Top PDF MORFOLOGIA DOS FRUTOS, SEMENTES E PLÂNTULAS DE Platonici insignis MART. (CLUSIACEAE). III GERMINAÇÃO E PLÂNTULAS.

MORFOLOGIA DOS FRUTOS, SEMENTES E PLÂNTULAS DE Platonici insignis MART. (CLUSIACEAE). III GERMINAÇÃO E PLÂNTULAS.

MORFOLOGIA DOS FRUTOS, SEMENTES E PLÂNTULAS DE Platonici insignis MART. (CLUSIACEAE). III GERMINAÇÃO E PLÂNTULAS.

De acordo com MENSBRUGE (1966), nas Clusiaceae por ele descritas, a germinação é sempre "hipógea", com as plântulas se caracterizando pela presença de um longo e espesso epi[r]

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Morfologia de frutos, sementes e plântulas e germinação de sementes de Erythrina variegata L..

Morfologia de frutos, sementes e plântulas e germinação de sementes de Erythrina variegata L..

Estudos que visam o conhecimento da morfologia de frutos e sementes de espécies arbóreas são ainda escassos na literatura referencial, tendo como exemplos os trabalhos de Ferreira et al. (1998) com Dipteryx alata Vog.; Cruz e Carvalho (2003) com Micropholis venulosa Mart. & Eichler; Silva et al. (2003) com Bauhinia forficata Link; Melo et al. (2004) com Hymenaea intermedia var. adenotricha (Ducke) Lu & Lang.; Abreu et al. (2005a) com Allophylus edulis (St.-Hil.) Radlk.; Abreu et al. (2005b) com Drimys brasiliensis Miers. e Añez et al. (2005) com a espécie medicinal Jatropha elliptica Müll. Arg. Estudos envolvendo análise morfológica de frutos e sementes podem auxiliar no entendimento do processo de germinação, vigor, armazenamento, viabilidade e métodos de propagação das espécies. Além disso, a caracterização morfológica de frutos e sementes fornece subsídios para diferenciar espécies e caracterizar aspectos ecológicos da planta, como a dispersão, estabelecimento de plântulas e fase da sucessão ecológica. Para Piña-Rodrigues et al. (1990), o potencial de estabelecimento de uma população em um habitat é essencialmente controlado pelo fluxo de propágulos. Entretanto, sabe-se que o tamanho dos frutos e sementes, além de outras formas de atração, como cheiro e cor, é um dos fatores que podem influenciar a dispersão dos propágulos, uma vez que, conforme tais autores, o tamanho do fruto e da semente está diretamente relacionado
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Morfologia externa de frutos, sementes e plântulas de pinhão-manso.

Morfologia externa de frutos, sementes e plântulas de pinhão-manso.

Alguns autores desenvolveram estudos que permitem obter informações sobre o gênero Jatropha, como por exemplo, Añez et al. (2005), que estudaram as características morfológicas dos frutos, sementes e do desenvolvimento das plântulas de Jatropha elliptica Mull. Arg. Ginwal et al. (2005) e Rao et al. (2008) também observaram variação na morfologia externa da semente, germinação e desenvolvimento da plântula em diferentes populações de J. curcas. Em razão da pouca literatura existente em relação aos aspectos morfológicos e do potencial econômico de cultivo de J. curcas, procurou-se investigar e ilustrar alguns aspectos da morfologia dos frutos, sementes, processo germinativo e diferenciação da plântula dessa espécie.
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Morfologia de frutos, sementes e plântulas de Guettarda platypoda DC. (Rubiaceae).

Morfologia de frutos, sementes e plântulas de Guettarda platypoda DC. (Rubiaceae).

Resumo: Morfologia de frutos, sementes e plântulas de Guettarda platypoda DC. (Rubiaceae). Guettarda platypoda DC., conhecida popularmente por angélica, é uma planta arbustiva, possui importância medicinal e distribuição neotropical. Por serem praticamente escassos trabalhos sobre essa espécie, o presente estudo tem como objetivo caracterizar morfologicamente as sementes, frutos e plântulas, acrescentando dados para subsidiar estudos sobre sua utilização e conservação. Os frutos maduros foram coletados manualmente de 10 árvores matrizes na restinga de Maracaípe, armazenados em sacos de papel-madeira e resfriados até o processamento em laboratório. Foram feitas análises morfológicas dos frutos, sementes e plântulas. Para avaliar o processo germinativo as sementes foram submetidas a tratamentos de quebra de dormência. Os frutos de G. platypoda são drupóides, com apenas um pirênio bilocular, embrião hipocotilar e cotilédones vestigiais. A taxa de germinação apresentou-se baixa, com germinação do tipo epígea e com cotilédones foliáceos. O tipo e as características do fruto, a morfologia da semente e da plântula de G. platypoda contribuem tanto para identificação quanto para ampliar o conhecimento sobre a biologia da espécie.
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Aspectos da germinação de sementes, da emergência de plântulas e da morfologia dos frutos e sementes de Campomanesia pubescens (DC.) O. Berg (myrtaceae)

Aspectos da germinação de sementes, da emergência de plântulas e da morfologia dos frutos e sementes de Campomanesia pubescens (DC.) O. Berg (myrtaceae)

Campomanesia pubescens (D.C.) O. Berg., encontrada em Minas Gerais, Goiás e do Espírito Santo até o Rio Grande do Sul, é uma Myrtaceae frutífera cujo gênero possui 25 espécies distribuídas do México à Argentina, sendo 15 delas nativas do Brasil. Suas sementes necessitam de estudos técnico-científicos que possam elucidar as suas características ecológicas, morfológicas e fisiológicas. Para tanto, o objetivo do presente trabalho foi investigar os aspectos da germinação das sementes, da emergência das plântulas e da morfologia básica das sementes dessa espécie sob diferentes condições em laboratório e em casa de vegetação. As sementes medem entre 4,5 a 7,5 mm de comprimento e 2,8 a 6,5 mm de largura, a infestação por larvas atingiu 8,92% dos frutos coletados, o número médio de sementes extraídas por fruto foi 6, tendo-se nesses 38,45% sementes vazias e 61,55% sementes cheias. O teor de água encontrado das sementes foi 53,5% e, na curva de embebição, a protrusão radicular ocorreu aos 144 dias, quando o valor inicial foi acrescido em 18,4% de massa em relação à massa da matéria fresca inicial. Foi observado que a porcentagem final e a velocidade de emergência das plântulas foram promovidas significativamente nos substratos: fibra coco/vermiculita (2:1) e vermiculita. Nas mudas, os substratos fibra coco/vermiculita (2:1), areia e vermiculita proporcionaram resultados superiores para o seu comprimento, contrastando com aquelas que cresceram no substrato fibra de coco, que obtiveram significativamente comprimentos menores. Em relação ao número de folhas por planta, não houve diferença significativa encontrada entre as que cresceram nos quatro diferentes substratos. Após 120 dias de semeadura, os substratos vermiculita, fibra coco/vermiculita (2:1) e fibra de coco, apresentaram a porcentagem de 100% de sobrevivência das mudas. Já o substrato areia, devido sua resistência física oferecida à emergência das plântulas, ocasionou a perda dos paracotilédones
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Caracterização da germinação e morfologia de frutos, sementes e plântulas de Dalbergia cearensis Ducke (pau-violeta) - Fabaceae.

Caracterização da germinação e morfologia de frutos, sementes e plântulas de Dalbergia cearensis Ducke (pau-violeta) - Fabaceae.

RESUMO – (Caracterização da germinação e morfologia de frutos, sementes e plântulas de Dalbergia cearensis Ducke (pau-violeta) – Fabaceae). Este estudo teve como objetivo descrever e ilustrar as características morfológicas de frutos, sementes, fases iniciais da germinação e plântulas de Dalbergia cearensis aos 28 dias após semeadura. O fruto, sustentado por estipe de 3 a 5 mm, é seco, indeiscente, do tipo sâmara, oblongo, de ápice e base agudos, monospérmico, plano, com núcleo seminífero central, pericarpo tênue, aliforme, levemente reticulado. A Semente é exalbuminosa, oblonga, achatada, reniforme, com testa lisa, opaca, apresentando, quando madura, coloração acastanhada de tonalidade clara. A germinação é do tipo epígea com o tegumento aderido aos cotilédones na fase inicial do crescimento da plântula e tem início a partir do terceiro dia após a semeadura, em condições de laboratório. Verifi cou-se um percentual médio de germinação de 70%, aos 14 dias. Aos 28 dias de semeadura a plântula apresenta sistema radicular axial, raiz principal pivotante longa com 231,54 mm de comprimento, cilíndrica, fl exível, branco-amarelada. As plântulas são classifi cadas no tipo morfofuncional fanero- epígeo-armazenador (PER).
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Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas de Erythrina velutina willd., leguminoseae - Papilionideae.

Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas de Erythrina velutina willd., leguminoseae - Papilionideae.

RESUMO - O conhecimento dos aspectos morfológicos de sementes e plântulas pode ser usado em estudos de taxonomia, na interpretação de testes de germinação em laboratório, trabalhos em viveiro e em estudos relacionados à ecologia da espécie. Os objetivos deste trabalho foram o de descrever e ilustrar a morfologia externa e interna dos frutos e sementes, as fases de germinação, a plântula e as plantas de mulungu (Erythrina velutina Willd.). Os frutos e sementes foram coletados no solo, embaixo de árvores matrizes distribuídas em diferentes fragmentos lorestais, no município de Areia - PB. Para a descrição morfológica dos frutos, sementes, germinação e desenvolvimento da plântula foram examinados cem unidades que foram selecionadas aleatoriamente. A semente é reniforme; embrião axial com cotilédones carnosos; germinação epígea fanerocotiledonar e na fase de plântula foi observado heteroilia. Os aspectos descritos e ilustrados mostraram-se homogêneos e coniáveis para a identiicação da espécie. Deste modo, podem ser úteis em trabalhos de tecnologia de sementes, para a avaliação qualidade isiológica de sementes e avaliação de plântulas em testes de germinação, além de servirem para identiicação da espécie em viveiros e também para estudos de regeneração natural.
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Morfologia de frutos, sementes e plântulas de castanheira (Terminalia catappa L. - COMBRETACEAE).

Morfologia de frutos, sementes e plântulas de castanheira (Terminalia catappa L. - COMBRETACEAE).

RESUMO – O trabalho foi realizado com o objetivo de descrever morfologicamente os frutos, sementes e plântulas de castanheira. Foi feita a biometria dos frutos e das sementes e sua caracterização quanto à forma, por meio de mensurações com paquímetro e observações realizadas em estereomicroscópio com câmara clara. Os frutos de castanheira são carnosos, indeiscentes, do tipo nucóide, glabros, de coloração verde a vinácea, projeção das nervuras carpelares externamente evidentes, com epicarpo delgado, mesocarpo carnoso e esponjoso de coloração vinácea, com feixes vasculares conspícuos em corte transversal. Geralmente, cada fruto contém apenas uma semente. As sementes são exalbuminosas, de formas alongadas e cilíndricas, recobertas por endocarpo rígido de coloração marrom; possuem cerca de 2,5cm, 0,7cm e 0,7cm, de comprimento, largura e espessura, respectivamente. A germinação das sementes de castanheira é epígea, e a plantula é fanerocotiledonar.
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MORFOLOGIA DOS FRUTOS, SEMENTES E PLÂNTULAS DE Platonia insignis MART. (CLUSIACEAE). II. MORFO-ANATOMIA DOS FRUTOS E SEMENTES MADUROS.

MORFOLOGIA DOS FRUTOS, SEMENTES E PLÂNTULAS DE Platonia insignis MART. (CLUSIACEAE). II. MORFO-ANATOMIA DOS FRUTOS E SEMENTES MADUROS.

Figuras 21 a 29.21-23: Fruto maduro; 21 : Aspecto geral externo; 22 e 23: Diagramas das seções longi- tudinal e transversal, respectivamente; 24 a 29: Semente madura e embrião; 24: Aspec[r]

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MORFOLOGIA DOS FRUTOS, SEMENTES E PLÂNTULAS DE Platonia insigms MART. (CLUSIACEAE). I. ASPECTOS ANATÔMICOS DOS FRUTOS E SEMENTES EM DESENVOLVIMENTO.

MORFOLOGIA DOS FRUTOS, SEMENTES E PLÂNTULAS DE Platonia insigms MART. (CLUSIACEAE). I. ASPECTOS ANATÔMICOS DOS FRUTOS E SEMENTES EM DESENVOLVIMENTO.

A região de separação extende-se também por entre os septos, delimitando cada uma das sementes e dos óvulos abortados (Fig.. 31 : Loculo sem semente cie um fruto com 3.0 em de comprim[r]

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Aspectos morfológicos de frutos, sementes, germinação e plântulas de duas espécies florestais da Amazônia: I. Dinizia excelsa Ducke (Angelim-Pedra). II Cedrelinga catenaeformis Ducke (Cedrorana) - Leguminosae: Mimosoideae.

Aspectos morfológicos de frutos, sementes, germinação e plântulas de duas espécies florestais da Amazônia: I. Dinizia excelsa Ducke (Angelim-Pedra). II Cedrelinga catenaeformis Ducke (Cedrorana) - Leguminosae: Mimosoideae.

Morfologia do fruto – o fruto de cedrorana é um legume samaróide (Barroso et al., 1999), 9,0-12,0x2,0-3,0x0,1-0,9cm, indeiscente, monospérmico, pêndulo, formando cadeia longa constituída por dois ou mais legumes. Os pontos de inserção entre os legumes são torcidos, em espaços regulares, facilmente descartáveis, ao longo do fruto. Legume oblongo- elíptico, plano-compresso, de margem inteira a semi-revoluta, às vezes sinuosa, verde quando imaturo, creme a amarelo pardacento quando maduro, cartáceo e glabro. Valvas indeiscentes, suturas evidentes, com cavidade da semente distintamente visível (Figura 2A). Epicarpo opaco, amarelo pardacento, áspero e reticulado. Mesocarpo ausente. Endocarpo plano, amarelo pardacento na região em torno da semente e de coloração marrom na área septada que abriga a semente. Semente única, localizada na região mediana do fruto. Morfologia da semente – a semente de cedrorana é estenospérmica, 2,5-3,9x1,4-1,8x0,32-0,59cm, exalbuminosa, com pleurograma e linha fraturada ausentes. Semente oblonga a suborbicular, com base e ápice arredondados (Figura 2B), superfície verde e lisa, quando hidratada, rugosa e marrom quando desidratada, região central proeminente, descendo em
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Germinação e expressão morfológica de frutos, sementes e plântulas de Pilosocereus pachycladus Ritter.

Germinação e expressão morfológica de frutos, sementes e plântulas de Pilosocereus pachycladus Ritter.

Resumo - Objetivou-se apresentar resultados sobre a morfologia de frutos, sementes, bem como a germinação e a descrição de estádios de crescimento das plântulas de Pilosocereus pachycladus. As sementes utilizadas foram obtidas de frutos colhidos na Fazenda Experimental Vale do Curu, em Pentecoste - CE. Foram utilizados 10 frutos para realização das determinações biométricas e morfológicas. Para a descrição da morfologia das sementes consideraram-se os aspectos externos e internos. Foram testadas duas condições de luminosidade (fotoperíodo de 12 horas e escuro completo) e três temperaturas (25; 30 e 20-30 ºC) dispostas num arranjo fatorial 2 x 3, no modelo inteiramente casualizado com quatro repetições de 50 sementes cada. Efetuaram-se contagens diárias até o 16° dia após a semeadura para avaliar: porcentagem e índice de velocidade de germinação. Para a descrição e ilustração da morfologia externa da plântula, foi realizada a semeadura de 200 sementes em bandeja de polietileno. Avaliaram- se os processos de germinação e crescimento das plântulas de facheiro durante um período de 150 dias, sendo caracterizados oito estádios de desenvolvimento, que foram baseados nas diferenças morfológicas observadas. Conclui-se que o fruto apresenta comprimento de 38,13 mm, espessura de 50,53 mm e 3786 sementes. As sementes de facheiro comportam-se como fotoblástica positivas e as temperaturas constantes de 25 e 30 ºC proporcionaram as maiores porcentagens e velocidades de germinação. Após 150 dias da semeadura a planta encontra-se com epicótilo em crescimento, com presença de grande quantidade de espinhos, e com 94,31 mm de comprimento.
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Aspectos morfológicos de frutos, sementes, germinação e plântulas de Hymenolobium petraeum.

Aspectos morfológicos de frutos, sementes, germinação e plântulas de Hymenolobium petraeum.

Morfologia do fruto, da semente e das plântulas O fruto de H. petraeum é um legume samaróide, seco, comprimido, indeiscente, glabro, monocarpelar, pluriovular, oblongo, com coloração avermelhada a púrpura, sendo a região central mais escura que as bordas, medindo 8,4±1,7cm (13,85,0cm), 2,0±0,3cm (2,81,2cm) e 0,133±0,044g (0,3360,079g) de comprimento, largura e massa de matéria fresca, respectivamente (Figuras 1A e 1B). De acordo com FERREIRA & HOPKINS (2004), o comprimento dos frutos desta espécie está entre 10-4,5cm e largura entre 2,3-1,1cm. A similaridade encontrada corrobora com a consideração de MARTINS & OLIVEIRA (2001) quando ressaltaram que há uma pequena plasticidade fenotípica exibida por frutos, de forma que a sua biometria serve de subsídio para comparações taxonômicas, ecológicas e filogenéticas.
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MORFOTIPOS DE FRUTOS E MORFOLOGIA DE PLÂNTULAS DE

MORFOTIPOS DE FRUTOS E MORFOLOGIA DE PLÂNTULAS DE

Após esta etapa, foi coletado manualmente um cacho de cada palmeira, totalizando cinco cachos por procedência. Os cachos foram transportados para o Laboratório de Sementes da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), em Belém - PA, e pesados individualmente, seguido da mensuração do comprimento e da circunferência do ápice, do meio e da base do cacho, utilizando-se uma trena. Posteriormente, foi realizado o desmanche manual dos cachos, com a remoção de frutos, ráquis e as ráquilas do cacho.

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Morfologia, conservação e ecofisiologia da germinação de sementes de Psidium cattleianum Sabine

Morfologia, conservação e ecofisiologia da germinação de sementes de Psidium cattleianum Sabine

RESUMO - Psidium cattleianum apresenta potencial para uso econômico, entretanto, são poucos os conhecimentos referentes à espécie. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar a biometria dos frutos e sementes, descrever e ilustrar a morfologia dos frutos, sementes, plântulas, plantas jovens e, verificar a existência ou não de dormência nas sementes. Nos estudos morfológicos foram feitos cortes nos frutos e sementes, à mão livre, com uma lâmina e acompanharam-se as fases de desenvolvimento da germinação até a planta jovem. Para acelerar e uniformizar a germinação em relação às sementes do grupo controle efetuou-se corte no tegumento do lado oposto à micrópila; imersão em água em temperatura ambiente de laboratório durante dois minutos, uma, três, seis, nove, 18 e 24 horas e foram mantidas a 20 o C, 25 o C, 30 o C e 20-30 o C. Em outro ensaio, utilizaram-se sementes com punção no tegumento oposto à micrópila; imersas em água em temperatura ambiente de laboratório durante 96, 120 e 144 horas; imersas em água quente durante meio, um, dois, três, quatro e cinco minutos; imersas em ácido sulfúrico durante cinco, dez, 15, 20, 25 e 30 minutos; em acetona, durante 30 e 60 minutos; álcool etílico durante 30 e 60 minutos; sementes expostas a 5 o C durante seis horas; sementes expostas a 65 o C e 100 o C durante seis horas e sementes controle (intactas), as quais foram colocadas para germinar a 20-30 o C. Para as avaliações biométricas, morfologia e para as sementes escarificadas foram utilizadas quatro repetições de 25 sementes. Os testes de germinação nas temperaturas foram mantidos sob fotoperíodo de oito horas. Os resultados mostraram que as sementes e frutos apresentaram pouca variação biométrica e maior variação ocorreu no número de sementes por fruto. As sementes apresentaram dormência tegumentar, a germinação é hipogeal e as plântulas são criptocotiledonares. As sementes imersas em água em temperatura ambiente de laboratório, evidenciaram tendência de germinar mais rapidamente a 20-30 o C na presença de luz branca. As sementes imersas em ácido sulfúrico durante dez, 20 e 25 minutos, submetidas à temperatura de 20-30 o C sob luz branca, apresentaram maiores valores de germinação.
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Caracterização morfológica de frutos, sementes e plântulas de Pseudima frutescens (Aubl.) Radlk. (Sapindaceae)

Caracterização morfológica de frutos, sementes e plântulas de Pseudima frutescens (Aubl.) Radlk. (Sapindaceae)

O tipo de germinação constitui um dos caracteres relevantes para diferenciar as espécies, enquanto o conhecimento morfológico da plântula permite caracterizar famílias, gêneros e até mesmo espécies, podendo ser aplicado em trabalhos de inventário e de manejo florestal. Estes estudos, além das descrições e ilustrações, fornecem informações valiosas sobre a morfologia, germinação, hábitat e identificação de muitas espécies em fases juvenis de crescimento, além de constituírem subsídios para a compreensão do ciclo biológico e da regeneração natural da espécie. No estudo taxonômico, podem fundamentar a sistemática de um grupo e oferecer caracteres auxiliares na interpretação filogenética (Duke, 1965).
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Caracterização morfológica de frutos, sementes, plântulas e germinação de Mucuna aterrima Piper & Tracy

Caracterização morfológica de frutos, sementes, plântulas e germinação de Mucuna aterrima Piper & Tracy

Para a descrição da morfologia das sementes foram utilizadas 50 unidades, escolhidas aleatoriamente. Foram descritas as características externas (comprimento, largura, espessura, tipo, forma, coloração, posição do hilo e da micrópila) e internas (embrião e tecido de reserva). Os valores de comprimento, largura e espessura foram determinados com auxilio de paquímetro digital com precisão de 0,01 mm. Para as observações morfológicas internas, as sementes foram previamente imersas em água destilada por 24 horas, para amolecimento e hidratação. Vencido este período realizaram-se cortes longitudinais com lâmina e em seguida estes foram observados em lupa INALH - MLS 250.
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Qualidade fisiológica e sanitária de sementes de Zinnia elegans Jacq. colhidas em diferentes épocas.

Qualidade fisiológica e sanitária de sementes de Zinnia elegans Jacq. colhidas em diferentes épocas.

RESUMO - O objetivo do trabalho foi o de avaliar a inluência de diferentes épocas de colheita na qualidade isiológica e sanitária de sementes de zínia. As sementes zínia foram originadas de plantas semeadas em outubro de 2004, na área experimental do Departamento de Fitotecnia (UFSM). Os capítulos foram coletados manualmente e de acordo com a sua aparência em sete épocas: 17 de janeiro, 10 de fevereiro, 15 de março (coleta A), 23 de março (coleta B), 12 de abril, 10 de maio (coleta A) e 29 de maio (coleta B) do ano de 2005. Aqueles provenientes de coletas em janeiro, fevereiro e maio (A) apresentavam-se verdolengos, os demais tinham aparência seca. A qualidade isiológica das sementes foi avaliada pelos testes de germinação, primeira contagem, classiicação do vigor de plântulas, comprimento e massa fresca de plântulas, emergência e comprimento de plantas em campo. Foi determinado ainda o grau de umidade das sementes. A qualidade sanitária, pelo teste do papel iltro, foi avaliada aos sete dias. A época de colheita dos capítulos, de acordo com sua aparência, inluencia na qualidade isiológica e sanitária de sementes de Zinnia elegans Jacq. Sementes colhidas de capítulos em estádio seco, com menor grau de umidade, foram as que apresentaram melhor qualidade isiológica. Além disso, a ocorrência de patógenos variou conforme a época de colheita, sendo que sementes provenientes da colheita de fevereiro apresentaram maior porcentagem de incidência de Fusarium spp.
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Avanços nos estudos sobre sementes e plântulas de cactos do Brasil

Avanços nos estudos sobre sementes e plântulas de cactos do Brasil

Os estudos que avaliaram a morfologia de cactos em diferentes estádios ontogenéticos, desde as sementes até as plântulas, passando pelas fases de germinação até o desenvolvimento inicial, foram publicados por Abud et al. com as três espécies de cactos colunares que apresentam as maiores distribuições geográficas na Caatinga: C. jamacaru ssp. jamacaru (Abud et al. 2013), Pilosocereus gounellei (F.A.C. Weber) Byles & G.D. Rowley ssp. gounellei (Abud et al. 2012a) e Pilosocereus pachycladus F.Ritter ssp. pernambucoensis (F.Ritter) Zappi (Abud et al. 2010). Segundo Abud et al. (2010), as sementes de P. pachycladus ssp. pernambucoensis, espécie conhecida popularmente como facheiro, são estenospérmicas, exalbuminosas, com formato ligeiramente obovado-oblíqua. A testa é rugosa e de coloração preta. As sementes são campilótropas, exotestais, bitegumentadas. O embrião é cilíndrico e grande, sendo facilmente observado quando a semente está hidratada. Apresenta coloração branca e ocupa quase todo espaço da semente. Já o tecido de reserva é cotiledonar, de coloração branca e com consistência firme. Essas sementes de facheiro apresentam 1,55 mm de comprimento médio e, aproximadamente 96 horas após a semeadura, é observada a protrusão radicular, através da abertura do opérculo. Esta estrutura cresce rapidamente e, aos seis dias após a semeadura, já é observada uma plântula com comprimento médio de 1,98 mm. Posteriormente, pode ser observado o desenvolvimento do hipocótilo que, após 10 dias de semeadura, encontra-se com aproximadamente 12 mm de comprimento, sendo possível observar também a presença de pelos radiculares nas raízes. Ainda, o desenvolvimento do epicótilo dessa espécie ocorre de forma muito lenta, com 60 dias após a semeadura e a presença de uma grande quantidade de espinhos pode ser observada a partir dos 90 dias de desenvolvimento (Abud et al. 2010). Esse padrão de desenvolvimento lento para a formação do epicótilo, bem como as mudanças morfológicas visualizadas ao longo do processo germinativo e de estabelecimento inicial das plântulas também é observado nas espécies C. jamacaru ssp. jamacaru (Abud et al. 2013) e P. gounellei ssp. gounellei (Abud et al. 2012a).
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TEMPOS DE 
            CONTATO E NVEIS DE MISTURA DE UREIA COM SEMENTES DE BRAQUIRIA 
            BRIZANTHA CV. MARANDU PARA SISTEMAS INTEGRADOS

TEMPOS DE CONTATO E NVEIS DE MISTURA DE UREIA COM SEMENTES DE BRAQUIRIA BRIZANTHA CV. MARANDU PARA SISTEMAS INTEGRADOS

A adubação nitrogenada em cobertura é uma prática agronômica consolidada para diversas espécies cultivadas (SPACKMAN et al., 2019), fornecendo o nutriente no tempo mais apropriado, de maior demanda da cultura estabelecida (PANISON et al., 2019). A semeadura da braquiária nesse momento, após o estabelecimento da cultura principal, visa estabelecer uma pastagem com alto valor bromatológico e de alto rendimento de biomassa (TAFFAREL et al., 2018), com uma menor interferência na produtividade da cultura principal. Pode-se ainda citar como benefício a redução no uso de tempo e combustível, evitando a aplicação isolada de cada insumo, uma vez que vários produtores não possuem máquinas e implementos adaptados para a semeadura simultânea de pequenas sementes .
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