Top PDF Morfologia de plântulas de cinco leguminosas genistóides arbóreas do Brasil (Leguminosae-Papilionoideae).

Morfologia de plântulas de cinco leguminosas genistóides arbóreas do Brasil (Leguminosae-Papilionoideae).

Morfologia de plântulas de cinco leguminosas genistóides arbóreas do Brasil (Leguminosae-Papilionoideae).

RESUMO – (Morfologia de plântulas de cinco leguminosas genistóides arbóreas do Brasil (Leguminosae-Papilionoideae)). Este trabalho tem como objetivo descrever, ilustrar e comparar a morfologia de plântulas de cinco espécies arbóreas ocorrentes no Brasil dos gêneros Bowdichia, Cyclolobium, Diplotropis, Ormosia e Poecilanthe, pertencentes ao clado genistóide (Leguminosae Papilionoideae). Plântulas fanero-epígeo-foliáceas são encontradas em Bowdichia virgilioides Kunth, Cyclolobium brasiliense Benth. possui plântulas fanero- epígeo-armazenadoras, enquanto que Ormosia arborea (Vell.) Harms, Diplotropis martiusii Benth. e Poecilanthe parviflora Benth. apresentam plântulas cripto-hipógeo-armazenadoras. Outros relevantes caracteres morfológicos das plântulas são discutidos e comparados com os de espécies previamente estudadas nestes gêneros.
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Morfologia de plântulas das espécies de Rhynchosia (Leguminosae, Papilionoideae) de Roraima, Brasil.

Morfologia de plântulas das espécies de Rhynchosia (Leguminosae, Papilionoideae) de Roraima, Brasil.

Para Phaseoleae (subfamília Papilionoideae), Baudet (1974) apresentou uma revisão da morfologia de plântulas envolvendo 109 espécies de 25 gêneros da tribo, incluindo Rhynchosia Lour., que é um gênero pantropical com cerca 230 espécies (Schrire 2005). Rhynchosia possui 55 espécies no Novo Mundo, das quais 26 são ocorrentes na América do Sul (Schrire 2005). Dados sobre plântulas ainda são escassos em Rhynchosia, existindo informações na literatura apenas para oito espécies (Lubbock 1892; Baudet 1974, Silcock 1980, Sanches & Válio 2002; Garwood 2009; CCC-CCR 2011). Para espécies neotropicais, existem dados e ilustra- ções somente para R. calycosa Hemsl. e R. erythrinoides Schltdl. et Cham., ambas cripto-hipógeas (Garwood 2009). Para outras duas espécies ocorrentes no Novo Mundo, in- formações sobre plântulas são contraditórias na literatura: R. phaseoloides (SW.) DC., cuja germinação é referida como hipógea (Baudet 1974) ou faneroepígea (Sanches & Válio 2002) e R. minima (L.) DC., para a qual existe breve informa- ção que menciona plântulas de espécimes da Austrália como hipógeas (Silcock 1980) ou faneroepígeas (CCC-CCR 2011). Garwood (2009) destacou a importância de floras regio- nais de plântulas como forma de suprir informações para estudos ecológicos e taxonômicos. Em Roraima, foram en- contradas quatro espécies de Rhynchosia: R. phaseoloides, R. melanocarpa Grear, R. minima, e R. schomburgkii Benth., todas ocorrendo preferencialmente em áreas savânicas do Estado (Hirt & Flores 2012). Rhynchosia schomburgkii apresenta a dis- tribuição mais restrita dentre estas quatro espécies, ocorrendo somente no Norte da América do Sul, na Venezuela, Guiana, Brasil (Roraima) e disjuntamente no Oeste da Colômbia (Grear 1978). As demais espécies apresentam distribuição mais ampla, ao longo da América do Sul (R. melanocarpa), com extensão ao Caribe e América Central (R. phaseoloides) ou mesmo pantropical (R. minima) (Grear 1978).
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Open Morfologia, germinação e produção de mudas de leguminosas arbóreas ocorrentes na Mata do PauFerro, Areia  Paraíba

Open Morfologia, germinação e produção de mudas de leguminosas arbóreas ocorrentes na Mata do PauFerro, Areia Paraíba

O Parque Estadual Mata do Pau-Ferro, é uma unidade de conservação, distante 5 km da cidade de Areia, com uma área de aproximadamente 600 ha., altitude entre 400 e 600 m e totais pluviométricos anuais em torno de 1400 mm (MAYO e FEVEREIRO, 1982; BARBOSA et al., 2004), e clima do tipo As’ da classificação de K| open, (BRASIL, 1972). Tem sofrido pressões antrópicas, especialmente por parte de antigos moradores que desmatavam pequenos trechos para a implantação de lavouras de subsistência. Essas áreas estão atualmente abandonadas, formando capoeiras de diferentes estágios sucessionais (MAYO e FEVEREIRO, 1982; BARBOSA et al., 2004; OLIVEIRA et al., 2006). É uma vegetação, ainda pouco estudada em relação a sua diversidade florística e morfológica. Entre as pesquisas que abordam aspectos da florística e fitossociologia da área destacam-se os trabalhos de MAYO e FEVEREIRO (1982), NASCIMENTO (2002), BARBOSA et al. (2004), SIQUEIRA FILHO (2004), NEVES (2006) e OLIVEIRA et al. (2006). Quanto às informações sobre características morfológicas das espécies que ocorrem no parque são praticamente inexistentes, o que representa uma lacuna importante para o conhecimento da diversidade florísitca da região. Pesquisas que visem a caracterização morfológica de plantas adultas, frutos, sementes ou plântulas e plantas jovens, são importantes na identificação de espécies em diferentes estágios de desenvolvimento, e podem ser utilizados em projetos para conservação ou recuperação de áreas degradadas nesses ecossistemas. Além disso, são úteis em estudos sobre a ecologia da espécie, além de facilitar a interpretação de testes de germinação, (OLIVEIRA, 1993). Também, fornecem subsídios importantes para estudos de germinação, armazenamento de sementes e propagação das espécies locais visando à recomposição da paisagem. A padronização de metodologias de análise de germinação para espécies florestais nativas é escassa sendo que, representam menos de 0,1% das prescrições e recomendações de sementes florestais nas Regras para Análise de Sementes (OLIVEIRA et al., 1989).
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Avanços nos estudos sobre sementes e plântulas de cactos do Brasil

Avanços nos estudos sobre sementes e plântulas de cactos do Brasil

Os estudos que avaliaram a morfologia de cactos em diferentes estádios ontogenéticos, desde as sementes até as plântulas, passando pelas fases de germinação até o desenvolvimento inicial, foram publicados por Abud et al. com as três espécies de cactos colunares que apresentam as maiores distribuições geográficas na Caatinga: C. jamacaru ssp. jamacaru (Abud et al. 2013), Pilosocereus gounellei (F.A.C. Weber) Byles & G.D. Rowley ssp. gounellei (Abud et al. 2012a) e Pilosocereus pachycladus F.Ritter ssp. pernambucoensis (F.Ritter) Zappi (Abud et al. 2010). Segundo Abud et al. (2010), as sementes de P. pachycladus ssp. pernambucoensis, espécie conhecida popularmente como facheiro, são estenospérmicas, exalbuminosas, com formato ligeiramente obovado-oblíqua. A testa é rugosa e de coloração preta. As sementes são campilótropas, exotestais, bitegumentadas. O embrião é cilíndrico e grande, sendo facilmente observado quando a semente está hidratada. Apresenta coloração branca e ocupa quase todo espaço da semente. Já o tecido de reserva é cotiledonar, de coloração branca e com consistência firme. Essas sementes de facheiro apresentam 1,55 mm de comprimento médio e, aproximadamente 96 horas após a semeadura, é observada a protrusão radicular, através da abertura do opérculo. Esta estrutura cresce rapidamente e, aos seis dias após a semeadura, já é observada uma plântula com comprimento médio de 1,98 mm. Posteriormente, pode ser observado o desenvolvimento do hipocótilo que, após 10 dias de semeadura, encontra-se com aproximadamente 12 mm de comprimento, sendo possível observar também a presença de pelos radiculares nas raízes. Ainda, o desenvolvimento do epicótilo dessa espécie ocorre de forma muito lenta, com 60 dias após a semeadura e a presença de uma grande quantidade de espinhos pode ser observada a partir dos 90 dias de desenvolvimento (Abud et al. 2010). Esse padrão de desenvolvimento lento para a formação do epicótilo, bem como as mudanças morfológicas visualizadas ao longo do processo germinativo e de estabelecimento inicial das plântulas também é observado nas espécies C. jamacaru ssp. jamacaru (Abud et al. 2013) e P. gounellei ssp. gounellei (Abud et al. 2012a).
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Morfologia de sementes e plântulas de cártamos.

Morfologia de sementes e plântulas de cártamos.

As sementes utilizadas foram coletadas de diversos exemplares, em julho de 2007, na Serra da Ibiabapa, no município de São Benedito-CE (4°02’56’’ S e 40°51’54’’ W, 902 m de altitude) localizado a 360 km de Fortaleza. Em seguida foram levadas para o Laboratório de Análises de Sementes da Universidade Federal do Ceará, no qual realizaram- se as determinações biométricas e morfológicas da espécie. Realizou-se a determinação do teor de água, obtido por meio da média de quatro subamostras de cem sementes cada, e peso de mil sementes, obtido através de oito subamostras de cem sementes cada, as quais foram pesadas em balança de precisão (±0,01 g), de acordo com metodologia descrita nas Regras para Análises de Sementes-RAS (BRASIL, 1992).
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MORFOTIPOS DE FRUTOS E MORFOLOGIA DE PLÂNTULAS DE

MORFOTIPOS DE FRUTOS E MORFOLOGIA DE PLÂNTULAS DE

A pesquisa foi realizada em 2010. Inicialmente, foram coletados cachos de inajá em duas áreas de sistemas silvipastoris, resultantes da associação de indivíduos adultos de inajá, oriundos de regeneração natural, com a Brachiaria brizantha (Rendle) Schweickc (braquiarão) e a criação de animais bovinos, estabelecidas em Bonito (01º21’48” S e 47º18’21” W) e Nova Timboteua (01º12’17” S e 47º23’20” W), ambos no estado do Pará, Amazônia, Brasil. Os municípios apresentam temperatura média anual de 25ºC e regime pluviométrico próximo a 2.250 mm/ano. A umidade relativa do ar em Bonito gira em torno de 80%, e em Nova Timboteua oscila em torno de 85%. Nestes municípios, a cobertura vegetal é formada, principalmente, por fragmentos de floresta secundária. Os solos predominantes, nos dois municípios, são latossolo amarelo e concrecionário laterítico (INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, SOCIAL E AMBIENTAL DO PARÁ, 2011).
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Morfologia comparada de plântulas e plantas jovens de leguminosas arbóreas nativas: espécies de Phaseoleae, Sophoreae, Swartzieae e Tephrosieae.

Morfologia comparada de plântulas e plantas jovens de leguminosas arbóreas nativas: espécies de Phaseoleae, Sophoreae, Swartzieae e Tephrosieae.

RESUMO - (Morfologia comparada de plântulas e plantas jovens de leguminosas arbóreas nativas: espécies de Phaseoleae, Sophoreae, Swartzieae e Tephrosieae). Dados morfológicos referentes às fases juvenis das plantas são tão importantes quanto escassos na literatura. Neste trabalho, foram estudadas as plântulas e plantas jovens de Erythrina speciosa (Phaseoleae), Holocalyx balansae e Sophora tomentosa (Sophoreae), Swartzia langsdorffii (Swartzieae), Lonchocarpus muehlbergianus e Platycyamus regnellii (Tephrosieae), como parte de um amplo projeto com leguminosas arbóreas, que objetivou descrever a morfologia das fases juvenis, com vistas à identificação das espécies, fornecendo subsídios para trabalhos taxonômicos, filogenéticos e ecológicos. Erythrina speciosa apresentou plântula epígeo-carnosa, formando somente dois eofilos. As espécies de Sophoreae e Swartzieae formaram plântulas hipógeas, sendo constituídos de cinco a sete eofilos em Holocalyx balansae, de seis a 15 em Sophora tomentosa e de sete a 10 em Swartzia langsdorffii. Em Tephrosieae, Lonchocarpus muehlbergianus produziu plântula hipógea e constituiu de oito a 10 eofilos e Platycyamus regnellii formou plântulas epígeo-carnosas e apenas dois eofilos. As plântulas e plantas jovens de Erythrina speciosa e de Platycyamus regnellii são similares, sendo distinguidas somente pela presença de espinhos e nectários extra-florais na primeira. Com relação à filotaxia, as espécies de Sophoreae e Swartzieae apresentaram somente nós alternos, enquanto que, em Phaseoleae e Tephrosieae, a filotaxia do primeiro nó eofilar foi oposta, passando a alterna nos nós subsequentes. Foram encontrados nódulos radiculares em todas as espécies, exceto em Holocalyx balansae e em Platycyamus regnellii.
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Fenologia de leguminosas arbóreas em uma área de cerrado marginal no nordeste do MaranhãoFenologia de leguminosas arbóreas em uma área de cerrado marginal no nordeste do Maranhão.

Fenologia de leguminosas arbóreas em uma área de cerrado marginal no nordeste do MaranhãoFenologia de leguminosas arbóreas em uma área de cerrado marginal no nordeste do Maranhão.

A floração nas leguminosas segue um padrão que pode ser considerado bi ou trimodal. A maioria das espécies floresce durante o final do inverno/início da primavera formando um contínuo, porém com espécies de floração precoce ou tardia na seca, enquanto algumas poucas espécies florescem no verão/outono, durante a estação chuvosa. Em geral, a floração na seca ocorre após a abscisão das folhas e quebra da dormência nos meristemas apicais da parte aérea das plantas, precedendo ou coincidindo com a retomada do crescimento vegetativo. Essa seqüência de eventos fenológicos durante a seca, um padrão típico de espécies arbóreas decíduas de florestas menos secas, savanas e cerrados (Opler et al. 1980, Lieberman 1982, Sarmiento & Monasterio 1983, Miranda 1995, Bullock 1995), tem sido tomada como evidência de que a floração, ou a antese, seja induzida por reidratação ocasionada pela redução da transpiração e utilização de água residual (Borchert 1994).
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Dependência de micorrizas para a nodulação de leguminosas arbóreas tropicais.

Dependência de micorrizas para a nodulação de leguminosas arbóreas tropicais.

As espécies vegetais exibem diferentes graus de dependência micorrízica (SIQUEIRA e SAGIN-JÚNIOR, 2001). Algumas são altamente dependentes, de modo que o efeito benéfico do FMA é observado mesmo em níveis elevados de P no solo. Desse modo, a presença do FMA pode ser essencial para uma boa nodulação, a qual é importante para a seleção de estirpes de rizóbios eficientes na FBN. Assim, este trabalho teve por objetivo estudar a dependência de micorrizas para a nodulação e crescimento de Piptadenia gonoacantha (Mart.) Macbr. e Piptadenia paniculata Bentham, duas espécies de leguminosas arbóreas nativas da Região Sudeste do Brasil e com potencial para serem utilizadas em programas de revegetação.
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SIMONE MARIA MELO DA SILVA PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: CASO DA REGIONAL METROPOLITANA V

SIMONE MARIA MELO DA SILVA PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: CASO DA REGIONAL METROPOLITANA V

O conceito de accountability, ainda hoje possui dificuldade de tradução do termo. Em artigo publicado na Revista Brasileira de Administração nos idos de 1990, Anna Maria Campos narra e analisa seu processo de apreensão do conceito, quando realizava seu curso de pós-graduação nos EUA, no ano de 1975, e o ouviu pela primeira vez, em um debate. Maior foi sua surpresa por não conseguir acompanhar o debate em torno de conceito accountability, muito menos encontrar uma tradução para o português da palavra. Em decorrência disso a autora começou a desenvolver uma pesquisa em dicionários e livros na tentativa de esclarecimento do conceito, sempre sem êxito na compreensão do termo. Com o passar do tempo Campos foi entendendo que a discussão girava em torno de um conceito-chave na prática da administração e do serviço público, mas cujo significado não conseguia captar. Já no Brasil, indagou a muitas pessoas a respeito do conceito, de maneira que ninguém conseguiu respondê-la. Campos inferiu que a dificuldade de tradução tinha relação direta com o fato de que a inexistência do termo em terras brasileiras era em decorrência da falta do próprio conceito e de sua consequente prática. 25
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Quebra da dormência de sementes de quatro leguminosas arbóreas.

Quebra da dormência de sementes de quatro leguminosas arbóreas.

Na família Leguminosae, a dormência causada pela impermeabilidade do tegumento é comum, constituindo , possivelmente, o único tipo de dormência presente na fanulia (Bewley &[r]

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Morfo-anatomia do embrião de leguminosas arbóreas nativas.

Morfo-anatomia do embrião de leguminosas arbóreas nativas.

Como a morfologia de frutos e sementes exibe usualmente pequena plasticidade fenotípica, esses órgãos têm, conseqüentemente, indiscutível impor- tância taxonômica. Os caracteres embriológicos, por sua vez, são usualmente constantes dentro de um gênero, funcionando como significativos indicado- res da afinidade taxonômica supra-específica. Infe- lizmente, a carência de estudos descritivos e ontoge- néticos da estrutura seminal torna muito difíceis as discussões a respeito das tendências evolutivas que afetaram a semente (Von Teichman & Van Wyk 1991). Somente concentrando esforços no sentido de ampliar os conhecimentos sobre a morfo-anato- mia da semente e de outros órgãos reprodutivos, será possível resolver diversos problemas taxonômicos e estabelecer conexões filogenéticas mais precisas.
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Morfologia polínica das espécies arbóreas de Apocynaceae do Estado de Santa Catarina, Brasil.

Morfologia polínica das espécies arbóreas de Apocynaceae do Estado de Santa Catarina, Brasil.

Atividades ecológicas e ambientais, visando à preservação de espécies e indagando sobre vegetações que se sucederam durante o período Quaternário, demandam por um conhecimento detalhado da estrutura polínica, já que o pólen, além de resistir à degradação ao longo do tempo, fornece informações que levam à sua origem, o táxon vegetal, bem como à caracterização ecológica do seu meio ambiente. No presente estudo serão fornecidas as características morfológicas dos grãos de pólen das espécies arbóreas de Apocynaceae ocorrentes no Estado de Santa Catarina.
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Dinâmica da serapilheira em pastagens de braquiária em sistema silvipastoril e monocultura.

Dinâmica da serapilheira em pastagens de braquiária em sistema silvipastoril e monocultura.

Aos cinco anos de estabelecimento, foram coletadas informações durante o ciclo de um ano de pastejo (julho de 2005 a junho de 2006). O delineamento experimental adotado foi o de blocos ao acaso, com seis repetições. Foram utilizados cinco animais em cada tratamento (SSP e MB). O manejo adotado foi o de lotação intermitente, com período de ocupação do piquete (0,5 ha) de sete dias e intervalo de desfolha de 35 dias, de forma que os animais permaneciam dentro do experimento, sem suplementação. Foram usadas novilhas mestiças (Holandês x Zebu) com idades entre oito e dez meses e com peso médio de 190 kg.
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Campanha Nacional de Alfabetização

Campanha Nacional de Alfabetização

Nas nossas leituras anteriores, percebemos que muitos trabalhadores hoje assentados e acampados são participantes de uma luta árdua para conseguir um pedaço de terra para viver e trabalhar com a sua família. Vimos também que a luta por uma vida melhor tem levado os trabalhadores a mudarem de lugares, estados municípios e até de um país para outro. Muitos trabalhadores migraram e migram no Brasil na busca de solução para seus problemas, e um desses problemas é luta pela terra. Assim, podemos constatar que a luta pela terra não é recente, ela continua um processo que vem de muito longe.
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Formas de resistência camponesa: visibilidade e diversidade de conflitos ao longo da história

Formas de resistência camponesa: visibilidade e diversidade de conflitos ao longo da história

A pesquisa, ainda incipiente, mostra a mobilização dos camponeses nessa época. As divisões entre as facções da classe dominante criaram fi ssuras na arquitetura do poder. No caso do campesinato, o PCB foi a primeira or- ganização política a incorporar o camponês como constituinte do partido. Na época da revolução de 1930, as Delegacias Estaduais de Ordem Política e Social (DEOPS), entidade policial criada em 1924, já estavam espalhadas pelo país. Em São Paulo, o DEOPS estava bem representado no interior do estado, e pesquisa realizada em seu arquivo mostra a presença do PCB nas fazendas e a adesão dos camponeses ao partido. Um só exemplo é a revista em quadrinhos, O Trabalhador Agrícola, publicada em dezembro de 1930. Uma página de imagens mostra um homem gordo, deitado em um sofá, fumando um charuto com a legenda, “Os senhores fazendeiros passam a vida de papo para o ar gozando... gozando...”. A imagem abaixo é de um camponês trabalhando de costas quebradas no sol quente e a legenda diz: “...de seus ‘servos’ e a elles pertencem as terras do Brasil...mas é precizo reagir!”. A terceira e última imagem na página é a de um camponês atirando com espingarda no fazendeiro gordo, correndo de medo com seus braços no ar. A legenda fi nal, em letras garrafais, diz: “CONFISCA AS TERRAS TRABALHADORES DO CAMPO”. O confi sco do documento pelo DEOPS e a presença da delegacia no campo demonstram, no mínimo, a preocupa- ção do Estado com a mobilização dos camponeses. A linguagem de Vargas demonstra, no mínimo, a decisão de desenvolver um projeto para controlar o processo da inclusão política dos camponeses.
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Morfologia polínica de espécies arbóreas de Solanaceae do Estado de Santa Catarina, Brasil.

Morfologia polínica de espécies arbóreas de Solanaceae do Estado de Santa Catarina, Brasil.

A morfologia dos grãos de pólen das duas espécies de Cestrum descrita no presente trabalho está de acordo com as descrições para as mesmas de Pire et al. (1998) e Silva et al. (2003). Entretanto, segundo estes autores, há uma variação interespecífica neste gênero considerando o pólen de outras espécies não ocorrentes na região Sul do Brasil. Esta variação refere-se tanto à forma dos grãos de pólen quanto ao âmbito e aos detalhes da ornamentação.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAED - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAED - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

São previstos cursos de formação continuada às equipes do PIP para que saibam analisar os dados das avaliações corretamente e elaborar instrumentos que possibilitem a evol[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd – CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd – CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

O Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação, de 2007, e a Política Nacional de Formação de Profissionais do Magistério da Educação Básica, instituída em 2009 foram a base para[r]

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Caracterização morfológica de frutos, sementes, plântulas e germinação de Mucuna aterrima Piper & Tracy

Caracterização morfológica de frutos, sementes, plântulas e germinação de Mucuna aterrima Piper & Tracy

Na Figura 3 são apresentadas as características morfológicas dos frutos e das sementes de Mucuna aterrima. Conforme mostra a Figura 3A, a mucuna- preta apresenta fruto do tipo legume, de pericarpo seco, deiscente, polispérmico, alongado, apresentando ápice e base levemente arredondados, com bordo inteiro ou levemente ondulado, que apresentam tamanhos variados, e coloração acinzentada. Matheus e Lopes (2007) estudando a morfologia de frutos de Erythrina variegata L. observou resultados semelhantes quanto ao tipo de fruto, pericarpo, deiscência e número de sementes por fruto.
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