Top PDF Níveis de proteína bruta e energia metabolizável em uma linhagem de codorna de corte.

Níveis de proteína bruta e energia metabolizável em uma linhagem de codorna de corte.

Níveis de proteína bruta e energia metabolizável em uma linhagem de codorna de corte.

Fridrich et al. (2005) também observaram pior CA na fase de terminação e concluíram que um dos fatores pode ser desperdício de ração nessa fase é ocasionado pelo comportamento ativo das aves que tiveram livre acesso a parte interna dos comedouros. Esta também pode ser a explicação para a maior CA neste trabalho na fase de terminação, pois as aves tiveram o mesmo tipo de alojamento. Como foi observada neste trabalho, a melhora na CA com o aumento dos níveis de energia metabolizável é frequente em várias espécies de aves domésticas. Conclusão
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Desempenho de frangos de corte alimentados com rações pré-iniciais contendo diferentes níveis de proteína bruta e energia metabolizável.

Desempenho de frangos de corte alimentados com rações pré-iniciais contendo diferentes níveis de proteína bruta e energia metabolizável.

Diante do exposto, o presente trabalho teve por objetivos: avaliar o desempenho produtivo de frangos de corte no período de 1 a 21 dias de idade, recebendo rações pré-iniciais (1 a 7 dias) com diferentes níveis de proteína bruta e energia metabolizável; verificar o coeficiente de digestibilidade do nitrogênio e da ma- téria seca para as mesmas rações; e mensurar as relações corporais (o peso dos órgãos em relação ao peso corporal) e o peso dos órgãos e o comprimento dos intestinos aos 7 e aos 21 dias de idade.

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Desempenho de codornas de corte submetidas a diferentes níveis de proteína bruta e energia metabolizável.

Desempenho de codornas de corte submetidas a diferentes níveis de proteína bruta e energia metabolizável.

Segundo LISBOA et al. (1999), as adequações dos programas nutricionais permitem comparar diferentes linhagens de codornas presentes no mercado, a fim de verificar as mais produtivas e de qualidade superior, uma vez que as exigências entre linhagens são diferentes. Portanto, há a necessidade de se estabelecerem programas de melhoramento genético de codornas para produção de carne, bem como suas exigências nutricionais, além de desenvolver programas de alimentação visando a aperfeiçoar o desempenho e o rendimento de carcaça. Com este trabalho, objetivou-se avaliar o desempenho de codornas de corte, submetidas a diferentes níveis de proteína bruta e energia metabolizável.
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Plano nutricional com diferentes níveis de proteína bruta e energia metabolizável na ração, para frangos de corte.

Plano nutricional com diferentes níveis de proteína bruta e energia metabolizável na ração, para frangos de corte.

RESUMO - Dois experimentos foram conduzidos com o objetivo de avaliar quatro planos nutricionais com diferentes níveis de energia (EM) e proteína (PB), denominados PN1 (maior nível de EM e PB), PN2 (médio), PN3 (baixo) e PN4 (menor) nas rações inicial, crescimento e final, sobre o desempenho, o rendimento de carcaça e cortes e a viabilidade econômica na criação de frangos machos (Experimento 1) e fêmeas (Experimento 2). O delineamento experimental adotado foi o de blocos casualizados, com quatro tratamentos e quatro repetições, de 55 aves cada. Foi aplicado o teste Tukey (5%) para comparação das médias. Os resultados demonstraram que o aumento dos níveis de energia e proteína melhorou o desempenho produtivo dos frangos machos, no período de 1 a 39 dias de idade, e fêmeas, no período de 1 a 46 dias. Os planos nutricionais não afetaram o rendimento de carcaça dos frangos machos. Entretanto, as aves machos alimentadas com rações de mais altos teores de proteína e energia (PN1 e PN2) apresentaram maior rendimento de peito. Não houve diferença significativa entre os tratamentos para os rendimentos de carcaça e cortes de aves fêmeas. O maior retorno econômico em peso vivo de aves machos foi obtido com o plano nutricional de baixa concentração de proteína e energia (PN3). Entretanto, para rendimento de carcaça e corte de aves machos, o melhor retorno econômico foi observado para o PN2. Independentemente do produto comercializado, as aves fêmeas apresentaram melhor econômico sempre se que utilizou o PN3.
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Níveis de proteína bruta e energia metabolizável na produção e qualidade dos ovos de poedeiras da linhagem Lohmann Brown.

Níveis de proteína bruta e energia metabolizável na produção e qualidade dos ovos de poedeiras da linhagem Lohmann Brown.

Já Lastshaw et al. (1990) e Xavier e Peixoto (1997) observaram respostas quadráticas na produção de ovos quando as poedeiras foram submetidas a rações com níveis energéticos de 2710 a 2940 Kcal de EM/kg e 2650 a 2950 Kcal de EM/Kg de ração, respectivamen- te, sendo a maior produção obtida nos níveis intermedi- ários. Relacionando com a influência da proteína, Car- mino et al. (1992), trabalhando com diferentes níveis de proteína bruta na dieta, não encontraram diferença signifi- cativa (P>0,05) para a variável produção de ovos, concor- dando com os resultados encontrados neste trabalho. TABELA 2 – Produção de ovos, massa dos ovos, conversão alimentar por massa de ovos, peso dos ovos, peso do albúmem, porcentagem do albúmem, peso da gema, porcentagem da gema, peso da casca e porcentagem da casca de poedeiras da linhagem Lohmann Brown alimentadas com diferentes níveis de energia e proteína.
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EFICIÊNCIA REPRODUTIVA DE GALOS REPRODUTORES DE CORTE SUBMETIDOS À DIETA COM DIFERENTES NÍVEIS DE ENERGIA METABOLIZÁVEL E PROTEÍNA BRUTA

EFICIÊNCIA REPRODUTIVA DE GALOS REPRODUTORES DE CORTE SUBMETIDOS À DIETA COM DIFERENTES NÍVEIS DE ENERGIA METABOLIZÁVEL E PROTEÍNA BRUTA

O presente estudo teve como objetivo avaliar a morfometria e a compactação de cromatina em espermatozóides de reprodutores tratados com diferentes níveis de proteínas, e comparar as análises de compactação de cromatina com fertilidade e eclodibilidade, analisando a eficiência reprodutiva de galos reprodutores de corte. No tratamento um, os galos reprodutores pesados, foram alimentados com uma ração com 13,8% de Proteína Bruta (PB) e 2750 Kcal de EM/Kg, de 22 a 66 semanas de idade. No tratamento dois, os galos receberam a mesma ração fornecida para as fêmeas, sendo das 22 a 36 semanas de idade contendo 15% de PB, das 36 a 60 semanas, 15.2% de PB e das 60 a 66 semanas, 14% de PB, todas as dietas continham 2850 de Kcal de EM/Kg. No tratamento tres, os machos reprodutores foram alimentados com uma ração 15% de PB e 2700 Kcal de EM/Kg, de 22 a 66 semanas de idade. O sêmen de 16 galos foi coletado de cada tratamento, em três idades diferentes: 34, 38, 43, 48 e 51 semanas. O sêmen coletado foi submetido a protocolo de coloração com azul de toluidina, e posteriormente avaliado por análise de imagem computacional, com mensurações da área, perímetro, homogeneidade e intensidade da compactação da cromatina dentro de cada cabeça do espermatozóide. Os galos alimentados com elevado nível de proteína (15%) apresentaram melhores resultados em relação à compactação e a homogeneidade da cromatina das cabeças dos espermatozóides. Este mesmo grupo apresentou valores de tamanho de espermatozóides menores, o que indica menores alterações morfológicas. Não foi possível correlacionar a eclosão e fertilidade com os demais dados, pois neste estudo não houve diferença significativa entre os três tratamentos (p>0.05). Em relação à idade do galo reprodutor, independente da dieta utilizada, todos os tratamentos apresentaram alterações na compactação da cromatina, sendo que os galos alimentados com 13.8% de proteína bruta e 2750 Kcal de EM/Kg, apresentaram maiores alterações na compactação da cromatina. O que pode explicar a queda na fertilidade, geralmente observada no campo, após este período, em plantéis de matrizes pesadas.
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Níveis de proteína bruta e energia metabolizável na ração para codornas de corte.

Níveis de proteína bruta e energia metabolizável na ração para codornas de corte.

RESUMO - Avaliou-se o efeito de diferentes níveis de PB (20, 22, 24 e 26%) e EM (2.565, 2.715, 2.865 e 3.015 kcal/kg) na ração sobre o desempenho de codornas de corte. Foram utilizadas 768 codornas européias (Coturnix coturnix coturnix), machos e fêmeas no período de 1 a 42 dias de idade, distribuídas em delineamento inteiramente casualizado, com os tratamentos em arranjo fatorial 4 x 4 (proteína x energia), com três repetições de 16 aves. Não houve efeito significativo da interação proteína × energia nem dos níveis de PB sobre o consumo de ração, o ganho de peso e a conversão alimentar das aves e a viabilidade econômica das rações. Entretanto, o aumento do nível de energia da ração provocou redução linear no consumo de ração, aumentou o ganho de peso e melhorou a conversão alimentar das aves. O consumo de ração por codornas de corte depende do nível de energia da ração. O melhor desempenho destas aves foi obtido com 20% de PB e 2.865 kcal de EM/kg.
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Características de carcaça de codornas de corte alimentadas com diferentes níveis de proteína e energia.

Características de carcaça de codornas de corte alimentadas com diferentes níveis de proteína e energia.

Objetivou-se estudar a influência de diferentes níveis de proteína bruta e energia metabolizável sobre as características de carcaça de codornas de corte. O delineamento foi em blocos ao acaso, em esquema fatorial (5x3x2) com cinco níveis de proteína bruta (PB) (18; 20; 22; 24 e 26%), três níveis de energia metabolizável (EM) (2700; 2900 e 3100 Kcal EM/Kg) e dois sexos, com três repetições. As codornas foram criadas em gaiolas experimentais durante todo o período, sendo a ração fornecida à vontade. Duas aves de cada sexo, por unidade experimental, foram abatidas aos 50 dias, após jejum de 10 horas, para avaliação das características de peso: corporal ao abate, carcaça, peito, pernas, asa, fígado, moela e coração. Os modelos de regressão múltipla foram adotados como método de análise estatística. Não foi verificado efeito significativo (P>0,05) dos níveis de PB estudados sobre as características de carcaça, corte ou peso de vísceras, das codornas de corte de ambos os sexos, exceto para peso do coração. Maiores valores de características de carcaça de codornas de corte, machos e fêmeas da linhagem fêmea 2 (LF2) são obtidas com ração formulada com 18% PB e 2700 kcal EM/kg.
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Exigências de proteína bruta e energia metabolizável em codornas de corte durante a fase de crescimento.

Exigências de proteína bruta e energia metabolizável em codornas de corte durante a fase de crescimento.

nos demais períodos não foram observados diferenças significativas. Oliveira et al. (2002) observaram que a conversão alimentar melhorou com o aumento de níveis de energia no período de 38-45 dias de idade de codornas japonesas, no entanto, não observaram diferença significativa nos demais períodos, enquanto que Murakami et al. (1993) observaram melhor conversão alimentar em codornas japonesas com níveis de 2800kcal EM/kg de dieta, comparadas às aves que receberam 3000kcal de EM/kg de dieta no período de 1 a 42 dias de idade. Oliveira et al. (2002b) verificaram, entre 27 e 38 dias de idade, efeito linear positivo dos níveis de proteína bruta da dieta, pois nesse período, codornas alimentadas com 18% de proteína bruta tiveram melhor conversão alimentar, enquanto entre 38 e 49 dias de idade, a conversão alimentar foi menor quando alimentadas com dietas com 21,96% de proteína bruta. A conversão alimentar foi melhor com dietas com 3200kcal de EM/kg, nesse período.
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Determinação da energia metabolizável e balanço de nitrogênio de dietas com diferentes teores de proteína bruta para frangos de corte.

Determinação da energia metabolizável e balanço de nitrogênio de dietas com diferentes teores de proteína bruta para frangos de corte.

As aves foram criadas até os 21 dias de idade e alimentadas com dieta formulada para atender às exigências preconizadas por Rostagno et al. (2005). A partir do 21 o dia, foram alimentadas com quatro dietas que continham diferentes níveis de proteína bruta para se determinar o efeito do teor de proteína sobre a digestibilidade da matéria seca e da proteína bruta, e sobre a energia metabolizável e o balanço de nitrogênio. O percentual de proteína bruta das dietas experimentais foi de 21 − dieta-controle −, 19, 17 e 15%, (Tab. 1). As dietas com teor proteico mais baixo foram suplementadas com aminoácidos sintéticos − L-lisina; DL- metionina; L-treonina; L-triptofano; L-isoleucina, L-valina e L-arginina − para manter constante a relação lisina digestível e os demais aminoácidos essenciais, de acordo com Rostagno et al. (2005). Foram suplementadas com casca de soja para manter constante o teor de fibra bruta, e fornecidas à vontade durante todo o período experimental, determinando-se, durante o período de coleta de excretas, o consumo por meio da pesagem diária da ração fornecida e das sobras.
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Níveis de proteína bruta e de energia metabolizável para frangas de postura semipesadas de 1 a 18 semanas de idade.

Níveis de proteína bruta e de energia metabolizável para frangas de postura semipesadas de 1 a 18 semanas de idade.

O experimento foi conduzido no Setor de Avicultura do Departamento de Zootecnia do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal da Paraíba, Campus II, no município de Areia-PB, entre os meses de agosto de 2004 e abril de 2005. A temperatura média foi de 25,2 °C, a média de temperatura máxima foi de 28,0 °C e a média de temperatura mínima foi de 21,0 °C. Na fase de 1 a 6 semanas foram alojadas, em baterias metálicas tipo Brasília (90 x 90 x 30 cm) com piso coberto com papel, 432 aves de postura da Linhagem Lohmann Brown com três dias de idade e peso médio inicial de 35g. O programa de luz e de vacinação utilizados seguiu a recomendação do manual do fornecedor das aves (GRANJA PLANALTO, 2000). Foram utilizados comedouros e bebedouros próprios da bateria, os quais
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Níveis de energia metabolizável em rações para frangos de corte mantidos em ambiente de alta temperatura.

Níveis de energia metabolizável em rações para frangos de corte mantidos em ambiente de alta temperatura.

RESUMO - Quatrocentas aves com peso médio de 675,00 g foram distribuídas em delineamento de blocos casualizados, com base no peso das aves, com cinco tratamentos e quatro repetições. As dietas experimentais foram constituídas de cinco níveis de energia metabolizável (2.800, 2.900, 3.000, 3.100 e 3.200 kcal de EM/kg de ração) formuladas para atender às exigências nutricionais, exceto de energia metabolizável. O aumento do nível de energia das rações foi obtido pela adição de óleo de soja. Realizaram-se análises de variância e de regressão, associando-se os níveis de energia aos valores das variáveis estudadas. As aves foram avaliadas quanto ao desempenho (consumo de ração, ganho de peso e conversão alimentar) e às características de carcaça nos períodos de 22 a 35 dias, 36 a 42 dias, 43 aos 49 dias e de 22 a 49 dias de idade. O ganho de peso e a conversão alimentar de frangos de corte da linhagem Hubbard mantidos em ambiente de alta temperatura não são influenciados pelos níveis de energia metabolizável da ração. Os níveis de energia da dieta não afetam os rendimentos de carcaça, coxa, sobrecoxa, asa, tulipa, moela coração fígado, proventrículo e intestino. Entretanto, a gordura abdominal aumenta e o rendimento de peito decresce proporcionalmente à elevação da energia da dieta em ambiente de altas temperaturas.
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Níveis de energia metabolizável para frangos de corte de 1 a 21 dias de idade mantidos em ambiente de alta temperatura.

Níveis de energia metabolizável para frangos de corte de 1 a 21 dias de idade mantidos em ambiente de alta temperatura.

O consumo de energia metabolizável (CEM) au- mentou (P<0,01) de forma linear, à medida que se elevou o nível de EM das rações (Tabela 5), uma vez que as rações foram fornecidas de forma controlada e em igual quantidade entre os tratamen- tos. Também não se observou efeito no consumo de proteína bruta (CPB) das aves, o que é justificado pelo fato de as rações serem isoprotéicas e o CR não ter variado, significativamente, entre os tratamentos. Os resultados de rendimento de carcaça, deposi- ções de proteína e gordura na carcaça e peso abso- luto de gordura abdominal de pintos de corte, na fase de 1 a 21 dias de idade, mantidos em ambiente de estresse térmico (34 o C), são apresentados na Tabela 4. Não se observou efeito dos níveis de EM da ração sobre o rendimento de carcaça dos animais. Este resultado está de acordo com o obtido por BERTECHINI et al. (1991), que, trabalhando com frangos de corte em condição de alta temperatura, também não observa- ram variação no rendimento de carcaça, quando o nível de EM da ração aumentou de 3200 para 3400 kcal de EM/kg, e LEESON et al. (1996), que também não observaram influência do nível de EM (2700 a 3300 kcal) sobre o peso de carcaça de frangos
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Exigência de proteína bruta e energia metabolizável para codornas de corte EV1.

Exigência de proteína bruta e energia metabolizável para codornas de corte EV1.

Apesar de o nível energético ser o principal determinante do consumo, quando o conteúdo protéico da dieta é menor do que a exigência, as aves tendem a aumentar o consumo, para compensar principalmente o menor conteúdo de aminoácidos (Chwalibog e Baldwin, 1995). Murakami et al. (1993), ao estudarem os níveis nutricionais protéicos e energéticos, por meio de dietas formuladas à base de milho e farelo de soja, com 2800 e 3000kcal de EM/kg e 20 a 26% de PB para codornas japonesas em crescimento, verificaram que, atendidas as exigências de metionina + cistina, o menor consumo total de dieta, peso médio no 42 o dia de idade e conversão alimentar do primeiro ao 42 o dia de idade foram observados com codornas alimentadas com 20% de PB e 3000kcal de EM/kg.
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Proteína bruta e energia metabolizável para codornas de corte de um a 14 dias de idade.

Proteína bruta e energia metabolizável para codornas de corte de um a 14 dias de idade.

O peso corporal das aves aos sete dias de idade foi influenciado pelo nível de energia metabolizável da ração (P<0,01), na medida em que foi observado que aves que consumiram ração com menor nível de energia, 2800 kcal/kg, apresentaram maior peso nessa idade independentemente do nível de proteína bruta utilizado. Segundo Macari et al. (1994), na ave jovem, a absorção de gordura é limitada, e apenas quando a estrutura do enterócito alcança seu pleno desenvolvimento é que a absorção de lipídeos se efetiva, o que ocorre após duas ou três semanas de vida pós-natal, fase em que os mecanismos de digestão e absorção alcançam sua plenitude. Dunnington e Siegel (1995), ao estudarem a atividade de enzimas em frangos selecionados para alto/baixo peso vivo aos 42 dias de idade, observaram que a atividade relativa da enzima lipase atingiu níveis mais elevados aos oito dias de idade. Ao contrário do obtido no referido estudo, Nir et al. (1993) observaram que a atividade da lipase aumentou gradualmente até atingir cerca de 40 vezes seu valor aos 14 dias de idade. Entretanto, em estudo realizado por Nitsan et al. (1991), a atividade específica de lipase no pâncreas de frangos de corte ao nascimento até 20 dias diminuiu durante os três a seis primeiros dias após o nascimento e aumentou cerca de 10-20% aos 21 dias.
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Parâmetros ruminais e síntese de proteína metabolizável em bovinos de corte sob suplementação com proteinados contendo diversos níveis de proteína bruta.

Parâmetros ruminais e síntese de proteína metabolizável em bovinos de corte sob suplementação com proteinados contendo diversos níveis de proteína bruta.

A síntese de proteína microbiana no rúmen pode aumentar com a oferta de fontes de nitrogênio solúveis e de carboidratos rapidamente fermentáveis, melhorando o aporte de proteína microbiana no intestino delgado (Hennessy & Williamson, 1990). Entretanto, suplementos proteicos contendo elevada concentração de nitrogênio não-proteico podem liberar níveis excessivos de amônia no rúmen (Krysl et al., 1989; Hess et al., 1994; Toppo et al., 1997), promovendo diferencial entre as ofertas de nitrogênio e carbono aos microrganismos ruminais. A sincronização entre a disponibilidade de energia com o nitrogêno dietético é o fator mais importante para a eficiência de utilização do nitrogênio pelos microrganismos do rúmen (Rihani et al., 1993).
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Desempenho produtivo e biometria das vísceras de codornas francesas alimentadas com diferentes níveis de energia metabolizável e proteína bruta

Desempenho produtivo e biometria das vísceras de codornas francesas alimentadas com diferentes níveis de energia metabolizável e proteína bruta

O experimento foi realizado na Granja Coração de Leão, localizada em Vicente Pires, Brasília-DF. Foram utilizadas 3768 codornas francesas com um dia de vida, não sexadas. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado. Os tratamentos foram distribuídos num arranjo fatorial 2 x 4 (sendo dois os níveis de energia metabolizável: 2.900 e 3.000 kcal EM/kg, e quatro os níveis de proteína bruta: 20,5%; 21,5%; 22,5% e 23,5%) com três repetições de 157 codornas por unidade experimental. O período experimental foi do primeiro ao 14º dia de vida das aves que foram alojadas em seis boxes contendo quatro círculos de proteção (folhas de eucatex) em cada box, totalizando 24 círculos com uma densidade de 102 aves/m 2 . Os círculos eram providos de cama
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA PRISCILA SOARES LIMA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA PRISCILA SOARES LIMA

Na experiência em análise, os professores não tiveram formação para tal mudança e foram experimentando e construindo, a seu modo, uma escola de tempo integral, [r]

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Níveis de energia metabolizável para frangos de corte de 1 a 21 dias de idade mantidos em ambiente de conforto térmico.

Níveis de energia metabolizável para frangos de corte de 1 a 21 dias de idade mantidos em ambiente de conforto térmico.

As rações experimentais que constituíram os tratamentos (cinco níveis de energia metabolizável, Tabela 2) foram formuladas com níveis de proteína, minerais e vitaminas 5% acima do recomendado por ROSTAGNO et al. (1996). Os níveis de EM (2850, 2925, 3000, 3075 e 3150 kcal/kg) foram obtidos por meio de alterações nas proporções de óleo de soja refinado e inerte (CAULIN) nas rações. O critério de elevar o nível de proteína, minerais e vitaminas acima das recomendações foi adotado para garantir o atendimento das exigências nutricionais dos animais, devido à redução do fornecimento de ração, que correspondeu, em média, a 92,3% do consumo voluntário. Para determinação do consumo voluntário, utili- zaram-se 50 aves distribuídas em grupos de 10 por bateria, mantidas em câmara climática, em condições de conforto térmico. Os animais receberam ração com 3000 kcal de EM, correspondendo à exigência das aves no período, segundo ROSTAGNO et al. (1996).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA HEROCILDA DE OLIVEIRA ALVES

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA HEROCILDA DE OLIVEIRA ALVES

Através dos resultados das avaliações bimestrais dos estudantes Inserção do protocolo de ações no Projeto Político Pedagógico da escola Analisar se houve melhoria nos resu[r]

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