Top PDF Nova espécie de Cybianthus Mart. (Myrsinaceae) do sudeste do Brasil.

Nova espécie de Cybianthus Mart. (Myrsinaceae) do sudeste do Brasil.

Nova espécie de Cybianthus Mart. (Myrsinaceae) do sudeste do Brasil.

No Brasil, o gênero Cybianthus foi pouco estudado, destacando-se as obras de Miquel (1856) e Mez (1902), somando-se, ao fi nal deste primeiro período 19 espécies relatadas para o sudeste. Posteriormente, o número de es- pécies conhecidas de Cybianthus para o sudeste do Brasil foi elevado por Joly & Jung (1978), que descreveram Cy- bianthus coronatus A.B.Joly & Jung-Mend., e por Agostini (1980) que estabeleceu uma circunscrição mais ampla para o gênero, transferindo as espécies anteriormente incluídas em Conomorpha A.DC. e Weigeltia A.DC., das quais seis do sudeste. Pipoly (1993) referiu uma nova espécie, Cy- bianthus rupestris Pipoly, como sendo do sudeste brasileiro, entretanto, indicou que a mesma é endêmica da Chapada dos Veadeiros (Goiás), que, na realidade, não se localiza no sudeste e sim no Brasil Central, tendo havido um equívoco quanto à interpretação geográfi ca por parte do descritor. Simultaneamente, Pipoly (1993) sinonimizou Cybianthus glaziovii Mez, reduzindo, então, o número de espécies conhecidas de Cybianthus ocorrentes no sudeste brasileiro para 25 espécies.
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Uma nova espécie e novos nomes em Piper seção Ottonia (Piperaceae) para o Sudeste do Brasil.

Uma nova espécie e novos nomes em Piper seção Ottonia (Piperaceae) para o Sudeste do Brasil.

RESUMO - (Uma nova espécie e novos nomes em Piper seção Ottonia (Piperaceae) para o sudeste do Brasil). Uma nova espécie de Piper L. pertencente à seção Ottonia (Spreng.) Tebbs - Piper rio-docense E.F. Guim. & M. Carvalho-Silva encontrada no Parque Estadual do Rio Doce é descrita e ilustrada. A espécie é endêmica para o estado de Minas Gerais, muito característica, especialmente pela suas folhas buladas e providas de tricomas. Nomes novos para duas espécies que se encontravam inseridas no gênero Ottonia Sprengel são apresentados: Piper carautensei E.F. Guim. & M. Carvalho-Silva e Piper duartei E.F. Guim. & M. Carvalho-Silva. Ottonia vilosa var. minensis Guimarães constituiu um novo sinônimo Palavras-chave: flora, morfologia, taxonomia.
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Uma espécie nova de Lauraceae da floresta atlântica do Brasil.

Uma espécie nova de Lauraceae da floresta atlântica do Brasil.

Ocotea marumbiensis pode ser enquadrada no grupo informal “O. indecora” proposto por Rohwer (1986). Este grupo, que contempla sete espécies, é formado apenas com base em características morfológicas, das quais se destacam as inflorescências reunidas nas extremidades dos ramos, quase sempre menores que as folhas, flores pequenas, normalmente com aproximadamente 6 mm de diâmetro, papilas presentes na face adaxial das tépalas, forma arredondada a espatulada das anteras, com no máximo 1,5 mm de comprimento, filetes pubescentes, estaminódios recobertos por pêlos, receptáculo (hipanto) profundo, cúpula com borda simples cobrindo 3/4 do fruto. Assis (2009), na revisão do grupo, reconheceu 20 espécies com centro de diversidade na Floresta Atlântica do sudeste do Brasil. Este autor afirma que, sob uma circunscrição filogenética, o grupo é morfologicamente definido pelo crescimento rítmico dos ramos. Ainda segundo este autor, a recircunscrição de Ocotea com base na dioicia resultaria na transferência das espécies de Ocotea para outros gêneros ou, até mesmo, na criação de novos gêneros. Um gênero potencial, por exemplo, acomodaria o grupo O. aciphylla Mez (ca. 15 spp.) e O. indecora (20 spp.), tendo como sinapomorfia a presença de tépalas e anteras papilosas, presentes em O. marumbiensis.
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Pukuakanga salignea, gênero novo e espécie nova de Dictyopharidae (Hemiptera: Auchenorrhyncha: Fulgoromorpha) do Sudeste do Brasil.

Pukuakanga salignea, gênero novo e espécie nova de Dictyopharidae (Hemiptera: Auchenorrhyncha: Fulgoromorpha) do Sudeste do Brasil.

col., 28/iv/1997 (1♀) (UFVB). Material Adicional: Brasil; Estado de Minas Gerais, Águas Vermelhas - Alvarenga col., xii/1983 (13 ♂♂, 4♀♀) (UFPR). Araxá – C. Elias col., 29/iii/1965 (4♂♂ 1♀), 10/xii/1965 (1♀), 25/xii/1965 (1♀) (UFPR). Carmo do Rio Claro - Jeme col., (Fazenda Alegria), iii/1975 (1♂) (MNRJ). Florestal - BAN666 col., 23-25/iii/2000 (1♂) (UFVB). Paracatu - C. Elias col., 21/i/1965 (1 ♀) (UFPR); Exp. Formosa col., vi/1960 (1 ♂) (MNRJ). Passos - C. Elias col., iii/1961 (2♂♂, 1♀), iv/1961 (1♂, 1♀), v/1961 (1♀), 1961 (3♂♂), 21-28/iii/1962 (1♂), 10-15/xii/1962 (1♂), 17-22/xii/1962 (1♂, 2♀♀), 12/i/1963 (1♀), 23-31/i/1963 (1♂, 1♀), 25-27/ii/1963 (1♀), 16-21/xii/1963 (1 ♀), 21/i/1965 (1♀) (UFPR). Ponte Nova – Planalsucar col., 08/ iv/1980 (1 ♀) (UFVB). Varginha – M. Alvarenga col., xi/1961 (1♂) (UFPR).
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O MST: logros e desafios da reinvenção do campesinato

O MST: logros e desafios da reinvenção do campesinato

Tudo isso, aliado aos números acanhados de assentamentos de famílias nos dois primeiros anos do governo Lula, levou o MST a desencadear, em 2005, uma nova fase de mobilização, cujo momento de maior visibilidade foi a Marcha Nacional pela Reforma Agrária que chegou a Brassília em 17 de maio. O MST abandonou a proposta de pressionar o governo a assentar 1.000.000 de famílias, conforme promessa na campanha eleitoral, e acordou com o governo um novo compromisso de assentar 430 mil famílias até o seu final16. Todavia, nem esse novo compromisso vem sendo cumprido: em 2003, o governo havia se comprometido a assentar 60.000 famílias e assentou somente 36.000. Em 2004, o compromisso era assentar 115.000 famílias e só foram assentadas 81.200 (Folha de São Paulo, 15/05/2005).
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Nova espécie de Canistrum E. Morren (Bromeliaceae) do Brasil.

Nova espécie de Canistrum E. Morren (Bromeliaceae) do Brasil.

RESUMO - (Nova espécie de Canistrum E. Morren (Bromeliaceae) do Brasil). Uma nova espécie de Canistrum E. Morren (Bromeliaceae) da Bahia e de Minas Gerais é descrita e ilustrada. Um breve histórico é apresentado, mostrando a difícil delimitação entre Canistrum e Wittrockia Lind., justificando o posicionamento da nova espécie no gênero Canistrum. Canistrum flavipetalum Wand. pode ocorrer como epífita, saxícola ou terrestre em capões de mata nos Estados da Bahia e de Minas Gerais. Apresenta afinidades morfológicas com Canistrum cyathiforme (Vell.) Mez, ambas com escapo conspícuo, apresentando este uma a três brácteas. Diferem essencialmente pelas pétalas amarelo-alaranjadas e brácteas da inflorescência róseas a púrpuras em C. cyathiforme, enquanto que em C. flavipetalum as brácteas são esverdeadas a alvacentas, algumas vezes avermelhadas no ápice e as pétalas são amarelo-claras com base esverdeada.
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A atualidade do uso do conceito de camponês

A atualidade do uso do conceito de camponês

Este artículo defiende la importancia del uso del concepto del campesino en la actualidad para el análisis y conocimiento de la realidad agraria brasileña, teniendo como base una perspectiva dialéctica de su contenido sociopolítico y cultural. Se inicia con la presentación del concepto del campesino adoptado e, después de eso, se hacen algunas consideraciones sobre la forma que este concepto viene siendo utilizado a través de los tiempos por las ciencias sociales en el Brasil y los límites del concepto de la agricultura familiar. Finalmente, a ejemplificar la actualidad del uso del concepto de campesino, se presentan las evidencias encontradas en estudios acerca de la lucha por la tierra y la reforma agraria sobre el predominio de referencias campesinas entre los valores que dirigen esta lucha y la forma de organización social y territorial establecida en los asentamientos rurales.
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Uma nova espécie de Youngomyia (Diptera, Cecidomyiidae) do Brasil.

Uma nova espécie de Youngomyia (Diptera, Cecidomyiidae) do Brasil.

na primeira, delgados na segunda e arredondados na espécie nova). Difere de Y. pouteriae também pela forma dos gonóstilos (mais delgado na espécie nova), do hipoprocto e do edeago (nitidamente mais estreitos na espécie nova). Dentre todas as espécies neotropicais conhecidas, assemelha-se mais a Y. podophylla pela forma dos cercos femininos.

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Uma nova espécie de Passiflora L. (Passifloraceae) para o Brasil.

Uma nova espécie de Passiflora L. (Passifloraceae) para o Brasil.

Esta nova espécie foi encontrada em áreas de campo rupestre e matas estacionais, em altitudes variando de 1.000 a 2.200 m.s.n.m. Apresenta características morfológicas que a enquadram no subg. Passiflora L. supersect. Stipulata Feuillet & MacDougal sect. Granadillastrum Triana & Planch., a saber: estípulas foliáceas, com a base evidentemente assimétrica e brácteas foliáceas (Feuillet & MacDougal 2003). Dentre as espécies descritas para esta seção P. mucugeana assemelha-se morfologi- camente a P. imbeana Sacco, descrita para o Estado do Rio de Janeiro (Sacco 1996). Passiflora imbeana diferencia-se de P. mucugeana por apresentar caule cilíndrico; gavinhas bem desenvolvidas; pecíolo com 1-2 glândulas estipitadas, situadas abaixo da metade do mesmo; lâminas coriáceas, com ambas as faces lustrosas, nervura principal formando um ângulo de 90º com as nervuras laterais, ápice arredondado; lobos laterais oval-arredondados e lobo mediano oval; brácteas oval-arredondadas, ápice obtuso, mucro- nulado; flores com sépalas corniculadas no ápice, corno bem curto, filamentos da corona em três séries; opérculo membranoso, não plicado, com margem lacerada; límen na base do hipanto, cupuliforme, com ápice liso, envolvendo frouxamente a base do androginóforo.
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LUCIANA GOMES MAGALHÃES ESTUDO DO PROGRAMA AUTONOMIA EM TRÊS ESCOLAS DE NOVA IGUAÇURJ: POSSIBILIDADES DE DIMINUIR A DISTORÇÃO IDADE-SÉRIE

LUCIANA GOMES MAGALHÃES ESTUDO DO PROGRAMA AUTONOMIA EM TRÊS ESCOLAS DE NOVA IGUAÇURJ: POSSIBILIDADES DE DIMINUIR A DISTORÇÃO IDADE-SÉRIE

Desde 2011, nos primeiros meses da atual gestão da Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro, vem sendo implementada uma nova política de gestão escolar, a Gestão Integrada da Escola (GIDE), baseada no sistema desenvolvido pelo Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG). Esta política pode ser compreendida como um sistema de gestão que contempla aspectos estratégicos, políticos e gerenciais da área educacional, com o objetivo de ajudar os gestores na busca por melhores resultados no processo ensino-aprendizagem na escola. Para as autoras do sistema, Godoy e Chaves (2009), a Gide representa um avanço no gerenciamento das instituições educacionais, uma vez que possibilita uma visão sistêmica da escola. A proposta é que, ao utilizar este sistema, a escola deixe de gerenciar os aspectos estratégicos, pedagógicos e gerenciais de forma fragmentada, sem foco nos fins, (o processo ensino- aprendizagem), o que acaba provocando desperdício de tempo, talento e energia das pessoas. Por focar os esforços e recursos da escola em torno de objetivos e metas, com esse sistema de gestão é possível acompanhar os planos e resultados de forma integrada, podendo, inclusive, a gestão implementar ações corretivas em tempo hábil a fim de garantir os resultados internos esperados, como o aumento da taxa de aprovação e redução da taxa de abandono, bem como os resultados externos: aprovação em exames vestibulares, ENEM, SAEB e melhoria do IDEB.
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Sinopse do gênero Manihot Mill. (Euphorbiaceae) no Estado de São Paulo, Brasil.

Sinopse do gênero Manihot Mill. (Euphorbiaceae) no Estado de São Paulo, Brasil.

Espécie nativa e endêmica do Brasil, ocorrendo, exclusivamente, no domínio fitogeográfico da Mata Atlântica, sendo encontrada apenas no Estado de São Paulo (Cordeiro et al. 2013). De acordo com Cruz (1965), essa espécie deve ter se adaptado a um tipo de vegetação denominado capoeira, mais aberta e mais baixa que uma floresta propriamente dita, já que a espécie não é encontrada nas regiões de mata, a poucos metros do local em que a primeira coleta do material foi realizada, em Campos do Jordão. Cruz (1967) descreveu M. handroana, espécie com morfologia extremamente semelhante a M. jolyana Cruz, porém, segundo a pesquisadora, perfeitamente distinguível desta espécie. Considerando-se que ambos os táxons habitam a mesma formação fitogeográfica (Mata Atlântica), apresentam o mesmo número cromossômico (2n = 36, obtido a partir de observações citológicas em tecido somático) e possuem características morfológicas que não permitem sua segura distinção, as plantas analisadas e descritas com as características típicas desses táxons foram aqui consideradas M. jolyana. Manihot jolyana é encontrada, predominantemente, em beiras de estradas e regiões reflorestadas com Pinus sp. Esta espécie não apresenta subespécies para o Estado de São Paulo.
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João Márcio Mendes Pereira Doutorando em História pela Universidade Federal Fluminense Contato eletrônico: joao_marcio1917yahoo.com.br Resumo: O texto analisa a luta política em torno da implementação dos programas orientados

João Márcio Mendes Pereira Doutorando em História pela Universidade Federal Fluminense Contato eletrônico: joao_marcio1917yahoo.com.br Resumo: O texto analisa a luta política em torno da implementação dos programas orientados

É curioso que os proponentes do MRAM, de modo geral, tenham adotado o discurso da complementariedade entre a sua proposta e o “modelo tradicional”, uma vez que, seguindo o seu próprio raciocínio, não se consegue explicar por que se precisa complementar o que, em tese, é caro demais e não funciona. Depois de condenarem politicamente o tal “modelo tradicional” a uma posição marginal e residual, por que razão o mesmo deveria ser “complementado”? Não é difícil perceber que a própria lógica desse discurso, toda estruturada sobre a suposta negatividade “genética” do modelo desapropriacionista, anula a retórica da complementariedade. Além disso, há um problema de fundo nesse tipo de formulação. Se já é discutível fazê-lo para outras sociedades, como é possível, no Brasil, sustentar seriamente a tese da falência do tal “modelo tradicional” de reforma agrária, se o mesmo nunca foi levado adiante de maneira substantiva? Não é difícil perceber que o pressuposto do discurso do BM ⎯ reproduzido por inúmeros intelectuais brasileiros, muitos dos quais outrora ligados à esquerda ⎯ era (e continua sendo), no mínimo, equivocado.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

A Escola Estadual de Educação Profissional Maria José foi inaugurada em maio de 2012. A sua estrutura segue o modelo de Escola Técnica desenvolvida pelo Ministério da Educação para o Programa Brasil Profissionalizado, com 12 salas de aulas, um laboratório de Matemática, um de Física, um de Química e Biologia, um de Informática e um de Línguas; um auditório com 200 lugares; uma biblioteca; uma secretaria com sala de reprografia; salas de coordenação pedagógica, de estágio, de diretoria e de professores; um ginásio coberto com vestiários masculino e feminino; um refeitório; uma cozinha; um anfiteatro; uma sala para o grêmio; banheiros masculino, feminino e para pessoas portadoras de necessidades especiais e dois galpões para a montagem dos laboratórios dos cursos técnicos. Vale destacar que, apesar de possuir um espaço destinado para a montagem dos laboratórios técnicos, a escola ainda não dispõe dos equipamentos para esses laboratórios.
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POSSIBILIDADES DE USO DO SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO EDUCACIONAL DO AMAZONAS NA GESTÃO DAS ESCOLAS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

POSSIBILIDADES DE USO DO SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO EDUCACIONAL DO AMAZONAS NA GESTÃO DAS ESCOLAS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Exceto os municípios que têm receitas para fazer frente às suas obrigações constitucionais, por gerarem receitas com petróleo (Carauari e Coari), com o PIM (Manaus) ou tur[r]

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IMPLANTAÇÃO DOS LABORATÓRIOS BÁSICOS PADRÃO MEC/FNDE NA REDE PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ PELO PROGRAMA BRASIL PROFISSIONALIZADO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

IMPLANTAÇÃO DOS LABORATÓRIOS BÁSICOS PADRÃO MEC/FNDE NA REDE PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ PELO PROGRAMA BRASIL PROFISSIONALIZADO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Segundo Garcia (2009, p.79), a consolidação da nova proposta curricular se efetivou, em grande parte, pela contestação das instituições da Rede Pública Estadual, “[...] que colocaram a dificuldade de trabalhar com currículos separados da formação de um único sujeito e que os mesmos não privilegiavam a formação doaluno”, totalmente desconexos e fragmentados, provocando um esvaziamento emsua oferta, com altos índices de abandono e evasão escolar. Esse descontentamento culminou com a proposta de uma reorganização curricular para o Ensino Médio Integrado à Educação Profissional.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Além disso, sugerimos também à SEDUC duas ações que visam aprimorar o SPAECE. Uma delas propõe que o SPAECE encontre meios para medir os impactos causados na aprendizagem pela menor carga horária de ensino do período noturno; a outra recomenda a criação de uma nova lei estadual que reformule a atual política de bonificação do Estado do Ceará, que visa premiar alunos e escolas a partir de seus resultados no SPAECE e no ENEM. A nova lei deveria incluir como critério de gratificação o turno de matrícula do aluno. Essa ideia se sustenta no fato, demonstrado nesta pesquisa, de que os estudantes do turno noturno – bem como os professores que lecionam nesse período – são prejudicados pela menor carga horária de ensino, em relação aos seus colegas do período diurno, os quais acabam sendo privilegiados por terem mais condições de obter melhores resultados nas avaliações externas, devido à maior carga horária letiva. Vale ressalvar, contudo, que – pelo fato de esta pesquisa ter-se detido a outro objetivo específico – essas duas propostas requerem maiores estudos, podendo inclusive ser objetos de pesquisa em trabalhos futuros.
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SIMONE MARIA MELO DA SILVA PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: CASO DA REGIONAL METROPOLITANA V

SIMONE MARIA MELO DA SILVA PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: CASO DA REGIONAL METROPOLITANA V

O conceito de accountability, ainda hoje possui dificuldade de tradução do termo. Em artigo publicado na Revista Brasileira de Administração nos idos de 1990, Anna Maria Campos narra e analisa seu processo de apreensão do conceito, quando realizava seu curso de pós-graduação nos EUA, no ano de 1975, e o ouviu pela primeira vez, em um debate. Maior foi sua surpresa por não conseguir acompanhar o debate em torno de conceito accountability, muito menos encontrar uma tradução para o português da palavra. Em decorrência disso a autora começou a desenvolver uma pesquisa em dicionários e livros na tentativa de esclarecimento do conceito, sempre sem êxito na compreensão do termo. Com o passar do tempo Campos foi entendendo que a discussão girava em torno de um conceito-chave na prática da administração e do serviço público, mas cujo significado não conseguia captar. Já no Brasil, indagou a muitas pessoas a respeito do conceito, de maneira que ninguém conseguiu respondê-la. Campos inferiu que a dificuldade de tradução tinha relação direta com o fato de que a inexistência do termo em terras brasileiras era em decorrência da falta do próprio conceito e de sua consequente prática. 25
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Remoções de favelas na cidade do Rio de Janeiro: uma história do tempo presente — Outubro Revista

Remoções de favelas na cidade do Rio de Janeiro: uma história do tempo presente — Outubro Revista

de 2011 – quando seus representantes entregaram aos membros do COI uma notificação elaborada pela defensoria pública com base em argumentos das associações de moradores (Gismondi, 2010); o Ato Unificado “Você Pensa que a Copa é Nossa?”, em 30 de julho de 2011, ocasião em que cerca de 700 manifestantes bloquearam um dos aces- sos à Marina da Glória – local do sorteio das eliminatórias da Copa do Mundo – e uma comissão fez chegar às autoridades do governo uma carta com as reivindicações do movimento (Granja; Gomes, n. 80, ago. 2011); a manifestação na Feira Internacional Soccerex, em 26 de novembro de 2011, frequentada por empresários, cartolas e ex-joga- dores de futebol de todo o mundo; o Ato “O Maraca é Nosso”, contra a privatização do estádio pelo governo do estado e a apropriação priva- da dos recursos públicos nele investidos em nome dos megaeventos; o Ato Nacional de Lançamento do Dossiê Megaeventos e Violações de Direitos Humanos no Brasil (apresentado à Prefeitura) e do Portal Popular da Copa, em 12 dezembro de 2011; e o protesto do mesmo Comitê Popular da Copa no Aeroporto Internacional do Galeão, ho- ras antes da chegada da Bandeira Olímpica – que pretendia entregar ao prefeito o “Troféu Remoção”, composto por um tijolo, com uma armação em metal com pedras de cimento (Tabak, 2012)
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IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Os Grêmios Estudantis compõem uma das mais duradouras tradições da nossa juventude. Pode-se afirmar que no Brasil, com o surgimento dos grandes Estabelecimentos de Ensino secundário, nasceram também os Grêmios Estudantis, que cumpriram sempre um importante papel na formação e no desenvolvimento educacional, cultural e esportivo da nossa juventude, organizando debates, apresentações teatrais, festivais de música, torneios esportivos e outras festividades. As atividades dos Grêmios Estudantis representam para muitos jovens os primeiros passos na vida social, cultural e política. Assim, os Grêmios contribuem, decisivamente, para a formação e o enriquecimento educacional de grande parcela da nossa juventude. O regime instaurado com o golpe militar de 1964 foi, entretanto, perverso com a juventude, promulgando leis que cercearam a livre organização dos estudantes e impediram as atividades dos Grêmios. Mas a juventude brasileira não aceitou passivamente essas imposições. Em muitas escolas, contrariando as leis vigentes e correndo grandes riscos, mantiveram as atividades dos Grêmios livres, que acabaram por se tornar importantes núcleos democráticos de resistência à ditadura. (PARANÁ, 2010, apud MARTINS, 1999, p. 6)
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