Top PDF NOVAS LOCALIDADES DE MUSGOS NOS ESTADOS DO BRASIL.

NOVAS LOCALIDADES DE MUSGOS NOS ESTADOS DO BRASIL.

NOVAS LOCALIDADES DE MUSGOS NOS ESTADOS DO BRASIL.

Está sendo citada pela primeira vez para os estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas, Bahia, Espírito Santo e Rio de Janeiro.. Syrrhopodon prolifer Schwaegr.[r]

22 Ler mais

Musgos dos Estados de Alagoas, Bahia, Pernambuco e Sergipe, Brasil, depositados no herbário SP.

Musgos dos Estados de Alagoas, Bahia, Pernambuco e Sergipe, Brasil, depositados no herbário SP.

Serra do Urubu, Córrego da Guariba, 8º43’2”S, 35º50’80,2”W, ca. 652 m alt., em arvoreta, junto de regato, 19-X-2001, M.R. Pietrobom & M.S. Lopes 5244 (SP403040); Caruaru, Fazenda Caruaru, Brejo dos Cavalos, mata úmida do brejo, 29-VIII-1980, O. Yano & D. Andrade-Lima 2737 (SP191281); Taquaritinga do Norte, Morro Cafundó, mata ao lado da Microonda, 24-VIII-1980, O. Yano & D. Andrade- Lima 2627 (SP191187); idem, 27-VIII-1980, O Yano & D. Andrade-Lima 2637 (SP191195); idem, mata ao lado da Microonda, 24-VIII-1980, O. Yano & D. Andrade-Lima 2641 (SP191199); São Lourenço da Mata, Engenho São Bento, Estação Ecológica de Tapacurá, Mata Toró-Cuieira, mata úmida perto do riacho, 26-VIII-1980, O. Yano & D. Andrade-Lima 2665 (SP191219); São Lourenço da Mata, Estação Ecológica de Tapacurá, Mata do Toró-Cuieira, 30-IX- 1980, D. Andrade-Lima 80-6626 (SP191508); Bonito, Reserva Municipal, ca. 8 km da cidade, ca. 720 m alt., 6-VIII-1998, O. Yano et al. 25469 (SP322322); Caruaru, Brejo dos Cavalos, Mata de Galileu, ca. 800-900 m alt., 11-VIII-1998, O. Yano et al. 25561 (SP322404); idem, 11-VIII-1998, O. Yano et al. 25563 (SP322406); São Lourenço da Mata, Engenho São Bento, Mata de Tapacurá, em Lecythidaceae na mata, 6-VIII-1986, O. Yano et al. 10339 (SP207013); idem, em Sapotaceae perto do riacho, 4-II-1988, O. Yano & G. Mariz 11246 (SP222190); São Lourenço da Mata, Engenho São Bento, Mata de Tapacurá, perto do riacho, 6-VIII-1986, O. Yano et al. 10343 (SP207017). Distribuição no Brasil: AC, AL, AM, AP, BA, CE, ES, PA, PE, RJ, RO, RR, SC e SP.
Mostrar mais

55 Ler mais

Novas ocorrências de musgos (Bryophyta) para o Estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

Novas ocorrências de musgos (Bryophyta) para o Estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

Chenia leptophylla (Müll. Hal.) R. H. Zander, Ctenidium malacodes Mitt., Fissidens lagenarius var. muriculatus (Mitt.) Pursell, F. pellucidus Hornsch., F. scariosus Mitt., Gemmabryum acuminatum (Harv.) J. R. Spence & H. P. Ramsay, Groutiella apiculata (Hook.) H. A. Crum e Uleastrum palmicola (Müll. Hal.) R. H. Zander são táxons conhecidos para os Estados de Santa Catarina e-ou Paraná, portanto, a identifi cação destes táxons no Rio Grande do Sul completa uma importante lacuna na distribuição geográfi ca dos mesmos. Isto demonstra a necessidade de intensifi car as coletas no Estado pois, provavelmente, diversas espécies estão na mesma situação, não sendo conhecidas por falta de coletas.
Mostrar mais

23 Ler mais

Novas ocorrências de briófitas nos estados brasileiros.

Novas ocorrências de briófitas nos estados brasileiros.

Caracteriza-se pelos filídios com ápice abrupta- mente pilíferos e recurvados; filídios ovalados a oval-oblongos; células da lâmina lineares, secção transversal do caulídio diferenciada em células corticais e medulares, as medulares infladas. Esta é uma pequena família de musgos relativamente rara, e desta maneira estas novas localidades completam lacunas importantes na distribuição desta espécie, ampliando para mais dois Estados sua ocorrência. A presença desta espécie no Estado do Rio de Janeiro foi reportada por Lin (1984) que trabalhou com coletas do início do século XIX, e por Costa et al. (2005) que também apresentam esta espécie, porém sem citar amostras analisadas pois este trabalho é baseado no trabalho de Lin (1984). Assim esta é uma nova
Mostrar mais

36 Ler mais

Novas ocorrências de briófitas para vários estados do Brasil.

Novas ocorrências de briófitas para vários estados do Brasil.

Com a publicação dos catálogos de musgos (Yano, 1981), de antóceros e hepáticas (Yano, 1984) e de briófitas (Yano, 1989; 1995), houve a possibilidade de saber onde cada espécie de briófita ocorre nos diferentes estados do Brasil. Além disso, existem várias outras publicações, de 1995 até os dias de hoje, que são trabalhos de revisão, levantamento, fitogeografia, dados de mudanças nomenclaturais e outros por exemplo descrição de espécies novas, ocorrências novas para vários estados, que levaram à elaboração deste estudo da distribuição e diversidade das espécies de briófitas nos diferentes estados.
Mostrar mais

18 Ler mais

PREVENÇÃO E CONTROLO DE LEGIONELLA NOS SISTEMAS DE ÁGUA – Normas de Orientação Clínica

PREVENÇÃO E CONTROLO DE LEGIONELLA NOS SISTEMAS DE ÁGUA – Normas de Orientação Clínica

Normalmente para a água das redes prediais considera-se que uma análise de Legionella é desfavorável do ponto de vista da operação e manutenção, quando a concentração de Legionella spp., é ≥1000 ufc/L, correspondendo a um nível de alerta, sendo necessário recolher novas amostra, rever o programa de tratamento da água, avaliar o risco e caso necessário limpar e desinfetar o sistema ou mesmo implementar tratamentos de choque químico e/ou térmico, avaliando posteriormente a eficácia das medidas implementadas.

47 Ler mais

Nuevo fármaco para el tratamiento de la infección por VIH-1

Nuevo fármaco para el tratamiento de la infección por VIH-1

respectivamente. Noventa y ocho por ciento de los pacientes que recibieron enfuvirtida tuvieron reacciones en el sitio de inyección y las neumonías fueron más frecuentes en este grupo que en el grupo testigo. No obstante, estos riesgos son tolerables cuando se sopesan contra los beneficios antirretrovíricos e inmunológicos del régimen terapéutico con enfuvirtida. Estos resultados coinciden con los del ensayo TORO 2 en Australia y Europa, que fueron presentados este pasado febrero por Greenberg et al. en Boston, Estados Unidos, en la 10. a Conferencia sobre Retrovirus e Infecciones
Mostrar mais

1 Ler mais

Estudio sobre la calidad de la vida de mujeres posmenopáusicas tratadas con estrógenos más progestágenos

Estudio sobre la calidad de la vida de mujeres posmenopáusicas tratadas con estrógenos más progestágenos

respectivamente. Noventa y ocho por ciento de los pacientes que recibieron enfuvirtida tuvieron reacciones en el sitio de inyección y las neumonías fueron más frecuentes en este grupo que en el grupo testigo. No obstante, estos riesgos son tolerables cuando se sopesan contra los beneficios antirretrovíricos e inmunológicos del régimen terapéutico con enfuvirtida. Estos resultados coinciden con los del ensayo TORO 2 en Australia y Europa, que fueron presentados este pasado febrero por Greenberg et al. en Boston, Estados Unidos, en la 10. a Conferencia sobre Retrovirus e Infecciones
Mostrar mais

2 Ler mais

Checklist de Simuliidae (Insecta, Diptera) do Estado do Mato Grosso do Sul, Brasil

Checklist de Simuliidae (Insecta, Diptera) do Estado do Mato Grosso do Sul, Brasil

De acordo com Adler & Crosskey (2015) existem atualmente 2.177 espécies de Simuliidae válidas (incluindo 12 fósseis) das quais aproximadamente 360 são encontradas na Região Neotropical (Currie & Adler, 2008), sendo 92 (Adler & Crosskey, 2015; Hamada et al., 2015) registradas para o Brasil. Três gêneros de Simuliidae estão registrados para o Brasil: Araucnephia Wygodzinsky & Coscarón, 1973 com duas espécies, Lutzsimulium d’Andreatta & d’ Andreatta, 1947 com quatro espécies e Simulium Latreille, 1802 com 86 espécies. No estado de Mato Grosso do Sul 14 espécies são registradas (Eaton et al., 1998; Adler & Crosskey, 2015).
Mostrar mais

5 Ler mais

Crise e recomposição do sistema de dominação global dos Estados Unidos: a nova ordem pan-americana — Outubro Revista

Crise e recomposição do sistema de dominação global dos Estados Unidos: a nova ordem pan-americana — Outubro Revista

siderada como um simples instrumento de sua política voltada à América Latina e o Caribe, sem dúvida que, a partir de 1991, a Casa Branca impulsionou a “atualização” de todos os órgãos e comissões desse organismo hemisférico, como também uma am- pliação constante de seus âmbitos de competência, entre elas, “a segurança” e outros assuntos (como os processos eleitorais e as cri- ses de “governabilidade”), anteriormente reservados à jurisdição interna dos seus Estados membros.

24 Ler mais

Formas de resistência camponesa: visibilidade e diversidade de conflitos ao longo da história

Formas de resistência camponesa: visibilidade e diversidade de conflitos ao longo da história

no cenário da cidade não era apenas um objetivo ou desejo particular do próprio grupo, mas algo de grande interesse para muitas pessoas e grupos urbanos. Até porque estamos falando sobre um período (que vai da década de 1940 até o golpe de 1964) de intensa competição política entre as mais variadas correntes partidárias e ideológicas em torno de diferentes projetos. Além disso, diversos setores da sociedade civil encontram-se mobilizados e engajados em amplos movimentos reivindicatórios. Fenômeno que exigiria um sem-número de estratégias e realinhamentos por parte dos grupos e personalidades políticas que almejavam exercer alguma hegemonia sobre esse processo. Em tal contexto, passava a ser vital que tais agentes tivessem o maior número possível de aliados à sua bandeira. Vários deles, portanto, decidiram investir na tarefa de “ajudar” os lavradores cariocas a “defende- rem seus direitos” e terem sua “voz ouvida pelo governo”. Eles eram os chamados mediadores dos lavradores cariocas. Mas, neste caso, entendemos o mediador não como um agente cujo papel era realizar o contato do mun- do mais amplo (estado e sociedade civil) com um grupo antes esquecido, embora bem delimitado e com identidade e personalidade próprias. Esse seria um modo pouco adequado de vermos uma relação eminentemente dialética. Na verdade, o agente político em questão – os lavradores do Sertão Carioca – foi em muitos aspectos se formando e adquirindo certa identidade por meio da ação desses mesmos mediadores, que por diversas razões (políticas, eleitorais, pessoais e/ou ideológicas) objetivavam tornar um sem-número de lavradores, espalhados em diversas localidades, num grupo mobilizado e organizado sob lemas e bandeiras comuns de luta (Neves, 1997; Rosa, 2004). Em termos de análise tais mediadores podem ser divididos em três grupos: o primeiro era formado pelos militantes partidá- rios, em sua grande maioria fi liados ao PCB, como Pedro Coutinho Filho, que tinha maior atuação em Jacarepaguá, Heitor Rocha Faria, advogado dos posseiros de Santíssimo, e Lyndolpho Silva, um dos fundadores em 1954 da Associação dos Lavradores do Sertão Carioca. Ressalte-se que, além da própria atuação política, os dois primeiros eram responsáveis, sendo advogados, pela defesa jurídica das comunidades de lavradores residentes em suas respectivas áreas de atuação. Também se faz importante destacar o trabalho de militância anteriormente desenvolvido por Otávio Brandão, que desde 1946 vinha se debruçando sobre os principais confl itos da região. Foi Brandão também quem pretendeu estabelecer uma primeira pauta de reivindicação dos “camponeses do Sertão Carioca”, com o nítido objetivo de estabelecer uma linha de identidade entre a “causa” dos lavradores e a linha programática do PCB. 45
Mostrar mais

265 Ler mais

EDUCAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE LIMEIRA – SP: UM ESTUDO COMPARATIVO DO DESEMPENHO DE ALUNOS DE CRECHES E PRÉ- ESCOLAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

EDUCAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE LIMEIRA – SP: UM ESTUDO COMPARATIVO DO DESEMPENHO DE ALUNOS DE CRECHES E PRÉ- ESCOLAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

[...] As mudanças legais que levaram à implantação da Escola fundamental de 9 anos no Brasil adotaram como estratégia a incorporação do último ano da pré-escola ao EF, ampliando o primeiro segmento dessa etapa de 4 para 5 anos e antecipando o ingresso da criança no EF para a idade de 6 anos. Tal desenho implica a diminuição da duração da pré- escola de três para dois anos, correspondendo à faixa etária de 4 e 5 anos e não mais àquela de 4 a 6 anos. Pode-se argumentar que se buscaram, com as novas medidas legais, apressar a universalização do atendimento educacional para as crianças de 6 anos, intenção reforçada pela adoção da obrigatoriedade Escolar para a faixa etária de 4 a 17 anos. Porém, essa nova organização da carreira Escolar foi adotada sem que houvesse antes, nas Escolas de EF, a garantia de condições de infraestrutura, formação docente, diminuição de número de alunos por turma, adaptação de currículos e materiais didáticos, entre outras, que permitissem uma transição menos acidentada para o novo formato. (p.29)
Mostrar mais

190 Ler mais

Musgos urbanos do recanto das Emas, Distrito Federal, Brasil.

Musgos urbanos do recanto das Emas, Distrito Federal, Brasil.

Ilustração e descrição: Saito (1975). Material analisado: BRASIL. Distrito Federal: Recanto das Emas, Administração Regional do Recanto, 16/III/2001, Lima & Teixeira s/n (UB); Ibidem, 16/III/2001, Câmara et al. (UB). Distribuição geográfica: Região Nordeste: BA. Região Sudeste: ES, MG e SP. Região Centro-Oeste: Primeira citação de ocorrência.

7 Ler mais

Musgos (Bryophyta) na Ilha Trambioca, Barcarena, PA, Brasil.

Musgos (Bryophyta) na Ilha Trambioca, Barcarena, PA, Brasil.

Na ilha Trambioca foram registrados 40 táxons de musgos, distribuídos em 20 gêneros e 13 famílias (Tab. 1). As famílias mais representativas em número de espécies foram Calymperaceae, Sematophyllaceae e Leucobryaceae, as quais são de ocorrência comum em toda a região amazônica, de acordo com os trabalhos de Lisboa & Maciel (1994), Lisboa & Nazaré (1997), Lisboa et al. (1998), Lisboa et al. (1999) e Santos & Lisboa (2003).

6 Ler mais

Musgos da ilha de Marajó - II - Município de Anajás Pará, Brasil.

Musgos da ilha de Marajó - II - Município de Anajás Pará, Brasil.

Dentre as 17 famílias identificadas em Anajás, as que apresentaram maior diversidade foram Sematophyllaceae, com quatro gêneros e cinco espécies, Calymperaceae, com dois gêneros e se[r]

6 Ler mais

Territorial epistemology: male prostitution in Goiânia

Territorial epistemology: male prostitution in Goiânia

O território estudado nesta pesquisa restringe-se à cidade de Goiânia, considerada umas das mais modernas e com grande relevância econômica para o Centro-Oeste. A localização geográfica de Goiás coloca o Estado em uma posição logística estratégica, pois se situa no centro do país e conta com uma malha rodoviária que interliga as demais regiões do Brasil. De acordo com a Secretaria do Estado de Gestão e Planejamento (Goiás, 2013), em um raio de aproximadamente 1.200 km, localizam-se aproximadamente 75% do mercado consumidor do país. Em outras palavras, o Estado de Goiás está situado em um ponto estratégico, com acesso rápido às capitais de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e à capital federal, Brasília.
Mostrar mais

11 Ler mais

EMISSÕES DO SETOR DE RESÍDUOS

EMISSÕES DO SETOR DE RESÍDUOS

Em meados da década de 80 até 1995 observa-se um maior distanciamento do cresci- mento da população com escoadouro e das emissões de GEE, decorrente principalmen- te da desestruturação do modelo financeiro do Planasa, que provocou o crescimento no déficit absoluto nos serviços de saneamento básico (ARAÚJO FILHO, 2008). Durante a primeira metade dos anos de 1990, foram criados diferentes programas para moder- nização e reestruturação institucional do setor, que impactaram positivamente na di- minuição gradativa do déficit absoluto de esgotamento sanitário (ARAÚJO FILHO, 2008). Consequentemente, foi observado um crescimento acentuado nas emissões de CO 2 e. Atualmente, os marcos regulatórios do setor são a Lei 11.445 de 5 de janeiro de 2007 e o Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab). De acordo com a referida lei, o pla- nejamento integrado, a regulação, a cooperação federativa e o controle social impul- sionarão o setor de saneamento, focando estrategicamente no futuro. O Brasil ainda convive com as consequências de um atraso histórico nas infraestruturas de sanea- mento básico, principalmente quanto ao abastecimento de água e índices de cobertura e tratamento de águas residuais.
Mostrar mais

64 Ler mais

EMISSÕES DO SETOR DE MUDANÇA DE USO DA TERRA

EMISSÕES DO SETOR DE MUDANÇA DE USO DA TERRA

Até 2004, a derrubada de floresta amazônica ocorreu de maneira acelerada, com taxas superiores a 15 mil quilômetros quadrados por ano segundo o PRODES (INPE). Um reflexo disso foram os mais de 23 bilhões de tCO 2 e emitidos entre 1990 e 2004 (média anual de 1,57 bilhões de tCO 2 e por ano). Depois de 2004, diversas ações para conter o desmatamento na Amazônia foram realizadas pelo governo federal em parceria com os governos estaduais e a participação da sociedade civil. Entre as ações destacam-se o lançamento do PPCDAm (Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazô- nia Legal) e de sistemas de monitoramento mensal por satélite (SAD, DETER), a criação de novas áreas protegidas e a identificação dos municípios críticos ao desmatamento, entre outras. Isso reduziu a média anual de emissões para 1 bilhão de tCO 2 e, conside- rando o período de 2005 a 2014 (total de 13 bilhões de tCO 2 e).
Mostrar mais

43 Ler mais

EMISSÕES DOS SETORES DE ENERGIA, PROCESSOS INDUSTRIAIS E USO DE PRODUTOS

EMISSÕES DOS SETORES DE ENERGIA, PROCESSOS INDUSTRIAIS E USO DE PRODUTOS

O transporte de cargas no Brasil emitiu 105,2 MtCO 2 e em 2015, o que correspondeu a aproximadamente metade das emissões do segmento de transportes ou um quinto das emissões do universo dos setores de Energia e PIUP. A elevada predominância do modal rodoviário no país, quando comparado a outros países de dimensões continentais (Figu- ra 10), explica, em grande medida, a enorme importância que o óleo diesel tem no consu- mo energético dos transportes e nas emissões de GEE relacionadas à energia, bem como a presença dos caminhões como principal fonte emissora, não apenas no segmento de transportes, mas no setor de energia como um todo. Basta ver que as emissões dessa ca- tegoria de veículos no Brasil (85,5 MtCO 2 e) são maiores, por exemplo, do que as emissões de toda a queima de combustíveis 4 no segmento industrial (71,8 MtCO
Mostrar mais

95 Ler mais

EMISSÕES DE GEE DO BRASIL

EMISSÕES DE GEE DO BRASIL

A evolução das emissões brasileiras de GEE em relação à dinâmica das emissões glo- bais pode ser dividida em quatro fases: entre 1990 e 1997 as emissões totais no Brasil cresceram em um ritmo maior que as emissões globais; já no período entre 1998 e 2004 as emissões cresceram num ritmo similar ao das emissões globais e, após 2005, elas se descasam das emissões globais e apresentam uma forte redução, enquanto no resto do mundo elas crescem. Um quarto período parece se formar após 2009 – curio- samente, após o lançamento da Politica Nacional de Mudanças Climáticas: desde então as emissões pararam de cair e têm-se mantido relativamente estáveis no entorno de 1,8 a 1,9 GtCO 2 e de emissões brutas e entre 1,3 e 1,4 GtCO 2 e emissões líquidas. Nos últimos anos, as emissões globais também passaram a desacelerar e podem estar pró- ximas de atingir o seu pico, ao redor de 56 GtCO 2 e.
Mostrar mais

80 Ler mais

Show all 10000 documents...

temas relacionados