Top PDF A alta do recém-nascido da unidade de terapia intensiva neonatal: implicações para a continuidade do cuidado

A alta do recém-nascido da unidade de terapia intensiva neonatal: implicações para a continuidade do cuidado

A alta do recém-nascido da unidade de terapia intensiva neonatal: implicações para a continuidade do cuidado

O presente estudo teve como objetivo analisar os mecanismos utilizados na alta do recém-nascido da UTIN, visando a continuidade e a integralidade do cuidado. Para alcançar os objetivos propostos, utilizou-se a metodologia qualitativa, com a orientação teórico-metodológica da dialética. O cenário da pesquisa foi a UTIN de um hospital público municipal de grande porte, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Participaram do estudo sete profissionais de saúde que assistem diretamente ao recém-nascido na UTIN e 11 pais de recém-nascidos internados na Unidade durante o período da coleta de dados. Os dados foram coletados por meio de observação participante e entrevista individual com roteiro semi-estruturado. Foram analisados com a técnica de Análise de Conteúdo. Da análise, emergiram as categorias empíricas: “Construindo a alta do recém-nascido da UTIN”, “Orientando os pais para a alta do recém-nascido da UTIN” e “Implicações da alta do recém-nascido para a continuidade do cuidado”. A análise dos dados permitiu evidenciar desafios e potencialidades que se apresentam no cotidiano do trabalho dos profissionais na UTIN e na inserção dos pais nesse ambiente, especialmente no que se refere à construção da alta dos neonatos com vistas a responder às necessidades do recém- nascido e de sua família. A análise dos dados indicou que, no cenário do estudo, as atividades desenvolvidas pela equipe para a construção da alta dos neonatos da UTIN têm centralidade nos aspectos biológicos, apresentando fragilidades quanto à abordagem dos aspectos psicossociais do recém-nascido e de sua família. Evidenciou-se a necessidade de potencializar a participação dos pais nas situações de cuidados aos recém-nascidos. O estudo possibilitou, ainda, reconhecer situações que representam avanços no sentido da construção da alta do recém-nascido da UTIN com vistas à continuidade do cuidado e à integralidade da assistência, destacando-se o trabalho em equipe, a articulação entre os setores e serviços envolvidos no cuidado ao recém-nascido e a comunicação dialógica. O estudo permitiu reconhecer que a alta do recém-nascido da UTIN, seja para outros setores do hospital, para outros serviços ou para o domicílio, configura-se como uma etapa crítica da assistência, quando se objetiva garantir a continuidade e a integralidade do cuidado ao recém-nascido. Ressalta-se a importância do planejamento da alta, do envolvimento dos pais no cuidado e nas tomadas de decisão e da orientação aos pais para a continuidade do cuidado ao recém-nascido após a alta da UTIN. Por fim, evidenciou-se que a garantia da continuidade da assistência e da integralidade do cuidado, no processo de construção da alta dos neonatos da UTIN, requer a articulação entre os profissionais e os serviços, destacando-se a assistência em rede como uma estratégia promissora para o favorecimento da integralidade e da continuidade do cuidado ao recém-nascido.
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A mãe no cuidado do recém-nascido na Unidade De Terapia Intensiva Neonatal

A mãe no cuidado do recém-nascido na Unidade De Terapia Intensiva Neonatal

A relação entre a variável presença da mãe junto do filho na UTIN e indicadores, como tempo de internação e ocorrências clínicas, também já foram fontes de investigação. Quanto à variável tempo de internação do recém nascido na UTIN, o estudo realizado por Zeskind e Iacino (1984) evidenciou que o grupo de intervenção composto por mães orientadas a fazer visitas semanalmente a seus bebês na UTIN obteve, dentre os resultados, um tempo de internação significativamente menor em comparação com os bebês do grupo controle. Para os pesquisadores, a redução no tempo de internação dos bebês do grupo de intervenção pode associar se, tanto a uma recuperação clínica mais rápida, quanto à segurança dos profissionais de saúde em relação ao suporte e atenção que o bebê receberá de sua mãe no domicílio, possibilitando lhes dar alta hospitalar precocemente. Uma hipótese levantada pelos pesquisadores, nesse estudo, é a de que o aumento das visitas maternas afeta positivamente a recuperação do bebê prematuro, mas consideram necessária a realização de mais pesquisas uma vez que esse aspecto não foi por eles mensurado.
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Ser pai de recém-nascido prematuro na unidade de terapia intensiva neonatal: da parentalidade a paternidade.

Ser pai de recém-nascido prematuro na unidade de terapia intensiva neonatal: da parentalidade a paternidade.

Ressalta-se que esse estudo aponta para questionamentos que poderão ser objeto de outras investigações que, por exem- plo, respondam a questões sobre: qual o comprometimento das instituições de saúde com o estabelecimento de políticas de cuidado voltadas para os homens no exercício da paternidade e paternagem sob a ótica de pais que tiveram filhos prematuros? Como acontece o envolvimento paterno e o cuidado ao prematu- ro pelo pai no domicílio após a alta hospitalar? Qual a importância dos profissionais de saúde no planejamento de ações voltadas para os pais homens? Essas inquietações emergiram durante o estudo e podem ser de interesse para a prática profissional da enfermagem neonatal.
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Vivências paternas durante a hospitalização do recém-nascido prematuro na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal.

Vivências paternas durante a hospitalização do recém-nascido prematuro na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal.

Este estudo objetivou compreender as vivências paternas durante a hospitalização do recém-nascido prematuro na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal de um hospital público de Feira de Santana, Bahia. Trata-se de um estudo descritivo, exploratório e qualitativo, aprovado por Comitê de Ética em Pesquisa e realizado com nove pais, na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal de um hospital público. Os dados foram analisados através da Análise de Conteúdo, os quais apontaram que os partos prematuros causam sentimentos de surpresa, angústia e medo nos pais. É preciso repensar como ocorre a inserção dos pais do prematuro no processo de hospitalização, bem como mudanças nas rotinas estabelecidas para a visita e participação paterna no contexto do cuidado ao prematuro.
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Percepção da equipe de enfermagem sobre o cuidado humanizado em unidade de terapia intensiva neonatal

Percepção da equipe de enfermagem sobre o cuidado humanizado em unidade de terapia intensiva neonatal

A hospitalização do recém-nascido faz-se necessária, quando as condições de saúde requerem assistência imediata para o seu restabelecimento. As ações humanizadas na unidade neonatal têm sido desenvolvidas, a fim de tornar menos dolorosa à separação pais-filho, quando este necessita de suporte tecnológico e equipe de profissionais capacitados. Objetivou-se analisar a percepção e conhecimentos da equipe de enfermagem sobre a promoção do cuidado humanizado ao recém-nascido internado na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Trata-se de estudo qualitativo, realizado em hospital público, de grande porte, nível terciário, em Fortaleza-CE-Brasil, nos meses outubro e novembro de 2015, após aprovação pelo Comitê de Ética em Pesquisa, sob Protocolo nº 1.191.339. Os sujeitos foram 14 enfermeiros e 20 técnicos de enfermagem atuantes na assistência ao neonato. Os dados coletados, por meio de entrevista semiestruturada, consistem dados de identificação e cinco questões norteadoras, que permeiam o conhecimento da equipe de enfermagem acerca do cuidado e a promoção da assistência humanizada na UTIN. Ademais, utilizou-se observação não participante e diário de campo. Para análise, buscou-se a técnica de Bardin, que se extraíram das falas três categorias: “Cuidar do ser humano”, “Contribuições de enfermagem para o cuidado humanizado ” e “Fatores que interferem na qualidade do cuidado humanizado”. Os resultados revelaram que a equipe de enfermagem compreende a humanização como elemento indispensável para o cuidado integral ao bebê e família, o que se observou desde as intervenções de acolhimento, ao restabelecimento do processo saúde-doença do neonato. Os profissionais apresentaram conhecimentos acerca do cuidado humanizado, desempenharam suas ações de forma consciente, orientada e sensibilizada, quanto à qualidade da assistência ao neonato e aos pais que enfrentam os desafios inerentes ao processo de internação. Conclui-se que a atuação desses profissionais permeia o cumprimento aos regulamentos da Política Nacional de Humanização no que concerne o cuidado humanizado ao recém-nascido, família e ambiência neonatal. Acredita-se que tais atitudes minimizam o impacto causado pelas características da doença, tratamento, bem como os fatores estressantes.
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ENFERMAGEM E O MANUSEIO DO RECÉM-NASCIDO NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL

ENFERMAGEM E O MANUSEIO DO RECÉM-NASCIDO NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL

Santos et al. (2012) e Bottega et al. (2014) acreditam que a dor manifestada pelo recém-nascido pode ter origem referente a doença de base, assim como resposta ao tratamento, procedimentos, medo e estresse físico e fisiológico. Desta forma, é necessário o cuidado individual e holístico por parte da equipe, para que se possa intervir no processo doloroso de forma eficaz, as expressões faciais como: choro, careta, enruga a testa e gemidos, e corporal como: hiperflexão, hipotonia, agitação e movimento de torção, devem ser observados e considerados relevantes pela equipe.
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Experiência de ser pai de recémnascido prematuro internado em unidade de terapia intensiva neonatal

Experiência de ser pai de recémnascido prematuro internado em unidade de terapia intensiva neonatal

Objetivou-se compreender a experiência de ser pai de recém-nascido prematuro internado em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Estudo descritivo qualitativo, realizado em um hospital público de Fortaleza-Ceará-Brasil, em 2008. Dezesseis pais participaram da entrevista, a partir de um instrumento semiestruturado. Os resultados foram analisados e organizados em duas temáticas, com as respectivas categorias: experiência paterna (alegria, confiança, indecisão, medo), dúvidas e expectativas (sequela, sobrevivência e alta). Apesar do medo diante da hospitalização, demonstraram satisfação ante a possibilidade de sobrevida do bebê. Descreveram sentimentos de indecisão, confiança na equipe e medo, quando relataram a experiência de ser pai de prematuro. Suas maiores dúvidas e expectativas foram quanto às sequelas, à sobrevivência e à previsão de alta hospitalar de seus filhos. Evidenciou- se a importância da interação entre pai e filho na unidade neonatal, de modo a resgatar o papel de pai cuidador para facilitar a adaptação e reestruturação familiar.
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CUIDADOS COM A PELE DO RECÉM-NASCIDO: UM DESAFIO PARA A EQUIPE DA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL

CUIDADOS COM A PELE DO RECÉM-NASCIDO: UM DESAFIO PARA A EQUIPE DA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL

Cuidar da pele do recém-nascido (RN), em especial o pre- maturo, tem sido um desafio para a enfermagem no que se refere à manutenção de sua integridade. A pele é a primeira barreira imunológica do RN, sendo assim a manutenção da integridade cutânea é um fator de relevância no que se refere à prevenção de infecções e consequente aumento do tempo de internação e procedimentos invasivos. Este estudo trata-se de uma de revisão sistemática da literatura cienti- fica, na modalidade denominada revisão integrativa. O corpus do trabalho constituiu-se de 13 artigos, dentre esses encontramos a seguinte divisão: 6 de revisão bibliográfica, 2 pesquisa qualitativa, 2 tese de mestrado, 1 pesquisa quan- titativa, 1 tese de doutorado e 1 artigo de atualização. Des- tacamos como fatores de risco a utilização de dispositivos adesivos, as lesões químicas, injúrias relacionadas à mani- pulação inadequada, como posicionamento inadequado, necrose por pressão, ressecamento cutâneo e lesões relaci- onadas à distermia. Em especial destaca-se o banho, devido ao uso de emolientes inadequados e o descontrole de tem- peratura. Um passo decisivo para a saúde do RN está cal- cado em conceitos e estratégias para proteção/prevenção e tratamento adequado à preservação da pele do bebê. PALAVRAS-CHAVE: Cuidado, pele, recém-nascido, pre- venção.
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A vivência da mulher-mãe no alojamento materno durante a internação do recém-nascido na unidade de terapia intensiva neonatal

A vivência da mulher-mãe no alojamento materno durante a internação do recém-nascido na unidade de terapia intensiva neonatal

A idealização do Alojamento Materno, em consonância com a filosofia institucional e atendendo a uma política pública, surge no bojo da estruturação da assistência a recém-nascidos de risco na Instituição. Em julho de 2000, foi inaugurada, por meio de um convênio com o Hospital Municipal Odilon Behrens, uma unidade neonatal destinada a cuidados intermediários (UCIN), com 10 leitos. Em 2001, foram acrescidos 12 leitos de UTIN e, atualmente, são 31 leitos de UTIN, 18 de UCIN, e 8 leitos de Cuidado Mãe Canguru. O aumento no número de leitos tem resultado em importante participação da instituição no cenário da assistência ao recém-nascido de risco na cidade de Belo Horizonte. Em 2004, das nove maternidades que prestaram assistência pelo SUS, em convênio com a Prefeitura Municipal, o hospital foi o maior responsável pela assistência a recém-nascidos de baixo peso ao nascer, atendendo a um total de 19% dessa população. Além disso, nesse mesmo período, foi responsável pela assistência de 18% dos partos ocorridos em prematuros (BRASIL, 2006).
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Atuação de técnicos de enfermagem junto ao recém-nascido com dor em uma unidade de terapia intensiva neonatal

Atuação de técnicos de enfermagem junto ao recém-nascido com dor em uma unidade de terapia intensiva neonatal

Portanto, para que a dor no recém-nascido seja valorizada, como o quinto sinal vital, é necessário que seja avaliada de maneira sistematizada e tratada mediante protocolos previamente estabelecidos, diminuindo o empirismo e o subtratamento. Para isso, é preciso que os profissionais sejam capacitados adequadamente com relação a avaliação e manejo da dor, tornando-se multiplicadores de conhecimento, para poder desenvolver uma assistência com qualidade e que reforce a promoção de um cuidado holístico ao recém-nascido em UTIN. Com o intuito de colaborar com uma assistência de enfermagem mais adequada e eficiente ao RN com dor, tornar o ambiente da UTIN com menos fatores complicadores e dessa forma, contribuir para uma melhor qualidade de vida do RN, este estudo traz algumas sugestões:
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O papel do enfermeiro nas infecções relacionadas à assistência à saúde em Neonatologia

O papel do enfermeiro nas infecções relacionadas à assistência à saúde em Neonatologia

A infecção Hospitalar (IH) configura-se como uma grande preocupação no serviço de saúde tendo em vista sua magnitude e relevância. Pode ser considerada IH, a infecção adquirida após a entrada do paciente no ambiente hospitalar e que se manifesta durante sua estadia ou após a alta e que pode estar relacionada com a internação ou a procedimentos hospitalares. Realizou-se uma revisão bibliográfica a respeito da percepção do enfermeiro na avaliação clínica do recém-nascido (RN) internado na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) acometido por infecção Hospitalar. Trata-se de uma revisão bibliográfica a partir de artigos científicos publicados na plataforma Scielo e BVS. Quando se avalia a difusão da infecção hospitalar em recém-nascidos, observa-se que esta também depende do peso ao nascimento, das características da unidade em que estão hospitalizados, da frequência de utilização de procedimentos invasivos, da aquisição a partir de fonte materna ou não, do sítio da infecção e da evolução temporal de agentes etiológicos dentro de uma unidade, ressaltando-se a importância da vigilância epidemiológica em cada instituição. Em relação à percepção desse profissional na avaliação clínica junto ao recém-nascido internado na UTIN acometido por infecção neonatal, percebeu-se que é importante que os enfermeiros entendam melhor a fisiopatologia, manifestações clínicas do neonato, tipo e características da patologia, tomando- as por parâmetros para avaliação clínica, com vistas a prosseguir com a conduta adequada.
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A Unidade de Terapia Intensiva Neonatal possibilitando novas práticas no cuidado ao recém-nascido.

A Unidade de Terapia Intensiva Neonatal possibilitando novas práticas no cuidado ao recém-nascido.

Pesquisa qualitativa, com abordagem sócio-histórica. O objetivo é compreender como se instituíram as práticas de cuidado ao recém-nascido na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) em Florianópolis, na década de 1980. O contexto do estudo foi o Hospital Infantil Joana de Gusmão. Os sujeitos foram profissionais de saúde que parti- ciparam da implantação da UT IN. Para análise dos dados utilizamos o método genealógico proposto por Foucault. Identificamos quatro agrupamentos discursivos: Muita criança saiu ganhando com isso; A gente aprendeu a cuidar do recém-nascido, cuidando; Faltava um olhar mais científico para a assistência; Cuidado sensível, humanizado e individualizado. A implantação de uma unidade específica para o cuidado do recém-nascido resultou numa redu- ção da morbi-mortalidade neonatal e na aquisição do conhecimento científico. Os discursos dos profissionais de saúde revelam que, desde os primórdios da UT IN, já havia uma preocupação com o cuidado sensível, humanizado e individualizado ao recém-nascido.
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Avaliação da dor no recém-nascido prematuro em Unidade de Terapia Intensiva.

Avaliação da dor no recém-nascido prematuro em Unidade de Terapia Intensiva.

O estudo objetivou analisar o processo de identificação da dor no prematuro pela equipe multiprofissional da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal de um hospital público de uma cidade do interior da Bahia. Trata-se de um estudo descritivo, exploratório e quantitativo, realizado com 24 trabalhadores da saúde, através de um formulário. Os dados foram analisados no Statistical Package for Social Sciences. Os resultados evidenciaram que 100% dos entrevistados acreditavam que o recém- nascido sente dor, 83,3% reconheciam a dor como sinal vital; 58,4% não conheciam as escalas; 70,8% não as utilizavam e destacaram sinais fisiológicos e comportamentais como sugestivos de dor. É importante que os profissionais entendam a dor como um fenômeno complexo que demanda intervenção precoce, garantindo a excelência do cuidado.
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ASSESSMENT OF PAIN IN INFANTS IN THE NEWBORN INTENSIVE CARE UNIT UNDER THE OBSERVATION OF THE NURSING PROFESSIONALS OF A UNIVERSITY HOSPITAL

ASSESSMENT OF PAIN IN INFANTS IN THE NEWBORN INTENSIVE CARE UNIT UNDER THE OBSERVATION OF THE NURSING PROFESSIONALS OF A UNIVERSITY HOSPITAL

Objetivos: Identificar como os enfermeiros avaliam a dor dos recém nascidos (RN) internados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) de um Hospital Universitário do Rio de Janeiro (RJ) e descrever a atuação dos enfermeiros no manejo da dor desses RN. Métodos: Estudo descritivo-exploratório, com abordagem qualitativa. Foi realizada uma entrevista semiestruturada com sete enfermeiros da UTIN do Serviço de Pediatria de um Hospital Universitário/RJ. Resultados: Os dados foram analisados segundo à Análise Temática, emergindo três categorias: 1) Crenças sobre a dor do recém-nascido em UTI Neonatal; 2) Identificação e avaliação da dor do recém-nascido em UTI Neonatal; 3) Cuidando da dor do recém-nascido em UTI Neonatal. Conclusão: Os enfermeiros que atuam em UTIN devem ter conhecimento suficiente sobre a fisiologia, os fatores comportamentais e culturais que podem influenciar a dor dos RN nestas unidades e principalmente no planejamento do cuidado individualizado durante a realização de procedimentos invasivos. Descritores: Enfermagem; Cuidados de Enfermagem; Dor; Unidades de Terapia Intensiva Neonatal.
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Cuidado Desenvolvimental: assistência de enfermeiros de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal

Cuidado Desenvolvimental: assistência de enfermeiros de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal

Objetivo: analisar o Cuidado Desenvolvimental na assistência de enfermeiros ao Recém-Nascido crítico, em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Método: estudo qualitativo com 11 enfermeiros de Unidades de Terapia Intensiva Neonatal de um município do interior paulista que teve como base conceitual o Cuidado Desenvolvimental. A coleta de dados ocorreu a partir da observação não participante, pesquisa documental em prontuários e entrevista semiestruturada. O Interacionismo Simbólico foi adotado como referencial teórico, e a Análise de Conteúdo de Bardin, como método de análise. Resultados: os enfermeiros detêm conhecimento acerca do Cuidado Desenvolvimental, contudo, há dissonâncias com o fazer dos mesmos. A análise está apresentada a partir de duas categorias temáticas: “Cuidado Desenvolvimental na atuação do enfermeiro” e “Enfermeiro, família e Cuidado Desenvolvimental”. Considerações fi nais: é necessário avivar refl exões sobre a assistência do enfermeiro quanto ao Cuidado Desenvolvimental, e fomentar sensibilidade e percepção em relação ao executado e registrado.
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PREVENÇÃO DE LESÕES DE PELE EM RECÉM-NASCIDOS: O CONHECIMENTO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM.

PREVENÇÃO DE LESÕES DE PELE EM RECÉM-NASCIDOS: O CONHECIMENTO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM.

Atuando como enfermeiras de UN em um hospital do Sul do Brasil, as pesquisadoras per- cebem que existem preocupações e inquietações constantes desta equipe de enfermagem acerca dos cuidados com a pele dos RNs internados. Os proissionais se mostram inseguros, principal- mente quanto ao uso de agentes tópicos, não há uma padronização das ações nos cuidados para prevenção de lesões de pele e, são necessárias orientações frequentes na realização da assistência. Estes fatos podem inluir no surgimento de lesões e demandar um tempo maior para a cicatrização destas, uma vez que contribuem para mudanças frequentes de conduta por parte das enfermei- ras, diicultando a continuidade do cuidado e ocasionando insegurança nos demais membros da equipe, o que motivou uma relexão sobre o assunto. Este processo relexivo deu origem ao seguinte questionamento: qual o conhecimento da equipe de enfermagem neonatal sobre prevenção de lesões de pele em RNs internados? Portanto, para direcionar um cuidado de enfermagem fo- cado na prevenção de lesões de pele, considera-se importante identiicar as diiculdades enfrentadas pela equipe de enfermagem na realização deste cuidado. Assim, o objetivo desta investigação foi identiicar o conhecimento da equipe de enferma- gem sobre a prevenção das lesões de pele em RNs internados em UN.
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Validação de protocolo de posicionamento de recém-nascido em Unidade de Terapia Intensiva.

Validação de protocolo de posicionamento de recém-nascido em Unidade de Terapia Intensiva.

Outro aspecto importante a destacar foi o encontrado em revisão para investigar a relação entre o posicionamento de recém-nascidos pré-termo na UTIN e seu desenvolvimento mo- tor. O estudo mencionado analisou 10 publicações do período de 1985 a 2009.Os resultados evidenciaram efeitos benéficos e efeitos potencialmente iatrogênicos dos três tipos de posicio- namento. Influenciaram no desenvolvimento de componentes motores fundamentais para a aquisição de habilidades funcio- nais de RNPT. Assim, concorda-se com os autores que a variação regular da postura e o posicionamento funcional correto, como estratégias de cuidado, podem atenuar as anormalidades e as as- simetrias posturais associadas à prematuridade e à permanência no cuidado intensivo. Além disso, favorece o desenvolvimento da atividade motora espontânea e funcional do RNPT (20) .
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7. Unidade de Tratamento Intensivo Neonatal: principais fontes geradoras de ruídos sonoros

7. Unidade de Tratamento Intensivo Neonatal: principais fontes geradoras de ruídos sonoros

Abstract: The major causes of stress in the Neonatal Intensive Care Unit (NICU) are over-stimulation, constant illumination and high noise levels, which can cause various deleterious effects. This study aims to describe the sound pressure levels recommended for NICU and characterize your sources. This is a descriptive study in which integrative research was used as a methodological basis through articles selected in Latin American and Caribbean Literature in Health Sciences. The noise levels recommended by the main national and international organizations vary from 35 to 45 dBA. As the main sources, the studies indicate that they are related to the conversation between professionals and/or parents, the manipulation of the incubator and the alarms of the ventilators and/or oximeters also had relevance of description.
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A adesão das enfermeiras ao Método Canguru: subsídios para a gerência do cuidado de enfermagem.

A adesão das enfermeiras ao Método Canguru: subsídios para a gerência do cuidado de enfermagem.

O fenômeno central destaca dois importantes elementos que, de forma integrada, sustentam a transformação do cotidiano assistencial, valorização e continuidade. Daí surgem duas importantes possibilidades: aquele multiplicador que valoriza o modelo e dissemina valores positivos, contribuindo para a continuidade do Método Canguru com sua prática; e em outro extremo, aquele multiplicador que desvaloriza o modelo e dissemina valores negativos que geram desmotivação e favorecem a descontinuidade do modelo assistencial. Dessa forma, a adesão tem seu signiicado mais real na interação com os outros proissionais e envolve questões de valor, peril, dedicação, conhecimento, relacionamento e compromisso.
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Percepção da equipe de enfermagem sobre humanização em unidade de tratamento intensivo neonatal e pediátrica.

Percepção da equipe de enfermagem sobre humanização em unidade de tratamento intensivo neonatal e pediátrica.

O desejo pelo desenvolvimento deste estudo partiu da trajetória acadêmica e atuação das autoras na área materno infantil, principalmente, voltada para a questão da relação de cuidado no ambiente de terapia intensiva, visto que a atuação em UTI neonatal e pediátrica exige a aplicação de uma assistência permeada por aparatos tecnológicos e monitorização constante sob um nível de estresse tanto para os profissionais quanto para a criança e família. Por ser um trabalho específico, direcionado à criança, neonato e família sob estas circunstâncias a relação entre estes pode ser fragilizada. A partir
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