Top PDF Musgos pleurocárpicos das matas de galeria da Reserva Ecológica do IBGE, RECOR, Distrito Federal, Brasil.

Musgos pleurocárpicos das matas de galeria da Reserva Ecológica do IBGE, RECOR, Distrito Federal, Brasil.

Musgos pleurocárpicos das matas de galeria da Reserva Ecológica do IBGE, RECOR, Distrito Federal, Brasil.

RESUMO – (Musgos pleurocárpicos das matas de galeria da Reserva Ecológica do IBGE, RECOR, Distrito Federal, Brasil). A Reserva Ecológica do IBGE, localizada a 35 km ao sul do centro da cidade de Brasília é possuidora de área representativa do bioma cerrado sendo uma das Áreas Núcleo da Reserva da Biosfera do Cerrado, criada em 1993, pela UNESCO. Neste trabalho são apresentados os musgos pleurocárpicos que ocorrem na reserva e que estão representados por nove famílias e 15 espécies. A família com maior número de especies encontrada é Sematophyllaceae (quatro). Foram encontradas cinco novas ocorrências para o Distrito Federal e seis para a região Centro-Oeste. São apresentadas chaves e diagnoses.
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Musgos acrocárpicos das matas de galeria da Reserva Ecológica do IBGE, RECOR, Distrito Federal, Brasil.

Musgos acrocárpicos das matas de galeria da Reserva Ecológica do IBGE, RECOR, Distrito Federal, Brasil.

RESUMO – (Musgos acrocárpicos das Matas de Galeria da Reserva Ecológica do IBGE, RECOR, Distrito Federal, Brasil). A Reserva Ecológica do IBGE, localizada a 35 km ao sul do centro da cidade de Brasília é uma das Áreas Núcleo da Reserva da Biosfera do Cerrado, criada pela UNESCO. Neste trabalho são apresentados os musgos acrocárpicos que alí ocorrem e que são representados por 12 famílias e 26 espécies sendo Bryaceae (cinco) a de maior riqueza específica. Foram encontradas quatro novas ocorrências para o Distrito Federal e duas para a região Centro-Oeste. São apresentadas chaves, cometários, distribuição geográfica e diagnoses.
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Dinâmica metapopulacional e diversidade β de drosofilídeos (Insecta, Diptera) associados a matas de galeria no cerrado do Distrito Federal

Dinâmica metapopulacional e diversidade β de drosofilídeos (Insecta, Diptera) associados a matas de galeria no cerrado do Distrito Federal

Este estudo foi realizado em quatro áreas protegidas (APs) do Cerrado no Distrito Federal: Estação Ecológica de Águas Emendadas (ESECAE), Parque Nacional de Brasília (PNB), Estação Ecológica do Jardim Botânico de Brasília (EEJBB) e Reserva Ecológica do IBGE (RECOR). Essas áreas protegidas são de grande importância para o Cerrado, pois abrigam nascentes de rios que abastecem diferentes bacias hidrográficas e contêm amostras representativas das principais fitofisionomias do Cerrado (campos abertos, savanas arbustivas, cerradões e matas da galeria), sendo por isso consideradas áreas núcleo da Reserva da Biosfera do Cerrado no Distrito Federal, reconhecida pela UNESCO em 1993. A ESECAE, localizada na porção nordeste do Distrito Federal (15º32’S; 47º33’W), a 40 km do centro de Brasília, compreende uma área de cerca de 10.500 ha (Silva & Felfili 1996). O PNB, abrangendo uma área de aproximadamente 42.000 ha, está localizado no norte do Distrito Federal (15°35'S; 47°53'W). É a maior área de proteção integral do Distrito Federal, ocupando 7,31% do seu território (MMA & TNC 2007). A EEJBB ocupa uma área de 4.500 ha e é contigua à RECOR, estando situadas a 35 km ao sul de Brasília (EEJBB-15°55’S; 47°55’W e RECOR-15 o 56'S; 47 o 53'W). A RECOR possui uma área de 1.350 ha e faz limite a nordeste com a EEJBB. Além da matriz urbana (cidade de Brasília), que isola as áreas amostradas, existem também diferentes tipos de matrizes agropastoris que juntas inviabilizam ou reduzem o fluxo de indivíduos entre elas.
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MUSGOS URBANOS DO RECANTO DAS EMAS, DISTRITO FEDERAL, BRASIL

MUSGOS URBANOS DO RECANTO DAS EMAS, DISTRITO FEDERAL, BRASIL

Neste contexto, a brioflora do Distrito Federal é particularmente pouco conhecida. Os trabalhos que citam briófitas para a região, o fazem dentro de contexto mais amplo de briófitas do cerrado, ou de revisões de gêneros e teses que incluem material do DF. Os primeiros estudos específicos para a região foram realizados pelo pesquisador científico Daniel Vital, do Instituto de Botânica de São Paulo, em expedição a Brasília em 1984, sem que os resultados fossem devidamente publicados. Após quase uma década deste evento, uma listagem prévia para a região do cerrado foi preparada por Filgueiras e Pereira (1993). Recentemente, foi feito o levantamento das briófitas das matas de galeria da Reserva Ecológica do IBGE, DF (Câmara 2002).
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Musgos urbanos do recanto das Emas, Distrito Federal, Brasil.

Musgos urbanos do recanto das Emas, Distrito Federal, Brasil.

Neste contexto, a brioflora do Distrito Federal é particularmente pouco conhecida. Os trabalhos que citam briófitas para a região, o fazem dentro de contexto mais amplo de briófitas do cerrado, ou de revisões de gêneros e teses que incluem material do DF. Os primeiros estudos específicos para a região foram realizados pelo pesquisador científico Daniel Vital, do Instituto de Botânica de São Paulo, em expedição a Brasília em 1984, sem que os resultados fossem devidamente publicados. Após quase uma década deste evento, uma listagem prévia para a região do cerrado foi preparada por Filgueiras e Pereira (1993). Recentemente, foi feito o levantamento das briófitas das matas de galeria da Reserva Ecológica do IBGE, DF (Câmara 2002).
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Briófitas de matas de galeria da APA de Cafuringa, Brasília, DF - Brasil

Briófitas de matas de galeria da APA de Cafuringa, Brasília, DF - Brasil

O Bioma Cerrado é um importante corredor ecológico que integra outros grandes Biomas, pois apresenta nascentes de três grandes bacias sul-americanas: a Bacia Amazônica, a Bacia Platina e a Bacia do São Francisco. Dentre as fitofisionomias do Cerrado, as matas de galeria são formações florestais associadas aos cursos de água, como rios de pequeno porte e córregos do planalto brasileiro. Uma das áreas que possui uma grande proporção de matas de galeria, a Área de Proteção Ambiental (APA) de Cafuringa é considerada a última fronteira natural do DF. As matas de galeria são ambientes considerados ótimos para o crescimento de vegetais que dependem de água para fertilização, como as briófitas, devido às características de umidade relativa, temperatura e de substratos dessas áreas. Essas características ainda conformam uma diversidade microclimática, repercutindo numa alta diversidade de espécies de musgos. As briófitas são o segundo maior grupo de plantas terrestres, e estima-se que a maior diversidade desse grupo esteja nas regiões tropicais. Os musgos apresentam três tipos distintos de forma de crescimento, sendo: Acrocárpicos, Cladocárpicos e Pleurocárpicos. No último checklist para o Distrito-Federal foram registradas 60 espécies de musgos clado e pleurocárpicos, estando distribuídas em 37 gêneros e 17 famílias. Diante disso, o objetivo deste trabalho foi realizar o inventário florístico dos musgos clado e pleurocárpicos de matas de galerias da APA de Cafuringa e analisar a diversidade de espécies entre as matas amostradas, bem como compará-las com outras áreas do DF. Foram realizadas coletas de março de 2009 a janeiro de 2010. Além das plantas coletadas foram analisados os materiais provenientes dos Herbários UB, HEPH, IBGE, CEN, SP, NY e MO. Ocorrem 53 espécies de musgos em matas de galeria da APA de Cafuringa. O trabalho foi dividido em 2 capítulos. No primeiro capítulo são tratados tratados 23 taxa de musgos pleuro e cladocárpicos de matas de galeria da APA de Cafuringa, com chaves de identificação, descrições para as espécies e fotos de caracteres diagnósticos. Duas espécies foram determinadas como nova ocorrência para o DF, Cyclodictyon albicans (Hedw.) Kuntze e Eulacophyllum cultelliforme (Sull.) W.R. Buck & Ireland. Será submetido à revista Hoehnea. O segundo capítulo analisa a diversidade de musgos da APA de Cafuringa e sua relação florística com outras áreas do DF e será submetido à revista Acta Botanica Brasilica.
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Diversidade e distribuição de anfíbios anuros associados a matas de galeria dentro e fora de unidades de conservação do Distrito Federal

Diversidade e distribuição de anfíbios anuros associados a matas de galeria dentro e fora de unidades de conservação do Distrito Federal

Existe um consenso sobre a relevância ecológica desempenhada pelas matas de galeria na conservação da biodiversidade de anfíbios (Lima e Gascon, 1999; Brandão e Araújo, 2001). Apesar de não ser utilizada por todas as espécies, é importante considerar a influência destas matas como corredores de movimentação da fauna na integração entre unidades de conservação e região de entorno. Nesse sentido, é interessante constatar que maior riqueza e diversidade de espécies foram encontradas no interior de ambas as unidades de conservação, mesmo com a pequena distância geográfica das parcelas correspondentes na região de entorno. Os distúrbios ocasionados pela ocupação humana fora das UCs podem estar afetando diretamente estes ambientes, comprometendo sua qualidade. Impactos diretos são evidentes como a substituição da vegetação nativa por pastagem e asfalto, aterro de nascentes, erosão, presença de fossas sanitárias, esgoto, animais domésticos e lixo.
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Diversidade e distribuição de espécies arbóreas em duas matas de galeria na micro-bacia do Riacho Fundo, Distrito Federal.

Diversidade e distribuição de espécies arbóreas em duas matas de galeria na micro-bacia do Riacho Fundo, Distrito Federal.

indicadas na Tab. Este grupo foi formado pela maioria das parcelas amostradas nas duas ma- tas, combinando parcelas do trecho Final do Açudinho e das três linhas do Riacho [r]

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Variação Temporal das Assembleias de Drosofilídeos (Diptera, Drosophilidae) na Reserva Ecológica do IBGE

Variação Temporal das Assembleias de Drosofilídeos (Diptera, Drosophilidae) na Reserva Ecológica do IBGE

Para avaliar se o conceito de "suficiência taxonômica" poderia ser utilizado, foi feita uma matriz de grupo/gêneros usando, para os Drosophilidae coletados, os treze grupos de espécies do gênero Drosophila e mais um não agrupado representado por Drosophila flexa, bem como os três outros gêneros, Rhinoleucophenga, Scaptodrosophila, Zaprionus, cada qual representado por apenas uma espécie. Esta matriz de grupos/gêneros foi comparada com a matriz de espécies entre os dois anos de amostragem, para as matas de galeria, para os cerrados sensu stricto e para as duas fitofisionomias conjuntamente (mata + cerrado) utilizando o teste de Mantel feito na plataforma de programação R (R Core Team 2015), usando o pacote vegan (Oksanen et al. 2015). Foram utilizados dados de abundância total, transformados em log + 1, usando o índice de similaridade de Bray-Curtis. Esta análise é um teste por permutação, neste caso 9999, para a correlação entre duas matrizes de similaridade.
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Musgos pleurocárpicos do Parque Estadual das Sete Passagens, Miguel Calmon, Bahia, Brasil.

Musgos pleurocárpicos do Parque Estadual das Sete Passagens, Miguel Calmon, Bahia, Brasil.

A espécie é facilmente diferenciada das demais encontradas no Parque por apresentar filídios com costa simples, longo-excurrente e filídios dispostos no caulídio em três fileiras, duas laterais e uma dorsal, sendo as laterais formadas por filídios oblongos e a dorsal formada por filídios visivelmente menores. Os espécimes ocorreram como epíxilos ou rupícolos em ambientes de floresta estacional entre 900 a1200 m. Espécie Pantropical. No Brasil, foi reportada para os seguintes estados: AC, AM, BA, CE, DF, ES, GO, MG, MT, MS, PA, PE, PR, RJ, RO, RS, SC e SP.

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Fitossociologia de uma área de cerrado denso na RECOR-IBGE, Brasília-DFFitossociologia de uma área de cerrado denso na RECOR-IBGE, Brasília-DF.

Fitossociologia de uma área de cerrado denso na RECOR-IBGE, Brasília-DFFitossociologia de uma área de cerrado denso na RECOR-IBGE, Brasília-DF.

sericea, Qualea grandiflora, Xylopia aromatica, Bowdichia virgiloides e Miconia sellowiana. Mesmo estando duas dessas espé- cies entre as mais importantes para a área de cerrado denso do IBGE, sendo inclusive uma delas (Emmotum nitens) considerada como preferencial de cerradão (Felfili & Silva Jr. 1992), nenhuma das outras foi encontrada na área amostrada, mostrando a maior afinidade florística desta com as áreas de cerrado s.s e de cerradão estudado por Felfili et al. (1993; 1994) na APA Gama Cabeça do Veado, da qual a reserva do IBGE faz parte.

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GESTÃO DA IMPLEMENTAÇÃO DO NOVO CURRÍCULO DE ENSINO BÁSICO EM MOÇAMBIQUE: O CASO DAS ESCOLAS DO DISTRITO MUNICIPAL KAMAXAKENI – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

GESTÃO DA IMPLEMENTAÇÃO DO NOVO CURRÍCULO DE ENSINO BÁSICO EM MOÇAMBIQUE: O CASO DAS ESCOLAS DO DISTRITO MUNICIPAL KAMAXAKENI – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Para este estudo foram analisadas as principais fontes documentais do Ministério da Educação e dos SDEJT2, a saber: Plano Curricular do Ensino Básico (PCEB), programas de ensino, Regulamento Geral das Escolas do Ensino Básico (REGEB) e outros documentos complementares que orientam os SDEJT sobre como deve ser implementado o currículo. A análise desses documentos permitiu explorar algumas informações, de modo a obter mais detalhadamente dados sobre como as inovações estão sendo implantadas nas escolas do distrito. Foram realizadas entrevistas com o diretor dos SDEJT e com o técnico responsável pelo Ensino Básico na Repartição do Ensino Geral nos serviços dessa instituição. Os questionários foram aplicados a 14 diretores das escolas do distrito supracitado e a 14 adjuntos pedagógicos das mesmas escolas. Ter acesso à visão desses sujeitos foi fundamental para que pudéssemos compreender como os profissionais lidam diretamente com a implementação do currículo.
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Simpatria e dieta de Callithrix penicillata (Hershkovitz) (Callitrichidae) e Cebus libidinosus (Spix) (Cebidae) em matas de galeria do Distrito Federal, Brasil.

Simpatria e dieta de Callithrix penicillata (Hershkovitz) (Callitrichidae) e Cebus libidinosus (Spix) (Cebidae) em matas de galeria do Distrito Federal, Brasil.

Parece ocorrer baixa competição entre as espécies de pri- matas, pois as mesmas aparentemente não apresentaram com- portamento agonístico entre si quando se encontraram. A aparente tranqüilidade de interação entre elas nos leva a suge- rir que a simpatria, pelo menos naquele local, pode ser comum, pois as duas espécies se alimentaram dos frutos de um mesmo indivíduo arbóreo no mesmo horário, sendo que cada grupo ocupou um estrato diferente do dossel. Vê-se, portanto, que a associação entre as espécies parece ser natural. Porém um estu- do mais detalhado torna-se necessário para que estes dados se- jam confirmados, pois se tratou de um comportamento muito pouco freqüente entre estas espécies.
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PADRÕES NUTRICIONAIS DE ESPÉCIES LENHOSAS DO CERRADO Janaina Fernandes de Araújo

PADRÕES NUTRICIONAIS DE ESPÉCIES LENHOSAS DO CERRADO Janaina Fernandes de Araújo

Cerrado, no sentido amplo, é o nome que recebe a vegetação característica da região central do Brasil (Eiten, 1982). O Bioma Cerrado ocupa grande extensão do território brasileiro, constituindo-se no segundo maior bioma do Brasil, ocupando aproximadamente dois milhões de quilômetros quadrados. A política de interiorização do território nacional, sobretudo com a implantação da nova capital federal, Brasília, na região Centro-Oeste, nos anos de 1950-60, resultou em um processo crescente de degradação desse bioma. Estima-se que mais da metade da extensão do Cerrado já tenha sido transformada em pastagens plantadas, em áreas de cultivo e usada para outros fins (Klink & Machado, 2005).
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DISTRIBUIÇÃO ORÇAMENTÁRIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: UMA PROPOSTA DE REVISÃO DO MODELO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

DISTRIBUIÇÃO ORÇAMENTÁRIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: UMA PROPOSTA DE REVISÃO DO MODELO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Ao longo do capítulo 1 da presente pesquisa foi possível observar que o REUNI, como política pública para a expansão do ensino superior público, possibilitou à UFJF e a várias outras IFES recursos que viabilizaram o crescimento de seus espaços físicos, o aumento no número de alunos, professores e técnicos administrativos em educação, a criação de cursos de graduação e a expansão da pós-graduação. Seu principal objetivo foi a reestruturação do ensino superior no Brasil, prevendo, também, redução da evasão, ampliação da oferta de vagas nos cursos de graduação – principalmente no horário noturno –, disponibilização de novos cursos, reestruturação acadêmica com atualização de metodologias de ensino-aprendizagem, mobilidade intra e interinstitucional, ampliação das políticas de inclusão e assistência estudantil e articulação da graduação com a pós- graduação e da educação superior com a educação básica (BRASIL, 2007).
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Estrutura e dinâmica da regeneração natural de uma mata de galeria no Distrito Federal, Brasil.

Estrutura e dinâmica da regeneração natural de uma mata de galeria no Distrito Federal, Brasil.

ABSTRACT – (Structure and dynamics of natural regeneration in a gallery forest in Federal District, Brazil).The objective of this study was to analyze the composition and the dynamics of the natural regeneration of the Gama gallery forest at the Fazenda Água Limpa, in the Federal District, over a period of 13 years (1986-1999) and to detect patterns associated between edge and interior of the forest. A total of 151 plots of 10×20 m were allocated continually along ten lines, used for sampling the arboreal vegetation. Each (10×20 m) plot, contained sub-plots of 5×5 m (saplings) and of 2×2 m (seedlings) for sampling natural regeneration. Ten additional plots were sampled at the edge of the forest for comparison of the floristic diversity. The predominant families were practically the same for seedlings and saplings: Myrtaceae, Melastomastaceae, Proteaceae and Lauraceae. Metrodorea pubescens A. St.-Hil. & Tul. and Amaioua guianensis Aubl. were the species with greater relative density in both regeneration stages. The species in the plots at the edge were practically the same found in the interior of the forest except for some species like Bauhinia rufa and Campomanesia eugenioides. Two different communities composed by different species according to their water requirementes, were identified for plots at the forest edge and also for plots at the interior. The forest has not been suffering disturbances and the great majority of the species was present in both size categories and in similar levels of density with few exceptions, indicating stability in the floristic composition and structure over time, in spite of a reduction in density.
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SISTEMA DE GESTÃO DE CONTRATOS CONTINUADOS: UMA ANÁLISE DAS LIMITAÇÕES ENFRENTADAS NA GESTÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

SISTEMA DE GESTÃO DE CONTRATOS CONTINUADOS: UMA ANÁLISE DAS LIMITAÇÕES ENFRENTADAS NA GESTÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

A LOA será formada pela elaboração de três orçamentos, sendo estes: fiscal, da seguridade social e dos investimentos de empresa com participação direta ou indireta da União. A LOA irá determinar a estimativa de receita e despesa da União, tendo como intuito alcançar os objetivos e metas previstos no PPA, na forma estabelecida pela LDO. Importante ressaltar que é de competência da União a elaboração do orçamento, sob a responsabilidade do MPOG mediante a Secretaria de Orçamento Federal (SOF). Conforme Vieira e Furtado (2015), para a elaboração da proposta orçamentária, a administração deve observar procedimentos como: as Unidades Gestoras (UG) de cada órgão precisam elaborar suas propostas observando as metas estabelecidas no PPA priorizadas pela LDO em que cada tipo de despesa demonstrará a sua memória de cálculo que ficará em poder de cada unidade para fins de comprovação dos valores consolidados se for o caso; após o término da elaboração de suas propostas deve-se enviá-las ao setor de orçamento de cada instituição que consolidará a proposta orçamentária; tal proposta será enviada para o MPOG por ser o órgão central de planejamento e orçamento, que realiza a consolidação geral. Seguindo o processo, será enviada a proposta orçamentária pelo Presidente da República ao Congresso Nacional (CN) mediante projeto de lei até o último dia de agosto.
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Produção de serapilheira em floresta de galeria e floresta mesofítica na dolina da garapa, Distrito Federal, Brasil.

Produção de serapilheira em floresta de galeria e floresta mesofítica na dolina da garapa, Distrito Federal, Brasil.

RESUMO: A serapilheira acumulada sobre o solo das florestas tem papel importante na dinâmica desses ecossistemas, pois a maior parcela da energia que flui no sistema está concentrada nesse compartimento. Objetivou-se, neste estudo, quantificar e analisar a serapilheira formada abaixo do dossel da Floresta de Galeria e Mesofítica, presentes na Dolina da Garapa-DF, relacionando-a com variáveis meteorológicas e ecofisiológicas, buscando verificar diferenças significativas entre estes dois ambientes florestais e entre os meses de estudo. De janeiro de 2006 a dezembro de 2007, foram dispostos 50 coletores de serapilheira em cada ambiente florestal, em que foi coletada, pesada e classificada a serapilheira em folhas, caule e galhos, flores, frutos e sementes. Os valores médios encontrados de produção de serapilheira em massa total de folhas, flores e caules, galhos, frutos e sementes, foram diferentes significativamente nos dois ambientes estudados. Na correlação entre as variáveis meteorológicas e ecofisiológias e o valor de serapilheira registrado, observou-se, que apenas a variável temperatura não obteve significância do coeficiente de correlação ( < 0,5) para produção de serapilheira. Pela produção total de serapilheira durante o período estudado mostrou-se que a Floresta Mesofítica é a mais vulnerável a fatores externos meteorológicos e a fatores ecofisiológicos de suas espécies, do que a Floresta de Galeria. Primeiro pelo fator espacial, a localização da Floresta de Galeria, em baixa altitude, não está exposta a fatores meteorológicos (por exemplo, radiação solar) como a Floresta Mesofítica, e segundo pela proximidade do curso d´água. Esse fator espacial e a menor influência dos fatores meteorológicos mantiveram a produção de serapilheira total com um menor desvio médio na Floresta de Galeria em uma escala temporal, sendo que a Floresta Mesofítica ficou susceptível a variações sazonais meteorológicas, tendo assim um maior desvio médio da produção de serapilheira, ao longo do período estudado.
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Community ecology of Bethylidae (Hymenoptera, Chrysicloidea) from Reserva Ecológica do Roncador, Brasilia, Distrito Federal, Brazil.

Community ecology of Bethylidae (Hymenoptera, Chrysicloidea) from Reserva Ecológica do Roncador, Brasilia, Distrito Federal, Brazil.

Este trabalho tem como objetivo analisar a estrutura de comunidade e similaridade tàunística entre diferentes áreas da Reserva Ecológica Roncador, Brasília, Distrito[r]

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EXPANSÃO E FINANCIAMENTO DO SISTEMA DE ENSINO SUPERIOR FEDERAL: O CASO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

EXPANSÃO E FINANCIAMENTO DO SISTEMA DE ENSINO SUPERIOR FEDERAL: O CASO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

A UFJF, segunda universidade federal do interior do país a ser criada, atrás apenas da de Santa Maria (RS), foi criada por meio da Lei nº. 3.858, de 23 de dezembro de 1960, produto de ação desenvolvimentista do então presidente, Juscelino Kubitschek, está localizada no bairro Martelos, Juiz de Fora/MG. Encontra- se estabelecida em local articulado, entre três importantes capitais brasileiras, quais sejam: Belo Horizonte/MG, Rio de Janeiro/RJ e São Paulo/SP. Seu campus sede localiza-se em Juiz de Fora/MG que, com 516.247 habitantes (Censo de 2010) 14 , é uma das metrópoles mais populosas do Estado de Minas Gerais e um centro de referência na Zona da Mata Mineira. A instituição contribui para que Juiz de Fora/MG se constitua em autêntico polo educacional que desperta estudantes das cidades da adjacência bem como de outros estados brasileiros. Dos alunos aprovados pelo Sistema de Seleção Unificada (SiSu), mais de 50% são procedentes de outras cidades (UFJF, 2015b).
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