Top PDF Níveis séricos de vitamina "A" em pré-escolares de um bairro pobre de Manaus - AM.

Níveis séricos de vitamina "A" em pré-escolares de um bairro pobre de Manaus - AM.

Níveis séricos de vitamina "A" em pré-escolares de um bairro pobre de Manaus - AM.

Valores médios (x) e desvios padrão (DP) da ingestão alimentar de proteinas, energia e vitamina A de pré-escolares, residentes no Coroado, bairro perifé- rico de Manaus, AM, 1983... [r]

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Padrão alimentar e consumo de zinco, vitamina A e ferro, em pré-escolares num bairro pobre de Manaus, 1979

Padrão alimentar e consumo de zinco, vitamina A e ferro, em pré-escolares num bairro pobre de Manaus, 1979

TABELA I — Listagem dos pesos das unidades caseiras dos alimentos mais consumidos, usadas para avaliar o consumo alimentar nas últi- mas 24 horas, de pré-escolares, Manaus, 1979.. Ess[r]

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REPROVAÇÃO NO 6º ANO: UM ESTUDO DE CASO EM TRÊS ESCOLAS DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

REPROVAÇÃO NO 6º ANO: UM ESTUDO DE CASO EM TRÊS ESCOLAS DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

No segundo capítulo foi abordado os principais fatores de reprovação no 6º ano que foram identificados através das entrevistas realizadas com os atores envolvidos no cotidiano escolar, que atuam direta ou indiretamente com os alunos deste ano nas escolas pesquisadas. Nas entrevistas realizadas com os diretores escolares, com os coordenadores pedagógicos e com os 3 professores de cada unidade escolar, muitos foram os fatores elencados como causa da reprovação neste ano de escolarização. Todavia, nesta pesquisa nos atemos a 2 fatores que predominaram nas colocações dos entrevistados sobre às possíveis causas de retenção neste segmento de ensino, isto é: as dificuldades de adaptação que implicam na dificuldade de aprendizagem, ocasionada pela transição do 5º para o 6º ano, devido a quantidade de professores que atuam neste ano, aliada aos problemas disciplinares e aos problemas inerentes aos alunos em distorção idade-série. O segundo fator que foi analisado se refere a ausência de habilidades adequadas dos professores que atuam neste ano de escolarização. Neste fator, a principal discussão foi a questão da capacitação dos docentes empreendida na academia, e a importância de uma formação continuada dos professores, não apenas para os professores que atuam neste ano de escolarização, mas para todos os profissionais de ensino.
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VAGNO DOS SANTOS RAMOS A IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO AVANÇAR EM UMA ESCOLA DA REDE ESTADUAL DE MANAUS - AMAZONAS

VAGNO DOS SANTOS RAMOS A IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO AVANÇAR EM UMA ESCOLA DA REDE ESTADUAL DE MANAUS - AMAZONAS

Em 2015 houve uma tentativa de implantar simulado bimestral em todas as turmas e disciplinas, mas ele só foi realizado no 1º bimestre. Segundo os professores que coordenavam essa ação, não foi possível continuar devido ao índice muito alto de reprovação dos alunos. Aconteceu também a I Feira de Geografia; visitas a reservas ambientais na Semana do Meio Ambiente; visitas a abrigos de idoso, como ação do projeto Educar Para Envelhecer; palestras com policiais do Ronda no Bairro; projeto em parceria com a Secretaria de Segurança, como forma de prevenir a violência e uso de drogas; palestras sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) e ação e combate à discriminação e ao preconceito quanto à orientação sexual e ao abuso e exploração de menores; visita a órgãos de preservação ambiental; passeata alusiva ao Dia Mundial pelo Meio Ambiente; I Mostra de Jogos Matemáticos; atividades alusivas ao dia do estudante e festa folclórica da escola. Todas essas atividades tiveram envolvimento dos alunos do PA.
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O PERFIL DO GESTOR ESCOLAR NA IMPLEMENTAÇÃO DE MODELOS DE GESTÃO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PERFIL DO GESTOR ESCOLAR NA IMPLEMENTAÇÃO DE MODELOS DE GESTÃO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O projeto Fórmula da Vitória é uma iniciativa do Instituto Ayrton Senna que desenvolve projetos de letramento. O projeto é oferecido em contraturno aos alunos de 6º ano do Ensino Fundamental que apresentam padrões abaixo do esperado nas SADs (Sistemas de Avaliação Diagnósticos): a avaliação diagnóstica realizada nas unidades escolares é o SAERJINHO. No ano de 2014, tivemos 10 escolas participantes com 21 turmas e atendendo em média 525 alunos. Os professores passam por formação sob a tutela do Instituto, e os alunos recebem material alternativo desenvolvido com base no potencial da abordagem socioemocional para melhorar os índices de educação em geral, reduzir desigualdades dentro dos sistemas educativos e promover prosperidade social e econômica. O Instituto Ayrton Senna e seus colaboradores uniram-se ao Centro para Pesquisa e Inovação Educacional (CERI) da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para realizar um projeto pioneiro de medição de competências socioemocionais no contexto escolar.
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CONSELHO DE CLASSE: O FUNCIONAMENTO DE UM ESPAÇO POLÍTICO-PEDAGÓGICO A SER RESSIGNIFICADO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

CONSELHO DE CLASSE: O FUNCIONAMENTO DE UM ESPAÇO POLÍTICO-PEDAGÓGICO A SER RESSIGNIFICADO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Esta ação se faz necessária para que o Plano se torne viável e o trabalho seja integrado aos objetivos da SRE em melhorar os resultados escolares, a partir do aprimoramento das práticas de gestão. Não se desconsiderou a existência da relação hierárquica que está sobre a organização dos trabalhos desse órgão de ensino sendo portando necessário o respaldo de seus gestores para a implementação deste PAE. Objetiva-se, portanto, ir além da autorização e aval dos diretores, mas pactuar um comprometimento para apoio e investimento no trabalho proposto. Inclui-se nesta ação ouvir as orientações e organizar pautas para as reuniões que incluirão a participação do diretor da DIRE e do Supervisor Regional. II. Reunião com diretor escolar, vice-diretores, especialistas (supervisores): a proposta para esta ação será atender ao objetivo de discutir o plano de trabalho e suas propostas com este grupo e construir com esta equipe a implementação que melhor atenderá à escola, incluindo o planejamento do monitoramento. Para tanto, pretende-se partir da adesão dessa equipe através da apresentação da pesquisa e do plano. A escola não será obrigada a adesão a esse PAE. A proposta é estabelecer um trabalho articulado, integrado que tenha boa receptividade e possa colaborar para uma prática significativa.
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JUARINA ANA DA SILVEIRA SOUZA PERMANÊNCIA E EVASÃO ESCOLAR: UM ESTUDO DE CASO EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO PROFISSIONAL

JUARINA ANA DA SILVEIRA SOUZA PERMANÊNCIA E EVASÃO ESCOLAR: UM ESTUDO DE CASO EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO PROFISSIONAL

Acredita-se que isso ocorreu porque o câmpus era novo na cidade e a comunidade em geral não tinha conhecimento de sua existência. De forma que o público que concorreu praticamente foi selecionado para compor as duas primeiras turmas, ou seja, não houve uma seleção acirrada dos candidatos e teve acesso alunos com diferentes níveis de desempenho educacional. A gestão e alguns professores entendem que uma das causas para o número significativo de alunos não terem permanecido no curso deveu-se, provavelmente, ao baixo nível de exigência da seleção realizada. Posteriormente, em conversas com alguns professores, muitos desses alunos afirmaram que objetivavam entrar na instituição por ser de qualidade, mas que não tinham muita clareza ou aptidão pelo curso. Diante desses depoimentos dos alunos e dos profissionais da escola, nos perguntamos: será que a falta de clareza ou aptidão pelo curso foi um dos motivos de tantos alunos não terem permanecido no curso? Que outras causas teriam? E, mesmo havendo todos estes possíveis motivos, o que leva, então, o aluno a permanecer no referido curso?
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RELAÇÕES ENTRE EDUCAÇÃO, APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO HUMANO: AS CONTRIBUIÇÕES DE JEAN MARC-GASPARD ITARD (1774-1838)

RELAÇÕES ENTRE EDUCAÇÃO, APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO HUMANO: AS CONTRIBUIÇÕES DE JEAN MARC-GASPARD ITARD (1774-1838)

Recorremos a Vygotsky para analisar o que poderia ter acontecido nessas situações; para ele, a tendência da criança pequena é satisfazer seus desejos imediatamente, ela não planeja o futuro; quando cresce e atinge a idade pré-escolar, surgem desejos que não podem ser realizados imediatamente, “para resolver essa tensão, a criança em idade pré-escolar envolve-se num mundo ilusório e imaginário no qual os desejos não realizáveis podem ser realizados, e esse mundo é o que chamamos de brinquedo” (VYGOTSKY, 1994, p. 122). Todo brinquedo tem como característica uma situação imaginária, que contém regras de comportamento, ou seja, se for brincar de mamãe, tenho que desempenhar o papel de mãe, tenho que seguir essas regras. A situação imaginária também caracteriza os jogos. “O mais simples jogo com regras transforma-se imediatamente numa situação imaginária, no sentido de que, assim que o jogo é regulamentado por certas regras, várias possibilidades de ação são eliminadas” (VYGOTSKY, 1994, p. 125). Dados esses conceitos, pensemos em Victor. Vivendo nos bosques, era regido por suas necessidades e vontades, satisfazia-as assim que possível; mesmo depois que estava sob os cuidados de Itard, muitas de suas necessidades eram supridas quase que imediatamente. As brincadeiras e jogos propostos, como o jogo de boliche, não deveria ter o menor sentido para ele. Jogar para quê? Para ganhar. Ganhar o quê?
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Sally Wendkos Olds • Ruth Duskin Feldman

Sally Wendkos Olds • Ruth Duskin Feldman

A condição socioeconômica (CS) mescla diversos fatores relacionados, incluindo renda, nível de instrução e profissão. Ao longo deste livro, descrevemos muitos estudos que re- lacionam a CS aos processos de desenvolvimento (como diferenças na interação verbal das mães com seus filhos) e às conseqüências no desenvolvimento (como saúde e de- sempenho cognitivo; ver Tabela 1-2). Geralmente não é a CS propriamente dita que tem influência nessas conseqüências, e sim fatores associados à CS, como os tipos de lares e bairros em que as pessoas residem e a qualidade da assistência médica, da educação es- colar e de outras oportunidades disponíveis a elas. As crianças pobres, por exemplo, têm maior propensão do que as outras a ter problemas emocionais e comportamentais, e seu potencial cognitivo e o desempenho na escola são ainda mais afetados (Brooks-Gunn, Britto e Brady, em fase de elaboração; Brooks-Gunn e Duncan, 1997; Duncan e Brooks- Gunn, 1997; McLoyd, 1998). Mas os danos da pobreza podem ser indiretos, através de seu impacto sobre o estado emocional dos pais e suas práticas educativas e sobre o am- biente doméstico que eles criam. (No Capítulo 10, examinaremos mais detidamente os efeitos indiretos da pobreza.)
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O garoto selvagem D LPSRUWkQFLD GDV UHODo}HV VRFLDLV H GD HGXFDomR QR SURFHVVR GH GHVHQYROYLPHQWR KXPDQR

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Nesse sentido, Vygotsky (2005) salienta que, embora haja uma relação indiscutível entre o “nível de desenvolvimento e a capacidade potencial de aprendizagem” da criança, há que se atentar tanto para o nível de desenvolvimento efetivo (real), quanto para a zona de desenvolvimento proximal; o primeiro define “funções que já amadureceram, ou seja, os produtos finais do desenvolvimento”, enquanto a zona de desenvolvimento proximal permite vislumbrar aquilo que ainda “está em processo de maturação”. Esses dois níveis podem auxiliar um diagnóstico mais preciso acerca do nível de desenvolvimento intelectual da criança, possibilitando estabelecer métodos mais eficazes de intervenção pedagógica.
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POLÍTICA DE FORMAÇÃO DE GESTORES DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DE JUIZ DE FORA EM 2011 – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

POLÍTICA DE FORMAÇÃO DE GESTORES DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DE JUIZ DE FORA EM 2011 – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Foram disponibilizados instrumentos que tinham como objetivo auxiliar na construção do diagnóstico das escolas. O formulário Construindo o diagnóstico da Unidade Escolar deveria ser preenchido pelos cursistas, recorrendo à secretaria da escola, à SE, a documentos do Governo Federal ou a sítios do Ministério da Educação e do INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira). Já o questionário Conhecendo a escola por meio de sua comunidade deveria ser preenchido em uma reunião com os pais e comunidade local em geral. A sugestão era de que promovessem um encontro em que eles estivessem presentes e aproveitassem esse momento de eleição na escola para criarem um debate público sobre os temas de interesse da comunidade. Sendo um questionário aberto, poderia ser aplicado individual ou coletivamente. Mas dado o período pré-eleitoral, o mais interessante era que servisse como um roteiro para o debate entre os segmentos da comunidade escolar e que as respostas fossem registradas, mostrando as opiniões em comum e divergentes entre os vários participantes. O questionário poderia se tornar um recurso para captar as opiniões e anseios das famílias e da comunidade local em que a escola está inserida.
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O CURSO DE PEDAGOGIA DO PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA (Parfor) NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO DE OLIVENÇA (AM)

O CURSO DE PEDAGOGIA DO PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA (Parfor) NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO DE OLIVENÇA (AM)

O interesse por analisar o Parfor em São Paulo de Olivença está associado à minha trajetória profissional, que começou em 1984, quando concluí o antigo magistério, o qual me habilitou para exercer a docência de 1ª a 4ª séries. No ano seguinte, fui aprovado em concurso público da Secretaria de Estado da Educação do Amazonas para exercer o cargo de professor de 1ª a 4ª séries. Em 1987, fui convidado para ser gestor da Escola Estadual Duque de Caxias, em um pelotão de fronteira do exército denominado de Vila Bittencourt, no qual permaneci até 1995. Somente em 1996, ou seja, após 11 anos de docência, tive a oportunidade de realizar um curso de nível superior por meio do Programa Especial de Formação Docente da Universidade Federal do Amazonas (PEFD). Após a conclusão do curso, fiz uma especialização em Tecnologia Educacional e, no ano de 2005, fui convidado para exercer o cargo de Secretário Municipal de Educação do Município de Tabatinga. Minha experiência com formação superior de professores deu-se, a partir do ano de 2010, quando fui aprovado, em concurso público, para o cargo de docente do Centro de Estudos Superiores de Tabatinga, da Universidade Estadual do Amazonas. No ano de 2011, fui aprovado em Processo Seletivo para ministrar aulas no Curso de Pedagogia ofertado pelo Parfor no Município de São Paulo de Olivença. Nesse contexto, fui eleito pelos docentes do Centro de Estudos Superiores de Tabatinga (CESTB/UEA), em 2012, para exercer a função de Coordenador Local do Curso de Pedagogia oferecido pelo Parfor no município de São Paulo de Olivença. O referido curso é coordenado e executado pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA), com sede em Manaus.
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FORMAÇÃO DE GESTORES NA CDE7 DE MANAUS: REALIDADE, POSSIBILIDADES E LIMITES – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

FORMAÇÃO DE GESTORES NA CDE7 DE MANAUS: REALIDADE, POSSIBILIDADES E LIMITES – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A logística envolvendo os recursos materiais necessários para a implementação do programa pretende utilizar do espaço e os recursos disponíveis na própria CDE7. A execução do programa não envolve gastos com os recursos humanos, conforme demonstrado anteriormente, pois os instrutores serão os próprios servidores da CDE7 e/ou da SEDUC/AM. Quanto aos custos com os recursos materiais, como papel, xerox, caneta, pasta, data show, lanche, computador, acesso à internet e ao programa SIGEAM já são providos pela SEDUC/AM à CDE7 por meio de cotas mensais de suprimentos. Essas cotas de materiais e provimentos do acesso à internet e ao SIGEM são destinados à manutenção da infraestrutura e a operacionalização dos diversos serviços que são executados pela CDE7. Desta forma, na execução do programa não estão previstas despesas adicionais com recursos materiais, pois se pretende utilizar os materiais já existem na CDE7 e providos pela SEDUC/AM.
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Hegemonia em tempos de cólera: a difícil construção de uma ordem mundial — Outubro Revista

Hegemonia em tempos de cólera: a difícil construção de uma ordem mundial — Outubro Revista

Os objetivos da política externa são, assim, cruamente explicitados dando continuidade a um discur- so apresentado pela primeira vez de maneira mais incisiva por George Bush: “Nosso obje[r]

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PRÁTICAS DE GESTÃO ESCOLAR: UM ESTUDO DE CASO NA ESCOLA ESTADUAL JOAQUIM MAURÍCIO DE AZEVEDO DE JANAÚBAMG

PRÁTICAS DE GESTÃO ESCOLAR: UM ESTUDO DE CASO NA ESCOLA ESTADUAL JOAQUIM MAURÍCIO DE AZEVEDO DE JANAÚBAMG

Constituído pela identidade da escola, historicamente construída em sua relação com a comunidade, a partir de seu projeto pedagógico e de sua evolução ao longo do tempo. Esse projeto é a marca da escola como instância educacional e política, bem cultural e referencial histórico na comunidade em que está inserida. Uma escola é resultado de um conjunto de experiências acumuladas, do trabalho de muitas pessoas que lutaram por ideais, desenvolveram planos e projetos, alcançaram êxitos e amargaram fracassos. Há, pois, toda uma trajetória que, gradativamente, vai constituindo o patrimônio imaterial da escola. E ele se revela por meio de muitos elementos: os símbolos escolares (a bandeira, o hino, o uniforme etc.), os principais projetos de ensino-aprendizagem, o material didático utilizado, os movimentos cívicos que liderou ou de que participou, as festas promovidas, a participação em apresentações culturais, esportivas, trabalhos comunitários, o perfil de seus alunos, a qualidade de seus mestres etc (MARTINS, 2001, p.16).
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BANKS LEITE; GALVÃO [org.]. A educação de um selvagem   as experiências pedagógicas de Jean Itard

BANKS LEITE; GALVÃO [org.]. A educação de um selvagem as experiências pedagógicas de Jean Itard

Desde então, assim que é tomado pela vontade, se ninguém se apresenta para satisfazê-Io, ele entra em casa, pega alguém pelo braço, leva-o ao jardim e põe-lhe entre as mãos as varas do c[r]

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INFLUÊNCIA DO TEOR DE FERRO NOS PARÂMETROS DE RESISTÊNCIA DE UM REJEITO DE MINÉRIO DE FERRO

INFLUÊNCIA DO TEOR DE FERRO NOS PARÂMETROS DE RESISTÊNCIA DE UM REJEITO DE MINÉRIO DE FERRO

A quebra de grãos ocorre quando o solo é sujeito a altos níveis de tensões, geralmente, provocando uma curvatura na envoltória de resistência. Em geral estes níveis de tensão são superiores aos níveis máximos em obras de engenharia, que são em torno de 700 kPa (OLIVEIRA FILHO, 1987). Para baixos níveis de tensões pode-se considerar que a resistência dos grãos exerce pouca influência no comportamento dos solos granulares (LAMBE & WHITMAN, 1979). Mas podem existir obras especiais que solicitam o solo de maneira mais severa como nas grandes barragens, onde nestes casos OLIVEIRA FILHO (1987) afirma que a mineralogia e a resistência dos grãos podem assumir um papel significativo na avaliação do desempenho dos materiais granulares, possibilitando a ocorrência de quebra de grãos individuais ou de grumos do solo, modificando granulometricamente o solo.
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Cuba e União Soviética em Angola: 1977 — Outubro Revista

Cuba e União Soviética em Angola: 1977 — Outubro Revista

Quanto aos soviéticos, os documentos confirmam uma atitude muito diferente da dos cubanos. Mas o Informe de Raúl Castro de abril-junho de 1976 mostra como a lide[r]

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