Top PDF NOTAS SOBRE OS DORMENTES DA ESTRADA DE FERRO DO TOCANTINS.

Estrada de ferro Vitória a Minas: conversas de beira de linha

Estrada de ferro Vitória a Minas: conversas de beira de linha

Porém não foram cinco ou seis homens que fizeram da Estrada de Ferro Vitória a Minas a ferrovia considerada a mais rica do país. Inúmeros trabalhadores braçais e operadores de locomotivas, cujos nomes nunca saberemos ao certo, se fazem presentes sobre os dormentes e trilhos por onde passa o trem nessa viagem. Como se não bastasse o esforço intelectual e físico de muitos homens, foi preciso ainda pagar um alto preço para continuar a construção da ferrovia: o sangue dos índios botocudos. Isso faz daqueles indígenas parte integrante da história da Vitória a Minas, embora deles tenha restado apenas o nome do grupo do qual faziam parte, Aimorés, dado a uma cidade por onde a ferrovia passa. A figura 5 retrata claramente a manipulação do elemento indígena pelo homem branco e a imagem é capaz de testificar esse domínio que resultou o extermínio dos índios botocudos da região. Isso nos leva a pensar que as fotografias referentes à EFVM proporcionaram uma leitura ainda mais concisa sobre seu contexto e processo de construção.
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REAPROVEITAMENTO DE DORMENTES DE MADEIRA DA ESTRADA DE FERRO CARAJÁS PARA A COGERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

REAPROVEITAMENTO DE DORMENTES DE MADEIRA DA ESTRADA DE FERRO CARAJÁS PARA A COGERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

A estrutura de uma via férrea necessita de uma sus- tentação dos trilhos de aço que garanta a absorção de impactos e trepidações inerentes ao transporte ferro- viário. As peças transversais que fazem a sustentação da parte superior da estrutura de uma trilha férrea são chamadas dormentes, os quais amortecem os impac- tos e os transferem ao lastro e sublastro, conferindo segurança ao transporte de passageiros e cargas. A utilização desse material em ferrovias se iniciou por volta de 1820, quando, pela primeira vez, foram substi- tuídas pedras por travessas de madeira em estrada de ferro situada em Boston, Estados Unidos. A prática se tornou comum em todo o mundo devido à abundân- cia da madeira. Todavia, ao longo do tempo as pres- sões por recursos naturais constituíram um alerta para a necessidade de ampliar a vida útil dos dormentes de madeira (ALVES, 2005). As pressões mundiais pela pre- servação do meio ambiente e a própria escassez dessa matéria-prima obrigam as empresas com operações ferroviárias a buscarem alternativas para esse mate- rial. As pesquisas apontam avanços significativos na fa- bricação de dormentes com polímeros (plástico rígido combinado com outros elementos) que evitam o corte de árvores e são provenientes de materiais recicláveis. Atualmente, existem opções de substituição da madeira por concreto, aço, plástico rígido e borracha ( MANALO et al., 2010; FERDOUS et al., 2015). No entanto, no Brasil a produção com outros materiais ainda é insufi- ciente para atender à demanda anual de 1,5 milhão de unidades. Apesar disso, a utilização de aço e de concre- to já tem ampla aplicação em ferrovias no Brasil (e.g., VALE e MRS). Nas classes das madeiras, o eucalipto é considerado inferior às árvores nobres, mas tem sido a solução para a fabricação de dormentes em larga esca- la por possuir a mesma vida útil e proporcionar ganhos ambientais pelo manejo sustentável (SALLES, 2009). A primeira parte da literatura consultada sobre dor- mentes de ferrovias se refere a importância, caracterís- ticas estruturais e físicas, especificações, formas de tra- tamento e materiais de fabricação. Foram estudadas particularidades técnicas e consultados especialistas que atuam na via permanente da Estrada de Ferro Ca- rajás (EFC). Analisaram-se ainda as vantagens e desvan- tagens dos materiais utilizados na fabricação de dor- mentes, tais como madeira, aço, concreto, borracha e plástico rígido (PACHA, 2003; SALLES, 2009; MANALO
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As condiçoes estruturantes da siderurgia mineira: recursos naturais, Estado e elite instruída

As condiçoes estruturantes da siderurgia mineira: recursos naturais, Estado e elite instruída

A implantação da CVRD e a constituição de sua infraestrutura logística contribuíram para viabilizar a realização do sonho da sociedade mineira e coroar de êxito o seu grande empenho na consolidação do setor siderúrgico em Minas Gerais. A localização da extração mineral, em Itabira, promoveu a formação do eixo moderno da siderurgia mineira, decorrente das indústrias implantadas inicialmente, ao longo do Vale do Rio Doce, orientadas pelo leito da Estrada de Ferro Vitória Minas (EFVM). Nos anos seguintes, esse eixo sofreu uma reorientação, quando as novas unidades siderúrgicas – influenciadas pela malha ferroviária, interligada na região central de Minas Gerais –, definiram as suas localizações, influenciadas pela malha ferroviária interligada, na região central de Minas Gerais, basicamente em três direções: o porto de Vitória, o porto do Rio de Janeiro e o estado de São Paulo. Com respeito ao impacto da atividade de extração mineral relativo à siderurgia na Zona Metalúrgica de Minas Gerais, foram muito importantes os estudos elaborados por Alisson Pereira Guimarães (1962) e por J. P. Dickenson (1967), em suas revisões referentes à siderurgia mineira. Já a teoria de Alfred Weber (1929) sobre a localização industrial permitiu classificar a siderurgia como um caso típico da indústria weberiana.
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VERÔNICA DE SOUZA CRUZ OS DESAFIOS DE APROPRIAÇÃO DE RESULTADOS DAS AVALIAÇÕES EXTERNAS: UM ESTUDO DA CORDENADORIA REGIONAL DE CAREIRO DA VÁRZEAAM

VERÔNICA DE SOUZA CRUZ OS DESAFIOS DE APROPRIAÇÃO DE RESULTADOS DAS AVALIAÇÕES EXTERNAS: UM ESTUDO DA CORDENADORIA REGIONAL DE CAREIRO DA VÁRZEAAM

Quando perguntamos aos apoios pedagógicos sobre as ações que realizam nas escolas em que visitam no que se refere à divulgação e à apropriação dos dados do SADEAM, o apoio pedagógico 1 discorreu sobre as ações na escola como professor e como responsável por projetos na área de Educação Física (APOIO PEDAGÓGICO 1). O apoio 2 afirmou que não visitava as escolas (APOIO PEDAGÓGICO 2, 2016). Já a apoio pedagógico 3 disse que realizava visitas técnicas nas escolas, conversava com cada professor, observava o diário, o planejamento, procurando conhecer de que forma estariam trabalhando o SADEAM (APOIO PEDAGÓGICO 3, 2016). Já o apoio 4 falou que, como Coordenadora do PNAIC, sempre levava os resultados e realizava reuniões com os professores das escolas, assim também como solicitava o plano de intervenção de acordo com os descritores (APOIO PEDAGÓGICO 4, 2016). Já a apoio pedagógico 5 afirmou ser responsável pelo ensino por mediação tecnológica, realizando ações de orientação aos professores e alunos sobre o papel deles (APOIO PEDAGÓGICO 5, 2016). Nesse sentido, percebemos que a maioria desses profissionais não está atuando especificamente na função de apoio pedagógico. De acordo com o regimento interno das escolas estaduais, o profissional apoio pedagógico possui competências importantes, quais sejam: orientação, supervisão e avaliação de projetos educacionais e resultados das escolas.
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M IN ÉR IOD EF ER RO CH EM AL E| TA KE H AR A

M IN ÉR IOD EF ER RO CH EM AL E| TA KE H AR A

A prospecção do minério de ferro depende da correlação entre os fatores geo- lógicos, técnicos e econômicos, interligados ao modelo industrial de fabricação do aço. Para isso, devem ser considerados: 1) tipo de minério de ferro disponível; 2) tratamento do minério (beneficiamento); 3) processamento metalúrgico da ma- téria-prima (preparação da carga para a alimentação no alto-forno e processo de redução); e 4) a infraestrutura regional – sistemas de transporte, mercado e mão de obra disponível (GROSS, 1993; HUNDERTMARK, 1996). Muitas vezes, essa correlação é inexistente, inviabilizando, assim, a extração do minério, em razão do custo de produção muito alto, principalmente, quando há falta de um sistema de transporte eficaz e barato, sendo este último o principal componente no custo do minério. Atualmente, a maior parte das jazidas possui um sistema de transporte mina/ferrovia/porto para viabilizar o escoamento da produção.
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A Interiorização da Capital pela Estrada de Ferro Sul do Espírito Santo

A Interiorização da Capital pela Estrada de Ferro Sul do Espírito Santo

Outra picada, a de Santa Clara, foi criada com o mesmo intuito, no ano de 1857. Essa, entroncando-se na estrada que vai de Santa Clara até Filadélfia (hoje Teófilo Otoni) e, mais adiante, na estrada geral que ligava o Rio de Janeiro à Bahia, em território mineiro. Sua função também era a de ligar a Vila de São Mateus ao mercado de Minas Gerais. Porém, até 1859, servia apenas para o tráfego de algumas boiadas. 78 Todavia, assim como as demais, passava por regiões desertas, fator crucial para a ausência de um tráfego constante. Em 1861, não oferecia nenhum trânsito regular nem expectativas de tal anseio, pelo menos a curto prazo: [...] nem poderá prestar utilidade senão em epocha mais remota, quando a população affluir mais para o centro do território de São Mateus. 79 Ainda em 1871, não passava de uma picada, embora o presidente Antonio Gabriel Fonseca 80 tivesse manifestado interesse em transformá-la em estrada. Porém, esse anseio – bem como a picada – foram “esquecidos” nos relatórios posteriores, demonstrando o desinteresse dos governantes a partir de então.
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A Rodovia Brasília-Belém e o Vale do Tocantins

A Rodovia Brasília-Belém e o Vale do Tocantins

Dividimos o nosso trabalho em 2 partes principais e uma subsidiária: a primeira destina-se ao estudo da bacia do Tocantins e seus aspectos essenciais; na segunda procuramos situar o Vale do Tocantins dentro do plano de desenvolvimento oferecido pela estrada Brasilia-Belém; e finalmente a terceira, tratamos de verificar as vantagens econômicas da rodovia em seus detalhes econômicos, como encurtadora de distânicas e substituta do velho rio Tocantins, tendo sempre em mente a importância do «fator velocidade nos transportes» que ela assumirá, quando em plena fôrça de sua função integradora do Brasil-Central. Estudados e meditados longamente todos êsses problemas, pudemos concluir afirmando — como já o fizemos em trabalho anterior — que a unificação da Pátria, pela conquista do oeste, firmou-se definitivamente sôbre a coragem e o desprendimento dos homens que estão levantando a «tão incompreendida e por vêzes amaldiçoada Brasília». (*)
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NERA CPP Final Nov 7

NERA CPP Final Nov 7

– Expenditures include changes in electricity generation costs (including allowance costs), energy efficiency costs, and increased natural gas costs for non-electric consumers.. – Expe[r]

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Os fundamentos marxistas de uma sociologia do cotidiano — Outubro Revista

Os fundamentos marxistas de uma sociologia do cotidiano — Outubro Revista

A crítica da individualidade, no pensamento marxista, teria como seu tema central a idéia de consciência privada em oposi- ção à noção de consciência pública. O simples fato de que possa- mos falar de duas consciências opostas já coloca um dos pontos importantes da crítica, a idéia de consciência fragmentada decor- rente de uma sociedade em que o regime de trabalho se dá por uma divisão altamente acentuada e parcelarizada. Ao trabalho fragmentado corresponderia uma consciência e uma vida tam- bém fragmentada. Se por meio de Marx podemos afirmar que não existe experiência individual e pessoal que não seja social, porque é antes de tudo experiência humana vivida em socieda- de, a consciência privada, resultado do individualismo próprio da sociedade burguesa, limita a percepção do social envolvido no evento pessoal e individual (Marx, 1983). Assim, o homem moderno se configura como um ser fechado sobre si mesmo e enclausurado na estreiteza de seus próprios interesses alienados, porque são formulados na experiência de uma existência limita- da (Lefebvre, 1958).
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O espaço a serviço do tempo: a estrada de ferro de Baturité e a invenção do Ceará

O espaço a serviço do tempo: a estrada de ferro de Baturité e a invenção do Ceará

Antes de tudo, senhores, chamo a vossa attenção para a palpitante necessidade, que tem a provincia de boas vias de communicação, condição indeclinável para o desenvolvimento de sua riqueza e prosperidade. Não tendo a provincia rios navegáveis a facilidade de transportes e communicações, não se poderá estabelecer senão por uma bem combinada rede de estradas; e o próprio melhoramento do porto, obra tão desejada, não trará sem estas, as vantagens esperadas. [...] É tempo de cuidar da construcção de um theatro nesta capital, o qual não só servirá para um embellesamento desta, como para a distracção da população. O theatro foi sempre considerado como elemento civilisador, concorrendo poderosamente para a reforma e a amenisação dos costumes. É tambem reputado um divertimento honesto, e necessário em todas as cidades populosas, onde não abundam as distracções. [...] Chego, senhores, a um assumpto da mais alta transcendencia para os assumptos da provincia. Não tendo sido sanccionada a lei Provincial que approvára o contrato feito por um dos meus dignos antecessores com os engenheiros José Pompeu de Albuquerque Cavalcante e J. James Fôster, renunciaram estes por sua parte áquelle contrato, como vereis da pettição annexa, que offereço a vossa illustrada consideração. Acceita por mim a renuncia, e por este modo desembaraçada a administração, apresentaram o Senador Thomaz Pompeu de Souza Brasil, coronel Joaquim da Cunha Freire, bacharel Gonçalo Baptista Vieira, negociante Henrique Brocklehurst e o engenheiro José Pompeu de Albuquerque Cavalcante uma proposta sobre o mesmo objecto, tendo com estes celebrado novo contrato em data de 25 de junho ultimo. [...] O systema adoptado para a nova estrada é de um tram-road, o que importa dizer-vos, de locomotivas especiais, trilhos singelos e mais leves, do que os usados nas estradas de ferro de 1ª ordem, mas cuja força motriz será o vapor, e deverá offerecer as necessárias condições de economia, segurança e duração para communicar esta capital com o importante município de Baturité. 121
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Araraquara: história e patrimônio ferroviário e industrial

Araraquara: história e patrimônio ferroviário e industrial

A historiografia do patrimônio industrial da cidade de Araraquara, tratada neste trabalho, possui como base, a revisão histórica através do olhar no desenvolvimento da arquitetura da cidade e dos fatos marcantes que originaram seu patrimônio. Foram realizados, além da revisão bibliográfica sobre o patrimônio de Araraquara, levantamentos de plantas e imagens da cidade no acervo digital da Prefeitura Municipal, bem como relatos de memorialistas e historiadores através de sites. Assim, foi possível analisar e interpretar esses retratos históricos para a construção da narrativa aqui apresentada, com base na teoria de Walter Benjamim, que discorre sobre uma compreensão singular, mas também, plural dos fatos, do saber externo em contraposição ao saber interno (LEITE, 2016).
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A transferência da sede da "Goiás" para Goiânia (1954)

A transferência da sede da "Goiás" para Goiânia (1954)

Mauro Borges - E aí, foi um ambiente de grande tensão. Eu acho que quando eu fui depor, já armado também. Eu nem me lembro se tava armado. Aí começou o depoimento. A minha sorte é que colocaram como presidente da comissão, um homem de grande probidade. Ele foi ex-ministro da Viação. Era extraordinário. E ele, então, os membros da comissão, eram quase todos ferroviários, gente que tinha passado pelas mesmas necessidades. E ele começou dizendo assim: Os senhores vão julgar um jovem diretor de Estrada, que foi nomeado, e era um oficial do exército. E ele não quis se amarrar às normas contábeis, a rígida fiscalização. Ele botou acima disso tudo, o progresso da Estrada. Mas vocês todos, como eu fui diretor de uma ferrovia, sabe que é impraticável a administração. Então a gente fazia química, transformava a verba de uma página pra outra. E ele não resolveu fazer nada disso, ele partiu diretamente e sem segredo, publicamente, desafiando a legislação. Quem nunca teve culpa, que atire a primeira pedra. Eu não falei nada. Eu fiquei quieto. Eu não me lembro bem da época, foi em 53 ou 54, parece.
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SIMONE MARIA MELO DA SILVA PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: CASO DA REGIONAL METROPOLITANA V

SIMONE MARIA MELO DA SILVA PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: CASO DA REGIONAL METROPOLITANA V

É de responsabilidade do gestor escolar instruir o processo de prestação de contas, acrescentando a documentação supramencionada, atentando-se para alguns procedimentos. As Notas Fiscais Eletrônicas devem estar atestadas no verso, cabendo a 2 (dois) servidores públicos da unidade escolar, excetuando-se o gestor e o tesoureiro, verificar se o conteúdo da Nota Fiscal Eletrônica confere com a entrega dos materiais. Após a constatação, cada servidor deve assinar e colocar a matrícula e a função. Outro aspecto que deve ser observado pelo gestor é a inserção, no processo, de 3 (três) orçamentos que correspondam com a relação de materiais expostos nas notas. A aquisição dos materiais deverá ser realizada na empresa ou fornecedor que oferecer melhor preço, sem negligenciar a qualidade. Cabe ressaltar que apenas os fornecedores regularmente cadastrados pelo gestor escolar, depois de uma pesquisa da situação cadastral na Receita Federal, poderão vender ou prestar serviços para a escola.
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1. Introdução - Introdução: breve histórico, representando com cadeias.

1. Introdução - Introdução: breve histórico, representando com cadeias.

• Com o tempo, as Máquinas de Turing foram aceitas como o modelo definitivo de algo- ritmo e, finalmente, a Matemática aceitou que não existe o algoritmo que Hilbert tanto desejava.....[r]

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CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-graduação em Administração Mestrado Indira Barreto Trindade

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-graduação em Administração Mestrado Indira Barreto Trindade

Em suma, ainda que seja uma forma de trabalho vista como degradante pela sociedade, os “ catadores de materiais recicláveis ” fazem do lixo uma forma de obter renda para o próprio su[r]

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O FLUXO DE PROCESSOS NA COORDENAÇÃO DE CONTRATOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: UM ESTUDO SOBRE OS MAIORES DESAFIOS PARA A OTIMIZAÇÃO DOS TRABALHOS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O FLUXO DE PROCESSOS NA COORDENAÇÃO DE CONTRATOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: UM ESTUDO SOBRE OS MAIORES DESAFIOS PARA A OTIMIZAÇÃO DOS TRABALHOS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Contudo, a proposta desta pesquisa não está em realizar um juízo de valor sobre o conteúdo dos atos praticados pelos setores que atuam no trâmite processual, mas sim, em verificar a partir dos dados coletados, quais os maiores obstáculos para que os processos destinados a formalização contratual sigam seu fluxo de forma regular, satisfazendo as demandas com a eficiência necessária ao atendimento do interesse público, para por fim, apontar um Plano de Ação Educacional (PAE) que viabilize atingir tais objetivos.
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PRESENÇA DA COLUNA PRESTES NAS VEREDAS DO GRANDE SERTÃO

PRESENÇA DA COLUNA PRESTES NAS VEREDAS DO GRANDE SERTÃO

Heloisa Maria Murgel Starling, registrando seu testemunho histórico, escreve sobre os chefes políticos como Medeiros Vaz, Selorico Mendes, Joca Ramiro, Seo Ornelas, Seão Habão, Domingos Touro, Major Urbano, os Silva Sales, Dona Adelaide, Simão Avelino, Joãozinho Bem Bem, Hermógenes, Mozar Vieira. Disserta também a cerca sobre a política de chefes jagunços como Zé Bebelo, Riobaldo, mencionando elementos comuns ente a Coluna Prestes na obra de Guimarães:

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Computabilidade: tese de Church-Turing, problemas indecidíveis.

Computabilidade: tese de Church-Turing, problemas indecidíveis.

 Não existe um algoritmo geral que seja capaz de provar uma afirmação matemática qualquer. Na verdade, não há algoritmo nem mesmo se nos restringirmos somente a afirmações sobre os números naturais e se quisermos apenas testar a veracidade ou falsidade da afirmação (sem obter a prova completa).

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TC EAD Fasciculo3 sem edicao

TC EAD Fasciculo3 sem edicao

Para explicar o nome “pilha”, pense no que é uma “pilha de pratos” (ou uma “pilha de livros”). Esse é o nome que damos a um conjunto de pratos dispostos um sobre o outro. Geralmente, se queremos colocar mais um prato na pilha, colocamos ele no topo, em cima dos outros pratos. Também quando vamos remover um prato, geralmente, tiramos aquele que está no topo. Como resultado, o prato que colocamos por último acaba sendo o primeiro a ser retirado. De modo geral, em Computação, chamamos de pilha toda estrutura que segue essa regra de inserção e remoção. A figura abaixo ilustra isso.
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