Top PDF Nectandra Rol. ex Rottb. (Lauraceae) no Mato Grosso do Sul, Brasil.

Nectandra Rol. ex Rottb. (Lauraceae) no Mato Grosso do Sul, Brasil.

Nectandra Rol. ex Rottb. (Lauraceae) no Mato Grosso do Sul, Brasil.

RESUMO – (Nectandra Rol. ex Rottb. (Lauraceae) no Mato Grosso do Sul, Brasil). O trabalho apresenta o estudo taxonômico das espécies do gênero Nectandra no Mato Grosso do Sul, Brasil. Baseados na análise morfológica dos espécimes coletados em diferentes regiões do Estado são confirmados oito espécies de Nectandra: N. amazonum Nees, N. cissiflora Nees, N. cuspidata Nees, N. falcifolia (Nees) J.A. Castigl. ex Mart. Crov. & Piccinini, N. gardneri Meisn., N. hihua (Ruiz & Pav.) Rohwer, N. megapotamica (Spreng.) Mez e N. psammophila Nees. É fornecida uma chave de identificação para as espécies e apresentados descrições morfológicas, dados de distribuição geográfica, habitat, aspectos fenológicos, comentários taxonômicos e ilustrações para cada espécie.
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Espécies de Cerambycidae, Disteniidae e Vesperidae (Insecta, Coleoptera) registradas no Estado do Mato Grosso do Sul, Brasil

Espécies de Cerambycidae, Disteniidae e Vesperidae (Insecta, Coleoptera) registradas no Estado do Mato Grosso do Sul, Brasil

17. Megacyllene acuta (Germar, 1821). Distribuição: Brasil (Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia ao Rio Grande do Sul), Bolívia, Paraguai, Argentina (Salta, Tucumán, Catamarca, Chaco, Mendoza, Santa Fé, Misiones, Corrientes, Entre Ríos, Buenos Aires), Uruguai. Mato Grosso do Sul: Batayporã (Porto Primavera); Caarapó (Fazenda Pai Cué); Corumbá (Santa Branca); Iguatemi; Nova Andradina; Três Lagoas (Fazenda Floresta) (Martins & Galileo, 2011:28).

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IDENTIFICAÇÃO DE BOVINOS NA ÁREA DE FRONTEIRA DO BRASIL – REGIÃO DE MATO GROSSO DO SUL

IDENTIFICAÇÃO DE BOVINOS NA ÁREA DE FRONTEIRA DO BRASIL – REGIÃO DE MATO GROSSO DO SUL

O Brasil tem 15.735 km de fronteira com dez países vizinhos (BRASI, 2015 e SCDL, 2015), e o Estado de Mato Grosso do Sul - MS, essencialmente agropecuário, localizado no centro-oeste brasileiro, possui 1.497 km de fronteira com o Paraguai e a Bolívia sendo 700,7 km de fronteira seca e 796,3 km fluvial, rio Paraguai e rio Apa (figura 01) que em época de seca diminui seu volume de água permitindo facilmente a travessia de animais (Fi- gura 02) o que fica demonstrado com as pegadas dos bovinos no leito arenoso do rio. Esta prática ocorre quando da compra dos animais, devido aos preços mais atrativos no país vizinho, e com a troca de animais de categorias diferentes, tais como a troca de fêmeas, novi- lhas, por bezerros machos para engorda. Em qualquer dos casos caracteriza-se crime de descaminho, previsto na Lei nº 13.008, de 26 junho de 2014, que dá nova re- dação ao art. 334 do Código Penal (Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940) e acrescenta-lhe o art. 334-A. Descaminho - Art. 334. O referido diploma legal define descaminho o ato de iludir, no todo ou em parte, o pa- gamento de direito ou imposto devido pela entrada, pela saída ou pelo consumo de mercadoria, com prejuízos para a receita federal e grande risco à sanidade animal no Brasil.
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A família Lemnaceae Gray no Pantanal (Mato Grosso e Mato Grosso do Sul), Brasil.

A família Lemnaceae Gray no Pantanal (Mato Grosso e Mato Grosso do Sul), Brasil.

Material examinado - BRASIL: MATO GROSSO: Cáceres, Baía do Iate, planície de inundação do Rio Paraguai, V.J.Pott et al. 2047, 10/4/1993 (CPAP); Poconé, Rio Bento Gomes, ponte, para Porto Cercado, V.J. Pott et al. 1875, 14/4/1993 (CPAP); Cuiabá, UFMT, tanque de plantas aquáticas, origem estrada para Porto Cercado, A.L. Prado 2, 5/8/1992 (CPAP). MATO GROSSO DO SUL: Corumbá, faz. Leque, baía do Búfalo, V.J. Pott &t M.P. Silva 1399, 21/6/ 1990 (CPAP); idem, MS 184, Estrada do Passo do Lontra, entre faz. Boa Sorte e faz. Baú, V.J. Pott et al. 1943, 12/8/1992 (CPAP); idem, BR 262, km 747, M.S. Lima 34, 20/11/1987 (COR); idem, Estrada inacabada para Forte Coimbra, MS 454, 10 km da BR 262, N.C. Bueno et a.l 400, 30/7/1992 (CPAP); idem, Lagoa do Jacadigo, final do Tamarineiro, V.J. Pott 1695, 21/5/1992 (CPAP); idem, Corixo Mutum, V.J. Pott et al. 351A, 29/9/1987 (CPAP); idem, Es- trada MS 454, 9,3 km da BR 262, V.J. Pott & A. Pott 2034, 13/2/1993 (CPAP); idem, Lagoa do Jacadigo, BR 262, km 735, V.J. Pott & A. Pott 1863, 28/2/1993 (CPAP); idem, Lagoa do Jacadigo, próx. ao morro Tromba dos Macacos, S. Hamilton & S. Sippel 26, 30/5/1993 (CPAP); idem, faz. Nhumirim, A. Pott 2768, 8/6/1987 (CPAP); idem, faz. Barrinhos, A. Pott 6436, 6/6/1993 (CH, CPAP, CTES, HBR, ICN, SI, SP); idem, Porto Morrinho, braço do rio Paraguai, V.J. Pott et al. 1668, 7/5/1992 (CPAP); Ladário, An- tiga CODRASA, quase no final do polder, 12 km da BR 262, V.J. Pott & A. Pott 1980, 31/10/1992 (CPAP); Planície da baía Negra, polder da CODRASA, 12 km da BR 262, S. Hamilton & S. Sippel 10, 22/8/1992 (CPAP); Miranda, BR 262, km 562, próx. à ponte do rio Miranda, V.J. Pott & A. Pott 1673, 13/7/1992 (CPAP, CTES); idem, BR 262, km 562, próx. à pon- te do rio Miranda, V.J. Pott & A. Pott 1674, 13/7/1992 (CPAP, CTES); idem, BR-262, km 562, V.J. Pott &
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Trânsito de bovinos nos Estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Brasil, 2008

Trânsito de bovinos nos Estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Brasil, 2008

O presente estudo foi desenvolvido com dados fornecidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, referentes aos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, a partir das Guias de Trânsito Animal (GTA’s), emitidas pelos órgãos estaduais de defesa sanitária animal (Brasil 1995, 2006, 2007). Trata-se de um estudo observacional, retrospectivo, ecológico, com enfoque na descrição espacial dos registros do trânsito. O estudo terá como base o ano de 2008, quando mais de oito milhões de bovinos foram abatidos nestes dois estados, sendo 4.123.350 bovinos abatidos no Mato Grosso e 3.885.928 no Mato Grosso do Sul, de modo que os dois estados responderam por mais de 25% do total de bovinos abatidos no país em 2008. Estes bovinos, provenientes das diversas regiões dos dois estados, seguiram para os frigoríficos quase que exclusivamente (99,9% no Mato Grosso e 99,7% no Mato Grosso do Sul) por transporte rodoviário. O restante normalmente utiliza conjugações (transporte a pé/rodoviário e fluvial/rodoviário), como verificou Andrade et al. (2008) para o Pantanal Sul-Matogrossense, onde é mais freqüente a utilização de mais de uma forma de transporte do gado ao longo do escoamento.
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Novos registros de Nitella (Chlorophyta, Characeae) para regiões dos Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Brasil.

Novos registros de Nitella (Chlorophyta, Characeae) para regiões dos Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Brasil.

RESUMO - (Novos registros de Nitella (Chlorophyta, Characeae) para os Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Brasil). As Charophyceae (Chlorophyta) representam uma classe única de algas devido à sua estrutura vegetativa e porte macroscópico dos gametângios. O inventário florístico do gênero Nitella (Characeae, Chlorophyta) nos Estados de Mato Grosso (18º55’05”S e 54º50’39”W) e Mato Grosso do Sul (19º12’03”S e 57º35’32”W), foi realizado a partir da análise espécimes provenientes dos herbários SP, HMS e CPAP e resultou na identificação, descrição e ilustração de sete espécies: Nitella acuminata, N. axillaris, N. flagellifera, N. gollmeriana, N. intermedia, N. mucronata e N. tenuissima.
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Checklist das espécies de mutucas (Diptera, Tabanidae) do estado do Mato Grosso do Sul, Brasil

Checklist das espécies de mutucas (Diptera, Tabanidae) do estado do Mato Grosso do Sul, Brasil

No Rio Grande do Sul está em andamento um projeto de pesquisa intitulado “Diversidade de Diptera na Planície Costeira do Rio Grande do Sul” coordenado pelo Prof. Dr. Rodrigo Ferreira Krüger (UFPel). Até o momento foram realizadas coletas em 140 localidades da planície costeira, incluindo Unidades de Conservação como a ESEC Taim, PN da Lagoa do Peixe, PE do Itapuã, PE do Itapeva, ReBio Lami e RPPN da Barba Negra. As perspectivas futuras incluem ainda coletas em áreas do norte do RS e centro-sul de Santa Catarina. O material de Tabanidae será trabalhado em conjunto com o Prof. Tiago Kütter Krolow (UFT), responsável pela identificação e confecção de um Checklist.
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Trânsito de bovinos nos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Brasil.

Trânsito de bovinos nos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Brasil.

Sinop possui frigoríficos que atuam na faixa do centro para o norte do estado, buscando menos bovinos no nordeste (Fig. 4), região mais explorada pelos frigoríficos de Barra do Garças. A região mais importante para Sinop é a norte, com destaque para o município de Juara-MT, distante 291km, pois este município funcionou como a principal origem de bovinos para abate em 2008, seguida da própria Sinop e de Tabaporã, MT. É perceptível a divisão de atuação dos frigoríficos localizados nos quatro principais municípios de destino  Várzea Grande, Barra do Garças, Tangará da Serra e Sinop , no entanto, no Mato Grosso essa divisão é mais evidente do que no Mato Grosso do Sul. Conforme afirmaram Coelho et al. (2008), prever quais municípios são fontes para a endemicidade e entender o caminho da repetição do trânsito animal pode ajudar na concepção de vigilância ideal e estratégias de controle.
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Líquens de Piraputanga, Mato Grosso do Sul, Brasil.

Líquens de Piraputanga, Mato Grosso do Sul, Brasil.

Das espécies identificadas, 40 foram citadas anteriormente para o Mato Grosso, sendo mais de 50% destas relacionadas para Cuiabá ou arredores, e apenas 10 para áreas pe[r]

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O gênero Nectandra Rol. ex Rottb. (Lauraceae) no Estado do Paraná, Brasil.

O gênero Nectandra Rol. ex Rottb. (Lauraceae) no Estado do Paraná, Brasil.

Apucarana, 21/VIII/1997, D. Saraiva et al. (FUEL 21396, HFC 4839); Arapongas, 5/IX/1997, C.A. Avanzi et al. (FUEL 24706); Assaí, 7/XII/1997, S.R. Ziller & W. Maschio 1672 (EFC, HFC); Bandeirantes, 1/VIII/1997, A. Petenacci 1143 (FUEL); Barra de São Tomé, 24/VII/1967, G. Hatschbach 16974 (RB); Bela Vista do Paraíso, 18/VIII/1999, J.A. Ferreira et al. (FUEL 25713); Bocaiúva do Sul, 10/VII/1960, G. Hatschbach 7132 (RB); Cambé, 22/VIII/1997, V.F. Kinupp et al. 813 (FUEL); Campina Grande do Sul, 15/VIII/1985, J. Cordeiro & J.M. Silva 99 (RB, UPCB); Campo do Tenente, 25/II/1994, P.E. Carvalho 294 (HFC); Cascavel, 21/X/1988, N.I. Morosini 2 (FUEL); Cerro Azul, 17/VIII/1984, G. Hatschbach 48081 (R); Cianorte, 21/III/1966, J.C. Lindeman & J.H. Haas 677 (RB); Colombo, 13/XI/1984, P.E. Carvalho 77 (HUM); Congonhinhas, 10/II/1999, E.M. Francisco & J. Alves (FUEL 23768); Contenda, 3/VI/1958, G. Hatschbach 4946 (RB); Cornélio Procópio, 3/VIII/1995, A. Petenacci 468 (FUEL); Cruzeiro do Sul, 28/VIII/1999, J.M. Silva et al. 3019 (HFC, MBM); Curitiba, 22/IV/1996, V.A. Dittrich & C. Kozera 98 (UPCB); Dois Vizinhos, 9/XII/1968, G. Hatschbach & O. Guimarães 20585 (UPCB); Fênix, 26/VIII/1996, S.B. Mikich (UPCB 33569); Foz do Iguaçu, 6/XII/1992, S.A. Nicolau et al. 558 (SP); Guaraqueçaba, 28/II/1969, G. Hatschbach 21201 (MBM); Ibiporã, 3/VIII/1994, F. Chagas e Silva 1720 (FUEL, HFC); Icaraíma, 28/VII/1967, G. Hatschbach 17049 (RB); Itambaracá, 6/IX/1995, A. Petenacci 499 (FUEL); Ivaí, IX/1874, s.col. (R 30918); Jataizinho, 23/VIII/1998, A.L. Louzano et al. (FUEL 24704); Jundiaí do Sul, 10/X/2000, J. Carneiro 968 (MBM, RB); Laranjeiras do Sul, 22/IX/1968, G. Hatschbach 19796 (RB); Lobato, 18/VII/1962, J.C. Gomes & Matos Filho 249 (RB); Londrina, 2/X/1985, C.E. Yamamoto et al. 19 (FUEL, HUM); Marilândia do Sul, 3/VIII/1999, J.A. Ferreira et al. (FUEL 25714, HFC 6057); Maringá, 30/VII/1987, L. Takahashi et al. (HUM 887); Monte Alegre, 4/VII/1960, A.P. Duarte & G. Hatschbach 5268 (RB); Nova Fátima, 2/VII/1998, M.R.C. Paiva et al. (FUEL 23631); Nova Prata do Iguaçu, 8/VII/1997, I. Isernhagen & M. Borgo 82 (UPCB); Ortigueira, 26/VIII/1997, M.R.C Paiva et al. (HFC 4879, UPCB 36160); Paranaí, 18/VII/1999, G. Hatschbach & J.M. Silva 69256 (HFC, MBM); Primeiro de Maio, 17/VIII/1999, J.A. Ferreira et al. (FUEL 25711); Rancho Alegre, 24/VIII/1999, E.M. Francisco et al. (FUEL 26067); Reserva, 15/XII/1998, J.A. Ferreira et al. (RB 361756, UPCB 44117); Rio Branco, 6/X/1929, F.C. Hoehne (SP 24376); Rio Negro, 16/X/1957, G. Hatschbach 4171 (HBR, RB); Santa Amélia, 23/VIII/1998, D.A. Rinaldi & M. Fuziki (FUEL 24705); Santa Mariana, 1/VIII/1995, V.T.O. 462 (FUEL);
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A marcha para o Oeste e a colonização da fronteira sul do atual Mato Grosso do Sul: deslocamentos, políticas e desafios

A marcha para o Oeste e a colonização da fronteira sul do atual Mato Grosso do Sul: deslocamentos, políticas e desafios

A proposta desta pesquisa foi de buscar através de pesquisas bibliográficas as possíveis causas que levaram ao governo brasileiro a instituir um território nacional na região da fronteira entre Brasil e Paraguai. Utilizo o termo fronteira neste artigo conforme a concepção teórica de José de Souza Martins, em sua obra intitulada Fronteira, na qual o autor identifica as frentes de expansão e as frentes pioneiras. A primeira, impulsionada pelos grupos sociais que saem em busca de novas terras para garantir a sobrevivência e a segunda, pela exploração capitalista das terras. Sendo assim, entendo a Companhia Matte Larangeira neste trabalho como uma frente pioneira, por tratar-se de uma empresa que apropriou-se da produção de erva-mate na região do Sul de Mato Grosso, e controlou o acesso à terra por outros grupos. Já os migrantes, principalmente gaúchos, ditos como posseiros, como uma frente de expansão que em determinado momento entraram em embate com a própria Matte 4 . Estes conflitos estão demonstrados teoricamente na obra de Jocimar Lomba Albanez e Laercio Cardoso de Jesus, intitulada Penetrando domínios da Matte Laranjeira, publicada no Encontro Regional de História – ANPUH, 2010.
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O Presbiterianismo pioneiro e sua contribuição no Mato Grosso do Sul

O Presbiterianismo pioneiro e sua contribuição no Mato Grosso do Sul

Templo da Congregação. Desenvolvendo o trabalho, resolveu adquirir um terreno na Rua Amando de Oliveira, 291, endereço que perdurou até 1976 e desta data até hoje o número que todos conhecem, 319, onde foi construído uma salão para reunião dos crentes, que logo passou à categoria de Congregação da Igreja Central de Campo Grande. Em 1937, assumiu o pastorado da Igreja de Campo Grande o Rev. Eudes Ferrer, e nesse tempo já eram duas congregações a serem pastoreadas, a do Centro e a do Bairro. Durante os anos de trabalho do pastorado do Rev. Eudes, a Igreja e a Congregação tiveram crescimento idênticos. Nos planos para as comemorações do Centenário da Igreja Presbiteriana do Brasil, na programação incluiu-se a organização da Igreja Presbiteriana do Bairro Amambaí, o que não ocorreu por motivos desconhecidos. Em 1957 é organizado o Presbitério de Cuiabá, e este reunido em Aquidauana, em janeiro de 1960, resolveu organizar em Igreja a Congregação do Bairro Amambaí, o que ocorreu em 29 de outubro de 1960, e para este fim foi nomeada a seguinte comissão: os Revs. Eudes Ferrer e Domingos Rodrigues Hidalgo, e o Presb. Mariano dos Santos. Todos de saudosa memória. Organizada a Igreja, em 29 de outubro de 1960, é a mesma entregue ao Conselho sob a presidência do Rev. Newton Serra, seu primeiro pastor, eleito por um ano. Quando ainda era Congregação, seus pastores foram os Revs. Filipe Landes e Eudes Ferrer.
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Comportamento térmico e evolução das fases de óxidos de Mn com estrutura hollandita da região Amazônica (Thermal behavior and evolution of the Mn oxides phases with hollandite structure from Amazon region)

Comportamento térmico e evolução das fases de óxidos de Mn com estrutura hollandita da região Amazônica (Thermal behavior and evolution of the Mn oxides phases with hollandite structure from Amazon region)

Minerais de óxidos de Mn com estrutura em túnel, hollandita (Apuí, Amazonas, Brasil, zona em prospecção) e criptomelana (Urucum, Mato Grosso do Sul, Brasil) foram isolados e caracterizados quanto à composição química, mineralógica, estabilidade térmica e morfologia. As seguintes técnicas foram utilizadas para caracterização: microscopia eletrônica de varredura-EDS, análise térmica (TG-DTA) e difração de raios X estático e com aquecimento contínuo entre 100-900 ºC. As seguintes fórmulas empíricas, calculadas com base em 16 átomos de oxigênios foram obtidas: (Ba 0,18 K 0,12 Ca 0,02 Pb 0,04 ) 0,76 (Mn 6,34 Al 0,61 Si 0,25 Fe 0,24 Ti 0,08 ) 7,54 O 16 0,4H 2 O
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Incidência de grãos esverdeados em soja, em seis locais da Região Sul de Mato Grosso do Sul, safra 2004/2005.

Incidência de grãos esverdeados em soja, em seis locais da Região Sul de Mato Grosso do Sul, safra 2004/2005.

Agronomia, Universidade Federal da Grande Dourados, Dourados, Mato Grosso do Sul, Brasil. 3 Fundação de Pesquisa Vegetal[r]

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Metodologias e eficiência de extratores para zinco, cobre, ferro e manganês.

Metodologias e eficiência de extratores para zinco, cobre, ferro e manganês.

2 Departamento de Agronomia, Universidade Federal da Grande Dourados, Dourados, Mato Grosso do Sul, Brasil.. *Autor para correspondência.[r]

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Caracterização do segmento de florestas plantadas de eucalipto em Mato Grosso do Sul

Caracterização do segmento de florestas plantadas de eucalipto em Mato Grosso do Sul

Em 2012, o Brasil possuía pouco mais de 7,1 milhões de hectares de florestas plantadas – 71% de espécies de eucalipto, 22% de pinus, e os restantes 7% de demais espécies florestais, como a seringueira (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CELULOSE E PAPEL, 2014). O setor foi res- ponsável por US$ 6,7 bilhões em exportações em 2013, sobretudo para América Latina, China e Europa, com saldo comercial de US$ 4,7 bilhões systematize information about the production segment of planted Eucalyptus in Mato Grosso do Sul/ Brazil, under the theoretical and methodological perspective of the so-called “Agroindustrial Pro- duction System Approach (SAG) ‘- which analyzes the production systems from upstream (of the raw materials segment) to downstream (to the end consumer segment) of the production system under consideration. To this purpose, we performed an exploratory and descriptive study, with the use of secondary data. We detected, from the systematization of collected information, that the production system under study presents the challenge of synergize the coordination of the system as a whole, with the aim to reduce the dependence degree of certain points in the system (mainly forest produc- ers, mills, sawmills and ceramics), creating and communicating value to potential end customers, and maximize the social and economic gains of the system in question, as a whole.
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Avaliação de acessos de Brachiaria brizantha Stapf e estimativas de parâmetros genéticos para caracteres agronômicos.

Avaliação de acessos de Brachiaria brizantha Stapf e estimativas de parâmetros genéticos para caracteres agronômicos.

Agrárias, Faculdade de Ciências Agrárias, Universidade Federal da Grande Dourados, Dourados, Mato Grosso do Sul, Brasil. *Autor para correspondência.[r]

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Sinopse taxonômica do gênero Senna (Leguminosae, Caesalpinioideae, Cassieae) na Região Centro-Oeste do Brasil

Sinopse taxonômica do gênero Senna (Leguminosae, Caesalpinioideae, Cassieae) na Região Centro-Oeste do Brasil

9.1. Senna hirsuta var. hirsuta. Figs. 3d; 6i,j Táxon citado para a Bolívia, Brasil, Colômbia e Panamá, porém, introduzido na Ásia e África (Irwin & Barneby 1982). No Brasil ocorre nas regiões Norte (PA, RR), Nordeste (BA, CE, MA) e Centro-Oeste (DF, GO), em bodas de florestas, ambientes perturbados, pastagens e áreas agricultáveis entre 600–900 m (Irwin & Barneby 1982; BFG 2015). Está sendo primeiramente referido aqui para o estado do Mato Grosso do Sul. Material examinado selecionado: Brasil. GOIÁS: Teresópolis de Goiás, RPPN Santa Branca, 2.VII.2012, fr., J.P. Santos et al. 509 (UFG). MATO GROSSO DO SUL: Dourados, 9.VI.1994, fl., M.I. Fiji 8 (CGMS).
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Renovação de pastagem degradada com calagem, adubação e leguminosa consorciada em Neossolo Quartzarênico.

Renovação de pastagem degradada com calagem, adubação e leguminosa consorciada em Neossolo Quartzarênico.

Agrárias, Universidade Federal da Grande Dourados, Dourados, Mato Grosso do Sul, Brasil.. 3 Embrapa Gado de Corte, Campo[r]

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Agricultura familiar e produção orgânica: uma análise comparativa considerando os dados dos censos de 1996 e 2006.

Agricultura familiar e produção orgânica: uma análise comparativa considerando os dados dos censos de 1996 e 2006.

Quanto ao PIB da agricultura familiar, pôde-se constatar que, em nível nacional, os percentuais mantiveram-se constantes, entre- tanto o estado de Mato Grosso do Sul apresen- tou melhores resultados com um crescimento consecutivo entre os períodos analisados. No entanto, pôde-se observar que, tanto no Brasil, como no estado de Mato Grosso do Sul, o nível de utilização da agricultura orgânica é muito baixo, o que pode ser entendido pela falta de incentivo e orientação adequada aos pequenos produtores a aderirem essa prática. Contudo é importante destacar o papel das políticas públicas para o desenvolvimento desse setor, de forma que continue avançan- do em cada programa, tendo condições de orientar e atender todas as necessidades da
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