Top PDF MORFOLOGIA DOS FRUTOS, SEMENTES E PLÂNTULAS DE Platonia insignis MART. (CLUSIACEAE). II. MORFO-ANATOMIA DOS FRUTOS E SEMENTES MADUROS.

MORFOLOGIA DOS FRUTOS, SEMENTES E PLÂNTULAS DE Platonia insignis MART. (CLUSIACEAE). II. MORFO-ANATOMIA DOS FRUTOS E SEMENTES MADUROS.

MORFOLOGIA DOS FRUTOS, SEMENTES E PLÂNTULAS DE Platonia insignis MART. (CLUSIACEAE). II. MORFO-ANATOMIA DOS FRUTOS E SEMENTES MADUROS.

Figuras 21 a 29.21-23: Fruto maduro; 21 : Aspecto geral externo; 22 e 23: Diagramas das seções longi- tudinal e transversal, respectivamente; 24 a 29: Semente madura e embrião; 24: Aspec[r]

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Morfologia externa de frutos, sementes e plântulas de pinhão-manso.

Morfologia externa de frutos, sementes e plântulas de pinhão-manso.

Entre os diversos procedimentos adotados para a caracterização de uma espécie vegetal, destaca- se a diagnose morfológica. O estudo da morfologia de frutos, sementes e plântulas nos estágios iniciais de desenvolvimento contribui para melhorar o conhecimento do processo reprodutivo das espécies vegetais e dá subsídio para a produção de mudas, além de ser fundamental à compreensão do processo de estabelecimento da planta em condições naturais (Guerra et al., 2006).

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Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de Dimorphandra mollis Benth. - faveira (Leguminosae-Caesalpinioideae).

Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de Dimorphandra mollis Benth. - faveira (Leguminosae-Caesalpinioideae).

RESUMO - (Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de Dimorphandra mollis Benth. - faveira (Leguminosae Caesalpinioideae)). Foram estudados os aspectos morfológicos externos e internos do fruto e da semente, além de aspectos externos do processo germinativo e das fases de plântula e planta jovem de Dimorphandra mollis Benth. O trabalho foi realizado em laboratório e casa de vegetação, sendo observado que os frutos são indeiscentes, as sementes são albuminosas, a germinação é epígea fanerocotiledonar e, na fase de planta jovem, ocorre um espessamento das raízes primária e secundárias. Os resultados apresentados podem ser úteis em estudos taxonômicos, em trabalhos de laboratório e viveiro, bem como para estudos de regeneração natural.
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Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de Guibourtia hymenifolia (Moric.) J. Leonard (Fabaceae).

Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de Guibourtia hymenifolia (Moric.) J. Leonard (Fabaceae).

RESUMO – Guibourtia hymenifolia (Moric.) J. Leonard (Fabaceae) é uma espécie arbórea de potencial madeireiro com ocorrência natural nas florestas estacionais deciduais e semideciduais sob afloramentos calcários na Serra da Bodoquena, Mato Grosso do Sul, Brasil. Foram descritos e ilustrados os aspectos morfológicos dos frutos, sementes e desenvolvimento das plântulas e plantas jovens de G. hymenifolia. O fruto é do tipo legume, deiscente, unispermo. A semente possui forma elíptica, forte coloração alaranjada e presença de arilo esbranquiçado de origem funicular. Obtiveram-se 66% de germinação em câmara de germinação, sendo a morfologia inicial das plântulas fanerocotiledonar epígea, com cotilédones carnosos. As plântulas e plantas jovens apresentam mudança de filotaxia, sendo os eofilos opostos e unifoliolados e os metafilos, alternos, peciolados e bifoliolados. Eofilos e metafilos apresentam nervação pinada do tipo camptódromo broquidódromo. Esses resultados contribuem em estudos taxonômicos da espécie e permitem a identificação das plântulas em estudos de regeneração natural. Palavras-chave: Regeneração natural, Germinação e Nervação foliar.
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Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas de Erythrina velutina willd., leguminoseae - Papilionideae.

Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas de Erythrina velutina willd., leguminoseae - Papilionideae.

RESUMO - O conhecimento dos aspectos morfológicos de sementes e plântulas pode ser usado em estudos de taxonomia, na interpretação de testes de germinação em laboratório, trabalhos em viveiro e em estudos relacionados à ecologia da espécie. Os objetivos deste trabalho foram o de descrever e ilustrar a morfologia externa e interna dos frutos e sementes, as fases de germinação, a plântula e as plantas de mulungu (Erythrina velutina Willd.). Os frutos e sementes foram coletados no solo, embaixo de árvores matrizes distribuídas em diferentes fragmentos lorestais, no município de Areia - PB. Para a descrição morfológica dos frutos, sementes, germinação e desenvolvimento da plântula foram examinados cem unidades que foram selecionadas aleatoriamente. A semente é reniforme; embrião axial com cotilédones carnosos; germinação epígea fanerocotiledonar e na fase de plântula foi observado heteroilia. Os aspectos descritos e ilustrados mostraram-se homogêneos e coniáveis para a identiicação da espécie. Deste modo, podem ser úteis em trabalhos de tecnologia de sementes, para a avaliação qualidade isiológica de sementes e avaliação de plântulas em testes de germinação, além de servirem para identiicação da espécie em viveiros e também para estudos de regeneração natural.
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Morfologia de frutos, sementes e plântulas e germinação de sementes de Erythrina variegata L..

Morfologia de frutos, sementes e plântulas e germinação de sementes de Erythrina variegata L..

Estudos que visam o conhecimento da morfologia de frutos e sementes de espécies arbóreas são ainda escassos na literatura referencial, tendo como exemplos os trabalhos de Ferreira et al. (1998) com Dipteryx alata Vog.; Cruz e Carvalho (2003) com Micropholis venulosa Mart. & Eichler; Silva et al. (2003) com Bauhinia forficata Link; Melo et al. (2004) com Hymenaea intermedia var. adenotricha (Ducke) Lu & Lang.; Abreu et al. (2005a) com Allophylus edulis (St.-Hil.) Radlk.; Abreu et al. (2005b) com Drimys brasiliensis Miers. e Añez et al. (2005) com a espécie medicinal Jatropha elliptica Müll. Arg. Estudos envolvendo análise morfológica de frutos e sementes podem auxiliar no entendimento do processo de germinação, vigor, armazenamento, viabilidade e métodos de propagação das espécies. Além disso, a caracterização morfológica de frutos e sementes fornece subsídios para diferenciar espécies e caracterizar aspectos ecológicos da planta, como a dispersão, estabelecimento de plântulas e fase da sucessão ecológica. Para Piña-Rodrigues et al. (1990), o potencial de estabelecimento de uma população em um habitat é essencialmente controlado pelo fluxo de propágulos. Entretanto, sabe-se que o tamanho dos frutos e sementes, além de outras formas de atração, como cheiro e cor, é um dos fatores que podem influenciar a dispersão dos propágulos, uma vez que, conforme tais autores, o tamanho do fruto e da semente está diretamente relacionado
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Morfologia de frutos, sementes e plântulas de Guettarda platypoda DC. (Rubiaceae).

Morfologia de frutos, sementes e plântulas de Guettarda platypoda DC. (Rubiaceae).

Resumo: Morfologia de frutos, sementes e plântulas de Guettarda platypoda DC. (Rubiaceae). Guettarda platypoda DC., conhecida popularmente por angélica, é uma planta arbustiva, possui importância medicinal e distribuição neotropical. Por serem praticamente escassos trabalhos sobre essa espécie, o presente estudo tem como objetivo caracterizar morfologicamente as sementes, frutos e plântulas, acrescentando dados para subsidiar estudos sobre sua utilização e conservação. Os frutos maduros foram coletados manualmente de 10 árvores matrizes na restinga de Maracaípe, armazenados em sacos de papel-madeira e resfriados até o processamento em laboratório. Foram feitas análises morfológicas dos frutos, sementes e plântulas. Para avaliar o processo germinativo as sementes foram submetidas a tratamentos de quebra de dormência. Os frutos de G. platypoda são drupóides, com apenas um pirênio bilocular, embrião hipocotilar e cotilédones vestigiais. A taxa de germinação apresentou-se baixa, com germinação do tipo epígea e com cotilédones foliáceos. O tipo e as características do fruto, a morfologia da semente e da plântula de G. platypoda contribuem tanto para identificação quanto para ampliar o conhecimento sobre a biologia da espécie.
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Aspectos da germinação de sementes, da emergência de plântulas e da morfologia dos frutos e sementes de Campomanesia pubescens (DC.) O. Berg (myrtaceae)

Aspectos da germinação de sementes, da emergência de plântulas e da morfologia dos frutos e sementes de Campomanesia pubescens (DC.) O. Berg (myrtaceae)

Campomanesia pubescens (D.C.) O. Berg., encontrada em Minas Gerais, Goiás e do Espírito Santo até o Rio Grande do Sul, é uma Myrtaceae frutífera cujo gênero possui 25 espécies distribuídas do México à Argentina, sendo 15 delas nativas do Brasil. Suas sementes necessitam de estudos técnico-científicos que possam elucidar as suas características ecológicas, morfológicas e fisiológicas. Para tanto, o objetivo do presente trabalho foi investigar os aspectos da germinação das sementes, da emergência das plântulas e da morfologia básica das sementes dessa espécie sob diferentes condições em laboratório e em casa de vegetação. As sementes medem entre 4,5 a 7,5 mm de comprimento e 2,8 a 6,5 mm de largura, a infestação por larvas atingiu 8,92% dos frutos coletados, o número médio de sementes extraídas por fruto foi 6, tendo-se nesses 38,45% sementes vazias e 61,55% sementes cheias. O teor de água encontrado das sementes foi 53,5% e, na curva de embebição, a protrusão radicular ocorreu aos 144 dias, quando o valor inicial foi acrescido em 18,4% de massa em relação à massa da matéria fresca inicial. Foi observado que a porcentagem final e a velocidade de emergência das plântulas foram promovidas significativamente nos substratos: fibra coco/vermiculita (2:1) e vermiculita. Nas mudas, os substratos fibra coco/vermiculita (2:1), areia e vermiculita proporcionaram resultados superiores para o seu comprimento, contrastando com aquelas que cresceram no substrato fibra de coco, que obtiveram significativamente comprimentos menores. Em relação ao número de folhas por planta, não houve diferença significativa encontrada entre as que cresceram nos quatro diferentes substratos. Após 120 dias de semeadura, os substratos vermiculita, fibra coco/vermiculita (2:1) e fibra de coco, apresentaram a porcentagem de 100% de sobrevivência das mudas. Já o substrato areia, devido sua resistência física oferecida à emergência das plântulas, ocasionou a perda dos paracotilédones
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Morfologia de frutos, sementes e plântulas de Averrhoa bilimbi L. oriundas de dois estágios de maturação.

Morfologia de frutos, sementes e plântulas de Averrhoa bilimbi L. oriundas de dois estágios de maturação.

Este trabalho teve por objetivo descrever as características morfológicas de frutos, sementes e plântulas de Averrhoa bilimbi L. oriundas de frutos imaturos e maduros. Os frutos de A. bilimbi foram separados de acordo com a sua coloração em frutos imaturos e maduros. O registro das características morfológicas dos frutos, sementes e plântulas foram realizados por meio de ilustrações manuais, fotografi as e descrições de todos os aspectos morfológicos. Para o estudo da morfologia da germinação e plântula, foram semeadas quatro repetições de 25 sementes sobre substrato papel mata-borrão e levadas ao germinador tipo B.O.D., regulado à temperatura constante de 30°C e regime de luz contínua. Os frutos tanto imaturos como maduros variaram apenas quanto ao tamanho, consistência e coloração, sendo as demais características comuns à espécie. As sementes dos frutos imaturos e maduros diferenciaram-se quanto à turgescência dos tecidos, assim como sua coloração, brilho e textura. A germinação é do tipo epígea e fanerocotiledonar, com início no sétimo dia e término no décimo quinto dia após semeadura, com a obtenção da plântula normal.
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Caracterização da germinação e morfologia de frutos, sementes e plântulas de Dalbergia cearensis Ducke (pau-violeta) - Fabaceae.

Caracterização da germinação e morfologia de frutos, sementes e plântulas de Dalbergia cearensis Ducke (pau-violeta) - Fabaceae.

RESUMO – (Caracterização da germinação e morfologia de frutos, sementes e plântulas de Dalbergia cearensis Ducke (pau-violeta) – Fabaceae). Este estudo teve como objetivo descrever e ilustrar as características morfológicas de frutos, sementes, fases iniciais da germinação e plântulas de Dalbergia cearensis aos 28 dias após semeadura. O fruto, sustentado por estipe de 3 a 5 mm, é seco, indeiscente, do tipo sâmara, oblongo, de ápice e base agudos, monospérmico, plano, com núcleo seminífero central, pericarpo tênue, aliforme, levemente reticulado. A Semente é exalbuminosa, oblonga, achatada, reniforme, com testa lisa, opaca, apresentando, quando madura, coloração acastanhada de tonalidade clara. A germinação é do tipo epígea com o tegumento aderido aos cotilédones na fase inicial do crescimento da plântula e tem início a partir do terceiro dia após a semeadura, em condições de laboratório. Verifi cou-se um percentual médio de germinação de 70%, aos 14 dias. Aos 28 dias de semeadura a plântula apresenta sistema radicular axial, raiz principal pivotante longa com 231,54 mm de comprimento, cilíndrica, fl exível, branco-amarelada. As plântulas são classifi cadas no tipo morfofuncional fanero- epígeo-armazenador (PER).
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MORFOLOGIA DOS FRUTOS, SEMENTES E PLÂNTULAS DE Platonici insignis MART. (CLUSIACEAE). III GERMINAÇÃO E PLÂNTULAS.

MORFOLOGIA DOS FRUTOS, SEMENTES E PLÂNTULAS DE Platonici insignis MART. (CLUSIACEAE). III GERMINAÇÃO E PLÂNTULAS.

De acordo com MENSBRUGE (1966), nas Clusiaceae por ele descritas, a germinação é sempre "hipógea", com as plântulas se caracterizando pela presença de um longo e espesso epi[r]

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Morfologia de frutos, sementes e plântulas de castanheira (Terminalia catappa L. - COMBRETACEAE).

Morfologia de frutos, sementes e plântulas de castanheira (Terminalia catappa L. - COMBRETACEAE).

As sementes de castanheira são exalbuminosas, cônicas, alongadas e levemente achatadas, de coloração amarela a ocre, levemente rugosa, com funículo persistente, medindo cerca de 2,49 ± 0,21cm e 0,75 ± 0,08cm, de comprimento e largura, respectivamente (Figura 3A). O tegumento é delgado, glabro, com hilo circular, homócromo, localizado na base da semente, sendo que a calaza é marcada por uma mancha de coloração marrom, no ápice da semente, a rafe é de cor marrom e estendida entre o hilo e a calaza. A micrópila é inconspícua (Figura 3). De forma semelhante, Ferreira et al. (1998) descreveram para as sementes de Terminalia argentea Mart. & Zucc.
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MORFOLOGIA DOS FRUTOS, SEMENTES E PLÂNTULAS DE Platonia insigms MART. (CLUSIACEAE). I. ASPECTOS ANATÔMICOS DOS FRUTOS E SEMENTES EM DESENVOLVIMENTO.

MORFOLOGIA DOS FRUTOS, SEMENTES E PLÂNTULAS DE Platonia insigms MART. (CLUSIACEAE). I. ASPECTOS ANATÔMICOS DOS FRUTOS E SEMENTES EM DESENVOLVIMENTO.

A região de separação extende-se também por entre os septos, delimitando cada uma das sementes e dos óvulos abortados (Fig.. 31 : Loculo sem semente cie um fruto com 3.0 em de comprim[r]

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Caracterização morfológica dos frutos, das sementes e do desenvolvimento das plântulas de Jatropha elliptica Müll. Arg. (Euphorbiaceae).

Caracterização morfológica dos frutos, das sementes e do desenvolvimento das plântulas de Jatropha elliptica Müll. Arg. (Euphorbiaceae).

RESUMO – (Caracterização morfológica dos frutos, das sementes e do desenvolvimento das plântulas de Jatropha elliptica Müll. Arg. (Euphorbiaceae)). O objetivo deste trabalho foi descrever a morfologia do fruto, da semente e do desenvolvimento de plântulas de Jatropha elliptica Müll. Arg. Os frutos foram coletados em setembro e outubro de 2003, na Fazenda Experimental da Universidade Federal de Mato Grosso, no Município de Santo Antônio de Leverger. Para a descrição da morfologia dos frutos e das sementes foram utilizados 50 frutos e 50 sementes. Para a caracterização das etapas da germinação foram utilizadas quatro repetições de 20 sementes, colocadas sobre papel mata-borrão, umedecidas com ácido giberélico (400 ppm), em caixas de plástico transparente, mantidas em câmara para germinação, a 30 ºC e fotoperíodo de oito horas, durante 40 dias. O fruto de J. elliptica é seco, tricoca, endocarpo lenhoso e de deiscência explosiva. A semente é ovalada, endospérmica, de envoltório liso e marmoreado, com carúncula presa na parte ventral; o hilo é visível na base e a rafe é bem marcada longitudinalmente. A germinação é epígea e fanerocotiledonar. O tempo médio de germinação é de 13 a 25 dias. Foi possível descrever e ilustrar, de forma distinta, a morfologia do fruto, da semente e da plântula de J. elliptica, que se apresentou bastante homogênea e confiável para a identificação.
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MORFOTIPOS DE FRUTOS E MORFOLOGIA DE PLÂNTULAS DE

MORFOTIPOS DE FRUTOS E MORFOLOGIA DE PLÂNTULAS DE

Attalea maripa (Aubl.) Mart. (inajá) é uma espécie oleaginosa que ocorre na floresta tropical, com grande potencial para ser usada como fonte de matéria-prima para biocombustível. Apesar de sua importância, suas populações naturais estão sendo gradualmente eliminadas durante a limpeza de pastos e para o plantio de culturas agrícolas. Desse modo, a pesquisa teve por objetivo avaliar as características biométricas e morfológicas de matrizes, cachos, frutos, sementes e plântulas de inajá em sistema silvipastoril, em Bonito e Nova Timboteua, no Pará. Foram selecionadas cinco matrizes, cinco cachos e 500 frutos por procedência, para a avaliação morfométrica. Na descrição morfológica do fruto e do pirênio, foram usados 100 frutos. Para o estudo de morfologia de plântulas, foram semeados 100 pirênios. Os dados foram analisados pela estatística descritiva, Teste t, análise de correlação e análise discriminante. O inajá é uma palmeira de porte ereto, com estipe simples e cilíndrico sem perfilhos. O endocarpo e o mesocarpo são as partes que mais contribuem com o peso do fruto. Existe variação no tamanho, no peso e na forma dos frutos e dos pirênios. Há três classes de morfotipos de frutos: pequenos, médios e grandes. A plântula de inajá se estabelece quando ocorre a expansão da terceira bainha cotiledonar e a formação da primeira folha.
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Aspectos morfológicos de frutos, sementes, germinação e plântulas de Hymenolobium petraeum.

Aspectos morfológicos de frutos, sementes, germinação e plântulas de Hymenolobium petraeum.

possui grande importância, o que pode ser constatada através dos inúmeros inventários florísticos feitos na floresta de terra firme, nos quais a família encontra-se representada pelo maior número de espécies (TAKEUSHI, 1960). Esta família é muito utilizada na alimentação humana e animal, sendo os legumes um dos alimentos mais ricos em proteínas de alta qualidade, alguns frutos e sementes são utilizados para a fabricação de corantes, óleos, perfumes, inseticidas, e ainda apresenta uso medicinal e ornamental. É muito utilizada também para a produção de madeiras nobres e valiosas usadas na marcenaria e construção civil em geral (RIBEIRO et al., 1999; FERREIRA et al., 2004). Dentre as Leguminosae exploradas na região Amazônica, destaca-se Hymenolobium petraeum Ducke. conhecida popularmente como angelim-pedra, é uma espécie arbórea com cerca de 55m de estatura e 2m de diâmetro, (FERREIRA & HOPKINS, 2004; FERREIRA et al., 2004), apresentando elevado valor comercial, sendo muito utilizada no ramo moveleiro, carpintaria e construção civil (RIBEIRO et al., 1999). Apesar de sua importância, estudos sobre a morfologia desta espécie são incipientes na literatura.
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Aspectos morfológicos de frutos, sementes, plântulas e mudas de leguminosae mimosoideae: Anadenanthera colubrina (vellozo) brenan e Enterolobium contortisiliquum (vellozo) morong.

Aspectos morfológicos de frutos, sementes, plântulas e mudas de leguminosae mimosoideae: Anadenanthera colubrina (vellozo) brenan e Enterolobium contortisiliquum (vellozo) morong.

RESUMO - O presente trabalho foi realizado com o objetivo de caracterizar morfologicamente frutos, sementes, plântulas e mudas de duas espécies arbóreas da família Leguminosae Mimosoideae, de ocorrência natural no estado de Sergipe para ins taxonômicos, estudos de regeneração natural e recuperação de matas ciliares. Descreveu-se e se ilustrou as características morfológicas de angico [Anadenanthera colubrina (Vellozo) Brenan] e tamboril [Enterolobium contortisiliquum (Vellozo) Morong]. Os frutos foram coletados com auxílio de podão, em cinco árvores-matrizes, distantes no mínimo 50 m entre si. Foram realizadas avaliações das características morfométricas e morfológicas externas e internas dos frutos e sementes e externas de plântulas e mudas. A. colubrina apresenta fruto seco e deiscente, enquanto em E. contortisiliquum os frutos são secos e indeiscentes. Ambas as espécies apresentam pleurograma e são exalbuminosas. Os caracteres do embrião e a germinação epígea-fanerocotiledonar são semelhantes àqueles observados em Caesalpinioideae. Na fase de muda, a presença de nectários glandulares extralorais situados na ráquis em A. colubrina e lenticelas em E. contortisiliquum são úteis para as respectivas identiicações. A presença de raiz com nódulos em E. contortisiliquum e tuberosa em A. colubrina são fundamentais para a precisa identiicação destas. Com os resultados obtidos, conclui-se que a morfologia interna e externa dos frutos e das sementes e a morfologia externa das plântulas e mudas permitem fazer a identiicação imediata e segura, fornecendo subsídios para estudos com as espécies estudadas, seja em laboratório ou em viveiro de produção de mudas e no campo das espécies estudadas.
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Caracterização morfológica de frutos, sementes e plântulas de Pseudima frutescens (Aubl.) Radlk. (Sapindaceae)

Caracterização morfológica de frutos, sementes e plântulas de Pseudima frutescens (Aubl.) Radlk. (Sapindaceae)

O tipo de germinação constitui um dos caracteres relevantes para diferenciar as espécies, enquanto o conhecimento morfológico da plântula permite caracterizar famílias, gêneros e até mesmo espécies, podendo ser aplicado em trabalhos de inventário e de manejo florestal. Estes estudos, além das descrições e ilustrações, fornecem informações valiosas sobre a morfologia, germinação, hábitat e identificação de muitas espécies em fases juvenis de crescimento, além de constituírem subsídios para a compreensão do ciclo biológico e da regeneração natural da espécie. No estudo taxonômico, podem fundamentar a sistemática de um grupo e oferecer caracteres auxiliares na interpretação filogenética (Duke, 1965).
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Caracterização morfológica de frutos, sementes, plântulas e germinação de Mucuna aterrima Piper & Tracy

Caracterização morfológica de frutos, sementes, plântulas e germinação de Mucuna aterrima Piper & Tracy

Para a descrição da morfologia das sementes foram utilizadas 50 unidades, escolhidas aleatoriamente. Foram descritas as características externas (comprimento, largura, espessura, tipo, forma, coloração, posição do hilo e da micrópila) e internas (embrião e tecido de reserva). Os valores de comprimento, largura e espessura foram determinados com auxilio de paquímetro digital com precisão de 0,01 mm. Para as observações morfológicas internas, as sementes foram previamente imersas em água destilada por 24 horas, para amolecimento e hidratação. Vencido este período realizaram-se cortes longitudinais com lâmina e em seguida estes foram observados em lupa INALH - MLS 250.
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Caracterização física e físico-química de frutos de diferentes genótipos de bacurizeiro (Platonia insignis Mart.).

Caracterização física e físico-química de frutos de diferentes genótipos de bacurizeiro (Platonia insignis Mart.).

O pH variou de 2,76 (M25) a 3,64 (M14) (Figura 8). Os valores desse estudo estão de acordo com os encontra- dos na literatura. Santos (1982) relatou um pH de 2,80, Bezerra (2003) de 3,12, Teixeira (2000) de 3,37, Barbosa et al. (1979), Villachica et al. (1996) e Nazaré (2000) de 3,50. Contudo, Almeida e Valsechi (1966) relataram um valor de 5,80, bem superior ao encontrado nesse estudo, que segundo Teixeira (2000) pode ser devido ao uso de frutos em estado avançado de senescência.

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