Top PDF MORFOLOGIA DOS FRUTOS, SEMENTES E PLÂNTULAS DE Platonia insigms MART. (CLUSIACEAE). I. ASPECTOS ANATÔMICOS DOS FRUTOS E SEMENTES EM DESENVOLVIMENTO.

MORFOLOGIA DOS FRUTOS, SEMENTES E PLÂNTULAS DE Platonia insigms MART. (CLUSIACEAE). I. ASPECTOS ANATÔMICOS DOS FRUTOS E SEMENTES EM DESENVOLVIMENTO.

MORFOLOGIA DOS FRUTOS, SEMENTES E PLÂNTULAS DE Platonia insigms MART. (CLUSIACEAE). I. ASPECTOS ANATÔMICOS DOS FRUTOS E SEMENTES EM DESENVOLVIMENTO.

A região de separação extende-se também por entre os septos, delimitando cada uma das sementes e dos óvulos abortados (Fig.. 31 : Loculo sem semente cie um fruto com 3.0 em de comprim[r]

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Qualidade de sementes e desenvolvimento inicial de plântulas de pimenta malagueta e sua relação com a posição de coleta de frutos.

Qualidade de sementes e desenvolvimento inicial de plântulas de pimenta malagueta e sua relação com a posição de coleta de frutos.

RESUMO - O objetivo neste estudo foi avaliar a relação entre a posição de coleta dos frutos de pimenta malagueta na planta, a qualidade das sementes e o desenvolvimento inicial das plântulas. As sementes foram obtidas de frutos coletados em diferentes posições na copa (C) e nos ramos (R): 1- apical, 2- mediana e 3- basal, e avaliados o teor de água, peso de mil sementes (PMS), número de sementes por quilo, tamanho de sementes (comprimento, largura e espessura), germinação e vigor pelo índice de velocidade de germinação (IVG), tempo médio de germinação (TMG), comprimento da raiz, parte aérea, massa fresca e massa seca das plântulas após 28 dias da semeadura. As sementes de frutos coletados na porção basal e mediana da copa, e basal dos ramos (C2R3 e C3R3) apresentaram maior PMS, associado ao maior comprimento e largura. Estes tratamentos apresentaram maior valor para a porcentagem de germinação, maior índice de velocidade de germinação e menor tempo médio de germinação. Além do maior vigor, as sementes provenientes de frutos coletados na região basal (C3R3) propiciaram o melhor desenvolvimento inicial de plântulas com relação ao comprimento da raiz, massa fresca e seca de plântulas.
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Caracterização da germinação e morfologia de frutos, sementes e plântulas de Dalbergia cearensis Ducke (pau-violeta) - Fabaceae.

Caracterização da germinação e morfologia de frutos, sementes e plântulas de Dalbergia cearensis Ducke (pau-violeta) - Fabaceae.

Morfologia do processo de germinação até plântula – A fi m de acompa- nhar o desenvolvimento das plântulas, sementes foram semeadas em uma bandeja germinadora constituída por 67 células, com substrato de vermi- culita. Considerou-se plântula, a fase compreendida entre a germinação da semente até a queda dos cotilédones. O crescimento das plântulas ocorreu em casa de vegetação coberta com sombrite (50% de luz) e irrigação in- termitente. Foram feitas avaliações diárias no período de 27/01/2010 (data da semeadura) a 24/02/2010. Para as descrições morfológicas e ilustração dos caracteres, foram utilizadas as plântulas que se apresentavam mais vigorosas. Entendendo-se como vigorosas aquelas plântulas com todas as suas estruturas essenciais bem desenvolvidas, completas e proporcionais. Os elementos vegetativos descritos e ilustrados foram raízes principal e secundárias, colo, hipocótilo, cotilédones, epicótilo e protófi los. As ilus- trações foram realizadas manualmente a olho nu.
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Morfologia externa de frutos, sementes e plântulas de pinhão-manso.

Morfologia externa de frutos, sementes e plântulas de pinhão-manso.

Entre os diversos procedimentos adotados para a caracterização de uma espécie vegetal, destaca- se a diagnose morfológica. O estudo da morfologia de frutos, sementes e plântulas nos estágios iniciais de desenvolvimento contribui para melhorar o conhecimento do processo reprodutivo das espécies vegetais e dá subsídio para a produção de mudas, além de ser fundamental à compreensão do processo de estabelecimento da planta em condições naturais (Guerra et al., 2006).

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Aspectos da germinação de sementes, da emergência de plântulas e da morfologia dos frutos e sementes de Campomanesia pubescens (DC.) O. Berg (myrtaceae)

Aspectos da germinação de sementes, da emergência de plântulas e da morfologia dos frutos e sementes de Campomanesia pubescens (DC.) O. Berg (myrtaceae)

Campomanesia pubescens (D.C.) O. Berg., encontrada em Minas Gerais, Goiás e do Espírito Santo até o Rio Grande do Sul, é uma Myrtaceae frutífera cujo gênero possui 25 espécies distribuídas do México à Argentina, sendo 15 delas nativas do Brasil. Suas sementes necessitam de estudos técnico-científicos que possam elucidar as suas características ecológicas, morfológicas e fisiológicas. Para tanto, o objetivo do presente trabalho foi investigar os aspectos da germinação das sementes, da emergência das plântulas e da morfologia básica das sementes dessa espécie sob diferentes condições em laboratório e em casa de vegetação. As sementes medem entre 4,5 a 7,5 mm de comprimento e 2,8 a 6,5 mm de largura, a infestação por larvas atingiu 8,92% dos frutos coletados, o número médio de sementes extraídas por fruto foi 6, tendo-se nesses 38,45% sementes vazias e 61,55% sementes cheias. O teor de água encontrado das sementes foi 53,5% e, na curva de embebição, a protrusão radicular ocorreu aos 144 dias, quando o valor inicial foi acrescido em 18,4% de massa em relação à massa da matéria fresca inicial. Foi observado que a porcentagem final e a velocidade de emergência das plântulas foram promovidas significativamente nos substratos: fibra coco/vermiculita (2:1) e vermiculita. Nas mudas, os substratos fibra coco/vermiculita (2:1), areia e vermiculita proporcionaram resultados superiores para o seu comprimento, contrastando com aquelas que cresceram no substrato fibra de coco, que obtiveram significativamente comprimentos menores. Em relação ao número de folhas por planta, não houve diferença significativa encontrada entre as que cresceram nos quatro diferentes substratos. Após 120 dias de semeadura, os substratos vermiculita, fibra coco/vermiculita (2:1) e fibra de coco, apresentaram a porcentagem de 100% de sobrevivência das mudas. Já o substrato areia, devido sua resistência física oferecida à emergência das plântulas, ocasionou a perda dos paracotilédones
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Caracterização morfológica dos frutos, das sementes e do desenvolvimento das plântulas de Jatropha elliptica Müll. Arg. (Euphorbiaceae).

Caracterização morfológica dos frutos, das sementes e do desenvolvimento das plântulas de Jatropha elliptica Müll. Arg. (Euphorbiaceae).

RESUMO – (Caracterização morfológica dos frutos, das sementes e do desenvolvimento das plântulas de Jatropha elliptica Müll. Arg. (Euphorbiaceae)). O objetivo deste trabalho foi descrever a morfologia do fruto, da semente e do desenvolvimento de plântulas de Jatropha elliptica Müll. Arg. Os frutos foram coletados em setembro e outubro de 2003, na Fazenda Experimental da Universidade Federal de Mato Grosso, no Município de Santo Antônio de Leverger. Para a descrição da morfologia dos frutos e das sementes foram utilizados 50 frutos e 50 sementes. Para a caracterização das etapas da germinação foram utilizadas quatro repetições de 20 sementes, colocadas sobre papel mata-borrão, umedecidas com ácido giberélico (400 ppm), em caixas de plástico transparente, mantidas em câmara para germinação, a 30 ºC e fotoperíodo de oito horas, durante 40 dias. O fruto de J. elliptica é seco, tricoca, endocarpo lenhoso e de deiscência explosiva. A semente é ovalada, endospérmica, de envoltório liso e marmoreado, com carúncula presa na parte ventral; o hilo é visível na base e a rafe é bem marcada longitudinalmente. A germinação é epígea e fanerocotiledonar. O tempo médio de germinação é de 13 a 25 dias. Foi possível descrever e ilustrar, de forma distinta, a morfologia do fruto, da semente e da plântula de J. elliptica, que se apresentou bastante homogênea e confiável para a identificação.
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Morfologia de frutos, sementes e desenvolvimento de plântulas e plantas jovens de Maclura tinctoria (L.) D. Don. ex Steud. (Moraceae).

Morfologia de frutos, sementes e desenvolvimento de plântulas e plantas jovens de Maclura tinctoria (L.) D. Don. ex Steud. (Moraceae).

RESUMO – (Morfologia de frutos, sementes e desenvolvimento de plântulas e plantas jovens de Maclura tinctoria (L.) D. Don. ex Steud. (Moraceae)). Este estudo descreve os aspectos morfológicos dos frutos, sementes e desenvolvimento das plântulas e plantas jovens de Maclura tinctoria. A biometria de frutos e sementes foi descrita a partir de amostras de 100 unidades e os testes de germinação foram realizados em câmara de germinação e em viveiro de mudas. O fruto possui forma oblonga, formado de núculas comprimidas, pericarpo carnoso e doce, indeiscente, de coloração amarelo-esverdeada quando maduro. A semente madura é achatada lateralmente, ligeiramente ovalada, com coloração creme e superfície lisa. A taxa de germinação foi alta de aproximadamente 92% em câmara de germinação e 90% em viveiro de mudas. A plântula é epígea-foliácea. As plantas jovens apresentam, folhas simples, alternadas, levemente membranáceas, pilosas, ligeiramente ovaladas, serrilhadas, com ápice agudo e base rotunda. A venação é pinada com padrão semi- craspedódromo. Esses resultados possibilitam fácil reconhecimento da espécie no banco de plântulas e para estudos posteriores em projetos de recomposição vegetal.
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Morfologia de frutos, sementes e plântulas de Guettarda platypoda DC. (Rubiaceae).

Morfologia de frutos, sementes e plântulas de Guettarda platypoda DC. (Rubiaceae).

Resumo: Morfologia de frutos, sementes e plântulas de Guettarda platypoda DC. (Rubiaceae). Guettarda platypoda DC., conhecida popularmente por angélica, é uma planta arbustiva, possui importância medicinal e distribuição neotropical. Por serem praticamente escassos trabalhos sobre essa espécie, o presente estudo tem como objetivo caracterizar morfologicamente as sementes, frutos e plântulas, acrescentando dados para subsidiar estudos sobre sua utilização e conservação. Os frutos maduros foram coletados manualmente de 10 árvores matrizes na restinga de Maracaípe, armazenados em sacos de papel-madeira e resfriados até o processamento em laboratório. Foram feitas análises morfológicas dos frutos, sementes e plântulas. Para avaliar o processo germinativo as sementes foram submetidas a tratamentos de quebra de dormência. Os frutos de G. platypoda são drupóides, com apenas um pirênio bilocular, embrião hipocotilar e cotilédones vestigiais. A taxa de germinação apresentou-se baixa, com germinação do tipo epígea e com cotilédones foliáceos. O tipo e as características do fruto, a morfologia da semente e da plântula de G. platypoda contribuem tanto para identificação quanto para ampliar o conhecimento sobre a biologia da espécie.
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Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas de Erythrina velutina willd., leguminoseae - Papilionideae.

Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas de Erythrina velutina willd., leguminoseae - Papilionideae.

RESUMO - O conhecimento dos aspectos morfológicos de sementes e plântulas pode ser usado em estudos de taxonomia, na interpretação de testes de germinação em laboratório, trabalhos em viveiro e em estudos relacionados à ecologia da espécie. Os objetivos deste trabalho foram o de descrever e ilustrar a morfologia externa e interna dos frutos e sementes, as fases de germinação, a plântula e as plantas de mulungu (Erythrina velutina Willd.). Os frutos e sementes foram coletados no solo, embaixo de árvores matrizes distribuídas em diferentes fragmentos lorestais, no município de Areia - PB. Para a descrição morfológica dos frutos, sementes, germinação e desenvolvimento da plântula foram examinados cem unidades que foram selecionadas aleatoriamente. A semente é reniforme; embrião axial com cotilédones carnosos; germinação epígea fanerocotiledonar e na fase de plântula foi observado heteroilia. Os aspectos descritos e ilustrados mostraram-se homogêneos e coniáveis para a identiicação da espécie. Deste modo, podem ser úteis em trabalhos de tecnologia de sementes, para a avaliação qualidade isiológica de sementes e avaliação de plântulas em testes de germinação, além de servirem para identiicação da espécie em viveiros e também para estudos de regeneração natural.
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Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de Guibourtia hymenifolia (Moric.) J. Leonard (Fabaceae).

Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de Guibourtia hymenifolia (Moric.) J. Leonard (Fabaceae).

São escassas na literatura referências ao gênero Guibourtia J. J. Bennett. Segundo Barneby (1996), existem registros de cinco espécies de Guibourtia com distribuição neotropical. Entretanto, esse autor considerou tratar-se da mesma espécie, inferindo que há somente uma espécie de Guibourtia na América, com distribuição altamente descontínua nas florestas estacionais secas de Cuba, Regiões Nordeste e Oeste do Brasil e Oeste do Paraguai, sendo G. hymenaeifolia a espécie comum entre essas regiões. No entanto, Veiga Júnior e Pinto (2002) descreveram que esse gênero, na África Ocidental, tem sinonímia no gênero Copaifera L., sendo citada a ocorrência das espécies C. hymenaeifolia e C. chodatiana naquele continente. Descrições sobre a morfologia dos frutos e sementes de G. hymenifolia são encontradas em Lorenzi (1998) e Jardim et al. (2003); no entanto, não existem estudos sobre a caracterização morfológica das plântulas e plantas jovens dessa espécie. Porém, são comuns estudos dessa natureza sobre C. langsdorffii Desf. (CRESTANA; BELTRATI, 1988; OLIVEIRA, 1997; GUERRA et al., 2006) e espécies comumente conhecidas por jatobás, do gênero Hymenaea L. (OLIVEIRA, 1997; BOTELHO et al., 2000; CRUZ et al., 2001; MELO et al., 2004; KODAMA; SARTORI, 2007).
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Aspectos morfológicos de frutos, sementes e desenvolvimento de plântulas e plantas jovens de Unonopsis lindmanii Fries (Annonaceae).

Aspectos morfológicos de frutos, sementes e desenvolvimento de plântulas e plantas jovens de Unonopsis lindmanii Fries (Annonaceae).

RESUMO – (Aspectos morfológicos de frutos, sementes e desenvolvimento de plântulas e plantas jovens de Unonopsis lindmanii Fries (Annonaceae)). Unonopsis lindmanii é uma arvoreta, perene, restrita às formações ciliares do Brasil Central. Este estudo descreve os aspectos morfológicos dos frutos, sementes e desenvolvimento das formas juvenis da espécie. Os frutos são apocárpicos, múltiplos, livres entre si, carnosos, indeiscentes e as sementes possuem forma discóide, coloração marrom escura, tegumento ornamentado de aspecto rugoso. A germinação é lenta, irregular e muito baixa em câmara de germinação (3%) e alta em viveiro de mudas (70%) sugerindo fotoperiodismo positivo. A plântula é do tipo criptocotiledonar-epígea. As plantas jovens apresentam folhas simples, alternas, com pecíolos curtos, simétricas, membranáceas de forma elíptica. O padrão de venação é do tipo camptódromo-broquidódromo. Estes resultados permitem identificação da espécie no campo, o que pode auxiliar em estudos de descrições de comunidades e por serem dispersas por aves, consiste em excelente opção para utilização em projetos de restauração de áreas degradadas.
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Morfologia de frutos, sementes e plântulas de Averrhoa bilimbi L. oriundas de dois estágios de maturação.

Morfologia de frutos, sementes e plântulas de Averrhoa bilimbi L. oriundas de dois estágios de maturação.

Este trabalho teve por objetivo descrever as características morfológicas de frutos, sementes e plântulas de Averrhoa bilimbi L. oriundas de frutos imaturos e maduros. Os frutos de A. bilimbi foram separados de acordo com a sua coloração em frutos imaturos e maduros. O registro das características morfológicas dos frutos, sementes e plântulas foram realizados por meio de ilustrações manuais, fotografi as e descrições de todos os aspectos morfológicos. Para o estudo da morfologia da germinação e plântula, foram semeadas quatro repetições de 25 sementes sobre substrato papel mata-borrão e levadas ao germinador tipo B.O.D., regulado à temperatura constante de 30°C e regime de luz contínua. Os frutos tanto imaturos como maduros variaram apenas quanto ao tamanho, consistência e coloração, sendo as demais características comuns à espécie. As sementes dos frutos imaturos e maduros diferenciaram-se quanto à turgescência dos tecidos, assim como sua coloração, brilho e textura. A germinação é do tipo epígea e fanerocotiledonar, com início no sétimo dia e término no décimo quinto dia após semeadura, com a obtenção da plântula normal.
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Morfologia de frutos, sementes e plântulas e germinação de sementes de Erythrina variegata L..

Morfologia de frutos, sementes e plântulas e germinação de sementes de Erythrina variegata L..

RESUMO – A caracterização morfológica de frutos e sementes fornece subsídios para diferenciar espécies e caracterizar aspectos ecológicos da planta, como a dispersão, estabelecimento de plântulas e fase da sucessão ecológica. São poucos os estudos sobre Erythrina variegata L. e na literatura não há informações sobre seu comportamento, principalmente sobre seu sistema de propagação no Estado do Espírito Santo. Objetivou-se estudar a morfologia de frutos, sementes e plântulas desta espécie, caracterizando-se os frutos externamente, as sementes interna e externamente e os processos de desenvolvimento e de diferenciação dos estádios das plântulas, além de se obter informações sobre a germinação das sementes, submetidos aos tratamentos de escarificação mecânica com lixa d’água nº 120, do lado oposto ao embrião; escarificação com lixa e posterior embebição em água à temperatura ambiente por 6, 12 e 24 horas; choque térmico; e embebição em água à temperatura ambiente por 12 e 24 horas. As sementes não se mostraram impermeáveis à entrada de água através dos tegumentos, dispensando a adoção de tratamentos pré-germinativos.
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Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de Dimorphandra mollis Benth. - faveira (Leguminosae-Caesalpinioideae).

Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de Dimorphandra mollis Benth. - faveira (Leguminosae-Caesalpinioideae).

RESUMO - (Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de Dimorphandra mollis Benth. - faveira (Leguminosae Caesalpinioideae)). Foram estudados os aspectos morfológicos externos e internos do fruto e da semente, além de aspectos externos do processo germinativo e das fases de plântula e planta jovem de Dimorphandra mollis Benth. O trabalho foi realizado em laboratório e casa de vegetação, sendo observado que os frutos são indeiscentes, as sementes são albuminosas, a germinação é epígea fanerocotiledonar e, na fase de planta jovem, ocorre um espessamento das raízes primária e secundárias. Os resultados apresentados podem ser úteis em estudos taxonômicos, em trabalhos de laboratório e viveiro, bem como para estudos de regeneração natural.
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Morfologia de frutos, sementes e plântulas de nove espécies de Protium Burm. f. (Burseraceae) da Amazônia Central, Brasil.

Morfologia de frutos, sementes e plântulas de nove espécies de Protium Burm. f. (Burseraceae) da Amazônia Central, Brasil.

RESUMO – (Morfologia de frutos, sementes e plântulas de nove espécies de Protium Burm.f. (Burseraceae) da Amazônia Central, Brasil). O presente estudo teve como objetivo descrever para nove espécies de Protium, a morfologia desde a germinação até a formação de plântulas, além de caracterizar frutos e sementes e avaliar a utilidade destes caracteres na sistemática do grupo. Os frutos foram coletados na Reserva Florestal Adolpho Ducke em dezembro/2004, abril/2005 e janeiro/2006. Os frutos são deiscentes, normalmente com 1-3 lóculos desenvolvidos. Os pirênios são ovóides a elipsóides, com a superfície diferenciada em torno da cicatriz funicular. A maioria das espécies apresentou germinação hipógea e criptocotiledonar, enquanto P. gallosum e P. apiculatum são epígeas e fanerocotiledonares. Os caracteres morfológicos mais relevantes para a delimitação das espécies de Protium foram encontrados, principalmente, na coloração, forma e superfície do fruto e pirênio, e na forma e textura dos eofilos. Além disso, o conjunto de caracteres com base na composição, margem e ápice dos eofilos, tipo de germinação e morfologia dos cotilédones não só auxiliou nas delimitações específicas, como pode subsidiar futuros estudos filogenéticos.
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MORFOLOGIA DOS FRUTOS, SEMENTES E PLÂNTULAS DE Platonici insignis MART. (CLUSIACEAE). III GERMINAÇÃO E PLÂNTULAS.

MORFOLOGIA DOS FRUTOS, SEMENTES E PLÂNTULAS DE Platonici insignis MART. (CLUSIACEAE). III GERMINAÇÃO E PLÂNTULAS.

De acordo com MENSBRUGE (1966), nas Clusiaceae por ele descritas, a germinação é sempre "hipógea", com as plântulas se caracterizando pela presença de um longo e espesso epi[r]

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Morfologia de frutos, sementes e plântulas de castanheira (Terminalia catappa L. - COMBRETACEAE).

Morfologia de frutos, sementes e plântulas de castanheira (Terminalia catappa L. - COMBRETACEAE).

Para a caracterização da germinação e da plântula, 100 sementes foram semeadas em bandejas de plástico, contendo como substrato areia esterilizada e umedecida com 75% de sua capacidade de retenção de umidade. Foi adicionada uma solução de Nistatina a 0,2%, visando a conter a proliferação de fungos. A quantidade de água adicionada ao substrato foi calculada com a metodologia descrita pelas Regras de Análise de Sementes (Brasil, 1992). As bandejas foram mantidas em casa de vegetação, sob 25% de incidência de luz e sem o controle da temperatura e umidade.

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MORFOLOGIA DOS FRUTOS, SEMENTES E PLÂNTULAS DE Platonia insignis MART. (CLUSIACEAE). II. MORFO-ANATOMIA DOS FRUTOS E SEMENTES MADUROS.

MORFOLOGIA DOS FRUTOS, SEMENTES E PLÂNTULAS DE Platonia insignis MART. (CLUSIACEAE). II. MORFO-ANATOMIA DOS FRUTOS E SEMENTES MADUROS.

Figuras 21 a 29.21-23: Fruto maduro; 21 : Aspecto geral externo; 22 e 23: Diagramas das seções longi- tudinal e transversal, respectivamente; 24 a 29: Semente madura e embrião; 24: Aspec[r]

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Aspectos morfológicos de frutos, sementes, plântulas e mudas de leguminosae mimosoideae: Anadenanthera colubrina (vellozo) brenan e Enterolobium contortisiliquum (vellozo) morong.

Aspectos morfológicos de frutos, sementes, plântulas e mudas de leguminosae mimosoideae: Anadenanthera colubrina (vellozo) brenan e Enterolobium contortisiliquum (vellozo) morong.

RESUMO - O presente trabalho foi realizado com o objetivo de caracterizar morfologicamente frutos, sementes, plântulas e mudas de duas espécies arbóreas da família Leguminosae Mimosoideae, de ocorrência natural no estado de Sergipe para ins taxonômicos, estudos de regeneração natural e recuperação de matas ciliares. Descreveu-se e se ilustrou as características morfológicas de angico [Anadenanthera colubrina (Vellozo) Brenan] e tamboril [Enterolobium contortisiliquum (Vellozo) Morong]. Os frutos foram coletados com auxílio de podão, em cinco árvores-matrizes, distantes no mínimo 50 m entre si. Foram realizadas avaliações das características morfométricas e morfológicas externas e internas dos frutos e sementes e externas de plântulas e mudas. A. colubrina apresenta fruto seco e deiscente, enquanto em E. contortisiliquum os frutos são secos e indeiscentes. Ambas as espécies apresentam pleurograma e são exalbuminosas. Os caracteres do embrião e a germinação epígea-fanerocotiledonar são semelhantes àqueles observados em Caesalpinioideae. Na fase de muda, a presença de nectários glandulares extralorais situados na ráquis em A. colubrina e lenticelas em E. contortisiliquum são úteis para as respectivas identiicações. A presença de raiz com nódulos em E. contortisiliquum e tuberosa em A. colubrina são fundamentais para a precisa identiicação destas. Com os resultados obtidos, conclui-se que a morfologia interna e externa dos frutos e das sementes e a morfologia externa das plântulas e mudas permitem fazer a identiicação imediata e segura, fornecendo subsídios para estudos com as espécies estudadas, seja em laboratório ou em viveiro de produção de mudas e no campo das espécies estudadas.
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MORFOTIPOS DE FRUTOS E MORFOLOGIA DE PLÂNTULAS DE

MORFOTIPOS DE FRUTOS E MORFOLOGIA DE PLÂNTULAS DE

Attalea maripa (Aubl.) Mart. (inajá) é uma espécie oleaginosa que ocorre na floresta tropical, com grande potencial para ser usada como fonte de matéria-prima para biocombustível. Apesar de sua importância, suas populações naturais estão sendo gradualmente eliminadas durante a limpeza de pastos e para o plantio de culturas agrícolas. Desse modo, a pesquisa teve por objetivo avaliar as características biométricas e morfológicas de matrizes, cachos, frutos, sementes e plântulas de inajá em sistema silvipastoril, em Bonito e Nova Timboteua, no Pará. Foram selecionadas cinco matrizes, cinco cachos e 500 frutos por procedência, para a avaliação morfométrica. Na descrição morfológica do fruto e do pirênio, foram usados 100 frutos. Para o estudo de morfologia de plântulas, foram semeados 100 pirênios. Os dados foram analisados pela estatística descritiva, Teste t, análise de correlação e análise discriminante. O inajá é uma palmeira de porte ereto, com estipe simples e cilíndrico sem perfilhos. O endocarpo e o mesocarpo são as partes que mais contribuem com o peso do fruto. Existe variação no tamanho, no peso e na forma dos frutos e dos pirênios. Há três classes de morfotipos de frutos: pequenos, médios e grandes. A plântula de inajá se estabelece quando ocorre a expansão da terceira bainha cotiledonar e a formação da primeira folha.
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