Top PDF Morfologia do fruto, da semente e morfo-anatomia da plântula de Vitex megapotamica (Spreng.) Moldenke (Lamiaceae).

Morfologia do fruto, da semente e morfo-anatomia da plântula de Vitex megapotamica (Spreng.) Moldenke (Lamiaceae).

Morfologia do fruto, da semente e morfo-anatomia da plântula de Vitex megapotamica (Spreng.) Moldenke (Lamiaceae).

RESUMO – (Morfologia do fruto, da semente e morfo-anatomia da plântula de Vitex megapotamica (Spreng.) Moldenke (Lamiaceae)). Vitex megapotamica (tarumã) é espécie arbórea, decídua, com ocorrência, no Brasil, desde Minas Gerais até o Rio Grande do Sul. Visando à caracterização morfológica do fruto, da semente e morfo-anatômica da plântula, frutos desta espécie foram coletados e as sementes postas para germinar em laboratório. As plântulas foram coletadas desde a protrusão da raiz até o desenvolvimento do primeiro par de eofilo. Foram realizadas medições e pesagem de frutos, e contagem do número de sementes por frutos. As características morfológicas do fruto e da semente são aqui descritas e ilustradas, assim como a morfo-anatomia da plântula. O fruto é drupóide, nuculânio, tetralocular, contendo apenas uma ou duas sementes com fina camada de endosperma e embrião axial, foliáceo. O diásporo (pirênio) é constituído pelo endocarpo mais a semente. O endocarpo lenhoso parece exercer restrição sobre a germinação das sementes desta espécie. A plântula é epigea, fanerocotiledonar, com paracotilédones elípticos, com margem inteira, e eofilos opostos, simples, elípticos, com margem serreada, apresentando tricomas tectores. Tanto o paracotilédone quanto o eofilo apresentam mesofilo heterogêneo, dorsiventral, feixe colateral em forma de arco e estômatos anomocíticos. A raiz é poliarca, com córtex parênquimático; o hipocótilo possui tricomas glandulares e não- glandulares, colo distinto, e com cerca de 20 dias encontra-se em início de crescimento secundário. Diversas das características da plântula de Vitex megapotamica estão relacionadas à sua condição de espécie heliófila.
Mostrar mais

9 Ler mais

MORFOLOGIA DA FLOR, FRUTO, SEMENTE, PLÂNTULA E MUDA DE Cabralea canjerana (Vell.) Mart.

MORFOLOGIA DA FLOR, FRUTO, SEMENTE, PLÂNTULA E MUDA DE Cabralea canjerana (Vell.) Mart.

Para o acompanhamento e ilustrações da germinação e do desenvolvimento da plântula, as sementes foram colocadas para germinar em substrato papel germitest, em germinador do tipo Mangelsdorf, sob temperatura de 25º C, na presença de luz branca, sendo utilizadas duas repetições de 20 sementes cada. Foi realizada semeadura direta em 50 sacos de polietileno, para análise, descrição e ilustração dos indivíduos que atingiram 3 mm de diâmetro do colo e 20 cm de altura, considerados muda conforme Gonçalvez e Benedetii (2001). Os elementos vegetativos descritos e ilustrados foram raiz, colo, hipocótilo, epicótilo, cotilédones, eófilo e metáfilo.
Mostrar mais

8 Ler mais

Características biométricas e físico-químicas do fruto, morfologia da semente e da plântula de Averrhoa carambola l. (oxalidaceae).

Características biométricas e físico-químicas do fruto, morfologia da semente e da plântula de Averrhoa carambola l. (oxalidaceae).

Os resultados relativos ao teor de sólidos solúveis totais (SST) mostraram, como esperado, aumento dessa variável à medida que o fruto amadurece. Os valores, para frutos maduros, variaram entre 6,4 e 9,0 ºBrix. Teixeira et al. (2001) observaram variação de 7,9 a 10,3 ºBrix para frutos maduros de seis cultivares de carambola. Araújo e Minami (2001) mencionaram variação na média do teor de SST entre 4,9 e 6,6 ºBrix em 270 frutos dos tipos doce e ácido, coletados de 15 caramboleiras. Para frutos da espécie Averrhoa bilimbi L., os valores observados por Araújo et al. (2009) variaram entre 2,4 e 3,2 ºBrix. Considerando-se todos os estádios de maturação, observa- se que o intervalo de variação do teor de SST das carambolas utilizadas no presente experimento (4,5 a 9,0 ºBrix) é similar àquele descrito na literatura e consideravelmente maior que os valores encontrados para Averrhoa bilimbi. O pH dos frutos variou entre 3,6 (verdes) e 4,3 (maduros), indicando frutos menos ácidos que aqueles estudados por Araújo e Minami (2001), com média de pH, dependendo da caramboleira, variando entre 1,6 e 3,3, e muito menos ácidos que Averrhoa bilimbi que apresentou valor de pH variando entre 1,1 e 1,6 de acordo com o estádio de maturação (Araújo et al., 2009). O elevado teor de água observado (90,6% b.u.) é comparável aos valores obtidos por diversos autores citados por Oliveira et al. (1989b), que variaram no intervalo de 89,9 a 91,7% b.u.
Mostrar mais

10 Ler mais

Morfologia de fruto, semente e plântula de piqui (Caryocar coriaceum Wittm.)

Morfologia de fruto, semente e plântula de piqui (Caryocar coriaceum Wittm.)

Quanto à posição que ocupam na semente, os embri- ões classificam-se em: basal, lateral ou apical (em geral de tamanho pequeno, ocupando cerca de 1/3 ou menos do com- primento da semente); periférico (embrião curvo, com eixo hipocótilo-radícula cilíndrico e cotilédones plano-convexos, com a mesma espessura do eixo) e axial (embrião desenvol- vido, reto, curvo ou circinado com ou sem endosperma, ocu- pando o eixo central da semente). O embrião de C. coriaceum é do tipo axial, ou seja, desenvolvido, sem endosperma, cons- tituído por hipocótilo carnoso, alvo, volumoso, dobrando a certa altura, dando início ao epicótilo fino, cilíndrico, reto e circundado na porção superior por dois cotilédones vestigiais em forma de asas membranáceas (Figura 3).
Mostrar mais

6 Ler mais

BIOMETRIA DO FRUTO E DA SEMENTE E MORFOLOGIA DA PLÂNTULA DE Parkia discolor (Spruce ex Benth.)

BIOMETRIA DO FRUTO E DA SEMENTE E MORFOLOGIA DA PLÂNTULA DE Parkia discolor (Spruce ex Benth.)

RESUMO – Parkia discolor (Spruce ex Benth.) é uma espécie de floresta inundável de igapó, utilizada principalmente na medicina popular e com potencial econômico. Este trabalho teve como objetivo estimar as características biométricas de frutos e das sementes e descrever a morfologia e o desenvolvimento da plântula e da planta jovem de Parkia discolor. Em média, os frutos apresentaram as seguintes dimensões: 18,45 cm de comprimento com pedicelo, 13,25 cm de comprimento sem pedicelo, 4,4 cm de largura, 0,66 cm de espessura e massa de 11,91 g. As sementes apresentaram 1,73 cm de comprimento, 0,68 cm de largura, 0,39 cm de espessura e massa de 0,38 g. A massa de mil sementes foi estimada em 361,15 g e número de sementes por quilo de 2769. Frutos e sementes da espécie são predados por insetos das famílias Scolytidae, Nitidulidae, Cerambycidae e Bruchidae. A germinação é epígea-fanerocotiledonar; a plântula apresenta hipocótilo herbáceo, cotilédones sésseis, com base fendida, eofilo composto, paripinado, apresentando de 1 a 3 pares de folíolos, maioria 2 pares, apresentando na inserção dos folíolos uma glândula esférica, verde-clara. A planta jovem apresenta base lenhosa, com 5 eofilos, alternos, os quais apresentam entre 21-26 pares de folíolos. O uso de sacos de plástico de 900 cm 3 foi mais adequado que a bandeja de isopor, com "célula" de 125 cm 3 , para o desenvolvimento
Mostrar mais

8 Ler mais

Caracterização morfológica do fruto, da semente e do desenvolvimento da plântula de Blepharocalyx salicifolius (H.B.K.) Berg. e Myrceugenia gertii Landrum - Myrtaceae.

Caracterização morfológica do fruto, da semente e do desenvolvimento da plântula de Blepharocalyx salicifolius (H.B.K.) Berg. e Myrceugenia gertii Landrum - Myrtaceae.

A tribo Myrteae é dividida em três subtribos, distintas pela morfologia do embrião: Myrtinae, caracterizada pelo hipocótilo desenvolvido e cotilédones pequenos ou vestigiais; Mirciinae, cotilédones foliáceos e hipocótilo desenvolvido; e Eugeniinae, cujos cotilédones são carnosos e o hipocótilo é vestigial ou ausente (Morais e Lombardi, 2006; Landrum e Kawasaki, 1997). Barroso et al. (1999) classiicam estes tipos de embriões como: embrião mircióide, embrião pimentóide e embrião eugenióide. No entanto, Barroso (1984) descreve, além destes três tipos de embriões, mais cinco tipos especializados: embrião mirceugenóide, característico de espécies de Myrceugenia; embrião plinióide, observado em Plinia e Neomitranthes; embrião de transição entre os tipos plinióide e eugenióide, característico de sementes de Myrcianthes sp.; embrião relacionado com os tipos mircióide e pimentóide característico de Feijoa sellowiana e uma forma especializada do embrião pimentóide, encontrado em Campomanesia e Blepharocalyx.
Mostrar mais

9 Ler mais

Caracterização morfológica do fruto, semente, plântula e planta jovem e germinação de Inga ingoides (Rich) Willd.

Caracterização morfológica do fruto, semente, plântula e planta jovem e germinação de Inga ingoides (Rich) Willd.

O fruto de Inga ingoides (Rich) Willd., é do tipo legume, subtipo legume nucóide e apresenta 4 à 18 sementes por fruto. As sementes são de forma obvada, variando a oblonga com presença de sarcotesta. Apresentam germinação do tipo semi-hipógea, a plântula apresentou de imediato metáfilos bifoliolados de textura coriácea, coloração verde-escura na face superior (adaxial) e verde-clara na inferior (abaxial), pecíolo alado e glabro provido de duas estípulas aciculares na base, não apresentando transição entre as folhas aos 28 dias nas plantas jovens. As descrições da morfologia externa do fruto e da semente e as fases da germinação aliadas ás descrições das plantas jovens poderão servir de subsídios para identificação e diferenciação nos estágios iniciais do desenvolvimento das mesmas em condições de laboratório e de casa de vegetação.
Mostrar mais

8 Ler mais

Morfologia da flor, fruto e plântula de Victoria amazonica (Poepp.) J.C. Sowerby (Nymphaeaceae).

Morfologia da flor, fruto e plântula de Victoria amazonica (Poepp.) J.C. Sowerby (Nymphaeaceae).

As sementes coletadas em Parintins (Lago da Vila Amazônica) foram acondicionadas em potes fechados com água, pouco oxigênio dissolvido e no escuro. Foi utilizado um oxímetro (OXI-330) para medir o oxigênio dissolvido na água e a temperatura pós-germinação. Após a germinação, caracterizada pela protrusão do eixo embrionário, as plântulas e “tirodendros”, em diversas fases de desenvolvimento, foram fixadas em FAA 50 (Johansen 1940) para posterior análise morfológica. Plântula é a fase que abrange o vegetal desde a germinação consumada da semente até a formação da primeira folha ou eofilo. Após esta fase, o estágio seguinte é o “tirodendro”, que compreende o final do desenvolvimento do primeiro eofilo da plântula até o momento em que aparecem os primeiros metafilos (Souza 2003). A terminologia adotada para o estudo morfológico da plântula e “tirodendro” foi baseada em Sculthorpe (1985) e Souza et al. (2009).
Mostrar mais

8 Ler mais

Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de Dimorphandra mollis Benth. - faveira (Leguminosae-Caesalpinioideae).

Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de Dimorphandra mollis Benth. - faveira (Leguminosae-Caesalpinioideae).

RESUMO - (Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de Dimorphandra mollis Benth. - faveira (Leguminosae Caesalpinioideae)). Foram estudados os aspectos morfológicos externos e internos do fruto e da semente, além de aspectos externos do processo germinativo e das fases de plântula e planta jovem de Dimorphandra mollis Benth. O trabalho foi realizado em laboratório e casa de vegetação, sendo observado que os frutos são indeiscentes, as sementes são albuminosas, a germinação é epígea fanerocotiledonar e, na fase de planta jovem, ocorre um espessamento das raízes primária e secundárias. Os resultados apresentados podem ser úteis em estudos taxonômicos, em trabalhos de laboratório e viveiro, bem como para estudos de regeneração natural.
Mostrar mais

8 Ler mais

Caracterização morfológica do fruto, semente e plântula e germinação de Hymenaea courbaril L. (Fabaceae) (‘Jatobá’)

Caracterização morfológica do fruto, semente e plântula e germinação de Hymenaea courbaril L. (Fabaceae) (‘Jatobá’)

RESUMO – O presente trabalho teve como objetivo caracterizar a morfologia do fruto, semente e plântula e avaliar a germinação de Hymenaea courbaril L., submetida a diferentes substratos e temperaturas. Foram determinadas as características físicas, além da descrição morfológica interna e externa dos frutos e sementes, fases da germinação e desenvolvimento inicial da plântula. Os testes de germinação foram executados em delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 3x2, sendo três temperaturas (20 °C, 25 °C e 30 °C) e dois substratos (areia e vermiculita), com seis repetições de 30 sementes. Foram determinados a porcentagem de germinação, o índice de velocidade de germinação e tempo médio de germinação. Os frutos são secos e lenhosos e as sementes são exalbuminosas, com embrião axial. A germinação é epígea e a plântula fanerocotiledonar. A combinação dos substratos vermiculita ou areia quando aliados às temperaturas de 25 °C ou 30 °C são eficientes para condução dos testes de germinação.
Mostrar mais

8 Ler mais

A IMPLEMENTAÇAO DA POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE GESTORES ESCOLARES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA ANÁLISE A PARTIR DA REGIONAL METROPOLITANA II

A IMPLEMENTAÇAO DA POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE GESTORES ESCOLARES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA ANÁLISE A PARTIR DA REGIONAL METROPOLITANA II

Neste capítulo foram descritas: a composição e a abrangência da Rede Estadual de Ensino do Estado do Rio de Janeiro; o Programa Estadual de Educação e em especial as Polí[r]

212 Ler mais

MARISA DE SANTANA DA COSTA MONITORAMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO DA REDE ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO PELO COMITÊ GESTÃO INTEGRADA DA ESCOLA – A DINÂMICA DE TRABALHO E SEUS DESAFIOS

MARISA DE SANTANA DA COSTA MONITORAMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO DA REDE ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO PELO COMITÊ GESTÃO INTEGRADA DA ESCOLA – A DINÂMICA DE TRABALHO E SEUS DESAFIOS

De acordo com resultados da pesquisa, para os AAGEs, a visita técnica não é realizada com a presença do AAGE. Quanto ao “ feedback ” ao AAGE sobre a visita técnica realizada pelo [r]

130 Ler mais

MARIA ÂNGELA CAVALCANTI DE ANDRADE A IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES DA EDUCAÇÃO DE PERNAMBUCO E SUA APLICAÇÃO PARA A MELHORIA DA GESTÃO

MARIA ÂNGELA CAVALCANTI DE ANDRADE A IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES DA EDUCAÇÃO DE PERNAMBUCO E SUA APLICAÇÃO PARA A MELHORIA DA GESTÃO

Então são coisas que a gente vai fazendo, mas vai conversando também, sobre a importância, a gente sempre tem conversas com o grupo, quando a gente sempre faz um[r]

216 Ler mais

Morfologia e anatomia da semente de Dictyoloma vandellianum Adr. Juss.(Rutaceae).

Morfologia e anatomia da semente de Dictyoloma vandellianum Adr. Juss.(Rutaceae).

conteúdo conspícuo, de natureza fenólica e coloração dourada, constituem a ala da semente. A segunda camada (mesotesta) é formada por quatro a cinco fileiras de células retangulares, mais largas que altas, de paredes finas, núcleos conspícuos e a terceira (endotesta) composta por células de forma poliédrica, de paredes finas e maiores que as da camada anterior. O tégmem, originado do tegumento interno do óvulo, possui uma única fileira de células retangulares e de conteúdo fenólico conspícuo. O nucelo ainda está presente com células poliédricas de paredes finas (Figura 6).
Mostrar mais

5 Ler mais

ELABORAÇÃO E IMPLEMENTAÇÂO DA POLÍTICA DE FORMAÇÃO PARA OS SERVIDORES DA EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DO RECIFEPE: CONSIDERAÇÕES DESTE PERCURSO

ELABORAÇÃO E IMPLEMENTAÇÂO DA POLÍTICA DE FORMAÇÃO PARA OS SERVIDORES DA EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DO RECIFEPE: CONSIDERAÇÕES DESTE PERCURSO

No componente curricular Inglês, foram realizadas formações mensais por meio do British Council para os 30 professores de língua inglesa da RMER, fruto da parceria firmada entre a Secretaria de Educação e o Conselho Britânico. Proporcionou-se, assim, curso de formação em língua inglesa com 200 horas, divididas em momentos presenciais e a distância. No entanto, para que os professores participassem, fez-se necessário um teste de nivelamento para organização em turmas. Um dos objetivos da formação foi o de que os professores fossem orientados por especialistas do Conselho Britânico para ajustar os conteúdos do curso à realidade da Rede Municipal, além de ampliar a fluência na língua inglesa e conhecer metodologias modernas para uso em sala de aula. A referida instituição está presente em mais de 40 países, trabalhando na área educacional em parceria com governos, organizações não governamentais e iniciativa privada.
Mostrar mais

137 Ler mais

SILVANA MARIA CAIXÊTA A FORMAÇÃO DE GESTORES DE ESCOLA E O DESENVOLVIMENTO DO PERFIL DA GESTÃO PEDAGÓGICA: O CASO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE UNAÍMG

SILVANA MARIA CAIXÊTA A FORMAÇÃO DE GESTORES DE ESCOLA E O DESENVOLVIMENTO DO PERFIL DA GESTÃO PEDAGÓGICA: O CASO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE UNAÍMG

De acordo com o Consed (2011), o cursista deve ter em mente os pressupostos básicos que sustentam a formulação do Progestão, tanto do ponto de vista do gerenciamento qua[r]

111 Ler mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-graduação em Administração Mestrado Darcley Soares Menezes

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-graduação em Administração Mestrado Darcley Soares Menezes

Introduzido no cenário acadêmico com maior ênfase por Campos (1990), o termo accountability é de conceituação complexa (AKUTSU e PINHO, 2001; ROCHA, 2009) sendo o[r]

146 Ler mais

GESTÃO DA MUDANÇA, DA CULTURA E DO CLIMA ESCOLAR: ANÁLISE DAS AÇÕES DE UMA EQUIPE GESTORA EM PROL DA EFICÁCIA ESCOLAR

GESTÃO DA MUDANÇA, DA CULTURA E DO CLIMA ESCOLAR: ANÁLISE DAS AÇÕES DE UMA EQUIPE GESTORA EM PROL DA EFICÁCIA ESCOLAR

Lück (2009) também traz importantes reflexões sobre a cultura e o clima organizacional ao afirmar que escolas possuem personalidades diferentes, embora possam basea[r]

97 Ler mais

VANDERLEA BARRETO DO AMARAL OS LIMITES DA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO REFORÇO ESCOLAR NAS ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO DA REGIONAL METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

VANDERLEA BARRETO DO AMARAL OS LIMITES DA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO REFORÇO ESCOLAR NAS ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO DA REGIONAL METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Além disso, alguns professores participantes do Reforço Escolar demonstraram não ter percepção necessária sobre a importância do Projeto como uma proposta relevante [r]

129 Ler mais

UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO PELOS DOCENTES DE ENSINO SUPERIOR DA ÁREA DA SAÚDE – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO PELOS DOCENTES DE ENSINO SUPERIOR DA ÁREA DA SAÚDE – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A investigação se direcionava à questão-problema de ações para o uso pedagógico das tecnologias da informação e comunicação na instituição selecionada e teve como objetivo ge[r]

115 Ler mais

Show all 10000 documents...

temas relacionados