Top PDF Morfologia polínica de espécies do gênero Merremia Dennst. (Convolvulaceae) ocorrentes no Estado da Bahia, Brasil.

Morfologia polínica de espécies do gênero Merremia Dennst. (Convolvulaceae) ocorrentes no Estado da Bahia, Brasil.

Morfologia polínica de espécies do gênero Merremia Dennst. (Convolvulaceae) ocorrentes no Estado da Bahia, Brasil.

RESUMO – (Morfologia polínica de espécies do gênero Merremia Dennst. (Convolvulaceae) ocorrentes no Estado da Bahia, Brasil). O gênero Merremia (Convolvulaceae) teve as espécies nativas na Bahia inventariadas e estudadas sob o ponto de vista palinológico. Foram registrados nove táxons do gênero: M. aegyptia (L.) Urb., M. cissoides (Lam.) Hallier f., M. digitata (Spreng.) Hall. f. var. digitata, M. digitata var. ericoides (Meissn.) Austin & Staples, M. dissecta (Jacq.) Hall. f. var. edentata (Meisn.) O’Donell, M. flagellaris (Choisy) O’Donell, M. macrocalyx (Ruiz et Pav.) O’Donell, M. tomentosa (Choisy) Hall. f. e M. umbellata (L.) Hall. f. Em M. digitata var. digitata e M. flagellaris os grãos de pólen apresentavam-se irregularmente e com três e seis colpos; membrana apertural espessa em M. aegyptia, M. cissoides, M. digitata var. ericoides; a exina é espessa e granulada em todas as espécies, o teto é fino; sexina mais espessa que nexina. Os grãos de pólen com 6 aberturas são zonocolpados (M. umbellata) ou pantocolpados (M. digitata var. digitata, M. digitata var. ericoides, e M. flagellaris), podendo ocorrer em um mesmo espécime mais de um tipo apertural de grão de pólen. Os dados palinológicos observados vêm fortalecer a união das espécies M. aegyptia, M. dissecta var. edentata e M. macrocalyx em M. sect. Schizips, M. umbellata em M. sect. Xanthips e as demais em M. sect. Cissoides. Nesta última seção, com exceção de M. tomentosa, as espécies restantes pertencem ao complexo M. digitata. No referido complexo as espécies não estão bem delimitadas sendo necessário que estudos mais profundos sejam realizados afim de melhor delimitá-las.
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Morfologia polínica de espécies arbóreas de Solanaceae do Estado de Santa Catarina, Brasil.

Morfologia polínica de espécies arbóreas de Solanaceae do Estado de Santa Catarina, Brasil.

Segundo os dados aqui obtidos e apresentados, a morfologia polínica de nove espécies pertencentes a seis gêneros de Solanaceae arbóreas ocorrentes na região Sul do Brasil, em particular no Estado de Santa Catarina, é característica para os gêneros aos quais pertencem. As principais diferenças morfológicas encontradas consistem no tamanho de seus grãos de pólen variando na faixa de 20 a 50 µm, a forma entre oblato-esferoidal e subprolata e cuja estrutura de superfícies se apresenta psilada a escabrada, estriada ou ondulada. Levando em consideração detalhes morfológicos adicionais, como o âmbito e a configuração das endoaberturas, as espécies examinadas de Solanaceae podem ser distinguidas através de sua morfologia polínica.
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Morfologia polínica de algumas espécies dos gêneros Neoregelia l.b. sm. e Nidularium Lem. (Bromeliaceae) do Estado de São Paulo, Brasil.

Morfologia polínica de algumas espécies dos gêneros Neoregelia l.b. sm. e Nidularium Lem. (Bromeliaceae) do Estado de São Paulo, Brasil.

RESUMO – (Morfologia polínica de algumas espécies dos gêneros Neoregelia L.B. Sm. e Nidularium Lem. (Bromeliaceae) do Estado de São Paulo, Brasil). É apresentado o estudo dos grãos de pólen das espécies Neoregelia laevis (Mez) L.B. Sm., Nidularium angustibracteatum Leme, N. billbergioides (Schult. f.) L.B. Sm., N. burchellii (Baker) Mez, N. meeanum Leme, Wand. & Mollo, N. procerum Lindm. e N. seidelii L.B. Sm. & Reitz, visando contribuir um melhor posicionamento taxonômico da subfamília Bromelioideae. Os grãos de pólen foram acetolisados, medidos, descritos e fotografados sob microscopia óptica e, também, em microscopia eletrônica de varredura. A morfologia polínica revelou grãos de pólen 2(3)-porados, exina semitectada, reticulada, raro foveolada, muros simplescolumelados a duplicolumelados. Com base nos dados polínicos quantitativos e qualitativos verificou-se a grande afinidade entre Neoregelia laevis e Nidularium burchellii, N. billbergioides e N. seidelii (subgênero Canistropis), e entre Nidularium procerum com Nidularium meeanum e N. angustibracteatum (subgênero Nidularium). Nidularium billbergioides apresentou muros duplicolumelados, destacando-se, nesse aspecto, das outras espécies.
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Morfologia polínica das espécies arbóreas de Apocynaceae do Estado de Santa Catarina, Brasil.

Morfologia polínica das espécies arbóreas de Apocynaceae do Estado de Santa Catarina, Brasil.

A morfologia do pólen de Apocynaceae é relativamente bem conhecida. Estudos taxonômicos e filogenéticos baseados na Palinologia foram explorados por Nilsson (1990) e Nilsson et al. (1993). Vários gêneros e numerosas espécies de Apocynaceae da Argentina tiveram seu pólen analisado por Pire (1989). Do Brasil há dados sobre o pólen de Apocynaceae de uma restinga do Estado do Rio de Janeiro (Moreira et al. 2004) e de uma área preservada em São Paulo (Luz et al. 2007), além da morfologia polínica constante de compêndidos palinológicos, tais como Erdtman (1952) e no seriado do cerrado (Marques & Melhem 1966).
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Morfologia polínica de espécies de Euphorbiaceae s.l. arbóreas ocorrentes no Estado de Santa Catarina, Brasil.

Morfologia polínica de espécies de Euphorbiaceae s.l. arbóreas ocorrentes no Estado de Santa Catarina, Brasil.

RESUMO - (Morfologia polínica de espécies de Euphorbiaceae s.l. arbóreas ocorrentes no Estado de Santa Catarina, Brasil). Foram examinadas sete espécies de Euphorbiaceae s.l. que ocorrem no Estado de Santa Catarina, Brasil: Actinostemon concolor, Hieronima alchorneoides, Maprounea brasiliensis, Pachystroma longifolium, Pausandra morisiana, Sapium glandulosum e Sebastiania argutidens. Foram caracterizadas, exceto Pausandra morisiana, por apresentarem grãos de pólen em mônades, isopolares, pequenos a médios, de simetria radial, 3-colporados, oblato-esferoidais a prolatos e de superfície microrreticulada. Pausandra morisiana segue o padrão Croton. Os dados morfométricos mostraram que os grãos de pólen de Hieronima alchorneiodes apresentaram o eixo equatorial bem menor em relação às demais espécies estudadas. Pachystroma longifolium foi a única espécie que apresentou uma nexina mais espessa do que a sexina, o que caracteriza grãos de pólen como sendo mais resistentes a processos de fossilização.
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Girinos de três espécies de Aplastodiscus Lutz, 1950 (Anura - Hylidae) ocorrentes no Estado da Bahia, Brasil.

Girinos de três espécies de Aplastodiscus Lutz, 1950 (Anura - Hylidae) ocorrentes no Estado da Bahia, Brasil.

Faivovich et al. (2005) indicaram algumas características como possíveis sinapomorfias morfológicas para o clado de A. albosignatus (presença de ornamentação e tubérculos ao redor da região cloacal). Tais características morfológicas foram aquelas apontadas por Cruz & Peixoto (1984), cujo grupo de espécies indicado por estes autores (grupo Aplastodiscus albosignatus) se manteve na análise de Faivovich et al. (2005). Ainda em Cruz & Peixoto (1984) e seguido por Cruz et al. (2003), o grupo A. albosignatus pode ser sub-dividido em outros dois grupos, de acordo com as seguintes características: ausência de flap anal e presença de uma área desprovida de grânulos no milium anal em torno da abertura cloacal, que reúne A. albosignatus, A. callipygius, A. flumineus e A. sibilatus; enquanto flap anal presente e milium anal contínuo em torno da abertura cloacal, agrupa A. cavicola, A. ibirapitanga e A. leucopygius. Das sete espécies do clado A. albosignatus apenas A. albosignatus e A. leucopygius têm suas larvas descritas (Peixoto & Cruz 1983, Gomes & Peixoto 2002, respectivamente). Este trabalho apresenta a descrição morfológica dos girinos de A. sibilatus; A. cavicola e A. ibirapitanga e verifica se há características morfológicas larvais que corroborem os grupos propostos por Cruz & Peixoto (1984).
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Morfologia polínica de espécies das tribos Ipomoeeae Hallier f. e Merremieae D.F. Austin (Convolvulaceae) ocorrentes numa região de ecótono do município de Caetité, BA, Brasil.

Morfologia polínica de espécies das tribos Ipomoeeae Hallier f. e Merremieae D.F. Austin (Convolvulaceae) ocorrentes numa região de ecótono do município de Caetité, BA, Brasil.

Araújo et al. (2000) analisaram para o Estado da Bahia os grãos de pólen de 24 espécies pertencentes a 10 gêneros, incluindo sete espécies dos gêneros Ipomoea, Merremia e Turbina , as quais foram descritas e enquadradas em dois tipos polínicos: Tipo I - grãos de pólen 3- colpados e Tipo V - grãos de pólen pantoporados com espinhos longos e pontiagudos, e apresentaram uma chave polínica. O principal estudo sobre o gênero Merremia no Estado da Bahia foi realizado por Leite et al. (2005), que analisaram a morfologia polínica de nove espécies sob microscopia
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O gênero Ceratolejeunea Jack & Steph. (Lejeuneaceae, Marchantiophyta) no Estado da Bahia, Brasil.

O gênero Ceratolejeunea Jack & Steph. (Lejeuneaceae, Marchantiophyta) no Estado da Bahia, Brasil.

Grande parte das espécies de Ceratolejeunea neotropicais apresenta, em geral na base dos ramos, utrículos, os quais podem estar isolados ou em pares. Essas estruturas são oriundas do desenvolvimento desigual do filídio, em que ocorre pequeno crescimento do lobo e grande crescimento do lóbulo, o qual é enrolado e fortemente inflado formando verdadeiras bolsas que acumulam água. Lóbulos esféricos, outra também adaptação para armazenamento de água, presentes em algumas espécies, são lóbulos pequenos e fortemente enrolados e inflados (Dauphin 2003).
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Diversidade polínica das Mimosoideae (Leguminosae) ocorrentes em uma área de caatinga, Pernambuco, Brasil.

Diversidade polínica das Mimosoideae (Leguminosae) ocorrentes em uma área de caatinga, Pernambuco, Brasil.

desses gêneros, pois como nas análises aqui apresentadas, ambos os gêneros têm grãos de pólen 3-colporados e estriados. Além da afi nidade palinológica, macromorfologicamente, as duas espécies destacaram-se entre as Mimosoideae da fl ora de Mirandiba por serem as únicas a apresentarem glomérulos he- teromórfi cos como tipo de infl orescência (Córdula et al. 2008). A espécie Calliandra depauperata também se destacou das demais pelas políades em forma de gota e com um grão apical diferenciado. Essa espécie foi estudada por Santos & Romão (2008), que descreveram a morfologia polínica 21 espécies de Calliandra ocorrentes na Bahia. Esses autores organizaram as espécies estudadas em dois grupos: a) espécies com políade na qual o grão apical tem um longo apêndice e b) espécies onde o grão apical sem apêndice tem um poro na extremidade. Nesse último tipo, os autores incluíram C. depauperata, o que também está corroborado com os dados aqui apresentados.
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Palinologia de espécies de Gesneriaceae Rich. & Juss. ocorrentes no Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Palinologia de espécies de Gesneriaceae Rich. & Juss. ocorrentes no Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

RESUMO – (Palinologia de espécies de Gesneriaceae Rich. & Juss. ocorrentes no estado do Rio de Janeiro, Brasil). Foi realizado um estudo palinológico de 21 espécies da família Gesneriaceae reunidas em seis gêneros e três tribos: tribo Beslerieae - Besleria L. (4 spp.); tribo Episcieae – Codonanthe (Mart.) Hanst. (3 spp.), Nematanthus Schrad. (5 spp); tribo Sinningieae - Paliavana Vand. (1 sp.), Sinningia Nees (6 spp.) e Vanhouttea Lem. (2 spp.) ocorrentes no Estado do Rio de Janeiro, Brasil. Objetivou-se caracterizar e ampliar os dados morfológicos da família, em nível genérico ou específi co, contribuindo assim, para uma delimitação mais precisa dos táxons. Os grãos de pólen foram acetolisados, medidos, descritos e ilustrados sob microscopia de luz. Para observar detalhes da superfície e abertura, grãos de pólen não acetolisados foram analisados em microscópio eletrônico de varredura (MEV). Os grãos de pólen das espécies estudadas variaram de pequenos a médios, suboblatos a prolatos; apresentaram cólporos ou colpos e o número de aberturas foi constante para todas as espécies analisadas (3-aperturados). A ornamentação da sexina variou entre escabrada, perfurada, rugulada, microrreticulada e reticulada. Os resultados mostraram que a morfologia polínica é bem defi nida entre as espécies estudadas, variou dentro e entre as tribos e gêneros, podendo ser usada para identifi car os táxons e sustentar o caráter euripalinológico de Gesneriaceae.
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Palinologia de espécies de Nyctaginaceae Juss. ocorrentes nas restingas do estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Palinologia de espécies de Nyctaginaceae Juss. ocorrentes nas restingas do estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Boerhavia diffusa – BRASIL. Rio de Janeiro: Pontal de Sernambetiba, Recreio dos Bandeirantes, s/d, *Newton Santos 5822 (R); Restinga de Grumari, II/1953, C.G.P. Pinto 193 (GUA). Bougainvillea glabra - Rio de Janeiro: Pico Alto Moirão, restinga, 23/V/1983, *R. Andreata 551 et al. (RB); BAHIA: Iraraquara, 14/III/1984, J.C.A. Lima 42 (GUA). B. spec- tabilis - Rio de Janeiro: Ilha do Engenho, restinga, VIII/1931, *Heimerl 932 (R); Niterói, 30/VII/1931, A.C. Brade 11054 (R); Paquetá, I/1923, Freire & J. Vidal s.n, I/1923 (R); Restinga de Jacarepaguá, 15/IV/1984, E. Pereira 4107 et al. (HB). Guapira obtusata - Rio de Janeiro: Restinga de Massambaba, 24/VI/1987, *D. Araújo 7894 (GUA). G. opposita - Rio de Janeiro: Saquarema, restinga, 20/X/1988, *C. Farney 2178 (RB); Restinga de Cabo Frio, 24/VI/1987, D. Sucre 1391 (HB). G. pernambucensis - Rio de Janeiro: Restinga de Carapebus, Fazenda São Lázaro, VII/1998, *Correia 613 et al. (R); Carapebus, 29/I/1997, V. Capello 14 et al. (R); Carapebus, entre a Lagoa de Carapebus e a Lagoa Paulista, 28/XI/1995, A. Costa 568 et al. (R); Maricá, 09/IV/1985, V.L.G. Klein 259 (RB). Leucaster canifl orus - Rio de Janeiro: Maricá, ponta do Fundão, Lagoa da Barra, 4/IV/1996, *M.C.L. Ramos s.n., (GUA); Saquarema, Restinga de Ipitangas, 18/IV/1989, A. Amorim 117 et al. (GUA); Jacarepaguá, 25/IV/1972, D. Sucre 8930 et al. (RB). Mirabilis jalapa - Rio de Janeiro: Angra dos Reis, Ilha Grande, Reserva Ecológica Estadual da Praia do Sul, 22/XI/1991, *W.L. de Araújo 144 (GUA); Angra dos Reis, 8/IV/1977, A.M.S.F.Vaz (R).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

A quarta etapa, elencada no edital como Programa de formação, é constituída de encontros diários por um período não superior a duas semanas, nas quais uma bateria de conteúdos são transmitidos aos candidatos, dentre eles, principalmente o sistema de Gestão Integrada do Desenvolvimento Escolar (GIDE) 10 . Além de conhecimentos gerais sobre a parte administrativa da escola, informações sobre o sistema tecnológico de informação e gestão da escola chamado Conexão Educação. Dessa forma, percebe-se que o Processo Seletivo Interno mostra-se como uma das várias ações e medidas que vêm sendo implementadas pela atual gestão da Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro, tendo em vista que seus pilares são a meritocracia, o acesso a cargos de maneira transparente e a desvinculação das ações na educação com interesses políticos partidários.
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A GESTÃO DA POLITICA DA EDUCAÇÃO DO CAMPO NA BAHIA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A GESTÃO DA POLITICA DA EDUCAÇÃO DO CAMPO NA BAHIA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Conclui-se, portanto que, entre os gestores, há clareza quanto aos entraves que a CEC encontra para promover essa articulação interna e que algumas iniciativas neste sentido têm sido adotadas, a exemplo do PAIP, que é um programa de gestão com objetivo de articular os diferentes setores da SEC para a confluência das ações de melhoria do processo ensino e aprendizagem na Rede Estadual. Contudo, ressalta-se que, a estrutura atual não possibilita a integração. Fica evidente nos depoimentos dos entrevistados que eles compreendem a ausência de integração e têm clareza do prejuízo que essa desarticulação causa à condução da política de Educação do Campo. Ficou evidente também que as iniciativas de interação entre os setores para atendimento da política são tomadas isoladamente, a partir de um ou outro gestor, e não do conjunto da superintendência, enquanto definição política, pedagógica com respaldo das estruturas macro da SEC. É o que confirma G1, quando questionada se considera que a CEC com a estrutura atual consegue gerenciar e atender às demandas da Educação do Campo do Estado da Bahia:
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Euphorbiaceae Juss: espécies ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Euphorbiaceae Juss: espécies ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Foram reconhecidos até o momento , 31 espécies de 16 gêneros da família Euphorbiaceae Juss. nas restingas fluminenses. Alguns destes gêneros apresen- tam-se como os de maior di[r]

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Leguminosas da Amazônia Brasileira - XV. O pólen do gênero Bocoa Aubl. (Leguminosae - Papilionoideae).

Leguminosas da Amazônia Brasileira - XV. O pólen do gênero Bocoa Aubl. (Leguminosae - Papilionoideae).

Bocoa Aubl. faz parte da família Leguminosae, subfamília Papilionoideae (Cowan 1981) e segundo Silva et al. (1989), encontra-se representado na Amazônia brasileira pelas espécies Bocoa alterna (Benth.) Cowan, Bocoa racemulosa (Huber) Cowan e Bocoa viridiflora (Ducke) Cowan, esta tratando-se de uma árvore cujo porte varia de mediano a grande e vulgarmente conhecida como “muirajibóia-preta” e “muirajibóia - amarela” (Silva et al. 1977; 2002).

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O gênero Encyclia (Orchidaceae) no Distrito Federal, Goiás e Tocantins.

O gênero Encyclia (Orchidaceae) no Distrito Federal, Goiás e Tocantins.

Outro táxon excluído desse estudo é Encyclia × alcardoi. Apesar de ser necessário saber, no mínimo, somente um dos pais para o reconhecimento de um híbrido (artigo H.3.2, McNeil et al. 2006), a informação constante no protólogo é ambígua a ponto de ser inconclusiva. Esse táxon foi descrito como híbrido resultado do cruzamento natural entre E. argentinensis e E. flava. Segundo o protólogo (Castro Neto & Chiron 2002b), o único espécime encontrado possui flores mais semelhantes a E. argentinensis e a parte vegetativa a E. flava. O conceito empregado no protólogo para E. flava foi o de Castro Neto & Chiron (2002a). No nosso entendimento o conceito de E. flava de Castro Neto & Chiron (2002a,b) é incorreto, e nossa hipótese é corroborada por Dalström (2006) e Castro Neto (2008). Castro Neto & Chiron (2002b) utilizam o binômio E. flava, que é na verdade sinônimo de E. patens (supracitado), para nomear duas espécies distintas: E. linearifolioides e E. conchaechila. Os autores ainda ilustram no protólogo intercambiavelmente como E. flava, ora o que reconhecemos como E. linearifolioides (Castro Neto & Chiron 2002b, p. 152, 155 e 157) e ora como E. conchaechila (ibidem, p. 151). Apesar de ser confirmada a existência de E. linearifolioides para a localidade tipo (Porto Nacional, estado de Tocantins; ver lista de materiais examinados) não foi confirmada nem E. conchaechila e nem E. argentinensis, o que resolveria a questão de quais são os pais do híbrido. O holótipo depositado no herbário SP consiste em fragmentos de uma flor. Mesmo o exame das ilustrações e descrições constantes no protólogo não foi possível chegar a uma boa conclusão sobre o híbrido. Portanto, este táxon é considerado como excluído devido ao tipo nomenclatural pouco esclarecedor, confirmação dos pais e sua simpatria, sincronismo de floração de forma a possibilitar o cruzamento na natureza para identificação e clarificação da identidade do híbrido.
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UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA – UNB PROGRAMA DE PÓS-GRADUACÃO EM BIOLOGIA ANIMAL

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA – UNB PROGRAMA DE PÓS-GRADUACÃO EM BIOLOGIA ANIMAL

Os borrachudos (Simulium spp.) possuem ampla distribuição geográfica e quando em alta densidade, podem causar sérios prejuízos econômicos, pois além de serem vetores de doenças, incomodam o ser humano e outros animais gerando prejuízos à saúde, agropecuária e para a indústria turística. Uma das alternativas para controle deste inseto são os bioinseticidas a base de Bacillus thuringiensis, entretanto existem poucos produtos utilizados comercialmente nos programas de controle biológico, no Brasil visto o alto custo de importação e a dificuldade de sua aquisição. Um dos fatores importantes para a síntese de novos bioinseticidas é a descoberta de novas estirpes tóxicas. Assim, o presente estudo teve como objetivo isolar e caracterizar estirpes amazônicas de Bacillus thuringiensis tóxicas a Simulium spp. Foram isoladas 96 estirpes a partir de solos coletados na Amazônia e duas destas, S2271 e S2272 mostraram alta toxicidade a larvas de Simulium spp. A caracterização bioquímica e molecular das duas estirpes mostrou que ambas apresentavam amplicons correspondentes aos genes cry4A, cry4B, cry10, cry11, cyt1 e cyt2, e proteínas de 130kDa, 72kDa e 30kDa sendo compatível com as proteínas Cry4A e Cry4B (130kDa), Cry10 e Cry11 (72kDa) e Cyt1 e Cyt2 (30kDa) semelhante ao Bacillus thuringiensis israelensis, S1806, utilizado como padrão.
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Sinopse das espécies de Lamiales Bromhead ocorrentes nas restingas do Estado do Pará, Brasil.

Sinopse das espécies de Lamiales Bromhead ocorrentes nas restingas do Estado do Pará, Brasil.

A vegetação de restinga cobre grande parte da planície arenosa da costa amazônica e de acordo com Bastos et al. (2001) e Amaral et al. (2008) apresenta um complexo com seis formações vegetacionais: I. Halófila (sob a influência direta do mar, após a zona de estirâncio [praia], representada por poucas espécies); II. Psamófila reptante (sobre os primeiros cordões dunares, com as espécies estoloníferas, de rápido crescimento, fixadoras de dunas); III. Brejo herbáceo (com a maior diversidade de espécies, localizado no reverso do cordão dunar, em depressões alagadas); IV. Campo de dunas (formado por dunas altas intermediárias e interiores, sobre areia fina, com pequenos lagos na estação chuvosa); V. Formação aberta de moitas (fica nas áreas distantes da praia, com moitas de vários tamanhos, intercaladas por vegetação herbácea); VI. Floresta de restinga ou mata de Myrtaceae (sobre solos menos arenosos, fazendo limite com o mangue e a vegetação secundária (capoeira). Esse complexo inclui também o manguezal, seccionados por canais de marés e campus hipersalinos (apicuns).
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A produção da exclusão educacional no Brasil Introdução

A produção da exclusão educacional no Brasil Introdução

De outra forma, também não há uma reprodução especular das estruturas sociais. Goldthorpe (2000) posiciona-se contrário à perspectiva de Bourdieu, uma vez que a expansão educacional não reproduziu as desigualdades anteriormente verificadas. Sobre o tema, ainda posiciona-se em alinhamento com a perspectiva de Boudon, precisamente em relação a dois pontos específicos: “first, in starting from the ‘structural’ theory of aspirations of Keller and Zavalloni (1964) and, secondly, in regarding the process that generate class differentials as operating in two different stages” (Golthorpe: 2000, 169). Além do reprodutivismo de Bourdieu, a Teoria da Desigualdade Maximamente Mantida (MMI) também aponta para mecanismos perversos que impedem o avanço de políticas equitativas, como é o caso da expansão do acesso à educação. Assim, o aprofundamento da reflexão acerca deste processo histórico no Brasil e seus elementos centrais podem ser relevantes para a reflexão do cenário educacional contemporâneo, a avaliação de suas políticas públicas, o enfrentamento de desafios atuais e entraves ao desenvolvimento que há muito tempo já deveriam ter sido superados. Este trabalho objetiva tratar de três dimensões centrais para a democratização da educação: o acesso, o rendimento e o desempenho. Posteriormente, aprofundar-se-á a investigação sobre os determinantes da aprendizagem (proficiência) e sua produção desigual.
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A OMC e os efeitos destrutivos da indústria da cana no Brasil E

A OMC e os efeitos destrutivos da indústria da cana no Brasil E

A indústria da cana sempre teve grande importância na economia e no processo histórico brasileiros. A atividade adquiriu dimensão ainda maior no Brasil com a cri- se internacional nos anos 70, que causou forte alta no mercado petroleiro e impulsio- nou o setor canavieiro, a partir da criação do Proálcool. De 1972 a 1995, o governo brasileiro incentivou o aumento da área de plantação de cana e a estruturação do com- plex o sucro- alcooleiro, com grandes sub- sídios e diferentes formas de incentivo. O Instituto do Açúcar e do Álcool, por ex em- plo, foi responsável durante quase 60 anos por toda a comercialização e a ex portação do produto, subsidiando empreendimen- tos, incentivando a centralização industri- al e fundiária sob o argumento da “mo-
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