito de potenciais hídricos do substrato e do teor de água das sementes na germinação do crambe e veriicar a ocorrência de possíveis danos por embebição nas sementes. Os tratamentos foram constituídos de sementes de crambe, cultivar FMS Brilhante, com teores de água de 7,0, 12,8, 18,4 e 21,9% e submetidos aos seguintes potenciais hídricos no substrato, simulados com soluções aquosas de polietilenoglicol 6000 (PEG 6000): 0,0 (controle); -0,1; -0,2 e -0,4 MPa. As sementes foram semeadas sobre duas folhas de papel para germinação e posicionadas dentro de caixas de plástico do tipo “gerbox” e mantidas aos 25 ºC. A qualidade isiológica das sementes foi avaliada por meio da primeira contagem, porcentagem de germinação, comprimento de hipocótilo e de raiz primária, massa fresca e seca das plântulas. Utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado, com quatro repetições de 50 sementes para cada tratamento, sendo os dados submetidos à análise de regressão. À medida que a disponibilidade hídrica do substrato diminuiu, houve redução na germinabilidade das sementes em todos os teores de água testados, especialmente em sementes com 7,0 e 12,8% de teor de água, que apresentaram menos de 48% de plântulas normais sob -0,4 MPa. Apesar da redução das características avaliadas com a deiciência hídrica, a extensão dos danos em sementes de crambe é determinada pelo teor de água das sementes e pela severidade do estresse hídrico.
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Germinação de sementes de Urochloa ruziziensis em função da disponibilidade hídrica do substrato e teor de água das sementes.

Germinação de sementes de Urochloa ruziziensis em função da disponibilidade hídrica do substrato e teor de água das sementes.

Os resultados indicam que a redução do gradiente de potencial hídrico entre o substrato e a superfície da semente provoca restrição à entrada de água através do embrião (Lopes & Macedo 2008). A energia livre na água é elevada, sendo chamada de potencial químico da água, o qual é, frequentemente, expresso em unidades de pressão (MPa), como poten- cial hídrico (Ψ). A água pura tem potencial químico elevado, podendo dissolver solutos e hidratar subs- tâncias. Quando solutos são adicionados à água, esta usa a energia para dissolvê-los, diminuindo, assim, o seu potencial químico. Uma célula viva consiste de diversos compartimentos separados por membranas semipermeáveis seletivas, e canais nas membranas, formadas por proteínas, permitem a passagem da água, mas impedem a de solutos, proporcionando a di- ferença de gradiente de potencial hídrico entre o meio externo e o interno à membrana (Castro et al. 2004). Resultados semelhantes aos obtidos com a germinação foram veriicados para o crescimento de plântulas de U. ruziziensis (Figura 1c). O comprimen- to da parte aérea foi inluenciado negativamente pela redução nas disponibilidades hídricas do substrato, evidenciando a sensibilidade das sementes com teor de água de 9,5% ao estresse hídrico, em relação às sementes com teores acima de 11% (Figura 1c).
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Germinação de sementes de couve chinesa sob influência do teor de água, substrato e estresse salino.

Germinação de sementes de couve chinesa sob influência do teor de água, substrato e estresse salino.

foram observados nas concentrações de 0,0 MPa e -0,2 MPa (Tabelas 2 e 3). Apesar do índice de velocidade de germinação ser considerado proporcional ao vigor da semente, a queda no IVG com o aumento na concentração de NaCl indica que as sementes de couve chinesa sensívies à salinilidade durante a germinação. Esta afeta a germinação diicultando a cinética de absorção de água e facilitando a entrada de íons em quantidade tóxica às sementes durante a embebição (Santos et al., 1992). A germinação e o crescimento inicial de plântulas são considerados os estádios de desenvolvimento mais sensíveis à salinidade e independem da tolerância da planta mãe ao sal (Mayer e Poljakoff-Mayber, 1989). O aumento do teor de sais no substrato determina redução do potencial hídrico, resultando em menor capacidade de absorção de água pelas sementes, inluenciando diretamente a germinação e o desenvolvimento das plantas (Rebouças, et al., 1989), por exercer ação tóxica sobre o embrião (Fonseca e Peres, 1999).
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Potencial fisiológico de sementes de milho hidratadas pelo método do substrato de papel toalha.

Potencial fisiológico de sementes de milho hidratadas pelo método do substrato de papel toalha.

A massa a ser atingida pelas amostras para elevar o teor de água aos níveis desejados foi previamente calculada considerando-se a massa e os teores de água iniciais das mesmas (Hampton e Tekrony, 1995). Foram utilizadas três folhas de papel toalha, com dimensão de 37,5 x 35,0cm e massa média de 6,6g/folha, umedecidas com a quantidade de água determinada, distribuindo-se as sementes sobre duas delas, cobrindo-se com a terceira. Os rolos, confeccionados de modo idêntico ao do teste de germinação, foram acondicionados em sacos plásticos fechados e mantidos, em câmara tipo BOD, nas temperaturas estabelecidas.
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Teste de deterioração controlada na avaliação do vigor de sementes de milho

Teste de deterioração controlada na avaliação do vigor de sementes de milho

e do alto teor de água da semente durante o processo. De acordo com krzyzanowski e Vieira (1999), existe um teor de água, tempo e temperatura, que não acarrete morte da totalidade das sementes dos diferentes lotes. Deste modo a combinação 48 h-48 ºC com 25% de umidade mostrou-se inadequada para sementes de milho. Padilha et al. (2001) ressaltaram que quando as sementes de milho foram submetidas com teores mais elevados de água ao teste de deterioração controlada, apresentaram menores porcentagens de germinação, além de sofrerem alterações nos seus padrões enzimáticos, com efeito deletério para as enzimas estudadas.
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Testes de envelhecimento acelerado e de condutividade elétrica em sementes de Dictyoloma vendellianum A. Juss.

Testes de envelhecimento acelerado e de condutividade elétrica em sementes de Dictyoloma vendellianum A. Juss.

Dictyoloma vandellianum A. Juss., tingui-preto, é uma planta arbórea pertencente à família Rutaceae que apresenta grande potencial para a silvicultura e paisagismo. Este trabalho objetivou deinir as condições para condução dos testes de envelhecimento acelerado (EA) e de condutividade elétrica (CE) para semen- tes de tingui-preto. O teste de EA foi conduzido a 42 e 45 ºC, por 0, 12, 24, 48, 72, 96 e 120 h, pelo método do “gerbox”. Após esses períodos foi determinado o teor de água das sementes, a 105 ± 3 ºC por 24 h, e realizado o teste de germinação, a 25-35 ºC sobre papel mata-borrão e fotoperíodo de 8 h. O teste de CE foi conduzido a 25 ºC, usando-se três quantidades de sementes por repetição (25, 50 e 75), três volumes de água deionizada (50, 75 e 100 mL) e diferentes períodos de embebição das sementes (2, 4, 6, 12, 18, 24, 36, 48, 72, 96 e 120 h). O teste de EA conduzido a 45 ºC proporcionou uma queda progressiva da germinação com o aumento do período de envelhecimento. Para a CE, menores valores foram observados com o aumento do número de sementes e do volume de embebição, e maiores valores com o tempo de embebição das sementes. O teste de EA conduzido a 45 ºC por 72 h e o teste de CE com 25 sementes, embebidas em 50 mL de água deionizada, por pelo menos 48 h, a 25 ºC, são adequados para avaliar a qualidade isiológica de sementes de tingui-preto.
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Teste de deterioração controlada para avaliação do vigor de sementes de milho (Zea mays L.)

Teste de deterioração controlada para avaliação do vigor de sementes de milho (Zea mays L.)

A combinação dos dois maiores períodos de exposição com a maior temperatura, resultou em porcentagens médias de germinação significativamente menores, em relação aos demais tratamentos. O tratamento com maiores temperatura e tempo de deterioração (48-48) mostrou-se muito drástico promovendo a morte das sementes. Esse resultado apresenta-se de acordo com o princípio do teste, que baseia-se no fato de que o envelhecimento das sementes ocorre mais rapidamente quando apresentam alto teor de água e são armazenadas sob elevada temperatura (Hampton & TeKrony, 1995; Panobianco & Marcos Filho, 1998; Krzyzanowski & Vieira, 1999). Assim, o aumento de 3°C na temperatura de deterioração foi responsável pela redução da germinação, de 70% em média, verificada no tratamento 48-45, para praticamente zero no tratamento 48-48. Apesar de, na maioria dos casos, a combinação de tempo e temperatura de deterioração ser determinada empiricamente, a seleção das condições para o teste de deterioração controlada deve permitir a classificação dos lotes, de acordo com a germinação depois do tratamento, sem deteriorar nenhum lote a ponto de matar a semente (Hampton & TeKrony, 1995).
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Morfologia, conservação e ecofisiologia da germinação de sementes de Psidium cattleianum Sabine

Morfologia, conservação e ecofisiologia da germinação de sementes de Psidium cattleianum Sabine

RESUMO GERAL - Psidium cattleianum apresenta grande potencial para alimentação animal e humana, para usos múltiplos da madeira e para recuperação de áreas degradadas. Devido à sua importância econômica e à falta de informações sobre a germinação e conservação das sementes, este trabalho teve como objetivo pesquisar a morfologia de frutos, sementes, plântulas e planta jovem, e constatar a presença ou ausência de dormência. Além disso, foram realizados estudos referentes à conservação das sementes, respostas da germinação sob diferentes temperaturas, qualidades de luz e níveis de umidade dos substratos. Todas essas pesquisas visaram gerar conhecimentos que podem contribuir para subsidiar projetos de conservação, manejo e revegetação de áreas alteradas e/ou protegidas. Pelos resultados obtidos constatou-se que, as sementes e frutos apresentaram pouca variação biométrica e a maior variação ocorreu no número de sementes por fruto. As sementes apresentaram dormência tegumentar, a germinação é hipogeal e as plântulas são criptocotiledonares. As sementes imersas em água em temperatura ambiente de laboratório, mostraram tendência de germinar mais rapidamente a 20-30 o C na presença de luz branca. As sementes imersas em ácido sulfúrico durante dez, 20 e 25 minutos, submetidas à temperatura de 20-30 o C sob luz branca, apresentaram maiores valores de germinação. O acondicionamento das sementes em embalagem impermeável e o armazenamento em ambiente natural de laboratório ou em câmara seca, bem como as sementes mantidas em embalagem semipermeável e armazenamento em câmara fria, foram adequados para a conservação das sementes durante 1.107 dias e este fato, associado a pouca variação no teor de água permitiu classificá-las como ortodoxa. O teste de condutividade elétrica, com sementes escarificadas com ácido sulfúrico durante 25 minutos, não foi eficiente para avaliar sua qualidade fisiológica. Os maiores valores de germinação e índice de velocidade de germinação das sementes foram obtidos na temperatura de 20-30 o C sob luz branca. Independentemente da temperatura, constatou-se uma redução drástica da velocidade e germinação das sementes na ausência e presença de luz vermelha extrema. As sementes são fotoblásticas positivas preferenciais. Supõe-se que as condições naturais das clareiras favoreçam a germinação das sementes. Os maiores valores de velocidade e germinação foram obtidos sob luz branca, independentemente da idade das sementes. A maior velocidade e germinação das sementes foram obtidos a 20-30 o C, sob luz branca, em 15 mL de água, bem como em 50 gramas de areia umedecida com seis, nove e 12 mL de água.
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LETICIA DE AGUILA MORENO AQUISIÇÃO DA QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE FEIJÃO-CAUPI

LETICIA DE AGUILA MORENO AQUISIÇÃO DA QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE FEIJÃO-CAUPI

O feijão-caupi (Vigna unguiculata) é uma espécie relativamente bem estudada, contudo faltam informações sobre a aquisição da qualidade fisiológica ao longo da maturação. Determinar o período em que cada componente da qualidade fisiológica é adquirido permite um ajuste no momento ideal da colheita e consequentemente uma colheita no período em que a semente se encontra com o máximo de qualidade fisiológica. Este trabalho teve como objetivo, determinar quando sementes de Vigna unguiculata adquirem qualidade fisiológica, incluindo a aquisição de tolerância à dessecação e a longevidade. O estudo foi realizado na Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), Faculdade de Ciências Agronômicas - Laboratório de Análise de Sementes - Departamento de Produção e Melhoramento Vegetal (DPMV), Campus de Botucatu-SP. A produção de sementes foi realizada em abril de 2015, seguida de coleta e caracterização morfológica das sementes nos estádios reprodutivos 17, 20, 23, 25, 28, 31, 34, 37 e 40 dias após a antese (DAA). Para cada estádio foi determinado o teor de água, massa fresca, massa seca, germinação e vigor nas sementes frescas. Em seguida sementes foram submetidas a secagem e foi realizado o teste de germinação para se determinar a aquisição de tolerância à dessecação. As sementes secas foram então armazenadas à 35°C e 75% umidade relativa, para caracterizar a aquisição de longevidade. A qualidade fisiológica (germinação, tolerância à dessecação, vigor e longevidade) em feijão-caupi é adquirida ao longo da maturação da semente. O acúmulo de massa seca se iniciou próximo aos 17 DAA e atingiu o máximo aos 31 DAA. A germinação foi iniciada aos 28 DAA e atingiu seu máximo aos 37 DAA. A tolerância à dessecação foi iniciada a partir dos 28 DAA atingindo seu máximo aos 31 DAA. O vigor e a longevidade foram iniciados a partir dos 31 DAA apresentando seus máximos aos 37 DAA.
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Disponibilidade hídrica do substrato e teor de água da semente na germinação de niger1.

Disponibilidade hídrica do substrato e teor de água da semente na germinação de niger1.

O niger é uma espécie oleaginosa cujo cultivo encontra- se em expansão, porém, com poucas informações sobre os efeitos de condições adversas, durante a fase de estabelecimento de plântulas. Objetivou-se avaliar os efeitos da disponibilidade hídrica do substrato e do teor de água da semente na germinação de niger. As sementes foram umedecidas pelo método da atmosfera úmida por 0; 24; 48; e 72 horas, obtendo-se os teores de água de 7,0 %; 12,8 %; 16,8 %; e 32,2 %. A semeadura foi feita em substrato umedecido com soluções de PEG 6000, com os seguintes potenciais osmóticos: 0,0 Mpa (controle); -0,1 Mpa; -0,2 Mpa; -0,3 Mpa; e -0,4 Mpa. Utilizou-se delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 4 x 5 (teores de água x potenciais osmóticos), com quatro repetições de 50 sementes. Avaliou-se a primeira contagem, porcentagem de germinação, índice de velocidade e tempo médio de germinação, comprimento da parte aérea e das raízes e massa seca de plântulas. À medida que há redução no potencial hídrico do substrato, a germinação de sementes e o crescimento de plântulas de niger diminuem, independentemente do teor de água, porém, com maior evidência em sementes com teores de água abaixo de 32,2 % e 12,8 %, respectivamente.
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de araçá-boi (Eugenia stipitata).

Tratamentos pré-germinativos em sementes de araçá-boi (Eugenia stipitata).

Até os 50 dias de lixiviação, a viabilidade e o vigor das sementes foram mantidos, e a partir dos 60 dias, o vigor das sementes foi afetado, porém, ainda, com 50% de emergência, aos 90 dias de lixiviação. Observa-se, na Tabela 2, que não houve diferença signiicativa para a porcentagem de germinação entre os períodos de zero até 70 dias de lixiviação. Também foi observado que até os 50 dias de lixiviação, houve redução do tempo médio de germinação. Isto indica que a redução no tempo médio de germinação é decorrente do fato de que as sementes, antes de serem semeadas, já haviam iniciado o processo de germinação. Mendes (2011) observou, em sementes de araçá-boi, que os processos isiológicos de maturação continuam após a dispersão. Neste experimento, pôde-se observar que o processo maturação-germinação também é contínuo. É provável que o teor de água, no período de lixiviação, já esteja dentro daqueles que caracterizam a fase II do padrão trifásico da embebição, ou seja, a água é absorvida, lentamente, e não ocorre crescimento do eixo embrionário.
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Parâmetros ecofisiológicos de sementes de Mimosa  Benth

Parâmetros ecofisiológicos de sementes de Mimosa Benth

Sementes de espécies iniciais são sensíveis à luminosidade e sua germinação é fortemente inibida pela luz filtrada pela vegetação. As sementes das espécies tardias não requerem luz e a germinação é reforçada por luz vermelho extremo. Os principais fatores ambientais que podem influenciar no processo germinativo são: luz, temperatura e teor da água. Baseado nas premissas da sucessão ecológica, esse estudo tem como objetivos avaliar as respostas ecofisiológicas da germinação das sementes de sabiá (Mimosa caesalpiniifolia Benth.) em relação à temperatura, luminosidade e dessecação, para posterior introdução da espécie em programas de recuperação de áreas degradadas. As análises foram feitas com sementes coletadas na Fazenda Experimental do Vale do Curu da Universidade Federal do Ceará – UFC, no município de Pentecoste – CE. Determinou-se a biometria de frutos e sementes e foi avaliada a germinação em diferentes temperaturas (5°C, 10°C, 15°C, 20°C, 25°C, 30°C, 35°C, 40°C, 45°C e 10-40°C), tipos de luminosidade (luz branca, vermelha, vermelho extremo e escuro) e teores de água (9,04%, 6,06%, 4,68%, 3,54%, 3,10% e 3,07%). No experimento de biometria de frutos e sementes os dados foram submetidos à análise descritiva. Os experimentos de temperatura, luminosidade e teor de água foram conduzidos em delineamento inteiramente casualizado. Verificou-se que as sementes possuem maior porcentagem de germinação na temperatura de 25°C e germinam na faixa de temperatura de 10- 40°C. A germinação das sementes é considerada como indiferente a luminosidade e controlada pelo fitocromo A por meio da resposta de fluência muito baixa (RFMB). As sementes não sofrem danos a baixos níveis de teor de água e são classificadas como ortodoxas.
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Determinação das temperaturas cardeais para a germinação de sementes de Murraya paniculata L. Jack. (Rutaceae)

Determinação das temperaturas cardeais para a germinação de sementes de Murraya paniculata L. Jack. (Rutaceae)

A Murraya paniculata, é conhecida popularmente como murta-de-cheiro ou falsa- murta, pertence à família Rutaceae e é uma espécie nativa da Índia que foi introduzida no Brasil. Essa espécie é utilizada na arborização de ruas e em jardins das cidades graças à copa densa e sua resistência a condições adversas. Pode ser utilizada também para formação de cerca vivas e, sua madeira branca tem alta durabilidade podendo ser utilizada em marcenarias. Na Ásia, esta espécie é considerada medicinal e as folhas e raízes são utilizadas para o tratamento de problemas intestinais, de reumatismo e tosse. Do ponto de vista químico, esta espécie acumula principalmente cumarinas e flavonóides, além de derivados do ácido cinâmico e alcalóides. No presente trabalho propomos determinar as temperaturas cardeais para a germinação de sementes de Murraya paniculata, além disso, analisamos a influência do teor de água na germinação para determinar se as sementes são recalcitrantes ou ortodoxas, e a influencia do potencial hídrico induzido por polietilenoglicol (PEG 6000). O aprofundamento dos estudos dessa espécie se faz importante por conta desta ser hospedeira alternativa do psilídeo Diaphorina citri, transmissor do ― greening‖ dos citros, doença que diminuiu a produção de citros nos últimos anos.
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GERMINAÇÃO E SANIDADE DE SEMENTES DE VACUM (ALLOPHYLUS EDULIS)/ GERMINATION AND PHYTOSANITARY ANALYSIS OF VACUM (ALLOPHYLUS EDULIS) SEEDS

GERMINAÇÃO E SANIDADE DE SEMENTES DE VACUM (ALLOPHYLUS EDULIS)/ GERMINATION AND PHYTOSANITARY ANALYSIS OF VACUM (ALLOPHYLUS EDULIS) SEEDS

Este estudo objetivou determinar e quantificar a presença de microrganismos potencialmente patogênicos nas sementes, avaliar a germinação das sementes em diferentes substratos e temperaturas e verificar a eficiência do tratamento químico na emergência de plântulas de A. edulis em casa de vegetação. Realizaram-se os seguintes testes e determinações: teor de água e peso de 100 sementes; teste de germinação em substratos ágar, papel-filtro, vermiculita e areia, em temperatura constante de 25° ou 30°C (avaliações aos 12, 15 e 20 dias); emergência em bandejas: semeadu- ra em areia esterilizada em casa de vegetação, determinando-se o índice de velocidade de emergência e a porcentagem de emergência aos 49 dias; teste de sanidade com 400 sementes pelo método de papel-filtro (Blotter test); tratamento químico: utilizando-se hipoclorito de sódio (2%) durante 5, 10 e 20 minutos e Thiran (300 ml/100kg de sementes) e depois, semeadura em bandejas com areia esterilizada em casa de vegetação. Para o teste de germinação, adotou-se o esquema fatorial 4x2 (quatro substratos e duas temperaturas) e realizou-se a análise estatística em delineamento inteiramente casualizado. Utilizaram-se cinco subamostras de 30 sementes para cada tratamento, e a comparação das médias foi de acordo com Tukey (P>0,5). Verificou-se que os substratos ágar, papel-de-filtro, vermiculita e areia apresentaram condições semelhantes para germinação das sementes, mas a velocidade de germinação em vermiculita foi menor quando comparada à dos demais substratos. Na temperatura de 25°C, as sementes apresentaram maior porcentagem de germinação final. Os patógenos encontrados nas sementes foram Fusarium moliniforme, Cladosporium sp., Aspergillus sp., Alternaria sp., Rhizoctonia solani, Nigrospora sp., Trichoderma sp. e Penicillium sp. Não é recomendável o uso de hipoclorito de sódio ou Thiran para o controle de patógenos nas sementes de A. edulis.
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Mistura de sementes de Brachiaria brizantha com fertilizante NPK.

Mistura de sementes de Brachiaria brizantha com fertilizante NPK.

O KCl deve ter participado ativamente no aumento do teor de água das sementes, na redução da germinação e da primeira contagem e na elevação da CE (Tabela 1). Nesse caso do KCl, a provável explicação deve estar relacionada ao alto índice salino desse fertilizante. Para a CE, o simples contato das sementes com o adubo KCl, independente do tempo de mistura, proporciona substancial elevação nos valores observados (RAIJ et al., 1997). Isso significa que o elevado índice salino do KCl provavelmente foi o principal responsável pelo rompimento do tegumento da semente de capim Marandu.
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Armazenamento de sementes de ipê-branco e ipê-roxo em diferentes embalagens e ambientes.

Armazenamento de sementes de ipê-branco e ipê-roxo em diferentes embalagens e ambientes.

RESUMO - O armazenamento em condições ideais é de fundamental importância para a conservação da qualidade isiológica de um lote de sementes. Nesse trabalho procurou-se identiicar a condição adequada para o armazenamento de sementes de ipê-branco (Tabebuia roseo-alba (Ridl.) Sand.) e de ipê-roxo (Tabebuia impetiginosa (Mart.) Standl.), bem como avaliar métodos para estimar alterações na viabilidade e no vigor dessas sementes. Diferentes grupos de sementes foram acondicionados em saco de polietileno, saco de papel Kraft e lata e armazenados por até 300 dias em condições de laboratório, geladeira e câmara refrigerada. No início do armazenamento e a cada 60 dias, determinaram-se o teor de água, a porcentagem e a velocidade de germinação e a condutividade elétrica da solução de embebição das sementes. A melhor condição para conservação de sementes de T. roseo-alba e T. impetiginosa foi obtida com o acondicionamento em lata e manutenção em geladeira. Sementes de T. impetiginosa também podem ser conservadas embaladas em saco de polietileno, saco de papel ou lata quando estocadas em câmara refrigerada. Alterações no vigor de sementes dessas espécies são primeiramente identiicadas pela redução da velocidade de germinação
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Qualidade fisiológica de sementes de guabijuzeiro (Myrcianthes pungens (Berg) Legrand - Myrtaceae) em armazenamento.

Qualidade fisiológica de sementes de guabijuzeiro (Myrcianthes pungens (Berg) Legrand - Myrtaceae) em armazenamento.

RESUMO – O guabijuzeiro ocorre no Brasil desde São Paulo até o Rio Grande do Sul. Suas sementes são de curta longevidade e intolerantes à dessecação. O objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade fisiológica de sementes de guabijuzeiro ao longo de oito meses de armazenamento em câmara fria (5±1 ºC e 80% UR). Sementes de seis diferentes plantas localizadas os Municípios de Encruzilhada do Sul e Cachoeira do Sul, no Rio Grande do Sul, constituíram seis lotes, que foram avaliados quanto ao teor de água, à massa de mil sementes, à germinação, ao tempo médio de germinação em laboratório, à emergência e ao tempo médio de emergência em casa de vegetação. Até o terceiro mês de armazenamento, a viabilidade das sementes foi superior a 50%, porém três lotes apresentaram valores acima de 75%. Ao longo do período de armazenamento ocorreu pequena variação no teor de água (entre 40 e 45%), e as sementes de todos os lotes perderam qualidade. Contudo, aos oito meses foram registradas viabilidades entre 56% e 61% em sementes de dois lotes, mostrando que, em ambiente de câmara fria, é possível prolongar a longevidade de sementes de guabijuzeiro.
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Umidificação de sementes de girassol após ultrassecagem em sílica gel e câmara de secagem.

Umidificação de sementes de girassol após ultrassecagem em sílica gel e câmara de secagem.

RESUMO - Dentre os processos que precedem a conservação em longo prazo, a secagem tem papel fundamental, uma vez que o conteúdo de água das sementes afeta diretamente a sua longevidade. Os objetivos desse trabalho foram pesquisar o efeito da umidiicação prévia das sementes após ultrassecagem em diferentes teores de água sobre a qualidade isiológica de sementes de girassol. Sementes com conteúdo inicial de água de 4,7% foram embebidas previamente até conteúdo de água de 10,2%, e submetidas à secagem lenta, conduzida em câmara de secagem, e à secagem rápida, em sílica gel, até conteúdos de água de 7,4; 3,2; 2,9% e 5,3; 3,2; 2,1%, respectivamente. Após a secagem rápida ou lenta, as sementes foram submetidas ou não à umidiicação em caixas tipo “gerbox” até o teor de água de 15,8 a 17% e então avaliadas quanto à germinação, peso da matéria seca de raiz, parte aérea e total das plântulas e teste de condutividade elétrica. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado em esquema fatorial 5 (teores de água) x 2 (com e sem umidiicação). Quando utilizado a secagem rápida, a germinação das sementes não é prejudicada, e a secagem lenta, até conteúdo de água de 2,9%, proporciona uma redução na germinação das sementes. Sementes de girassol podem ser desidratadas tanto em sílica gel quanto em câmara de secagem até teores de água de 3,2%, sem perda de germinação e vigor. O tratamento de umidiicação após secagem propicia um melhor desenvolvimento de raiz e menores valores de condutividade elétrica nas sementes desidratadas em sílica gel e em câmara de secagem.
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Condutividade elétrica em função do teor de água inicial de sementes de amendoim.

Condutividade elétrica em função do teor de água inicial de sementes de amendoim.

Considerando-se que os testes de vigor fornecem índices mais sensíveis do potencial fisiológico, quando comparados ao teste de germinação (MARCOS FILHO, 2005; BAALBAKI et al., 2009), qualquer evento que preceda a perda do poder ger minativo pode ser vir como base par a o desenvolvimento de testes de vigor. Entretanto, acredita-se que, quanto mais próximo da maturidade fisiológica (ou mais distante da perda do poder germinativo) estiver a variável avaliada, mais sensível deverá ser o teste. Como a degradação das membranas celulares constitui-se, hipoteticamente, no primeiro evento do processo de deterioração (DELOUCHE & BASKIN, 1973), os testes que avaliam a integridade de membranas seriam, teoricamente, os mais sensíveis para estimar o vigor de lotes de sementes.
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