Top PDF Musgos (Bryophyta) de um fragmento de Mata Atlântica na Serra da Jibóia, município de Santa Terezinha, BA, Brasil.

Musgos (Bryophyta) de um fragmento de Mata Atlântica na Serra da Jibóia, município de Santa Terezinha, BA, Brasil.

Musgos (Bryophyta) de um fragmento de Mata Atlântica na Serra da Jibóia, município de Santa Terezinha, BA, Brasil.

RESUMO – (Musgos (Bryophyta) de um fragmento de Mata Atlântica na Serra da Jibóia, município de Santa Terezinha, BA, Brasil). O levantamento de musgos realizado em uma área de Mata Atlântica no município de Santa Terezinha, Bahia, resultou em flora rica, com 61 espécies pertencentes a 23 famílias e 46 gêneros. Sematophyllaceae (sete spp.), Orthotrichaceae (seis spp.), Pilotrichaceae (cinco spp.), Calymperaceae (cinco spp.), Leucobryaceae (cinco spp.) e Meteoriaceae (quatro spp.) apresentaram maior riqueza específica. Actinodontium integrifolium (Broth.) Churchill e Calymperes venezuelanum (Mitt.) Broth. ex Pittier constituem novos registros para o Brasil. Ectropothecium leptochaeton (Schwaegr.) W.R. Buck, Eulacophyllum cultelliforme (Sull.) W.R. Buck & Ireland, Fissidens santa- clarensis Thér., Lepidopilidium portoricense (Müll. Hal.) H.A. Crum & Steere, Mittenothamnium reptans (Hedw.) Card., Orthostichella pentasticha (Brid.) W.R. Buck, Pilotrichella flexilis (Hedw.) Ångstr., Porotrichum mutabile Hampe e Thuidium tomentosum Schimp. são novas ocorrências para a Bahia. Houve predomínio de táxons de distribuição neotropical. A comunidade corticícola foi predominante com 70% das espécies, seguida da epíxila, com 23%. A brioflora do fragmento mostrou-se rica já que corresponde a 24% do total de briófitas atualmente conhecido no Estado.
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Hepáticas (Marchantiophyta) de um fragmento de Mata Atlântica na Serra da Jibóia, Município de Santa Teresinha, BA, Brasil.

Hepáticas (Marchantiophyta) de um fragmento de Mata Atlântica na Serra da Jibóia, Município de Santa Teresinha, BA, Brasil.

RESUMO – (Hepáticas (Marchantiophyta) de um fragmento de Mata Atlântica na Serra da Jibóia, Município de Santa Teresinha, BA, Brasil). Este trabalho apresenta os resultados do levantamento das hepáticas de um fragmento de Mata Atlântica, no Município de Santa Teresinha, Bahia. Foram registradas 70 espécies pertencentes a 41 gêneros e 14 famílias: Aneuraceae (2), Bryopteridaceae (2), Calypogeiaceae (1), Cephaloziaceae (2), Geocalycaceae (2), Herbertaceae (1), Jubulaceae (4), Lejeuneaceae (37), Lepidoziaceae (4), Metzgeriaceae (2), Pallaviciniaceae (2), Plagiochilaceae (8), Radulaceae (2), Trichocoleaceae (1). A família Lejeuneaceae é representada por 53% das espécies. A comunidade corticícola apresentou a maior riqueza específica (67%), seguida pelas epífila (33%) e epíxila (14%). Cinco tipos de formas de crescimento foram reconhecidas: trama (69%), talosa (9%), tapete (19%), pendente (3%) e tufo (1%). Os táxons registrados para a Serra da Jibóia correspondem àqueles mais característicos de florestas tropicais baixo montana e submontana.
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Espécies de Vermiculariopsiella (Hyphomycetes) associadas a substratos vegetais em fragmento de Mata Atlântica, Serra da Jibóia, Estado da Bahia, Brasil.

Espécies de Vermiculariopsiella (Hyphomycetes) associadas a substratos vegetais em fragmento de Mata Atlântica, Serra da Jibóia, Estado da Bahia, Brasil.

RESUMO – (Espécies de Vermiculariopsiella (Hyphomycetes) associadas a substratos vegetais em fragmento de Mata Atlântica, Serra da Jibóia, Estado da Bahia, Brasil). Durante o levantamento de microfungos associados a substratos vegetais na Serra da Jibóia, Santa Terezinha, Bahia, Brasil, no período de outubro/2005 a junho/2006, foram encontradas quatro espécies de Vermiculariopsiella associadas à decomposição de folhas, pecíolos e galhos nesse ecossistema. Vermiculariopsiella. immersa (Desm.) Bender e V. cubensis (R.F. Castañeda) Nawawi, Kuthub. & B. Sutton são novos registros para a Serra da Jibóia e Estado da Bahia respectivamente e V. cornuta (V. Rao & Hoog) Nawawi, Kuthub. & B. Sutton e V. falcata Nawawi, Kuthub. & B. Sutton constituem novos registros para a América do Sul. São apresentadas descrições e ilustrações das características morfológicas das quatro espécies, informações sobre substratos e a distribuição geográfica, bem como chave para identificação de todas as espécies conhecidas de Vermiculariopsiella.
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Riqueza de espécies de fungos conidiais em duas áreas de Mata Atlântica no Morro da Pioneira, Serra da Jibóia, BA, Brasil.

Riqueza de espécies de fungos conidiais em duas áreas de Mata Atlântica no Morro da Pioneira, Serra da Jibóia, BA, Brasil.

A Floresta Atlântica guarda, apesar de séculos de destruição, a maior biodiversidade por hectare entre as Florestas Tropicais (Conti & Furlan 2003). A fragmentação desse ecossistema tem conseqüências sobre a estrutura e os processos das comunidades vegetais, e as respostas dessa e de cada espécie ao habitat variam de acordo com fatores como histórico, tamanho e forma do fragmento, impacto das ações humanas, entre outras (Scariot et al. 2003). Nesses fragmentos de Mata Atlântica a grande quantidade de matéria orgânica produzida garante

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OS DESAFIOS NA IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE ARQUIVOS NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: O CASO DA CAP/PROGEPE – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

OS DESAFIOS NA IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE ARQUIVOS NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: O CASO DA CAP/PROGEPE – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Naturalmente, é preciso conter os desvios significativos que possam ser ditados por comportamentos como resistência às mudanças ou postura comodista em razão das tradições ("aqui [r]

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Dinâmica da vegetação em um fragmento de mata atlântica no nordeste do Brasil.

Dinâmica da vegetação em um fragmento de mata atlântica no nordeste do Brasil.

A classificação das famílias seguiu o sistema APGIII (2009). A grafia dos nomes científicos e autoria das espécies seguiram a base da Lista de Espécies da Flora do Brasil (FORZZA et al., 2012). Os valores de número de indivíduos, área basal, diâmetro médio, número de espécies, número de mortos e número de recrutados foram calculados por ambientes, nos diferentes tempos (2004, 2007 e 2010). Para avaliar a dinâmica dos indivíduos do dossel e sub-bosque por ambiente nos tempos foram calculadas as taxas de mortalidade, recrutamento, perda e ganho de área basal, rotatividade (turnover) em número de indivíduos e área basal e o incremento periódico anual em diâmetro (SHEIL et al., 1995; SHEIL; MAY, 1996; OLIVEIRA-FILHO et al., 1997; SHEIL et al., 2000). Os cálculos dos parâmetros foram realizados no programa ® MS Excel (2007).
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A IMPLANTAÇÃO DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO POR COMPETÊNCIAS NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS NO ANO DE 2014 – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A IMPLANTAÇÃO DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO POR COMPETÊNCIAS NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS NO ANO DE 2014 – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O capítulo I apresenta a política implantada pelo Choque de Gestão em Minas Gerais para a gestão do desempenho na Administração Pública estadual, descreve os tipos de pro[r]

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4. Diversidade de formigas (Hymenoptera: Formicidae) em um fragmento de Mata Atlântica no município de Mogi das Cruzes (SP)

4. Diversidade de formigas (Hymenoptera: Formicidae) em um fragmento de Mata Atlântica no município de Mogi das Cruzes (SP)

As coletas foram realizadas em um fragmento de Mata Atlântica localizado na Serra do Itapeti, no município de Mogi das Cruzes (SP) (Figura 1), especificamente nas dependências do Centro de Referência Socioambiental Mata Atlântica (CRSMA) (S 23º44’80” e O 46º24’66”), que é mantido pela empresa Kimberly-Clark. A Serra do Itapeti está localizada na Região do Alto Tietê, especificamente nos municípios de Mogi das Cruzes, Suzano e Guararema. É um maciço de Mata Atlântica inserido na porção Leste da Região Metropolitana de São Paulo, com 5,2 mil ha de extensão e até 5 km de largura. Em Mogi das Cruzes, a Serra do Itapeti apresenta picos que alcançam mais de 1.100 m de altitude com cerca de 350 m de diferença de altura entre a base e o topo (SARTORELLO, 2018). O clima da região é classificado como subtropical de altitude, com inverno seco e verão ameno, e temperatura média do mês mais quente é inferior a 22ºC (CPTEC/INPE, 2018). Os níveis pluviométricos anuais variam de 1.300 a 1.700 mm, sendo julho o mês mais seco e frio (PAGANI, 2012).
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IMPLANTAÇÃO DA REDE DE APOIO À CULTURA DE PAZ NO AMBIENTE ESCOLAR NA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE UBÁ – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

IMPLANTAÇÃO DA REDE DE APOIO À CULTURA DE PAZ NO AMBIENTE ESCOLAR NA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE UBÁ – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Com a mudança de gestão da SRE Ubá em 2015, o presidente do CME de 2012 e também Analista Educacional foi nomeado Diretor Educacional da SRE Ubá e o projeto começou a ganhar form[r]

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Plantas ornitófilas, com enfoque em Sinningia sceptrum (Mart.) Wiehler (Gesneriaceae), em fragmento de Floresta Atlântica: aspectos reprodutivos e rede de interações mutualísticas

Plantas ornitófilas, com enfoque em Sinningia sceptrum (Mart.) Wiehler (Gesneriaceae), em fragmento de Floresta Atlântica: aspectos reprodutivos e rede de interações mutualísticas

polinizador principal de M. velloziana, também observado por BRAZ et al. (2000), embora essas autoras não tenham observado A. lactea nas flores dessa acantácea. Em Palicourea longipenduculata, Silva et al. (2010) acrescentaram, além dos beija-flores aqui registrado, A. fimbriata e C. aureoventris (= C. lucidus). Em Sinningia sceptrum, em três anos seguidos de observação, notou-se que a riqueza e frequência de visitação dos polinizadores mudaram entre os anos, sobretudo devido alterações nas densidades de floração (ver capítulo 1). Portanto, as comparações mostraram a existência de variações inter-anuais nas interações entre plantas e polinizadores. Variações também foram observadas em outros trabalhos e estão relacionadas ao aspecto oportunista desses organismos (DUPONT et al., 2009; PETANIDOU et al., 2008; PRICE et al., 2005). Lázaro et al. (2010) afirmaram que o número de interações entre os anos dependente da duração da floração, esforço amostral e abundância dos polinizadores. Assim, os diferentes resultados encontrados para polinização por beija-flores na Mata do Paraíso podem ser reflexos tanto das alterações inter-anuais ou um viés imposto pelo total de horas amostrais. Estudos de longo prazo podem identificar mudanças temporais nas interações da rede local, inclusive as consequências de acréscimo ou perda de espécies. No entanto, trabalhos recentes já demonstram que em redes mutualísticas de polinização, as diferenças inter-anuais das interações provocam poucas alterações no aninhamento da rede (PETANIDOU et al., 2008); apesar de provocarem mudanças em seus níveis de generalização (LÁZARO et al., 2010; PETANIDOU & POTTS, 2006).
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O FLUXO DE PROCESSOS NA COORDENAÇÃO DE CONTRATOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: UM ESTUDO SOBRE OS MAIORES DESAFIOS PARA A OTIMIZAÇÃO DOS TRABALHOS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O FLUXO DE PROCESSOS NA COORDENAÇÃO DE CONTRATOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: UM ESTUDO SOBRE OS MAIORES DESAFIOS PARA A OTIMIZAÇÃO DOS TRABALHOS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Vale registrar, que essa pesquisa tem por objetivos específicos descrever os desafios enfrentados para o regular desenvolvimento dos processos de trabalho que visem à formalização [r]

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Novas ocorrências de hepáticas (Marchantiophyta) para o estado da Bahia, Brasil.

Novas ocorrências de hepáticas (Marchantiophyta) para o estado da Bahia, Brasil.

Foram catalogadas por Yano (1996) 1.125 espécies de hepáticas (Marchantiophyta) para o Brasil. Recentemente, Gradstein & Costa (2003) reuniram em uma obra cerca de 600 espécies de hepáticas e antóceros para o País, citando em acréscimo cerca de 200 como duvidosas ou pouco conhecidas. Os referidos autores estimaram que o número de espécies desse grupo no Brasil deverá atingir cerca de 700-750 após a realização de levantamentos brioflorísticos em áreas ainda não exploradas.

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EMISSÕES DE GEE DO BRASIL

EMISSÕES DE GEE DO BRASIL

Após o sucesso histórico do multilateralismo com a assinatura do Acordo de Paris, em dezembro de 2015, a maré política global pareceu virar no sentido do isolacionismo nos meses seguintes: no meio do ano, o Reino Unido decidiu em referendo, por curta mar- gem de votos, sair da União Europeia, enfraquecendo o bloco que liderava a transição global para a descarbonização. Em novembro, o Colégio Eleitoral dos Estados Unidos ga- rantiu a vitória a Donald Trump na sucessão de Barack Obama, e o maior emissor históri- co de gases de efeito estufa do planeta efetivamente retirou-se do processo multilateral. Trump, que se elegera prometendo “cancelar” o Acordo de Paris, iniciou a desestrutu- ração de todas as políticas públicas de clima na esfera federal com poucos meses de mandato. Em junho de 2017, anunciou que os EUA sairiam do acordo do clima ou busca- riam “renegociá-lo”, provocando reação imediata da comunidade internacional. Embora a saída dos EUA possa não chegar a se concretizar, já que pelas regras do acordo isso só poderia ocorrer a partir de 2020, o cancelamento das contribuições americanas ao Fundo Verde do Clima tende a contaminar o debate sobre financiamento das NDCs (Contribui- ções Nacionalmente Determinadas) condicionais dos países em desenvolvimento. O real prejuízo das mudanças nos EUA e na União Europeia sobre a ação climática glo- bal ainda é desconhecido no momento em que este relatório é publicado. Há, porém, um terceiro grande emissor de gases de efeito estufa que sofreu um terremoto político em 2016 com impactos nitidamente negativos para a agenda de clima e para as emis- sões: o Brasil.
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EMISSÕES DO SETOR DE RESÍDUOS

EMISSÕES DO SETOR DE RESÍDUOS

Até a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, os marcos regulatórios do setor de resíduos industriais se direcionavam, principalmente, para a elaboração de um inventário nacional, onde as indústrias deveriam apresentar aos respectivos órgãos estaduais informações sobre geração, características, armazenamento e des- tinação de seus resíduos (IPEA, 2012a). A PNRS prevê obrigações para o setor produ- tivo, responsabilizando o gerador pelo tratamento e destinação final dos resíduos, podendo executar essa função internamente ou contratar serviços de empresas es- pecializadas (BRASIL, 2010).
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EMISSÕES DO SETOR DE AGROPECUÁRIA

EMISSÕES DO SETOR DE AGROPECUÁRIA

ganhando corpo, mas ainda não está completamente consolidado. É neces- sário incentivo de políticas públicas e criações de um sistema regulatório que contemplem os 190 países envolvidos. O Brasil ocupa a terceira posição mun- dial entre os países que participam desse mercado, com cerca de 5% do total mundial e 268 projetos (Portal Brasil, 2014). Esse baixo desempenho se dá pela falta de estímulo, por meio de benefícios para quem produz e consome produtos de baixo carbono e também a falta de taxas e monitoramento para aqueles que não cumprem suas metas de redução. Ademais, este mercado ainda está sendo implantado, pois não possui um mecanismo unificado de precificação das emissões, por isso a perspectiva é de que a partir de 2017 essa precificação seja feita no país para ser implementado no Brasil entre 2020 e 2025. Alinhando essa projeção aos planos de redução como o ABC, até lá muitas oportunidades de vendas de créditos serão desperdiçadas pela falta de modelo de mercado.
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EMISSÕES DO SETOR DE MUDANÇA DE USO DA TERRA

EMISSÕES DO SETOR DE MUDANÇA DE USO DA TERRA

Os dados disponíveis para calcular as emissões do setor MUT com o mesmo nível de acurácia utilizada no inventário são escassos. Os mapas de uso e cobertura da terra na escala do Brasil existem, mas estão disponíveis somente para dois pontos no tempo (1994-2002 e 2002-2010). Além dos dados de biomassa, que existem com alto nível de precisão e estão geoespacializados somente para o bioma Amazônia (ex. Projeto RadamBrasil). Para os outros biomas, as informações de biomassa disponíveis não co- brem todo o bioma. No entanto, o Serviço Florestal Brasileiro está em andamento com o Inventário Florestal Nacional e estes dados podem ajudar, futuramente, na elabora- ção de mapas de biomassa com abrangência nacional, mais precisos.
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EMISSÕES DOS SETORES DE ENERGIA, PROCESSOS INDUSTRIAIS E USO DE PRODUTOS

EMISSÕES DOS SETORES DE ENERGIA, PROCESSOS INDUSTRIAIS E USO DE PRODUTOS

O transporte de cargas no Brasil emitiu 105,2 MtCO 2 e em 2015, o que correspondeu a aproximadamente metade das emissões do segmento de transportes ou um quinto das emissões do universo dos setores de Energia e PIUP. A elevada predominância do modal rodoviário no país, quando comparado a outros países de dimensões continentais (Figu- ra 10), explica, em grande medida, a enorme importância que o óleo diesel tem no consu- mo energético dos transportes e nas emissões de GEE relacionadas à energia, bem como a presença dos caminhões como principal fonte emissora, não apenas no segmento de transportes, mas no setor de energia como um todo. Basta ver que as emissões dessa ca- tegoria de veículos no Brasil (85,5 MtCO 2 e) são maiores, por exemplo, do que as emissões de toda a queima de combustíveis 4 no segmento industrial (71,8 MtCO
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CARLOS DA CUNHA SILVA PROPOSTA DE REORGANIZAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS NA SUPERINTENDÊNCIA DE PESSOAL DA SECRETARIA DE ESTADO DE

CARLOS DA CUNHA SILVA PROPOSTA DE REORGANIZAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS NA SUPERINTENDÊNCIA DE PESSOAL DA SECRETARIA DE ESTADO DE

A pesquisa teve como objetivo analisar como se dá o relacionamento institucional entre a Superintendência de Pessoal (SPS) – Órgão Central da Secretaria de Estado de Educ[r]

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UMA PROPOSTA DE CONSOLIDAÇÃO DA PROVA PADRONIZADA NA REDE MUNICIPAL DE TERESINA

UMA PROPOSTA DE CONSOLIDAÇÃO DA PROVA PADRONIZADA NA REDE MUNICIPAL DE TERESINA

Na esfera nacional, destaque para o Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB), coordenado pelo INEP, o qual compreende um conjunto de avaliações da educação brasileira,[r]

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