Top PDF Morfologia de frutos, sementes e desenvolvimento de plântulas e plantas jovens de Maclura tinctoria (L.) D. Don. ex Steud. (Moraceae).

Morfologia de frutos, sementes e desenvolvimento de plântulas e plantas jovens de Maclura tinctoria (L.) D. Don. ex Steud. (Moraceae).

Morfologia de frutos, sementes e desenvolvimento de plântulas e plantas jovens de Maclura tinctoria (L.) D. Don. ex Steud. (Moraceae).

RESUMO – (Morfologia de frutos, sementes e desenvolvimento de plântulas e plantas jovens de Maclura tinctoria (L.) D. Don. ex Steud. (Moraceae)). Este estudo descreve os aspectos morfológicos dos frutos, sementes e desenvolvimento das plântulas e plantas jovens de Maclura tinctoria. A biometria de frutos e sementes foi descrita a partir de amostras de 100 unidades e os testes de germinação foram realizados em câmara de germinação e em viveiro de mudas. O fruto possui forma oblonga, formado de núculas comprimidas, pericarpo carnoso e doce, indeiscente, de coloração amarelo-esverdeada quando maduro. A semente madura é achatada lateralmente, ligeiramente ovalada, com coloração creme e superfície lisa. A taxa de germinação foi alta de aproximadamente 92% em câmara de germinação e 90% em viveiro de mudas. A plântula é epígea-foliácea. As plantas jovens apresentam, folhas simples, alternadas, levemente membranáceas, pilosas, ligeiramente ovaladas, serrilhadas, com ápice agudo e base rotunda. A venação é pinada com padrão semi- craspedódromo. Esses resultados possibilitam fácil reconhecimento da espécie no banco de plântulas e para estudos posteriores em projetos de recomposição vegetal.
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Aspectos morfológicos de frutos, sementes e desenvolvimento de plântulas e plantas jovens de Unonopsis lindmanii Fries (Annonaceae).

Aspectos morfológicos de frutos, sementes e desenvolvimento de plântulas e plantas jovens de Unonopsis lindmanii Fries (Annonaceae).

No Estado de Mato Grosso do Sul, U. lindmanii tem ocorrência natural nas formações ciliares (Pott & Pott 2003). Em trecho da mata ciliar do rio da Prata, no município de Jardim, MS, destaca-se pela elevada dominância e importância ecológica (Battilani et al. 2005). Este estudo teve como objetivos descrever os aspectos morfológicos dos frutos, sementes e desenvolvimento das plântulas e plantas jovens de U. lindmanii e verificar o padrão de venação das folhas jovens com o propósito de contribuir na identi- ficação da espécie em estudos de descrições de comu- nidades vegetais e fornecer subsídios para posteriores estudos em projetos de recomposição vegetal.
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Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de Dimorphandra mollis Benth. - faveira (Leguminosae-Caesalpinioideae).

Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de Dimorphandra mollis Benth. - faveira (Leguminosae-Caesalpinioideae).

RESUMO - (Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de Dimorphandra mollis Benth. - faveira (Leguminosae Caesalpinioideae)). Foram estudados os aspectos morfológicos externos e internos do fruto e da semente, além de aspectos externos do processo germinativo e das fases de plântula e planta jovem de Dimorphandra mollis Benth. O trabalho foi realizado em laboratório e casa de vegetação, sendo observado que os frutos são indeiscentes, as sementes são albuminosas, a germinação é epígea fanerocotiledonar e, na fase de planta jovem, ocorre um espessamento das raízes primária e secundárias. Os resultados apresentados podem ser úteis em estudos taxonômicos, em trabalhos de laboratório e viveiro, bem como para estudos de regeneração natural.
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Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de Guibourtia hymenifolia (Moric.) J. Leonard (Fabaceae).

Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de Guibourtia hymenifolia (Moric.) J. Leonard (Fabaceae).

São escassas na literatura referências ao gênero Guibourtia J. J. Bennett. Segundo Barneby (1996), existem registros de cinco espécies de Guibourtia com distribuição neotropical. Entretanto, esse autor considerou tratar-se da mesma espécie, inferindo que há somente uma espécie de Guibourtia na América, com distribuição altamente descontínua nas florestas estacionais secas de Cuba, Regiões Nordeste e Oeste do Brasil e Oeste do Paraguai, sendo G. hymenaeifolia a espécie comum entre essas regiões. No entanto, Veiga Júnior e Pinto (2002) descreveram que esse gênero, na África Ocidental, tem sinonímia no gênero Copaifera L., sendo citada a ocorrência das espécies C. hymenaeifolia e C. chodatiana naquele continente. Descrições sobre a morfologia dos frutos e sementes de G. hymenifolia são encontradas em Lorenzi (1998) e Jardim et al. (2003); no entanto, não existem estudos sobre a caracterização morfológica das plântulas e plantas jovens dessa espécie. Porém, são comuns estudos dessa natureza sobre C. langsdorffii Desf. (CRESTANA; BELTRATI, 1988; OLIVEIRA, 1997; GUERRA et al., 2006) e espécies comumente conhecidas por jatobás, do gênero Hymenaea L. (OLIVEIRA, 1997; BOTELHO et al., 2000; CRUZ et al., 2001; MELO et al., 2004; KODAMA; SARTORI, 2007).
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MORFOLOGIA DOS FRUTOS, SEMENTES E PLÂNTULAS DE Platonia insigms MART. (CLUSIACEAE). I. ASPECTOS ANATÔMICOS DOS FRUTOS E SEMENTES EM DESENVOLVIMENTO.

MORFOLOGIA DOS FRUTOS, SEMENTES E PLÂNTULAS DE Platonia insigms MART. (CLUSIACEAE). I. ASPECTOS ANATÔMICOS DOS FRUTOS E SEMENTES EM DESENVOLVIMENTO.

A região de separação extende-se também por entre os septos, delimitando cada uma das sementes e dos óvulos abortados (Fig.. 31 : Loculo sem semente cie um fruto com 3.0 em de comprim[r]

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Caracterização morfológica dos frutos, das sementes e do desenvolvimento das plântulas de Jatropha elliptica Müll. Arg. (Euphorbiaceae).

Caracterização morfológica dos frutos, das sementes e do desenvolvimento das plântulas de Jatropha elliptica Müll. Arg. (Euphorbiaceae).

Para a descrição da morfologia dos frutos e das sementes foram utilizados 50 frutos e 50 sementes, coletados em 30 indivíduos. Os frutos foram descritos considerando-se os seguintes aspectos: dimensões, tipo, cor, textura, deiscência e número de sementes por fruto. No estudo da semente, as características externas observadas foram: dimensões, cor e textura do envoltório e presença de carúncula. As características internas foram: forma do embrião e presença do endosperma. Para isso, as sementes foram seccionadas longitudinalmente com auxílio de bisturi e examinadas sob lupa de mesa com aumento de seis vezes. O comprimento, a largura e a espessura dos frutos e sementes foram medidos utilizando-se paquímetro digital com precisão de ± 0,2 mm. Foi calculado o erro padrão da média.
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Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas de Erythrina velutina willd., leguminoseae - Papilionideae.

Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas de Erythrina velutina willd., leguminoseae - Papilionideae.

No que diz respeito às sementes, de modo geral, os caracteres internos são de interesse na classiicação, tendo importância particular à presença ou ausência de endosperma, forma e posição do embrião, número e posição dos cotilédones (Lawrence, 1973). As características morfológicas das plântulas, à semelhança das sementes, também permitem a identiicação de famílias, gêneros e até espécies (Oliveira, 1993), a autora acrescentou ainda que estas características têm sido bastante empregadas em estudos de inventário, tanto nas regiões temperadas quanto nas regiões tropicais. Estudos sobre o desenvolvimento de plântulas propiciam a separação de espécies muito semelhantes no viveiro, assim como pode ser úteis em estudos de regeneração natural (Kuniyoshi, 1983), bem como podem ser usadas para melhor compreender a estrutura e a dinâmica dos ecossistemas naturais e ainda para auxiliar na deinição de estratégia para recuperação de áreas degradadas (Soriano e Torres, 1995).
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Morfologia de frutos, sementes e plântulas e germinação de sementes de Erythrina variegata L..

Morfologia de frutos, sementes e plântulas e germinação de sementes de Erythrina variegata L..

RESUMO – A caracterização morfológica de frutos e sementes fornece subsídios para diferenciar espécies e caracterizar aspectos ecológicos da planta, como a dispersão, estabelecimento de plântulas e fase da sucessão ecológica. São poucos os estudos sobre Erythrina variegata L. e na literatura não há informações sobre seu comportamento, principalmente sobre seu sistema de propagação no Estado do Espírito Santo. Objetivou-se estudar a morfologia de frutos, sementes e plântulas desta espécie, caracterizando-se os frutos externamente, as sementes interna e externamente e os processos de desenvolvimento e de diferenciação dos estádios das plântulas, além de se obter informações sobre a germinação das sementes, submetidos aos tratamentos de escarificação mecânica com lixa d’água nº 120, do lado oposto ao embrião; escarificação com lixa e posterior embebição em água à temperatura ambiente por 6, 12 e 24 horas; choque térmico; e embebição em água à temperatura ambiente por 12 e 24 horas. As sementes não se mostraram impermeáveis à entrada de água através dos tegumentos, dispensando a adoção de tratamentos pré-germinativos.
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Morfologia externa de frutos, sementes e plântulas de pinhão-manso.

Morfologia externa de frutos, sementes e plântulas de pinhão-manso.

Resumo – O objetivo deste trabalho foi caracterizar aspectos morfológicos externos do fruto, semente, processo germinativo e plântula de Jatropha curcas. Em frutos e sementes foram avaliadas as características: dimensões, tipo, cor, textura, deiscência e número de sementes por fruto, presença de carúncula, formato do embrião e presença do endosperma. No estudo do desenvolvimento pós-seminal e diferenciação das plântulas, as sementes foram colocadas para germinar em meio de cultura MS (Murashige & Skoog). O fruto de Jatropha curcas é seco deiscente, capsular, tricoca, geralmente com três sementes e endocarpo lenhoso. A semente é ovalada, endospérmica, com envoltório liso e presença de carúncula. O embrião possui um par de cotilédones e eixo hipocótilo-radícula cilíndrico e reto. A germinação é epígea.
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Morfologia de frutos, sementes e plântulas de Guettarda platypoda DC. (Rubiaceae).

Morfologia de frutos, sementes e plântulas de Guettarda platypoda DC. (Rubiaceae).

O estudo dos estádios iniciais da vida da planta também pode oferecer informações importantes sobre o desenvolvimento da espécie, servindo como subsídio para a produção de mudas e permitindo uma melhor compreensão do processo de estabelecimento da planta em condições naturais da floresta (Guerra et al. 2006). Esses dados têm merecido atenção há algum tempo, quer seja como parte de estudos morfo-anatômicos, objetivando ampliar o conhecimento de determi- nada espécie ou grupamento sistemático de plantas, quer visando o reconhecimento e identificação de plântulas de certa região, dentro de um enfoque ecológico (Oliveira 1993). No entanto, apesar da grande importância dos estudos morfológicos dos frutos, sementes e plântulas, no Brasil ainda são escassos os trabalhos com esse enfoque.
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Caracterização morfológica de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de mutamba (Guazuma ulmifolia Lam. - Sterculiaceae).

Caracterização morfológica de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de mutamba (Guazuma ulmifolia Lam. - Sterculiaceae).

Morfologia da plântula. A germinação é do tipo epígea e tem início com a emissão da raiz primária, cerca de quatro dias após a semeadura, que rompe o tegumento na base da semente (Figura 3B). Raiz primária com pêlos de coloração branca; com curvatura acentuada no início (Figura 4) e, em seguida, com crescimento linear. Hipocótilo com cerca de 20,0mm; epicótilo não observado no início, só aparece com a emissão da primeira folha. Epicótilo um pouco menor do que o hipocótilo. Ambos são cilíndricos; hipocótilo inicialmente de coloração branca, mas com o passar do tempo passa para a mesma coloração do epicótilo, verde-escuro. Quando a plântula emerge apresenta cotilédones peciolados, orbiculares, membranáceos, de coloração verde-clara, com bordo inteiro, com nervuras e que se desprendem totalmente do tegumento com cerca de três dias após o início da emergência (Figura 5A), mas permanecem na planta por várias semanas, mesmo quando a planta apresenta dois a três pares de folhas.
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Caracterização morfológica de frutos, sementes, plântulas e germinação de Mucuna aterrima Piper & Tracy

Caracterização morfológica de frutos, sementes, plântulas e germinação de Mucuna aterrima Piper & Tracy

Resumo - O conhecimento da morfologia de frutos, sementes e plântulas é de suma importância na identificação e preservação das espécies vegetais. Objetivou-se com este trabalho caracterizar a morfologia de frutos, sementes e plântulas, assim como descrever e ilustrar a germinação e desenvolvimento de plântulas de Mucuna aterrima Piper & Tracy. O experimento foi realizado no Laboratório de Análises de Sementes do Centro de Ciências Agrárias/UFC, Fortaleza-CE. Caracterizou-se na semente: tamanho (comprimento, largura e espessura), morfologia e tipo de germinação e na plântula: sistema radicular, hipocótilo, epicótilo e protófilos. As medições foram realizadas com paquímetro digital e régua milimetrada. Observou-se que os frutos apresentam dimensões médias de 11,9 cm de comprimento, 0,7 cm de largura e 0,5 cm de espessura. As sementes são estenospérmicas, de formato reniforme a elíptico, e possuem dimensões médias de 13,8 mm de comprimento, 10,2 mm de largura e 7,3 mm de espessura. A germinação é hipógea criptocotiledonar, evidenciada pelos caracteres bastante homogêneos entre as plântulas selecionadas, podendo ser utilizados para identificação da referida espécie.
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A IMPORTÂNCIA DAS CULTURAS DE MILHO E FEIJÃO PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DE ASSENTAMENTOS DE REFORMA AGRÁRIA ATENDIDOS PELO PROJETO LUMIAR - PARANÁ

A IMPORTÂNCIA DAS CULTURAS DE MILHO E FEIJÃO PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DE ASSENTAMENTOS DE REFORMA AGRÁRIA ATENDIDOS PELO PROJETO LUMIAR - PARANÁ

Sobre a proposta de verticalização, é exemplar o caso do frigorífico/ abatedouro e fábrica de ração organizados no assentamento do município de Lindoeste, que apesar de quase toda a infraestrutura construída, os assentados e a COARA (Cooperativa de Comercialização e Reforma Agrária do Oeste do Paraná), não a utilizam para o desenvolvimento de atividades “ agroindustriais” . A infraestrutura construída a partir de capitais externos tinha o objetivo de desenvolver uma produção em cadeia, integrando as atividades de criação de suínos com o frigorífico aí instalado, a partir de soldagens para “ a frente” e “ para trás” . Entretanto, esta infraestrutura está desativada atualmente e toda a produção de milho e suínos daqueles assentamentos acaba sendo comercializada com empresas da região. Também não existem perspectivas em curto prazo de reativação do frigorífico/ abatedouro e fábrica de ração.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA INSTITUTO DE QUÍMICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM QUÍMICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA INSTITUTO DE QUÍMICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM QUÍMICA

O interesse em plantas com propriedades antimicrobianas tem reaparecido devido aos vários problemas associados ao uso intermitente de antibióticos, principalmente àqueles relacionados com a resistência de algumas linhagens de microrganismos contra vários medicamentos (SOUZA et al., 2002; KOKOSKA et al., 2002). Segundo Baquero e Blázquez (1997) o consumo de mais de uma tonelada diária de antibióticos em alguns países da Europa tem resultado na resistência de populações bacterianas, causando assim um sério problema de saúde pública. Esses autores relataram o perigo do retorno a uma era pré-antibiótico, particularmente considerando que nenhuma nova classe de antibiótico foi descoberta nos últimos anos, apesar das intensas pesquisas das indústrias farmacêuticas. Em vista do presente cenário, a busca por novas substâncias antimicrobianas a partir de fontes naturais, incluindo plantas, tem ganhado importância nas companhias farmacêuticas.
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GESTÃO E FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS DE TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA: O CASO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA EM UM ESTUDO DE CASO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

GESTÃO E FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS DE TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA: O CASO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA EM UM ESTUDO DE CASO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Não obstante a reconhecida necessidade desses serviços, tem-se observado graves falhas na gestão dos contratos de fornecimento de mão de obra terceirizada, bem com[r]

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LUIZ FELIPE FERRARI CERQUEIRA DE FARIAS AGRONEGÓCIO E LUTA DE CLASSES: DIFERENTES FORMAS DE SUBORDINAÇÃO DO

LUIZ FELIPE FERRARI CERQUEIRA DE FARIAS AGRONEGÓCIO E LUTA DE CLASSES: DIFERENTES FORMAS DE SUBORDINAÇÃO DO

No terceiro capítulo apresentaremos o modo como a contradição entre o capital agroindustrial citrícola e os pequenos produtores familiares de laranjas aparece à.. [r]

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O PADRÃO DE DESENVOLVIMENTO DOS AGRONEGÓCIOS NO BRASIL E A ATUALIDADE HISTÓRICA DA REFORMA AGRÁRIA

O PADRÃO DE DESENVOLVIMENTO DOS AGRONEGÓCIOS NO BRASIL E A ATUALIDADE HISTÓRICA DA REFORMA AGRÁRIA

Desse modo, o ingresso brasileiro na globalização do sistema do capital aprofundou os nexos da economia política da dependência, convertendo-a em servidão financeira. Neste processo, as condições truncadas da acumulação capitalista viabilizaram o atual padrão (destrutivo) de reprodução, decorrente da redução da margem de viabilização produtiva do capital, mas conferindo-lhe uma espécie de “normalidade”, dado que sua expansão capitalista historicamente se apoiou nos expedientes mais abjetos que o capital desenvolveu ou teve à disposição para submeter o trabalho e as condições elementares da reprodução social às suas necessidades da acumulação. Isto resultou na generalização acelerada de determinados expedientes da expansão do capital, indicando que o trabalho escravo, a devastação ambiental própria da abertura da fronteira agrícola, o assassínio e a subjugação dos povos, entre outros - que, no momento precedente ao ingresso do país na globalização do capital, podiam ser considerados próprios de um processo de acumulação primitiva inconclusa - pertencem hoje ao mundo do capital não mais como uma extemporaneidade necessária à sua realização, mas como método próprio de sua fase atual de desenvolvimento. O que sugere ter havido uma espécie de superposição daquilo que considerávamos como sendo formas de acumulação primitiva de capital por formas de produção destrutivas inerentes a fase de descendência histórica do capital.
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CADO DE ESTRUTURAS DE A ¸ CO, CONCRETO E MISTAS

CADO DE ESTRUTURAS DE A ¸ CO, CONCRETO E MISTAS

Segundo Oliveira (2007), a engenharia passou por grandes avan¸cos, particularmente as ´areas de projetos e de constru¸c˜ao civil. As t´ecnicas de otimiza¸c˜ao no que diz respeito ao peso e `a forma, o desenvolvimento de equipamentos de teste e computacionais, e modelagens num´ericas eficientes levaram a constru¸c˜oes mais econˆomicas e esbeltas, e a edif´ıcios mais altos e arrojados. Assim, quest˜oes antes n˜ao convenientemente abordadas passaram a assumir fundamental importˆancia no projeto estrutural seguro e econˆomico. O conhecimento dos chamados efeitos n˜ao lineares, sejam provenientes da geometria da estrutura, da plastifica¸c˜ao ou fissura¸c˜ao dos materiais e do comportamento das liga¸c˜oes entre os elementos da estrutura, ´e de fundamental importˆancia para que a estrutura exer¸ca satisfatoriamente a fun¸c˜ao para a qual foi projetada. Numericamente, considera-se que a busca por formula¸c˜oes cada vez mais precisas e metodologias de solu¸c˜ao r´apidas ´e um processo cont´ınuo e necess´ario.
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MORFOTIPOS DE FRUTOS E MORFOLOGIA DE PLÂNTULAS DE

MORFOTIPOS DE FRUTOS E MORFOLOGIA DE PLÂNTULAS DE

A alta probabilidade de classificação dos frutos coletados tanto em Bonito quanto em Nova Timboteua indica a precisão das três classes de morfotipos formadas (Tabela 5). A ocorrência destas três classes de morfotipos de frutos de inajá revela indícios de alometria, resultantes de modificações na forma e no tamanho dos frutos de Attalea maripa. Esta análise mostrou ser um método alternativo para classificação do tamanho do fruto da palmeira inajá, podendo ser empregada em pesquisas sobre morfometria para detectar variação em caracteres de frutos de espécies vegetais, sejam elas palmeiras ou não.
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INFLUÊNCIA DO TEOR DE FERRO NOS PARÂMETROS DE RESISTÊNCIA DE UM REJEITO DE MINÉRIO DE FERRO

INFLUÊNCIA DO TEOR DE FERRO NOS PARÂMETROS DE RESISTÊNCIA DE UM REJEITO DE MINÉRIO DE FERRO

É importante considerar que estas normas restringem a utilização de solos não coesivos com porcentagem de finos superior a 12%. Desta forma, as amostras MA8-000 e MA8- 040 não poderiam ser utilizadas para a obtenção das porosidades máxima e mínima, por terem respectivamente 45,89 e 14,82% de material passante na peneira de 0,074 mm. Assim uma justificativa para manutenção dos procedimentos preconizados nestas normas para as referidas amostras esta nas características particulares das partículas finas deste rejeito. Como já discutido anteriormente e apresentado por RIBEIRO (2000) as partículas de ferro correspondem a maior parcela da fração fina do rejeito, justificando a alta porcentagem de finos correspondente a estas duas amostras. Acredita- se que esta restrição imposta pela MB-3388/90 (ABNT, 1990) e MB-3324/91 (ABNT, 1991) esteja condicionada a consideração do comportamento típico da fração fina, que em quantidade superior ao recomendado pode fazer com que efeito coesivo atue na amostra prejudicando o desenvolvimento do ensaio.
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